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DESENHO TÉCNICO 
Leitura e Interpretação 
 
 
Ricardo de Lima Silva
Formação Inicial e 
Continuada 
+ IFMG 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ricardo de Lima Silva 
 
 
 
 
 
DESENHO TÉCNICO 
Leitura e Interpretação 
1ª Edição 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Belo Horizonte 
Instituto Federal de Minas Gerais 
2021 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
FICHA CATALOGRÁFICA 
Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) 
 
S586d Silva, Ricardo de Lima. 
 Desenho técnico: leitura e interpretação [recurso eletrônico] / 
Ricardo de Lima Silva. – Belo Horizonte : Instituto Federal de Minas 
Gerais, 2021. 
 44 p. : il. color. 
 
 E-book, no formato PDF. 
 Material didático para Formação Inicial e Continuada. 
 ISBN 978-65-5876-119-8 
 
 
 1. Desenho técnico. 2. Escalas. 3. Elementos geográficos. 
I. Instituto Federal de Minas Gerais. II. Título. 
 
 CDU 744 
Catalogação: Rejane Valéria Santos - CRB-6/2907 
 
Índice para catálogo sistemático: 
1.Desenho técnico 744 
 
 
 
 
 
 
Pró-reitor de Extensão 
Diretor de Programas de Extensão 
Coordenação do curso 
Arte gráfica 
Diagramação 
Carlos Bernardes Rosa Júnior 
Niltom Vieira Junior 
Ricardo de Lima Silva 
Ângela Bacon 
Eduardo dos Santos Oliveira 
© 2021 by Instituto Federal de Minas Gerais 
Todos os direitos autorais reservados. Nenhuma parte desta publicação poderá ser 
reproduzida ou transmitida de qualquer modo ou por qualquer outro meio, eletrônico 
ou mecânico. Incluindo fotocópia, gravação ou qualquer outro tipo de sistema de 
armazenamento e transmissão de informação, sem prévia autorização por escrito do 
Instituto Federal de Minas Gerais. 
2021 
Direitos exclusivos cedidos ao 
Instituto Federal de Minas Gerais 
Avenida Mário Werneck, 2590, 
CEP: 30575-180, Buritis, Belo Horizonte – MG, 
Telefone: (31) 2513-5157 
Sobre o material 
 
 
 
Este curso é autoexplicativo e não possui tutoria. O material didático, 
incluindo suas videoaulas, foi projetado para que você consiga evoluir de forma 
autônoma e suficiente. 
 Caso opte por imprimir este e-book, você não perderá a possiblidade de 
acessar os materiais multimídia e complementares. Os links podem ser 
acessados usando o seu celular, por meio do glossário de Códigos QR 
disponível no fim deste livro. 
Embora o material passe por revisão, somos gratos em receber suas 
sugestões para possíveis correções (erros ortográficos, conceituais, links 
inativos etc.). A sua participação é muito importante para a nossa constante 
melhoria. Acesse, a qualquer momento, o Formulário “Sugestões para 
Correção do Material Didático” clicando nesse link ou acessando o QR Code a 
seguir: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Para saber mais sobre a Plataforma +IFMG acesse 
https://mais.ifmg.edu.br/ 
 
Formulário de 
Sugestões 
https://mais.ifmg.edu.br/
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Palavra do autor 
 
 
Seja bem-vindo ao curso de Desenho Técnico! 
 
Esse curso tem como objetivo capacitar o discente a ler e interpretar 
corretamente os desenhos técnicos, usando técnicas de desenho projetivo, 
vistas ortográficas, projeções axonométricas, informações de acabamento 
superficial e tolerância dimensional, peças de conjuntos mecânicos, partes 
roscadas e elementos de união em desenhos técnicos, proporcionando-lhe as 
habilidades necessárias para que este venha ler, posteriormente, desenhos 
básicos de conjuntos e/ou sistemas mecânicos itemizados, visando à 
fabricação, comercialização e instalação de peças e máquinas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bons estudos! 
Prof. Ricardo de Lima Silva 
 
Apresentação do curso 
 
 
Este curso está dividido em três semanas, cujos objetivos de cada uma são 
apresentados, sucintamente, a seguir. 
 
SEMANA 1 Introdução ao desenho técnico (DT). 
SEMANA 2 Normas gerais de desenho técnico. 
SEMANA 3 Interpretações de desenhos técnicos. 
 
Carga horária: 30 horas. 
Estudo proposto: 2h por dia em cinco dias por semana (10 horas semanais). 
 
 
Apresentação dos Ícones 
 
 
Os ícones são elementos gráficos para facilitar os estudos, fique atento quando 
eles aparecem no texto. Veja aqui o seu significado: 
 
 
 
 
Atenção: indica pontos de maior importância 
no texto. 
 
Dica do professor: novas informações ou 
curiosidades relacionadas ao tema em estudo. 
 
Atividade: sugestão de tarefas e atividades 
para o desenvolvimento da aprendizagem. 
 
Mídia digital: sugestão de recursos 
audiovisuais para enriquecer a aprendizagem. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sumário 
 
Semana 1 – Introdução ao desenho técnico (DT) ......................................... 15 
1.1. Origem e objetivos do desenho técnico ........................................... 15 
1.2. Classificação dos desenhos ............................................................ 16 
1.3. Relembrando os elementos geométricos ......................................... 16 
Linhas e ângulos .................................................................................... 16 
Figuras geométricas planas ................................................................... 17 
Figuras geométricas sólidas ................................................................... 17 
1.4. Escrita em desenho técnico: caligrafia técnica ................................ 17 
Exemplos de caligrafias técnicas: “vertical” e “inclinada a 75°” .............. 18 
Semana 2 – Normas gerais de desenho técnico ........................................... 21 
2.1. Formatos de papel para desenho técnico ........................................ 21 
2.2. Tipos de linhas utilizadas para desenhar: linhas técnicas ................ 22 
2.3. Cotagem em desenho técnico: indicando as medidas da peça ....... 23 
2.4. Escalas ............................................................................................ 25 
Semana 3 – Interpretações de desenhos técnicos ........................................ 27 
3.1. Vistas ortográficas ........................................................................... 27 
Arestas ocultas ....................................................................................... 29 
Superfícies inclinadas ............................................................................ 30 
3.2. Cortes e Seções .............................................................................. 31 
Cortes .................................................................................................... 31 
Seção ..................................................................................................... 32 
3.3. Exemplos de desenhos técnicos ..................................................... 32 
3.4. Desenho de conjunto ....................................................................... 34 
Referências ............................................................................................ 35 
Currículo do autor................................................................................... 37 
Glossário de códigos QR (Quick Response) .......................................... 39 
 
 
file:///C:/Users/Niltom/Downloads/(Ebook%20+IFMG)%20-%20Desenho%20técnico%20-%20leitura%20e%20interpretação.docx%23_Toc70338705
file:///C:/Users/Niltom/Downloads/(Ebook%20+IFMG)%20-%20Desenho%20técnico%20-%20leitura%20e%20interpretação.docx%23_Toc70338714
file:///C:/Users/Niltom/Downloads/(Ebook%20+IFMG)%20-%20Desenho%20técnico%20-%20leitura%20e%20interpretação.docx%23_Toc70338722
 
 
 
 
Instituto Federal de Minas Gerais 
Pró-Reitoria de Extensão 
 
15 
 
 
 
 
 
 
 
Mídia digital: Antes de iniciar os estudos, vá até a sala 
virtual e assista ao vídeo “Apresentação do curso”. 
 
1.1. Origem e objetivos do desenhotécnico 
 
O desenho técnico é essencial em ambientes tecnológicos e industriais. Ao criar um 
produto, um objeto ou uma construção, precisamos traduzir essa criação em um documento 
orientativo. Dessa forma, a fabricação ou construção ficará exatamente conforme foi 
imaginado, mesmo que seja realizado por outra pessoa, ou até em outro país. 
Existem outras formas de transmitirmos uma ideia ou criação como a descrição 
falada, uma fotografia e até mesmo o desenho artístico, mas nenhuma delas transmite 
medidas com precisão, material, acabamento, montagem e outras informações técnicas. 
O desenho técnico é uma linguagem universal, podendo ser interpretado em qualquer 
lugar do mundo. Outra vantagem do desenho técnico é permitir representar grandes 
máquinas ou prédios em tamanho reduzido, que chamamos de escala, permitindo ser visto 
em papel ou serem transmitidos para outras telas de computadores, celulares ou tablets. 
No Brasil, a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – padronizou as 
normas que fixam as condições gerais que devem ser observadas na execução dos 
desenhos técnicos. Essas normas são alinhadas às normas internacionais ISO (Organização 
Internacional de Normalização), o que garante que os desenhos técnicos podem ser feitos, 
interpretados e executados em qualquer lugar do mundo. 
O desenho técnico é traçado na cor preta. Se outras cores forem necessárias para 
melhor esclarecimento do desenho, o seu significado deve ser mencionado em legenda. Os 
desenhos podem ser executados manualmente (à mão livre ou com instrumento) ou em 
computadores com softwares CAD (“computer aided design”, traduzido do inglês como 
“desenho auxiliado por computador”). Em todos os casos, o desenho deve seguir as normas. 
 
Objetivos 
Nesta semana estudaremos os conceitos básicos de desenho 
técnico (DT), entendendo sua origem, seus objetivos e os 
instrumentos necessários para desenhar. 
Semana 1 – Introdução ao desenho técnico (DT) 
http://www.ifmg.edu.br/
 
 
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Pró-Reitoria de Extensão 
 
16 
1.2. Classificação dos desenhos 
 
Os desenhos técnicos podem ter diferentes classificações, de acordo com sua 
finalidade ou grau de desenvolvimento até estarem prontos e revisados para fabricação ou 
construção. No Quadro 1.1 temos as classificações possíveis dos desenhos técnicos. 
 
Quanto ao grau 
de elaboração 
Esboço: desenho nos estágios iniciais de elaboração. 
Desenho preliminar: desenho nos estágios intermediários da 
elaboração do projeto, sujeito ainda a alterações. 
Croqui: desenho não feito obrigatoriamente em escala, confeccionado 
à mão livre e contendo todas as informações para o desenho definitivo. 
Desenho definitivo: Solução final do projeto, contendo os elementos 
necessários à sua compreensão, fabricação ou construção. 
Quanto ao grau 
de 
pormenorização 
Desenho de componente: desenho de um ou vários componentes 
representados separadamente, que vão formar o conjunto. 
Desenho de conjunto: desenho que mostra os componentes reunidos 
ou montados, que se associam para formar um todo. 
Desenho de detalhe: desenho de uma vista geralmente ampliada do 
componente ou parte do conjunto com detalhes para fabricação. 
 
Quadro 1.1 – Classificação dos desenhos técnicos. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1989. 
 
1.3. Relembrando os elementos geométricos 
 
Linhas e ângulos 
 
 
 
 
 
 
 
Linha horizontal Linha vertical Linha inclinada Linhas paralelas Linhas oblíquas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tangente de 
uma linha 
Diagonal de um 
retângulo 
Linha contínua 
larga 
Linha contínua 
estreita 
Linha tracejada 
estreita 
 
 
 
Linhas 
perpendiculares 
Ângulo agudo Ângulo obtuso Ângulo reto 
Bissetriz 
(segmento AD) 
 
Quadro 1.2 – Linhas e ângulos. 
Fonte: Autoria própria. 
 
 
 
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Figuras geométricas planas 
 
 
 
 
 
 
 
 
Circunferência Quadrado Retângulo 
Triangulo 
equilátero 
Triangulo retângulo 
 
 
 
 
Circunferências 
concêntricas 
Circunferências 
excêntricas 
Circunferências 
tangentes 
Circunferência 
inscrita 
Circunferência 
circunscrita 
 
Quadro 1.3 – Figuras geométricas planas. 
Fonte: Autoria própria. 
 
Figuras geométricas sólidas 
 
 
Cubo 
(barra quadrada) 
Paralelepípedo 
(barra chata) 
Cilindro 
(barra redonda) 
Tronco de cilindro 
Barra sextavada 
(Polígono regular) 
 
Tronco de pirâmide Tronco de cone 
Tubo ou cilindro 
vazado (furo 
passante) 
Cilindro com furo 
cego (furo não 
passante) 
Esfera 
 
Quadro 1.4 – Figuras geométricas sólidas. 
Fonte: Autoria própria. 
 
1.4. Escrita em desenho técnico: caligrafia técnica 
 
A escrita legível em desenho técnico é essencial para o entendimento das 
informações contidas em esboços, croquis e levantamentos de campo. Frequentemente, até 
mesmo as próprias pessoas que escreveram as informações não entendem a sua própria 
letra quando vão ler as informações no dia seguinte e nesse caso o esboço deverá ser 
refeito, causando atrasos e retrabalho. 
 
 
Lados 
iguais 
Lados 
iguais 
Linhas de centro Linhas de centro 
 
 
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Para evitar esse problema, a ABNT fixou condições para caligrafia técnica, 
padronizando a forma de escrever, para que todos falem a mesma língua e evitem erros que 
possam até causar atrasos e prejuízos. 
Na caligrafia técnica, a escrita deve ser legível, uniforme e deve permitir cópias e 
digitalizações sem ficarem apagadas, emboladas ou borradas. A Figura 1.1 e o Quadro 1.5 
mostram quais são as proporções corretas para caligrafia técnica. Veja a distância entre 
caracteres (a) corresponda, no mínimo, a duas vezes a largura da linha (d): 
 
 
 
Figura 1.1 – Proporções e dimensões de símbolos gráficos. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1994. 
 
 
Características Relação Dimensões (mm) 
Altura das letras maiúsculas h 
Altura das letras minúsculas c 
Distância mínima entre a 
caracteres (A) 
Distância mínima entre b 
linhas de base 
Distância mínima entre e 
palavras 
Largura da linha d 
(10/10) h 
(7/10) h 
(2/10) h 
 
(14/10) h 
(6/10) h 
(1/10) h 
2,5 
 - 
0,5 
 
3,5 
 
1,5 
 
0,25 
3,5 
2,5 
0,7 
 
5 
 
2,1 
 
0,35 
5 
3,5 
1 
 
7 
 
3 
 
0,5 
7 
5 
1,4 
 
10 
 
4,2 
 
0,7 
10 
7 
2 
 
14 
 
6 
 
1 
14 
10 
2,8 
 
20 
 
8,4 
 
1,4 
20 
14 
4 
 
28 
 
12 
 
2 
 
Quadro 1.5 – Proporções e dimensões de símbolos gráficos. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1994. 
(A) Para melhorar o efeito visual, a distância entre dois caracteres pode ser reduzida pela metade, como por 
exemplo: LA, TV, ou LT, neste caso, a distância corresponde à largura da linha “d”. 
 
Exemplos de caligrafias técnicas: “vertical” e “inclinada a 75°” 
 
Na Figura 1.2 temos as duas formas de escritas recomendadas: normal e inclinada a 
75°. 
 
 
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Figura 1.2 – Formas de caligrafias técnicas: “vertical” e “inclinada a 75°”. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1994. 
 
 
Dica do Professor: Para conhecer mais sobre as 
normas da ABNT, acesse a seção: “dúvidas frequentes 
na página da ABNT”. Use o QR ao final desse livro. 
 
 
Atividade: Para concluir a primeira semana de estudos, 
vá até a sala virtual e faça a atividade Questionário 1. 
 
É importante que você revise o conteúdo da etapa e pense sobre os conceitos de desenho 
técnico e sua importância no desenvolvimento das tecnologias do mundo moderno. 
 
Encontramo-nos na próxima semana. 
Bons estudos! 
 
 
 
 
 
 
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Pró-Reitoria de Extensão 
 
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Mídia digital:Antes de iniciar os estudos, vá até a sala 
virtual e assista ao vídeo “Normas gerais de desenho 
técnico”. 
 
2.1. Formatos de papel para desenho técnico 
 
A norma NBR 16752:2020 - Desenho técnico - Requisitos para apresentação em 
folhas de desenho (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2020) padroniza 
as dimensões das folhas em branco que são utilizadas e aplicadas a todos os desenhos 
técnicos. 
As margens da folha de desenho são limitadas pela linha de corte da folha e quadro. 
O quadro limita a área de desenho, indicado na Figura 2.1. 
 
 
 
 
Figura 2.1 – Proporções e dimensões de símbolos gráficos. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1994. 
 
Veja as dimensões em milímetros dos formatos da série “A” no quadro 2.1. 
Objetivos 
Entendermos os principais conceitos para ler e interpretar 
desenhos técnicos. 
Semana 2 – Normas gerais de desenho técnico 
 
 
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Pró-Reitoria de Extensão 
 
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Designação da 
folha de desenho 
Dimensões 
 do papel 
Margem 
Largura linha 
do quadro 
Comprimento 
 da legenda Esquerda Direita, superior 
e inferior 
Formato A0 841 x 1189 20 10 1,0 180 
Formato A1 594 x 841 20 10 1,0 180 
Formato A2 420 x 594 20 10 0,7 180 
Formato A3 297 x 420 20 10 0,7 180 
Formato A4 210 x 297 20 10 0,7 180 
 
Quadro 2.1 – Proporções e dimensões de símbolos gráficos. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2020. 
 
Note que o formato de folha A0 é o maior e o formato A4 é o menor, que corresponde 
ao tamanho de papel comum de documentos em escritórios e escolas. Somente o formato 
A4 pode ser utilizado na horizontal ou na vertical. Os formatos A3, A2, A1 e A0 são utilizados 
somente na horizontal. Note que a margem esquerda é mais larga pois serve para furar e 
encadernar o desenho pronto para arquivamento. 
Depois de terminar e imprimir um desenho técnico, as folhas dos formatos A3, A2, A1 
e A0 devem ser dobradas para ficarem no tamanho A4, conforme mostrado na Figura 2.2. 
 
Figura 2.2 – Procedimento de dobra do papel no formato (tamanho) A3. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1994. 
 
2.2. Tipos de linhas utilizadas para desenhar: linhas técnicas 
 
A norma ABNT NBR 8403: 1984 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS 
TÉCNICAS,1984) fixa tipos de larguras de linhas para uso em desenhos técnicos. 
Vaja os diferentes tipos de linhas no Quadro 2.2. 
 
 
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23 
Linha Denominação Aplicação Geral 
A 
 
Contínua larga A1 contornos visíveis 
A2 arestas visíveis 
B 
 
Contínua estreita B1 linhas de interseção imaginárias 
B2 linhas de cotas 
B3 linhas auxiliares 
B4 linhas de chamadas 
B5 hachuras 
B6 contorno de seções rebatidas na 
própria vista 
B7 linhas de centros curtas 
F Tracejada estreita (*) F1 contornos não visíveis 
F2 arestas não visíveis 
G Traço e ponto. G1 linhas de centro 
G2 linhas de simetrias 
G3 trajetórias 
 
Quadro 2.3 – Proporções e dimensões de símbolos gráficos. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1984. 
 
A aplicação prática dos tipos de linhas é demonstrada na Figura 2.3. Note, por 
exemplo, que a linha do tipo A1 - contornos visíveis – é utilizada no contorno (linha externa). 
A linha F1 - contornos não visíveis, corresponde a linhas que estão atrás de algum detalhe, 
fora do alcance da nossa visão. 
 
Figura 2.3 – Aplicação dos tipos de linhas em um desenho de máquina. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1984. 
 
2.3. Cotagem em desenho técnico: indicando as medidas da peça 
 
 
 
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24 
De acordo com norma ABNT NBR 10126:1998 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
NORMAS TÉCNICAS, 1998) a cota é a representação gráfica no desenho da característica 
do elemento, através de linhas, símbolos, notas e valor numérico numa unidade de medida. 
As cotas servem para indicar o tamanho de uma parte da peça para que possamos fabricar 
ou construir o desenho do tamanho exato. Veja uma peça cotada na Figura 2.4. 
Dessa forma, as cotas devem: 
• ter todos os elementos da Figura 2.4 para descrever de forma clara e concisa o 
objeto; 
• usar a mesma unidade para todas as cotas (no caso da indústria usamos o 
milímetro, em construção civil ou arquitetura utilizamos metros e centímetros). 
• não serem repetidas, cotando somente onde é estritamente necessário; 
• não haver cruzamento de linhas auxiliares com linhas de cotas e com linhas do 
desenho; 
• deve ser usada somente no local que represente mais claramente o elemento. 
 
 
Figura 2.4 – Elementos de uma cota. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1998. 
 
No Quadro 2.4 temos os principais casos de aplicação de cotas que podemos 
encontrar, incluindo alguns símbolos e letras que utilizamos para raios, diâmetros e perfis. 
 
 
 
 
Cotagem múltipla: 
evitamos cruzar linhas 
auxiliares com linhas de 
cotas. 
Cotagem de 
diâmetro: peça 
cilíndrica; usamos o 
símbolo “ø”. 
Cotagem de raio de 
peça arredondada: 
usamos o prefixo 
“R”. 
Cotagem peça de perfil 
quadrado: usamos o 
símbolo “□”. 
 
 
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25 
 
 
 
 
Cotagem de múltiplos 
furos e ângulos: 
usamos “6 x ø8”= 6 furos de 
ø8. 
Cotagem de chanfro 
externo de 2 x 2 x 
45°. 
Cotagem de 
chanfro interno de 
2 x 2 x 45°. 
Cotagem de parte 
inclinada. 
 
 
 
Melhores posições para os 
números na cota: 
acima ou a direita da linha 
de cota. 
Cotagem de uma 
parte esférica: 
se usou o prefixo 
“ESF”. 
Cotagem de elementos repetidos: 
Nesse caso podemos usar a cotagem 
simplificada acima pois temos 5 furos com 
espaços iguais entre eles 
 
Quadro 2.4 – Exemplos e regras para cotagem. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1984 e 1998. 
 
2.4. Escalas 
 
Muitas peças são muito pequenas para serem desenhadas no tamanho real, que 
chamamos de escala natural. 
Outras peças e construções também são infinitamente grandes para serem 
desenhadas e serem imprimidas em um papel de desenho para ser levado a uma fábrica ou 
canteiro de obras. 
Dessa forma, definimos Escala, que é a relação da dimensão linear de um objeto ou 
elemento representado no desenho para a dimensão real deste objeto ou elemento. 
Dessa forma, a norma ABNT NBR 8196:1999 - Emprego de Escalas em Desenho 
Técnico (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 1999) define os tipos de 
escalas que podemos usar, que são detalhados no Quadro 2.5. 
 
 
 
 
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Pró-Reitoria de Extensão 
 
26 
 
Escala Natural Escala de ampliação Escala de redução: 
Representação do objeto ou 
elemento em sua verdadeira 
grandeza (tamanho real) 
Representação maior que a sua 
verdadeira grandeza (aumentado). 
Representação menor que a 
sua verdadeira grandeza. 
(diminuído) 
 
 
 
ESC: 1:1 (tamanho real). 
Outro exemplo: uma capa de 
celular pode usar escala 1:1 
no papel tamanho A4 pois 
não tem muitos detalhes. 
ESC: 2:1 (ampliação 2x). Outro 
exemplo: uma peça de relógio de pulso 
pode usar escala 5:1, ou seja, a peça 
precisa ser ampliada 5 vezes para 
enxergarmos detalhes no papel tamanho 
A4. 
ESC: 1:2 (redução 2x). Outro 
exemplo: o desenho de uma 
casa usa escala 1:50, ou seja, 
desenho é reduzido em 50 
vezes para caber no papel. 
 
Quadro 2.5 – Definições e exemplos de escalas. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1999. 
 
Escolhe-se a escala conforme a complexidade do desenho ou detalhes importantes 
a serem representados. Sendo que a escolha da escala e o tamanho do objeto ou elemento 
em questão é que definem o tamanho da folha de desenho. 
 
 
 
Atividade: Para concluir a primeira semana de estudos, 
vá até a sala virtual e faça a atividade: Questionário2. 
 
É importante que você revise o conteúdo desta etapa e reflita sobre as novas 
concepções que lhe foram apresentadas. Na próxima semana, aprofundaremos os estudos 
sobre interpretação de desenho técnico. 
 
 
Encontramo-nos na próxima semana. 
Bons estudos! 
 
 
 
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Pró-Reitoria de Extensão 
 
27 
 
. 
 
 
 
 
 
Mídia digital: Antes de iniciar os estudos, vá até a sala 
virtual e assista ao vídeo: “Interpretação de desenho 
técnico”. 
 
3.1. Vistas ortográficas 
 
A ABNT NBR 10067:1995 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 
1995) orienta como representamos um objeto real em um desenho técnico plano no método 
de projeção ortográfica. As vistas ortográficas são figuras ou sombras resultantes nos planos 
de projeções que representam, com exatidão, a forma do objeto com seus detalhes. 
No Brasil, utilizamos principalmente o sistema de vistas ortográficas em 1º diedro, que 
tem o símbolo para representação apresentado na Figura 3.1. 
 
 
 
Figura 3.1 – Símbolo projeção em 1° diedro. 
Fonte: Adaptado de ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS,1995. 
 
Na Figura 3.2 temos um esquema que chamamos caixa de vistas que tem finalidade 
de facilitar o entendimento da criação do desenho a partir de um objeto real. 
Veja que a sombra resultante de projeções do objeto sobre um ou mais planos, 
gerando as 3 vistas: Vista Frontal – VF, Vista Lateral Esquerda – VLE e Vista Superior – VS. 
Objetivos 
Nesta semana entenderemos como interpretar desenho 
técnico completo, identificando os elementos básicos que 
aprendemos, aplicando cortes e simbologias. 
Semana 3 – Interpretações de desenhos técnicos 
 
 
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Figura 3.2 – Esquema de geração das vistas ortográficas de um objeto, representado na forma de uma caixa. 
Fonte: Autoria própria. 
 
Desta forma, imaginamos uma caixa de vistas, que será “aberta” para se tornar plana 
com as três vistas na posição final para montagem no formato (papel) de desenho técnico 
A4, ou A3 ou um formato maior quanto maior seja o objeto. 
A abertura da caixa de vistas está representada na Figura 3.3, onde as três vistas 
são posicionadas no plano de desenho do formato de desenho, já como as margens. O 
formato de desenho recebe a legenda, que contém informações como: identificação da 
empresa e do desenhista, escala do desenho (nesse caso escala natural 1:1), unidade de 
medida (nesse caso milímetros), material do objeto e o símbolo do diedro em que foi 
desenhado (nesse caso 1° diedro). A montagem final do desenho é mostrada na Figura 3.4. 
 
 
Figura 3.3 – Abrindo a caixa em 3 vistas para formação do desenho técnico: VF, VLE e VS. 
Fonte: Autoria própria. 
 
 
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Figura 3.4 – Inserção das 3 vistas no formato (papel) com margens e legenda. 
Fonte: Autoria própria. 
 
Arestas ocultas 
 
Ao desenharmos as vistas, os contornos e arestas visíveis são desenhados com 
linha contínua larga. As arestas ocultas, que não podem ser vistas dos pontos de 
observação (setas 1, 2 e 3 da Figura 3.5) por estarem atrás das partes que ficam à frente, 
são representados por linhas tracejadas estreitas. Veja a Figura 3.5. 
 
 
Figura 3.5 – Interpretação e representação de arestas ocultas. 
 
 
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Fonte: Autoria própria. 
Superfícies inclinadas 
 
Podemos perceber na Figura 3.6 a representação de faces inclinadas nos objetos. 
Como os raios projetantes são sempre perpendiculares ao plano (90°), a face “B” terá 
medida reduzida ou distorcida nas vistas VS e VLE. Somente na vista VF teremos a aresta 
em medida real ou em VG (Verdadeira Grandeza). 
 
 
 
Figura 3.6 – Superfícies inclinadas. 
Fonte: Autoria própria. 
 
No Quadro 3.1 temos três exemplos de peças, com arestas visíveis e invisíveis com 
representação de furos. 
 
 
A peça apresenta somente 
arestas visíveis e devem ser 
representadas por linhas 
contínuas, largas e uniformes, do 
tipo A1 (ver Quadro 2.3 – tipos de 
linhas, que estudamos na semana 
2). 
A peça apresenta um furo 
redondo, que não é visível na VLE 
e na VS, devendo ser 
representado por linhas 
tracejadas, largas e uniformes. 
Veja que a linha de centro (F2 - 
traço e ponto – ver Quadro 2.3) 
aparece em todas vistas do furo. 
A peça apresenta um furo 
quadrado, que não é visível na 
VLE e na VS e deve ser 
representado por linhas 
tracejadas, largas e uniformes. 
Veja que a linha de centro (F2 - 
traço e ponto – ver Quadro 2.3) 
aparece em todas vistas do furo. 
 
Quadro 3.1 – Peças com arestas visíveis, arestas ocultas (invisíveis) e com representação de furos. 
 
 
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Fonte: Autoria própria. 
 
3.2. Cortes e Seções 
 
Cortes 
 
Quando uma peça possui detalhes internos que não podem ser corretamente 
entendidos, devem ser realizados cortes imaginários. A peça será interceptada por um plano 
de corte, que se assemelha a uma lâmina imaginária. Veja a figura 3.7. 
 
 
Figura 3.7 – Aplicação do corte para revelar o detalhe do furo interno da peça. 
Fonte: Autoria própria. 
 
Na Figura 3.8 temos a representação desse plano de corte em um “corte total”. 
 
 
 
Figura 3.8 – Corte total representado em duas vistas 
Fonte: Adaptado de Miceli e Ferreira (2010, p. 88). 
 
 
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Na Figura 3.9 temos o “corte em desvio” que permite o desviar o plano de corte 
para atingir mais detalhes internos em peças mais complexas. 
 
 
 
 
Figura 3.9 – Corte em desvio. 
Fonte: Adaptado de MICELI E FERREIRA (2010, p. 88). 
 
Seção 
 
A seção pode ser feita em qualquer posição da peça. A seção é diferente do corte 
pois mostra somente o local exato em que foi aplicado. Podemos comparar seção à retirada 
de diversas "fatias" ao longo do perfil transversal. Veja na Figura 3.10 como são 
representadas as seções. Perceba que desconsidera-se detalhes posteriores ao ponto 
seccionado. 
 
 
 
Figura 3.10 – Seções múltiplas. 
Fonte: Adaptado de MICELI E FERREIRA (2010, p. 88). 
 
 
3.3. Exemplos de desenhos técnicos 
 
Nas figuras 3.11, 3.12 temos alguns desenhos que nos ajudam a treinar a leitura e 
interpretação de desenhos técnicos que estudamos nesse curso. 
Seccionamentos Desenho das seções 
Fatias 
 
 
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Veja que nem sempre é necessário ter as três vistas em todas as peças. Algumas 
peças e objetos podem ser representados em uma única vista (VF), como são as duas peças 
representadas na Figura 3.11. 
 
 
 
Figura 3.11 – Representação de peças em única vista (VF). 
Fonte: Adaptado de RIBEIRO, PERES E IZIDORO (2013, p. 96). 
 
Veja que na primeira peça a representação de linhas em “X” significa faces planas 
que se repetem quatro vezes. A segunda peça tem a espessura da peça indicada pelo texto 
“Esp. 3” ou “espessura 3 milímetros”. Ambas as representações dispensam a VS e a VLE. 
Na Figura 3.12 temos dois exemplos de peças mais complexas. 
 
 
 
Figura 3.12 – Representação de peças com duas vistas e com três vistas. 
Fonte: Adaptado RIBEIRO, PERES E IZIDORO (2013, p. 87). 
 
Veja que a primeira peça foi representada somente com duas vistas (VF e VLE) e 
apresenta um corte A-A em desvio. Já na segunda peça utilizaram-se três vistas - VF, VS e 
VLE. 
 
 
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3.4. Desenho de conjunto 
 
O desenho de conjunto permite mostrar a montagem de diversas peças e construir 
uma lista de itens para mostrar ao fabricante e o montador detalhes como: quantidades de 
cada item, material das peças, pesos, dimensões do conjunto montado e detalhes de 
acabamentos. Nesse desenho podemos distinguir os itens que não existem no mercado e 
devem ser fabricadose os itens comerciais como parafusos, arruelas que podem ser 
comprados “prontos”. Nos permite representar cortes e também vistas em perspectiva 
explodida. 
A itemização é a numeração dos itens para localização e identificação no momento 
da montagem ou na compra de peças de reposição para a máquina. 
Veja um exemplo na Figura 3.13, onde temos um desenho de conjunto em corte à 
esquerda e uma perspectiva explodida itemizada (numerada) à direita. 
 
 
 
Quadro 3.13 – Desenho de conjunto em corte com uma vista em perspectiva explodida e itemização. 
Fonte: Adaptado de RIBEIRO, PERES E IZIDORO (2013, p. 87). 
 
 
Atividade: Para concluir o curso e gerar o seu 
certificado, vá até a sala virtual e responda ao 
Questionário “Avaliação geral”. Este teste é constituído 
por 10 perguntas de múltipla escolha, que se baseiam 
nos textos das semanas 1 e 2. 
 
 
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Foi um prazer tê-lo conosco! 
 
 
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Referências 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 8403: Aplicação de 
linhas em desenhos - Tipos de linhas – Larguras das linhas. Rio de Janeiro: ABNT, 1984. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10647: Desenho 
Técnico. Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: ABNT, 1989. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 8402: Execução de 
caractere pra escrita em desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1994. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 12298: Representação 
de área de corte por meio de hachuras em desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1995. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 10126: Cotagem em 
desenho técnico. Rio de Janeiro: ABNT, 1998. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 8196: Desenho técnico 
- Emprego de escalas. Rio de Janeiro: ABNT, 1999. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR 16752:2020 Desenho 
técnico - Desenho técnico — Requisitos para apresentação em folhas de desenho Rio de 
Janeiro: ABNT, 2020. 
MICELI, Maria Teresa; FERREIRA, Patrícia. Desenho técnico básico. Ed.: Imperial Novo 
Milênio. São Paulo. 4ª ed. 2010. 
RIBEIRO, Antônio Clerio; PERES, Mauro Pedro; IZIDORO, Nacir. Curso de desenho 
técnico e Autocad. São Paulo: Pearson, 2013. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Currículo do autor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Feito por (professor-autor) Data Revisão de layout Data Versão 
Ricardo de Lima Silva 08/09/2020 
Luiz Augusto Ferreira de 
Campos Viana 
29/03/2021 1.0 
 
 
 
Ricardo de Lima Silva: Doutorando em Educação pela UFES, mestre em 
Sustentabilidade e Tecnologia Ambiental pelo IFMG, pós-graduado em 
Gerência e Tecnologia da Qualidade pelo CEFET-MG e em Docência pelo 
IFMG campus Arcos. É graduado em Desenho Industrial pela UEMG e 
Técnico em Mecânica Industrial pelo CEFET-MG. Atuou em projetos de 
engenharia e instalações industriais desde 1992 e desde 2008 atua como 
professor em cursos de Engenharia em faculdades privadas. Desde 2014 é 
Professor efetivo no Instituto Federal de Minas Gerais, atuando em cursos 
técnicos integrados, subsequentes e de engenharia. Realiza pesquisas nas 
áreas de educação, formação docente, energias renováveis, projetos 
industriais e segurança do trabalho. 
 
 
Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5598440200822296 
 
http://lattes.cnpq.br/5598440200822296
 
 
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Glossário de códigos QR (Quick Response) 
 
Semana 1: 
 
Mídia digital 
Apresentação do 
curso. 
 
 
Dica do 
professor: 
Página da ABNT: 
“Dúvidas 
frequentes”. 
 
Semana 2: 
 
Mídia digital 
Normas gerais de 
desenho técnico. 
 
Semana 3: 
 
Mídia digital 
Interpretação de 
desenho técnico. 
 
 
 
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Plataforma +IFMG 
Formação Inicial e Continuada EaD 
 
 
 
 A Pró-Reitoria de Extensão (Proex), neste ano de 
2020 concentrou seus esforços na criação do Programa 
+IFMG. Esta iniciativa consiste em uma plataforma de cursos 
online, cujo objetivo, além de multiplicar o conhecimento 
institucional em Educação à Distância (EaD), é aumentar a 
abrangência social do IFMG, incentivando a qualificação 
profissional. Assim, o programa contribui para o IFMG cumprir 
seu papel na oferta de uma educação pública, de qualidade e 
cada vez mais acessível. 
 Para essa realização, a Proex constituiu uma equipe 
multidisciplinar, contando com especialistas em educação, 
web design, design instrucional, programação, revisão de 
texto, locução, produção e edição de vídeos e muito mais. 
Além disso, contamos com o apoio sinérgico de diversos 
setores institucionais e também com a imprescindível 
contribuição de muitos servidores (professores e técnico-
administrativos) que trabalharam como autores dos materiais 
didáticos, compartilhando conhecimento em suas áreas de 
atuação. 
A fim de assegurar a mais alta qualidade na produção destes cursos, a Proex adquiriu 
estúdios de EaD, equipados com câmeras de vídeo, microfones, sistemas de iluminação e 
isolação acústica, para todos os 18 campi do IFMG. 
Somando à nossa plataforma de cursos online, o Programa +IFMG disponibilizará 
também, para toda a comunidade, uma Rádio Web Educativa, um aplicativo móvel para 
Android e IOS, um canal no Youtube com a finalidade de promover a divulgação cultural e 
científica e cursos preparatórios para nosso processo seletivo, bem como para o Enem, 
considerando os saberes contemplados por todos os nossos cursos. 
 Parafraseando Freire, acreditamos que a educação muda as pessoas e estas, por 
sua vez, transformam o mundo. Foi assim que o +IFMG foi criado. 
 
 
 
O +IFMG significa um IFMG cada vez mais perto de você! 
 
 
 
Professor Carlos Bernardes Rosa Jr. 
Pró-Reitor de Extensão do IFMG 
 
 
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Características deste livro: 
Formato: A4 
Tipologia: Arial e Capriola. 
E-book: 
1ª. Edição 
Formato digital 
 
 
 
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