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Rede de Proteção à Mulher em Situações 
de Violência
1. Introdução
• A violência contra a mulher é uma violação dos direitos 
humanos que afeta milhões de mulheres no Brasil e no 
mundo. Para enfrentar esse problema, foi estruturada 
uma rede de proteção à mulher, composta por diversos 
órgãos e serviços que atuam na prevenção, 
acolhimento e responsabilização dos agressores.
• Essa pesquisa abordará a legislação vigente, os 
principais serviços de atendimento, os desafios e 
propostas para aprimorar essa rede de proteção.
2. Conceito 
de Rede de 
Proteção à 
Mulher
A rede de proteção à mulher é um conjunto de 
serviços interligados que atuam no atendimento, 
prevenção e combate à violência de gênero. 
O objetivo é garantir o acolhimento humanizado da 
vítima, sua segurança, a responsabilização do 
agressor e a promoção da autonomia da mulher.
Essa rede é composta por instituições públicas e 
privadas, que incluem:
• Delegacias da Mulher
• Centros de Referência
• Ministério Público
• Poder Judiciário
• Abrigos temporários
• Organizações não governamentais (ONGs)
3. Tipos de 
Violência Contra 
a Mulher
• De acordo com a Lei Maria da Penha (Lei 
11.340/2006), a violência contra a mulher 
pode ser:
• Física: agressões que causem lesões 
corporais, como tapas, socos, chutes e 
estrangulamento.
• Psicológica: humilhação, manipulação, 
ameaças, xingamentos e isolamento social.
• Sexual: estupro, assédio sexual, impedir o 
uso de métodos contraceptivos ou obrigar a 
realizar práticas sexuais contra a vontade.
• Patrimonial: destruição ou retenção de bens, 
documentos, dinheiro ou recursos financeiros 
da vítima.
• Moral: calúnia, difamação e injúria contra a 
mulher.
4. Principais Leis 
e Normativas
Além da Lei Maria da Penha, outras legislações e 
políticas públicas fortalecem a proteção da mulher:
• Lei do Feminicídio (Lei 13.104/2015): qualifica o 
homicídio praticado contra a mulher por razões de 
gênero.
• Lei do Minuto Seguinte (Lei 12.845/2013): garante 
atendimento médico e psicológico imediato às 
vítimas de violência sexual.
• Lei 13.931/2019: determina a notificação 
obrigatória de casos de violência contra a mulher 
atendidos em serviços de saúde.
• Pacto Nacional pelo Enfrentamento à Violência 
Contra a Mulher: política pública que articula ações 
federais, estaduais e municipais para proteger 
mulheres.
5. Estrutura da 
Rede de 
Proteção
• 5.1. Serviços de Atendimento e Acolhimento
• 1. Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher 
(DEAMs): realizam o registro de boletins de ocorrência, 
pedidos de medidas protetivas e investigações.
• 2. Centros de Referência de Atendimento à Mulher 
(CRAMs): oferecem acolhimento psicológico, assistência 
social e jurídica.
• 3. Casas Abrigo: locais de acolhimento temporário para 
mulheres em risco iminente.
• 4. Defensoria Pública: presta assistência jurídica gratuita 
às vítimas.
• 5. Ministério Público: fiscaliza e garante a aplicação da 
Lei Maria da Penha.
• 6. Judiciário: pode conceder medidas protetivas de 
urgência e julgar casos de violência contra a mulher.
5.2. Canais de 
Denúncia
Ligue 180: Central de Atendimento à Mulher – serviço 
nacional e gratuito.
•190: Polícia Militar – emergência em casos de agressão 
iminente.
• Disque 100: denúncia de violações de direitos humanos, 
incluindo violência contra mulheres.
• Aplicativos e serviços online: Alguns estados possuem 
aplicativos específicos para pedidos de socorro.
7. Propostas 
de Melhoria
7. Propostas de Melhoria
1. Expansão das Delegacias Especializadas e Casas Abrigo 
para mais cidades e regiões.
2. Maior capacitação de profissionais da segurança pública e 
saúde para atendimento humanizado.
3. Fortalecimento de políticas de inserção econômica da 
mulher, como programas de qualificação profissional.
4. Maior fiscalização do cumprimento de medidas protetivas, 
com monitoramento eletrônico de agressores.
5. Ampliação do uso da tecnologia para denúncias, como 
aplicativos e atendimento online.
8. Conclusão A rede de proteção à mulher em situação de violência é 
fundamental para garantir o acolhimento, a segurança e a 
autonomia das vítimas. Embora existam avanços 
significativos na legislação e na criação de serviços 
especializados, ainda há desafios a serem superados. O 
fortalecimento dessa rede exige investimentos, capacitação 
profissional e ações integradas entre os órgãos públicos e a 
sociedade civil.
	Slide 1: Rede de Proteção à Mulher em Situações de Violência
	Slide 2: 1. Introdução
	Slide 3: 2. Conceito de Rede de Proteção à Mulher
	Slide 4: 3. Tipos de Violência Contra a Mulher
	Slide 5: 4. Principais Leis e Normativas
	Slide 6: 5. Estrutura da Rede de Proteção
	Slide 7: 5.2. Canais de Denúncia
	Slide 8: 7. Propostas de Melhoria
	Slide 9: 8. Conclusão

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