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Dor torácica
Prof. Francisco Baima
Introdução
Variedade de causas possíveis
Minoria potencialmente fatais, mas que não devem passar despercebidas
Importante estruturar
1- Isquemia miocárdica
2- Outras causas cardiopulmonares
3- Causas não cardiopulmonares
Epidemiologia e história natural
Terceira razão mais comum de idas a emergência nos EUA
6 a 7 milhões de consultas anuais
Apenas 15% recebem o diagnóstico de síndrome coronariana (SCA)
Os diagnósticos mais comuns são causas gastrintestinais
Menos de 10% são de condições cardiopulmonares potencialmente fatais
Epidemiologia e história natural
2-6% com dor torácica de etiologia presumivelmente não isquêmica, que tem alta da emergência, depois são diagnosticados com infarto agudo do miocárdio (IAM)
Esses pacientes tem 2x maior risco de morrer em 30 dias em comparação com os que são hospitalizados
Epidemiologia e história natural
Distribuição de diagnóstico definitivo de alta de pacientes com dor torácica aguda não traumática.
Causas de dor torácica
Cardiopulmonares
1- Cardíaco
1.1- Isquimia miocárdica
1.2- Pericardite
Causas de dor torácica
Cardiopulmonares
2- Vascular
2.1- Síndrome aórtica aguda
2.2- Embolia pulmonar
2.3- Hipertensão pulmonar
Causas de dor torácica
Cardiopulmonares
3- Pulmonar
3.1- Pneumonia ou pleurite
3.2- Pneumotórax espontâneo
Causas de dor torácica
Não cardiopulmonares
1- Gastrintestinal
1.1- Refluxo esofágico
1.2- Espasmo esofágico
1.3- Úlcera péptica
1.4- Doença na vesícula biliar
Causas de dor torácica
Não cardiopulmonares
2- Neuromuscular
2.1- Costocondrite
2.2- Doença de disco cervical
2.3- Trauma ou estiramento
2.4- Herpes-zóster
Causas de dor torácica
Não cardiopulmonares
3- Psicológico
3.1- Transtornos emocionais ou psiquiátricos
Abordagem ao paciente
Introdução
Prioridades da avaliação clínica inicial:
1- estabilidade clínica do paciente
2- probabilidade de causa potencialmente fatal
Condições de alto risco: síndrome coronariana aguda; embolia pulmonar; pneumotórax hipertensivo; pericardite com tamponamento e ruptura esofâgica
História
Qualidade, localização e o padrão da dor
Fatores que provocam ou aliviam
Sintomas associados
História – qualidade da dor
Alguns pacientes com sintomas torácicos isquêmicos negam qualquer dor, mas queixam-se de dispnéia ou uma sensação vaga de ansiedade.
A gravidade da dor tem pouca acurácia diagnóstica.
História – qualidade da dor
Associação das características da dor torácica com probabilidade de infarto agudo do miocárdio (IAM).
História – localização da dor
Localização subesternal com irradiação para pescoço, mandíbula, ombros ou braço é típica da dor miocárdica isquêmica.
A irradiação para ambos os braços tem associação particularmente forte com IAM como etiologia.
História – localização da dor
Dor altamente localizada (pode ser demarcada com a ponta de um dedo) é bastante incomum na angina
Dor retroesternal - dor esofágica
Dor grave que se irradia para as costas (em particular entre as escápulas) deve levar em consideração a síndrome aórtica aguda
Dor retroesternal na DRGE
História - padrão
Dor miocárdica – inicia em minutos e exacerbada pela atividade física.
Dissecção aórtica, embolia pulmonar e pneumotórax espontâneo – atinge o auge de intensidade imediata
Dor prolongada (muitas horas a dias) – improvável que seja isquemia miocardica
Dor miocárdica após atividade física
História - fatores que provocam e aliviam
Dor miocárdica – os pacientes preferem repouso, ficar sentados ou para de caminhar
Dor musculoesquelética – dor varia com a mudança deposição e com os movimentos dos MMSS
Pericardite – dor piora no supino e alivia com o paciente inclinando-se para frente
Etiologia gastrintestinal (úlcera péptica, colecistite e pancreatite) – exacerba com a alimentação
Dor num paciente com pericardite
História – sintomas associados
Isquemia miocárdica: diaforese, dispneia, náuseas, fadiga, desmaio e eructações
Embolia pulmonar e pneumotórax espontâneo – dificuldade respiratória significativa
Distúrbios gastrintestinais e IAM – náuseas e vômitos
História clínica pregressa
Fatores de risco para aterosclerose coronariana e tromboembolismo venoso
Síndrome de Marfan – síndrome aórtica aguda ou pneumotórax espontâneo
	Tabagismo
	Hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia
	HAS e DM II
	Obesidade e sedentarismo
	Estresse emocional
Fatores de risco para aterosclerose
Exame físico - geral
IAM ou distúrbios cardiopulmonares agudos – ansiosos, pálidos, cianóticos e diaforéticos.
Sinal de Levine – descreve a dor com punho cerrado contra o esterno
Síndrome de Marfan ou homem jovem e alto – pneumotórax espontâneo
Sinal de Levine na angina
Exame físico – sinais vitais
Taquicardia e hipotensão – indicativas de consequência hemodinâmica importante como IAM com choque cardiogênico, embolia pulmonar maciça, pericardite com tamponamento ou pneumotórax hipertensivo
Taquicardia sinusal – embolia pulmonar submaciça
Taquipneia e hipoxemia – causa pulmonar
Febre baixa – IAM, tromboembolismo e infecção
Exame físico - pulmonar
Pode localizar a causa de dor primaria – pneumonia, asma e pneumotórax
Edema pulmonar – indicador de alto risco para disfunção ventricular esquerda devido a IAM e dissecção aortica
Exame físico – sistema cardíaco
Pulso venoso jugular pode revelar tamponamento pericárdico ou disfunção ventricular direita aguda
Na ausculta, terceira ou quarta bulha cardíaca – disfunção sistólica ou diastólica
Sopro de insuficiência aórtica pode ser complicação de dissecção aórtica proximal
Sons de atrito pericárdico refletem inflamação do pericárdio
Exame físico - abdome
Achados abdominais são infrequentes com problemas puramente cardiopulmonares agudos
Exame físico – músculo esquelético
Dor das articulações costocondrais e condroesternais pode estar associada a edema localizado, eritema ou sensibilidade localizada acentuada. Dor a palpação bem localizada
Resumo
Doença, duração, qualidade e localização e aspectos importantes
Exames complementares
ECG
Radiografia de tórax
Exames de laboratório
Ferramentas de apoio
Mensagem final
Obrigado
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