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SISTEMA MUSCULO ESQUELÉTICO 
 
INTRODUÇÃO À ANATOMIA 
 
A compreensão dos procedimentos relacionados à Quick Massage exige um 
conhecimento prévio dos conceitos básicos de anatomia humana. Para isso, foi feita 
uma breve introdução ao estudo da matéria, para melhor aproveitamento do curso. 
Para padronização dos termos anatômicos utilizados foi criada uma terminologia 
específica para a localização dessas estruturas. Serão abordadas aqui brevemente 
essas terminologias, para facilitar o estudo: 
 
- Lateral e medial: as estruturas mais próximas do plano sagital mediano 
são denominadas mediais, enquanto aquelas que se localizam distantes a ele são 
chamadas de laterais. (DANGELO; FATTINI, 2011): 
 
CONCEITO ANATÔMICO DE LATERAL E MEDIAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE: Disponível em: . 
 
- Proximal e distal: são chamadas de proximais as estruturas anatômicas 
que se localizam próximas à raiz do membro. Distais são aquelas que estão distantes 
dessa raiz. (DANGELO; FATTINI, 2011). 
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CONCEITO ANATÔMICO DE PROXIMAL E DISTAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
. 
 
Posição Anatômica 
 
Trata-se de uma posição de referência, utilizada para descrever as regiões corporais. 
No módulo III, na definição dos procedimentos para a realização da Quick Massage, 
alguns termos serão mencionados com base na posição anatômica. (DANGELO; 
FATTINI, 2011). 
A descrição da posição anatômica é a seguinte: corpo em pé, postura ereta, com os 
membros superiores estendidos ao longo do corpo, com as palmas das mãos voltadas 
para frente, com a cabeça e os pés também volvidos para frente, o olhar direcionado 
para o horizonte. (DANGELO; FATTINI, 2011), como pode ser visto na figura: 
 
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POSIÇÃO ANATÔMICA 
 
. 
 
Planos de Ação 
 
Segundo Dangelo e Fattini (2011), planos de ação se referem às linhas fixas e 
imaginárias, que servem de referência para o estudo dos movimentos do corpo 
humano. São três: plano frontal, plano transverso e plano sagital. 
– Plano frontal ou coronal: divide o corpo em duas partes, uma anterior e 
outra posterior. 
– Plano transversal ou horizontal: divide o corpo em duas partes, uma 
superior e outra inferior. 
– Plano sagital: divide o corpo em duas partes, uma direita e outra 
esquerda. 
 
PLANOS DE AÇÃO: À ESQUERDA, PLANO SAGITAL; NO CENTRO, PLANO 
FRONTAL; À DIREITA, PLANO TRANSVERSAL 
 
 
 
 
 
 
 
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FONTE: Dangelo e Fattini, 2011. 
 
Principais Estruturas Anatômicas da Cabeça e Pescoço 
 
Essa região apresenta grande quantidade de nervos e vasos sanguíneos importantes. 
O conhecimento destas estruturas é importante para evitar lesões durante a 
massagem, sejam elas temporárias ou permanentes. (DANGELO; FATTINI, 2011). 
No plano frontal não são observadas curvaturas na coluna vertebral. A presença de 
curvaturas nesse plano demonstram alterações posturais denominadas escolioses. 
No plano sagital observa-se que os segmentos cervical e lombar apresentam lordoses 
(curvaturas secundárias), enquanto os segmentos torácico e sacrococcígeo 
apresentam cifoses (curvaturas primárias). (KNOPLICH, 2003). 
 
CURVATURAS DA COLUNA VERTEBRAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para a realização da massagem é importante que o profissional saiba localizar as 
estruturas musculoesqueléticas da coluna e, para isso, o conhecimento de alguns 
pontos de referência pode ser bastante útil. 
Na cabeça, proeminências ósseas fornecem uma referência para a localização de 
importantes estruturas. O processo mastoide é um processo ósseo proeminente 
do osso temporal e está localizado posteriormente à orelha. É o ponto de inserção do 
músculo esternocleidomastoideo. (KNOPLICH, 2003). Outra região que merece 
destaque é a protuberância occipital externa, encontrada no osso occipital. Este se 
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estende caudalmente a partir da protuberância occipital externa e da borda posterior 
do forame magno. O ligamento nucal, próximo a esta região, se amplia desde a 
protuberância occipital externa e segue pelos processos espinhosos das vértebras 
cervicais. Este ligamento ajuda a fornecer um local para fixações musculares. 
(KNOPLICH, 2003). 
Dentre as vértebras cervicais destaca-se uma estrutura significativa, que é o processo 
transverso da segunda vértebra cervical (C2). Este ponto é identificado pela 
localização do ângulo da mandíbula. O processo transverso de C2 é encontrado 
entre o ângulo da mandíbula e o processo mastóideo. (KNOPLICH, 2003). 
Dentre os músculos da região anterior do pescoço, o esternocleidomastoideo é uma 
importante referência. Ele se origina no manúbrio do esterno e na clavícula e se insere 
no processo mastóideo do osso temporal e na linha nucal superior do osso occipital. 
Posteriormente, o músculo trapézio assume especial importância. 
Quando os ombros são elevados, este é facilmente visível. Ele se estende desde o 
crânio e ligamento nucal, passando pelos processos espinhosos das vértebras 
cervicais e torácicas, para se inserir na clavícula, assim como na espinha da escápula 
e acrômio. Também é preciso citar os músculos escalenos (anterior, médio e 
posterior), envolvidos na respiração e que servem como importantes pontos de 
referência para a localização das raízes do plexobraquial. Estes se originam nos 
processos transversos da quarta a sexta vértebras cervicais. 
Os escalenos anterior e médio se fixam ao primeiro arco costal, enquanto o escaleno 
posterior se fixa ao segundo arco costal. É possível palpar os três escalenos nos seus 
pontos de origem, como uma massa muscular. As raízes do plexo braquial estão 
localizadas no pescoço, entre os escalenos anterior e médio. (KNOPLICH, 2003). 
A massagem na região dos membros superiores envolve os grupos musculares mais 
superficiais. Os principais nervos e vasos sanguíneos dessa região estão localizados 
abaixo dos compartimentos musculares. A massagem nos membros superiores é 
especialmente importante para indivíduos que sofreram lesões por esforços repetitivos 
(LER/DORT), atletas e pacientes que tiveram câncer de mama. É importante ressaltar 
que uma boa anamnese deve ser realizada antes de iniciar qualquer tipo de 
massagem. (KNOPLICH, 2003; FRITZ, 2002). 
No ombro, a escápula e a clavícula são os mais relevantes pontos de referência 
ósseos. A clavícula pode ser localizada na região anterior e superior do tórax. A 
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escápula é um osso proeminente na região posterior do ombro, entre a segunda e a 
sétima costela. Ela se articula com a clavícula anteriormente e com o úmero, 
lateralmente. A borda medial da escápula pode ser deslocada para fora, juntamente 
com a borda inferior. 
A face anterior da escápula é mais bem palpada pela axila. A região posterior mais 
proeminente é a espinha da escápula, aproximadamente em T3, que serve como 
ponto de referência de superfície para dividir a face posterior da escápula nas porções 
supraespinhal e infraespinhal. A região lateral da espinha da escápula se alarga para 
formar o acrômio. (KNOPLICH, 2003; FRITZ, 2002). 
 
MÚSCULOS DA REGIÃO ANTERIOR E LATERAL DO PESCOÇO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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FONTE: Netter, 2000. 
 
 
 
 
MÚSCULOS DA REGIÃO ANTERIORDO PESCOÇO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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MÚSCULOS DA REGIÃO DORSAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE: Netter, 2000. 
 
Principais Estruturas Anatômicas da Coluna 
 
É de extrema importância que o profissional que realiza a massagem tenha um vasto 
conhecimento sobre os pontos de referência e dos grupos musculares da região da 
coluna, uma vez que essa área é a que mais necessita de massagem. A figura mostra 
as partes de uma vértebra. Nota-se que o processo espinhoso das vértebras 
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torácicas são mais pontiagudos que os da região lombar. 
Os corpos vertebrais também são de diâmetros diferentes, sendo mais largos na 
região lombar. Se uma vértebra apresentar-se rodada, consequentemente é 
provocada maior tensão nos tecidos adjacentes e em alguns casos pode-se observar 
perda do contato das facetas articulares, o que poderá diminuir a amplitude de 
movimento da coluna vertebral. (KNOPLICH, 2003; FRITZ, 2002). 
COLUNA VERTEBRAL 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE: Netter, 2000. 
 
Quando o indivíduo se senta e mantém a coluna flexionada é possível visualizar os 
processos espinhosos de praticamente todas as vértebras, mostrados na figura. A 
sétima vértebra cervical (C7) é a que mais se destaca. Com a flexão do pescoço, esta 
é facilmente vista e palpada na região da linha média. Quando o indivíduo está com a 
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cabeça em posição neutra e roda de um lado para o outro, a C7 move-se lentamente, 
enquanto o processo espinhoso de T1 não se move. A partir daí, então, é possível 
localizar as 12 vértebras torácicas abaixo, assim como as seis vértebras cervicais 
acima. 
Outro importante ponto de referência é o ângulo superior da escápula, que está a 
aproximadamente um dedo de distância do processo espinhoso de T1. (KNOPLICH, 
2003; FRITZ, 2002). O processo espinhoso de T3 está na altura da porção medial da 
espinha escapular. O processo espinhoso de T7 está a cerca de um dedo de distância 
abaixo do ângulo inferior da escápula. Logo abaixo de T12, as cinco vértebras 
lombares são visualizadas. Ao posicionar as mãos na crista ilíaca, com os polegares 
apontando em direção à coluna, os mesmos estarão no espaço discal L4/L5. 
(KNOPLICH, 2003; FRITZ, 2002). 
 
TECIDO MUSCULAR 
 
 
O tecido muscular é responsável pelos movimentos corporais. Existem três tipos de 
músculos no corpo humano: músculo estriado esquelético, músculo estriado cardíaco 
e músculo liso. (JUNQUEIRA, CARNEIRO, 1999). O músculo estriado esquelético é 
responsável pelos movimentos voluntários, tem contração forte e rápida. Exemplos 
desse tipo de músculo é o bíceps braquial, no braço, e o trapézio, localizado na região 
da coluna. 
O músculo estriado cardíaco está presente no coração e tem contração contínua e 
involuntária para realizar o bombeamento do sangue. O músculo liso não apresenta 
estrias e caracteriza-se por contrações lentas e involuntárias, sujeitas à ação do 
sistema nervoso autônomo. (JUNQUEIRA, CARNEIRO, 1999). 
Para focalizar o estudo para a Quick Massage, será enfatizado o músculo estriado 
esquelético. 
 
TIPOS DE FIBRA MUSCULAR 
 
 
 
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FONTE: Junqueira e Carneiro, 1999. 
 
Os músculos estriados esqueléticos representam cerca de 40 a 50% do peso corporal 
total. É formado por feixes de células cilíndricas longas e multinucleadas, com 
estriações transversais. Sua contração é rápida, vigorosa e está sujeita ao controle 
voluntário. Trata-se de estruturas individualizadas que cruzam uma ou mais 
articulações e pela sua contração são capazes de transmitir-lhes movimento. Os 
músculos transformam energia química em energia mecânica. (JUNQUEIRA; 
CARNEIRO, 1999). 
Os músculos estriados esqueléticos apresentam as seguintes estruturas: 
 
a) Ventre muscular: porção contrátil do músculo. É formado por fibras 
musculares e constituem o corpo do músculo. 
b) Tendão: formado por tecido conjuntivo, com grande quantidade de fibras 
colágenas. Tem a função de fixar o ventre muscular em ossos, no tecido subcutâneo 
e em cápsulas articulares. 
c) Aponeurose: assim como o tendão, é formada por tecido conjuntivo. 
Envolve grupos musculares e apresenta-se como leques ou lâminas. 
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d) Bainha tendínea: tem a função de conter o tendão, além de facilitar o seu 
deslizamento durante a contração muscular. Formam túneis entre as superfícies 
ósseas. 
e) Bolsa sinovial: estão localizadas entre os músculos, ou entre um 
músculo e um osso. Trata-se de pequenas bolsas revestidas por membrana serosa e 
possibilitam o deslizamento muscular. (DANGELO; FATTINI, 2011). 
 
 
PARTES DO MÚSCULO ESTRIADO ESQUELÉTICO: A: VENTRE MUSCULAR; B: 
TENDÃO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FONTE: Disponível em: . 
 
Os músculos são constituídos de fibras musculares envoltas por camadas de tecido 
conjuntivo: endomísio, perimísio e epimísio. A contração normal das fibras 
musculares é comandada por nervos motores que se ramificam no tecido conjuntivo 
do perimísio, onde cada nervo origina numerosas terminações. No local de inervação, 
o nervo perde sua bainha de mielina e forma uma dilatação que se coloca dentro de 
uma depressão da superfície da fibra muscular. (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 1999). 
Uma fibra nervosa pode inervar uma única fibra muscular ou se ramificar e inervar 
até mais de 100 fibras musculares. A fibra nervosa e as fibras musculares por ela 
inervadas formam uma unidade motora. A fibra muscular não é capaz de graduar sua 
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contração. Uma determinada fibra ou não se contrai ou se contrai com toda 
intensidade. As variações na força de contração do músculo são devidas às variações 
no número de fibras que se contraem em determinado momento. (JUNQUEIRA; 
CARNEIRO, 1999). A organização das fibras pode ser visualizada na figura. 
A coloração vermelha do músculo está associada à existência de pigmentos e de 
grande quantidade de sangue nas fibras musculares. (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 
1999). 
 
ORGANIZAÇÃO DA FIBRA MUSCULAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
. 
 
Dentre as funções dos músculos esqueléticos podemos destacar as seguintes: 
a. Produção de movimentos corporais: por intermédio da contração 
muscular, seja ela isométrica, concêntrica ou excêntrica, são produzidos diversos 
movimentos corporais, como por exemplo: abertura e fechamento da boca, flexão e 
extensão dos membros superiores e inferiores, movimentos da coluna, etc. 
b. Estabilização das posições corporais: as articulações são estabilizadas 
por diversas estruturas, como ligamentos e cápsula articular, mas os músculos 
exercem função imprescindível na estabilização, possibilitando a movimentação 
adequada, dentro da amplitude de movimento esperada. 
c. Produção de calor: a contração muscular resulta em produção de calor, 
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que é liberado pelo músculo e usado para a manutenção da temperatura corporal. 
(Junqueira; Carneiro, 1999). 
A célula muscular produz trabalho mecânico intenso e descontínuo, e para isso requer 
depósitos de compostos ricos em energiaquímica. A energia que pode ser mobilizada 
com mais facilidade é acumulada em ATP (adenosina trifosfato) e fosfocreatina, 
compostos ricos em energia de ligações de fosfato e armazenados na célula muscular. 
(JUNQUEIRA; CARNEIRO, 1999). 
Segundo Junqueira e Carneiro (1999), as fibras musculares esqueléticas podem ser 
classificadas de acordo com sua estrutura e composição bioquímica: 
 
a) fibras lentas ou tipo I: ricas em sarcoplasma, contendo mioglobina e com 
cor vermelho-escura, adaptadas para contrações continuadas. Sua energia é obtida 
principalmente da fosforilação oxidativa de ácidos graxos. 
b) fibras rápidas ou tipo II: adaptadas para contrações rápidas e 
descontínuas. Tem pouca mioglobina, o que garante uma coloração vermelho-clara. 
As fibras do tipo II podem ser divididas em tipos A, B e C, de acordo com suas 
características funcionais e bioquímicas, principalmente a estabilidade da 
actomiosina-ATPase que elas contêm. As fibras do tipo IIB são as mais rápidas e 
dependem principalmente da glicólise como fonte de energia. Esta classificação das 
fibras musculares é importante para a caracterização de algumas doenças musculares 
ou miopatias. 
Em relação à regeneração, o músculo esquelético tem uma pequena capacidade de 
reconstituição. As células satélites são responsáveis por esse processo. São 
mononucleadas, fusiformes, dispostas paralelamente às fibras musculares e dentro 
da lâmina basal que envolve as fibras. Após sofrerem uma lesão, essas células são 
ativadas, proliferam-se e se fundem umas às outras para formar novas fibras 
musculares esqueléticas. 
Em situação de exercício de alta intensidade, as células satélites também entram em 
mitose, fundindo-se com as fibras musculares preexistentes, o que contribui para a 
hipertrofia muscular. (JUNQUEIRA; CARNEIRO, 1999). 
 
Existem várias classificações quanto aos músculos esqueléticos. Eles podem ser 
divididos em nove grupos, denominados: cabeça, pescoço, tórax, abdome, região 
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posterior do tronco, membros superiores, membros inferiores, períneo e órgãos dos 
sentidos. (DANGELO; FATTINI, 2011). 
 
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