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Resumo – Fisioterapia na Gestação, Trabalho de Parto e Pós-Parto Fisioterapia na Gestação Período de grandes mudanças físicas e emocionais; A fisioterapia ajuda a prevenir dores, promover bem-estar e preparar a mulher para o parto. Objetivos principais: Melhorar mobilidade; Fortalecer o assoalho pélvico abdômen; Reduzir dores lombares e inchaços; Ensinar técnicas de respiração e relaxamento. Abordagens fisioterapêuticas: Exercícios posturais e de alongamento; Treino respiratório; Mobilidade pélvica; Massagens e drenagem linfática. 2. Fisioterapia Durante o Trabalho de Parto Objetivos: Aliviar a dor, promover o relaxamento, facilitar o encaixe e a descida do bebê. Técnicas utilizadas: Respiração e relaxamento; Uso da bola suíça, agachamentos, posições facilitadoras; Massagens e compressas quentes; Estimulação do assoalho pélvico. 3. Fisioterapia no Pós-Parto Benefícios: Fortalecimento do assoalho pélvico (prevenção de incontinência e prolapsos); Correção postural; Redução de dores musculares; Tratamento da diástase abdominal; Melhora da circulação; Apoio à saúde mental. Avaliação no pós-parto: Dor, fraqueza muscular, diástase abdominal, alterações posturais. Técnicas utilizadas: Kegel, eletroestimulação, biofeedback; Hipopressivos e fortalecimento do core para diástase; Drenagem linfática e uso de meias compressivas; Cuidados específicos para cesariana (massagem na cicatriz, respiração, posturas). 4. Início da Fisioterapia no Pós-Parto Parto normal: exercícios leves e respiratórios podem iniciar nos primeiros dias; fortalecimento após 4 a 6 semanas. Cesárea: mobilização leve e drenagem logo após alta; fortalecimento entre 6 a 8 semanas. 5. Caso Clínico – Ana (32 anos, 38 semanas, dor lombar e ansiedade no parto) Intervenções fisioterapêuticas possíveis: Técnicas respiratórias para ansiedade e dor; Posições facilitadoras e movimentação; Massagens manuais e perineais; Apoio na amamentação (postura e alívio de tensão muscular); Reabilitação do assoalho pélvico e recuperação postural.