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Gerência de riscos Apresentação Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! O risco pode ser definido como o potencial de ganhar ou perder algo de valor e abrange tanto oportunidades como ameaças que podem impactar os objetivos de uma organização (ISO, 2018). No contexto dos negócios, os riscos podem surgir de diversas fontes, como incerteza financeira, responsabilidades legais, erros estratégicos, falhas operacionais etc. (Souza; Clemente, 2010). Assim, a gestão de riscos é uma ação fundamental no cenário empresarial atual, essencial para as organizações navegarem pelas incertezas e complexidades do mundo moderno (Silva; Silveira, 2013). Ao conhecer sua realidade e potenciais vulnerabilidades, as organizações podem se preparar de modo consciente para evitar ou, ao menos, minimizar que eles ocorram (Bertolo, 2012). Nesta Unidade de Aprendizagem, você vai entender como os riscos são compreendidos e qual seu impacto nos projetos, além de entender a diferença entre os riscos de ameaças e os riscos de oportunidade. Você também vai analisar como os riscos de cada projeto devem ser identificados e administrados. Bons estudos. Ao final desta Unidade de Aprendizagem, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Conceituar o risco no projeto.• Diferenciar riscos de ameaças e riscos de oportunidade.• Avaliar os riscos significativos existentes em cada projeto.• Desafio Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! O gerenciamento de riscos proporciona a antecipação de ameaças e oportunidades que podem impactar o sucesso de um plano. Portanto, um bom gestor deve ter a competência de identificar riscos e de desenvolver estratégias de mitigação desses riscos. Além disso, ele deve ser capaz de desenvolver mecanismos de monitoramento contínuo do impacto dos riscos e das soluções de mitigação. A partir dessas informações, considere-se parte da situação a seguir: A imagem a seguir possui audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/17037_Audiodescricao_Desafio-2025-07-24T13:26:02-03:00.docx Diante desse contexto, sua tarefa é responder à seguinte questão: Qual seria sua estratégia para minimizar os impactos no cronograma e no orçamento? Justifique suas escolhas com base na análise de probabilidade, impacto e custo-benefício das ações. Infográfico Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! O risco é um elemento intrínseco a todas as atividades desenvolvidas pelas organizações, pois significa a potencial ocorrência de eventos desfavoráveis que podem ter efeitos prejudiciais aos objetivos de uma empresa. Risco é um evento ou uma condição incerta que está presente em todos os projetos de forma mais ou menos intensa. Para reduzir os riscos e minimizar o seu impacto, as organizações empregam o processo sistemático de gestão de riscos. Esse processo envolve a identificação, avaliação e a mitigação de riscos por meio da execução de diversas estratégias, como transferência, aceitação, redução ou eliminação de riscos. Neste Infográfico, você vai conferir mais informações sobre o processo de gerenciamento dos riscos em projetos. A imagem a seguir possui audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/17037_Audiodescricao_Infografico-2025-07-24T13:26:24-03:00.docx Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/70685484-7f32-45f6-8b0a-2ae59ba75400/a369be5d-593d-437c-a0dc-efef815f3ea4.png Conteúdo do Livro Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! Há inúmeras maneiras de definir riscos, que variam de acordo com a área de interesse da atividade. Em comum, essas definições incluem avaliar a probabilidade de que um evento ocorra e as suas possíveis consequências (Oliveira, 2021). Além disso, os riscos são diferentes, conforme a situação, e precisam ser identificados em diferentes contextos, tanto quando há oportunidades como quando há ameaças (Souza; Andrade, 2022). Por isso, o gerenciamento tem o papel de reduzir os riscos dentro de uma organização, por meio da implementação de estratégias eficazes da área (Martins, 2023). É responsabilidade da gestão identificar riscos potenciais, analisar o seu impacto potencial na organização e elaborar planos para mitigar esses riscos (Silva; Costa, 2021). No capítulo Gerência de riscos, base teórica desta Unidade de Aprendizagem, você vai entender o conceito de riscos no cenário do gerenciamento de projetos, bem como a diferença entre ameaças e oportunidades. Você vai conferir, ainda, a avaliação dos riscos mais significativos. Boa leitura. Os elementos gráficos deste capítulo possuem audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/17037_Audiodescricao_Capitulo-2025-07-24T13:26:45-03:00.docx FUNDAMENTOS EM GESTÃO DE PROJETOS Gisele Lozada Gerenciamento de riscos Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: Entender o conceito de risco no projeto. Diferenciar entre riscos de ameaças e riscos de oportunidades. Avaliar os riscos significativos existentes em cada projeto. Introdução Há muitas e diferentes definições para risco, e elas geralmente variam de acordo com a área da atividade. Em comum, essas definições incluem avaliar a probabilidade de um evento ocorrer e as suas possíveis conse- quências. Ao mesmo tempo, risco é também relacionado à ousadia, a situações que exigem arrojo e audácia em ambientes de incerteza e que podem trazer resultados positivos. Os chineses têm um ideograma que representa muito bem essa dicotomia. Ele combina o termo perigo (crise) com o termo oportunidade, representando tanto o lado negativo quanto o lado positivo do risco. Neste capítulo, você vai estudar o conceito de riscos no cenário do gerenciamento de projetos, bem como a diferença entre ameaças e oportunidades e a avaliação dos riscos mais significativos envolvidos em projetos. Conceito de riscos em projetos No contexto de projetos, o conceito de risco é relativamente novo, derivado de disciplinas como matemática, aritmética e probabilidade. Nessas disciplinas, há uma exigência bem clara: se não há números, é impossível gerenciar riscos. Segundo Carvalho e Rabechini Jr. (2015), o risco é inerente à atividade de projeto, a tal ponto que muitas vezes o gerenciamento de risco se confunde com o próprio gerenciamento do projeto. As classifi cações de projetos quanto a sua complexidade e incerteza, bem como sua característica de singularidade, deixam clara a relação existente entre estes dois campos de estudo: projeto e risco. Tal relação torna-se mais explícita e pode ser melhor percebida a partir do entendimento do tipo de projeto e da importância do risco. Em casos de projetos que envolvem inovação e tecnologia, ou que são muito complexos, a gestão de risco costuma ser uma área crítica, enquanto que em projetos que envolvem aspectos mais rotineiros e pouca tecnologia há a tendência a uma melhor compreensão dos riscos e de sua mensuração em termos de probabilidade e impacto. Outro aspecto importante para entender o conceito de risco é o compreender enquanto localizado entre dois elementos antagônicos: o desconhecido e a certeza. Neste cenário, a incerteza é considerada o centro das preocupações dos estudos de riscos. E é deste contexto que deriva a relação entre risco e incerteza adotada pelo PMI (2017) que oferece uma definição abrangente de risco, conceituando-o como um evento ou condição incerta que, se ocorrer, tem um efeito positivo ou negativo nos objetivos do projeto. Deste modo, os riscos em projetos têm sua origem no campo das incertezas que, por sua vez, estão presentes, com maior ou menor intensidade, em todosos projetos. A principal diferença entre risco e incerteza diz respeito à possibilidade de estabelecer probabilidades: os riscos estão presentes em situações nas quais decisões são tomadas sob condições de probabilidades conhecidas, enquanto que as incertezas estão pre- sentes em situações em que é impossível associar valores de probabilidades numéricas, havendo assim falta de conhecimento sobre as possíveis consequências de um evento. Segundo Carvalho e Rabechini Jr. (2015), a gestão de riscos é uma área que tem recebido crescente atenção na disciplina de gestão de projetos. Isso pode ser percebido no Guia PMBOK que, desde de sua primeira versão publicada em 1996, dedica um capítulo inteiro ao gerenciamento de riscos em projetos, sendo esta uma das áreas que apresentam maior nível de detalhamento na publicação. Dedicação esta que se expandiu ainda com o passar do tempo: a partir da segunda edição do guia (lançada em 2000) a área de gerenciamento de riscos foi ampliada de quatro para seis processos, quantidade que se manteve nas três edições seguintes, em 2004, 2008 e 2013. Na sexta edição, publicada em 2017, Gerenciamento de riscos2 a área ganhou ainda mais um processo. Assim, atualmente, o gerenciamento de riscos é formado por sete processos: Planejar o gerenciamento do risco — Definir como conduzir as ativida- des de gerenciamento dos riscos de um projeto, planejar qual abordagem dar à gestão de risco do projeto e executá-la. Identificar os riscos — Identificar os riscos do projeto, determinar quais riscos podem afetar o projeto e documentar suas características. Realizar a análise qualitativa dos riscos — Priorizar os riscos indivi- duais do projeto para análise ou ação posterior, com foco na análise conjunta da probabilidade de ocorrência e impacto dos riscos sobre os objetivos do projeto. Realizar a análise quantitativa dos riscos — Analisar numericamente o impacto dos riscos identificados nos objetivos do projeto. Planejar as respostas aos riscos — Desenvolver as alternativas, selecio- nar estratégicas e escolher planos de ações apropriadas para maximizar as oportunidades e minimizar as ameaças aos objetivos do projeto. Implementar respostas aos riscos — Colocar em prática os planos acordados de respostas aos riscos. Monitorar e controlar os riscos — Monitorar a implementação de planos acordados de resposta aos riscos, acompanhar riscos identificados, identificar e analisar novos riscos, e avaliar a eficácia ao longo do ciclo de vida do projeto A área de risco tem forte conexão com as demais áreas de conhecimento envolvidas no gerenciamento de projetos, como as áreas de integração, escopo, prazos e custos do projeto. Além disso, a área de comunicações deve, por meio de seus relatórios de desempenho, trazer insumos importantes para a análise dos riscos do projeto. Ameaças e oportunidades Como você viu na seção anterior, as incertezas podem ser vistas como o centro das preocupações dos estudos de risco. E o risco, por sua vez, pode ser defi nido como um evento ou condição incerta que, se ocorrer, promoverá efeito positivo ou negativo nos objetivos do projeto. Assim, é possível considerar que as incertezas estão no centro das preocupações do gerenciamento, sugerindo 3Gerenciamento de riscos que o processo de gerenciamento de riscos em projetos deve ser focado na administração de incertezas, uma vez que o risco está sempre associado a eventos incertos dos projetos. Além disso, há certa ambiguidade associada à falta de clareza nos dados, nos detalhes e em outros aspectos relativos ao projeto, uma vez que o comportamento dos envolvidos (as partes interessadas no projeto) é afetado por vieses, conhecimentos restritos e situações não claras. Por isso, formas tradicionais de tratamento ao risco tendem a se concentrar nos eventos de variabilidade, aos elementos de um projeto que podem assumir valores distintos e, portanto, incertos, como prazos, custos e qualidade. Como resultado, riscos são muito comumente definidos como sendo a consequência da incerteza, bem como o impacto de um evento negativo associado à sua probabilidade de ocorrer. Isso não está errado, porém aos poucos surgiu a consciência de que esta não é a verdade única e absoluta. Isso resultou na proposição de uma base de gerenciamento de incertezas como um elemento diferenciador, enfatizando não somente as ameaças, mas também as oportu- nidades motivadas pelas incertezas. Ou seja, os riscos podem trazer impactos tanto negativos quanto positivos aos projetos. Assim, uma ameaça pode ser compreendida como a possibilidade de o risco trazer impactos negativos ao projeto, enquanto que uma oportunidade pode ser vista como a possibilidade de o risco trazer impactos positivos ao projeto. Ou seja, ameaças e oportunidades são visões antagônicas a respeito dos possíveis impactos promovidos pelos riscos sobre objetivos e resultados do projeto. Ameaças: impactos negativos do risco sobre o projeto. Oportunidades: impactos positivos do risco sobre o projeto. Reforçando esta ideia, Carvalho e Rabechini Jr. (2015) relatam que, em uma visão mais ampla, riscos podem ser tanto ameaças quanto oportunidades. Afinal, riscos estão relacionados a eventos incertos que podem afetar os ob- jetivos de um projeto de forma negativa ou positiva. Isso leva organizações e gerentes de projetos a se posicionar frente ao risco por meio de estratégias de administração distintas: enquanto alguns são propensos, outros são avessos a situações de risco. Gerenciamento de riscos4 Esses comportamentos em relação a riscos aparecem também em ditados populares: “quem não arrisca, não petisca” e “é melhor o certo do que o duvidoso”. Porém, ainda que exista a ideia de que os riscos podem gerar possibilidades tanto positivas quanto negativas, é muito comum que o processo de gestão de risco tenda a focar nos aspectos negativos, refletindo a experiência de profissionais da área que entendem ser mais fácil identificar potenciais falhas e problemas do que procurar por oportunidades. Contudo, é importante considerar que a gestão dos riscos de um projeto deve buscar não somente a minimização da probabilidade e das consequências dos eventos negativos, mas também a maximização da probabilidade e das consequências dos eventos positivos nos objetivos de um projeto. Assim, o tema “oportunidades versus ameaças” é bastante discutido em um dos processos envolvidos no gerenciamento de riscos: a identificação dos riscos. Esta é uma fase crítica da gestão de riscos pois, se os riscos não foram adequadamente identificados, o projeto não terá cobertura contra eles. Afinal, apenas os riscos conhecidos podem ser adequadamente tratados, eliminados ou mitigados. Para uma boa identificação e caracterização dos riscos, Carvalho e Rabe- chini Jr. (2015) sugerem compreender melhor o conceito de risco, ressaltando que todo risco tem uma ou mais causas, com probabilidades de ocorrência associadas. Essas causas podem gerar uma ou mais consequências nos objetivos do projeto, que são chamadas de impactos. Note que ameaças e oportunida- des não são qualitativamente diferentes quanto a sua natureza, uma vez que ambas envolvem incertezas em relação a seus potenciais impactos sobre os objetivos de um projeto. Os autores ainda comentam que durante o processo iterativo de identificação dos riscos de um projeto deve-se fazer uso de um conjunto de técnicas que permitam obter ideias juntos aos envolvidos acerca dos riscos do projeto, tais como brainstorming, análise SWOT, entrevistas e técnica Delphi. 5Gerenciamento de riscos Saiba mais sobre as técnicas de identificação de riscos na obra Fundamentos em gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos (CARVALHO; RABECHINI JR., 2015 – capítulo 11, item 11.3.1). Seguindo neste mesmo contexto, o PMI (2017), em sua abordagem de risco que considera também os aspectos positivos do mesmo, indica a utilização da análise SWOT(Strength, Weakness, Opportunities and Threats), ou seja, a análise dos pontos fortes e fracos, das ameaças e oportunidades, derivada da literatura sobre estratégia. No ambiente competitivo, estão presentes ameaças e oportunidades à empresa, enquanto que no ambiente interno da empresa estão os pontos fortes e pontos fracos que podem tornar a empresa mais vulnerável ou mais apta que seus concorrentes a enfrentar as ameaças e aproveitar as oportunidades do mercado. Deste modo, a análise SWOT tem como objetivo reconhecer e minimizar as limitações, bem como maximizar os pontos fortes da organização enquanto monitora as oportunidades e as ameaças no ambiente competitivo, conforme Figura 1. De modo semelhante, no ambiente de projetos, o uso dessa técnica garante o exame do projeto sob cada uma dessas perspecti- vas, para aumentar a amplitude dos riscos considerados, sem cair na armadilha de desconsiderar os riscos positivos (CARVALHO; RABECHINI JR., 2015). Figura 1. Análise SWOT. Fonte: Carvalho e Rabechini Jr. (2015, p. 247). Gerenciamento de riscos6 O fato é que riscos e oportunidades constituem um assunto largamente tratado no processo de gerenciamento de riscos em projetos, principalmente nas fases iniciais. O plano de gestão de riscos aborda temas como categorias de riscos, escalas de pontuação para probabilidade e impacto dos riscos e sua interpretação, probabilidade versus impacto dos riscos, tolerância ao risco por parte dos stakeholders (ou seja, as partes interessadas) do projeto, além de tantos outros assuntos relacionados. Riscos significativos em projetos Como você já viu nas seções anteriores, o gerenciamento de riscos é desem- penhado por meio de vários processos, que funcionam como um conjunto de etapas no decorrer das quais os riscos vão sendo gerenciados: Planejar o gerenciamento dos riscos. Identificar e analisar os riscos, quantitativa e qualitativamente. Planejar e implementar respostas aos riscos. Monitorar e controlar os riscos identificados e as respostas implementadas. Identificar novos riscos. Para que todo esse conjunto de etapas funcione e o processo de geren- ciamento de riscos possa ser adequadamente conduzido, algumas demandas fundamentais precisam ser atendidas. Por exemplo, uma vez identificados os riscos, o gerente de projetos e sua equipe precisam classificá-los, para que seja possível identificar os riscos mais significativos para o projeto (CARVALHO; RABECHINI JR., 2015). Neste contexto, cada um dos processos integrantes do gerenciamento de riscos possui um importante papel a desempenhar, praticado por meio das dife- rentes ferramentas e técnicas cabíveis a cada processo e que, quando aplicadas a suas entradas, geram saídas que representam as entregas da respectiva etapa do iterativo processo de gerenciamento de riscos. Isso permite que o gerente do projeto possa identificar os riscos mais relevantes ao projeto, tratando-os da forma mais adequada para a preservação dos objetivos do projeto. Na etapa de planejamento do gerenciamento de riscos, são tratadas importantes questões como o apetite de riscos das partes interessadas no projeto e a delineação dos limites dos riscos mensuráveis de cada objetivo do projeto, determinando o nível aceitável da exposição ao risco geral do projeto. 7Gerenciamento de riscos Estes limites também servem também para definições de probabilidade e impactos a serem utilizados para avaliação e priorização de cada risco de projeto. Desta relação surgem indicadores que podem ser usados para avaliar as ameaças (impactos negativos) e as oportunidades (impactos positivos) associadas ao projeto. Veja alguns exemplos de impactos negativos e positivos ao projeto: Ameaças: atraso, custo adicional e déficit de desempenho. Oportunidades: tempo ou custo reduzido e aprimoramento do desempenho. Na etapa de identificação dos riscos é realizada a coleta de dados a respeitos dos riscos (por meio de ferramentas como brainstorming, listas de verificação e entrevistas), e ainda a análise destes dados (utilizando ferramentas como a matriz SWOT). Desta etapa derivam saídas como a lista dos riscos identifi- cados, os responsáveis e possíveis respostas. Saiba mais sobre ferramentas para coleta e análise de dados no Guia PMBOK (PMI, 2017 – item 11.2.2.2). Na etapa da análise qualitativa dos riscos são tratados temas como a categorização dos riscos e representação dos dados. Uma importante ferramenta para a categorização dos riscos é a Estrutura Analítica dos Riscos (EAR) que, semelhante à Estrutura Analítica do Projeto (EAP), fornece uma representação hierárquica de possíveis fontes de riscos. A EAR ajuda a equipe do projeto a considerar toda a gama de fontes das quais podem surgir cada risco do projeto, o que pode ser útil tanto para identificar os riscos quanto para categorizá-los. Gerenciamento de riscos8 Neste contexto o PMI (2017) sugere que os riscos sejam identificados e agrupados em categorias, que refletem fontes comuns de risco do projeto, entre as quais destacam-se os riscos técnicos, riscos da gestão do projeto, riscos da organização e riscos externos. Riscos técnicos — São oriundos do uso de tecnologia não comprovada ou complexa, da exigência de atingir metas de desempenho não rea- listas, ou de mudanças nas normas industriais ou na tecnologia usada durante o projeto. Riscos da gestão do projeto — São derivados da alocação inadequada de tempos e recursos, da qualidade inadequada do plano do projeto, do uso inadequado de ferramentas e técnicas da Gestão de Projetos, bem como de estimativas irrealistas ou incompletas, de problemas com fornecedores ou subcontratantes, de técnicas pobres de comunicação e da inabilidade para tomar decisões. Riscos organizacionais — São oriundos de questões como objetivos (custo, prazo e escopo) incoerentes, falta de priorização dos projetos, financiamento inadequado ou interrompido e conflitos sobre recursos em relação a outros projetos da organização. Riscos externos — São aqueles causados por alterações em leis e re- gulamentos, por mudanças em tendências de mercado, por questões trabalhistas, por mudanças de prioridades de patrocinadores e proprietá- rios, por alterações meteorológicas ou do meio ambiente como um todo, ou ainda causados por força maior, incluindo terremotos, inundações, perturbação da ordem, que geralmente não são considerados riscos do projeto, uma vez que não podemos administrá-los. Além dessas categorias, é possível ainda agrupar as fontes de risco com base nos elementos da EAP, pelas áreas da disciplina de Gestão de Projetos, pelas fases do ciclo de vida do projeto ou até mesmo construir categorias customizadas para um projeto específico. Neste contexto, os riscos podem ser agrupados por diversos critérios que utilizam ferramentas como diagramas de afinidades, causa-raiz, entre outras (CARVALHO; RABECHINI JR., 2015). 9Gerenciamento de riscos Em um projeto em que questões relacionadas ao meio ambiente sejam cruciais e vários dos riscos identificados estejam associados a esse tema, justifica-se que a categoria meio ambiente seja constituída como uma categoria de risco para esse projeto específico. Saiba mais sobre os diferentes critérios de classificação de riscos na obra Fundamentos em gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos (CARVALHO; RABECHINI, 2015 – capítulo 11, item 11.3.2) e sobre ferramentas e técnicas para análise de dados no Guia PMBOK (PMI, 2017 – item 11.2.2.3). Ainda na etapa da análise qualitativa dos riscos existe a questão da repre- sentação dos dados, na qual uma das ferramentas mais relevantes é a matriz de probabilidade por impacto. Aliás, segundo Carvalho e Rabechini Jr. (2015), a matriz de probabilidade por impacto é a principal ferramenta para a análise qualitativa dos riscos. Tal ferramenta permite classificar o risco segundo sua criticidade, utilizando duas dimensões: a probabilidade de ocorrênciae seu impacto nos objetivos do projeto. Com base na combinação dessas duas dimensões, a matriz se divide em zonas que representam a severidade do risco. Na literatura de gestão de projetos podem ser encontradas matrizes de probabilidade por impacto nas mais diversas representações. Algumas delas podem ser observadas nas Figuras 2 e 3 a seguir: Gerenciamento de riscos10 Figura 2. Exemplo de matriz de probabilidade e impacto. Fonte: Carvalho e Rabechini Jr. (2015, p. 253). Figura 3. Exemplo de matriz de probabilidade e impacto com esquema de pontuação. Fonte: PMI (2017, p. 408). Deste modo, cada risco identificado deve ser analisado quanto a sua pro- babilidade e seu impacto e depois posicionado na matriz. No caso de matrizes que utilizam valores numéricos, estes podem ser multiplicados para resultar em uma pontuação de probabilidade–impacto de cada risco, o que permite o estabelecimento de prioridades entre os riscos mapeados. Além disso, de- pendendo da região da matriz em que o risco for classificado, haverá uma estratégia de resposta diferenciada. 11Gerenciamento de riscos Na etapa da análise quantitativa dos riscos são tratadas preocupações ligadas à representação da incerteza e à análise dos dados coletados, utilizando ferramentas como simulação por meio da curva S, análise de sensibilidade e árvore de decisão. Saiba mais sobre ferramentas para análise de dados no Guia PMBOK (PMI, 2017 – item 11.4.2.5) Na etapa do planejamento das respostas ao risco são definidas as estra- tégias para enfrentamento dos riscos, que serão diferentes no caso de ameaças e oportunidades. Estratégias para lidar com ameaças: Escalar — A escalação é apropriada quando a equipe do projeto ou o seu patrocinador concorda que uma ameaça está fora do escopo do projeto ou que a resposta proposta excede a autoridade do gerente do projeto. Prevenir — A prevenção de riscos ocorre quando a equipe do projeto atua para eliminar a ameaça ou proteger o projeto de seu impacto. Transferir — A transferência envolve passar a responsabilidade de uma ameaça a terceiros para gerenciar o risco e suportar o impacto, caso a ameaça ocorra. Mitigar — Na mitigação de riscos a ação é realizada para reduzir a probabilidade de ocorrência e/ou o impacto de uma ameaça. Aceitar — A aceitação de risco é o reconhecimento da existência de uma ameaça, sem que nenhuma ação proativa seja tomada, e é indicada para ameaças de baixa prioridade ou quando não é possível resolver a ameaça de qualquer outra forma. Estratégias para lidar com oportunidades: Escalar — Esta estratégia de resposta ao risco é correta quando a equipe do projeto ou o seu patrocinador concorda que a oportunidade está fora do escopo do projeto ou que a resposta proposta excede a autoridade do gerente do projeto. Gerenciamento de riscos12 Explorar — A estratégia de exploração pode ser selecionada para opor- tunidades de alta prioridade, quando a organização deseja garantir que a oportunidade seja aproveitada. Compartilhar — O compartilhamento envolve transferir a responsabi- lidade por uma oportunidade a um terceiro para que este compartilhe alguns dos benefícios caso a oportunidade ocorra. Melhorar — A estratégia de melhoramento é usada para aumentar a probabilidade e/ou o impacto de uma oportunidade. Aceitar — A aceitação de uma oportunidade é o reconhecimento de sua existência, sem que nenhuma ação proativa seja tomada, indicada para oportunidades de baixa prioridade ou para quando não é possível aproveitar uma oportunidade de qualquer outra forma. É essencial que o gerente de projetos e sua equipe tenham consciência da importância de identificar e classificar os riscos e façam uso das ferramentas e métodos adequados para isso. Isso permite que os riscos possam ser adequa- damente conduzidos ao longo do processo de gerenciamento de riscos e que a equipe ingresse nas etapas posteriores que incluem a análise (qualitativa e quantitativa) dos riscos, o planejamento e a implementação de respostas aos riscos, e ainda o monitoramento e controle dos mesmos. Assim, os riscos são identificados, categorizados e priorizados, revelando os riscos mais significativos ao projeto. Isso permite ao gerente do projeto es- colher as estratégias de atuação mais adequadas a cada um dos riscos inerentes ao projeto, sejam ameaças ou oportunidades. Ou seja, será possível mitigar aquilo que pode trazer impacto negativo ao projeto e maximizar aquilo que pode causar impactos positivos ao mesmo — sendo que ambas as situações colaboram para que o projeto seja capaz de gerar os resultados esperados (ou até resultados melhores). 13Gerenciamento de riscos CARVALHO, M. M.; RABECHINI JR, R. Fundamentos em gestão de projetos: construindo competências para gerenciar projetos. São Paulo: Atlas, 2015. PROJECT MANAGEMENT INSTITUTE (PMI). Um guia do conhecimento em gerenciamento de projetos (Guia PMBOK). 6. ed. Newtown Square, PA: Project Management Institute, 2017. Leituras recomendadas LARSON, E. W.; GRAY, C. F. Gerenciamento de projetos: o processo gerencial. Porto Alegre: AMGH, 2016. PRESSMAN, R. S.; MAXIM, B. R. Engenharia de software: uma abordagem profissional. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2016. VARGAS, R. V. Gerenciamento de projetos: estabelecendo diferenciais competitivos. 8. ed. Rio de Janeiro: Brasport, 2016. Gerenciamento de riscos14 Encerra aqui o trecho do livro disponibilizado para esta Unidade de Aprendizagem. Na Biblioteca Virtual da Instituição, você encontra a obra na íntegra. Conteúdo: Dica do Professor Seja vantajoso ou prejudicial, o risco representa a possibilidade de influenciar os objetivos de um projeto (ISO, 2018). O tratamento eficaz dos riscos inclui a adoção de uma abordagem proativa para identificar, avaliar e tratar esses eventos, evitando, assim, erros inesperados e maximizando oportunidades potenciais. No âmbito dos projetos, os riscos podem originar-se de uma multiplicidade de fatores, como condições meteorológicas e mudanças nas regulamentações, entre outros (Almeida, 2022; Martins, 2023). Ao distribuir recursos de forma eficaz e preparar-se para eventos inesperados, a gestão de riscos possibilita que as organizações elaborem planos de contingência e identifiquem oportunidades de inovação (Silva; Costa, 2021). Uma abordagem sistemática da gestão de riscos é essencial para garantir que o projeto seja concluído no prazo e de acordo com o planejado (Bertolo, 2012). Nesta Dica do Professor, você vai conhecer mais sobre os riscos e outras considerações relevantes no contexto de projetos. As imagens do vídeo a seguir possuem audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/17037_Audiodescricao_Dica_Professor-2025-07-24T13:27:11-03:00.docx https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/656d896591b3e84788c5379993c69c93 Exercícios 1) No gerenciamento de riscos, a matriz de probabilidade x impacto é uma ferramenta de priorização de riscos, que permite ao gerente de projetos a alocação de recursos de forma eficiente. Nesse sentido, analise o caso: Um gerente de um projeto de desenvolvimento de um sistema de gestão para o varejo. O seu prazo é curto e, durante a análise de riscos, sua equipe identificou as seguintes situações: Atraso na integração com o sistema de pagamentos (probabilidade: 25%; impacto: atraso de 3 semanas). • Falta de especialistas em segurança de dados (probabilidade: 40%; impacto: vulnerabilidades críticas). • Mudanças nos requisitos do cliente (probabilidade: 35%; impacto: retrabalho de 20% do escopo). • O orçamento permite mitigar apenas dois riscos de forma eficaz.• Com base na matriz de probabilidade x impacto, assinale a alternativa que traz a estratégia correta de priorização de riscos. Utilize o Assistente Pedagógicopara enriquecer sua aprendizagem! A) Mitigar primeiro o atraso na integração com pagamentos e depois a falta de especialistas em segurança, pois o risco financeiro é mais crítico que vulnerabilidades técnicas. B) Priorizar a falta de especialistas em segurança e as mudanças de requisitos, pois ambos têm alta probabilidade e podem causar danos irreversíveis ao projeto. C) Ignorar as mudanças de requisitos e focar apenas nos riscos técnicos, uma vez que o escopo já foi aprovado pelo cliente. D) Alocar recursos para mitigar o atraso na integração, já que ele tem o maior impacto no cronograma. E) Contratar um consultor externo para revisar todos os riscos, adiando as ações de mitigação até que haja mais clareza. 2) A análise qualitativa classifica riscos com base em critérios subjetivos, e a análise quantitativa usa dados numéricos, portanto, ambas são complementares. Analise o caso: Você faz parte de uma equipe que está avaliando riscos em um projeto de construção de uma ponte. Dois riscos se destacam: (A) falha no solo (probabilidade: 15%; impacto financeiro: R$ 2 milhões) e (B) atraso na entrega de materiais (probabilidade: 30%; impacto financeiro: R$ 500 mil). Considerando os dados disponíveis, assinale a alternativa que faz uma análise de riscos correta. Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! A) Utilizar apenas análise qualitativa, pois os valores financeiros não são relevantes para a tomada de decisão. B) Priorizar a análise quantitativa, pois ela fornece dados concretos sobre perdas financeiras. C) Usar ambas as análises, classificando os riscos qualitativamente antes de aplicar cálculos quantitativos. D) Ignorar a análise quantitativa, já que a probabilidade do risco A é baixa. E) Delegar a decisão para a equipe técnica, sem aplicar nenhuma metodologia estruturada. 3) Na gestão de projetos, riscos são eventos incertos que podem afetar os objetivos. Por exemplo, o gerente de riscos de um projeto de desenvolvimento de software de vendas identificou os seguintes riscos: possibilidade de atraso na integração com o sistema de pagamento, negociações da diretoria com uma fintech para parcerias exclusivas e mudanças nas políticas de segurança de dados. Sobre os conceitos de riscos, ameaças e oportunidades, analise as afirmações a seguir. I. Riscos podem incluir eventos que representam tanto ameaças quanto oportunidades. II. Ameaças são situações incertas que, se ocorrerem, impactarão negativamente o cronograma ou a qualidade do projeto. III. Oportunidades devem ser evitadas para minimizar os riscos. É correto o que se afirma em: Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! A) I e II, apenas. B) I e III, apenas. C) I, apenas. D) II e III, apenas. E) III, apenas. 4) A análise SWOT (forças, fraquezas, oportunidades e ameaças) é uma ferramenta estratégica usada para avaliar riscos internos e externos em projetos. Então, se uma rede de fast-food, que planeja expandir para uma nova região, identificar uma concorrência estabelecida e uma parceria potencial com entregadores locais para reduzir custos logísticos, a equipe de projeto deve priorizar a mitigação da ameaça e o aproveitamento da oportunidade. Nesse sentido, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas. I. A equipe deve priorizar a mitigação da concorrência estabelecida antes de explorar a parceria com entregadores. PORQUE II. Ameaças externas com alto impacto no market share representam riscos imediatos à viabilidade do projeto, já as oportunidades podem ser desenvolvidas em fases posteriores. A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta. Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! A) As asserções I e II são proposições falsas. B) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. C) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. D) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa. E) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da I. As estratégias de resposta a riscos incluem: mitigação (reduzir probabilidade/impacto), transferência (terceirizar o risco), aceitação (assumir o risco) e evitação (alterar o plano para eliminar o risco). A escolha depende da análise custo-benefício. 5) Nesse sentido, analise o caso: Você faz parte de um time que está desenvolvendo um aplicativo bancário com os seguintes riscos identificados: Risco A: vulnerabilidades de segurança. Risco B: incompatibilidade com sistemas legados. Risco C: mudanças nas regulamentações do Banco Central. Os recursos disponíveis permitem apenas uma ação robusta ou duas ações moderadas. Assinale a alternativa com a combinação de estratégias que representa a melhor abordagem para gerenciar esses riscos. Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! A) Mitigar o risco A com criptografia reforçada e transferir o risco B para um consultor especializado. B) Transferir o risco A para uma seguradora e aceitar o risco C. C) Mitigar o risco B com testes adicionais e evitar o risco C alterando o escopo. D) Aceitar o risco A e mitigar o risco B com uma equipe dedicada + monitorar o risco C. E) Evitar o risco A não coletando dados sensíveis e mitigar o risco C com acompanhamento regulatório. Na Prática Utilize o Assistente Pedagógico para enriquecer sua aprendizagem! O gerenciamento de riscos é um ponto determinante para que projetos sejam bem-sucedidos e sustentáveis, ainda mais em setores críticos como o da aviação. Nesses setores, erros podem proporcionar impactos significativos para a organização e seus públicos de interesse. Como observado por Abreu (2019), a gestão de riscos pode reduzir os prejuízos e proporcionar sustentabilidade à empresa em áreas mais críticas. Por isso, no processo de identificação das ameaças, é preciso realizar diagnósticos e utilizar ferramentas que deem real dimensão de um problema. Isso é fundamental para evitar ainda mais prejuízos financeiros e reputacionais à empresa, bem como acidentes fatais (Bertolo, 2012). Neste Na Prática, você vai acompanhar o caso do projeto 737 MAX da Boeing e os aprendizados proporcionados por essa experiência. A imagem a seguir possui audiodescrição. Para acessar o recurso, clique aqui https://creator-files.plataforma.grupoa.education/undefined/17037_Audiodescricao_Na_Pratica-2025-07-24T13:27:35-03:00.docx Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. https://statics-marketplace.plataforma.grupoa.education/sagah/c1206cdf-f61d-4722-9539-52041d389113/ef386ca9-40f2-4bb0-b27f-99efd5443c80.png Saiba Mais Para ampliar o seu conhecimento a respeito desse assunto, veja abaixo as sugestões do professor: Planejamento financeiro para correr riscos calculados Neste vídeo, elaborado pelo Sebrae, aprenda como o planejamento financeiro pode ser empregado para gerenciar riscos nos negócios e acompanhe dicas e técnicas para desenvolver o plano de modo fácil e assertivo. Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. Gestão de projetos: as melhores práticas No capítulo 18 – "Métodos ágeis e Scrum", entre as páginas 671 e 714 deste livro, compreenda como alguns métodos considerados dinâmicos podem contribuir para agregar valor aos projetos na atualidade. Um dos métodos abordados é o Scrum. O texto discorre sobre suas especificidades e sobre os cuidados que devem ser tomados ao longo da gestão dos projetos. Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino! Gestão do conhecimento potencializando a gestão de riscos de projetos de desenvolvimento de software ágil utilizando o Scrum Neste artigo, conheça um método de gestão do conhecimento para potencializar a gestão de riscos em projetos de desenvolvimento ágil de software com Scrum. Este estudo demonstra que é possível usara gestão do conhecimento de modo positivo para reduzir riscos em um projeto. Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar. https://www.youtube.com/embed/YNCLnWDLlK4?si=rDvrfwm-lPHzgiKa https://periodicos.ufmg.br/index.php/advances-kr/article/view/40348/38892