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Pesquisa sobre o avião

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Os avanços dos Wright começaram a correr o mundo, onde muitas pessoas também decidiram tentar criar um veículo mais pesado que o ar e que conseguisse voar. Foi aí que Santos Dumont entrou na corrida e, em 1906, realizou o primeiro voo em sua invenção, o 14-bis.
Alberto Santos Dumont é considerado o Pai da Aviação. Reconhecimento máximo pelo pioneirismo de ter conseguido voar com um aparelho mais pesado que o ar e com propulsão própria. O feito foi no Campo de Bagatelle, em Paris, em 23 de outubro de 1906.
Em 17 de dezembro de 1903, numa praia da Carolina do Norte perto de Kitty Hawk, os irmãos Wright efetuaram aquele que seria considerado como o primeiro voo de um aparelho voador controlado, motorizado e "mais pesado que o ar".
Século XX
A "Era Pioneira" (1900-1914)
Irmãos Wright
	
	
	
	Orville Wright e Wilbur Wright, os Irmãos Wright.
Durante a década de 1890 os Irmãos Wright tornaram-se obcecados pela aviação, especialmente com a ideia de fabricar e voar em uma aeronave motorizada mais pesada do que o ar. À época eles administravam uma fábrica de bicicletas em Dayton, Ohio, Estados Unidos. Os irmãos Wright passaram a ler e estudar livros e documentos relacionados com aviação. Seguindo o conselho de Lilienthal, os irmãos Wright passaram a fabricar planadores em 1899. Na virada do século já estavam realizando seus primeiros voos bem sucedidos em planadores, em Kitty Hawk, Carolina do Norte. A região de Kitty Hawk foi escolhida para tais voos por causa dos ventos constantes e intensos, facilitando assim o planeio. Além disso, a região dispunha de um solo macio, arenoso, que amortecia os pousos.
Desenho do aeroplano dos irmãos Wright.
Após a realização de vários testes e voos de planeio, os irmãos Wright decidiram tentar fabricar um avião mais pesado do que o ar, em 1902. Foram a primeira equipe de desenhistas a realizar testes sérios para tentar solucionar problemas aerodinâmicos, controlabilidade e de potência que afligiam os aviões fabricados naquela época. Para um voo bem sucedido, a potência do motor e o controle da aeronave seriam essenciais, e precisariam ser bem controlados ao mesmo tempo. Os testes foram difíceis, mas os irmãos Wright perseveraram. Eventualmente, eles fabricaram um motor com a potência desejada, e solucionaram os problemas do controle de voo, através da técnica de deformação da asa - pouco usada na história da aviação, mas que funcionava nas baixas velocidades que o protótipo voaria.
O avião fabricado pelos irmãos Wright foi um biplano batizado de Flyer (Voador). O piloto ficava deitado na asa inferior do avião. O motor localizava-se à direita do piloto, e fazia girar duas hélices localizadas entre as asas. A técnica de deformação da asa utilizava um sistema que consistia de cordas atadas às pontas da asas, que podiam ser puxadas ou afrouxadas pelo piloto, fazendo o avião girar em seu eixo longitudinal ou em seu eixo vertical, permitindo o controle do avião ao comando do piloto. O Flyer foi o primeiro avião registrado na história da aviação dotado de manobrabilidade longitudinal e vertical - excluindo-se os planadores de Lilienthal, onde tal controle era realizado através da força do próprio tripulante.
Fotografia do primeiro voo do Flyer em 17 de dezembro de 1903.O título do jornal, a partir da página 8, de 18 de Dezembro de 1903 em The Dayton Daily News.[3] O artigo compara os voos dos irmãos Wright em aparelhos sem uma "bolsa de gás" com as primeiras aeronaves de Santos-Dumont.
Em 17 de dezembro de 1903, numa praia da Carolina do Norte perto de Kitty Hawk, os irmãos Wright efetuaram aquele que seria considerado como o primeiro voo de um aparelho voador controlado, motorizado e "mais pesado que o ar".[4]
Em vez de rodas utilizaram trilhos para manter a aeronave em seu trajeto por meio de um par de patins. O Flyer ganhou altitude após o fim dos trilhos, alcançando uma altura máxima de 37 metros e velocidade média de 48 km/h, com tempo de voo foi de 12 segundos; segundo informações passadas pelos próprios irmãos Wrights, mas não comprovadas por nenhuma outra fonte. Mais quatro voos foram realizados ainda no mesmo dia. Os voos foram testemunhados por quatro salva-vidas e um menino da vila, fazendo destes voos os primeiros voos semi-públicos, e também os primeiros voos documentados de um motoplanador. Num quarto voo realizado ainda no mesmo dia, Wilbur Wright conseguiu percorrer 260 metros em 59 segundos. O motoplanador foi destruído por uma rajada de vento nesse mesmo dia. Alguns jornais do Estado de Ohio, entre eles o Cincinnati Enquirer e o Dayton Daily News, publicaram no dia seguinte, com enormes exageros e informações incorretas, o feito dos Irmãos Wright.
Os Irmãos Wright realizaram diversos voos semi-públicos (mais de 105) em 1904 e 1905, desta vez em Dayton, Ohio. Eles convidaram amigos e vizinhos para assistirem alguns desses voos, proibindo sempre que quaisquer fotografias fossem feitas por outros que não eles próprios. Em 1904, uma multidão de jornalistas foi convidada para presenciar um voo dos Irmãos Wright, mas por causa de problemas no motor, os Wright foram ridicularizados pela mídia em geral, passando a receber pouca atenção, com exceção da imprensa de Ohio. Em setembro de 1904 os Wright criaram um sistema de catapultagem para não mais dependerem de vento para fazer decolar o seu aeroplano. Jornalistas de Ohio presenciaram diversos voos dos Irmãos Wright, inclusive o primeiro voo circular do mundo, e um novo recorde de distância, um voo de 39 minutos e 40 quilômetros percorridos, realizado em 5 de outubro de 1905. A partir de 1910, os aviões dos Irmãos Wright já não necessitariam mais definitivamente da catapulta para alçar voo.
Em 7 de novembro de 1910 fizeram o primeiro voo comercial do mundo. Este voo, realizado entre Dayton a Columbus, durou uma hora e dois minutos, percorreu 100 km e rompeu um novo recorde de velocidade, tendo alcançado 97 km/h.
Santos Dumont
Ver artigo principal: Santos Dumont
Ver também : Transporte aéreo no Brasil
Santos Dumont, considerado por muitos como o inventor do primeiro avião da história, o 14-bis.
O brasileiro Alberto Santos-Dumont era fascinado por máquinas. Em 1891, visitando Paris a companhia de seu pai, o engenheiro Henrique Dumont, teve contato com os primeiros motores a explosão interna. Assim que se estabeleceu em Paris, Santos-Dumont passou a se interessar pelo automobilismo, tendo sido o primeiro a trazer um automóvel para o Brasil, que rodou por São Paulo. Em 1897 fez seus primeiros voos como passageiro de balão livre em Paris e, no ano seguinte, projetou seu próprio balão, o Brésil (Brasil, em francês). Santos Dumont criou uma série de modelos de dirigíveis, alguns voando com sucesso e outros não. Os feitos de aviação de Santos Dumont em Paris tornaram-no famoso, tendo sido alvo dos jornalistas, e mesmo de notícias sensacionalistas baseadas em seus hábitos extravagantes.
Após ter sido o primeiro homem a provar a dirigibilidade dos balões, quando conquistou o “Prêmio Deutsch de La Meurthe” com o seu dirigível Santos-Dumont Nº 6, tendo percorrido, em menos de 30 minutos, um itinerário preestabelecido que incluía a circunavegação da Torre Eiffel,[5] Santos Dumont passou a se dedicar à aviação.
Em 29 de junho de 1903, Aída de Acosta pilotou o dirigível n.º 9 de Santos Dumont. Tornou-se assim, a primeira mulher a pilotar uma aeronave.[6][7]
Em 23 de outubro de 1906, Santos Dumont realizou um voo público em Paris, em seu famoso avião 14-Bis. Esta aeronave usava o mesmo sistema de deformação da asa que havia nas aeronaves dos irmãos Wright, e percorreu uma distância de 221 metros.
Ilustração do voo do Santos-Dumont 14-bis em 12 de novembro de 1906, que rendeu a Santos Dumont o Prêmio do Aeroclube da França.
O 14-Bis, ao contrário do Flyer dos irmãos Wright, não precisava de trilhos, catapultas ou ventos contrários para alçar voo, bem como teve muita cobertura da imprensa, de aviadores e de cronometristas do Aeroclube da França, e é por isso que este voo é considerado por vários especialistas em aviação como o
primeiro voo bem sucedido de um avião. Quando este voo foi realizado, o pouco conhecimento e o descrédito dado aos voos dos tais irmãos Wright pela mídia internacional e pelos norte-americanos, fizeram com que o 14-Bis de Santos Dumont fosse considerado então pela mídia europeia e norte-americana como o primeiro avião a decolar por meios próprios. Afinal, o 14-Bis foi o primeiro avião a ter seu voo homologado por uma instituição pública aeronáutica, o Aeroclube da França.[8]
Santos Dumont, após o 14-Bis, inventaria o primeiro ultraleve, o Demoiselle, a última aeronave desenvolvida por ele. Este, além disso, realizaria também importantes avanços na controlabilidade de aviões, como o uso efetivo de ailerons em suas aeronaves, por exemplo.
Controvérsia: Irmãos Wright e Santos Dumont
Duração: 1 minuto e 23 segundos.1:23Legendas disponíveis.CCVídeo dos primeiros voos da história da aviação.
A controvérsia sobre a autoria do primeiro voo é grande. Geralmente é creditada a Alberto Santos Dumont ou aos Irmãos Wright (mais exatamente, Orville Wright). Foi o voo do 14-bis, em Paris, o primeiro de um avião na história da aviação registrado publicado e sem artifícios externos. Especialistas argumentam sobre o uso de trilhos e catapultas nas operações de decolagem das aeronaves dos irmãos Wright, e sobre o voo do 14-bis em Paris testemunhado pelo público e autoridades da aviação.
Os irmãos Wright não fizeram voos públicos, buscando realizar seus voos sozinhos ou com a presença de poucas testemunhas - embora tenham tentado realizar demonstrações para as forças armadas dos Estados Unidos, da França, do Reino Unido e da Alemanha, sem sucesso, buscando evitar o "roubo de informações" por parte de outros aviadores, e em busca de aperfeiçoar a aeronave o suficiente para obter a patente de seu avião (ironicamente, Santos Dumont colocava todas as suas invenções no domínio público).
Apesar da falta de testemunho de aviadores e de organizações de aviação, estes especialistas também apontam para o fato de que - através de notícias publicadas em jornais do Ohio, o testemunho de habitantes da região onde estes voos foram realizados e fotos - de que estes voos foram de fato cumpridos, mas as aeronaves, por não possuírem rodas, necessitavam de catapultas ou de vento em condições favoráveis para decolar (embora a decolagem do Flyer de 17 de dezembro de 1903 tenha sido realizada com o uso de catapulta), fato este que é usado como argumento pelos brasileiros para desacreditar a autoria do voo dos irmãos Wright, já que o 14-Bis era capaz de decolar por conta própria e em condições variáveis de vento.
Aos irmãos Wright é creditada, nos Estados Unidos e em vários outros países, a autoria de serem os primeiros a voarem em um "mais pesado que o ar".[9] Os primeiros voos públicos dos Irmãos Wright, com a presença de um grande número de testemunhas, foram realizados em 1908 na França, em Le Mans.
Infortunadamente, Santos Dumont é pouco conhecido na maior parte do mundo. No Brasil ele é chamado de O Pai da Aviação, sendo considerado herói nacional brasileiro. Porém, muitos criticam este título, mesmo àqueles que suportam Santos Dumont ou os Irmãos Wright, como sendo os primeiros voos de um avião. Tais críticos alegam que outros aviadores anteriores a estes fizeram suas contribuições à aviação, e que este título não se emprega corretamente a nenhum aviador em particular, incluindo os Irmãos Wright ou Santos Dumont.
Outras controvérsias
Vários aviadores disseram ter voado em um avião anteriormente aos voos dos irmãos Wright e de Santos Dumont, tornando ainda mais controverso o primeiro voo em um avião. Esta controvérsia foi alimentada pelos irmãos Wright, que ficaram relativamente afastados da mídia enquanto preparavam a patente do avião (e assim, pouco conhecidos pela comunidade de aviação mundial); pelo grande número de possíveis primeiros voos em um avião; pelas diferentes categorias e qualificações das aeronaves e dos meios utilizados para alçar estes tais voos; pela falta de testemunhas credíveis, e pelo orgulho e do patriotismo das nações destes aviadores.
Na França, o crédito é dado a Clément Ader que efetuou o primeiro voo de um aparelho mais pesado que o ar propulsionado a motor e levantando voo pelos seus próprios meios em 9 de outubro de 1890.[10][11][12]
Gustave Whitehead disse ter voado em uma aeronave mais pesada do que o ar, por meios próprios, em 14 de agosto de 1901. Falhou em documentar seu voo, mas posteriormente, uma réplica de seu Number 21 conseguiu alçar voo com sucesso. Lyman Gilmore também disse ter voado em 15 de maio de 1902.
Na Nova Zelândia, o fazendeiro e inventor Richard Pearse construiu um monoplano que alçara voo em 31 de março de 1903. Existem fortes evidências que esta decolagem de fato ocorreu, entre testemunho e fotografias. Porém, o próprio Pearse admitiria que foi um voo não controlado e que havia terminado por chocar-se em um morro após ter voado a um teto de três metros. Karl Jatho voou em uma aeronave mais pesada do que o ar em agosto de 1903. Seu voo foi de curta duração, porém, e a velocidade da aeronave e o desenho da asa fizeram com que o avião não fosse bem controlável pelo piloto. Ainda em 1903, testemunhas dizem ter visto o escocês Preston Watson fazer seus voos iniciais em Errol, no leste da Escócia. Porém, a falta de evidências fotográficas ou documentárias fazem com que esta reivindicação seja impossível de ser verificada.
O engenheiro romeno Traian Vuia também diz ter voado em um avião, e que ele decolou e sustentou voo por tempo razoável, e sem a ajuda de ventos opostos. Vuia pilotou o avião que ele desenhou e construiu em 18 de março de 1906, em Montesson, perto de Paris. Nenhum de seus voos superou 30 metros de distância. Para efeito de comparação, no final de 1904, os irmãos Wright já haviam realizado voos de 39 quilômetros de distância e de 39 minutos de duração.
Muitas reivindicações de voo são complicadas pelo fato de que vários destes voos alcançaram tão pouca altura, que fizeram os aviões confundirem-se com o solo. Além disso, são controversos também os meios utilizados para alçar voo. Alguns alçaram voo completamente por meios próprios, enquanto outros foram inicialmente catapultados para decolagem, e, no ar, continuavam a sustentar voo por meios próprios. Em geral, aos irmãos Wright e a Alberto Santos Dumont são creditados como os primeiros a voar em um avião no mundo inteiro, por causa da abundância de provas dos voos de ambos.
Outros avanços
MF11, Biplano de Henry Farman, usado na Primeira Guerra Mundial.
Dois inventores, o francês Henry Farman e o inglês John William Dunne, também estavam trabalhando separadamente em aviões.
Em janeiro de 1908, Farman venceu a Grand Prix d'Aviation, com um avião que voou por um quilômetro, embora a esta altura vários voos já tivessem superado esta distância. Por exemplo, os irmãos Wright já realizavam voos que alcançavam até 39 quilômetros. O voo de Farman foi notável porque foi o primeiro voo circular do mundo. Farman ainda conseguiu fazer outro voo, que percorreu 27 km de distância, no primeiro voo interdoméstico do mundo.
Já os trabalhos iniciais de Dunne foram patrocinados pelas forças armadas do Reino Unido, e testados em segredo em Glen Tilt, na Scottish Highlands. Seu desenho mais bem conhecido, o D4, voou em dezembro de 1908, perto de Blair Atholl, em Perthshire. A principal contribuição de Dunne para a história da aviação foi a estabilidade, um dos principais problemas enfrentados pelos irmãos Wright e por Samuel Cody.
Desde o primeiro voo com o avião 14-Bis de Santos Dumont, a indústria da aviação se renovou dia após dia.
Se há um século era apenas permitido um passageiro, hoje, dependendo do modelo, o número pode ultrapassar 400.
Dadas as necessidades de locomoção, as pessoas aderem cada vez mais a esse meio.
Avião – Curiosidades
EM CHOQUE
O avião pode ser atingido por raios, independentemente da posição, como no caso do jato da Delta Air Lines estacionado na pista, registrado em agosto.
Os passageiros dificilmente podem notar
o contato e, claro, jamais serão eletrocutados, mas a fuselagem pode ser danificada.
ANDAR COM UMA PERNA
As aeronaves comerciais são homologadas pela Anac para voar com um motor, mas geralmente são construídos com dois ou mais equipamentos.
Em caso de falha, o jato pode voar tranquilamente com apenas uma turbina.
POUCA CONVERSA
Após a partida em um voo internacional, a equipe de cabine se comunica com a torre de três em três horas.
Em uma rota de 12 horas, por exemplo, o contato é feito quatro vezes.
COMPLETA O TANQUE
Em uma rota de São Paulo para a Europa, como Paris, por exemplo, um avião consome cerca de 90 toneladas de combustível.
O abastecimento da máquina dura de 30 a 40 minutos.
ANTES DO CHACOALHÃO
A equipe de cabine é notificada que o avião entrará em zona de turbulência dez minutos antes do evento acontecer.
Em voos internacionais, o time consiste em dois pilotos e dois co-pilotos que se revezam durante as horas de trabalho.
MEIA HORA DEPOIS
O avião pousa no destino final, as portas não abrem e a tripulação não informa os passageiros que, por sua vez, ficam impacientes.
O contato só será feito quando toda a estrutura, seja o finger ou a escada, estiverem devidamente instaladas, para evitar acidentes.
CONSULTA PORTÁTIL
Tem se tornado tendência na indústria a substituição dos manuais de voo impressos por tablets.
Mais compactos, os dispositivos facilitam a consulta de dados técnicos da aeronave.
O livro grosso, porém, permanece de “stand by” para comandante e co-piloto.
DESLIGUE O APARELHO
O uso de celular para ligação durante o voo pode dar interferência no recebimento de sinal de recepção de dados da torre para o jato.
Há até a remota possibilidade de apagar parcial ou completamente os computadores da cabine de comando. Mas existem companhias que permitem a utilização do aparelho em modo avião.
HAJA PIT STOP
O avião pode pousar na pista com um pneu estourado que não irá derrapar. Aliás, em modelos como B737-300 ou A320, os materiais são substituídos a cada 20 dias.
SPEAK ENGLISH
A língua inglesa é mais do que essencial na profissão.
Os pilotos com fluência no idioma que atingirem o nível seis na prova têm a aprovação definitiva.
No entanto, os profissionais que alcançam nível quatro são reavaliados de três em três anos e os de nível cinco passam pelo teste de seis em seis anos.
No mundo da aviação, há uma série de perguntas que volta e meia aparecem entre entusiastas e curiosos. Além do questionamento sobre a existência da buzina do avião, outras curiosidades chamam a atenção, como o fato de os aviões serem atingidos por raios sem risco de acidentes. A seguir, conheça seis fatos sobre aeronaves.
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1) Avião tem buzina para uso em solo
Os aviões contam com um sistema de sinalização sonora que é utilizado quando está em terra. De acordo com o Canaltech, a buzina é acionada pelo botão com a sigla “GND” quando o piloto deseja fazer alertas à equipe de solo. Além disso, o som é bem alto, capaz de atrair toda a atenção à aeronave mesmo em locais bem barulhentos.
2) Aviões podem ser atingidos por raios sem riscos
Apesar de ser um pouco assustador, é quase normal um avião ser atingido por raios. Mas não é preciso entrar em pânico: o Simple Flying explica que, nessas horas, a fuselagem da aeronave atua como se fosse uma gaiola de Faraday, mantendo o interior seguro. Além disso, os jatos mais recentes contam com recursos para evitar acidentes com relâmpagos.
Avião doméstico no Aeroporto de Denver, EUA, em novembro de 2021. Imagem: Joshua Sukoff/Unsplash/Reprodução
3) Aviões podem pousar sem motores operacionais
Graças a sua estrutura, os aviões também conseguem pousar sem os motores operacionais. Ou seja, em caso de emergência, a aeronave funciona apenas como um planador para pousar em segurança. Além disso, o Simple Flying também aponta que, durante uma viagem, o avião consegue voar com apenas um motor.
4) Máscaras têm oxigênio para até 15 minutos
As máscaras de oxigênio são essenciais em casos de despressurização. De acordo com o Volta ao Mundo, os acessórios oferecem oxigênio de 12 a 15 minutos aos passageiros. Tempo o suficiente para o piloto alcançar uma altitude segura.
Imagem: Embraer/Divulgação
5) Aviões podem ser consertados com fita adesiva
Ao viajar, talvez você já tenha reparado um avião com fitas adesivas metálicas na sua fuselagem. Apesar de parecer uma gambiarra, se trata de um material conhecido como speed tape (fita rápida, em tradução livre), usada por mecânicos para fazer ajustes rápidos, sem precisar tirar uma aeronave inteira de operação por um pequeno problema, segundo o UOL.
6) O Concorde não é o avião mais rápido
O Concorde é um dos aviões mais icônicos do mundo. E o título não é à toa: o jato supersônico levou viajou entre Londres e Nova York em apenas 2 horas e 56 minutos em 1983. Mas esta não é a aeronave mais rápida do mundo: o Kiwi aponta que o título é destinado ao Lockheed SR-71 Blackbird.
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