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Prof. Mestre Rosana Fachada Mestre em Educação/ Pós graduada em Psicomotricidade/ Professora Yoga/ Diretora do Espaço Prisma e do Espaço Integrar Deficiência Física Direção do olhar … Antes a deficiência direcionava o olhar para: – Limitação – Déficit – Incapacidade – Invalidez – Morte Você não consegue! DEFICIÊNCIA S O C I O L O G A S U B N O R M A L PSICOLOGIA RETARDADO M E D I C I N A E N F E R M O PEDAGOGIA DEFICIENTE MODELO DEFICITÁRIO TOMADA DE CONCIENCIA DIVERSIDADE S O C I O L O G A N O R M A L I Z A Ç A O PSICOLOGIA DIFERENÇA M E D I C I N A S A Ú D E PEDAGOGIA COMPETÊNCIA MODELO COMPETENCIAL KUHN -1977 MUDANÇA DE PARADIGMA DEFICIÊNCIAS “O termo pessoa portadora de deficiência refere-se a qualquer pessoa incapaz de assegurar por si mesma, total ou parcialmente, as necessidades de uma vida individual ou social normal, decorrência de uma deficiência congênita ou não em suas capacidades físicas ou mentais” DEFICIÊNCIA CONCEITUAÇÃO: ASSEMBLÉIA GERAL DA ONU 09/NOVEMBRO/ 1975 ÁREA FÍSICA OUTRAS LESÕES RAQUI MEDULARES AMPUTADOS DEFICIÊNCIA ORTOPÉDICA SINDROMES CEREBELARES SINDROMES EXTRA PIRAMIDAIS SINDROMES PIRAMIDAIS DEFICIÊNCIA NEUROLÓGICA OUTRAS OSTOMIZADOS QUEIMADOS AIDS IDOSOS DEFICIÊNCIA CARDIACA DEFICIÊNCIAS PULMONARES CANCER DEFICIÊNCIA RESTRITIVA DEFICIÊNCIA FÍSICA PARALISIA CEREBRAL A paralisia cerebral (PC) é uma condição não progressiva caracterizada por alterações neurológicas permanentes que comprometem o desenvolvimento motor e/ou cognitivo do paciente, causando limitações nas atividades cotidianas. É a deficiência mais comum na infância. Hoje, existem cerca de 17 milhões de pessoas com paralisia cerebral. Uma em cada quatro crianças com esse diagnóstico não fala; uma em cada três não anda; uma em cada duas tem deficiência intelectual e uma em cada quatro tem também epilepsia. As informações são do movimento internacional World Cerebral Palsy Day (em português, Dia Mundial da Paralisia Cerebral, que é celebrado em 6 de outubro). Uma das principais causas do problema é a hipóxia, situação em que, por algum motivo relacionado ao parto, tanto referentes à mãe quanto ao feto, há falta de oxigenação no cérebro, resultando em uma lesão cerebral. O dr. José Luiz Pedroso, professor afiliado do Departamento de Neurologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e membro da Academia Brasileira de Neurologia (ABN):explica que o cérebro é constituído por duas regiões bem delimitadas mais profunda, a substância branca cerebral, por onde passam as vias motora E uma mais superficial, chamada de córtex, que comanda as funções superiores. “Lesões no córtex cerebral interferem na linguagem, memória, comportamento e visão, ao passo que lesões na substância branca cerebral causam problemas motores, postura anormal e alterações do tônus muscular. Essas lesões são permanentes, já que a célula nervosa (neurônio) tem uma regeneração parcial ou incompleta”, Além da falta de oxigenação, existem outras complicações, menos recorrentes, que podem provocar a paralisia. Entre elas estão anormalidades da placenta ou do cordão umbilical, infecções, diabetes, hipertensão (eclampsia), desnutrição, uso de drogas e álcool durante a gestação, traumas no momento do parto, hemorragia, hipoglicemia do feto, problemas genéticos e prematuridade com consequente fragilidade vascular. Segundo o dr. Pedroso, a paralisia cerebral pode ser leve, moderada ou grave, conforme a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS). Existe ainda uma classificação quanto ao tipo de envolvimento do sistema nervoso: o problema pode ser apenas motor, cognitivo ou misto (quando tanto a parte motora quanto a cognitiva são afetadas). “A apresentação clínica e os sintomas relacionados à paralisia cerebral são muito variáveis, o que pode gerar uma diferença marcante entre os pacientes”, afirma o médico. Deficiência Neurológica Quanto ao Tônus: ESPÁSTICA É o tipo mais comum da P.C ( 75%). É causado por danos no SNC e se caracteriza pelo aumento do Tônus muscular (Hipertonicidade) principalmente dos flexores e rotadores internos, que pode levar a contraturas permanentes e deformidades ósseas. Diminuição do Tônus muscular ( Hipotonicidade), falta de força para realizar movimentos autônomos. Lesão PIRAMIDAL: lesão nas fibras eferentes que vão do córtex aos membros. ATETOSE: É o segundo tipo de P.C mais comum. Ocorre um sobrefluxo de impulsos motores para os músculos, devido ao dano nos Gânglios Basais. Movimentos lentos, contorcidos, involuntários e sem coordenação são as características deste tipo de paralisia cerebral. EXTRAPIRAMIDAL : fora das vias eferentes, movimentos discinético. ATAXIA: É um tipo clínico raro. Trata-se da incordenação dos movimentos que normalmente controla o Equilíbrio, a coordenação muscular e a posição do corpo no espaço. Os músculos apresentam graus anormais de Hipotonicidade. CEREBELAR. TOPOGRAFIA Monoplegia: Acometimento de um único membro; Hemiplegia: Acometimento de um Hemicorpo, apenas de uma lado do corpo; Paraplegia: Acometimento do tronco e MMII; Diplegia: Acometimento de MMII mais do que MMSS; Quadriplegia: Acometimento dos quatro membros de forma semelhante; Dupla Hemiplegia: Acometimento dos quatro membros, sendo um hemicorpo mais afetado. PLEGIA E/OU PARISIA- SEVERIDADE DA LESÃO. Igualdade de Oportunidades Providenciar igualdade de oportunidades na realização das atividades. Permitir os mesmos benefícios, serviços e informação. É possível adaptar uma atividade sem afetar a prática da mesma para outras pessoas sem necessidades especiais. Direito de ser incluído em todos os aspectos da vida pública. Direito de usufruir da satisfação da prática de atividade física e de não ser julgado pela sua deficiência mas sim pela suas capacidades. REABILITAÇÃO ESPORTE TERAPÊUTICO ESPORTE RECREAÇÃO ESPORTE COMPETIÇÃO ESPORTE DE RISCO E AVENTURA REABILITAÇÃO PSICOMOTORA NEUROPSICOMOTRICIDADE: EXECÍCIOS PARA REABILITAR O S.P.H: YOGA, BOBATH,EX. DE REEDUCAÇÃO PSICOMOTORA ( circuitos, jogos motores, estímulos sensoriais e respiratórios) Sugestões Mecanismos de Informação Quando a instrução verbal não é suficiente para a compreensão do exercício, é necessário recorrer a mecanismos acessórios de informação. Pode-se optar por um conjunto de dicas e informações empregadas simultaneamente, ou privilegiar diferentes tipos de informações isoladas para transmitir a ideia da atividade. Adaptações no Espaço Físico O primeiro cuidado a ser tomado em relação ao espaço físico baseia-se em um minucioso reconhecimento do local, tanto por parte dos alunos, como por parte do professor, chamando a atenção para as referências mais marcantes. Faz-se necessário perceber que o local de “trabalho” não se resume apenas ao local de “atuação direta”, é importante que ele tenha uma dimensão do espaço de “influência indireta” em que irá atuar; Princípios e critérios pedagógicos Variações no grau de intensidade: Adequação às possibilidades e limites de cada praticante. Variações no grau de complexidade: Das atividades mais simples às mais complexas. Condições do meio para a pratica: A comunicação verbal entre instrutores e praticantes muitas vezes é necessária a comunicação alternativa. Viabilidade e acessibilidade: Atividades motoras e esportivas devem ser acessíveis às pessoas com deficiência. Condições climáticas: PRINCIPAIS MOTIVOS DE PARTICIPAÇÃO EM JOGOS •ALEGRIA •MELHORIA DAS CAPACIDADES FISICAS •CAMARADAGEM •DESAFIO •SAÚDE OBJETIVOS: 1- DESAFIO PERMANENTE 2- PRAZER EM JOGAR 3- EVITAR FRACASSOS A COMUNICAÇÃO DEVER SEGUIR A SEGUINTE SEQUÊNCIA: 1. ORDEM VERBAL 2. DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA + ORDEM VERBAL 3. DEMONSTRAÇÃO PRÁTICA + ORDEM VERBAL + AJUDA DIRETA ATIVIDADES PRÁTICAS MOVIMENTOS DE LOCOMOÇÃO ➨ Em um espaçolivre de obstáculos, com um piso liso e plano (normalmente é usado o próprio local de treinamento, como uma quadra convencional), solicitamos que “toquem a cadeira” da maneira que puderem e na direção que desejar. Para as pessoas que não conseguem o mínimo de deslocamento, são acompanhados de forma que se comuniquem através de gestos, palavras ou expressões para indicarem a direção desejada fazendo com que o acompanhante, através de ligeiros empurrões na cadeira chegue a interpretação de suas idéias. RECONHECIMENTO DAS PARTES DO CORPO ➨ Solicitamos que sejam reconhecidas partes do corpo através de movimentos, tais como: levantar um dos braços, chutar com uma das pernas, levar o tronco à frente, olhar para o lado, flexionar o joelho, esticar os dedos de uma das mãos, flexionar os dedos dos pés, abrir e fechar os dedos, fazer abdução dos braços, elevar o corpo da cadeira, desencostar do encosto, flexionar estender um dos pés (tornozelo), flexionar e estender uma das mãos (punho), abrir e fechar a mão, uma de cada vez e depois simultaneamente. RECONHECIMENTO DAS PARTES DO CORPO ➨ Quando da execução dessa atividade, procuramos não olhar para as partes do corpo solicitadas, enfatizando a importância do reconhecimento do corpo e da compreensão do gesto, sem evidenciar a maneira “correta” do movimento, por que na verdade, nesse trabalho, o “correto” passa a ser sobremaneira aquilo que é “possível”. ➨ Verificamos o nível de sustentação em cada movimento solicitado. Manipulação com as mãos ➨ Com auxílio de bolinhas (que podem ser de meias), colocamos uma no colo de cada um e observamos de que maneira elas são Manipuladas, se eles conseguem segurar com garra, e que tipo de garra: com todos os dedos ou quais dedos, se apenas com as pontas ou se com a palma da mão e com qual das mãos têm maior facilidade. Se não conseguem pegar a bolinha, mas se conseguem tocá-la ou deslocá-la, observando sempre o desempenho das duas mãos. Manipulação com as mãos ➨ Oferecemos a bolinha para que peguem em suas mãos, de frente para eles, ao lado,abaixo, no alto, no chão, de forma que provoque um pequeno deslocamento dos membros e até de todo corpo para cada opção oferecida, essas respostas definirão a forma como será ensinado os primeiros arremessos com a bocha. ➨ Muitas vezes as pessoas tendem a dizer ou demonstrar que são incapazes de determinados gestos, mas na verdade, é que esses gestos não fazem parte da vida deles, eles foram excluídos automaticamente pela falta de uso. Manipulação com os pés ➨ Observamos todas as habilidades com os pés, ou com um dos pés. Com a bolinha no chão, na frente do aluno, pedimos para que ele role a bolinha de um lado para outro, para frente e para trás, pise nela, tente tirá-la do chão com os dois pés, chute controlando as distâncias, ora mais perto, ora, mais longe. ➨ Observar que nem todos terão habilidade com os pés, e apenas alguns atletas são capazes de jogar Bocha com os pés. Obs: todos os exercícios executados com os pés, a princípio devem ser feitos descalços. Arremessar ➨ A certa distância do aluno jogar a bolinha para que ele receba, mesmo que não consiga segurar, o que é comum, é importante reparar o gesto de intenção de recepção, quais dos braços e mãos mais se aproximaram da bolinha, se o movimento dos braços, mãos ou tronco estão indo pelo menos na mesma direção. Variando a trajetória, arremessamos rente ao colo, na altura do peito, direto em uma das mãos, ao lado da cadeira, mais para baixo, mais para o alto, e não se sinta culpado se o nosso aluno eventualmente levar uma bolada. Chutar ➨ O mesmo exercício fazemos com os pés: chutamos ou rolamos a bolinha rasteira, orientamos para que ele receba com os pés. Nesse caso também, variamos a trajetória, mais curta, mais longa, no meio, um pouco nas laterais, mas sempre rasteira e nunca com velocidade. Estes exercícios são repetidos por várias semanas, para que adquiram habilidade e automatismo nos gestos, o desenvolvimento é individual e deve ser respeitado dessa forma. MOVIMENTOS DE LOCOMOÇÃO ESTABILIZAÇÃO O rolamento é usado como elemento de habilidade, que ajuda na percepção dos gestos em circunstância de deslocamento, evidenciando durante a sua execução, as partes do corpo de maior ponto de equilíbrio, flexibilidade e força. Usamos como recurso colchões, idênticos aos usados em aulas de ginástica escolar:destinamos um colchão para cada aluno e pedimos ajuda aos acompanhantes para deitá-los nos colchões. Estabilização ➨ A princípio, observamos naturalmente as posições de cada um deles deitados sem interferir nas escolhas, eles escolherão a posição de maior conforto. Reparamos quais as partes do corpo estão totalmente encostadas no colchão, flexionadas ou com maior contração ou relaxadas, é preciso que eles estejam descontraídos, normalmente é preciso repetir essa atividade, pela dificuldade de descontração. Rolamento ➨ Para aliviar essa descontração, sugerimos que rolem e movimentem-se pelo colchão, deixe-os à vontade, sem designar nenhum gesto específico. Durante esse período de “adaptação” ao colchão, mantemos a observação das posições preferidas e das partes do corpo mais solicitadas em cada movimento, mas de maneira “sutil”,sem provocar constrangimento. Deitar e rolar em diferentes posições ➨ Deitar em decúbito dorsal, deitar em decúbito ventral, deitar de um lado, passar para o outro lado, rolar de um lado ao outro. Atentar principalmente qual parte do corpo fica como apoio na hora de um rolamento, ou no momento da troca de um gesto para outro. Variar as atividades ainda na posição deitado, com deslocamento de bolinhas. Deitar e rolar em diferentes posições ➨ Deitar em decúbito dorsal, deitar em decúbito ventral, deitar de um lado, passar para o outro lado, rolar de um lado ao outro. Atentar principalmente qual parte do corpo fica como apoio na hora de um rolamento, ou no momento da troca de um gesto para outro. Variar as atividades ainda na posição deitado, com deslocamento de bolinhas. Deslocamento livre com diferentes apoios ➨ Colocados em uma das extremidades do colchão, solicitar que se desloquem, sem determinar direção, limite ou forma, deixe cada um livre para executar da maneira que lhe for mais conveniente, se de joelhos, arrastando-se, na posição de 4 apoios com os cotovelos apoiados, enfim, vale a forma que eles conseguirem produzir deslocamento. ARREMESSO / LANÇAMENTO Dividir o grupo em duas equipes e colocar obstáculos no centro para servirem de alvo para os lançamentos. Variar a distância. Treinar formas diferentes de arremessos, (baixo / alto / cruzado), para definir qual a melhor e mais segura forma de jogar. Jogo dos Números Proposta para atividades que possam contribuir para o desenvolvimento cognitivo de forma multidisciplinar. Objetivo: desenvolver cálculo matemático (adição), raciocínio lógico e estratégia de jogo. Desenvolvimento: cada aluno terá direito a jogar seis bolas, sendo uma de cada vez. Ganha o aluno que conseguir somar mais pontos. Variações Objetivo: desenvolver cálculo matemático (subtração), raciocínio lógico e estratégia de jogo. Desenvolvimento: cada aluno terá direito a jogar duas bolas, por jogada; o aluno deverá jogar as bolas nos números que representam a subtração. O número final desta subtração dever ser X-Y=2. Variações Interdisciplinares O mesmo jogo pode ser usado, como explicado anteriormente, para ser desenvolvido com questões voltadas à língua portuguesa, história, geografia etc. Ex. Português Tiro ao Alvo Objetivo: desenvolver raciocínio e precisão. Material: giz colorido para marcação de vários círculos como se fossem uns alvos. Desenvolvimento: cada aluno jogará uma bola por vez em um total de seis bolas, ganhando quem se aproximar mais do círculo central. Exemplo: Tiro ao Alvo Variações 2.Objetivo: desenvolver raciocínio e precisão. Desenvolvimento: cada aluno jogaráa bola somente no círculo amarelo; ganha o jogo quem colocar mais bolas na cor determinada. 3. Objetivo: desenvolver raciocínio e estratégia de retirada de bola adversária. Desenvolvimento: o aluno deverá retirar a bola do adversário do círculo; será vencedor aquele que tiver o maior número de bolas dentro do alvo. Acertando os Cones Objetivo: desenvolver pensamento estratégico e senso de direção; Material: cone pequeno ou garrafa plástica; Desenvolvimento: cada aluno deverá jogar as bolas entre os espaços dos cones ou garrafas para chegar próximo da bola-alvo. Exemplo: Acertando os Cones Variações 3.2 Objetivo: desenvolver pensamento estratégico e senso de direção. Desenvolvimento: diminuir os espaços entre os cones para aumentar o grau de dificuldade. 3.3 Objetivo: desenvolver pensamento estratégico. Desenvolvimento: miniboliche, sendo que o aluno deverá derrubar as seis garrafas com o uso do menor número possível de bolas. Coloca e tira Objetivo: desenvolver a força e precisão. Material: giz colorido para marcação de um círculo central. Desenvolvimento: dois alunos de frente um para o outro, com o círculo entre eles; um jogará uma bola dentro do círculo e o outro tentará tirá-la e, assim, consecutivamente. Coloca e tira Variações 1. Objetivo: desenvolver pensamento estratégico e senso de direção. Desenvolvimento: bola-mestra no meio do círculo; será vencedor quem conseguir retirá-la primeiro do círculo. 2. Objetivo: desenvolver pensamento estratégico e senso de direção. Desenvolvimento: cada atleta com seis bolas; primeiramente, um aluno lançará todas as bolas e faz-se a contagem, depois o outro aluno realiza o mesmo processo para ver quem coloca mais bolas dentro do círculo. 3. Objetivo: desenvolver atividades multidisciplinares. Desenvolvimento: o círculo conterá uma pergunta sobre ciências, português, história, cultura geral etc., e o jogador deverá jogar a bola dentro do círculo e depois responder à pergunta. Obrigada Gratidão