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1000 Exercícios do Código de Trânsito Nacional Polícia Rodoviária Nacional 5 32. A coleta de dados e elaboração de estudos sobre os acidentes de trânsito e suas causas é competência: a) da Polícia Rodoviária Federal; b) dos órgãos e entidades executivos rodoviários da União, Estados, Município, no âmbito de sua circunscrição; c) da JARI com circunscrição sobre os locais em análise; d) nenhuma das alternativas. 33. A execução da fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado, como agente do órgão ou entidade executivos de trânsito ou executivos rodoviários, concomitantemente com os demais agentes credenciados é competência: a) da Polícia Rodoviária Federal; b) da Polícia Civil; c) dos CETRANs; d) da Polícia Militar dos Estados e do Distrito Federal. 34. A concessão de autorização para conduzir veículo de propulsão humana e de tração animal compete: a) ao CETRAN: b) à Polícia Militar com circunscrição sobre a via; c) aos órgão e entidades executivos de trânsito dos Municípios no âmbito de sua circunscrição; d) ao CONTRAN. 35. Para exercer as competências estabelecidas no artigo 24 do Código de Trânsito Brasileiro, os Municípios deverão: a) filiar-se ao CETRAN do Estado a que fazem parte; b) filiar-se ao CONTRAN; c) integrar-se à Política Nacional de Trânsito estabelecida pelo CONTRAN; d) integrar-se ao Sistema Nacional de Trânsito. 36. Poderão prestar serviços de capacitação técnica, assessoria e monitoramento das atividades relativas ao trânsito durante prazo a ser estabelecido entre as partes: a) os órgãos e entidades de trânsito; b) os CETRAN de cada um dos Estados membros; c) o CONTRANDIFE; d) as JARI. 37. O dever de abster-se de obstruir o trânsito ou torná-lo perigoso, atirando, depositando ou abandonando na via objetos ou substâncias, ou nela criando qualquer outro obstáculo é incumbência: a) do condutor de veículo; b) do usuário das vias terrestres; c) do pedestre; d) da Polícia Militar. 38. De acordo com o art. 29, I do Código de Trânsito Brasileiro, a circulação far-se-á pelo: a) lado esquerdo da pista; b) centro da pista; c) lado direito da pista; d) nenhuma das alternativas. 39. A ultrapassagem de outro veículo em movimento deverá ser feita pela esquerda, obedecida a sinalização regulamentar e das demais normas estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro, exceto quando o veículo a ser ultrapassado: a) estiver em alta velocidade; 1000 Exercícios do Código de Trânsito Nacional Polícia Rodoviária Nacional 6 b) estiver em baixa velocidade; c) estiver com o pisca-alerta ligado; d) estiver sinalizando o propósito de entrar à esquerda. 40. As normas de ultrapassagem previstas nas alíneas a e b do inciso X e a e b do inciso XI do artigo 29, aplicam-se também a: a) todos os casos de trânsito; b) transposição de faixas; c) alguns casos de ultrapassagem; d) nenhuma das alternativas. 41. A transposição de faixas, movimentos de conversão à direita, à esquerda e retornos são entendidos como: a) deslocamento lateral; b) deslocamento transversal; c) deslocamento perpendicular; d) deslocamento anormal. 42. A troca de luz baixa e alta de forma intermitente e por curto período de tempo, com o objetivo de advertir outros motoristas, só poderá ser utilizada para indicar: a) a presença de blitz aos veículos que vêm em sentido contrário; b) a presença de policiais com radares aos veículos que se deslocam em sentido contrário; c) para indicar a existência de risco à segurança para os veículos que circulam no sentido contrário; d) nenhuma das alternativas. 43. Quando sob chuva forte, neblina ou cerração, o condutor manterá: a) aceso o pisca-alerta; b) aceso o farol alto; c) aceso o pisca-alerta e farol alto; d) acesa as luzes de posição do veículo. 44. O condutor utilizará o pisca-alerta: a) sob forte chuva; b) em situações de emergência; c) sob neblina; d) sob cerração. 45. Durante a noite, em circulação, o condutor manterá acesa: a) a luz de placa; b) a luz baixa; c) a luz alta; d) nenhuma das alternativas. 46. Os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, quando circularem em faixas próprias a eles destinadas, e os ciclos motorizados deverão utilizar-se de farol de luz baixa durante: a) a noite; b) o dia; c) a tarde e a noite; d) durante o dia e noite. 47. Sempre que for necessária a imobilização temporária de um veículo no leito viário, em situação de emergência, deverá ser providenciada a imediata sinalização de advertência, na forma estabelecida pelo: a) CETRAN; 1000 Exercícios do Código de Trânsito Nacional Polícia Rodoviária Nacional 7 b) Sistema Nacional de Trânsito; c) CONTRAN; d) CONTRANDIFE. 48. A operação de carga e descarga será regulamentada pelo: a) CONTRAN; b) Órgão ou entidade com circunscrição sobre a via; c) CETRAN; d) DETRAN. 49. A operação de que trata a questão anterior será considerada: a) parada; b) parada para embarque e desembarque de carga; c) estacionamento; d) nenhuma das alternativas. 50. O estacionamento dos veículos motorizados de duas rodas será feito: a) em posição perpendicular à guia da calçada e junto à ela; b) sobre a calçada; c) paralelo ao bordo da pista de rolamento; d) em sentido contrário ao do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento. 51. O embarque e desembarque devem ocorrer sempre do lado da calçada, exceto: a) quando se tratar de veículos de transporte coletivo de passageiros; b) para o condutor; c) quando a normatização da via determinar de outra forma; d) quando se tratar de crianças maiores de dez anos. 52. O uso de faixas laterais de domínio e das áreas adjacentes às estradas e rodovias obedecerá às condições de segurança do trânsito estabelecidas: a) pela Polícia Militar; b) pelo CONTRAN; c) pelo CETRAN; d) pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via. 53. Nas vias internas pertencentes a condomínios constituídos por unidades autônomas, a sinalização de regulamentação da via será implantada e mantida às expensas do condomínio, após aprovação: a) pelo CONTRAN; b) pelo CETRAN; c) pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via; d) pela Polícia Militar. 54. Quando uma via comportar duas ou mais faixas de trânsito e a da direita for destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veículo, os ciclomotores deverão circular pela faixa: a) adjacente à direita; b) adjacente à esquerda; c) direita; d) esquerda. 55. Nas vias urbanas e nas vias rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, na falta de ciclovia: a) na pista; b) à direita da pista; c) à esquerda da pista; d) nos bordos da pista. 1000 Exercícios do Código de Trânsito Nacional Polícia Rodoviária Nacional 8 56. A competência para poder autorizar a circulação de bicicletas no sentido contrário ao fluxo dos veículos automotores é: a) do CONTRAN; b) do CETRAN; c) da autoridade de trânsito com circunscrição sobre a via; d) da Polícia Rodoviária. 57. Para que ocorra o previsto na questão anterior, é necessário que haja a existência de: a) ciclovia; b) acostamento; c) autorização expressa por parte da Polícia Rodoviária; d) autorização do CETRAN. 58. Será permitida a circulação de bicicletas nos passeios desde que devidamente sinalizado e autorizado: a) pelo CONTRAN; b) pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via; c) pela Polícia Militar; d) pelo CETRAN. 59. As vias abertas à circulação, de acordo com sua utilização, classificam-se em: a) públicas e privadas; b) urbanas e rurais; c) estaduais, municipais e federais; d) nenhuma das alternativas. 60. Uma via arterial é exemplo de via: a) urbana; b) privada; c) municipal; d) privada. 61. Já uma rodovia é exemplo de via: a) federal; b) estadual; c) pública; d) rural. 62. Não havendo sinalização regulamentadora, a velocidade máxima nas vias de trânsito rápido será de: a) 60 Km/h; b) 80 Km/h c) 100 Km/h d) 110 Km/h 63. Da mesma forma, na ausência de sinalização regulamentadora, a velocidade máxima nas estradas será de: a) 60 Km/h; b) 80 Km/h c) 100 Km/h d) 110 Km/h 64. A competência para regulamentação, mediante sinalização, velocidades superioresou inferiores àquelas estabelecidas no Código de Trânsito Brasileiro é: a) do CONTRAN; b) do CETRAN; c) do órgão ou entidade de trânsito ou rodoviário com circunscrição sobre a via;