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CIÊNCIAS DA SAÚDE E BEM-ESTAR CURSO DE PSICOLOGIA MARIANA JANCOVIC MARQUES RAYRA STEFANY GALIO CORBETA ALMEIDA RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ESPECÍFICO EM PROMOÇÃO DE SAÚDE, TRABALHO E EDUCAÇÃO Presidente Prudente - SP 2021 1 INTRODUÇÃO 1.1 Apresentação É conhecido que o campo de atuação da psicologia é amplo e complexo. O discente, em seu último ano de graduação, vê-se à frente de escolhas profissionais quanto a sua área de atuação, podendo encontrar nos estágios supervisionados possibilidades de adquirir maior conhecimento prático que lhes auxiliem em sua prática futura. Yamamoto e Gouveia (2003) distinguem as opções de escolha do estagiário em: psicologia clínica, educacional, do esporte, organizacional e do trabalho, da saúde, jurídica, do trânsito, das instituições, dentre outras. O estágio de psicologia em PSTE, Promoção de Saúde, Trabalho e Educação, da Universidade do Oeste Paulista, no interior do estado de São Paulo, é critério legal e obrigatório para a formação dos discentes do nono e décimo termo da graduação. Na promoção de trabalho, o estágio pode ser desenvolvido em corporações, empresas ou instituições onde haja o setor de Psicologia Organizacional ou Recursos Humanos, no intuito de corroborar para que o graduando tenha acesso a práticas como o de recrutamento e seleção, treinamento de pessoal, aplicação e correção de testes, processos de admissão e desligamento de colaboradores, pesquisas de clima organizacional, entre as demais atividades que os profissionais da área desenvolvem. Nesse sentido, esse relatório visa explicitar o trabalho de duas estagiárias em Psicologia e Promoção de Saúde, Trabalho e Educação, durante um semestre, em uma instituição filantrópica da cidade de Presidente Prudente no interior do estado de São Paulo, como requisito básico e obrigatório para a graduação de ambas, onde as mesmas desenvolvem atividades relacionadas à área da psicologia organizacional, as quais ao mesmo tempo que as auxiliam na aquisição de conhecimentos práticos, ajudam também a empresa nas defasagens ali existentes. 1.2 Fundamentação Teórica Zanelli e Bastos (2004) afirmam que o processo de industrialização, o qual ocorreu inicialmente nos países centrais do ocidente ao fim do século XIX e início do XX, contribuiu ativamente para o desenvolvimento da POT, abreviação dada à Psicologia Organizacional e do Trabalho. Surgiu com o nome de psicologia industrial (Campos, 2008), voltada principalmente para aumento da produtividade e eficiência, além de avaliar as habilidades dos funcionários. Com o desenvolvimento da visão de homem dentro das organizações e do conceito de trabalho, a psicologia organizacional voltou-se para o desenvolvimento de tecnologias para aumentar a produtividade, mas ao mesmo tempo melhorar as condições do trabalho, conferindo maior qualidade de vida e saúde mental ao colaborador. Hodiernamente, a POT tem se mostrado tão evoluída que se tornou estágio obrigatório para a formação dos discentes em Psicologia. Borges, Andrade e Zanelli (2004) clarificam a ampliação dessa área como meio para se alcançar fenômenos mais complexos do comportamento humano, relações entre pessoas e grupos, disposições, motivos, percepções, crenças, reações, atitudes, significados, valores e sentimentos dos indivíduos em seus locais de trabalho nas empresas e organizações. O estágio obrigatório durante a graduação, à luz de Marinho-Araújo (2007), tem por objetivo o desenvolvimento da capacidade de questionamento da prática, das rotinas de trabalho, do exercício da profissão e da dimensão pessoal da formação. Lima (2011) acrescenta ainda que o estágio supervisionado possibilita a reflexão sobre a qualidade dos serviços ofertados em determinado local e que são destinados às populações. Nesse sentido, o estágio supervisionado em psicologia organizacional reflete a importância de se caminhar em conjunto a prática e a teoria, uma vez que o mercado se encontra cada vez mais multifuncional e competitivo (Carpanês, 2010). Se configura como forma de aprendizagem, que provê preparação aos profissionais prestes a adentrar o mercado de sua profissão perante os desafios de uma carreira, além de possibilitar aos alunos atuarem nos diversos subcampos da POT (Bastos, 1992) e identificarem as características que compõem esse campo (Zanelli & Bastos, 2004). O estagiário, portanto, ainda na graduação, pode entrar em contato com práticas tais quais o recrutamento e seleção, orientação de colaboradores, aconselhamento, treinamento profissional, consultorias, avaliações de desempenho, desenvolvimento organizacional, ergonomia, levando em consideração as possibilidade de cada empresa e priorizando a saúde mental e qualidade de vida dentro do ambiente laboral dos indivíduos, o que consequentemente atuará na forma como o mesmo age fora de seus cargos e espaços de trabalho. 2 Justificativa Esse relatório visa explicitar o trabalho de duas estagiárias em Psicologia e Promoção de Saúde, Trabalho e Educação, durante um semestre, em uma instituição filantrópica da cidade de Presidente Prudente no interior do estado de São Paulo como requisito básico e obrigatório para a graduação de ambas, onde as mesmas desenvolvem atividades relacionadas à área da psicologia organizacional, as quais ao mesmo tempo que as auxiliam na aquisição de conhecimentos práticos, ajudam também a empresa nas defasagens ali existentes. 3 CARACTERIZAÇÃO DO LOCAL DE ESTÁGIO O estágio é desenvolvido em uma instituição filantrópica da cidade de Presidente Prudente no interior do estado de São Paulo. Denominada Casa do Aprendiz Cidadão, a instituição é voltada para a formação profissional, qualificação e inserção no mercado de trabalho de jovens entre 14 e 24 anos, que estejam em situação de vulnerabilidade social, objetivando o alcance de futuros promissores para os jovens assistidos. Foi fundada em 24 de março de 1979 e hoje atende mais de 1200 jovens, possuindo título de utilidade pública Municipal, Estadual e Federal. É composta pela diretoria executiva, gestor administrativo, departamento de nutrição, administrativo, operacional, psicológico, pedagógico, social e comercial. A responsável pela supervisão das estagiárias é a psicóloga organizacional do local. 4 DESCRIÇÃO DO LEVANTAMENTO DE NECESSIDADES 4.1 Metodologia e descrição dos dados coletados Para o levantamento de necessidade utilizou-se a observação como instrumento principal. Pedinielli e Fernandez (2015) designam a observação como ato de portar atenção sobre algo, como também procedimento lógico utilizado para detectar as particularidades de um fenômeno, estando na base do conhecimento científico. Assim, espera-se que a atenção esteja direcionada a algo, alguém ou local, a fim de se discriminar determinados fenômenos. Diante do cenário mundial de pandemia pelo vírus Covid-19, foi notado pelas estagiárias, a falta de um local ou espaço onde os colaboradores pudessem externalizar suas vivências subjetivas de isolamento, quarentena, contração do vírus por eles ou familiares e amigos, perda de entes queridos, processos de internação, intubação, luto, afastamento do serviço ou então exposição ao vírus nos caminhos percorridos até o local de trabalho, dentre outros fatores. Foi, portanto, desenvolvido o projeto de “Rodas de conversa sobre as vivências pessoais durante a pandemia por Covid-19”. Após a aprovação do projeto pela diretoria executiva da Casa do Aprendiz Cidadão e pela gestora administrativa, foi lançado a todos os funcionários do local um questionário online desenvolvido através do Google Forms, onde poderiam expressar interesse ou não em participar do projeto. O formulário permaneceu aberto por período pré-determinado. Após o recebimento das respostas, foram desenvolvidos dois grupos para as rodas de conversa, o primeiro com 07 integrantes, 06 do sexo feminino e um do sexo masculino, ocorrendo às terças-feiras das 11h00 da manhã às 12h00 da tarde e o segundo, com 06 integrantes, 05 do sexo feminino e 01 do sexo masclino, ocorrendo também às terças-feiras, porém no período da tarde, das 13h30 às 14h30. Sobre as idades dos participantes, 42,9% têm entre 26 e 30 anos, 19% entre 36 e 40 anos, 14,3% entre 21 e 25 anos e 9,5% entre 31 e 35 anos. Em relação ao tempo laboral na instituição, 66,7% da amostra respondeu de 01 a 05 anos, 19% menos de 01 ano e 14,3% de 05 a 10 anos. Se já haviam testado positivo para o Coronavírus, 95,2% responderam que não. Já para a questão sobre algum parente ter testado positivo, 71,4% responderam que sim, enquanto 28,6% disseram que não. Inicialmente as rodas de conversa foram desenvolvidas no intuito de ocorrerem durante um mês, uma vez por semana, porém, passíveis de continuarem acontecendo à medida que novos assuntos fossem trazidos nos encontros, notando-se a necessidade de maior elucidação do tema em questão. A primeira semana abarca o tema: “As primeiras impressões da pandemia (expectativa versus realidade)''. A segunda semana segue-se com a temática: “Os efeitos diretos da pandemia no trabalho”, a terceira semana sugere que os próprios colaboradores proponham um tema de sua preferência, que deve ser acordado em conjunto no grupo. Por fim, na quarta semana serão abertas possibilidades de novos encontros ao passo que novos temas venham a surgir. Os encontros ocorrem no salão de reuniões da Casa do Aprendiz Cidadão, um espaço amplo, com aberturas para ventilação. As cadeiras são expostas em forma de círculo, distantes no mínimo a um metro e meio uma da outra. Máscaras de proteção são utilizadas durante todo o momento, bem como a higienização das mãos com álcool em gel ocorre no momento em que os participantes adentram o local. A higienização das cadeiras e do local, com álcool 70%, também é feita pelas estagiárias antes e depois de cada roda. Como atividade complementar às rodas, as estagiárias desenvolveram um exercício o qual denominaram “Hoje estou me sentindo”, onde utilizaram-se das emoções primárias para que os participantes pudessem demonstrar suas emoções antes e depois da prática da roda de conversa. Essa prática objetiva a análise do quanto a roda de conversa pode interferir nas emoções de cada participante, perante a fala e o compartilhamento de suas vivências desde o início da pandemia. A tarefa de definir emoções não é fácil, havendo até hoje dificuldades no conhecimento e classificação das emoções por diversos autores. Lazarus (1991); Levenson (2001) e Plutchik & Conte (1997), por exemplo, concordam ao dizer que a emoção é uma dimensão complexa e multifacetada. Neste projeto optou-se pelo modelo das emoções básicas ou primárias iniciadas em Darwin e seguidas por Fehr & Russell (1984), Bretherton & Beeghly (1982) e Bretherton, Fritz, Zahn-Waxler, & Ridgeway (1986), as quais são: alegria, tristeza, medo, raiva, nojo e ansiedade. O “Calendário das Emoções” também foi desenvolvido como exercício complementar às rodas. Neste, os participantes receberam um calendário impresso do mês atual, juntamente com emojis de emoções que podem ser colados em cada dia do mês, dependendo da emoção predominante do sujeito no dia em questão. Esse exercício busca nos colaboradores a capacidade de auto-observação e uma maior compreensão de suas emoções, perante a inconstância que a atual situação mundial de pandemia dispõe. 5 PLANO DE INTERVENÇÃO 5.1 Objetivo geral Ao abrir este espaço, a prática da roda de conversa objetiva a construção de novas possibilidades de aceitação e enfrentamento da situação vivenciada pelos colaboradores da Casa do Aprendiz Cidadão durante a pandemia de Covid-19, visando promover maior desenvolvimento da saúde mental destes. 5.2 Objetivos específicos Visando alcançar o objetivo acima citado, foram planejadas algumas metas, que são: · Propiciar um espaço de acolhimento sem julgamentos, onde cada colaborador sinta-se confortável para trazer suas experiências vivenciadas em decorrência do Covid-19; · Agir de forma ética e profissional baseado nos estudos feitos até o momento; · Buscar temas a serem debatidos nas rodas que abordam as experiências vivenciadas pelos colaboradores durante a pandemia do COVID-19. · Psicoeducar, na medida do possível, os colaboradores acerca de seus medos e ansiedades decorrentes da pandemia. Dentro da Casa do Aprendiz Cidadão foi possível atuar de forma que contribuímos para a melhora da saúde mental do colaborador, trabalhando com uma escuta especializada e direcionando a fala trazida pelos colaboradores, possibilitando que os mesmos alcancem um insight, baseado na forma como o indivíduo interpreta a situação, e vivencia suas emoções. 6. DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES 6.1. Recrutamento e seleção São selecionados currículos de jovens vinculados a Casa do Aprendiz Cidadão, os quais são encaminhados para a entrevista de emprego solicitada pelas empresas parceiras. O recrutamento e seleção baseia-se nas orientações dadas pelas empresas, como sexo e idade específicos, bairros próximos ao local da empresa, disponibilidade de horário, enquanto outras entrevistas nãos seguiam um protocolo para seleção, ficando à responsabilidade das estagiárias recrutarem os currículos dos jovens, de acordo com a necessidade do indivíduo inserido na instituição, frequência maior que 75% nas aulas de capacitação e bom rendimento durante o curso. 6.2. Simulação de entrevistas Foi realizada uma simulação de processo seletivo com jovens que nunca participaram de entrevista de emprego e que ainda estavam na capacitação. O projeto de capacitação escolhido foi o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos, ou seja, projeto que abriga jovens em extrema vulnerabilidade social e emocional, os quais em sua maioria nunca haviam participado de entrevistas de emprego reais e possuíam pouco subsídio sobre como se portar em uma seleção de emprego. Após as simulações, as estagiárias passaram feedback sobre cada sujeito entrevistado para as técnicas de referência do local, psicóloga social e instrutoras do curso, a fim de que pudessem os orientar sobre melhorias, como também parabenizá-los em relações aos pontos positivos percebidos no momento da entrevista. 6.3. Fichas admissionais É uma ficha a qual inclui dados pessoais do jovem selecionado para iniciar contrato de aprendizagem. Contém dia e horário de trabalho, dia e horário do Programa de Aprendizagem, Desenvolvimento e Aperfeiçoamento Profissional (PADEP), nome e CNPJ da empresa contratante, nome do responsável pelo jovem na empresa, data de início e término do contrato e aquisição ou não de vale transporte. 6.4. Manual de Aprendizagem Livreto onde é preenchido valores dos encargos que o jovem vai receber durante o contrato com a empresa. Consta também os direitos do aprendiz, procedimentos para dispensa do mesmo do contrato, ementa do programa de aprendizagem, critérios de permanência e dispensa do aprendiz no contrato, informações sobre: conta salário; vale transporte; cartão de ponto e holerite. 6.5. Orientação para as entrevistas É fornecida orientação aos jovens que irão participar de uma entrevista de emprego. Ao confirmarem presença na entrevista, os jovens eram convidados primeiramente à Casa do Aprendiz Cidadão, onde as estagiárias faziam uma pequena prévia da história da empresa, missão, visão e valores, afim de prepara-los para o momento da entrevista com o recrutador. Em seguida se fazia correção dos currículos, cada jovem verificava se as informações estavam corretas ou se queriam adicionar ou retirar informações. Eram então liberados para irem à empresa realizar a entrevista. 6.6. Roda de conversa Se define como um método de participação coletiva onde os participantes foram incentivados a debaterem sobre determinado tema, fazendo colocações sobre este. Na roda de conversa realizada na Casa do Aprendiz Cidadão foram propostos temas relacionados ao COVID-19. 6.7. Relato de Experiência ENEPE 6.7.1. Introdução e Justificativa O estágio de psicologia em PSTE, Promoção de Saúde, Trabalho e Educação, da Universidade do Oeste Paulista, é critério legal e obrigatório para a formação dos discentes do nono e décimo termo da graduação. Na promoção de trabalho, o estágio pode ser desenvolvido em locais onde haja o setor de Psicologia Organizacional ou Recursos Humanos, no intuito de corroborar para que o graduando tenha acesso a práticas como o de recrutamento e seleção, treinamento de pessoal, aplicação e correção de testes, processos de admissão e desligamento de colaboradores, pesquisas de clima organizacional, entre as demais atividades que os profissionais da área desenvolvem. Nesse sentido, esse relatório visa explicitar o trabalho de duas estagiárias, durante um ano, em uma instituição da cidade de Presidente Prudente, no interior do estado de São Paulo, como requisito básico e obrigatório para a graduação de ambas, onde as mesmas desenvolvem atividades relacionadas à área da psicologia organizacional, as quais ao mesmo tempo que as auxiliam na aquisição de conhecimentos práticos, ajudam também a empresa nas defasagens ali existentes. 6.7.2. Objetivos A prática da roda de conversa objetivou a construção de novas possibilidades de aceitação e enfrentamento da situação vivenciada pelos colaboradores durante a pandemia de Covid-19, visando promover maior desenvolvimento da saúde mental destes. Puderam também propiciar espaço de acolhimento sem julgamentos, onde cada colaborador pudesse se sentir confortável para trazer suas experiências perante a pandemia de Covid-19. 6.7.3. Descrição Foi, portanto, desenvolvido o projeto de "Rodas de conversa sobre as vivências pessoais durante a pandemia por Covid-19". Foi lançado a todos os funcionários do local um questionário online desenvolvido através do Google Forms, onde poderiam expressar interesse ou não em participar do projeto. A primeira semana abarcou o tema: "As primeiras impressões da pandemia (expectativa versus realidade)''. A segunda semana seguiu-se com a temática: "Os efeitos diretos da pandemia no trabalho", na terceira semana o tema foi "Jamais seremos os mesmos". Por fim, na quarta semana discutiu-se a possibilidades de novos encontros no segundo semestre. 6.7.4. Conclusões Concluiu-se afirmando a importância de local de fala e escuta qualificada para colaboradores, uma vez que efeitos adversos advindos de mudanças no cotidiano das pessoas, podem afetar diretamente a qualidade do trabalho desenvolvido pelos colaboradores dentro das empresas. ANEXOS Simulação de entrevistas Fichas Admissionais Manual da Aprendizagem Roda de Conversa Apresentação ENEPE FICHA ADMISSIONAL – REGISTRO NA ENTIDADE Nome do Jovem: Data Nascimento: RG: Data de Expedição: CPF: Carteira de Trabalho Nº: Série: Data de Emissão: Filiação: Naturalidade: Estado Civil: Casado (a) () Solteiro (a) () – Tem Filhos: Sim () Não () Quantos: Fone: Endereço: Bairro: Cidade: CEP: Escolaridade: Local de Trabalho: CNPJ: Responsável pelo jovem no local: Função: Data da Admissão: Término: Tempo de contrato: Quantidade de encontros iniciais na CAC: (X) Horário de Trabalho: Contrato: Padep (Programa de Aprendizagem): Aulas Complementares: Vale Transporte: Para trajeto da empresa e curso na entidade ( ) Somente para trajeto da empresa ( ) Somente para trajeto da entidade ( ) Jandaia ( ) Prudente Urbano ( ) Solicitado em: ____/____/______. ENTREGA DE DOCUMENTOS (OBRIGATÓRIOS) ( ) DOCUMENTOS – OK ( ) DOCUMENTOS – FALTA ENTREGAR ( ) 02 Foto 3 x 4; ( ) Cópias do RG e CPF do Adolescente; ( ) Cópia Comprovante de Endereço (SOMENTE DE LUZ OU TELEFONE); ( ) Cópia da Carteira de Trabalho páginas onde contém Nº da CTPS e dados do Adolescente; ( ) Cópias do RG e CPF do Responsável legal (Pai, Mãe ou possui Tutela Legal); ( ) Cópia da Certidão de Casamento (se casada); ( ) Cópia da Certidão de Nascimento ( ) Cópia da Carteira de Vacinação () Atestado de matricula da Escola/Histórico Escolar ___________________________ _____________________________ APRENDIZ RESPONSÁVEL Presidente Prudente, __/__/__ 6.8. Treinamento de Pessoal REFERÊCIAS Bastos, A. V. B. (1992). Psicologia no contexto das organizações: tendências inovadoras no espaço de atuação do psicólogo. In Conselho Federal de Psicologia, Psicólogo brasileiro: construção de novos espaços (pp. 51-86). Campinas: Átomo. Bretherton, I., & Beeghly Y. M. (1982). 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