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OSTEOSSARCOMA EM CANINO FÊMEA 
 
OSTEOSARCOMA IN A FEMALE CANINE 
 
Gabryella Romany Ferreira 
 
Rosana Damasceno Pires Domiciano 
 
RESUMO 
 
 O osteossarcoma ou sarcoma osteogênico é caracterizado como uma 
neoplasia maligna de formação de tecido ósseo neoplásico com rápido 
desenvolvimento, infiltrativo e com alto potencial metastático. Geralmente acomete 
os ossos longos encontrados no esqueleto apendicular de cães de grande e gigante 
porte, é comum em caninos com meia idade ou idosos e machos costumam ser 
mais afetados. O animal pode apresentar alguns sintomas como claudicação, 
inchaço local e dor. As formas de diagnóstico são exames de imagem como 
radiografia, exame citológico e histopatológico. O tratamento resulta na amputação 
do membro afetado em conjunto com antineoplásicos para controle das metástases, 
porém por ser um tumor maligno seu prognóstico é desfavorável. O caso consiste 
em uma canino fêmea que foi atendida na clínica escola de medicina veterinária da 
faculdade UNIMAIS em Inhumas, paciente com sintomatologia de dor, claudicação e 
inchaço no membro pélvico esquerdo, em que foi visualizado anormalidade em sua 
radiografia que possivelmente consiste em um osteossarcoma. Este artigo tem como 
objetivo relatar um caso de sarcoma osteogênico, sua sintomatologia, diagnóstico e 
possível tratamento. 
 
Palavras-chave: neoplasia; ósseo; cães; tumor; sarcoma osteogênico 
 
ABSTRACT 
 
 Osteosarcoma or osteogenic sarcoma is characterized as a malignant 
neoplasm that forms neoplastic bone tissue with rapid development, infiltration and 
high metastatic potential. It generally affects the long bones found in the appendicular 
skeleton of large and giant dogs, it is common in middle-aged or elderly canines and 
males tend to be more affected. The animal may present some symptoms such as 
lameness, local swelling and pain. The forms of diagnosis are imaging tests such as 
radiography, cytological and histopathological examination. Treatment results in the 
amputation of the affected limb together with antineoplastics to control metastases, 
however, as it is a malignant tumor, its prognosis is unfavorable. The case consists of 
a female canine that was treated at the veterinary medicine school clinic of the 
UNIMAIS faculty in Inhumas, a patient with symptoms of pain, lameness and swelling 
in the left lower limb, in which an abnormality was seen on her x-ray that possibly 
consists of an osteosarcoma. . This article aims to report a case of osteogenic 
sarcoma, its symptoms, diagnosis and possible treatment. 
 
Keywords: neoplasm; bone; dogs; tumor; osteogenic sarcoma 
 
 
 
 
 
1.INTRODUÇÃO 
 
O osteossarcoma é um tumor ósseo comum em cães, principalmente 
caninos de grande porte e de meia idade. É definido na oncologia veterinária como 
uma neoplasia mesenquimal primária maligna cujas células cancerosas é composta 
de células mesenquimais anaplásicas que produzem osteóides (KLEINER; SILVA, 
2003; SABATTINI et al., 2017). Representa até 85% dos tumores ósseos, possuindo 
maior risco de incidência em cães com peso acima de 36 kg (KLEINER;SILVA, 
2003; SILVEIRA et al., 2005). É uma das muitas neoplasias malignas que afetam a 
formação de osso ou tecido mesenquimal e é distinguida por uma variedade de 
características histológicas e clínico-biológicas (MARTELLI et al., 2007;SOARES et 
al., 2005), com um crescimento rápido e muito agressivo (BASTOS et al., 1999). 
Normalmente essa neoplasia aparece na região metafisária dos ossos 
longos, que é o sítio primário mais comum de ocorrência do osteossarcoma em 
cães, sendo os membros torácicos mais afetados que os pélvicos, se desenvolvendo 
de forma mais frequente em esqueleto apendicular , como úmero, rádio, ulna, fêmur 
e tíbia quando comparados ao esqueleto axial incluindo os ossos planos do crânio, 
costelas, vértebras, esterno e pélvis (DICKERSON et al., 2001; DALECK; 
FONSECA; CANOLA, 2002; ETTINGER; FELDMAN, 2004). 
Dentre as raças mais acometidas estão: São Bernardo, Dogue Alemão, 
Dobermann, Golden Retriever, Pastor Alemão, Setter Irlandês, Rottweiler e Fila 
Brasileiro, sendo assim são as raças de grandes e gigantes porte as mais 
predispostas (TEIXEIRA et al., 2010; DALECK; NARDI, 2016). 
 Quando tomado, os animais mostram sinais clínicos como claudicação 
aguda ou crônica, dor, limitação dos movimentos, massas tumorais de consistência 
firme e crescimento progressivo, edema e atrofia muscular por desuso e dificuldade 
de se levantar, febre e anorexia(DAVID et al., 2003;DALECK, et al., 2006; OLIVEIRA; 
SILVEIRA, 2008). 
O diagnóstico tem como base o histórico do paciente, anamnese, exame 
clínico, achados radiológicos, cintilografia óssea que é um exame que vai avaliar a 
integridade óssea e tomografia computadorizada, sendo a confirmação, muitas 
vezes, feita por meio da biópsia e exame histopatológico, no qual a presença de 
osteóide distingue o osteossarcoma de outras possíveis neoplasias malignas 
(SOARES et al., 2005; DALECK et al., 2006). 
O principal tratamento abordado é a intervenção cirúrgica por meio da 
amputação do membro associada à quimioterapia, proporcionando assim, uma 
maior sobrevida ao animal. Caso seja diagnosticada a presença de metástase, o 
tratamento se torna menos efetivo em aumentar o tempo de sobrevida nestes casos 
(SILVEIRA et al., 2006; OLIVEIRA; SILVEIRA, 2008). 
Animais sob cuidados paliativos precisam de terapia farmacológica para 
gerenciar a dor. A princípio, antiinflamatórios não esteroidais, como carprofeno, 
piroxicam ou meloxicam, são usados, mas o uso de opióides é necessário quando 
os antiinflamatórios e analgésicos não conseguem mais controlar a dor de forma 
eficaz (COSTA, 2009). 
O sarcoma osteogênico possui um prognóstico desfavorável, por possuir 
muitas vezes metástase envolvida, geralmente identificada no momento do 
diagnóstico. A média de sobrevivência dos animais acometidos pode variar de 10 a 
14 meses, porém quando é estabelecido um protocolo cirúrgico associado a 
quimioterapia adjuvante os animais tendem a ter uma sobrevida maior 
(OLIVEIRA;SILVEIRA, 2008; SANTOS, 2009) 
 
 
 2. DESENVOLVIMENTO 
 
No presente artigo, relata-se o caso de um cão da raça Rottweiller 
(imagem 1), fêmea, com nove anos de idade, 29,7kg, atendida na clínica escola de 
medicina veterinária da faculdade Unimais em Inhumas-Go, no dia 24/04/2024. O 
tutor relatou um histórico de claudicação no membro posterior esquerdo com 
evolução em 30 dias. 
 Imagem 1: cão fêmea da raça rottweiller, 9 anos 
 
 Fonte: acervo pessoal 
Na anamnese foi relatado que o animal em janeiro começou a se locomover 
com dificuldade, apresentou um edema e surgiu uma seletividade alimentar, que 
antes o animal comia normalmente ração da marca Magnus mas agora só se 
alimentava com comida com textura mais pastosa. Sua ingestão de água estava 
normal, fezes também se apresentava normal tanto quantidade quanto aspecto e 
estava urinando normal. Tutora relatou que quando o animal começou a claudicar, a 
mesma administrou medicamento sem a orientação de um veterinário, o 
medicamento em questão foi o meloxicam® . 
No exame físico, notou-se que seu escore corporal estava baixo em 2 
(imagem 2) 
 Imagem 2: escore corporal do animal 
 
 Fonte: acervo pessoal 
 
 
mucosas hipocoradas, frequência cardíaca 116 bpm, temperatura retal em 
39,8°C e sem presença de ectoparasitas, edema no membro pélvico esquerdo 
(imagem 3) 
 Imagem 3: edema no membro pélvico esquerdo 
 
 Fonte: acervo pessoal 
Com base na sintomatologia clínica, foram solicitados exames radiográficos 
da pelve nas posição ventrodorsal (imagem 4), tórax nas posições ventrodorsal 
(imagem 5) e latero lateral (imagem 6) e radiografia do membro afetado (imagem 7) 
que apresentou anormalidade femoral.Imagem 4: radiografia da região pélvica VD 
 
 Fonte: clínica escola de medicina veterinária 
 unimais 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Imagem 5: radiografia do tórax em Imagem 6: radiografia do tórax em 
 posição VD posição L-L (E) 
 
Fonte: clínica escola de medicina veterinária Fonte: clínica escola de medicina veterinária 
unimais unimais 
 
 Imagem 7: radiografia de fêmur esquerdo na posição 
 médio lateral/crânio caudal (E) 
 
Fonte: clínica escola de medicina veterinária 
unimais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Outro exame de imagem solicitado foi a ultrassonografia para análise dos 
órgãos da cavidade abdominal. Na ultrassonografia foi notado um aspecto 
anormal nos seguintes órgãos: rim direito (imagem 8), rim esquerdo e fígado 
 Imagem 8: exame de ultrassonografia do rim 
 direito com aspecto anormal que pode 
 representar metástase 
 
 Fonte: clínica escola de medicina veterinária 
 unimais 
 
Foi realizado um exame de citologia aspirativa no edema, para assim fechar 
o diagnóstico de osteossarcoma (imagens 9 e 10). 
 Imagem 9: realização da citologia Imagem 10: lâmina da citologia 
 aspirativa aspirativa 
 
 Fonte: acervo pessoal Fonte: acervo pessoal 
 Foi explicado para os tutores que por se tratar de uma neoplasia com 
prognóstico desfavorável e muito agressivo, o animal já se apresentava com 
metástases e perda de peso progressiva. Foi orientado para os tutores que 
levassem o animal para o setor de oncologia da Universidade Federal de Goiás para 
realização de novos exames e uma outra avaliação do caso. Foi receitado cloridrato 
de tramadol para um tratamento paliativo do animal. 
 
 
 
 
 
3. RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
O paciente relatado neste caso se trata de um cão da raça rottweiller que 
possui predisposição para sarcoma osteogênico (TEIXEIRA et al., 2010; DALECK; 
NARDI, 2016) por se tratar de um animal de porte grande (DERNELL ET AL 2007). 
Se trata de uma canino fêmea que apesar de estudos mostrarem que se tem uma 
incidência maior de osteossarcoma em machos, quando se trata das raças São 
Bernardo, Rottweiler e Dinamarquês, as fêmeas mostraram ser mais comumente 
acometidas (MORELLO ET AL.,2011; VENTURA, 2011). É um animal de 9 anos, os 
estudos mostram que esses animais são mais propensos a desenvolver uma 
neoplasia óssea do que os animais jovens. (KLEINER; SILVA, 2003; SABATTINI et 
al., 2017). 
As observações clínicas manifestada pelo animal do relato vai de acordo 
com as mesmas manifestações de outros relatos e também de alguns estudos, 
como massas tumorais de consistência firme e crescimento progressivo,não há 
apoio do membro no chão, edema, dor, febre e anorexia (DAVID et al., 2003; 
DALECK, et al., 2006; OLIVEIRA; SILVEIRA, 2008). 
Para diagnóstico os exames realizados na clínica são capazes de fechar o 
caso já que, o exame radiográfico é um dos métodos mais utilizados, mas também 
devemos nos basear tanto na anamnese quanto no exame clínico do paciente 
(DAVIS et al., 2002; DALECK et al., 2006). Mas para a confirmação o método de 
citologia aspirativa também pode ser utilizado. Um dos métodos mais utilizados é o 
exame citológico, com base nos achados por aspiração com agulha fina, pode ser 
realizada rapidamente sem anestesia (MAHAFFEY, 1999). 
Quando se fala em tratamento de osteossarcoma, infelizmente por se tratar 
de uma neoplasia com um prognóstico desfavorável, pode se recomendar a 
amputação do membro afetado juntamente com quimioterapia para desacelerar a 
formação de metástase, porém de acordo com Farcas et al. (2012) em seu trabalho 
demonstraram que em cães com OSA, 11-13% apresentavam metástase no 
momento da consulta e 35-46% desenvolveram metástase após o diagnóstico. 
Então a amputação, apesar de melhorar a qualidade de vida do paciente, é um 
método paliativo e pode não significar aumento de sobrevida (GOMES at al., 2008). 
Estatisticamente, 90% dos pacientes tratados apenas com a amputação poderão ser 
eutanasiados devido às metástases em um período de um ano (ENDICOTT, 2003; 
CHUN, 2005; SELVARAJAH & KIRPENSTEIJN, 2010; WOLFE et al., 2011). 
O cloridrato de tramadol foi receitado para controle da dor do paciente, visto 
que é um dos principais tratamentos paliativos já que, é um opióde que, pela inibição 
da recaptação neuronal de noradrenalina e serotonina, ativa as vias inibidoras da 
dor gerando uma analgesia satisfatória (MAYER & GRIER, 2006). 
 O prognóstico devido a alta malignidade da neoplasia é reservado ou 
desfavorável (KUNTZ ET AL., 1998). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
 
O osteossarcoma é uma neoplasia óssea de teor extremamente agressivo 
que apresenta um prognóstico desfavorável. Não há uma causa definitiva para a 
doença, mas acredita-se que esteja relacionada aos genes que promovem e 
suprimem o crescimento de células tumorais. É visto em algumas raças mais do que 
em outras. Entende-se que cães de raças grandes ou gigantes, por terem a 
predisposição às neoplasias ósseas são animais que precisam de um 
acompanhamento com veterinários especialistas em ortopedia e nutrição para 
promover um cuidado redobrado e fornecer uma alimentação que ajude o 
fortalecimento ósseo. 
 
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http://ibict.unifeob.edu.br:8080/jspui/bitstream/prefix/6044/1/OSTEOSSARCOMA%20EM%20C%c3%83ES%20-%20REVIS%c3%83O%20DE%20LITERATURA.pdf