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LEITURA E DESENHO DE PROJETOS PREDIAIS AULA 2 Prof. Norimar Ferraro 2 O projeto de arquitetura é a base para os demais projetos. É com base nele que os projetistas de estruturas, sistema elétrico, hidráulico etc. podem desenvolver seus projetos. Talvez por essa razão assuma um papel mais relevante no empreendimento e na construção. A responsabilidade do arquiteto é materializar na edificação as necessidades do cliente, tanto espaciais quanto funcionais, porém levando em consideração todas as exigências dos sistemas prediais. Nesta aula, vamos abordar a leitura dos projetos prediais referentes à parte arquitetônica. Como já sabemos, os projetos obedecem a convenções estabelecidas em normas técnicas de desenho, o que permite que se possa ter o entendimento dos elementos construtivos representados. TOP – TIPOS DE DESENHOS DE ARQUITETURA O projeto de arquitetura é desenvolvido em fases, desde os estudos iniciais, e vai sendo aos poucos aprimorado, de forma a atender às exigências do cliente e da municipalidade. Para a obtenção da permissão de se construir, ou seja, para se obter o alvará de construção, o projeto deve atender à legislação municipal referente a projetos e construções. Cada cidade ou município pode ter uma legislação específica para orientar o uso do solo e edificações, como também possui normas de desenho técnico para aprovação de projetos. De acordo com a prática de arquitetura e também registrado em norma NBR 13532 (ABNT, 1995), as etapas de projeto são as seguintes: • Levantamento de dados para arquitetura: corresponde a uma pesquisa inicial sobre o local, legislação etc.; • Programa de necessidade de arquitetura: listagem dos espaços necessários e as áreas mínimas correspondentes; • Estudo de viabilidade de arquitetura: pré-estudo, compreendendo algumas tabelas de áreas construídas e eventualmente uma volumetria básica, para dar início ao projeto. Pode também acompanhar informações de viabilidade comercial do projeto; • Estudo preliminar de arquitetura: estudo inicial de projeto, com base nas condicionantes do terreno, materializando uma primeira aproximação estética, funcional e construtiva, com base no estudo de viabilidade e programa de necessidades; 3 • Anteprojeto de arquitetura: desenvolvimento do estudo preliminar, com base nas opiniões iniciais da solução arquitetônica. Nessa fase, os estudos preliminares dos sistemas prediais já são iniciados; • Projeto legal de arquitetura: corresponde ao projeto técnico para aprovação nos órgãos municipais para a obtenção do alvará de construção. Possui informações e convenções específicas para essa finalidade, sendo seus desenhos definidos pela legislação do município, em regra, plantas baixas, cortes e elevações, planta de situação e planta de implantação e cobertura. Os desenhos do projeto legal são desenvolvidos para se obter o cálculo da área construída a ser aprovada, e contém cotas (dimensões) e áreas para tal finalidade; • Projeto básico de arquitetura: projeto desenvolvido para a obra, de forma simplificada, porém sem a compatibilização com os projetos de sistemas prediais. É elaborado com os mesmos desenhos que o projeto legal, acrescidos de outros conforme a necessidade, e com mais informações que esse último; • Projeto de execução de arquitetura: projeto desenvolvido para a construção da edificação, de forma mais completa, contendo informações dos demais sistemas prediais. Compõe-se de desenhos de plantas baixas, cortes, elevações bem como detalhes em escalas ampliadas de elementos construtivos. Figura 1 – A imagem representa uma prancha de um projeto legal, também chamado de projeto de prefeitura. Além do desenho da planta baixa, no caso, também existem tabelas de áreas, esquadrias de portas e janelas, especificações e carimbo. No carimbo constam informações da obra, autor, nome dos desenhos, escala, data etc. Fonte: Ferraro, 2020. 4 Os desenhos de estudo até a fase de anteprojeto são normalmente de comunicação entre arquiteto e proprietário, sendo que apenas os projetos a partir da fase legal são oficiais ou definitivos e devem ser levados em consideração por técnicos em condomínio. É preciso também prestar atenção na versão do projeto ou desenho, indicados normalmente no carimbo do desenho. Projetos, mesmo após a fase de projeto legal, podem sofrer alterações. A norma técnica ABNT NBR 13532/95 especifica quais tipos de desenhos devem ser elaborados para cada fase do projeto, que vão desde plantas baixas, cortes, fachadas etc. até tabelas e outras informações (ABNT, 1995). As pranchas de desenho são feitas em tamanhos normatizados de tamanho A4 até A0, como consta na Norma 6492/94 (ABNT, 1999). Essa norma indica também quais elementos devem ser desenhados e as informações constantes em cada prancha. As normas contêm muitas informações detalhadas e não é possível aqui discorrer sobre todas elas. Assim, o aluno deve estudá-las com mais propriedade. Figura 2 – As pranchas têm tamanhos normatizados para padronizar a dobradura e armazenamento. Os tamanhos principais são A4, A3, A2, A1 e A0, podendo ter variações, dependendo do tamanho dos desenhos Fonte: ABNT, 1999. ROLÊ 1 – REPRESENTAÇÃO DOS ELEMENTOS CONSTRUTIVOS Existem convenções de desenho para os elementos construtivos. Os elementos são representados em planta, corte e vistas. A representação gráfica procura simplificar os elementos construtivos para que o desenho tenha melhor 5 comunicação. Sua representação também varia de acordo com a escala do desenho a ser impresso. Por exemplo, se fôssemos representar uma porta em planta, corte e elevação com todas as linhas de sua geometria, tornaríamos o desenho confuso. Assim, as convenções gráficas simplificam os elementos construtivos e também acrescem outras informações que podem ser necessárias para o projeto. No caso das portas, por exemplo, é importante demonstrar o raio de giro da folha para indicar o sentido de abertura e mesmo se ela pode colidir com algum outro elemento do mobiliário. Anotações gráficas de tipologia também podem ser acrescidas para sua identificação. Quanto mais reduzida a escala do desenho, mais simplificada vai ser sua simbologia. No caso de escalas ampliadas, para detalhes construtivos, faz-se necessário demonstrar mais linhas para sua compreensão. Em resumo, a representação dos elementos construtivos depende da escala a ser impressa e também do tipo de projeto que estamos trabalhando, seja para projeto legal, executivo ou detalhamento. Falaremos sobre escala de projeto mais adiante. Figura 3 – Os elementos construtivos são simplificados para facilitar a sua compreensão. No caso de portas e janelas, nem todos os elementos que os compõem são representados. Algumas informações importantes são acrescidas, como o raio de abertura da porta, número do tipo de esquadria, como dimensões de largura e altura, para que sejam identificadas sua tipologia e outras informações na lista de esquadrias Fonte: ABNT, 1999. 6 Figura 4 – Em escalas ampliadas, como em projetos executivos, mais detalhes vão sendo acrescidos na representação gráfica. Fonte: Tamashiro, 2010. Saiba mais Acesse o link a seguir e conheça a tese de doutorado do professor Heverson Tamashiro, que possui um anexo completo de representação gráfica de elementos construtivos. TAMASHIRO, H. A. Entendimento técnico-construtivo e desenho arquitetônico: uma possibilidade de inovação didática. Tese (Doutorado em Arquitetura e Urbanismo) – Escola de Engenharia de São Carlos – Universidade de São Paulo. São Carlos, 2010. Disponível em: . Acesso em: 17 set. 2020. Os principaiselementos representados nos projetos são paredes, pisos, estrutura e esquadrias, os quais formam o espaço arquitetônico. As paredes são representadas por 2 ou mais linhas, tanto em planta quanto em corte. Em paredes de alvenaria de blocos, conforme sua escala de desenho se amplia, pode haver uma representação de camadas de revestimento, conforme a Figura 5. As esquadrias de portas e janelas também contêm mais linhas e formas se a escala de desenho se amplia. 7 Figura 5 – No desenho, a representação de paredes, pisos e esquadrias em diversas escalas de desenho. Quanto mais ampliada a escala, maior será o detalhamento e complexidade do desenho. Perceba-se também que os pisos e estrutura em concreto armado são representados por linhas de contorno um pouco mais finais que a alvenaria e contêm hachuras, que veremos na sequência. Fonte: Tamashiro, 2011. ROLÊ 2 – TEXTO, DIMENSIONAMENTO E COTAS Além da representação dos elementos construtivos nos projetos prediais, são necessárias informações para complementar a leitura visual. Uma das principais informações de projetos são as medidas dos elementos construtivos, porque somente o uso de escalímetro pode causar imprecisão na leitura. Assim, o dimensionamento, com as linhas de cotas e informações numéricas, é de grande importância, pois qualquer informação escrita erroneamente pode causar problemas na construção. A convenção utilizada para projetos arquitetônicos é definida pela ABNT NBR 6492 (ABNT, 1999), e em termos gerais uma linha de cota consiste de uma linha fina paralela aos pontos ou linhas a serem cotadas, 8 com linhas de chamada que se estendem até próximo a esses pontos. Na intersecção dessas linhas, de cota e chamada, são desenhados pontos, tiques ou flechas, o que visualmente as diferencia de outras linhas (Figura 6). Figura 6 – Exemplo de cotagem em projetos arquitetônicos. À esquerda, cotas conforme a norma usando tiques (poderiam ser também pontos). Perceba que quanto mais afastada a linha da cota do ponto cotado, isso indica uma cota mais ampla e a somatória das mais próximas. À direita, exemplo de cotas para elementos circulares (raios e ângulos). Fonte: Tamashiro, 2011. Existem também as chamadas cotas de nível, que indicam as alturas relativas dos elementos construtivos e possuem simbologia própria. A Figura 7 indica, junto às informações do “dormitório 3”, um número “0.20” com um símbolo específico para cota de nível em planta. Isso indica que o piso desse aposento se encontra a 20 cm acima do nível zero. No desenho, as cotas estão em centímetros, porém é convencionado que as cotas de nível sejam especificadas em metros. 9 Figura 7 – Cotas de nível em planta são indicadas onde forem necessárias, indicando alturas de pisos e pavimentos. Informações textuais também complementam o desenho de arquitetura. Na imagem, temos textos especificando o código das portas e janelas (P80, P60, A9 e A10). Também o nome dos aposentos, bem como sua área em m2 e tipologia. O desenho também possui um símbolo para indicar posição do corte (A, com XX que terá o número da prancha na qual será desenhado o corte). Também uma indicação de detalhe construtivo (D3). Abaixo do desenho, indica-se seu nome e escala. Fonte: Tamashiro, 2011. Para cortes ou elevações, as cotas ou dimensionamentos são idênticos, porém as cotas de nível têm outra simbologia (ver Figura 7). Os textos indicativos nos desenhos também são importantes para o esclarecimento ou especificação de elementos desenhados. Nas Figuras 7 e 8, podemos ver exemplos de anotação de nome de aposentos, especificações de esquadrias, revestimentos etc. 10 Figura 8 – Em cortes ou elevações, temos um símbolo diferentes para cotas de nível (0,00 / 0,10/ 0,15/3,35), indicando normalmente a altura do piso acabado. Portas e janelas têm linhas tracejadas indicando o movimento de abertura – Ver também norma ABNT NBR 6492 (1999). Fonte: Tamashiro, 2011. Nas Figuras 7 e 8, percebemos também que as paredes e pisos cortados possuem uma cor cinza, para diferenciar o material do elemento construtivo. No caso, o cinza escuro foi utilizado para corte em alvenaria e o cinza claro para concreto armado. Em vez de cor, podemos também utilizar hachuras, que consistem em um padrão de linhas para representar um material. A norma ABNT NBR 6492 (ABNT, 1999) define alguns padrões de hachuras e materiais, como na figura a seguir: 11 Figura 9 – Ao lado a norma ABNT NBR 6492/94, indicando a hachura para matérias mais comumente utilizados. Podem também ser utilizadas cores. Fonte: ABNT TRILHA 1 – ELEMENTOS CONSTRUTIVOS IMPORTANTES Paredes, esquadrias e pisos são elementos importantes na representação, como visto, pois formam o espaço arquitetônico. Outros elementos também são comuns aos projetos prediais e têm sua relevância. Um desses elementos construtivos são as escadas, necessárias praticamente em todo tipo edificação. As escadas têm a finalidade de conectar pisos em diferentes alturas e se caracterizam por uma sucessão de degraus, os quais são compostos do que chamamos piso, a parte onde apoiamos o pé, e a parte vertical entre dois pisos, chamado espelho. A altura do espelho deve ser calculada em função da profundidade do piso pela fórmula de Blondell, em que 2e + p= 64 cm (sendo e= altura do espelho e p= profundidade do piso), para um conforto e segurança ao caminhar. 12 Figura 10 – Representação de escada em planta e corte. Nas plantas, costuma- se indicar a altura dos patamares intermediários, o número dos degraus e o desenho do corrimão. Perceba-se que parte da escada está tracejada, pois está acima do plano horizontal de corte da planta baixa. Também se indica por meio de uma seta no meio dos lanços de escada, o sentido de subida. No corte à direita, percebe-se também uma cota de altura, que indica o número de espelhos. Note que o número de pisos da escada é sempre igual ao número de espelhos menos um (o 18º. piso é na verdade o próprio piso do pavimento e não do degrau). Fonte: Tamashiro, 2011. As rampas também são ligações importantes entre pisos e necessárias nas questões acessibilidade. Sua inclinação máxima é, segundo a norma NBR 9050/04, de 8,33% (ABNT, 2005). De igual forma às escadas, também se indica o sentido de subida por meio de seta e indica-se a altura dos patamares intermediários. 13 Figura 11 – Rampas também são elementos de ligação entre pisos e são exigidas nas edificações muito pela acessibilidade das pessoas com dificuldade de locomoção e que não podem subir escadas. A norma que rege as questões de sustentabilidade é a ABNT NBR 9050/04. Fonte: Tamashiro, 2011. Em projetos básicos e executivos, algumas informações de acabamento de pisos e paredes são relevantes. Em regra, utiliza-se uma simbologia de círculos, quadrados e triângulos nos ambientes, para especificação desses materiais. Na representação, a simbologia de acabamento normalmente quadrados para piso, triângulos para paredes e círculos para forro, porém também se utilizam os mesmos símbolos, porém invertendo o significado de quadrados e círculos, como na Figura 12: Figura 12 – Especificações de acabamentos são indicadas em plantas baixas com símbolos de círculos e triângulos, com tabela anexa de legenda Fonte: Tamashiro, 2011. 14 Outra questão importante a ser comentada é a de projetos de reformas prediais, comum em condomínios. É importante para o técnico em condomínios estudar a NBR 16280/14, que estabelece as normas para reformasem condomínios. Como uma reforma implica elementos construtivos existentes e outros a serem demolidos e construídos, existem algumas convenções para cores e linhas de paredes em projetos arquitetônicos, como a seguir: Figura 13 – Convenções utilizadas para representação de paredes em projetos de reformas. A representação com cores é a mais utilizada atualmente por ser mais comunicativas. Fonte: Ferraro, 2020. 15 TRILHA 2 – PROJETO URBANÍSTICO E PAISAGÍSTICO Os elementos descritos até agora fazem parte da edificação e seu interior, porém elas são circundadas por outros elementos, como acessos, jardins, pisos externos etc. Para demonstrar em projeto esses elementos, faz-se necessária uma vista em planta chamada planta de implantação. Ela é uma planta baixa acima vista acima de toda a edificação e tem a finalidade de mostrar o entorno da edificação, bem como a sua cobertura, por isso também é chamada frequentemente de planta de cobertura. Toda cobertura tem inclinações, mesmo as ditas planas, que têm inclinações mínimas para o escoamento da água. Assim, nessas plantas são indicadas as inclinações em porcentagem, bem como rufos e calhas. Como são grandes áreas, geralmente se utilizam escalas reduzidas para seu desenho, a partir de 1:100. Figura 14 – Exemplo de planta de implantação. Perceba a indicação do tipo de telha, a inclinação e a flecha indicando o sentido das calhas. Para a proteção das paredes de platibanda, é comum o uso de rufos metálicos. Nas partes externas, indica-se o acesso de pedestres e veículos, dimensões de vagas, e também a indicação do norte verdadeiro, para análise de insolação da edificação. Fonte: Tamashiro, 2011. 16 Figura 15 – Corte esquemático da cobertura, com a indicação de telhas e sua estrutura, calha e rufos Fonte: Tamashiro, 2011. Os condomínios residenciais e comerciais podem conter vários blocos de edificações ou casas. Assim, eles possuem vias de acessos, guaritas e divisão de lotes, que devem ser representados. O conjunto dessas informações em desenho cria uma planta de implantação, que, nesse caso, pode ser chamado de projeto urbanístico. Não confundir com projeto urbano, que são projetos que envolvem as áreas públicas e o planejamento urbano, que não trataremos aqui. Esses projetos normalmente englobam a implantação de toda a área do condomínio, com o traçado e dimensão das vias e outros elementos construtivos importantes, como guarita de acesso, postes de iluminação e energia, guias rebaixadas, vagas de estacionamento e todas as edificações existentes. 17 Figura 16 – Planta urbanística de implantação um condomínio de edifícios em Curitiba. Os blocos de edifícios (amarelo) têm seu contorno desenhado e detalhados em escalas maiores em outras pranchas. O traçado das vias, calçadas, bem como guarita e outras construções são locados e cotados. Os níveis do terreno também são identificados. Fonte: Ferraro, 2020. Existe também o projeto de paisagismo, que complementa o projeto urbanístico ou as áreas externas da edificação. Esse projeto tem a finalidade de especificar a vegetação a ser executada nas áreas externas, bem como identificar equipamentos, mobiliários, iluminação e outras estruturas. Também compreende informações sobre o desenho e especificação de pisos externos, bem como seus níveis. A representação gráfica desse projeto é feita de forma mais livre, não técnica, geralmente com utilização de cores, fotos e perspectivas 3D. 18 Figura 17 – Desenhos de um projeto de paisagismo. Geralmente são desenhos coloridos que mostram principalmente pisos e vegetações (sendo estas com especificações de espécies e forma de plantio). Ilustrações 3D também são comuns para sua representação e compreensão. Projeto: Giselle Dziura Arquitetura. ELO Como pudemos ver, a representação gráfica significa uma forma de comunicação entre profissionais, no intuito de se estabelecer uma linguagem única e compreensível. Posteriormente, vamos analisar a questão do projeto estrutural de edificações, que possui características comuns de representação dos projetos arquitetônicos, porém com singularidades próprias. 19 REFERÊNCIAS ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas. NBR 6492:1999 – Representação gráfica de projetos de arquitetura – Projeto e execução. Rio de Janeiro: ABNT, 1999. _____. NBR 9050:2004 – Versão corrigida:2005. Rio de Janeiro: ABNT, 2005. _____. NBR 13532:1995. Elaboração de projetos de edificação – Arquitetura. Rio de Janeiro: ABNT, 1995. CAVALIN, G.; CERVELIN, S. Instalações elétricas prediais. 7. ed. São Paulo: Érica, 2002. CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. Tradução de Luiz A. Meirelles Salgado. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 1999, GEBRAN, A. P.; RIZZATO, F. A. P. 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