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Frutos da videira verdadeira. Primeira parte – Salvação, Justificação, Regeneração e Santificação: Salvação: A salvação em Jesus é a mensagem principal do evangelho, mas o que isso significa? Precisamos ser salvos do quê? Por que a salvação é tão importante? A Bíblia explica: 1. Salvação do pecado – 1 Timóteo 1:15. O grande problema do mundo é o pecado. Todos cometemos erros e esses erros estragam nossas vidas. Quando pecamos, nos tornamos escravos do pecado. Jesus veio para nos salvar de nossos pecados, apagando nosso passado na cruz e nos dando uma vida nova, guiada por Deus. 2. Salvação da condenação – João 5:24. O pecado traz condenação. Merecemos ser castigados por nossos erros mas Jesus nos ama tanto que ele levou o castigo em nosso lugar! Jesus salva da condenação do pecado. 3. Salvação da morte – Romanos 6:23. A morte é o resultado final do pecado. Todos pecamos, por isso todos vamos morrer. Mas, em Jesus, a morte não é o fim! Quando cremos em Jesus, recebemos a promessa da ressurreição e da vida eterna com Jesus. 4. Salvação pela graça – Efésios 2:8-9. Ninguém consegue merecer a salvação. Podemos fazer muitas coisas boas mas elas não apagam nossos pecados. Somente Jesus nos pode salvar. Ele morreu em nosso lugar e ressuscitou para nos dar a salvação, de graça! Tudo que nós podemos fazer é crer nele e entregar nossas vidas a ele. E Jesus nos salva! Justificação: É o ato de Deus pelo qual Ele declara justo aquele que crê em Jesus Cristo. O homem, que era culpado e condenado perante Deus, agora é absolvido e declarado justo pelo próprio Deus (justificado), por meio de Jesus Cristo (Romanos 5:1). Nos que estão em Cristo, a justiça de Deus é manifestada (2Coríntios 5:21) e por Ele obtemos o perdão dos pecados (Efésios.1:7). Regeneração e Adoção: Regenerar significa gerar de novo. O homem, morto em transgressões e ofensas, precisa de uma nova vida em Cristo, sendo esta concedida pelo ato divino do novo nascimento (João 1:12-13; 3:3-5). Sugere uma cena familiar. O crente é um com Cristo, em virtude de sua morte expiatória e do Seu Espírito vivificante. Nele somos feitos novas criaturas, com uma nova vida (2Coríntios 5:17). O novo homem, em Cristo, torna-se herdeiro de Deus e membro de Sua família (Romanos 8:14-17). Santificação: A salvação é um processo que se inicia na conversão e termina na ressurreição de nossos corpos, no dia da vinda do Senhor Jesus Cristo. Assim, a “santificação”, como parte da salvação, está relacionada à separação da propriedade exclusiva de Deus (que somos nós) para uma vida que O glorifique (Romanos 12:1-2). Tendo paz com Deus, e tendo recebido uma nova vida, o novo homem, dessa hora em diante, dedica-se ao serviço de Deus. Comprado por elevado preço (1Pedro 1:14-19), já não é dono de si mesmo; não mais vive na prática do pecado, mas serve a Deus de dia e de noite (Lucas 2:37). Tal pessoa é santificada por Deus e, por sua própria vontade, entrega-se a Ele para viver em santificação e em novidade de vida. Somos santificados (1Coríntios 1:2), e Ele é feito para nós santificação (1Coríntios 1:30). Ele é o autor da salvação eterna (Hebreus 12:2). O homem salvo, portanto, é aquele cuja vida foi harmonizada com Deus, foi adotada na família divina, e agora dedica-se a servi-Lo. Em outras palavras, sua experiência da salvação, ou seu estado de graça, consiste em “justificação, regeneração, adoção e santificação. Sendo justificado, ele pertence aos justos; sendo regenerado, ele é filho de Deus; sendo santificado, ele é santo, literalmente uma pessoa santa”. A santificação está consubstanciada na salvação, formando um conjunto integralizado, conforme vemos em Hebreus 12:14, assim: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Segunda parte – A videira verdadeira (João 15:1-8). A Videira e Seus Frutos: Uma vez que as uvas eram cultura de subsistência na Palestina, não causa surpresa que o Senhor usasse a videira como um símbolo de seu povo, Israel (veja Salmo 80:8-16; Jeremias 5:10; 6:9; Ezequiel 15:1-8; 19:10-14). As imagens da videira simbolizavam o fracasso de Israel em cumprir as expectativas do Senhor (Oseias 10:1-2). Suas uvas eram selvagens e sem valor, apesar do cuidado do Senhor com sua vinha (Isaías 5:1-7; veja também Jeremias 2:21). Israel fracassou. Mas Jesus é a verdadeira videira, cumprindo o chamado e o destino de Israel (João 15:1, outras referências em João são aqui citadas por capítulo e versículo somente). Temos que ser ramos da videira e como tal temos diversas responsabilidades importantes (veja João 15:1-17). Produzir Fruto: O quê: A produção de fruto é a principal responsabilidade da videira. Jesus exortou os ramos a produzirem muito fruto (João 15:8), a deixar esse fruto permanecer (João 15:16) e advertiu que os ramos infrutíferos seriam arrancados (João 15:2). Que fruto espera-se que o ramo cristão produza? Primeiramente, justiça. Esta era a qualidade de uva que o Senhor esperava de sua vinha em Isaías 5 (veja Romanos 6:22; Hebreus 12:11; Filipenses 1:11; Efésios 5:9; e Gálatas 5:22-23). O fruto inclui também boas obras (Colossenses 1:10), partilhar as posses com os irmãos necessitados (Romanos 15:28), louvar a Deus (Hebreus 13:15) e ganhar almas (Provérbios 11:30; João 4:36; Romanos 1:13). Qualquer que seja o fruto, ele tem que ser produzido (João 15:2), em grande quantidade (João 15:8), e continuamente (João 15:16). Consequências: Quando Jesus encontrou a nação judia cheia de folhas mas com pouco fruto (figos), ele amaldiçoou-a e ela secou como aconteceu com a figueira (Marcos 11:12-20). Quando Jesus nos encontrar cheios de exibição e curtos de realização, nós também seremos amaldiçoados e queimados (João 15:2,6). Esta passagem refuta a doutrina da impossibilidade de apostasia desde que ela indica claramente que aqueles ramos que não produzem fruto ou que não permanecem na videira serão destruídos. Por outro lado, aqueles ramos que produzem fruto: Glorificam seu Pai (João 15:8) que é a meta final da vida cristã (1 Coríntios 6:20; 10:31; Efésios 1:12, 14; 3:21; Filipenses 1:11). Provam ser discípulos de Jesus (João 15:8). O discipulado não é uma condição estática, imutável, mas um crescente modo de vida. Tornamo-nos discípulos de Jesus mais e mais conforme reproduzimos seu caráter justo em nossa vida. Cumprem o mandado de Deus, o verdadeiro propósito pelo qual ele os escolheu (João 15:16). Recebem tudo o que pedem em nome de Jesus (João 15:16). Como: Dois elementos permitem a máxima produção de fruto. “Todo ramo que, estando em mim, não der fruto, ele o corta; e todo o que dá fruto limpa, para que produza mais fruto ainda” (João 15:2). Para que mais uvas cresçam, o Senhor poda os ramos, removendo os rebentos inúteis e tudo o que poderia desviar a força vital da produção. A poda é dolorosa, mas necessária porque muitas coisas sugam nossa força e nos impedem de dedicarmo-nos à produtividade. Precisamos de uma boa capina e poda. A outra coisa exigida para produção de fruto é permanecer na videira (João 15:4). Sem a ligação vital com a videira, o próprio ramo murcha e morre. Isto leva à segunda responsabilidade principal desta passagem. Permanecer em Jesus: O quê: Permanecer em Jesus é essencial para viver e frutificar. “Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como não pode o ramo produzir fruto de si mesmo, se não permanecer na videira, assim, nem vós o podeis dar, se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira, vós, os ramos. Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (15:4-5). Para produzir fruto precisamos manter uma ligação ininterrupta, uma relação ativa e constante com Jesus. Consequências: Aqueles ramos que permanecem em Cristo produzem muito fruto (João 15:5), mas aqueles que não permanecem são colhidos e lançados no fogo (15:6). A verdade é que “sem mim nada podeis fazer” (João 15:5). Separado de Jesus, não posso fazer nada para melhorar minha alma nem minha relação com Deus. Muitos tentam andar sós, pensando que sua bondade e discernimentoproduzirão fruto sem se apoiar no Senhor. Mas somente através de Jesus somos capazes de cumprir a justiça e a verdade que o Senhor espera que produzamos. Como: Jesus permanece em nós através de suas palavras: “Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós…” (João 15:7). Alguns buscam divorciar Jesus do que ele diz e procuram uma relação com ele sem prestar cuidadosa atenção à palavra dele. Eles dependem de sentimentos, emoções e experiências. Mas, de fato, Jesus mora em nós somente até o ponto em que sua palavra e seus ensinamentos permanecem em nós. Precisamos lembrar-nos constantemente do que Jesus disse e meditar nisso de modo que ele possa viver poderosamente em nós. O outro modo pelo qual Jesus permanece em nós é ao guardarmos os seus mandamentos: “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço” (João 15:10). Guardar Seus Mandamentos: O quê: A coisa especial sobre a obediência que Jesus manda é o padrão que ele estabeleceu para nós, sua própria obediência ao Pai (João 15:10). Ele sempre agradou ao Pai, não a si mesmo (João 8:29); agiu pela iniciativa do Pai, e não pela sua própria (João 8:42); fez a vontade do Pai, não a sua própria (João 5:30; 6:38); disse as palavras do Pai, não as suas próprias (João 8:28; 12:49; 14:10); seguiu a programação do Pai, e não a sua própria (João 2:4; 12:23,27; 13:1). Se obedecermos como ele obedeceu, nós sacrificamos nossos próprios modos e ideias e nos submetemos completamente ao que o Pai escolheu. Consequências: Se guardarmos os mandamentos de Jesus, então permaneceremos em seu amor: “Como o Pai me amou, também eu vos amei; permanecei no meu amor. Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; assim como também eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai e no seu amor permaneço” (João 15:9-10). É admirável refletir no fato que o seguidor de Cristo pode gozar da mesma intimidade de que Jesus goza com seu Pai. Afirmações como esta podem ser facilmente olhadas e passadas por cima, mas essa é uma das mais estarrecedoras afirmações da Bíblia. Outra benção ligada com a guarda dos mandamentos do Senhor é plena alegria. “Tenho vos dito estas coisas para que o meu gozo esteja em vós, e o vosso gozo seja completo” (João 15:11). Jesus conhecia a alegria de agradar a Deus e sabia que nossa alegria depende de nossa obediência ao Pai. Muitos pensam que os mandamentos de Deus são indevidamente restritivos e que o Senhor estava buscando nos privar de todos os prazeres. A verdade é, contudo, que o Senhor que nos criou sabe como funcionamos melhor e sabe que nossas maiores alegrias virão quando obedecermos a Cristo de todo o coração. Uma bênção final é que Jesus nos trata como amigos e não como meros escravos. “Vós sois meus amigos, se fazeis o que eu vos mando. Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor; mas tenho vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer” (João 15:14-15). Um senhor daria somente ordens a um escravo, mas Jesus, como o senhor amoroso, realmente partilhava seu coração com seus amigos explicando seus planos e propósitos e dando a seus seguidores discernimento de seu pensamento. Como: Jesus identificou um mandamento chave que precisamos guardar: “O meu mandamento é este: que vos ameis uns aos outros, assim como eu vos amei” (João 15:12; veja João 15:17). Amar Um ao Outro: O quê: O mandamento para amar os outros é tão antigo quanto Levítico 19:18. Por João, o mandamento de Jesus para amar um ao outro foi um novo mandamento: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros” (João 13:34). A novidade do mandamento de amor é o novo padrão de amor: o amor que Jesus tinha pelo seu povo. Este é um amor que é maior do que qualquer um que jamais existiu sobre a terra. Precisamos imitar Jesus no modo como amamos os outros. Consequências: Jesus não menciona as consequências do amor em João 15, mas João o fez em sua primeira epístola. Amar os irmãos é uma matéria de luz e trevas, de vida e morte e de conhecer Deus e não conhecê-lo (1 João 2:9-10; 3:14; 4:7-8). De fato, sem amor fraternal não se pode amar a Deus (1 João 4:20). Como: Entender como amar os outros como o Senhor nos ama exige um exame da natureza do amor do Senhor pelos homens: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Considere estes aspectos do amor do Senhor: 1. Ele se estendia ao mundo. O amor de Deus abrangia todos; não havia exceções. Quando buscamos imitá-lo precisamos amar todos os irmãos. 2. Ele sacrificava o que era mais importante. Nenhum dom nem sacrifício poderiam ter sido maiores. Precisamos deixar prontamente confortos, conveniências, direitos, posses e nossa própria vontade para servir a outros. 3. Ele buscava os melhores interesses daqueles amados. Deus nos amou e deu seu Filho para que pudéssemos ter vida eterna. O verdadeiro amor não é frouxa indulgência, mas uma vontade de tomar decisões duras para o bem-estar espiritual de outros. 4. Jesus amou seus discípulos consistentemente, até o fim (João 13:1). Amar um ao outro não seria tão difícil se pudesse ser uma coisa ocasional, espasmódica. Mas, de fato, temos que nunca parar de amar nossos irmãos. Conclusão: Em Cristo, a videira, temos que cumprir seu propósito frutificando, permanecendo nele, guardando seus mandamentos e amando um ao outro. Frutos da videira verdadeira. Primeira parte – Salvação, Justificação, Regeneração e Santificação: Salvação: A salvação em Jesus é a mensagem principal do evangelho, mas o que isso significa? Precisamos ser salvos do quê? Por que a salvação é tão importante? A Bíblia explica: 1. Salvação do pecado – 1 Timóteo 1:15. O grande problema do mundo é o pecado. Todos cometemos erros e esses erros estragam nossas vidas. Quando pecamos, nos tornamos escravos do pecado. Jesus veio para nos s alvar de nossos pecados, apagando nosso passado na cruz e nos dando uma vida nova, guiada por Deus. 2. Salvação da condenação – João 5:24. O pecado traz condenação. Merecemos ser castigados por nossos erros mas Jesus nos ama tanto que ele levou o castigo em nosso lugar! Jesus salva da condenação do pecado. 3. Salvação da morte – Romanos 6:23. A morte é o resultado final do pecado. Todos pecamos, por isso todos vamos morrer. Mas, em Jesus, a morte não é o fim! Quando cremos em Jesus, recebemos a promessa da ressurreição e da vida eterna com Jesus. 4. Salvação pela graça – Efésios 2:8 - 9. Ninguém consegue merecer a salvação. Podemos fazer muitas coisas boas mas elas não apagam nossos pecados. Somente Jesus nos pode salvar. Ele morreu e m nosso lugar e ressuscitou para nos dar a salvação, de graça! Tudo que nós podemos fazer é crer nele e entregar nossas vidas a ele. E Jesus nos salva! Justificação: É o ato de Deus pelo qual Ele declara justo aquele que crê em Jesus Cristo. O homem, qu e era culpado e condenado perante Deus, agora é absolvido e declarado justo pelo próprio Deus (justificado), por meio de Jesus Cristo (Romanos 5:1) . Nos que estão em Cristo, a justiça de Deus é manifestada (2Coríntios 5:21) e por Ele obtemos o perdão dos p ecados (Efésios.1:7). Regeneração e Adoção: Regenerar significa gerar de novo. O homem, morto em transgressões e ofensas, precisa de uma nova vida em Cristo, sendo esta concedida pelo ato divino do novo nascimento (João 1:12 - 13; 3:3 - 5) . Sugere uma cena f amiliar. O crente é um com Cristo, em virtude de sua morte expiatória e do Seu Espírito vivificante. Nele somos feitos novas criaturas, com uma novavida (2Coríntios 5:17) . O novo homem, em Cristo, torna - se herdeiro de Deus e membro de Sua família (Romanos 8:14 - 17). Frutos da videira verdadeira. Primeira parte – Salvação, Justificação, Regeneração e Santificação: Salvação: A salvação em Jesus é a mensagem principal do evangelho, mas o que isso significa? Precisamos ser salvos do quê? Por que a salvação é tão importante? A Bíblia explica: 1. Salvação do pecado – 1 Timóteo 1:15. O grande problema do mundo é o pecado. Todos cometemos erros e esses erros estragam nossas vidas. Quando pecamos, nos tornamos escravos do pecado. Jesus veio para nos salvar de nossos pecados, apagando nosso passado na cruz e nos dando uma vida nova, guiada por Deus. 2. Salvação da condenação – João 5:24. O pecado traz condenação. Merecemos ser castigados por nossos erros mas Jesus nos ama tanto que ele levou o castigo em nosso lugar! Jesus salva da condenação do pecado. 3. Salvação da morte – Romanos 6:23. A morte é o resultado final do pecado. Todos pecamos, por isso todos vamos morrer. Mas, em Jesus, a morte não é o fim! Quando cremos em Jesus, recebemos a promessa da ressurreição e da vida eterna com Jesus. 4. Salvação pela graça – Efésios 2:8-9. Ninguém consegue merecer a salvação. Podemos fazer muitas coisas boas mas elas não apagam nossos pecados. Somente Jesus nos pode salvar. Ele morreu em nosso lugar e ressuscitou para nos dar a salvação, de graça! Tudo que nós podemos fazer é crer nele e entregar nossas vidas a ele. E Jesus nos salva! Justificação: É o ato de Deus pelo qual Ele declara justo aquele que crê em Jesus Cristo. O homem, que era culpado e condenado perante Deus, agora é absolvido e declarado justo pelo próprio Deus (justificado), por meio de Jesus Cristo (Romanos 5:1). Nos que estão em Cristo, a justiça de Deus é manifestada (2Coríntios 5:21) e por Ele obtemos o perdão dos pecados (Efésios.1:7). Regeneração e Adoção: Regenerar significa gerar de novo. O homem, morto em transgressões e ofensas, precisa de uma nova vida em Cristo, sendo esta concedida pelo ato divino do novo nascimento (João 1:12-13; 3:3-5). Sugere uma cena familiar. O crente é um com Cristo, em virtude de sua morte expiatória e do Seu Espírito vivificante. Nele somos feitos novas criaturas, com uma nova vida (2Coríntios 5:17). O novo homem, em Cristo, torna-se herdeiro de Deus e membro de Sua família (Romanos 8:14-17).