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UNIVERSIDADE ESTÁCIO CURSO DE ENFERMAGEM SAMILLA DOS SANTOS SOARES FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO SÃO LUIS – MA 2023 Trabalho acadêmico Trabalho acadêmico para obtenção de pontos para a soma da Av1, apresentado a disciplina de Fisiologia Humana do Curso de Enfermagem – 2º Período. SAMILLA DOS SANTOS SOARES SÃO LUIS - MA FISIOLOGIA DO SISTEMA DIGESTÓRIO RESUMO O sistema digestório pode ser facilmente relacionado ao cotidiano da população, pois podemos utilizar vários fenômenos para abordar este tema. Porque o sistema digestório é de tanto interesse? Atualmente as doenças gastrointestinais correspondem a cerca de 10% do dinheiro gasto em saúde. A Organização Mundial de Gastroenterologia, definiu o 29 de maio como o dia da saúde digestiva, com o objetivo de orientar a população sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce de doencas. Então conheceremos o sistema gastrointestinal e a forma admirável em qual ele transforma o alimento que ingerimos em nutrientes que seram utilizados pelo corpo. ABSTRACT The digestive system can be easily related to the population's daily life, as we can use various phenomena to address this topic. Why is the digestive system of so much interest? Currently, gastrointestinal diseases account for around 10% of the money spent on health. The World Gastroenterology Organization defined May 29 as Digestive Health Day, with the aim of guiding the population on the importance of prevention and early diagnosis of diseases. Then we will learn about the gastrointestinal system and the admirable way in which it transforms the food we eat into nutrients that can be used by the body. Sistema Digestório Anatomia Boca: Primeira porção do canal alimentar. Comunica-se com o exterior pela rima bucal. Comunica-se posteriormente com a orofaringe pelo istmo das fauces. Esôfago: É um orgão tubular que liga a faringe ao estômago. Tem como função conduzir o bolo alimentar da faringe ao estomago. Tem 3 porções: cervical, torácica e abdominal. Glândulas Salivares: Responsáveis pela secreção da saliva. Mais importantes: Glândula Parótida; Glândula Submandibular; Glândula Sublingual. Vesícula Biliar: É um orgão em forma de saco, parecida com uma pera, localizada abaixo do lobo direito do fígado. Tem como função armazenar a bile, liquido produzido pelo fígado que atua na digestão de gorduras no intestino. Pâncreas: Situa-se posteriormente ao estômago. Secreta insulina/glucagon e suco pancreático. Desemboca no duodeno pelo ducto pancreatico. Fígado: É o orgão mais volumoso do abdomem. Situa-se abaixo do diafragma. Interfere no metabolismo dos carboidratos, gorduras e proteínas. Produz bile. Estômago: É uma dilatação do canal alimentar que se segue ao esôfago e se continua no intestino. Situado logo abaixo do diafragma e com sua maior porção á esquerda do plano medial. Intestino Delgado: Três segmentos: duodeno, jejuno e íleo. Tem como funções a absorção, digestão secreção glandular. Intestino grosso: Porção terminal do canal alimentar. Mais calibroso e mais curto que o intestino delgado. Dilatações limitadas por sulcos transversais: haustros. Dividido em 6 segmentos: cécum, cólon ascendente, cólon transverso, cólon descendente, cólon sigmoide e reto. Reto: Parte final do tubo digestivo, o reto assume a função principal de acumular as fezes, para que seja realizada a absorção finalde agua e parte dos nutrientes. O sistema digestório – também referido como sistema gastrointestinal, é um conjunto de orgãos que transformam o alimento inserido em substâncias prontas para serem absorvidas e assimiladas – digestão. Se inicia com a cavidade oral (boca e faringe) que servem para receptar a comida. Por meio do sistema digestório, o organismo proporciona todas as quebras moleculares e transformações necessárias ao aproveitamento das substâncias que compoem o alimento, fornecendo aos diferentes tecidos e suas células, energia para realização das mais diferentes funções. Podemos resumidamente dividir o sistema em duas porções: A primeira porção é constituída de orgãos e estruturas que juntos formam uma espécie de canal alimentar, que se inicia na cavidade bucal, estende-se por faringe, esofâgo. Estômago, intestino delgado, intestino grosso, terminando no reto e no ânus. A segunda porção é composta por orgãos anexos que participam desse processo, ou seja, as glândulas salivares, o pâncreas e o fígado. Cada região desempenha um importante papel nessa complexa atividade de sintetizar os nutrientes necessários ao funcionamento orgânico. A porção do trato GI que vai do estômago até o ânus também é chamada de intestino. O trato alimentar abastece o corpo com suprimento contínuo de água, eletrólitos, vitaminas e nutrientes. Isso requer movimentação do alimento pelo trato alimentar; secreção de soluções digestivas e digestão dos alimentos; absorção de água, diversos eletrólitos, vitaminas e produtos da digestão; circulação de sangue pelos órgãos gastrointestinais para transporte das substâncias absorvidas; e controle de todas essas funções pelos sistemas nervoso e hormonal locais. Na cavidade oral, os primeiros estágios da digestão iniciam com a mastigação e a secreção da saliva por três pares de glândulas salivares: Glândulas sublinguais abaixo da língua; Glândulas submandibulares abaixo da mandíbula (osso maxilar) e; Glândulas parótidas encontradas perto da articulação da mandíbula. Princípios gerais da anatomia gastrointestinal O processo de mastigação é compreendido por um o conjunto de fenômenos estômatognáticos que visam a degradação mecânica dos alimentos. O papel fundamental da mastigação é degradar o alimento em moléculas pequenas, absorvíveis pelas células, que são usadas no desenvolvimento e na manutenção do organismo e nas suas necessidades energéticas. Embora, a mastigação seja a primeira etapa do processo digestório, podemos considerar que a digestão por completa é dividida nas seguintes etapas: Ingestão (mastigação e deglutição); Digestão; Absorção; Eliminação dos metabóicos. A mastigação pode ser dividida em duas etapas: Mastigação mecânica e Mastigação química. Entenderemos a seguir cada uma delas. A mastigação mecânica tem como principal função reduzir o tamanho das partículas de alimentos, aumentando a superfície de contato e assim facilitando a digestão. O processo de Mastigação mecânica é compreendido pelas etapas: Incisão: Apreensão do alimento obtida através da elevação da mandíbula em protrusão. A língua e as bochechas, posiciona o alimento entre as superfícies oclusais dos dentes pré-molares e molares, preparando as etapas seguintes. Trituração: Transformação mecânica de partes grandes do alimento em partes menores. Pulverização: Transforma o alimento em elementos tão reduzidos, com consistência ideal para a deglutição. A mastigação química é dependente do processo de insalivação. A produção de saliva e as reações enzimáticas são imprescindíveis para este processo. Destaca-se principalmente a atuação da AMILASE que atua sobre o AMIDO convertendo a macromolécula em Maltose. Objetivos da mastigação Mastigação mecânica Mastigação química Esquema descritivo da ação enzimática da Amilase no processo de mastigação química. A secreção de saliva, juntamente com as contrações musculares da face, bem como a atuação mecânica da língua promovem diversos benefícios para a saúde bucal. Portanto, uma mastigação eficiente é de suma importância para o êxito do processo digestório. A língua, órgão de característica muscular que participa ativamente no auxílio aos processos de mastigação, deglutição, formação dos fonemas da fala e demais eventos. Dentre as principais funções da língua podemos citar: percepção gustativa, digestão de amido, remineralização, auto limpeza, lubrificação, ação antimicrobiana, entre outras. No intuito de construir uma descrição mais resumida e didática, estruturou-se em etapas o processo de mastigatório. Portanto, podemos afirmar que a mastigação é decorrente das seguintes etapas: Introdução de alimentos através da incisão; Moagem dos alimentos através do masseter, temporal, pterigoideo e mandíbula; Lubrificação e ação enzimática da Salivação; A língua desliza os alimentos para os incisivos e os buccinadores empurram para os dentes. A função primária do sistema digestório é levar os nutrientes, a água e os eletrólitos do ambiente externo para o ambiente interno corporal. Para alcançar esse objetivo, o sistema usa quatro processos básicos: digestão, absorção, secreção e motilidade. A digestão é a quebra, ou degradação, química e mecânica dos alimentos em unidades menores que podem ser levadas através do epitélio intestinal para dentro do corpo. A absorção é o movimento de substâncias do lúmen do trato GI para o líquido extracelular. A secreção no trato GI possui dois significados, ela pode significar o movimento de água e íons do LEC para o lúmen do trato digestório (o oposto da absorção), mas pode também significar a liberação de substâncias sintetizadas pelas células epiteliais do GI tanto no lúmen quanto no LEC. A motilidade é o movimento de material no trato GI como resultado da contração muscular. Funções e processos digestórios O corpo humano enfrenta desafios fisiológicos por vezes conflitantes por meio da coordenação entre motilidade e secreção para maximizar a digestão e a absorção. Nós secretamos mais liquidos do que ingerimos, em um dia normal, 9 litros de líquido passam através do lúmen do trato gastrintestinal de um adulto,o equivalente ao conteúdo de três garrafas de refrigerante de 3 litros. Apenas cerca de 2 litros desse volume entram no sistema GI pela boca, os 7 litros restantes de líquido vem da água corporal secretada juntamente com íons, enzimas e muco. Os íons são transportados do LEC para o lúmen. A água, então, segue o gradiente osmótico criado por esta transferência de solutos de uma lado do epitélio para o outro. A água move-se pelas células epiteliais através de canais ou por junções comunicantes entre as células. A motilidade do tubo digestivo mostra características notáveis. Em primeiro lugar, exibe grande variabilidade do comportamento motor nos diversos segmentos e, em cada segmento, em variados momentos. Isso decorre mais por mudanças no estado funcional da musculatura lisa do que por eventuais diferenças morfológicas. Em segundo lugar, a motilidade gastrintestinal, embora automática, está longe de ser caótica. De fato, o exame da motilidade revela padrões típicos, diferentes conforme o órgão e as condições, sugerindo coordenação dos conjuntos musculares, quando das retrações e distensões. E, finalmente, o trato gastrintestinal (TGI) é sede de distúrbios motores com importante influxo na prática médica. A maioria das secreções GI facilitam a digestão. O sistema GI digere macromoléculas em unidades absorvíveis usando uma combinação de degradação mecânica e enzimática. A mastigação e a agitação gástrica produzem pedaços menores de alimento com mais área de superfície exposta às enzimas digestórias. O pH no qual as diferentes enzimas digestórias funcionam melhor (p. 100) reflete a localização onde elas são mais ativas. Por exemplo, enzimas que agem no estômago funcionam bem em pH ácido, e aquelas que são secretadas no intestino delgado funcionam melhor em pH alcalino. A maior parte da absorção ocorre no intestino delgado, com absorção adicional de água e de íons no intestino grosso. A absorção, assim como a secreção, utiliza muitas das mesmas proteínas de transporte do túbulo renal. Uma vez absorvidos, os nutrientes entram no sangue ou na circulação linfática. Motilidade A motilidade no trato gastrintestinal tem dois propósitos: transportar o alimento da boca até o ânus e misturá-lo mecanicamente para quebrá-lo uniformemente em partículas pequenas. Essa mistura maximiza a exposição das partículas às enzimas digestórias, uma vez que aumenta a sua área de superfície. A motilidade gastrintestinal é determinada pelas propriedades do músculo liso GI e é modificada por informações químicas dos nervos, dos hormônios e dos sinais parácrinos. A maior parte do trato GI é composta por músculo liso unitário, com grupos de células eletricamente conectadas por junções comunicantes para criam segmentos contráteis. Regiões diferentes apresentam diferentes tipos de contração. As contrações tônicas são mantidas por minutos ou horas. Elas ocorrem em alguns esfincteres de músculo liso e na porção apical do estômago. As contrações fásicas, com ciclos de contração- -relaxamento que duram apenas alguns segundos, ocorrem na região distal do estômago e no intestino delgado. Os ciclos de contração e relaxamento do músculo liso são associados a ciclos de despolarização e repolarização, denominados potenciais de ondas lentas, ou simplesmente ondas lentas. Pesquisas atuais indicam que as ondas lentas são originadas em uma rede de células, chamadas de células intersticiais de Cajal (denominadas pelo neuroanatomista espanhol Santiago Ramón y Cajal), ou ICCs. Essas células musculares lisas modificadas estão localizadas entre as camadas de músculo liso e os plexos nervosos intrínsecos, podendo atuar como intermediárias entre os neurônios e o músculo liso. Dos quatro processos GI, a motilidade e a secreção são as principais funções reguladas. Se o alimento se move através do sistema muito rapidamente, não haverá tempo suficiente para que tudo no lúmen seja digerido e absorvido. A secreção é regulada para que as enzimas digestórias apropriadas possam quebrar o alimento em formas que possam ser absorvidas. A digestão, por sua vez, depende da motilidade e da secreção. Os cientistas acreditavam que a absorção dos nutrientes não é regulada, e que “você absorve o que você come”. Agora, entretanto, evidências indicam que a absorção de alguns nutrientes pode ser alterada em resposta a mudanças ambientais de longo prazo. A estrutura básica da parede gastrintestinal é similar no estômago e nos intestinos, embora existam variações de uma seção do trato GI para outra. A parede intestinal é enrugada em dobras para aumentar a sua área de superfície. Essas dobras são chamadas de pregas no estômago e de dobras no intestino delgado. A mucosa intestinal também se projeta para o lúmen em pequenas extensões similares a dedos, denominadas vilosidades. Mais área de superfície é adicionada por invaginações tubulares da superfície, que se estendem para dentro do tecido conectivo de sustentação. Essas invaginações são denominadas glândulas gástricas no estômago e criptas no intestino. Algumas das invaginações mais profundas formam glândulas submucosas secretoras que se abrem para o lúmen através de ductos. A parede intestinal consiste em quatro camadas: uma mucosa interna virada para o lúmen; uma camada conhecida como submucosa; camadas de músculo liso, conhecidas coletivamente como muscular externa; uma cobertura de tecido conectivo, denominada serosa. O Músculo Liso Gastrointestinal funciona como um Sincício. As fibras musculares lisas individuais, no trato gastrointestinal, medem de 200 a 500 micrômetros de comprimento e de 2 a 10 micrômetros de diâmetro, e se dispõem em feixes de até 1.000 fibras paralelas. Na camada muscular longitudinal, os feixes se estendem longitudinalmente no trato intestinal; na camada muscular circular, se dispõem em torno do intestino. No interior de cada feixe, as fibras musculares se conectam, eletricamente, por meio de grande quantidade de junções comunicantes, com baixa resistência à movimentação dos íons da célula muscular para a seguinte. Dessa forma, os sinais elétricos, que desencadeiam as contrações musculares, podem passar prontamente de uma fibra para a seguinte em cada feixe, porém, mais rapidamente, ao longo do comprimento do feixe do que radialmente. Anatomia Fisiológica da parede gastrointestinal O sistema nervoso entérico (SNE) foi inicialmente reconhecido há mais de um século, quando os cientistas notaram que seções isoladas do intestino removidas do corpo criavam uma onda reflexa de contrações peristálticas quando a pressão do lúmen aumentava. O que eles observaram foi a habilidade do SNE de realizar um reflexo independentemente do controle exercido pelo sistema nervoso central (SNC). O trato gastrointestinal tem um sistema nervoso próprio, denominado sistema nervoso entérico, localizado, inteiramente, na parede intestinal, começando no esôfago e se estendendo até o ânus. O número de neurônios, nesse sistema entérico, é de aproximadamente 100 milhões, quase a mesma quantidade existente em toda a medula espinhal. Esse sistema nervoso entérico, bastante desenvolvido, é especialmente importante no controle dos movimentos e da secreção gastrointestinal. O sistema nervoso entérico é composto, basicamente, por dois plexos: O plexo externo, disposto entre as camadas musculares longitudinal e circular, denominado plexo mioentérico ou plexo de Auerbach; O plexo interno, denominado plexo submucoso ou plexo de Meissner, localizado na submucosa. Sistema Nervoso Entérico Controle Neural da Função Gastrointestinal Diferenças Entre os Plexos Mioentérico e Submucoso: O plexo mioentérico consiste, em sua maior parte, na cadeia linear de muitos neurônios interconectados que se estende por todo o comprimento do trato gastrointestinal. Como o plexo mioentérico se estende por toda a extensão da parede intestinal localizada entre as camadas longitudinal e circular do músculo liso intestinal, ele participa, principalmente, no controle da atividade muscular por todo o intestino. Quando esse plexo é estimulado, seus principais efeitos são: 1. O aumento da contração tônica, ou “tônus”, da parede intestinal; 2. Aumento da intensidade das contrações rítmicas; 3. Ligeiro aumento no ritmo da contração; 4. E aumento na velocidade de condução das ondas excitatórias, ao longo da parede do intestino, causando o movimento mais rápido das ondas peristálticas intestinais. O plexo mioentérico não deve ser considerado inteiramente excitatório, porque alguns de seus neurônios são inibitórios; nestes, os terminais de suas fibras secretam transmissor inibitório, possivelmente o polipeptídeo intestinal vasoativo ou algum outro peptídeo inibitório. Os sinais inibitórios resultantes são, especialmente, úteis para a inibição dos músculos de alguns dos esfíncteres intestinais, que impedem a movimentação do alimento pelos segmentos sucessivos do trato gastrointestinal, como o esfíncter pilórico, que controla o esvaziamento do estômago para o duodeno, e o esfíncter da valva ileocecal, que controla o esvaziamento do intestino delgado para o ceco. Em contraste com o plexo mioentérico, o plexo submucoso está, basicamente, envolvido com a função de controle na parede interna de cada diminuto segmento do intestino. Por exemplo, muitos sinais sensoriais se originam do epitélio gastrointestinal e são integrados no plexo submucoso, para ajudar a controlar a secreção intestinal local, a absorção local e a contração local do músculo submucoso, que causa graus variados de dobra- mento da mucosa gastrointestinal. Na tentativa de melhor entender as múltiplas funções do sistema nervoso entérico gastrointestinal, pesquisadores do mundo inteiro identificaram uma dúzia ou mais de diferentes substâncias neurotransmissoras que são liberadas pelos terminais nervosos de diferentes tipos de neurônios entéricos. Duas delas, com as quais já estamos familiarizados, são a: 1. Acetilcolina; 2. a norepinefrina; Outras são: 3. trifosfato de adenosina; 4. serotonina; 5. dopamina; 6. colecistocinina; 7. substância P; 8. polipeptídeo intestinal vasoativo; 9. somatostatina, 10. leuencefalina; 11. metencefalina; 12. bombesina. As funções específicas de muitas delas ainda não estão suficientemente bem entendidas. Neurotramissores secretados por neurônios Entéricos Sistema Digestório LEVY, Matthew N.; KOPPEN, Bruce M.; STANTON, Bruce A. Fundamentos de Fisiologia: Berne & Levy. 4. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2006. HALL, J.E. Guyton & Hall: Tratado de Fisiologia Médica, 12. ed. Rio de Janeiro, Ed. Elsevier, 2011. Fisiologia humana / Moacir Serralvo Faria... [et al]. - 1. ed. e 1. reimp. – Florianópolis. FISIOLOGIA HUMANA; TEIXEIRA, D. A; TEÓFILO OTONI/MG - FEVEREIRO/2021 Dee Unglaub Silverthorn – Fisiologia Humana; uma abordagem integrada - Obra originalmente publicada sob o título Human physiology: an integrated approach, 7th edition. Motilidade do trato gastrintestinal; Armênio Aguiar do Santos; Padro Jorge Caldas Magalhães; Ricardo de Freitas Lima. Tratado Prático de Enfermagem – vol 1; 3º ED – Nébia Mº F.; Dirce Laplaca V.; Wiliam Cesar A.M. Referências