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FINANCIAMENTO DO SUS
Art. 198 § 1º - Constituição federal - O sistema único de saúde será financiado com recursos do orçamento da seguridade social, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, além de outras fontes. 
Art. 32º - Lei 8.080 – São considerados de outras fontes os recursos provenientes de:
I. serviços que possam ser prestados sem prejuízo da assistência à saúde;
II. ajuda, contribuições, doações e donativos;
III. alienações patrimoniais e rendimentos de capital;
IV. taxas, multas, emolumentos e preços públicos arrecadados no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS); e
V. rendas eventuais, inclusive comerciais e industriais.
 Art 31º - Lei 8.080 – O orçamento da seguridade social destinará ao Sistema Único de Saúde (SUS) de acordo com a receita estimada, os recursos necessários à realização de suas finalidades, previstos em proposta elaborada pela sua direção nacional, com a participação dos órgãos da Previdência Social e da Assistência Social, tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias.
Art. 33º - Lei 8.080 – Os recursos financeiros do Sistema Único de Saúde (SUS) serão depositados em conta especial, em cada esfera de sua atuação, e movimentados sob fiscalização dos respectivos Conselhos de Saúde. 
Na esfera federal os recursos financeiros serão administrados pelo Ministério da Saúde, através do Fundo Nacional de Saúde.
Art. 2° - Lei 8.142 - Os recursos do Fundo Nacional de Saúde (FNS) serão alocados como:
I. despesas de custeio e de capital do Ministério da Saúde, seus órgãos e entidades, da administração direta e indireta;
II. investimentos previstos em lei orçamentária, de iniciativa do Poder Legislativo e aprovados pelo Congresso Nacional;
III. investimentos previstos no Plano Qüinqüenal do Ministério da Saúde;
IV. cobertura das ações e serviços de saúde a serem implementados pelos Municípios, Estados e Distrito Federal.
Art. 3º § 2° - Lei 8.142 - Os recursos referidos neste artigo serão destinados, pelo menos setenta por cento, aos Municípios, afetando-se o restante aos Estados.
Art. 4° - Lei 8.142 - Para receberem os recursos os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com:
I. fundo de Saúde;
II. conselho de Saúde, com composição paritária
III. plano de saúde;
IV. relatórios de gestão que permitam o controle
V. contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento;
VI. comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS).
Art. 35º - Lei 8.080 – Para o estabelecimento de valores a serem transferidos a Estados, Distrito Federal e Municípios, será utilizada a combinação dos seguintes critérios, segundo análise técnica de programas e projetos:
I. perfil demográfico da região;
II. perfil epidemiológico da população a ser coberta;
III. características quantitativas e qualitativas da rede de saúde na área;
IV. desempenho técnico, econômico e financeiro no período anterior;
V. níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais;
VI. previsão do plano qüinqüenal de investimentos da rede;
VII. ressarcimento do atendimento a serviços prestados para outras esferas de governo.
Art. 36º - Lei 8.080 – O processo de planejamento e orçamento do Sistema Único de Saúde (SUS) será ascendente, do nível local até o federal, ouvidos seus órgãos deliberativos, compatibilizando-se as necessidades da política de saúde com a disponibilidade de recursos em planos de saúde dos Municípios, dos Estados, do Distrito Federal e da União.
É vedada a transferência de recursos para o financiamento de ações não previstas nos planos de saúde, exceto em situações emergenciais ou de calamidade pública, na área de saúde.
Art. 37º - Lei 8.080 – O Conselho Nacional de Saúde estabelecerá as diretrizes a serem observadas na elaboração dos planos de saúde, em função das características epidemiológicas e da organização dos serviços em cada jurisdição administrativa.
Art. 5º - lei complementar 141 – A União aplicará a receita corrente líquida do respectivo exercício financeiro, não sendo inferior a 15% (quinze por cento).
Art. 6º - lei complementar 141 - Os Estados e o Distrito Federal aplicarão, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 12% (doze por cento) da arrecadação dos impostos.
Art. 7º - lei complementar 141 - Os Municípios e o Distrito Federal aplicarão anualmente em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 15% (quinze por cento) da arrecadação dos impostos.
Art. 8º - lei complementar 141 - O Distrito Federal aplicará, anualmente, em ações e serviços públicos de saúde, no mínimo, 12% (doze por cento) e 15% (quinze por cento) do produto da arrecadação direta dos impostos que não possam ser segregados em base estadual e em base municipal. 
Art. 3º - lei complementar 141 - serão consideradas despesas com ações e serviços públicos de saúde as referentes a:
I. vigilância em saúde, incluindo a epidemiológica e a sanitária; 
II. atenção integral e universal à saúde em todos os níveis de complexidade, incluindo assistência terapêutica e recuperação de deficiências nutricionais; 
III. capacitação do pessoal de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS); 
IV. desenvolvimento científico e tecnológico e controle de qualidade promovidos por instituições do SUS; 
V. produção, aquisição e distribuição de insumos específicos dos serviços de saúde do SUS, tais como: imunobiológicos, sangue e hemoderivados, medicamentos e equipamentos médico-odontológicos; 
VI. saneamento básico de domicílios ou de pequenas comunidades, desde que seja aprovado pelo Conselho de Saúde do ente da Federação financiador da ação e esteja de acordo com as diretrizes das demais determinações previstas nesta Lei Complementar; 
VII. saneamento básico dos distritos sanitários especiais indígenas e de comunidades remanescentes de quilombos; 
VIII. manejo ambiental vinculado diretamente ao controle de vetores de doenças; 
IX. investimento na rede física do SUS, incluindo a execução de obras de recuperação, reforma, ampliação e construção de estabelecimentos públicos de saúde; 
X. remuneração do pessoal ativo da área de saúde em atividade nas ações de que trata este artigo, incluindo os encargos sociais; 
XI. ações de apoio administrativo realizadas pelas instituições públicas do SUS e imprescindíveis à execução das ações e serviços públicos de saúde; e 
XII. gestão do sistema público de saúde e operação de unidades prestadoras de serviços públicos de saúde. 
XIII. custeio e investimento em hospitais universitários federais, inclusive por meio de entidade pública responsável por sua administração, desde que as despesas sejam aprovadas pelo Ministério da Saúde e estejam de acordo com as diretrizes das demais determinações previstas nesta Lei Complementar.
Art. 32º § 3º - Lei 8.080 – As ações de saneamento que venham a ser executadas supletivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), serão financiadas por recursos tarifários específicos e outros da União, Estados, Distrito Federal, Municípios e, em particular, do Sistema Financeiro da Habitação (SFH), (NO QUE SE REFERE AO VI DO ART. 3º).
Os Planos Estaduais de Saúde deverão explicitar a metodologia de alocação dos recursos estaduais e a previsão anual de recursos aos Municípios, pactuadas pelos gestores estaduais e municipais, em comissão intergestores bipartite, e aprovadas pelo Conselho Estadual de Saúde. 
Art. 20º - lei complementar 141 -  As transferências dos Estados para os Municípios destinadas a financiar ações e serviços públicos de saúde serão realizadas diretamente aos Fundos Municipais de Saúde, de forma regular e automática, em conformidade com os critérios de transferência aprovados pelo respectivo Conselho de Saúde. 
Art. 24º - lei complementar 141 - Para efeito de cálculo dos recursos mínimos a que se refere esta Lei Complementar, serão consideradas: 
I - as despesas liquidadas e pagas no exercício; e 
II - as despesas empenhadas e não liquidadas, inscritas em Restos a Pagar até o limite das disponibilidades de caixa ao final do exercício, consolidadasno Fundo de Saúde. 
Questões sobre o Financiamento do SUS
De acordo com o artigo 198, §1º da Constituição Federal, o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS) ocorre por meio de:
a) Apenas recursos da União
b) Recursos do orçamento da seguridade social e de outras fontes
c) Contribuições voluntárias da população
d) Empréstimos bancários destinados ao setor da saúde
2. A Lei 8.080/1990 define que os recursos financeiros do SUS devem ser depositados em conta especial e movimentados sob fiscalização dos:
a) Tribunais de Justiça
b) Conselhos de Saúde
c) Governadores dos Estados
d) Ministérios da Fazenda e do Planejamento
3. A Lei 8.142/1990 estabelece que, para receberem recursos da União, os Municípios, Estados e o Distrito Federal devem contar com:
a) Conselhos de Saúde com composição paritária, fundo de saúde e plano de saúde
b) Apenas hospitais públicos e unidades básicas de saúde
c) Um conselho consultivo formado por profissionais de saúde
d) Convênios com instituições privadas de assistência médica
4. Conforme a Lei Complementar 141/2012, qual é o percentual mínimo da receita corrente líquida que a União deve aplicar em ações e serviços públicos de saúde?
a) 10%
b) 12%
c) 15%
d) 20%
5. Segundo a Lei 8.142/1990, pelo menos 70% dos recursos do Fundo Nacional de Saúde devem ser destinados para:
a) A União
b) Os Estados
c) Os Municípios
d) Hospitais universitários
6. De acordo com a Lei Complementar 141/2012, os Estados devem aplicar anualmente em saúde pública um percentual mínimo de:
a) 12% da arrecadação dos impostos
b) 15% da arrecadação dos impostos
c) 18% da arrecadação dos impostos
d) 20% da arrecadação dos impostos
7. Os critérios para o estabelecimento de valores transferidos para Estados e Municípios incluem, EXCETO:
a) Perfil epidemiológico da população
b) Características qualitativas e quantitativas da rede de saúde
c) Percentual de arrecadação do município em relação ao PIB nacional
d) Níveis de participação do setor saúde nos orçamentos estaduais e municipais
8. O planejamento e orçamento do SUS devem ser elaborados de forma:
a) Centralizada, com decisões exclusivas da União
b) Ascendente, do nível local até o federal
c) Individualizada para cada hospital e unidade de saúde
d) Baseada exclusivamente na arrecadação tributária federal
9. A Lei Complementar 141/2012 considera como despesas com ações e serviços públicos de saúde todas as alternativas abaixo, EXCETO:
a) Vigilância epidemiológica e sanitária
b) Desenvolvimento científico e tecnológico no SUS
c) Saneamento básico de grandes cidades sem relação direta com a saúde pública
d) Remuneração do pessoal ativo da área da saúde
10. A Lei 8.080/1990 estabelece que as diretrizes para elaboração dos planos de saúde são determinadas por:
a) Ministério da Saúde
b) Congresso Nacional
c) Conselho Nacional de Saúde
d) Supremo Tribunal Federal
11. De acordo com a Lei 8.080/1990, quais são algumas das fontes alternativas de financiamento do SUS?
a) Empréstimos internacionais e repasses do Ministério da Fazenda
b) Contribuições, doações, alienações patrimoniais e rendimentos de capital
c) Exclusivamente impostos federais e estaduais
d) Apenas recursos oriundos do setor privado
12. Qual órgão é responsável pela administração dos recursos financeiros do SUS na esfera federal?
a) Ministério da Economia
b) Fundo Nacional de Saúde
c) Congresso Nacional
d) Tribunal de Contas da União
13. Sobre a aplicação de recursos mínimos na saúde, de acordo com a Lei Complementar 141/2012, os Municípios devem destinar:
a) No mínimo 10% da arrecadação de impostos
b) No mínimo 12% da arrecadação de impostos
c) No mínimo 15% da arrecadação de impostos
d) No mínimo 18% da arrecadação de impostos
14. O planejamento do orçamento do SUS é regido por qual princípio?
a) Deve ser elaborado exclusivamente pelo Ministério da Saúde
b) Deve seguir um modelo ascendente, partindo do nível local até o federal
c) Deve ser centralizado em decisões do Congresso Nacional
d) Deve priorizar estados com maior arrecadação tributária
15. De acordo com a Lei Complementar 141/2012, para que os Municípios recebam recursos financeiros, é necessário:
a) Ter hospitais de grande porte em funcionamento
b) Comprovar a necessidade financeira para receber repasses
c) Possuir um fundo de saúde, conselho de saúde e apresentar relatórios de gestão
d) Firmar parcerias com instituições privadas de saúde
16. O orçamento da seguridade social destina recursos ao SUS conforme:
a) A estimativa de receita e as prioridades estabelecidas na Lei de Diretrizes Orçamentárias
b) A arrecadação total do Imposto de Renda
c) As decisões dos Conselhos Municipais de Saúde
d) A disponibilidade de recursos apenas nos estados mais populosos
17. Qual dos seguintes itens NÃO é considerado uma despesa com ações e serviços públicos de saúde, segundo a Lei Complementar 141/2012?
a) Aquisição de medicamentos e insumos hospitalares
b) Obras de infraestrutura para a construção de rodovias
c) Saneamento básico para pequenas comunidades e distritos indígenas
d) Capacitação dos profissionais do SUS
18. Segundo a Lei 8.080/1990, a transferência de recursos para ações não previstas nos planos de saúde só pode ocorrer em qual situação?
a) Quando há superávit no orçamento da seguridade social
b) Em casos de emergência ou calamidade pública na área da saúde
c) Quando houver aprovação do Congresso Nacional
d) Quando os Municípios solicitarem aumento de repasses federais
19. Os critérios para a transferência de recursos do SUS para Estados e Municípios incluem:
a) Apenas a população total de cada ente federativo
b) Perfil epidemiológico, infraestrutura de saúde e desempenho técnico-financeiro
c) Exclusivamente o número de hospitais públicos em cada localidade
d) A arrecadação individual de cada Município
20. A Lei 8.142/1990 determina que os investimentos do Fundo Nacional de Saúde incluem:
a) Apenas despesas administrativas do Ministério da Saúde
b) Investimentos no Plano Qüinqüenal do Ministério da Saúde e despesas de custeio e capital
c) Apenas programas de saúde voltados para doenças raras
d) Exclusivamente hospitais universitários

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