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ANTIMICROBIANOS ATIVAÇÃO Vamos discutir alguns aspectos sobre a terapia com antimicrobianos? • "Antibióticos são eficazes contra infecções virais." • "É seguro interromper o uso do antibiótico assim que me sinto melhor." • "O uso excessivo de antibióticos pode levar ao desenvolvimento de resistência bacteriana." CLASSIFICAÇÃO POR MICRORGANISMO SUSCETÍVEL: Antibacterianos; Antifúngicos; Antivirais; Anti-helmínticos; Antiprotozoários. POR ORIGEM: Antibióticos; Quimioterápicos. CLASSIFICAÇÃO POR EFEITO NO MICRORGANISMO: • Bactericida; • Bacteriostático. POR MECANISMO DE AÇÃO: • Parede celular; • Membrana citoplasmática; • Replicação cromossômica; • Inibição metabólica. ANTIMICROBIANO IDEAL • TOXICIDADE SELETIVA: • Diferenças morfológicas ou citológicas: • Parede Celular de Bactérias; • Ergosterol na membrana de Fungos; • Ribossomo bacteriano (70S: 30S + 50S). • Diferenças Bioquímicas: • Uso/obtenção de ácido fólico; • Sensibilidade enzimática. BASES FARMACOCINÉTICAS DO TRATAMENTO ANTIMICROBIANO • Eficácia do AB: • Chegar ao local onde se encontra o foco infeccioso; • Escolha: “o fármaco consegue penetrar no local da infecção?” Caso contrário poderá ser eficaz In Vitro mas não será eficaz In Vivo BARREIRAS FÍSICAS QUE OBSTERUEM O AB • Camadas de células epiteliais e endoteliais; • Junções formadas entre estas células. Fatores que influenciam a Penetração • Lipossolubilidade – Calculado pelo coeficiente de partição Octanol – Água (P); • Moléculas hidrofóbicas: ficam concentradas na bicamada lipídica da membrana celular; • Moléculas hidrofílicas: ficam concentradas no Sangue Quanto maior P, maior a chance do antimicrobiano atravessar as barreiras Físicas formadas pelas células Glicoproteína P A glicoproteína P exporta as moléculas anfifílicas e lipofílicas. dificultando sua penetração eficaz. Substratos para a Glicoproteína P: inibidores de protease do HIV, o antiparasitário Ivermectina, o antibacteriano Telitromicina e o antifúngico Itraconazol. Barreira Hematoencefálica IMPEDE A ENTRADA DA MAIORIA DOS FÁRMACOS AO SNC – INCLUSIVE AB. INFLAMAÇÃO: REDUZ A INTEGRIDADE DA BHE. PENETRAÇÃO DE AB. TESTES DE SENSIBILIDADE LABORATÓRIO DE MICROBIOLOGIA: - Identificação e o isolamento do microrganismo responsável pela doença; - Testes de sensibilidade: escolha racional da classe de antibióticos MUTAÇÕES DOS MICROORGANISMOS • À medida que os microrganismos replicam-se no paciente, eles podem evoluir entre o momento da infecção e o diagnostico da doença; • O surgimento de uma semiespécie portadora de uma mutação associada à resistência farmacológica a no mínimo um fármaco é comum AUMENTO DA CI50 – CONCENTRAÇÕES MAIORES PARA O MESMO EFEITO. JUSTIFICA-SE O AUMENTO DE DOSE DO ANTIBIÓTICO NO TRATAMENTO. MICROORGANISMO RESISTENTE: AUMENTOS DE DOSES NÃO É CAPAZ DE ELIMINAR 100 % DO MICROORGANISMO Resistência Microbiana TESTES EM BACTÉRIAS • Antibióticos em concentrações progressivamente menores em ágar sólido ou meios de cultura que contém o microrganismo a ser testado; • CIM: CONCENTRAÇÃO INIBITÓRIA MÍNIMA; • Método de diluição em meio de cultura- Avalia a densidade óptica da cultura; • Técnica de difusão em disco – Informações qualitativas ou sem quantitativas ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO • Dose e posologia são tão importantes para eficácia do tratamento quanto a sensibilidade: • Alterações das concentrações do AB no foco infeccioso; • Flutuações das concentrações plasmáticas (3x ao dia de 8 e 8 horas); ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO • Sensibilidade (CIM ou CE90) do microrganismo ao antimicrobiano; • Quanto maior o CIM, maior a probabilidade de resistência; • Para vários AB, sua concentração plasmática deve estar acima do CIM, para que tenha efeito antimicrobiano; ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO • Grupo 1 – Tempo dependente. • Concentração plasmática deve estar acima do CIM, para que tenha efeito antimicrobiano; • Quanto maior o tempo acima do CIM, maior será a eficácia Concentrações 3 a 4 vezes acima do CIM, não aumenta a eficácia O mais importante é ficar acima do CIM o maior tempo possível Exemplo de AB que se comportam assim: antibacterianos β-lactâmicos (Penicilinas) e o antifúngico 5-fiuorocitosina ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO • Concentração no Antibiótico no foco Infeccioso – Mais importante que a dose em si; • Ligações a PP atrapalham a concentração no foco infeccioso; Grupo II – Concentração dependente • A dose ideal do antibiótico para determinado paciente é a que consegue exposições entre CI80 e CI90 no foco infeccioso. • Para esse grupo o mais importante é a concentração de Pico. ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO • Grupo II: • A concentração acima da CIM tem menos importância para esses Antibióticos; • Suas doses podem ser administradas a intervalos mais longos; • O efeito persiste por muito tempo depois que as concentrações do antibiótico declinam abaixo da CIM- ligação estável nas estruturas bacterianas; • Ex: Rifampicina no tratamento da TB (Mycobacterium Tuberculosis - liga-se à subunidade β da polimerase do RNA); ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO • Grupo III: • Fármacos que o esquema posológico não tem qualquer efeito na eficácia; • Dose cumulativa é o mais importante; • Ex: Daptomicina. TIPOS E OBJETIVOS DO TRATAMENTO ANTIMICROBIANO Profilaxia • Pacientes Imunossuprimidos; • Procedimentos cirúrgicos; • Profilaxia pós-exposição: administração de Rifampicina para evitar menimgite memngococtca nos contatos diretos de um paciente com a doença Tratamento empírico do paciente sintomático • Fatores que devem ser levado em conta na hora da escolha do AB: • Apresentação clínica: Pode sugerir o tipo de microrganismo; • Conhecimento dos microrganismos que mais provavelmente causam infecções específicas em determinados hospedeiros; • Técnicas laboratoriais simples e rápidas: Método de Gram Tratamento definitivo para patógenos conhecidos Tratamento com um único fármaco é preferível; As doses e os esquemas posológicos adequados são cruciais para o sucesso; Duração do tratamento deve ser a menor possível; Tratamentos desnecessariamente longos favorecem o desenvolvimento de resistência; Evidências a favor do tratamento combinado • Evitar resistência a um fármaco utilizado isoladamente; • Acelerar a rapidez da atividade microbicida; • Aumentar a eficácia terapêutica com a utilização de combinações sinérgicas; • Ampliar a atividade microbicida de um fármaco com base em uma mutação produzida pela resistência a outro antimicrobiano; • Reduzir a toxicidade (quando a eficácia plena de um antibacteriano tradicional pode ser conseguida com doses muito elevadas e tóxicas para o paciente); SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO • Terapia empírica; • Identificação do microrganismo e sensibilidade; • Sítio de infecção; SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO • Fatores associados ao pacientes: • Idade: • Cloranfenicol → Síndrome cinzenta do recém-nascido; • Sulfonamidas → Kernicterus em recém-nascidos; • Aminoglicosídeos → meia-vida prolongada em idosos → maior tendência de toxicidade do VIII nervo craniano; • Tetraciclinas → pigmentação e enfraquecimento de dentes e ossos → contraindicado para crianças até oito anos. • Função renal e hepática SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO • Fatores associados ao pacientes: • Fatores locais: • Presença de pus e secreção; • Presença de material necrótico; • pH local → a redução diminui a atividade de macrolídeos e aminoglicosídeos; • Ambientes anaeróbios (abscesso); • Barreiras para a penetração no local de infecção. • Alergia a drogas; • Comprometimento da defesa do hospedeiro; SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO • Fatores associados ao pacientes: • Gravidez; • Fatores genéticos: anemiahemolítica por deficiência de G6P-desidrogenase – • Torna o eritrócito suscetível ao estresse oxidativo; • Diminui a sobrevida dos eritrócitos; • A hemólise ocorre depois de estresse oxidativo; • Antibióticos que podem promover o estresse oxidativo: primaquina, nitrofurantoína, sulfonamidas, cloranfenicol, fluoroquinolonas. • Custo. Estrutura Básica de uma Bactéria Mecanismo geral de ação dos Antimicrobianos MECANISMOS DE AÇÃO • AÇÃO ANTIMICROBIANA ATRAVÉS DA INIBIÇÃO DA PAREDE CELULAR • Peptidioglicano: polissacarídeos (N-acetilglicosamina e ácido acetil murânico) e polipeptídios; • Rigidez → formação de ligações cruzadas entre essas cadeias → reações de transpeptidação. MECANISMOS DE AÇÃO • Inibição da Transpeptidação: • Penicilinas e cefalosporinas • Ligam-se a receptores específicos → proteínas de ligação de penicilinas (PBP) → inibição da reação de transpeptidação • Remoção ou inativação de um inibidor de enzimas autolíticas na parede celular (hidrolases) → ativação das enzimas líticas • Semelhança estrutural com acil-D-alanil-D-alanina MECANISMOS DE AÇÃO • Inibição da síntese do precursor do peptidioglicano: • Bacitracina, Vancomicina, Ciclosserina. • Devem penetrar eficazmente na célula. MECANISMOS DE AÇÃO • AÇÃO ANTIBACTERIANA ATRAVÉS DA INIBIÇÃO DA FUNÇÃO DA MEMBRANA CELULAR • A membrana celular de algumas bactéria e fungos → mais facilmente lesadas → ação seletiva; • Polimixinas → atua sobre bactérias Gram – (atuam como detergente catiônico) → não atuam sobre os fungos; • Poliênicos (anfotericina B) → antifúngicos: necessidade da presença de ergosterol na membrana celular; • Azóis (Clortrimazol, cetoconazol, ...) → inibem a biossíntese dos lipídeos de membrana → ergosterol. MECANISMOS DE AÇÃO • AÇÃO ANTIMICROBIANA ATRAVÉS DA INIBIÇÃO DA SÍNTESE PROTEICA • Bactérias → ribossomas 70S • Células dos mamíferos → ribossomas 80S MECANISMOS DE AÇÃO • Aminoglicosídeos: • Estreptomicina, neomicina, gentamicina, etc; • Etapas: • Ligação a proteína receptora (P12) na subunidade 30S • Bloqueio da atividade normal do complexo de iniciação da formação do peptídeo • Leitura errada do mRNA → proteína não funcional; • Quebra dos polissomas em monossomas → incapazes de sintetizar proteínas; • Ocorrem simultaneamente → destruição da célula. MECANISMOS DE AÇÃO • Tetraciclinas: • Ligam-se a subunidade 30S; • Impedem a ligação do tRNA carregado ao ribossoma → impede a introdução de novos aminoácidos na cadeia peptídica. • Cloranfenicol: • Liga-se à subunidade 50S • Impede a ligação de novos aminoácidos a cadeia polipeptídica → inibição da peptidil-transferase • Macrolídios MECANISMOS DE AÇÃO • AÇÃO ANTIMICROBIANA ATRAVÉS DA INIBIÇÃO DE ÁCIDO NUCLÉICO • Rifampicina, quinlonas, sulfonamidas, trimetroprima, pirimetamina; • Rifampicina: • Liga-se fortemente à RNA-polimerase DNA-dependente → inibição da síntese bacteriana de RNA; • Quinolonas e fluoroquinolonas: • Bloqueiam a DNA-girase → DNA superespiralado MECANISMOS DE AÇÃO • AÇÃO ANTIMICROBIANA ATRAVÉS DE INIBIÇAO METABÓLICA • Sulfonamidas: • Competem com o PABA durante o processo de síntese do ácido fólico; • Formação de análogos não-funcional. • Trimetoprima: • Inibe a enzima diidrofolato-redutase com eficiência 50.000 vezes maior nas bactérias; • Sulfonamidas e trimetoprima → ação sinérgica; • Pirimetamina → protozoários. (ÁCDIO DIHIDROPTEROICO) (ÁCDIO DIHIDROFÓLICO) USO COMBINADO DE ANTIMICROBIANOS • Propósito Específico: • Obter sinergismo: • Sulfonamidas+trimetoprima; penicilinas + aminoglicosídeos; rifampicina + isoniazida; • Reduzir a gravidade ou incidência dos efeitos adversos: • Estreptomicina + penicilina G para endocardite bacteriana subaguda; • Imipenem + cilastatina; • Prevenir o desenvolvimento de resistência: • Tratamento de infecções crônicas: tuberculose, hanseníase, H. pylori e AIDS; PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS • Toxicidade: • Irritação local: • Irritação gástrica; • Dor e abscesso no local de injeção IM; • Tromboflebite na veia injetada. • Toxicidade sistêmica: • Altos IT: penicilinas, cefalosporinas, eritromicina • IT menores: aminoglicosídeos (neuro e nefrotoxiciddade ); tetraciclinas (lesão hepática e renal; efeito antianabólico); cloranfenicol (depressão da medula óssea); • IT muito baixos: polimxina B (toxicidade neurológica e renal); vancomicina (perda da audição e lesão renal); Anfotericina B (toxicidade renal, neurológica e medular). PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS • Hipersensibilidade: • Desde erupções cutâneas até choque anafilático; • Penicilinas, cefalosporinas e sulfonamidas; • Resistência: • Natural; • Adquirida: • Mutação: etapa única e múltiplas etapas; • Transferência gênica: conjugação, transdução, transformação; • Expressão: tolerância à droga, destruição do fármaco, impermeabilidade às drogas; • Cruzada. PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS • Superinfecção: • Aparecimento de nova infecção em consequência do uso de antimicrobiano; • Agente de amplo espectro; • Mais comum em pacientes imunodeprimidos: corticoide, AIDS, entre outros; • Locais: orofaringe, tratos intestinal, respiratório e geniturinário; PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS • Superinfecção: • Microrganismos: • Candida albicans: diarreia, sapinho, vulvo-vaginite – nistatina ou clotrimazol; • Estafilococos resistentes: enterite – cloxacilina; • Clostridium difficile: enterocolite pseudomembranosa, associada ao uso de tetraciclina, clindamicina, aminoglicosídeos, ampicilina e cotrimoxazol – metronidazol e vancomicina; • Proteus: infecção urinária e enterite – cefalosporina ou gentamicina; • Pseudomonas: infecção urinária e enterite – carbenicilina, piperacilina ou gentamicina; PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS • Superinfecção: • Estratégias para minimizar o aparecimento: • Usar agentes específicos sempre que possível; • Não usar antimicrobianos para infecções triviais e autolimitadas ou intratáveis (virais); • Não prolongar desnecessariamente o tratamento. • Deficiências nutricionais; • Encobrindo infecções: • Ex: sífilis mascarada por dose única de penicilina para tratar gonorreia. Slide 1 Slide 2: ATIVAÇÃO Slide 3: CLASSIFICAÇÃO Slide 4: CLASSIFICAÇÃO Slide 5: ANTIMICROBIANO IDEAL Slide 6: BASES FARMACOCINÉTICAS DO TRATAMENTO ANTIMICROBIANO Slide 7: BARREIRAS FÍSICAS QUE OBSTERUEM O AB Slide 8: Fatores que influenciam a Penetração Slide 9: Glicoproteína P Slide 10: Barreira Hematoencefálica Slide 11: TESTES DE SENSIBILIDADE Slide 12: MUTAÇÕES DOS MICROORGANISMOS Slide 13 Slide 14 Slide 15: TESTES EM BACTÉRIAS Slide 16 Slide 17: ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO Slide 18 Slide 19: ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO Slide 20: ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO Slide 21 Slide 22: ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO Slide 23: ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO Slide 24: ESCOLHA DA DOSE E DO ESQUEMA POSOLOGICO Slide 25: TIPOS E OBJETIVOS DO TRATAMENTO ANTIMICROBIANO Slide 26: Profilaxia Slide 27: Tratamento empírico do paciente sintomático Slide 28: Tratamento definitivo para patógenos conhecidos Slide 29: Evidências a favor do tratamento combinado Slide 30: SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO Slide 31: SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO Slide 32: SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO Slide 33: SELEÇÃO DO AGENTE ANTIMICROBIANO Slide 34: Estrutura Básica de uma Bactéria Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38: Mecanismo geral de ação dos Antimicrobianos Slide 39: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 40 Slide 41 Slide 42: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 43 Slide 44 Slide 45: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 46 Slide 47: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 48: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 53 Slide 54: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 55 Slide 56 Slide 57: MECANISMOSDE AÇÃO Slide 58 Slide 59: MECANISMOS DE AÇÃO Slide 60 Slide 61: USO COMBINADO DE ANTIMICROBIANOS Slide 62: PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS Slide 63: PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS Slide 64 Slide 65: PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS Slide 66: PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS Slide 67: PROBLEMAS RELACIONADOS COM O USO DE ANTIMICROBIANOS