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19/02/2025 1 ANATOMIA RADIOGRÁFICA Profa.Me. Adrieli Neves 1 OBJETIVO Que ao final da aula o aluno conheça a IMAGEM RADIOGRÁFICA das estruturas dentais e reparos anatômicos da maxila e da mandibula, facilitando o diagnóstico de patologias com o auxílio de radiografias. 2 Por que temos de conhecer a anatomia da maxila e mandíbula e suas imagens radiográficas. • Estruturas normais X Patologias • Conhecimento anatômico/ Diagnóstico /Plano de Tratamento 3 “Para quem desconhece anatomia, patologia torna-se adivinhação”. Goaz et al. 4 ABSORÇÃO DOS RAIOS X ! COMPOSIÇÃO ! ESPESSURA ! DENSIDADE 5 IMAGEM RADIOPACA = CLARA IMAGEM RADIOLÚCIDA = ESCURA Freitas et al. 2013 6 19/02/2025 2 Os cristais sensibilizados formam uma película de prata escurecida ( região de tecidos moles que permitem a passagem dos raios-x ) São revelados no processamento Radiolúcido (escuro) 7 Os cristais não sensibilizados permanecem na sua forma original (tecidos mineralizados que impedem a passagem dos raios- x) São removidos no processamento Radiopaco (branco) 8 9 Estruturas dentais e periodontais • Esmalte • Dentina • Câmara pulpar • Canais radiculares • Cemento • Espaço do Ligamento Periodontal • Lâmina Dura • Crista óssea alveolar • Osso Alveolar 10 ESMALTE radiopaco. 11 DENTINA radiopaca 12 19/02/2025 3 CEMENTO Muito fino, não dá para ser observado 13 CÂMARA PULPAR Cavidade ocupada pela polpa coronária- Radiolúcida 14 CANAIS RADICULARES Canais ocupados pela polpa radicular- Radiolúcido 15 ESPAÇO PERIODONTAL Linha radiolúcida ao redor das raízes. Espaço ocupado pelo ligamento periodontal 16 ESPAÇO PERIODONTAL 17 LÂMINA DURA linha radiopaca fina que se continua com as cristas ósseas alveolares. 18 19/02/2025 4 LÂMINA DURA 19 CRISTA ÓSSEA ALVEOLAR linha radiopaca que contorna os alvéolos 20 CRISTA ÓSSEA ALVEOLAR 21 OSSO ALVEOLAR Chamado também de osso trabecular ou osso esponjoso. Osso na porção central do processo alveolar 22 OSSO ALVEOLAR 23 CANAIS NUTRITIVOS 24 19/02/2025 5 42 3 5 7 6 1 Atividade 25 ED P CO OA LP LD Atividade 26 27 28 29 FOSSA NASAL • região de incisivos superiores •áreas radiolúcidas SEPTO NASAL •espessa faixa radiopaca, que se estende do teto até o assoalho da mesma. CONCHAS NASAIS • Em alguns casos, observam-se, nas paredes laterias das fossas nasais, estruturas menos radiolúcidas que representam as conchas nasais inferiores. 30 19/02/2025 6 • Septo Nasal • Fossa Nasal • Conchas nasais 31 FOSSA SUB-NASAL É uma depressão óssea existente ao nível do ápice dos incisivos laterais e caninos, limitada posteriormente pela eminência canina. 32 SOMBRA DO NARIZ Observadas, em alguns casos, como uma área radiopaca sobreposta às raízes dos incisivos superiores ou ao osso alveolar, aumentando seu grau de radiopacidade. 33 ESPINHA NASAL ANTERIOR Localizada na linha média, é observada na porção inferior do septo nasal. 34 SUTURA INTERMAXILAR Sutura entre os dois processos maxilares. Aparece radiograficamente como uma linha radiolúcida na linha média. 35 CANAL INCISIVO Ou nasopalatino pode ser visto nas radiografias periapicais de incisivos superiores, como duas faixas radiolúcidas de forma ovalada, de largura e longitude variáveis. 36 19/02/2025 7 FORAME INCISIVO Situado à altura do rebordo alveolar, entre as raízes dos incisivos centrais superiores ou acima de seus ápices. 37 HÂMULO PTERIGÓIDEO 38 TUBER DA MAXILA 39 PROCESSO ZIGOMÁTICO DA MAXILA OSSO ZIGOMÁTICO área condensação óssea, onde a maxila se articula com o osso zigomático, apresentando-se radiopaca, em forma de “U” ou “V”. Posteriormente, a estrutura de menor radiopacidade, que é a imagem do osso zigomático. c 40 SEIO MAXILAR área radiolúcida de forma arredondada, ovóide ou multiloculada e contornos bem definidos por uma linha radiopaca delimitante. 41 SEIO MAXILAR - EXTENSÃO ALVEOLAR Extensão do seio maxilar com o soalho que contorna os dentes adjacentes. No paciente desdentado, a extensão alveolar pode constituir o próprio rebordo alveolar. 42 19/02/2025 8 SEIO MAXILAR - EXTENSÃO ANTERIOR Extensão do seio maxilar para a região de canino ou incisivos superiores. 43 SEIO MAXILAR - EXTENSÃO PARA O TUBER Extensão do seio em direção à tuberosidade da maxila 44 • Extensões do seio maxilar ALVEOLAR ANTERIOR POSTERIOR 45 SEIO MAXILAR - SEPTOS Septos ou trabéculas radiopacas 46 Y invertido de Ennis intersecção das linhas radiopacas correspondentes ao assoalho da fossa nasal com a parede anterior do seio maxilar, na região de canino. 47 ASSOALHO DA FOSSA NASAL 48 19/02/2025 9 W Sinusal 49 50 PROCESSO CORONÓIDE DA MANDÍBULA imagem radiopaca de contornos nítidos, de forma triangular, geralmente superposta à tuberosidade da maxila 51 52 53 54 19/02/2025 10 LINHA OBLÍQUA Bazzo, V. J. 55 LINHA MILOHIOÍDEA Bazzo, V. J. 56 FÓVEA SUBMANDIBULAR 57 BASE DA MANDÍBULA Bazzo, V. J. 58 CANAL MANDIBULAR Bazzo, V. J. 59 FORAME MENTONIANO 60 19/02/2025 11 61 Lesão periapical Forame mental 62 Vestibular Protuberância mental 63 Lingual Foramina lingual Tuberculos geni PROCESSOS GENI FORAMINA LINGUAL 64 65 FOSSETA MENTAL 66 19/02/2025 12 CANAIS NUTRITIVOS linhas radiolúcidas que representam os canais por onde passam a nutrição para o osso 67 CANAIS NUTRITIVOS 68 OBJETIVO Que ao final da aula o aluno conheça a IMAGEM RADIOGRÁFICA das estruturas dentais e reparos anatômicos da maxila e da mandibula, facilitando o diagnóstico de patologias com o auxílio de radiografias. 69 Watanabe, Plauto Christopher, A. e Emiko Saito Arita. Radiologia oral: texto e atlas. Disponível em: Minha Biblioteca, Editora Manole, 2021. Referência Bibliográfica 70