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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO 
NÚCLEO DE TECNOLOGIAS PARA EDUCAÇÃO 
CAMPUS: LAGO DA PEDRA 
 
 
 
MARCOS DO NASCIMENTO DE SOUSA 
BARBARA LAYANE VIEIRA RODRIGUES 
LILIANA SAMPAIO BARBOSA 
DENISE SOUSA MEDEIROS 
AMILTON DE SOUSA FERREIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMBATENDO A INDISCIPLINA NA SALA DE AULA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lago da Pedra 
2024 
2 
 
MARCOS DO NASCIMENTO DE SOUSA 
BARBARA LAYANE VIEIRA RODRIGUES 
LILIANA SAMPAIO BARBOSA 
DENISE SOUSA MEDEIROS 
AMILTON DE SOUSA FERREIRA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
COMBATENDO A INDISCIPLINA NA SALA DE AULA 
 
 
Projeto apresentado ao curso de Pedagogia como requisito da 
disciplina Prática Curricular para fins do planejamento, 
organização, elaboração e execução da intervenção. 
 
Orientadora: Cleia Maria Lima Azevedo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Lago da Pedra 
 2024 
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SUMÁRIO 
 
1 IDENTIFICAÇÃO………………………………………………………….……………..04 
2 INTRODUÇÃO…………………………...........................................................................40 
3 OBJETIVOS .......................................................................................................................05 
3.1 Objetivo Geral ...................................................................................................................50 
3.2 Objetivos Específicos ........................................................................................................05 
4 DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA DE PESQUISA………………………………………06 
5 JUSTIFICATIVA……………………………………………………………………….…07 
6 REFERENCIAL TEÓRICO………………………………………………………….…..08 
7 METODOLOGIA………………………………………………………………………11 
8 RESULTADOS ESPERADOS…………………………………...……………………….11 
9 CRONOGRAMA………………………………………………………………………….12 
10 RECURSO (se houver)……………….………………………………………………….12 
11 CONSIDERAÇÕES FINAIS..........................................................................................13 
REFERÊNCIAS 
APÊNDICES 
ANEXOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1 IDENTIFICAÇÃO 
 
IDENTIFICAÇÃO DOS(AS) DISCENTES 
NOME: 
MARCOS DO NASCIMENTO DE SOUSA 
BARBARA LAYANE VIEIRA RODRIGUES 
LILIANA SAMPAIO BARBOSA 
DENISE SOUSA MEDEIROS 
AMILTON DE SOUSA FERREIRA 
 
 
Turma: Pedagogia 2022 
Polo: Lago da Pedra 
Curso: Pedagogia 
 
 
IDENTIFICAÇÃO DA ESCOLA 
 
Escola: Unidade Integrada Educandário da Paz 
Endereço: Avenida Nossa Senhora Aparecida 
INEP: 21235082 
Diretor/a pedagógico: Élida de Sousa Ribeiro 
Professor supervisor: Cleia Maria Lima Azevedo 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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2 INTRODUÇÃO 
 
Sabemos que os desafios no processo de ensino e aprendizagem são 
inúmeros, assim, nós temos consciência, que todos os educadores que se 
empenham diariamente nas escolas de nosso país, tem e possui como missão a 
busca por uma educação que proporcione a seus alunos uma formação humana que 
lhes permitam enfrentar os obstáculos de suas vivências. 
A partir disso, quando observamos as problemáticas relacionadas ao 
processo educacional, uma das que mais preocupam os educadores é aquela 
voltada a indisciplina de nossos jovens, e que essa falta de disciplina está sendo 
ainda mais incisiva em razão do uso de aparelhos celulares no âmbito escolar. As 
tecnologias vieram para ficar; nosso meio está rodeado de mecanismos eletrônicos 
e não se pode retroceder quanto a isso, contudo, o uso dessas telas nas salas de 
aula tem aumentado a distância entre professores e alunos, o que tem ocasionado 
uma lacuna na qual muitas vezes o professor não consegue fechar. 
Além de todos os percalços que nossos professores já enfrentam, como por 
exemplo: baixos salários, falta de valorização, infraestrutura inadequada das 
escolas, evasão escolar, violências e tantos outros descalabros, a questão da 
indisciplina discente tem sido uma reclamação cada vez mais recorrente. O que 
esses profissionais tem evidenciado é que o uso excessivo dessas telas tem 
prejudicado ainda mais o desenvolvimento dessas crianças e jovens, pois essas 
tecnologias não estão contribuindo de forma sadia na educação, no comportamento, 
nas atitudes e demais ações desse público. O que diagnosticamos é um aumento de 
desrespeito e falta de empatia em relação ao trabalho dos professores, o que tem 
gerado uma onda de indiferença e situações conflituosas em sala de aula em razão 
do isolamento causado por essas telas em detrimento dos conteúdos abordados 
pelos professores. 
O certo é que a tecnologia que deveria ser uma aliada em muitos instantes 
na sala de aula, tem na verdade contribuído para um distanciamento entre 
professores e alunos, e isso precisa ser analisado e debatido de maneira urgente 
por todos os envolvidos no processo educacional. É preciso então, nos unirmos em 
torno dessa discussão tão importante para o futuro escolar de nossos filhos, visto 
6 
 
que uma educação que separa não pode ser aceita, pois o que se busca no 
processo escolar é justamente o contrário, ou seja, a união de toda a comunidade de 
escolar. 
Devemos lembrar, que a Educação é um direito que nos foi conseguido 
através da luta de muitos, mas lembremos também que essa mesma Educação é 
um dever do “Estado” e da “Família” (Art. 205. Constituição 1988); dito isto, é 
impensável colocar o peso dessa indisciplina intensificada pelo uso das telas, 
unicamente na conta dos professores, pois isso é no mínimo injusto. Nesse instante 
é que devemos encarar com responsabilidade e sensatez mais esse desafio no meio 
escolar, e ter a serenidade de que para vencermos mais esse empecilho, torna-se 
necessário pedir ajuda a todos os responsáveis pela educação de nossas crianças e 
jovens. 
3 OBJETIVOS 
3. 1 Objetivo Geral 
 Promover reflexão sobre a indisciplina e uso excessivo dos aparelhos eletrônicos 
no cotidiano da escola e a construção de um ambiente colaborativo entre alunos, 
professores e demais funcionários através do desenvolvimento de valores e regras 
morais. 
3.1 Objetivos Específicos 
 Incentivar o respeito e a autonomia do aluno. 
 Promover roda de conversa, palestras sobre o tema abordado. 
 Treinar o equilíbrio e a reação do professor de forma justa diante de uma 
situação problemática. 
 Promover a autoridade do professor através do diálogo e da construção de 
relações de respeito com o aluno. 
 Levar os alunos a compreenderem e cumprirem as regras. 
 
4 DELIMITAÇÃO DO PROBLEMA DE PESQUISA 
 
Levando em consideração os questionário realizado com 10 
professores da escola Unidade Integrada Educandário da Paz, observou-se a 
existência indisciplina e uso excessivo dos aparelhos tecnológicos . Como a 
escola deve proceder diante de dessa situação? Para onde os praticantes 
7 
 
desses atos devem ser encaminhados? Qual o real papel da escola, da 
família, da sociedade, do conselho tutelar? O que fazer para que os 
educadores possam superar essas dificuldades? Com todas essas dúvidas, a 
equipe gestora considerou a importância de todas essas instituições firmarem 
uma parceria, visando uma atuação conjunta no que diz respeito a preparação 
dos alunos para o exercício da cidadania. 
 
 5 JUSTIFICATIVA 
 
Com o avanço tecnológico inúmeros benefícios são adquiridos através dos 
dispositivos eletrônicos como celulares, notebook, tablets e entre outros, entretanto, 
grandes mudanças vieram juntas com esses aparelhos, cuidados extras, 
principalmente quando se refere ao excesso de uso de tela, que impacta 
diretamente no comportamento, desenvolvimento e no desempenho escolar. Visto 
que, o uso prolongado desses dispositivos, tanto em crianças e adultos, traz severas 
consequências e requer uma reflexão cuidadosa. 
O tema “Indisciplina e Excesso de Tela” foi escolhido com o intuito de 
investigar e intervir sobre o aumento dos problemas comportamentais em ambientes 
educacionais, relacionados, em grandeparte, ao uso prolongado e inadequado de 
dispositivos digitais no ambiente escolar. Uso excessivo de telas tem se tornado 
uma preocupação crescente no ambiente escolar, afetando diretamente o 
comportamento e a disciplina dos alunos. Com o aumento do tempo de exposição a 
dispositivos digitais, as crianças e adolescentes tendem a apresentar mais 
dificuldades em manter o foco, demonstrando maior inquietação e resistência às 
normas escolares, ocasionando não somente o nível de aprendizagem, mas 
problemas visuais e auditivos, irritabilidade, ansiedade e depressão, transtorno do 
déficit de atenção e hiperatividade. Diversos estudos apontam que o uso contínuo e 
sem limites de telas pode impactar negativamente o desenvolvimento cognitivo, a 
saúde mental e a capacidade de socialização dos jovens. Isso também interfere na 
capacidade de estabelecer relações interpessoais saudáveis e de desenvolver 
habilidades essenciais, como a autorregulação e o autocontrole. 
8 
 
Mediante isso, estudos vem mostrando de forma recorrente sobre esse tema, 
que não é por acaso essas preocupações que os pais e profissionais da educação 
vem tendo com uso excessivo de telas, já que, buscam meios de equilibrar os 
benefícios da tecnologia com a preservação do desenvolvimento integral das 
crianças. 
O ensino traz grandes desafios, desafios que já são recorrentes, e um deles 
que se destaca é como lidar com os avanços das novas tecnologias, afinal desde 
cedo crianças são expostas as telas, visto que, muitas já não consegue ficar muito 
tempo sem uso de celulares, televisão e computadores, apesar de que seja algo de 
entretenimento, o uso excessivo pode trazer risco as crianças. 
A indisciplina, manifestada através de comportamentos como desatenção, 
desrespeito às normas e falta de comprometimento com as atividades escolares, 
muitas vezes está associada ao uso exacerbado de tecnologia fora de contextos 
pedagógicos. Esse cenário exige uma abordagem interventiva que promova uma 
reflexão sobre o papel das telas na vida dos estudantes e estabeleça limites 
saudáveis para o seu uso, especialmente em ambientes de aprendizado. 
Diante disso, o projeto de intervenção busca conscientizar a comunidade 
escolar – alunos, pais e educadores – sobre os efeitos do uso indiscriminado de 
dispositivos eletrônicos e oferecer estratégias para equilibrar o uso das tecnologias 
com práticas educativas e recreativas que valorizem o contato humano e o 
desenvolvimento de habilidades emocionais e sociais. 
 
6 REFERENCIAL TEÓRICO 
 
A indisciplina nos dias atuais tem se manifestado como um dos principais 
problemas enfrentados no espaço escolar, e isso tem sido uma preocupação 
permanente para todos os envolvidos no processo educativo. Um estudo 
realizado por Silva (2017) traz essa preocupação e destaca que a indisciplina 
vem inviabilizando todo o trabalho educativo. 
Diante do problema da indisciplina, os professores estão sempre 
interrompendo as suas aulas para disciplinar os educandos. Contudo, por maior 
9 
 
que seja a intervenção do professor, não se resolve o referido problema. Quando 
muito, este profissional consegue controlar a classe por um determinado momento 
e, após esse breve período, o problema volta a se repetir - trazendo prejuízos para 
toda a turma. ”. Entretanto, um estudo desenvolvido por Feliciano (2020, p. 4) 
mostra que “a indisciplina dos alunos é algo tão antigo quanto à própria escola e 
tem se tornado uma reclamação inevitável entre a maioria dos educadores”. Assim, 
a indisciplina escolar tem sido o tema de inúmeras discussões no meio 
educacional. É um fenomeno que não se limita apenas a alguma classe social, 
faixa etária, genero ou cultura específica. Sendo assunto alarmante. 
 Logo, percebe-se que a questão da indisciplina escolar é um problema 
antigo que se mantém atual se revestindo-se de múltiplas particularidades. E, que 
vem se agravando no decorrer dos últimos anos, desafiando os educadores a 
vivenciarem uma realidade de difícil manejo ou condução. No entanto, ao abordar a 
dimensão desse problema no contexto escolar, Santos (2016, p. 2) destaca que: 
Não basta, contudo, identificar as causas mais comuns da indisciplina e usar 
de meios para preveni-la; torna-se primordial identificar formas de enfrentá-la com 
o objetivo de atender o que se busca em uma sala de aula: o ensino e a 
aprendizagem de conteúdos necessários à educação dos alunos. 
Assim sendo, diante dessa problemática, faz-se necessário que todos os 
envolvidos no processo de ensino-aprendizagem conheçam com clareza o que 
é disciplina. A partir desse entendimento é possível compreender a indisciplina, 
visto que esta é entendida como a ausência da disciplina. 
Buscando construir um conceito para o termo ‘indisciplina’, Jacobset al. 
(2018, p. 
160) ressaltam que esta: 
[...] é caracterizada por todo e qualquer ato contraditório a disciplina, 
levando à desordem, à desobediência, à rebelião; uma vez que a disciplina 
é onde se estabelece o regime de ordem imposta ou livremente aceita 
pelas pessoas porque sabe que as convém, para que se promova o bom 
funcionamento de uma determinada organização. 
A indisciplina é algo que está ligado ao desrespeito à determinada 
regra. No caso da indisciplina escolar, a regra desrespeitada é a quebra 
10 
 
da disciplina, dificultando a aprendizagem de toda uma turma. Naquelas 
situações em que o indivíduo chega ao extremo e fere alguém, a sua 
atitude adquire um caráter de violência. 
Na opinião de Morais e Gimenes (2019, p. 156): 
[...] a indisciplina escolar se manifesta por comportamentos 
que prejudicam a aula, geralmente, pela falta de 
cumprimento das regras mais do que pela gravidade. Muitos 
alunos se apresentam perturbadores dos trabalhos dos 
professores e prejudicam o processo de ensino-
aprendizagem. 
Sem dúvidas, o comportamento indisciplinado de um ou mais alunos dentro 
da sala de aula, quebra toda a harmonia necessária ao bom desenvolvimento do 
processo educativo, trazendo múltiplos prejuízos. Necessário se faz combater a 
indisciplina na esperança de dotar a escola das condições mínimas ao 
desenvolvimento do processo educativo. 
O combate à indisciplina é algo que precisa ser promovido porque, segundo 
Rodrigues, Marques e Gomes (2016, p. 23), ela “intervém no processo ensino-
aprendizagem na escola, interferindo no trabalho docente”, causando sérios 
prejuízos ao processo educativo. 
A partir das observações acima pode-se dizer que, ao contrário da 
indisciplina, a disciplina pode ser vista como a obediência a um conjunto de 
normas prescritas, que conduzem a um bom aproveitamento daquilo que é 
ofertado no contexto da sala de aula. Nessa visão, as regras são 
imprescindíveis ao desejado ordenamento, ajustamento e controle de cada 
aluno e da classe como um todo. 
É importante ressaltar que, no contexto escolar, não se pode associar a 
disciplina à tirania. Toda tentativa voltada para a promoção da prática autoritária no 
contexto escolar deve ser barrada ou reprimida, uma vez que qualquer atitude 
nesse sentido desvirtua o processo de aprendizagem, deformando-o, tirando dele o 
espírito democrático e cerceando a liberdade e a espontaneidade do aluno. 
 
 
11 
 
7 METODOLOGIA 
 
A pesquisa foi realizada com base na pesquisa-ação que, segundo Thiollent 
(1988), é um tipo de pesquisa social com base empírica que é concebida e realizada 
em estreita associação com uma ação ou com a resolução de problema. A pesquisa-
ação teve início com a formulação do problema definido a partir da realidade da 
comunidade escolar. Esse método contou com a participação da comunidade 
escolar na observação do problema para busca de uma solução. A partir das 
diversas ações propostas por um grupo (colegiado escolar) foi decidido as metas e 
meios necessários que contribuíram para melhor solução do problema investigado 
com o objetivo não apenas de solucioná-lo,mas obter uma mudança de postura 
diante de uma determinada situação. Portanto, o presente trabalho foi realizado com 
base na pesquisa-ação concebida e realizada a partir da realidade da U. I. 
Educandário da Paz em associação às diversas ações propostas pela comunidade 
escolar buscou a solução do problema investigado com o objetivo não apenas de 
solucioná-lo, mas para obter uma mudança de postura da escola diante de uma 
determinada realidade. 
 
8 RESULTADOS ESPERADOS 
 
Para resolver a problemática da indisciplina e uso excessivo dos 
aparelhos eletrônicos no contexto de sala de aula, buscou-se- realizar 
palestras e rodas de conversa para conscientizar os discentes acerca do 
tema. Foi realizada na escola uma palestra e uma roda de conversa com os 
alunos do 8º ano B, da U. I. Educandário da Paz. Na palestra houve a 
conceituação do significado da palavra indisciplina. A ideia principal da 
palestra foi demonstrar que a falta de disciplina significa que algo não vai 
bem, e que a falha pode estar nas relações e não nas pessoas. O foco da 
discussão se deslocou para a origem do problema, considerando o contexto 
da sala de aula. No mesmo dia, houve também uma roda de conversa sobre o 
perigo do uso excessivo das tecnologias. 
A palestra e roda de conversa gerou reflexões profundas nos 
discentes e certamente os mesmos adotarão novas posturas, segundo o 
12 
 
comentário de alguns alunos. Espera-se que conversando e dialogando 
sobre a temática esse problema venha ser motivo de pautas de reuniões 
pedagógicas e que por meio da conscientização muitos alunos adotem novas 
posturas em sala de aula. 
 
9 CRONOGRAMA 
 
IDENTIFICAÇÃO DA ETAPA 2024 Meses/Semanas.... 
Levantamento bibliográfico da temática Agosto 
Elaboração e entrega do projeto Agosto 
Criação dos instrumentos de produção de dados Agosto 
Observação no contexto da atividade Setembro 
Realização da atividade de intervenção Outubro 
Escrita do relatório Outubro 
Participar de orientações do relatório Outubro 
Entrega do relatório Outubro 
Apresentação do relatório Novembro 
 
 
 
 
 
10 RECURSO (se houver) 
Computador, Datashow, caixa de som, cartazes e textos impressos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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10 CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O processo de combate à indisciplina e uso excessivo das tecnologias pode 
ser considerado um dever social, não só escolar. O presente projeto tem o objetivo 
de contribuir para a diminuição dessa prática de nos interiores das escolas. O papel 
do professor e da família é identificar esses sintomas, e juntamente com a gestão 
escolar buscar meio de romper com esses atos. Vale destacar que, promover rodas 
de conversa e palestras acerca assunto é essencial para solucionar esse problema, 
bem como realizar reuniões com: pais, alunos e professores. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
CASTILHO, Pedro Teixeira; NOGUEIRA, Paulo Henrique de Queiroz. 
Juventudes e indisciplina na escola. Ebook - Belo Horizonte: Fino Traço 
Editora, 2021. Disponível em: https://observatoriodajuventude.ufmg.br/wp-
content/uploads/2022/10/Juventudes-e- indisciplina-nas-escolas.pdf. Acesso em: 20 
ago. 2023. 
DUARTE, Kátia Macedo. Os impactos da indisciplina na aprendizagem. VI 
Congresso Nacional de Educação – CONEDU, Maceió, 15 a 17 de outubro de 
2020, Anais. 
 
FELICIANO, MariaMadalenadeMelo. A indisciplina escolar na educação 
infantil:desafiosepossibilidades nasaladeaula. VII Congresso Nacional de 
Educação, 15 a 17 de outubro de 2020, Maceió, Anais. 
JACOBS, Daniela Bossolani Amato; CIPOLA, Eva Sandra Monteiro; 
TAKAHASHI; José Leonardo; MELO, Alessandro Caetano Fernandes de. A 
indisciplina e seus fatores determinantes. Revista Científica UNAR, v. 16, n. 1, p. 
158-172, 2018. 
KRINGE, MaiaraKath. Reflexõesteóricasarespeitodaindisciplinaescolar. 
Pelotas-RS: UFPel, 2020. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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APÊNDICES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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ANEXOS 
 
 
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Mais conteúdos dessa disciplina