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FICHA PARA IDENTIFICAÇÃO 
PRODUÇÃO DIDÁTICO – PEDAGÓGICA 
TURMA - PDE/2012 
Título: PRÁTICAS APLICADAS AO ENSINO DOS SISTEMAS ABO E RH 
Autor ROSELY PERBELINI TOMIAZZI 
Disciplina/Área BIOLOGIA 
Escola de 
Implementação 
COLÉGIO ESTADUAL BARÃO DO RIO BRANCO 
Município da 
Escola 
JESUÍTAS 
Núcleo Regional 
de Educação 
ASSIS CHATEAUBRIAND 
Professora 
Orientadora 
DRA. ROSE MEIRE COSTA BRANCALHÃO 
Instituição de 
Ensino Superior 
UNIOESTE 
Relação 
Interdisciplinar 
PORTUGUÊS; ARTES; QUÍMICA 
Resumo 
A descoberta do sistema sanguíneo ABO e Rh foi um dos 
avanços da genética que muito contribuiu e ainda contribui para 
a evolução da medicina, principalmente a transfusional. A 
abordagem escolar dos temas transfusões, grupos sanguíneos, 
sistema ABO e Rh deve ir além da memorização dos genótipos 
e fenótipos, mostrando ao aluno a aplicabilidade na sua vida. 
Diante da complexibilidade e abstração desses conteúdos, os 
materiais didáticos são ferramentas fundamentais que podem 
favorecer a construção do conhecimento. O objetivo desta 
Unidade Didática foi levantar e analisar jogos e modelos 
didáticos presentes na literatura, a fim de fazer uma compilação 
dos mesmos e disponibilizá-los a professores e alunos a fim de 
auxiliar nos processos de ensino e aprendizagem. 
Palavras- chave Genética. Sistema Sanguíneo. Práticas Pedagógicas. 
Formato do 
Material Didático 
Unidade Didática 
Público Alvo Alunos do 3º ano matutino 
 
 
 
Práticas Aplicadas ao Ensino dos Sistemas ABO e Rh 
Rosely Perbelini Tomiazzi; Rose Meire Costa Brancalhão 
 
1. INTRODUÇÃO 
O sistema ABO e o Rh são sistemas antigênicos, cuja descoberta tem 
contribuído para a evolução da medicina, principalmente a transfusional, que se 
tornou segura e passou a ser utilizada para fins terapêuticos, como intervenções 
cirúrgicas, traumatismos, hemorragias digestivas, doenças sanguíneas, ou em 
outros situações em que haja grande perda de sangue. Em casos de dúvidas quanto 
à paternidade, os grupos sanguíneos também têm importância, uma vez que podem 
ser usados para sua exclusão. Ressalta-se que antes do seu conhecimento as 
transfusões eram heterólogas, ou seja, com sangue de espécies diferentes, como de 
animais para humanos, que foram consideradas criminosas e proibidas diante dos 
insucessos. Resultados positivos foram alcançados em transfusões homólogas, 
entre animais da mesma espécie, chegando à conclusão de que poderiam ser 
benéficas e salvar vidas. Ainda assim, um grande número de pessoas morria 
durante ou logo após as transfusões de sangue. A incompatibilidade sanguínea 
materno-fetal também foi uma das principais causas de morte de crianças após o 
nascimento. Sua importância reside na possibilidade da ocorrência da doença 
hemolítica do recém-nascido. 
No ensino de Biologia esse conhecimento é passado de forma abstrata o que 
dificulta o entendimento dos mecanismos de transmissão hereditária, envolvidos na 
determinação desses sistemas sanguíneos. E, assim, a dificuldade no entendimento 
desse conteúdo gera a necessidade de buscar alternativas metodológicas de ensino 
como jogos e modelos didáticos, no intuito de contextualizar e facilitar a 
aprendizagem. Neste sentido, esta Unidade Didática, direcionada aos alunos da 3ª 
série do Ensino Médio, apresenta jogos e modelos didáticos para o ensino do 
Sistema ABO e Rh, que podem facilitar o trabalho pedagógico e certamente auxiliar 
nos processos de ensino e aprendizagem. 
 
 
 
O que é o sangue? Para que serve? De que ele é formado? 
 2. DESENVOLVIMENTO 
 
2.1Sangue: Definição, Função e Constituintes 
 
 
 
O sangue é um tipo especial de tecido conjuntivo1, formado basicamente por 
células e uma matriz extracelular, o plasma. De consistência líquida este tecido vivo 
circula pelo corpo no interior de vasos sanguíneos (sistema circulatório fechado), 
levando oxigênio e nutrientes a todas as células, além de transportar hormônios, 
anticorpos e ajudar na retirada de resíduos metabólicos indesejados (excretas). A 
quantidade de sangue presente no corpo humano varia de 4 a 7 litros, dependendo 
do peso da pessoa, correspondendo a cerca de 6 a 8% (Atividade 01 – O que é o 
sangue?). 
O sangue é essencial à vida e uma perda súbita de grandes quantidades pode 
ocasionar dois problemas: a diminuição da pressão arterial, porque a quantidade de 
líquido remanescente nos vasos sanguíneos é insuficiente; e a redução no 
fornecimento de oxigênio ao organismo, porque o número de glóbulos vermelhos 
que o transporta diminuiu. Qualquer destes dois problemas pode ocasionar uma 
parada cardíaca ou mesmo a morte. 
A produção do sangue ocorre no interior dos ossos, especificamente, na 
medula óssea vermelha de ossos chatos, vértebras, costelas, quadril, crânio e 
externo. Entretanto, nas crianças, o sangue também é produzido em ossos longos, 
como o fêmur; com o desenvolvimento a medula óssea vermelha é gradativamente 
substituída por gordura, formando a medula óssea amarela. Já nos embriões, os 
principais locais de formação de células sanguíneas são fígado e baço. A produção 
 
1
Há quatro grandes grupos de tecidos: muscular, nervoso, conjuntivo e epitelial, que se organizam de 
forma específica, formando órgãos e sistemas. O tecido conjuntivo se caracteriza por atuar no 
preenchimento de espaços vazios estabelecendo continuidade entre os demais tecidos, fornecendo 
forma e sustentação ao corpo. Ele é constituído por células e uma rica matriz extracelular, sintetizada 
pelas próprias células; entretanto, existem variações na organização estrutural do conjuntivo, 
permitindo sua classificação em: conjuntivo propriamente dito (frouxo e denso), embrionário e 
especial (gorduroso, hematopoiético, cartilaginoso, ósseo). 
 
de sangue ocorre diariamente, já que a maioria de suas células constituintes 
apresenta um tempo de vida limitado. 
As células sanguíneas, que compõem os elementos figurados do sangue, são 
hemácias, leucócitos e plaquetas. Hemácias, eritrócitos ou glóbulos vermelhos são 
células anucleadas que na espécie humana tem a forma de discos bicôncavos 
responsáveis pelo transporte de gases, levam o oxigênio dos pulmões para os 
tecidos corpóreos e retiram o dióxido de carbono dos tecidos, levando-o aos 
pulmões, onde são expirados. Ressalta-se que a cor avermelhada desta célula é 
devido ao alto teor de hemoglobina, uma proteína que contém ferro e ao entrar em 
contato com o ar que inspiramos apresenta essa tonalidade. 
Essas células apresentam um tempo de vida de cerca de 120 dias, após isso, 
elas morrem pelo processo de morte celular programada ou apoptose e são 
repostas por novas, produzidas de forma contínua pela medula óssea, a partir de 
células tronco progenitoras. A quantidade de hemácias no sangue humano varia 
entre 4,5a 5 milhões/mm3de sangue. 
Leucócitos ou glóbulos brancos são células esféricas e nucleadas, em geral 
bem maiores que as hemácias. São classificados em neutrófilos, eosinófilos, 
basófilos, monócitos e linfócitos. Eles se originam a partir de linhagem de células 
tronco mielóides e linfóides e fazem parte da linha de defesa do organismo, sendo 
acionados em casos de infecções, para que cheguem aos tecidos na tentativa de 
destruírem potenciais agressores, como vírus e bactérias. Na espécie humana o 
número de leucócitos varia de 4.500 a 6.000/mm3 de sangue. 
As plaquetas são fragmentos citoplasmáticos originados da medula óssea 
vermelha a partir de células denominadas megacariócitos, as quais têm origem a 
partir de células tronco mielóides, e que tomam parte no processo da coagulação 
sanguínea, agindo nos sangramentos (hemorragias), graças à ação de proteínas 
chamadas protrombina e fibrinogênio. A quantidade de plaquetas varia em torno de 
200 a 400 mil/mm3de sangue 
O plasma, líquido de coloração amarelo palha, abrange cerca de 50% a 60% 
do volume sanguíneo, enquantoa porção celular 40% a 50%. É através dele que 
circulam no organismo substâncias importantes à vida das células. Ele é composto 
de: água (91% a 92%); proteínas (7% a 8%), como albumina, globulinas e 
fibrinogênio; sais minerais; açúcares; lipídios; aminoácidos; hormônios; vitaminas; e 
gases diluídos (1% a 2%). A função do plasma é transportar os elementos figurados, 
bem como as substâncias dissolvidas, pelo corpo, permitindo às células receberem 
os nutrientes e metabólitos necessários à vida, além de propiciar a eliminação de 
substâncias tóxicas geradas no metabolismo. São também através do plasma que 
se transportam para todo o corpo medicamentos ingeridos (Atividade 2 – 
Conhecendo o sangue). 
 
2.2 Sangue na Escala Zoológica 
 
 
 
 
O sangue varia de acordo com a estrutura da espécie animal, seu tipo de vida 
e suas necessidades fisiológicas. Nos protozoários e metazoários mais simples não 
existem líquidos sanguíneos e, por terem tamanho reduzido e grande proximidade 
com o meio, o oxigênio penetra no corpo destes animais por difusão. Nas esponjas e 
nos celenterados, a própria água fornece os nutrientes. Em animais maiores e mais 
complexos a assimilação de nutrientes e de oxigênio exige um sistema circulatório 
mais desenvolvido que difere entre os vários grupos. 
Entre os artrópodes e os vertebrados há uma diferença muito importante. Neste 
há uma grande quantidade de células (glóbulos brancos e vermelhos) e nos 
artrópodes essa quantidade é bem reduzida e o sangue, conhecido como hemolinfa, 
é uma substância de composição similar à do plasma sanguíneo dos vertebrados. 
Em alguns vermes, equinodermos e moluscos, assim como entre os 
crustáceos, insetos e aracnídeos, principalmente, também há a presença da 
hemolinfa, que muitas vezes contém hemoglobina (com ferro, de cor vermelha) e, 
em algumas espécies, pigmentos respiratórios como a hemocianina (com cobre, de 
cor azulada) ou a clorocruorina (com ferro, de cor esverdeada), própria dos 
poliquetas, que são vermes marinhos. 
Nos crustáceos e nos aracnídeos a hemolinfa possui coloração azulada devido 
ao pigmento respiratório hemocianina. Essa substância guarda semelhança com a 
hemoglobina, encontrada em anelídeos e vertebrados. Insetos, quilópodos e 
diplópodos não possuem pigmentos respiratórios. 
Todos os animais têm sangue? Sua constituição é a mesma? 
 
Nos vertebrados, a hemoglobina está presente no citoplasma das hemácias e 
variam em número, forma e tamanho de uma classe animal para outra. Dessa forma, 
em certos anfíbios, essas células são volumosas e ovaladas, enquanto em outros 
são menores e arredondadas. Nos mamíferos, as hemácias perdem o núcleo, 
motivo pelo qual seu tempo de vida, comparado ao de outras células sanguíneas, é 
curto. 
 
2.3 Relação Antígeno-Anticorpo 
 
 
 Você já ouviu falar em antígeno e anticorpo? Sabe o que são e para que servem? 
 
Como já vimos, existem em nosso corpo certos tipos de glóbulos brancos, 
chamados Linfócitos. Sua função é produzir proteínas especiais denominadas 
anticorpos. Quando algum microrganismo ou outra substância estranha, como vírus, 
bactérias, organismos procarióticos ou eucarióticos parasitam o indivíduo ou suas 
células, os linfócitos entram em ação e passam a produzir anticorpos contra os 
invasores. 
Podemos dizer que todas as substâncias que entram no organismo e que 
induzem à formação de anticorpos chamam-se antígeno. Os antígenos são 
moléculas naturais ou sintéticas que podem ser inofensivas ou nocivas para o 
organismo. 
Em geral, a reação do anticorpo com o antígeno acaba causando a destruição 
ou inativação do antígeno. Essa reação de defesa é fundamental para proteger 
nosso organismo contra o constante assédio de microorganismos causadores de 
doenças. 
Em alguns casos, os anticorpos já existem no tecido sem ter havido a 
penetração do antígeno. É o que ocorre no sangue humano e no plasma onde 
existem anticorpos específicos para determinados antígenos presentes em 
hemácias. 
 
2.4 Classificação dos grupos sanguíneos no sistema ABO 
 
 
 
 
 
No final do século XIX, esta especulação levou o pesquisador Austríaco 
chamado Karl Landsteiner, com a ajuda de outros cientistas, a iniciar experimentos 
que o levou a descoberta do sistema de grupos sanguíneos ABO. Em trabalhos com 
transfusões sanguíneas em indivíduos da espécie humana, percebeu que quando 
misturava alguns tipos diferentes de sangue poderia ocorrer incompatibilidade entre 
eles, resultando na aglutinação (formação de aglomerados) das hemácias, muitas 
vezes seguidas de morte! Ele pode verificar a ocorrência de reações do tipo 
antígeno-anticorpo, que provocava o bloqueio de sangue, com formação de 
coágulos em vaso de pequeno calibre. Mas, ao mesmo tempo, verificou que muitas 
transfusões eram compatíveis. Durante suas pesquisas descobriu que as hemácias 
podem ter, ou não, inseridas em suas membranas, dois tipos de antígenos, que ele 
chamou de A e B, e que no plasma, podem existir, ou não, dois tipos de anticorpos, 
denominados anti-A e Anti-B. O anticorpo recebeu o nome de aglutinina e o antígeno 
de aglutinogênio. 
Essa descoberta resultou no sistema de grupos sanguíneos ABO e foram 
determinados quatro grupos sanguíneos na espécie humana (A, B, AB e O), 
conforme a presença ou ausência dos aglutinogênios e das aglutininas. 
O sangue do grupo A apresenta um antígeno chamado aglutinogênio A e um 
anticorpo chamado de aglutinina anti-B.O sangue do grupo B apresenta um 
antígeno chamado aglutinogênio B e um anticorpo chamado de aglutinina anti-A. O 
sangue do grupo AB apresenta os dois antígenos chamados aglutinogênios A e B, 
não tendo nenhuma aglutinina.O sangue do grupo O não tem nenhum 
aglutinogênio, porém apresenta as duas aglutininas anti-A e anti-B(Atividade 3- 
Sistema Sanguíneo ABO: Modelo Didático). 
 
 
 
 
 
Será que indivíduos dentro de uma mesma espécie apresentam diferenças, 
mesmo que muito pequenas no sangue? 
 
http://www.infoescola.com/sangue/sistema-abo/
http://www.infoescola.com/sangue/hemacias/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2.5 Compatibilidade entre os grupos sanguíneos 
 
 
 
 
Nas doações de sangue, cada pessoa só pode receber ou doar um tipo de 
sangue específico. Um erro de transfusão pode ocasionar reações que levam à 
morte. A compatibilidade entre os vários tipos de sangue tem a ver com a reação 
entre aglutinogênio e aglutininas. Uma pessoa que tem sangue com um tipo de 
aglutinina não pode receber sangue com o aglutinogênio correspondente. 
Assim, pessoas do grupo A, que tem em suas hemácias o aglutinogênio A, não 
podem receber sangue que tenha em seu plasma a aglutinina anti-A. O mesmo 
ocorre com as pessoas do grupo B, em relação ao aglutinogênio B. Se a pessoa é 
do grupo AB não tem nenhuma aglutinina em seu plasma podendo receber sangue 
de todos os grupos. Pessoas do grupo sanguíneo O, que possuem aglutininas anti-A 
e anti-B, só podem receber sangue do mesmo grupo, porém podem doar a todos os 
outros porque não possuem aglutinogênios (Atividade 4 - Simulação de uma 
transfusão sanguínea: modelo didático e Atividade 5 - Transfusões 
Sanguíneas). 
O sistema ABO é o de maior importância na prática transfusional por ser o mais 
antigênico, ou seja, por ter maior capacidade de provocar a produção de 
anticorpos,que atuam na defesa do nosso organismo, seguido pelo sistema Rh 
(positivo e negativo). A incidência destes grupos varia de acordo com as diferentes 
populações humanas, pois se trata de um fator hereditário. Essa descoberta foi 
Curiosidade: Os antígenos do sistema ABO não estão presentes apenas 
na membrana das hemácias. Podem ser encontrados também em células 
como os linfócitos, plaquetas, capilares venosos e arteriais, medula óssea, 
além de secreções e líquidos como a saliva, urina e leite. Os anticorpos 
naturais (anti-A e anti-B) começam a ser produzidos pelo organismo 
humano somente após o nascimento,a partir do terceiro mês de vida, 
atingindo seu máximo na adolescência. Se um deles for encontrado no 
sangue do cordão umbilical, presume-se que são do sangue materno 
(Robinson, et al., 2006). 
 
Quem pode doar para quem? Como os tipos sanguíneos combinam-se entre 
si? 
muito importante para o avanço das transfusões sanguíneas, pois a 
incompatibilidade sanguínea entre o doador e o receptor pode causar sérios 
prejuízos à saúde do receptor. 
 
2.6 Genética dos grupos sanguíneos do sistema ABO 
 
Os grupos sanguíneos do sistema ABO são determinados por um lócus no 
cromossomo 9. Esse sistema possui propriedades de isoaglutinação, por isso a 
representação dos alelos é feita com a letra “I”, se referindo a aglutinação do sangue 
ocorrido na transfusão entre indivíduos de uma mesma espécie, mas com tipos 
sanguíneos diferentes. 
A presença ou ausência de aglutinogênios no sangue das pessoas é 
determinada pelos genes IA, IB e i que interagem dois a dois para caracterizar um 
fenótipo (A, B, AB ou O). Os genes IA e IB condicionam respectivamente a presença 
do aglutinogênio A e B nas hemácias. Um terceiro gene não condiciona presença de 
aglutinogênio, i. Se uma pessoa possui o genótipo IAIA e outra pessoa apresenta o 
genótipo IAi, as hemácias de ambas apresentam o aglutinogênio A, ou seja, elas 
apresentam tipo sanguíneo A. Algo semelhante ocorre no caso de pessoas de tipo 
sanguíneo B. Mas as pessoas de tipo AB possuem genótipo IAIB, pois não há 
dominância entre esses dois genes. Essas pessoas são capazes de sintetizar tanto 
o aglutinogênio A como o B. Por fim, uma pessoa do tipo O possui genótipo ii, ou 
seja, não possui as enzimas necessárias para a fabricação de nenhum dos dois 
aglutinogênios. O gene i é recessivo em relação aos outros dois e não ocorre 
dominância entre os genes IA e IB (Atividade 6 - Modelo Didático de Combinação 
dos Alelos IA, IB e I e Atividade 7 - Desvendando os Grupos Sanguíneos). 
Resumindo: 
Alelo Função Fenótipo Genótipo 
IA síntese de aglutinogênio A A IAIA ou IAi 
IB síntese de aglutinogênio B B IBIB ou IBi 
IA e IB síntese de aglutinogênio A e aglutinogênio B AB IAIB 
i não sintetiza aglutinogênio O ii 
Fonte: . 
 
 
http://www.infoescola.com/genetica/alelos/
http://www.infoescola.com/sangue/sistema-abo/
 Curiosidade: Você sabia que existe atualmente cerca de 30 grupos sanguíneos 
reconhecidos?2 
 
 
2.7 Sistema ABO e Fenótipo Bombaim 
 
Os tipos sanguíneos são diferenciados pelos antígenos presentes em células 
sanguíneas de uma pessoa. Os antígenos A e B são glicídios ligados a lipídios que 
se projetam na superfície das hemácias, produzidos a partir de um precursor, 
chamado substância H. Indivíduos HH ou Hh sintetizam uma enzima que é 
responsável pela formação do antígeno H que será transformado em antígeno A ou 
B. Raramente essa substância H pode estar ausente, não havendo a síntese do 
antígeno H e neste caso o indivíduo (hh) manifesta um fenótipo de sangue O 
independentemente do seu genótipo. 
Os indivíduos de genótipo hh apresentam o fenótipo O, porém possuem 
alelos IA, IB ou IAIB. São conhecidos como “falso O” ou “fenótipo Bombaim”. A 
incidência destes casos é maior na Índia, principalmente em Mumbai, também 
chamada de Bombaim – justificando o nome dado a este fenômeno. Por não 
apresentarem antígenos, podem doar sangue para qualquer outro grupo sanguíneo 
(com compatibilidade Rhesus positivo ou negativo), pois não há temor de uma 
reação antígenos-anticorpo, mas eles devem receber só sangue hh, para não 
ocorrer uma reação transfusional hemolítica que pode ser fatal. 
 
2.8 O sistema de grupo sanguíneo Rh 
 
Foi no século XX que a transfusão de sangue, adquiriu bases mais científicas. 
Em 1900 foram descritos os grupos sanguíneos A, B e O por Landsteiner e em 1902 
o grupo AB por DeCastello e Starli. A descrição do sistema Rh foi posterior (1940), 
por Landsteiner e Wiener. (BATISTETI et al., 2007). 
 
2
Para conhecê-los acesse o site: 
. 
 
http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/BUOS-8QSJLU/disserta_o_final.pdf?sequence=1
http://www.bibliotecadigital.ufmg.br/dspace/bitstream/handle/1843/BUOS-8QSJLU/disserta_o_final.pdf?sequence=1
Quase quatro décadas após a descoberta do sistema de grupo sangüíneo 
ABO, Karl Landsteiner e Wiener descobriram outro fato que revolucionou a prática 
da medicina transfusional. Foi a identificação de mais uma proteína (antígeno D) na 
membrana plasmática das hemácias, observado no sangue de macacos da espécie 
Rhesus e também em humanos. Essa proteína recebeu o nome de fator Rh por ter 
sido encontrada primeiramente nessa espécie de macacos. 
Analisando o sangue de muitas pessoas verificou-se que cerca de 85% delas 
possuem o fator Rh em suas hemácias e 15% não possuem. As que apresentam o 
fator Rh são identificados como Rh+ (Rh positivas) e as que não apresentam o 
antígeno Rh são denominadas Rh-(Rh negativas). É importante conhecer o tipo 
sanguíneo em relação ao sistema Rh, pois também nesse caso podem ocorrer 
reações de incompatibilidade em transfusões de sangue. 
No plasma não ocorre naturalmente o anticorpo anti-Rh, no entanto, pode ser 
formado se uma pessoa do grupo Rh-, receber sangue de outra que pertença ao 
grupo Rh+. Um humano do grupo sanguíneo Rh+ pode receber transfusão de 
sangue tanto do fator Rh+ quanto do Rh-; já as pessoas do fator Rh- podem somente 
receber sangue Rh-. O gene R, dominante, determina a presença do fator Rh, 
enquanto o gene r, recessivo, condiciona a ausência do referido fator (Atividade 8 - 
Modelo Didático para o Fator Rh) 
O fator Rh, além de ser importante nas transfusões sanguíneas, influencia na 
gravidez de mulheres Rh-, que tenham tido contato com sangue Rh+, através do 
sangue Rh+ do pai que poderá gerar um filho Rh+. Essa situação pode ocasionar a 
“Eritroblastose Fetal” ou “Doença Hemolítica do Recém-Nascido”. Essa doença é 
caracterizada pela destruição das hemácias do feto ou do recém-nascido. Durante a 
gestação ocorre passagem, através da placenta, apenas de plasma da mãe para o 
filho e vice-versa. Entretanto, podem ocorrer acidentes vasculares na placenta, o 
que permite a passagem de hemácias do feto para a circulação materna. Se o feto 
possui sangue fator Rh positivo os antígenos existentes em suas hemácias 
estimularão o sistema imune materno a produzir anticorpos anti-Rh que ficarão no 
plasma materno e podem provocar a destruição das hemácias fetais. Como a 
produção de anticorpos é lenta, num primeiro filho não causaria problemas, mas a 
partir da segunda gestação ou após a sensibilização por transfusão sanguínea, se o 
filho for Rh positivo novamente, o organismo materno já conterá anticorpos para 
aquele antígeno e o feto poderá desenvolver a Eritroblastose Fetal. 
É importante que a situação seja diagnosticada a tempo, como diagnóstico da 
tipagem sanguínea da mãe e do pai antes ou durante a gestação para que seja 
efetuado o tratamento mais adequado para evitar complicações com o bebê. Após o 
nascimento da criança toma-se medida profilática injetando, na mãe Rh-, soro 
contendo anti-Rh. A aplicação logo após o parto destrói as hemácias fetais que 
possam ter passado pela placenta no nascimento, ou antes, evitando-se assim, a 
produção de anticorpos. Cada vez que um filho nascer e for Rh+ deve-se fazer nova 
aplicação, pois novos anticorpos serão formados. (Atividade 9 - Herança dos 
Grupos Sanguíneos: “Eritroblastose Fetal”; Atividade 10 – Determinando os 
grupos Sanguíneos e Atividade 11 – Na Trilha do Sangue). 
 
 
3. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O ensino de biologia entre nós, ainda como reflexo da importância dos 
currículos dos anos de 1960, limita-se a apresentar a ciênciacompletamente desvinculada de suas aplicações e das relações que tem 
com o dia-a-dia do estudante, amplamente determinado e dependente da 
tecnologia (Krasilchik, 2005, p.185). 
 
 Há necessidade de alterações nas metodologias utilizadas em sala de aula, 
visando aumentar a participação dos alunos. A elaboração de materiais didáticos 
que auxiliem o processo ensino-aprendizagem em genética é de extrema 
importância e se faz necessário, já que os conteúdos nessa área são de difícil 
compreensão devido a sua abstração. Os jogos e modelos didáticos podem ajudar a 
torná-los mais entendíveis e significativos porque simula o conteúdo teórico. A 
utilização de materiais alternativos favorece o interesse e estimula a participação 
dos alunos. 
 Os temas relacionados aos sistemas ABO e Rh são complexos e de difícil 
contextualização. A importância do seu estudo só se justifica se o aluno for capaz de 
trazer os conhecimentos adquiridos para o seu cotidiano e aplicá-los às suas 
necessidades. 
 Portanto, com a elaboração deste material pretende-se reunir num só local, 
jogos e modelos didáticos, que possam auxiliar professores e alunos no ensino 
aprendizagem dos sistemas ABO e Rh. 
 
4. REFERÊNCIAS 
 
ASSIS, Francisca Vanessa; MILLAN, Débora C., NUTTI, Juliana Zantut. Brincando 
com a Genética: um roteiro para utilização de jogos didáticos. Biblioteca digital de 
ciências, 25 out. 2010. Disponível em: 
. Acesso 
em: 26 set. 2012. 
 
BASTOS, Rafael Wesley; MARTINELLI, Fernanda Silva; TAVARES, Mara Garcia. 
Brincando com o sistema sanguíneo: proposta alternativa para o ensino dos 
grupos sanguíneos ABO. Disponível em: 
. Acesso em: 21 ago. 2012. 
 
BATISTETI, Caroline Belotto, et al. O sistema de grupo sanguíneo Rh. Filosofia e 
História da Biologia, v. 2, p. 85-101, 2007. 85. Disponível em: 
. 
Acesso em: 06 ago. 2012. 
 
BIZZO, Nélio. Novas Bases da Biologia: Ensino Médio. v. 3. São Paulo: Ática, 
2010. 
 
ESQUISSATO, Giovana Natiele Machado; ARRUDA, Gisele; SOARES, Maria 
Amélia Menck. Modelo Didático para o Fator Rh. Encontro Internacional de 
Produção Científica. Cesumar, Maringá, 2007. Disponível em: 
. Acesso em: 18 set. 2012. 
Estudo Comparativo da Evolução das Células Nervosas Entre os Diversos 
Filos do Reino Animalia. Disponível em: 
. Acesso em: 29 
out. 2012. 
FUNDAÇÃO PRÓ-SANGUE, Hemocentro de São Paulo. Nosso Produto: O 
sangue. Disponível em: 
. Acesso em 25 set.2012. 
 
HEMOAM, Fundação de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas. Tipos 
sanguíneos. Disponível em: 
. Acesso em 25 set. 2012. 
 
JUNIOR, Edimar O. de Campos, et al. Sistema Sanguíneo sem Mistério: uma 
proposta alternativa. Disponível em: 
. Acesso em: 21 ago. 2012. 
 
LIMA, Celso Piedemonte. Genética Humana. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1996. 
 
LOPES. Sônia; ROSSO, Sergio. Biologia - volume único. 1 ed. São Paulo : 
Saraiva, 2005. 
http://geneticanaescola.com.br/wp-home/wpcontent/uploads/2012/10/Genetica-na-Escola-52-Artigo-09.pdf
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http://www.abfhib.org/FHB/FHB-02/FHB-v02-06-Caroline-Batistete-et-al.pdf
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OTTO, Priscila Guimarães; OTTO, Paulo Alberto; FROTA, Oswaldo Pessoa. 
Genética humana e clínica. São Paulo: Roca, 1998. 
 
PARANÁ, Secretaria de Estado da Educação. Diretrizes curriculares de biologia 
para a educação básica. Curitiba, 2008. 
ROBINSON, Wanyce Miriam; OSÓRIO, Maria Regina Borges. Genética para 
Odontologia. São Paulo: Artmed, 2006. 
ROCHA, Jessé Ribeiro. et al. Histórico, evolução e correlação da transfusão 
sanguínea com os principais animais domésticos: revisão literária.Revista Científica 
Eletrônica de Medicina Veterinária – Issn: 1679-7353 Ano VII – Número 13 – Julho 
de 2009 – Periódicos Semestral. Disponível em: 
. Acesso em 28 nov. 2012. 
 
SANTOS, Fernando Santiago dos. et al. Ser protagonista. v. 3. São Paulo: Edições 
SM, 2010. 
 
TOLEDO, Maria Inez Melo de. Módulo didático de Biologia. Disponível 
em:. Acesso em 10 nov. 2012. 
 
UNICAMP. Overview. Disponível em: 
. Acesso em: 29 out. 2012. 
 
VALLE, Juliana do. Pratica-tipagem-sanguinea. Disponível em: 
. Acesso em 25 ago. 2012. 
 
VILELA, Marina Ramos. A produção de atividades experimentais em genética no 
ensino médio. Belo Horizonte, 2007. Disponível em: 
. Acesso em 30 out. 2012. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.revista.inf.br/veterinaria13/revisao/rev03.pdf
http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/documentos/md/em/biologia/2010-08/md-em-bi-18.pdf
http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/documentos/md/em/biologia/2010-08/md-em-bi-18.pdf
http://www.unicamp.br/cipoi/lic/overview.htm
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAfjIAL/%3e.%20%20Acesso%20em%2025%20ago.%202012
ATIVIDADE 01 – O QUE É O SANGUE? 
 
OBJETIVO: 
 Conhecer os constituintes do sangue e suas respectivas funções. 
 
MATERIAL: 
 Computador ou outra mídia para assistir o vídeo “O QUE É O SANGUE?” 
 Endereço eletrônico: 
 
MÉTODO: 
 
1. O vídeo tem duração de 10 minutos e 54 segundos e explica o sangue de forma 
clara e objetiva, seu trajeto no corpo humano, constituintes e as funções 
associadas. Também faz breves considerações sobre transfusões e tipos 
sanguíneos e pode ser utilizado para introduzir o conteúdo da aula. 
2. No tempo de 8 minutos e 12 segundos o vídeo apresenta os sistemas Rh e ABO, 
possibilitando ao professor fazer os devidos destaques com relação a Unidade. 
 
 
 
ATIVIDADE 2-CONHECENDO O SANGUE 
 
OBJETIVO: 
 Conhecer os constituintes do sangue e suas respectivas funções. 
 
MATERIAL: 
 01 dado 
 04 objetos pequenos, de 
cores diferentes, para 
servirem de peões 
 01 tabuleiro 
 01 folha de resposta 
 Obs.: material suficiente para um grupo 
de 5 alunos
 
MÉTODO: 
1. Formar grupos de 5 alunos e distribuir o material solicitado. 
2. Cada grupo deve escolher um aluno para ser o tutor, que vai conferir as respostas na 
folha de respostas. 
3. Cada um deve pegar um peão e posicionar na casa “Início”. 
4. Jogar o dado. O aluno que tirar o maior número começará a rodada. 
5. Quando pararem em uma casa com informações, devem ler e responder em voz alta 
(quando houver questões), para que o tutor confira as respostas. 
6. Se acertarem a questão, avancem uma casa, se errarem, voltem duas casas. 
7. Vence o aluno que chegar primeiro a casa “Final”. 
 
FOLHA DE RESPOSTAS: 
1- 
2- Medula óssea. 
3- No fígado e no baço. 
4- 
5- Porque as hemácias contêm um pigmento chamado hemoglobina, rica em ferro que 
em contato com o oxigênio que inspiramos, apresenta a tonalidade vermelha. 
6- Glóbulos brancos (leucócitos), glóbulosvermelhos (hemácias ou eritrócitos), 
plaquetas e plasma. 
7- 
8- Transporte de nutrientes até as células, retirada de resíduos para fora dos tecidos e 
transporte de oxigênio e gás carbônico. 
9- Transporte de oxigênio dos pulmões até os tecidos. 
10- 
11- Defesa do organismo. 
12- Hemácia. 
13- Plasma. 
14- Formar um coágulo que pare o sangramento em locais danificados dos vasos 
sanguíneos. 
15- 
 
 
 
 
Tabuleiro 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quais são os 
constituintes do 
sangue? 
 
6 
Nos embriões, antes 
dos ossos se 
formarem, em quais 
órgãos o sangue é 
produzido? 
3 
 
 
Cite as funções do 
sangue em nosso 
organismo. 
 
8 
 
Alerta! Falta ferro no 
seu sangue. Você 
pode estar com 
anemia Recue 2 
casas. 
7 
 
 
Por que o sangue é 
vermelho? 
 
 
5 
 
 
Qual é a função dos 
glóbulos brancos? 
 
 
11 
 
 
As hemácias são 
especificamente 
responsáveis pelo... 
 
9 
 
 
09 
 
Você sabia que as 
hemácias velhas são 
destruídas no 
fígado? Avance 2 
casas. 
10 
 
 
 
 
Qual é a célula do 
sangue que não tem 
núcleo? 
 
12 
Transporto nutrientes, 
impurezas e sou 
responsável pela 
circulação das células 
sanguíneas. Sou o... 
 
13 
 
 
 
Qual é a função das 
plaquetas? 
 
14 
O nível de leucócitos 
em seu sangue está 
baixo. Seu organismo 
pode ser invadido por 
microorganismos. 
Recue 3 casas. 
15 
 
Sou a principal 
fábrica de sangue. 
Sou a... 
 
2 
 
INÍCIO 
Você sabia que o 
sangue representa cerca 
de 7% do peso corporal 
de um indivíduo adulto. 
Para conhecer melhor o 
sangue caminhe 1 casa! 
 
1 
Você está com baixo 
volume sanguíneo. 
Sua pressão arterial 
diminuiu. Fique uma 
rodada sem jogar! 
4 
 
 
 
CHEGADA 
ATIVIDADE 3- SISTEMA SANGUÍNEO ABO: MODELO DIDÁTICO 
 
Fonte: BASTOS, Rafael Wesley; MARTINELLI, Fernanda Silva; TAVARES, Mara Garcia. 
Genética na Escola. Brincando com o sistema sanguíneo: proposta alternativa para o 
ensino dos grupos sanguíneos ABO. 2010. Disponível em: 
http://geneticanaescola.com.br/vol-v2-artigo-09/. Acesso em 25 de ago. 2012. 
 
 
OBJETIVO: 
 Conhecer os fundamentos bioquímicos relacionados ao sistema sanguíneo ABO. 
 
MATERIAIS: 
 20 bolas pequenas de isopor; 
 01 caixa de palitos de madeira (tipo: 
de dente); 
 40 miçangas vermelhas e 40 azuis 
ou duas cores diferentes; 
 02 rolos pequenos de fitas adesivas 
coloridas (das mesmas cores das 
miçangas); 
 01 frasco pequeno de tinta (guache 
ou acrilex) azul e 01 vermelho; 
 04 caixinhas que podem ser feitas 
de papel ou pratos de papelão 
(serão utilizadas para as simulações 
sanguíneas). 
 
 
MÉTODO: 
1. Pintar as bolas de isopor de vermelho, representando as hemácias. 
2. Os palitos “de dente” representarão os anticorpos e os antígenos. Metade deve ser 
coberto com fita adesiva vermelha e a outra metade com fita adesiva azul. As 
pontas devem permanecer descobertas e serem pintadas da mesma cor da fita 
adesiva. Nos palitos que representam os antígenos deve ser encaixada, em uma de 
suas pontas, uma miçanga da mesma cor da fita adesiva. Os palitos que 
representam os anticorpos permanecerão sem as miçangas. 
3. Fixar os palitos com miçangas (antígenos) nas hemácias, pela ponta sem miçanga. 
As hemácias e os anticorpos (palitos sem miçangas) deverão ser colocados dentro 
das caixinhas. Portanto, deve-se montar 4 caixinhas ou pratos, cada uma delas 
representando um tipo sanguíneo, como mostram a Tabela 1 e a Figura 1. 
 
Tabela 1. Representação dos grupos sanguíneos do Sistema ABO 
Tipo Sanguíneo Cor do Palito c/ Miçanga 
(Antígeno) 
Cor do Palito s/ Miçanga 
(Anticorpo) 
A (Fig. 1A) Vermelho Azul 
B (Fig. 1B) Azul Vermelho 
AB (Fig. 1C) Vermelho e Azul Nenhum 
O (Fig. 1D) Nenhum Vermelho e Azul 
 
 
 
 
 
 
http://geneticanaescola.com.br/vol-v2-artigo-09/
 
 
 
Figura 1. Representação dos 
Tipos Sanguíneos: A (A), B 
(B), AB (C) e O (D). Bolas de 
isopor (hemácias); palitos 
vermelhos com miçangas 
(antígeno A); palitos azuis 
com miçangas (antígeno B); 
Palitos vermelhos sem 
miçangas (anticorpo anti-A); 
palitos azuis sem miçangas 
(anticorpo anti-B). 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE 4- SIMULAÇÃO DE UMA TRANSFUSÃO SANGUÍNEA: MODELO DIDÁTICO 
 
Fonte: BASTOS, Rafael Wesley; MARTINELLI, Fernanda Silva; TAVARES, Mara Garcia. 
Genética na Escola. Brincando com o sistema sanguíneo: proposta alternativa para o 
ensino dos grupos sanguíneos ABO. 2010. Disponível em: 
http://geneticanaescola.com.br/vol-v2-artigo-09/. Acesso em 25 de ago. 2012. 
 
 
OBJETIVO: 
 
 Compreender como ocorre uma transfusão sanguínea. 
 
MATERIAIS: 
 
 Os mesmos da Atividade 3 “Sistema Sanguíneo ABO: Modelo Didático”. 
 
 
MÉTODO: 
 
1. Repetir o método dos itens 1 a 3 da Atividade 3. 
2. Para representar uma transfusão sanguínea em que não há aglutinação de 
hemácias, basta montar duas caixinhas com sangues do mesmo tipo, por exemplo, 
sangue A, e depois “transportar” as hemácias de uma caixinha para a outra. Como 
os antígenos (palitos com miçangas) são de cores diferentes dos anticorpos (palitos 
sem miçangas), eles não se ligarão e, portanto, não ocorrerá aglutinação. 
Obs. 1: Apesar de não haver separação de células durante as transfusões sanguíneas, os 
anticorpos do doador (palitos sem miçanga), não precisam ser transportados de uma 
caixinha para a outra, durante a demonstração, porque esses anticorpos diluem-se no 
plasma do receptor e por isso não estão envolvidos diretamente no processo de aglutinação. 
3. Para representar uma transfusão sanguínea em que ocorre aglutinação, deve-se 
montar duas caixinhas com sangues de tipos diferentes, por exemplo, sangue A e 
sangue B. Em seguida, deve-se transportar as hemácias de um dos tipos 
sanguíneos para a outra caixinha, simulando a transfusão. Devido ao fato de os 
antígenos das hemácias transplantadas serem da mesma cor dos anticorpos 
contidos no plasma sanguíneo presente na caixinha, eles se ligarão e, com isso, 
ocasionarão o processo de aglutinação (Figura 2). 
 
 
 
http://geneticanaescola.com.br/vol-v2-artigo-09/
 
 
Obs. 2: Em sala de aula pode-se confeccionar vários kits desse material e os próprios 
alunos simularem os grupos sanguíneos e diversas situações de transfusões sanguíneas. 
Assim, os estudantes perceberão, na prática, quais grupos sanguíneos podem ser doados 
para o outro sem que haja aglutinação. Para tornar a atividade ainda mais dinâmica, os 
alunos podem representar os seus próprios grupos sanguíneos e simularem transfusões 
entre eles. 
Figura 2. Representação de 
transfusão sanguínea de um doador 
Tipo B (palitos azuis com miçangas) 
para um receptor Tipo A (palitos 
vermelhos com miçangas). A 
aglutinação é representada pela 
ligação de hemácias B entre si, 
através de anticorpos anti-B (palitos 
azuis sem miçangas), já presentes 
no plasma do receptor. 
ATIVIDADE 5 – TRANSFUSÕES SANGUÍNEAS 
 
Fonte: PASQUALI, Ísis Samara Ruchel, et al. Educação Ambiental: Material Alternativo 
em Auxílio à Educação Ambiental para Aplicação de Práticas no Ensino Médio de 
Biologia. XIII SIMPEP - Bauru, SP, Brasil, 06 a 08 de novembro de 2006. Disponível em: 
. Acesso em: 20 out. 2012. 
 
OBJETIVO: 
 
 Identificar os grupos sanguíneos e determinar as diversas possibilidades de 
transfusão de sangue no sistema ABO, através da manipulação de peças que 
podem ou não ser encaixadas. 
 
MATERIAL: 
 
 30 peças iguais de cada uma das 
figuras 1, 2, 3, e 4. 
 72 peças iguais de cada uma das 
figuras 5 e 6. 
 
 
Obs.: Essas quantidades são suficientes 
para 6 grupos de 5 pessoas. 
 
CONFECÇÃO DO MATERIAL: 
 
1. 5 peças de isopor 
de 7,5 cm de 
diâmetro por 1 cm 
de espessura das 
figuras 1, 2, 3 e 4 
(ao lado), para 
cada grupo de 5 
alunos. 
2. 12 peças de isopor 
iguais a figura 5, 
para cada grupo de 
5 alunos. 
3. 12 peças de isopor 
iguais à figura 6, 
para cada grupo de 
5 alunos. 
Obs.: As peças de isopor podem ser substituídaspor papel cartão ou EVA. 
Nota: As peças, representadas pelas figuras 5 e 6, deverão possuir um tamanho tal, que 
possam se encaixar nos recortes das figuras 2, 3 e 4. 
 
 
EXECUÇÃO DA ATIVIDADE: 
 
 Formar grupos de 5 pessoas e distribuir a 
cada grupo o seguinte material: 
- 5 peças iguais de cada uma das figuras 
1, 2, 3 e 4. Estas peças vão representar 
http://www.simpep.feb.unesp.br/anais/anais_13/artigos/220.pdf
hemácias com seus respectivos aglutinogênios, que estão simbolizados pelos 
diferentes recortes junto à superfície das mesmas (figura 7). 
- 12 peças iguais de cada figura 5 e 6. Estas peças vão representar os anticorpos, 
que se encontram no plasma (parte líquida) do sangue. 
 Solicitar aos alunos para que separem sobre suas mesas as hemácias, formando 
conjunto segundo o tipo de aglutinogênio (recortes) que possuem. 
 Pedir para que acrescentem a cada um dos conjuntos de hemácias 4 peças que 
simbolizam os anticorpos para cada hemácia, tendo o cuidado para que nos conjuntos 
formados não ocorram aglutinações (as peças não devem se encaixar). 
 Na sequência pedir que tirem os anticorpos e acrescentem aos grupos de hemácias 
4 peças que simbolizam os anticorpos que vão causar aglutinação das hemácias (peças 
que se encaixem). Com base na seguinte informação: 
 
 
 
- Preencher o quadro 1, tipos de sangue do sistema ABO, de acordo com a 
constituição destes novos conjuntos formados pelo grupo. 
Quadro 1: Tipos de sangue do sistema ABO com seus respectivos aglutinogênios e 
anticorpos. 
Tipos de sangue Hemácias com antígenos Plasma com anticorpos 
A 
B 
AB 
O 
 
Questões de análise dos dados: 
 
1. Um indivíduo que possui na superfície de suas hemácias aglutinogênio A, a que 
grupo sanguíneo pertence? 
2. Uma pessoa que possui, na superfície de suas hemácias, o aglutinogênio A e B, 
pertence a que grupo sanguíneo? 
3. Uma pessoa que não possui aglutinogênio pertence a que grupo sanguíneo? 
4. Com base nos questionamentos anteriores, qual o critério utilizado para se classificar 
os tipos de sangue, quanto ao sistema ABO? 
5. O sangue tipo B possui qual(is) tipo(s) de anticorpo(s)? Justifique sua resposta. 
6. Em uma transfusão sanguínea, deve-se ter cuidado para que as hemácias do doador 
não aglutinem quando da sua entrada no sistema circulatório do receptor. A partir disso 
pergunta-se: 
a) O que você acha mais importante considerar no sangue de um doador, seus 
aglutinogênios ou seus anticorpos? Por quê? 
b) O que é mais importante levar em consideração no sangue de um receptor, seus 
aglutinogênios ou seus anticorpos? Por quê? 
7. Através das peças utilizadas, determinar quais as alternativas possíveis de 
transfusão. Após, preencher o quadro 2, usando a simbologia contida na legenda. 
Quando peças se encaixam (aglutinogênio + anticorpo) formam-se grumos (= 
aglutinação das hemácias). A aglutinação sanguínea poderá interromper a 
circulação em determinados vasos, provocando: derrames, enfartes, etc. 
 Quadro 2: 
GRUPO SANGUÍNEO 
DOADOR RECEPTOR 
A B AB O 
A 
B 
AB 
O 
 
 
 
 
 
Respostas das questões de análise dos dados: 
1. Grupo A. 
2. Grupo AB. 
3. Grupo O. 
4. Presença ou ausência de aglutinogênios na superfície das hemácias. 
5. Anti-A. Na superfície de suas hemácias há aglutinogênios B que condicionam a 
presença de anticorpos anti-A no plasma. 
6. No sangue do doador é necessário considerar os seus aglutinogênios e no sangue 
do receptor seus anticorpos. A quantidade de sangue doado é bem menor que a 
quantidade de sangue do receptor, assim, a presença de anticorpos no plasma do 
sangue do receptor será suficiente para aglutinar as hemácias do doador. 
7. 
Quadro 2: 
GRUPO SANGUÍNEO 
DOADOR RECEPTOR 
A B AB O 
A Ausência de 
aglutinação 
Presença de 
aglutinação 
Ausência de 
aglutinação 
Presença de 
aglutinação 
B Presença de 
aglutinação 
Ausência de 
aglutinação 
Ausência de 
aglutinação 
Presença de 
aglutinação 
AB Presença de 
aglutinação 
Presença de 
aglutinação 
Ausência de 
aglutinação 
Presença de 
aglutinação 
O Ausência de 
aglutinação 
Ausência de 
aglutinação 
Ausência de 
aglutinação 
Ausência de 
aglutinação 
ATIVIDADE 6 - MODELO DIDÁTICO: COMBINAÇÃO DOS ALELOS IA, IB E i 
 
Fonte: JUNIOR, Edimar O. de Campos, et al. Sistema Sanguíneo sem Mistério: uma 
proposta alternativa. Disponível em: . Acesso em: 21 ago. 2012. 
 
 
OBJETIVO: 
 Compreender as interações de dominância e co-dominância dos alelos dos genes 
codificadores do Sistema ABO. 
 
MATERIAL: 
 Garrafas plásticas (ou qualquer outro material semelhante) de diferentes cores 
(vermelho e azul) e uma incolor. 
 06 recipientes (podem ser vidros de azeitona vazios ou algo semelhante) com 
tampa. 
 Tesoura. 
 
 MÉTODOS: 
 Cortar a garrafa em quadrados de 5 x 5 cm, aproximadamente. 
 Quadrados vermelhos representam o alelo IA; os azuis representam o alelo IB, e 
os incolores representam o alelo i. 
 Assume-se que os quadrados vermelhos e azuis têm o mesmo efeito no fenótipo, 
expressando-se igualmente quando ocorrem, portanto, são co-dominantes. 
 Os quadrados incolores representam o alelo recessivo, que somente consegue 
se manifestar no fenótipo quando estiver em dose dupla. 
 Um quadrado vermelho junto com quadrado incolor corresponde ao efeito do 
vermelho, no fenótipo, assim como um quadrado azul com quadrado incolor, 
expressará apenas a característica do azul. 
 Em três recipientes (vidros de azeitona vazios ou algo semelhante) com tampa, 
colocar separadamente, quadrados vermelhos, azuis e incolores. 
 Os alelos IA, IB e i representam genótipos homozigotos para os genes do sistema 
ABO. 
 Em outro recipiente misturar quadrados azuis e vermelhos, que representam os 
alelos para o sangue tipo AB nos quais ambos os alelos expressam-se no 
fenótipo (co-dominância). 
 Em outro recipiente, juntar os quadrados vermelhos e incolores e no último, os 
azuis e incolores, correspondendo aos alelos em heterozigose, que originam os 
tipos sanguíneos A e B. 
 Os vidros podem ser etiquetados conforme esquematizado abaixo: 
IAIA = sangue tipo A homozigoto 
IAi = sangue tipo A heterozigoto 
IBIB = sangue tipo B homozigoto 
IBi = sangue tipo B heterozigoto 
IAIB = sangue tipo AB 
Ii= sangue tipo O 
 
ATIVIDADE 7 - DESVENDANDO OS GRUPOS SANGUÍNEOS 
 
Fonte: Adaptado de “Desvendando a Genética” escrito por ASSIS, F.. V. S., MILLAN, D. C., 
NUTTI, J. Z. . Brincando com a Genética: um roteiro para utilização de jogos didáticos. 
Biblioteca Digital de Ciências, 25 out. 2010. Disponível em: 
. 
 
OBJETIVO: 
 
 Auxiliar na fixação de conceitos relacionados ao Sistema ABO. 
 
MATERIAL: 
 03 cartolinas brancas 
 06 pedaços de papel dobradura 
ou color 7 em cores diferentes 
 01caneta piloto preta 
 01 dado 
 06 caixas de fósforo sem a parte 
interna 
 01 vidro de cola 
 01 tesoura 
 Figuras imprimidas ou copiadas 
 Cartões perguntas 
 Cartões UAU! (curiosidades e 
descobertas) 
 Cartões surpresa 
 08 folhas de papel A4 duplo 
 Cartela com símbolos 
 
MÉTODO: 
1. Cortar 40 retângulos (7 cm x 6cm) em papel color 7, cores variadas. 
2. Cortar dois retângulos 8 cm x 6cm para as casas saída e chegada. 
3. Cortar as figuras para serem coladas nas casas. 
4. Imprimir ou copiar e recortar em papel A4 duplo os cartões perguntas, surpresa e 
curiosidades e colocar cada grupo em uma caixa. 
5. Imprimir ou copiar as figuras para o tabuleiro. 
6. Encapar as caixas de fósforo com os pedaços de papel em cores diferentes, pois 
serão as peças do tabuleiro (Figura 1). 
7. Cortar uma das cartolinas ao meio e colar as duas cartolinas mais as metades 
fazendo um tabuleiro com tamanho aproximado de 1m x 1m. 
8. Colar os retângulos sobre a cartolina em forma de labirinto,numerar e colar as 
figuras (Figura 2). 
OBS.: As figuras para colar nas casas e o dado estão esquematizados logo após a figura 
2. 
 
 
REGRAS: 
 
A. Antes de começar o orientador deverá dividir a sala em 5 grupos e cada grupo deve 
escolher um representante para mover as peças. A seguir, cada grupo deverá 
escolher a cor da sua peça. 
B. Apenas os representantes devem ficar próximos ao tabuleiro. Os outros integrantes 
devem permanecer sentados. Os representantes serão responsáveis por 
movimentar as peças e os outros componentes do grupo devem ficar atentos para 
responderem as perguntas. Para isso poderão consultar todo o material que tiverem 
à disposição e terão um tempo de 3 minutos. 
C. Depois de organizar os grupos, cada representante joga o dado uma vez, para 
decidir quem inicia. O participante que tirar o número maior iniciará o jogo (esse 
http://www.ib.unicamp.br/lte/bdc/visualizarMaterial.php?idMaterial=1182
lançamento não conta para avançar casas) e quem tirar o menor número será o 
último. 
D. Estabelecida a ordem dos jogadores, o primeiro deverá lançar o dado e avançar o 
número indicado de casas. E assim sucessivamente. 
E. Sempre que o jogador estiver em uma casa neutra (apenas com o número da 
casa), ele passará a vez para o próximo jogador. 
F. Se o jogador estiver na casa com símbolos ele deve seguir as instruções referentes 
ao símbolo, dispostas na cartela de símbolos que deve ficar próximo ao tabuleiro. 
G. Se o jogador estiver na casa “uau!”, os integrantes do grupo deverão retirar um 
cartão da caixa uau que contem curiosidades e descobertas e o representante do 
grupo seguirá as instruções contidas nele. 
H. Se o jogador estiver em uma casa com o sinal de interrogação (?), o orientador 
deverá tirar uma pergunta da caixa de perguntas e ler para o jogador, se acertar 
poderá avançar 3 casas e se errar retrocederá 2 casas. 
I. Se o jogador estiver na casa com a molécula de DNA, os integrantes do grupo 
deverão retirar um cartão da caixa surpresa. E o representante do grupo seguirá as 
instruções contidas nele. 
J. Quando o jogador cair na casa dorminhoco, ficará uma rodada sem jogar. 
K. Vencerá quem chegar primeiro na ultima casa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig. 1: Esquema 
mostrando como devem 
ficar as caixas de fósforo 
após serem encapadas. 
 
Fig. 2: Esquema mostrando o tabuleiro pronto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Cartões Surpresa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Xi!!! Você não teve 
sorte. Volte 3 casas!! 
O número de casas que 
você deve avançar é igual 
ao número de tipos 
sanguíneos do sistema 
ABO!! 
Sabe aquela pessoa que 
tudo acontece com ela? 
Pois é... é você!! Volte 1 
casa!! 
Muito bem!!! A sorte está 
ao seu lado... pelo 
menos por enquanto!! 
Avance 2 casas!! 
Hummm..... Se deu 
mal!!! Fique uma rodada 
sem jogar! Aproveite 
para estudar! 
 
Volte 2 casas!! 
 
 
Parabéns!! Jogue de 
novo!! 
Você até que estuda 
um pouquinho!! Por 
isso merece avançar 1 
casa!! 
 
Jogue outra vez!! 
 
Avance 3 casas!! 
Cartões Perguntas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Proteína dissolvida no 
plasma sanguíneo que 
atuam como 
anticorpos. 
Proteína presente na 
superfície das 
hemácias. 
Quais são os quatro 
tipos sanguíneos e 
seus respectivos 
genótipos? 
Tipo sanguíneo 
desprovido de 
aglutininas. 
Um homem com sangue 
tipo AB casou-se com uma 
mulher sangue tipo O. 
Quais os tipos sanguíneos 
que podem ter seus 
descendentes? 
Tipo sanguíneo 
desprovido de 
aglutinogênios. 
Quais os três genes 
envolvidos na 
determinação dos 
grupos sanguíneos? 
Um homem com sangue tipo A, 
porem portador do gene recessivo 
i, casou-se com uma mulher com 
tipo sanguíneo B, também 
portadora do gene recessivo i. O 
casal teve um filho. Quais os 
possíveis genótipos sanguíneos 
dessa criança? 
Um exame revelou que o 
sangue de um garoto não 
possui aglutininas. Seus pais 
apresentam tipos sanguineos 
diferentes e cada um 
apresenta apenas uma 
aglutinina. Quais são os 
prováveis genótipos dos pais? 
Tipo de aglutinogênio 
e aglutinina presente 
no sangue tipo A? 
Tipo de aglutinogênio 
e aglutinina presente 
no sangue tipo B? 
 
Cartões UAU! 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A ovelha Dolly nasceu 
em 1997 e foi sacrificada 
sete anos depois, com 
sintomas de 
envelhecimento precoce. 
Avance 1 casa!! 
 
É possível a clonagem a 
partir de células de 
indivíduos adultos. A 
ovelha Dolly foi o 
primeiro caso de 
clonagem feito dessa 
maneira. Não avança 
casas!! 
Clonagem da Dolly: uma célula 
somática foi retirada de uma 
ovelha adulta e seu núcleo foi 
implantado em um óvulo 
produzido por outra fêmea, do 
qual foi retirado o material 
genético. Esse óvulo foi 
implantado no útero de uma 
fêmea de outra variedade de 
ovelhas e de desenvolveu dando 
origem a Dolly. Avance 1 casa!! 
Os transgênicos 
possuem em seu DNA 
fragmentos de DNA de 
indivíduos de outra 
espécie. Jogue o dado 
e veja quantas casas 
você pode avançar 
com esta informação!! 
Em uma pesquisa que já foi 
encerrada, porcas foram 
modificados geneticamente 
para que seus órgãos se 
tornassem mais apropriados 
ao transplantes para seres 
humanos. Avance Duas 
casas!! 
Crodowaldo Pavan é um cientista 
brasileiro, nascido na cidade de 
Campinas – SP em 01/12/1919. 
Ingressou na ABC (Academia 
Brasileira de Ciências) em 
23/12/1952 e atualmente é 
professor pesquisador da USP. 
Fique uma rodada sem jogas para 
pesquisar mais sobre este e 
outros cientista brasileiros!! 
Na terapia Gênica, uma cópia 
normal, funcional, de um gene é 
introduzida nos tecidos de um 
paciente que sofre de um defeito 
genético, resultado da presença 
de um gene defeituoso, corrigindo 
assim o defeito genético nos 
tecidos e permitindo que o 
paciente tenha uma vida normal. 
Avance 1 casa!! 
No melhoramento 
genético uma 
característica de 
interesse presente em 
individuo é selecionada 
através de cruzamentos, 
com finalidade de obter 
uma prole melhor. 
Avance 1casa!! 
Organismos 
geneticamente 
modificados ou 
manipulados são 
organismos que tiveram 
seu genoma modificado 
sem adição de externos 
(genes externos). 
Avance 1 casa!! 
Existem dois tipos de células 
troncos: As adultas, que são 
chamadas de pluripotentes 
(se diferencia e algumas tipos 
celulares e as embrionárias, 
que são chamadas de 
totipotentes (se diferencia em 
todos os tipos celulares. 
Fique uma rodada sem 
jogar para pesquisar mais!! 
ATIVIDADE 8– MODELO DIDÁTICO PARA O FATOR Rh 
Fonte: Adaptado de ESQUISSATO, Giovana Natiele Machado; ARRUDA, Gisele; SOARES, 
Maria Amélia Menck. Modelo Didático para o Fator Rh. Encontro Internacional de 
Produção Científica Cesumar, Maringá, 2007. Disponível em: 
. 
Acesso em: 18 set. 2012. 
 
 
OBJETIVO: 
 Mostrar didaticamente como é realizado os exames de tipagem sanguínea, 
auxiliando na visualização de um processo que muitas vezes fica apenas no campo 
imaginário. 
 
MATERIAL: 
 50 ml de leite 
 01 beterraba pequena descascada e fatiada 
 01 conta gotas 
 01 lâmina de vidro para microscopia ou um prato claro 
 10 ml de vinagre misturado com água (50%) 
 10 ml de água 
 
MÉTODOS: 
 
Para mostrar didaticamente como são realizados os exames de tipagem sanguínea, 
foi triturado no liquidificador um pouco de leite (+ ou – 50 ml) com uma beterraba 
descascada e fatiada para que o leite adquira uma coloração semelhante a do sangue. Em 
seguida, foi coada essa mistura em peneira fina e colocadas duas gotas deste leite (que 
aqui substitui o sangue) em cada uma das extremidades de uma lâmina de vidro (para 
microscopia ou um prato claro) Em seguida, foiadicionado ao “sangue” uma gota de vinagre 
diluído em água (50%) e na outra “gota de sangue” foi adicionada uma gota de água sem 
vinagre. Caso haja necessidade, um palito de dente pode auxiliar na mistura das gotas. 
 
 
RESULTADOS E DISCUSSÕES: 
Conforme pode ser observado na Figura 01, a imagem da esquerda representa o 
“sangue” (leite) aglutinado pelo seu “anticorpo” (vinagre), simulando uma aglutinação 
sanguínea (tipo sanguíneo Rh+). Na gota de “sangue” do lado direito da lâmina onde foi 
adicionada uma gota de água simulando o soro Anti-D, pode ser observado que o mesmo 
permaneceu homogêneo, simulando o sangue do tipo Rh-. 
 
Figura 1. Foto de uma 
lâmina com leite corado por 
beterraba simulando uma 
tipagem sanguínea para o 
sistema Rh. Gota esquerda com 
aglutinação (Rh+) e gota direita 
sem aglutinação (Rh-). 
 
 
http://www.cesumar.br/prppge/pesquisa/epcc2007/anais/giovana_natiele_machado.pdf
ATIVIDADE 9 - HERANÇA DOS GRUPOS SANGUÍNEOS 
“ERITROBLASTOSE FETAL” 
Fonte: VILELA, Marina Ramos. “A produção de atividades experimentais em Genética 
no Ensino Médio”. Belo Horizonte, 2007. Disponível em: 
. Acesso em 30 out. 2012. 
 
OBJETIVO: 
 
 Demonstrar como acontecem casos de eritroblastose fetal e a maneira de evitá-la. 
 
 
MATERIAL: 
 
 01 béquer de 200 ml ou copo de 
vidro 
 01 seringa descartável de 20 ml 
 200 ml de água, representando o 
sangue da mãe Rh- 
 20 ml de óleo de cozinha, 
representando o sangue do 
primeiro filho Rh+ 
 20 ml de detergente, 
representando a vacina, anti-Rh. 
 
 
MÉTODO: 
 
1. Colocar200ml de água dentro do béquer e depois 20 ml de óleo. Observar. Os dois não 
se misturam. 
2. Adicionar20 ml de detergente e agitara mistura. Observar a formação de uma pequena 
quantidade de espuma e partículas menores de óleo na superfície. 
3. Conclusão: Verifica-se que o detergente (vacina anti-Rh) quebra as partículas do 
óleo (sangue do 1º filho). Se a doença só se manifesta na criança após contatos sucessivos 
da mãe com o fator Rh (o óleo), pode-se evitar que isso ocorra destruindo os anticorpos 
anti-Rh que foram formados no seu sangue. A vacina anti-Rh (o detergente no nosso 
exemplo) tem o papel de destruí-los. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/Biologia/monografia/genetica.pdf
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/Biologia/monografia/genetica.pdf
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/2010/artigos_teses/Biologia/monografia/genetica.pdf
ATIVIDADE 10 – DETERMINANDO OS GRUPOS SANGUÍNEOS 
Fonte: ASSIS, F. V. S., MILLAN, D. C., NUTTI, J. Z. Brincando com a Genética: um roteiro 
para utilização de jogos didáticos. Biblioteca Digital de Ciências, 25 out. 2010. Disponível 
em: . Acesso em: 
26 set. 2012. 
 
 
OBJETIVO: 
 Mostrar aos alunos os diferentes grupos sanguíneos, o fator Rh e o Falso O. 
 
MATERIAL: 
 
Por Kit: 
 01 folha de EVA ou papel color 7 
rosa 
 03 folhas de papel cartão 
 84 palitos de madeira (tipo: de 
sorvete) 
 01 frasco pequeno de tinta 
guache vermelha 
 01 pincel 
 01 tesoura 
 Caneta piloto 
 Canetinhas 
 Cartões problemas 
 01 dado de pontos 
 01dado numérico 
 01caixa ou saquinho não 
transparente 
 01 cartela de pontuação
 
MONTAGEM: 
 Recortar seis círculos em EVA, em tamanho suficiente para caber três pares de 
palitos de sorvete. 
 Pintar 42 palitos de sorvete com guache vermelho (cromossomos da mãe) e 42 
com guache azul (cromossomos do pai). 
 Com canetinha desenhar nos palitos alelos em mesmo lócus para determinar os 
grupos sanguíneos, outro para determinar o fator RH e outro para determinar a 
expressão ou não do antígeno. Sendo para os palitos azuis: 6 para alelos IA, 6 para 
IB e 6 para i, 6 para D e 6 para d, 6 para H e 6 para h. O mesmo procedimento se 
repete para os palitos vermelhos. As letras representantes para cada alelo devem 
ser escritas no palito, como mensurado na figura 1. 
 Recortar os cartões problemas (QUADRO 2) e colá-los em papel cartão ou color 7. 
Os quais serão colocados virados para baixo dentro de uma caixa. 
 Imprimir uma cartela pontuação por grupo (QUADRO 1). 
 Recortar e imprimir o dado de pontos, figura 2. Podendo colá-lo em papel mais 
resistente. 
REGRAS: 
 
A. A sala deve ser divida em grupos de no máximo 7 alunos. 
B. Cada grupo deve receber um kit do jogo. E eleger um tutor que ficará responsável 
por ler os problemas e anotar na cartela pontuação os pontos de cada integrante. 
C. Dos seis integrantes restantes cada um recebe um circulo rosa que representa uma 
célula. 
D. A caixa com os cartões problema e os palitos de sorvete que representam os 
cromossomos deve ficar no meio da mesa. 
E. Os integrantes devem jogar o dado para determinar a ordem dos jogadores. 
F. O primeiro jogador deve jogar o dado de pontos para saber quanto vale sua 
resposta, depois tirar um cartão problema e entrega para o tutor sem olhar. 
G. O tutor deve ler a pergunta e anotar a pontuação caso o jogador acerte a resposta, 
caso contrário o jogador fica com zero. 
H. Os cartões problemas devem voltar para a caixa. 
I. Ao final de cada rodada o jogador com menor pontuação fica fora para a próxima 
partida. 
J. O procedimento I deve ser repetido até que reste apenas um jogador que será o 
vencedor. 
 
Fig.1: Esquema mostrando as posições de cada alelo e como devem ficar os 
“cromossomos” ao final de suas montagens. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fig.2: Dado de pontos. 
 
Quadro 1: Cartela de pontuação 
Jogadores Rodada 1 Rodada 2 Rodada 3 Rodada 4 Rodada 5 Rodada 6 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quadro 2: Cartões problemas. 
 
Represente 
os cromossomos de 
um individuo com 
tipo sanguíneo A+, 
que é portador de 
genes recessivos 
tanto para o grupo 
sanguíneo, quanto 
para o fator Rh. 
Além disso, ele é 
homozigoto para o 
gene que expressa 
a proteína A. 
Represente 
os cromossomos de 
um individuo com 
tipo sanguíneo AB-, 
que é heterozigoto 
para o gene que 
expressa as 
proteínas A e B. 
Um indivíduo é 
fenotipicamente O-, 
porém seu genótipo 
para tipo sanguíneo é 
B, sendo que este 
indivíduo é 
heterozigoto 
recessivo para fator 
Rh e homozigoto para 
o tipo sanguíneo. 
Represente os 
cromossomos desse 
individuo. 
Represente 
os cromossomos 
para um individuo 
homozigoto para o 
grupo sanguíneo A e 
homozigoto para o 
fator Rh, porem 
heterozigoto para o 
gene que expressa 
a proteína A. 
Represente: 
um indivíduo tipo 
sanguíneo O-. 
Represente: 
um indivíduo 
homozigoto para 
tipo sanguíneo B e 
heterozigoto para 
fator Rh, porem 
esse individuo é 
recessivo para a 
expressão da 
proteína B. 
Uma mulher 
heterozigota para tipo 
sanguíneo A. 
homozigoto 
dominante para fator 
Rh, teve um filho com 
tipo sanguíneo O+. 
Represente os 
cromossomos do pai 
dessa criança. 
Um homem 
homozigoto para 
grupo sanguíneo B, 
heterozigoto para 
fator Rh e 
heterozigoto para o 
gene que expressa 
a proteína B, casou 
com uma mulher 
homozigoto para 
grupo sanguíneo A, 
homozigoto 
recessivo para fato 
Rh e para o gene 
que expressa a 
proteína A, sendo 
ela, portanto um 
falso O. Determine 
os cromossomos do 
filho deste casal. 
Uma mulher 
homozigota para 
tipo sanguíneo B, 
para fator Rh 
positivo e para o 
gene que expressa 
Represente 
os cromossomos de 
um indivíduo O-. 
Represente os 
cromossomos de um 
individuo AB- e 
heterozigoto para o 
gene que expressa a 
proteína. 
Represente 
os cromossomos de 
um individuo A-, 
sendo heterozigoto 
para tipo sanguíneo 
A e ele não 
a proteína, casou-se 
com um homem AB- 
e homozigoto 
positivo para o gene 
que expressa a 
proteína. Determine 
os cromossomos do 
filho deste casal. 
expressa a proteína 
A.Represente 
um individuo falso 
O, sendo ele 
homozigoto para 
tipo sanguíneo B e 
homozigoto 
dominante para 
fator Rh. 
Represente 
um individuo com 
tipo sanguíneo B+, 
sendo homozigoto 
para tipo sanguíneo 
e fator Rh e 
heterozigoto para o 
gene que expressa 
a proteína. 
Represente: 
um indivíduo 
homozigoto para tipo 
sanguíneo B, 
heterozigoto para 
fator Rh e homozigoto 
dominante para o 
gene que expressa a 
proteína. 
Represente 
um individuo com 
tipo sanguíneo AB-e 
homozigoto 
dominante para o 
gene que expressa 
a proteína. 
Determine os 
cromossomos de 
um individuo O+, 
sendo heterozigoto 
pra fator Rh. 
Determine os 
cromossomos de um 
individuo AB+, 
heterozigoto pra 
fator Rh e para o 
gene que expressa 
a proteína. 
Determine os 
cromossomos para 
uma criança, cujos 
pais são tipo 
sanguíneo O-. 
Determine os 
cromossomos de um 
individuo falso O, 
que é 
genotipicamente tipo 
sanguíneo AB-. 
 
 
 
ATIVIDADE 11- NA TRILHA DO SANGUE 
 
Fonte: ASSIS, F. V. S., MILLAN, D. C., NUTTI, J. Z. Brincando com a Genética: um roteiro 
para utilização de jogos didáticos. Biblioteca Digital de Ciências, 2010. Disponível em: 
. Acesso em: 26 
set. 2012. 
 
 
OBJETIVO: 
 Aprender e fixar conteúdos sobre os genótipos dos grupos sanguíneos, fator Rh e 
falso O. 
 
MATERIAL: 
 
Por Kit: 
 01 tabuleiro 
 01 dado de cada modelo das 
figuras 2a e 2b 
 04 cones de cores diferentes 
 01tabela para consulta 
 01 cola 
 01 caixa de lápis de cor 
 
 
MÉTODO: 
 
Montagem de um Kit: 
1. Reproduzir os modelos de dados, tabuleiro (Fig. 01), cones (Fig. 02), (Fig. 03) e 
tabela para consulta (Fig. 04). As casas do tabuleiro podem ser pintadas. 
2. Recortar e montar os dados e cones e colá-los nos locais indicados. 
 
Obs. 1: Para que todos os alunos participem é interessante a confecção de vários 
Kits. 
 
Obs.2: O tabuleiro pode ser construído com outros materiais. 
 
 
REGRAS: 
 
1. A sala deve ser dividida em grupos de no máximo 5 alunos. Cada grupo deve 
receber um kit do jogo e escolher um mediador (pessoa que confere as respostas e 
organiza as rodadas). 
2. Os integrantes do grupo devem decidir a ordem entre eles, e cada um escolhe seu 
pino. 
3. Os integrantes do grupo devem um a um lançar os seis dados, sendo: 3 que 
determinam os genótipos dos fatores ABO, RH e precursor do ABO (falso O); 1 
dado com pergunta a ser respondida sobre o genótipo sorteado, o qual apresenta 
uma face que determina que o jogador perde a vez; 1 dado numérico que determina 
o nº de casas que o jogador andará, se acertar a questão sorteada e 1 dado que 
permite ou não uma consulta a tabela, que pode auxiliar a resposta. 
4. Vence o jogo quem chegar primeiro ao final da trilha. 
 
 
 
 
Fig. 1: Tabuleiro do jogo. 
 
 
 
 
Fig. 2a: Molde dos dados que determinam os genótipos dos fatores ABO, RH, falso O e 
dado numérico. 
 
 
 
 
 
Fig. 2b: Molde do dado com pergunta a ser respondida e dado que permite ou não 
consulta a tabela. 
 
 
 
Genótipos 
Grupos 
Sanguíneos 
(fenótipos 
Antígeno 
Anticorpo que 
produz 
Doa sangue 
para 
Recebe 
sangue de 
F
a
to
r 
A
B
O
 
HH 
ou 
Hh 
I
A
I
A
 ou I
A
i A A Anti-A A e AB A e O 
I
B
I
B
 ou I
B
i B B Anti-B B e AB B e O 
I
A
I
B
 AB A e B - AB A, B, AB e O 
ii O 
- 
 
Anti-A e Anti-B A, B, AB e O O 
hh 
I
A
I
A
, I
A
i, I
B
I
B
, 
I
B
i, I
A
I
B 
ou ii 
O (Falso O) - Anti-A e Anti-B A, B, AB e O O 
F
a
to
r 
R
h
 DD ou Dd Rh
+ 
D - Rh
+
 Rh
+ 
e Rh
-
 
dd Rh
- 
- Anti-D Rh
+ 
e Rh
-
 Rh
-
 
Fig. 2c: Tabela para consulta. 
SUGESTÕES DE JOGOS ONLINE: 
 
1- Solidariedade Sanguínea. Disponível em: 
 Acesso em 27 de Nov. 
2012. 
OBJETIVO: 
 Identificar as possibilidades de transfusão sanguínea em seres humanos. 
 
 
 
2- Quis do sangue. Disponível em: 
. Acesso em: 27 nov. 2012. 
OBJETIVO: 
 Testar os conhecimentos adquiridos sobre o sangue humano. 
 
 
 
3- Transfusão Sanguínea. Disponível em: 
. Acesso em 25 
nov. 2012. 
 
OBJETIVO: 
 
 Praticar os conhecimentos adquiridos sobre transfusões sanguíneas através de 
uma simulação. 
 
 
http://www.museudavida.fiocruz.br/sangue/sangue_index.html
http://etevm.g12.br/blogs/biologia/2009/09/24/jogo-transfusao-sanguinea/

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