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Centro Universitário Leonardo da Vinci HELOISA HELENA LEAL GONÇALVES POLYANE ANDRADE BATISTA CURSO SEGUNDA LICENCIATURA 0792SLB/2 TUTOR EXTERNO: FERNANDA CRISTINA BORGATO PROJETO DE ESTÁGIO: PINTURAS E CORES: POSSIBILIDADES DE FORMAÇÃO E INCLUSÃO EM ARTES VISUAIS PARA ESCOLAS EDUCAÇÃO BÁSICA ITAJAI 2021/2 SUMÁRIO PARTE I: PESQUISA .................................................................................................... 3 1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA ........................................................................................................................... 3 1.2 OBJETIVOS ................................................................................................... 4 1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DA PESQUISA ............................................. 4 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO ....................................................... 11 2.1 METODOLOGIA ......................................................................................... 11 2.2 CRONOGRAMA .......................................................................................... 12 REFERÊNCIAS ........................................................................................................... 13 APÊNDICES ................................................................... Erro! Indicador não definido. 3 1 PARTE I: PESQUISA 1.1 DELIMITAÇÃO DO TEMA: ÁREA DE CONCENTRAÇÃO E JUSTIFICATIVA Área de concentração: Letras LIBRAS Programa de Extensão: Programa Formação e Capacitação Docente Projeto de Extensão: Práticas inclusivas para professores da Educação Básica Produto Virtual: E-book Poético Tema: Pinturas e Cores: possibilidades de formação e inclusão em artes visuais para escolas da Educação Básica A área de concentração deste Projeto de Pesquisa em Letras LIBRAS, articula-se com o Programa de Extensão de Formação e Capacitação Docente, vinculada ao Projeto de Extensão, Práticas Inclusivas para professores da Educação Básica. A opção desta área de concentração se insere no contexto da Base Nacional Comum Curricular, área das Linguagens, com componentes curriculares voltados para as Artes Visuais. A escolha se dá também pela predileção da autora do projeto ora apresentado, que possui formação em stricto sensu na área de Linguagem, sobretudo, por considerar que as linguagens artísticas tratam de experiências vivenciadas e são construídas pelos sujeitos ao longo de sua formação, fora de um modelo fechado em si e, sendo capaz de interpretações múltiplas. A BNCC de Arte propõe que as linguagens articulem dimensões do conhecimento indissociáveis, pois caracterizam a singularidade da experiência artística, passando pela criação, crítica, estesia, expressão, fruição e reflexão. Defende também, em seus fundamentos o protagonismo estudantil, o que leva a sensibilidade plena, sendo que nessa mesma direção incentiva e desafia os professores na elaboração de aulas verdadeiramente criativas e inovadoras que se voltam para práticas de inclusão, tendo como produto final um e-book. Diante do exposto a ideia do projeto é compreender os processos de transformação vivenciados na ação docente para trabalhar artes em L1 e L2 considerando que, no caso da língua de sinais, uma modalidade visual-gestual, como alerta Gesser (2010, p. 59): Em alguns momentos, o português escrito pode ter um papel de auxiliar na aprendizagem dos ouvintes, cabe ao professor ponderar o uso dentro da sala de aula e lembrar que todos os alunos que aprendem uma segunda língua recorrem à primeira, fazendo transferências, generalizações e lançando mão de estratégias comunicativas. Furtar esta condição pode resultar na criação de barreiras afetivas (frustração, medo, ansiedade, exclusão etc.) na relação com a língua-alvo. Nesse cenário também é possível pensar na relação inversa para pensar o quanto a Libras é importante para o surdo aprender o português). 4 Logo, as aulas de L1 ou de L2 podem ser vistas como um laboratório de conhecimento e experimentação com inúmeras possibilidades de criação e expressão visual para apropriação cultural. 1.2 OBJETIVOS 1.2.1 Objetivo Geral O objetivo geral é desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 e L2, com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos e os não surdos com o universo das Artes Visuais. 1.2.2 Objetivos Específicos a) Desenvolver a capacidade de leitura de imagens em L1 e L2; b) Conhecer 10 obras de artes visuais (pintura) nacional e internacional; c) Identificar e conhecer os artistas elencados no projeto e estudar seus estilos; d) Compreender a importância das artes visuais no desenvolvimento humano. 1.3 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A educação para a Língua Brasileira de Sinais nasceu a praticamente em duas décadas atras, quando a Lei de Libras (Lei 10.436/2002) foi aprovada e o Decreto de Libras (Decreto 5.626/2005) que completaram a ideia de que é preciso refletir sobre questões que subjazem os amparos legais. Nessa mesma direção, a consolidação desses documentos, de fato, parece não ser suficiente para o acesso do aprendiz surdo ao ensino de qualidade em contextos escolares regulares inclusivos ou contextos bilíngues – Libras e Língua Portuguesa. Ao longo da história da LIBRAS, os discursos e os posicionamentos políticos concederam a largada desse contexto, uma vez que devemos ter em mente, que o ponto de partida se dará nos apelos e nas matérias visuais, como no caso de nosso projeto de LIBRAS e obra de arte, sob o tema “Pinturas e Cores: possibilidades de formação e inclusão em artes visuais para escolas da Educação Básica” estaremos trabalhando os seguintes teóricos: 1. Noite Estrelada de Vincent Van Gogh; 2. A Última Ceia de Leonardo da Vinci; 3. Monalisa de Leonardo da Vinci; 4. Las Meninas de Diego Velázquez; 5. Persistência da Memória, de Salvador Dalí; 6. O grito, de Edvard Munch; 7. Abaporu, de Tarsila do Amaral; 8. 5 Autorretrato con Mono (Autorretrato com Macaco), de Frida Kahlo; 9. In Albis, de Beatriz Milhazes; 10. Café (1935), de Cândido Portinari, apresentados a seguir. FIGURA 1 - NOITE ESTRELADA DE VICENT VAN GOGH Fonte: Google.com.br FIGURA 2 - A ÚLTIMA CEIA DE LEONARDO DA VINCI Fonte: Google.com.br 6 FIGURA 3 – MONALISA LEONARDO DA VINCI Fonte: Google.com.br FIGURA 4 - LAS MENINAS DE DIEGO VELÁZQUEZ Fonte: Google.com.br 7 FIGUA 5 - PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA, DE SALVADOR DALÍ Fonte: Google.com.br FIGURA 6 - O GRITO, DE EDVARD MUNCH Fonte: Google.com.br 8 FIGURA 7 - ABAPORU, DE TARSILA DO AMARAL Fonte: Google.com.br FIGURA 8 - AUTORRETRATO CON MONO (AUTORRETRATO COM MACACO), DE FRIDA KAHLO Fonte: Google.com.br 9 FIGURA 9 - IN ALBIS, DE BEATRIZ MILHAZES Fonte: Google.com.br FIGURA 10 - CAFÉ (1935), DE CÂNDIDO PORTINARI Fonte: Google.com.br No decurso da história da humanidade vimos que a pintura é uma das linguagens artísticas mais consagradas na história da arte ocidental e há muitos pintores notáveis. Destaca-se que a pintura não é objeto de novidade da sociedade atual, pois, ela está presente desde a pré-história, com as pinturas rupestres, usada pelos artistas para expressar suas visões 10 de mundo e retratar as sociedades em que estavam inseridos. Com o advento da fotografia e do surgimento da arte contemporânea, outras linguagens surgiram e ganharam espaço na construção das sociedades. Todavia, a pintura sempre se mostrou como uma arte potente, cotidianamente, motivo que justifica não somente a intenção esse projeto, mas a escolha de um objeto visual. Bellugi et al. (1989), discorremdispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 9 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema IN ALBIS, DE BEATRIZ MILHAZES Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na 39 ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 10 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema CAFÉ (1935), DE CÂNDIDO PORTINARI Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de 40 desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. Observação: Todas as atividades desenvolvidas contarão com vídeos transcritos em LIBRAS.sobre a descrição cerebral para o inventário mental e organização cerebral das artes: [...] indicam que o hemisfério esquerdo é responsável pelo processamento de informações linguísticas no modo auditivo-oral e que a capacidade de perceber e identificar os sons é determinante para o hemisfério responsável pela linguagem. O hemisfério direito, por sua vez, ocupa-se pelo processamento visual-espacial. Dessa forma, o aprendiz surdo, em virtude da especificidade linguística calcada no uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras) como L1 e da Língua Portuguesa escrita como L2 (BRASIL, 2005), desenvolve com maior propriedade o lado em que são explorados os recursos viso-espaciais, pois auxiliam na construção de sentidos e significados. Neste projeto de pesquisa, buscaremos uma reflexão sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 e L2, com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos e os não surdos com o universo das Artes Visuais. Lebedeff (2010) propõe que, embora haja o discurso de que o surdo aprende pela experiência visual, nem sempre isso se aplica às estratégias de ensino, tendo em vista que “(...) a tendência maior é a de reprodução de atividades e experiências ouvintes (não surdos), com tímidas incursões pelo letramento visual e pela cultura surda” (idd, 2010, p. 177). A afim de elevar a compreensão e os “olhares” dos sujeitos surdos, trabalharemos conceitos e “abstrações” do pensamento imagético dos surdos. A Pedagogia Visual, nesse sentido, ocupa um espaço de grande valor, já que a Língua Brasileira de Sinais na conquista gradual de seu espaço visual, através das mídias e da legislação atual. Dessa constatação como aspecto da linguagem do surdo que a ideia de trabalhar um projeto que favoreça a experiência visual e a sensibilidade que surge a proposta do Estágio supervisionado, uma vez que a visualidade será a principal estratégia do processo pedagógico na tentativa de provocar a aproximação entre a teoria e prática. Sobretudo, porque a visualidade não se reduz a uma representação de leitura de imagens é o desenvolvimento da competência de linguagem com surdos e não surdos. 11 Taveira e Rosado (2016) defendem que “alfabetização visual demanda do aprendiz a capacidade de leitura de imagens, de observação de seus aspectos e traços constitutivos, além da apreensão sobre o que está explícito e implícito na imagem”. Nesse sentido, a oportunidade de aprender a ler uma imagem requer conhecimentos e sensibilidade estética para fazer a leitura de sua apresentação e representação no mundo. Sendo assim, vimos que a exploração de várias nuances da imagem, do signo, do significado e da semiótica visual na prática educacional cotidiana, busca oferecer subsídios para o desenvolvimento do trabalho de alfabetização com surdos e não surdos, interesse desse projeto. 2 PARTE II: PROCEDIMENTOS DE ESTÁGIO 2.1 METODOLOGIA A Instituição escolhida foi a Escola Municipal Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, em Itajaí, Santa Catarina. A escola pertence a rede municipal de ensino e seu último IDEB foi 5. Segundo censo educacional de 2020, as instalações dispõem de 10 salas de aula, sala da diretoria, sala de professores, laboratório de informática, sala de recursos multifuncionais para atendimento educacional especializado (AEE), quadra de esportes coberta, cozinha, sala de leitura, parque infantil, secretaria, refeitório, dispensa, almoxarifado, pátio descoberto, internet com banda larga e equipamentos de TV, DVD e aparelho de som. O ambiente escolar oferece para os alunos alimentação escolar e boas condições sanitários com água filtrada, água de rede pública, energia de rede pública, esgoto de rede pública, fossa, lixo com coleta periódica. Sobre os materiais utilizados na confecção dos planos de aula aqui apresentados foram realizadas pesquisas e consultas à internet, sites para a escolha e confecção de material adaptado para L1 e L2, cujo produto final será um e-book. Durante toda a atividade de estágio supervisionado serão realizadas as seguintes etapas: 1) Observação: levantar os principais dados da unidade escolar; 2) Planejamento da Sequencia Didática: revisar os planos de aula previamente elaborados envolvendo ação, reflexão e ação; 3) Intervenção: trabalhar em L1 e L2 atividades pedagógicas previstas nos planos de aula envolvendo 10 pintores para conhecer sua obra, sua história e sua técnica; 4) Produto Final: elaborar um e-book para orientar o trabalho com surdos e não surdos. 12 Ao todo serão confeccionados 10 planos de aula para L1 e 10 planos de aula para L2 com os temas objeto desse projeto, na forma de etapas. 1° ETAPA: Aprender as cores da pintura Noite Estrelada, a história de Vincent Van Gogh e a técnica utilizada, a fim de despertar o interesse pelas cores, pela história de vida do pintor, suas marcas e traços de maneira lúdica com uso da Língua de Sinais. 2° ETAPA: Conhecer as cores da pintura A Última Ceia de Leonardo da Vinci, perceber seus traços e inferências da religiosidade na história da humanidade com uso da Língua de Sinais. 3° ETAPA: Conhecer a obra Monalisa (Gioconda), perceber seus traços, a história do pintor Leonardo da Vinci e fazer um passeio cultural virtual no Museu do Louvre em Paris com uso da Língua de Sinais. 4° ETAPA: Identificar a obra Las Meninas do espanhol de Diego Velázquez, compreender a arte do Século de Ouro Espanhol e localizar geograficamente a cidade de Madrid com uso da Língua de Sinais. 5° ETAPA: Identificar as leituras expressas na obra Persistência da Memória, de Salvador Dalí, perceber sua história de vida, técnica e refletir sobre sua própria forma de ser e seus desejos humanos para razão e para emoção com uso da Língua de Sinais. 6° ETAPA: Perceber a expressão da pintura, a técnica e a autoria da obra O grito, de Edvard Munch e relacioná-la com suas experiências durante a pandemia com uso da Língua de Sinais. 7° ETAPA: Estudar a arte nacional e a semana de artes por meio dos referentes da obra Abaporu, de Tarsila do Amaral, com uso da Língua de Sinais. 8° ETAPA: Diferenciar inclusão e equidade conhecendo a história da luta e da arte da artista Frida Kahlo expressas na obra Autorretrato con Mono (Autorretrato com Macaco), com uso da Língua de Sinais. 9° ETAPA: Produzir e manusear produtos artísticos inspirados na obra In Albis, de Beatriz Milhazes, conhecer a vida e suas principais obras, com uso da Língua de Sinais, com uso da Língua de Sinais. 10° ETAPA: Estudar o contexto histórico do Brasil utilizando-se da obra Café (1935), de Cândido Portinari, com uso da Língua de Sinais. CRONOGRAMA ETAPA AÇÃO A SER REALIZADA DATA PARA POSTAGEM Etapa 1 Projeto de Estágio + planos de aula. Postar/Entregar o Projeto de Estágio 08/10/2021 13 com os planos de aula. Etapa 2 Roteiro de Observação Virtual. Postar/Entregar o Roteiro de Observação Virtual. 08/10/2021 Etapa 3 Escrita do Paper de Estágio e elaboração do Produto Virtual. Postar/Entregar o Paper de Estágio, o Produto Virtual e o Termo de Autorização preenchido. 29/10/2021 Etapa 4 Socialização. 10/12/2021 REFERÊNCIAS BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm.Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. National Institutes of Health, concede #NS 15175 e #NS 19096; a March of Dimes concede # 12-169 e # 1-1017; e pelo Projeto IV. do Multicenter for Neurodevelopmental Studies, concessão # P50 NS22343, para a Dra. Ursula Bellugi do Salk Institute for Biological Studies. CAMPELLO, Ana R. S. Pedagogia Visual/Sinal na Educação dos Surdos In: QUADROS, Ronice M.; PERLIN, Gladis. (Orgs.). Estudos Surdos II. Petrópolis, RJ: Arara Azul, 2007. p. 100-131. 14 EMMOREY, K.; BELLUGI, U. & KLIMA, E. Organização neural da língua de sinais. Em Língua de sinais e educação do surdo. Eds. Moura,M. C.; LODI, a. C. e PEREIRA, M. C. Sociedade Brasileira de Neuropsicologia. SBNp. São Paulo. 1993. FERNANDES, Sueli F. Práticas de Letramento na educação bilíngue para surdos. Curitiba: SEED. 2006. FREIRE, Paulo e FAGUNDES, Antonio. Por uma pedagogia da pergunta. São Paulo: Paz e Terra. 1985 GESSER, A. O ouvinte e a surdez: sobre ensinar e aprender a Libras. São Paulo: Parábola Editorial, 2006. LEBEDEFF, Tatiana Bolívar. Aprendendo “a ler” com outros olhos: relatos de oficinas de letramento visual com professores surdos. Cadernos de Educação, Pelotas, v. 36, p. 175- 196, 2010. LODI, A. C. B. Plurilingüismo e surdez: uma leitura bakhtiniana da história da educação dos surdos. Educação e Pesquisa. São Paulo, v. 31, n. 3, p. 409-424, set./dez. 2005. PEREIRA, Maria Cristina da Cunha. O ensino de português como segunda língua para surdos: princípios teóricos e metodológicos. Educar em Revista, Curitiba, Brasil, Ed. Especial n 2/2014 p. 143 -157. Editora UFPR. QUADROS, R. M. Educação de Surdos. A aquisição da linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1997. QUADROS, Ronice Muller de; KARNOPP, Lodenir Becker. Língua de sinais brasileira: estudos lingüísticos. Porto Alegre: Artmed, 2004. QUADROS, R. M. de.; Língua de herança: língua brasileira de sinais. Porto Alegre: Penso, 2017. SANTAELLA, L. Leitura de Imagens: como eu ensino. São Paulo: Melhoramentos, 2012. 15 PLANO DE AULA 1 – L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema NOITE ESTRELADA DE VICENT VAN GOGH Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos ao universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L1. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. 16 Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 2 - L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) Xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema A ÚLTIMA CEIA DE LEONARDO DA VINCI Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos ao universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L1. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. 17 Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL.Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 3 - L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema MONALISA LEONARDO DA VINCI Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos ao universo das Artes Visuais. 18 Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L1. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 4 - L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx 19 Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema LAS MENINAS DE DIEGO VELÁZQUEZ Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos ao universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L1. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: 20 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 5 - L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA, DE SALVADOR DALÍ Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos ao universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L1. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensávelna ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. 21 BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 6 - L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema O GRITO, DE EDVARD MUNCH Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos ao universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L1. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos 22 De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 7 - L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais 23 Tema ABAPORU, DE TARSILA DO AMARAL Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L1 com a intenção de garantir o acesso democrático aos bens culturais, familiarizando os surdos ao universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L1. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 24 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 8 - L1 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema AUTORRETRATO CON MONO (AUTORRETRATO COM MACACO), DE FRIDA KAHLO Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino para surdos – a visualidade, a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com oAcesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. 28 PLANO DE AULA 1 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema NOITE ESTRELADA DE VICENT VAN GOGH Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. 29 BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 2 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema A ÚLTIMA CEIA DE LEONARDO DA VINCI Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. 30 Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 3 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema MONALISA LEONARDO DA VINCI Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. 31 Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base NacionalComum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 4 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx 32 Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema LAS MENINAS DE DIEGO VELÁZQUEZ Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: 33 http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 5 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema PERSISTÊNCIA DA MEMÓRIA, DE SALVADOR DALÍ Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. 34 BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 6 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema O GRITO, DE EDVARD MUNCH Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais,Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos 35 De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 7 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais 36 Tema ABAPORU, DE TARSILA DO AMARAL Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 37 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 8 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema AUTORRETRATO CON MONO (AUTORRETRATO COM MACACO), DE FRIDA KAHLO Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. 38 BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, quedispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 9 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema IN ALBIS, DE BEATRIZ MILHAZES Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na 39 ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. PLANO DE AULA 10 – L2 PLANO DE PERÍODO DE PANDEMIA Nome da escola Padre Pedro Baron, situada no bairro de Cordeiros, Itajaí, Santa Catarina Diretor (a) xxx Turma Anos Iniciais do Ensino Fundamental Disciplinas/Campo de Experiência Área da Linguagem: Artes Visuais Tema CAFÉ (1935), DE CÂNDIDO PORTINARI Objetivos/Habilidades Refletir sobre o que consideramos o tripé no ensino e pessoas não surdas – incentivando o exercício da visualidade com a língua de sinais, o conhecimento prévio (e linguístico), com o objetivo de 40 desenvolver um trabalho formativo para estudantes e docentes em L2 com a intenção de garantir o acesso equidade aos bens culturais, familiarizando linguagem no universo das Artes Visuais. Recursos/Materiais Imagens Impressas ou Digitais, Computador com internet e Programas de Localização Espacial, Textos de Referencial Teórico em L2. Desenvolvimento/Procedimentos Metodológicos De acordo com o desenvolvimento das crianças durante o processo será observado quais as crianças que tem mais dificuldades e em que parte do processo, cabendo ao professor criar estratégias para que esse aluno que apresenta dificuldades será acolhido e auxiliado nas suas necessidades para que as supere e se desenvolva e equipare-se aos outros alunos. O laboratório de informática com programa de adaptação será um recurso indispensável na ocasião. Ao final faremos uma cirande conversas e elaboraremos uma ficha técnica com as principais informações. Avaliação A avaliação será formativa utilizando-se do instrumento ficha técnica e construção de portfólio que comporão e-book produto final proposto nessa produção. Referências BRASIL. BNCC. Base Nacional Comum Curricular. Brasil, Brasília: Senado Federal, 2018. BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília: Senado Federal, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Lei nº 12.764/12. Institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista; e altera o parágrafo 3º do art. 98 da Lei nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. BRASIL. Lei n. 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação – PNE e dá outras providências. Brasília: Presidência da República, 2014a. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2014/Lei/L13005.htm. Acesso em: 23 maio. 2021. BRASIL. Decreto Nº 5.626. Regulamenta a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS, e o art. 18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Publicada no Diário Oficial da União em 22/12/2005. Observação: Todas as atividades desenvolvidas contarão com vídeos transcritos em LIBRAS.