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Orientações para os diagnósticos 1. Sistemas Livres Os sistemas livres em urbanismo são todos os tipos de espaço livre de edificação (independentemente de seu tamanho, forma, estética, localização e função) e que surge da relação entre os espaços livres de propriedade pública e de propriedade privada. Eles são importantes para a vida pública, a paisagem, o território e a drenagem urbana. Eles podem ter múltiplos papéis e funções, como conectar, complementar e hierarquizar os espaços urbanos. A análise dessas áreas deve considerar esses papéis e funções, além da relação entre eles. 2. Áreas de Risco São regiões onde é recomendada a não construção de casas ou instalações, pois são muito expostas a desastres naturais, como desabamentos e inundações. Essas regiões vêm crescendo constantemente nos últimos anos, principalmente devido à própria ação humana. As pessoas que habitam essas áreas estão sujeitas a danos à integridade física, perdas materiais e patrimoniais. Áreas de risco devem ser identificadas, monitoradas e prevenidas por meio de estudos e ações conjuntas dos entes da Federação. Também podem ser considerados outros riscos como os de segurança pública ou risco para os moradores causados por algum tipo de atividade ou configuração espacial. Deverão ser demarcadas as diversas áreas de acordo com o grau de risco e os tipos de risco. 3. Áreas de Preservação Abiental/Natural Áreas de preservação natural/ambiental são áreas naturais ou de recomposição destinadas à proteção e conservação dos atributos bióticos (fauna e flora), estéticos ou culturais ali existentes, importantes para a qualidade de vida da população local e para a proteção dos ecossistemas regionais. Elas podem ser classificadas em diferentes categorias, como Unidades de Conservação, Unidades de Proteção Integral, Unidades de Uso Sustentável e Áreas de Proteção Ambiental. Elas têm por objetivo preservar a natureza, permitir o uso sustentável dos recursos naturais, promover a pesquisa científica, o turismo e a educação ambiental. Elas são instituídas pelo Poder Público, com limites definidos e garantias adequadas de proteção. Devem ser demarcadas as áreas verdes, os corpos d’água, as áreas de preservação, zoneamentos ambientais etc. 4. Morfologia Urbana Morfologia urbana é o estudo das estruturas, formas e transformações da cidade. Ela analisa os elementos que compõem a paisagem urbana, como edifícios, ruas, lotes, quarteirões e usos do solo. Ela também considera os processos históricos, sociais e culturais que influenciam a forma urbana. Devem ser analisados aspectos como: a. a forma da cidade (figura e fundo) b. ambiência específica de cada localidade (relação entre ruas, edificações e elementos naturais) c. evolução histórica do tecido urbano d. altura das edificações. 5. Usos Mapear os usos da área de forma global (residencial, comercial, institucional, misto), de maneira mais específica (equipamentos urbanos importantes como escolas, hospitais etc.) e indicar equipamentos de alto impacto no tecido urbano. 6. Segregação Espacial Segregação socioespacial é a marginalização de certas pessoas ou grupos sociais por fatores econômicos, culturais, históricos ou raciais no espaço das cidades. Ela se manifesta na divisão entre centro e periferia, onde os mais pobres tendem a ocupar áreas mais afastadas, precárias e desvalorizadas, enquanto os mais ricos se concentram em áreas mais centrais, valorizadas e dotadas de infraestrutura e serviços. A segregação socioespacial é uma expressão da desigualdade social e da luta de classes no espaço urbano. Ela tem impactos negativos na qualidade de vida, na mobilidade, na cidadania e na democracia das populações segregadas. Mapear essas áreas e sua relação com o bairro. 7. Mobilidade Urbana Mobilidade urbana é a capacidade de deslocamento das pessoas em uma cidade, por qualquer meio de transporte, com o objetivo de desenvolver relações sociais e econômicas, suprir necessidades e garantir direitos. A mobilidade urbana busca ser sustentável e integrada, facilitando o acesso e a segurança das pessoas e cargas. A mobilidade urbana é um desafio para os grandes centros urbanos, que sofrem com problemas como trânsito, poluição, congestionamentos e falta de infraestrutura. A mobilidade urbana depende de um planejamento urbano adequado, que ofereça soluções eficientes e diversificadas para a circulação das pessoas na cidade. a. Fazer o mapeamento das vias de acordo com sua hierarquia viária considerando também como vias as escadarias, vielas e ciclovias. b. Mapear as linhas e pontos de ônibus. Quais são, qual a frequência, de onde vem e para onde vão. c. Mapear o fluxo de pedestres 8. Legislação urbanística É a legislação que estabelece parâmetros construtivos e de ocupação do solo para cada região ou rua da cidade. Mapear os diversos setores e os principais índices Grupos 1. Sistemas Livres e Áreas de Risco Thayna, Stephanie, Betariz Ribeiro e Monique Foguel 2. Áreas de Preservação Ambiental/Natural e Legislação Urbana Monique Farnum e Nicholas 3. Morfologia – Figura e fundo e ambiência específica de cada localidade (relação entre ruas, edificações e elementos naturais) Maria Eduarda e Matheus, Rafaela Reis 4. Evolução histórica do tecido urbano e altura das edificações Carol, Igor, Wenderson, e Bruna, Nathalia 5. Usos e Segregação socio espacial Paschoal e Laura e André 6. Mobilidade Urbana Nathaly, Milena, Isabela, Maria Luiza