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Comunicação de Objetivos Motivação dos Colaboradores Direcionamento de melhorias na empresa Controle da Empresa FIGURA 1.1: BENEFÍCIOS DE UM SISTEMA DE MEDIÇÃO DE DESEMPENHO (SMD) �� Indicadores são medidas qualitativas ou quantitativas que mostram o estado de uma operação, processo ou sistema �� Desempenho é a comparação do que foi realizado pela operação em relação a uma expectativa do cliente ou objetivo do gestor Portanto: �� Indicadores de desempenho são medidas que mostram a comparação do que foi realizado pela operação em relação a uma expectativa ou objetivo Importante: �� Indicadores apontam mas não resolvem problemas FIGURA 1.2: CONCEITO DE INDICADORES DE DESEMPENHO �� Performance = desempenho �� Um gestor deve ter poucos indicadores para monitorar �� Quanto menor o número de indicadores, mais focada será a atividade do gestor �� Um gestor não deve monitorar mais do que 7 indicadores — mesmo o presidente de uma grande empresa �� Os indicadores devem ser priorizados (Key = Chave = mais importantes) Pontos importantes: 1. Ter claro quais são as expectativas ou objetivos do gestor 2. Quais são as variáveis mais importantes que mostram o objetivo 3. Elaborar os indicadores de desempenho que medem as variáveis FIGURA 1.3: CONCEITO DE INDICADORES DE DESEMPENHO FIGURA 1.4: PRIMEIRO O OBJETIVO, DEPOIS O INDICADOR Objetivo do Gestor Critérios Relevantes de Interpretação KPI’s Objetivo proposto pelo gestor da área (estratégico, tático ou operacional) Variáveis ou atributos mais importantes que mostram como o Objetivo do Gestor deve ser mantido Conjunto de métricas que traduzem e esclarecem os Critérios Relevantes de Interpretação Indicadores Estratégicos Indicadores Executivos Indicadores Gerenciais Indicadores Operacionais Indicadores da empresa Indicadores da Diretoria Industrial Indicadores da Diretoria Administrativa Indicadores da Diretoria Comercial Indicadores da Gerência de Qualidade Indicadores da Gerência de RH Indicadores da Gerência Financeira Indicadores da Gerência da Região Sul Indicadores da Gerência da Região Norte Indicadores Supervisão Turno 1 Indicadores Supervisão Turno 2 Indicadores Supervisão CQ Indicadores Supervisão Laboratório Indicadores Supervisão Benefícios Indicadores Supervisão FP Indicadores Supervisão Ativo Fixo Indicadores Supervisão Tesouraria Indicadores Supervisão Distrito 1 Indicadores Supervisão Distrito 2 Indicadores Supervisão Distrito 25 Indicadores Supervisão Distrito 28 Indicadores da Gerência de Produção FIGURA 1.5: ALINHAMENTO DE INDICADORES %“Scrap” 7,0%$ 6,0%$ 5,0%$ 4,0%$ 3,0%$ 2,0%$ 1,0%$ 0,0%$ Jan$ Fev$ Mar$ Abr$ Mai$ Jun$ Jul$ Valor real Meta FIGURA 1.6: SÉRIE TEMPORAL EM GRÁFICO DE LINHA Horas Extras 1.400” 1.200” 1.000” 800” 600” 400” 200” 0” Jan” Fev” Mar” Abr” Mai” Jun” Jul” Valor real Meta Custo Unitário de Produção Mão de Obra 48% Materiais 31% Gastos Gerais de Produção 3% Equipamento 18% FIGURA 1.7: SÉRIE TEMPORAL EM GRÁFICO DE BARRAS FIGURA 1.8: GRÁFICO DE PIZZA Custo Unitário de Produção 6,00 5,00 4,00 8,00 3,00 7,00 2,00 1,00 — 2014 2015 Gastos Gerais de Produção Equipamento Materiais Mão de Obra FIGURA 1.9: GRÁFICO DE BARRAS ACUMULADO FIGURA 1.10: GRÁFICO DE BARRAS ACUMULADO 100% Custo Unitário de Produção 100% 2014 2015 Gastos Gerais de Produção Equipamento Materiais Mão de Obra 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Auditoria 5S Seiri Seiton SeiketsuSeiso Shitsuke 100% 80% 60% 40% 20% 0% FIGURA 1.11: GRÁFICO RADAR FIGURA 1.12: GRÁFICO DE FAROL Adequado Atenção Não Adequado PCO 0% 100% 50% 40% 30% 20% 10% 90% 80% 70% 60% FIGURA 1.13: GRÁFICO DE VELOCÍMETRO Custo Unitátio de Produção Mão de Obra 48% Materiais 31% Gastos Gerais de Produção 3% Equipamento 18% 0% 100% 50% 40% 30% 20% 10% 90% 80% 70% 60% PCO Auditoria 5S Seiri Seiton SeiketsuSeiso Shitsuke 100% 80% 60% 40% 20% 0% %”Scrap” 7,0%$ 6,0%$ 5,0%$ 4,0%$ 3,0%$ 2,0%$ 1,0%$ 0,0%$ Jan$ Fev$ Mar$ Abr$ Mai$ Jun$ Jul$ Valor real Meta Custo Unitário de Produção 100% 2014 2015 Gastos Gerais de Produção Equipamento Materiais Mão de Obra 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% Horas Extras 1.400” 1.200” 1.000” 800” 600” 400” 200” 0” Jan” Fev” Mar” Abr” Mai” Jun” Jul” Valor real Meta FIGURA 1.14: EXEMPLO DE DASHBOARD OU PAINEL DE INSTRUMENTOS Expectativa do Cliente Realizado pela Operação Desempenho = >1 – “Encantado” =1 – Satisfeito 1 – Excelente =1 – Satisfatório (Meta) Quanto menor, melhor %δi = (Meta) − (Meta) Ativo Fixo FIGURA 8.2: CÁLCULOS DO INDICADOR GERAL DE DESEMPENHO — IGD n Indicador Distr. 1 Distr. 2 Distr. 3 Distr. 4 1 Refugo 30% 20% 5% 50% 2 Lotes atrasados 10% 20% 15% 10% 3 Treinamento 40% 20% 30% 10% 4 Custo de produção 15% 20% 40% 15% 5 Tempo de set up 5% 20% 10% 15% Total 100% 100% 100% 100% Exemplos de distribuição de pesos entre indicadores Refugo — Peso 1 0 1 2 3 4 5 6 7 % p c Lotes atrasados — Peso 2 70 75 80 85 90 95 % h m Treinamento — Peso 3 0 20 40 60 80 100 120 140 hh Custo de Produção — Peso 4 0 1 2 3 4 5 6 7 % p c Tempo de Setup — Peso 5 70 75 80 85 90 95 % h m FIGURA 8.3: EXEMPLOS DE COMPOSIÇÃO DA IMPORTÂNCIA RELATIVA (PESOS) WI ENTRE OS INDICADORES -6,0 -5,0 -4,0 -3,0 -2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jul IGD Flush � � � � �Jun FIGURA 8.4: VISUALIZAÇÃO DO IGD EM GRÁFICO FIGURA 8.5 DIAGRAMA DE PARETO DOS FATORES PARCIAIS DO IGD NO MÊS DE MAIO -10,0 -8,0 -6,0 -4,0 -2,0 0,0 2,0 4,0 Horas Extras Giro de Estoque % Entregas no Prazo % Scrap IGD Fatores parciais do IGD em maio IGD Flush -6,0 -5,0 -4,0 -3,0 -2,0 -1,0 0,0 1,0 2,0 Jan Fev Mar Abr Mai Jul � � � � �Jun % Scrap 0,0% 1,0% 2,0% 3,0% 4,0% 5,0% 6,0% 7,0% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Horas Extras 0 200 400 600 800 1.000 1.200 1.400 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul % Entregas no prazo 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Giro de Estoque 0 10 20 30 40 50 60 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul FIGURA 8.6: IGD DA ÁREA FLUSH E SEUS INDICADORES COMPONENTES RETRABALHO UNID. = % DISPONIBILIDADE UNID. = % ABSENTEÍSMO UNID.= HH IGD DATA REAL META % DATA REAL META % DATA REAL META % DATA I 01/03/02 5,1 5,3 3,8% 01/03/02 88,1 88,0 0,1% 01/03/02 120,0 50,0 -140,0% 01/03/02 -0,31 01/04/02 3,2 5,2 38,5% 01/04/02 90,2 88,2 2,3% 01/04/02 55,0 50,0 -10,0% 01/04/02 0,14 02/05/02 4,2 5,1 17,6% 02/05/02 78,5 88,4 -11,2% 02/05/02 51,0 50,0 -2,0% 02/05/02 0,03 02/06/02 5,2 5,0 -4,0% 02/06/02 83,1 88,6 -6,2% 02/06/02 40,0 50,0 20,0% 02/06/02 0,01 03/07/02 2,3 4,9 53,1% 03/07/02 84,2 88,8 -5,2% 03/07/02 45,0 50,0 10,0% 03/07/02 0,22 03/08/02 4,1 4,8 14,6% 03/08/02 86,3 89,0 -3,0% 03/08/02 50,0 50,0 0,0% 03/08/02 0,05 03/09/02 5,0 4,7 -6,4% 03/09/02 90,4 89,2 1,3% 03/09/02 30,0 50,0 40,0% 03/09/02 0,07 04/10/02 3,1 4,6 32,6% 04/10/02 88,5 89,4 -1,0% 04/10/02 20,0 50,0 60,0% 04/10/02 0,27 04/11/02 4,8 4,5 -6,7% 04/11/02 89,7 89,6 0,1% 04/11/02 50,0 50,0 0,0% 04/11/02 -0,03 05/12/02 6,1 4,4 -38,6% 05/12/02 90,0 89,8 0,2% 05/12/02 43,0 50,0 14,0% 05/12/02 -0,13 05/01/03 2,3 4,3 46,5% 05/01/03 84,1 90,0 -6,6% 05/01/03 35,0 50,0 30,0% 05/01/03 0,24 05/02/03 4,2 4,2 0,0% 05/02/03 85,7 90,2 -5,0% 05/02/03 41,0 50,0 18,0% 05/02/03 0,02 08/03/03 4,2 4,1 -2,4% 08/03/03 88,6 90,4 -2,0% 08/03/03 24,0 50,0 52,0% 08/03/03 0,10 08/04/03 4,3 4,0 -7,5% 08/04/03 89,3 90,6 -1,4% 08/04/03 57,0 50,0 -14,0% 08/04/03 -0,07 09/05/03 2,3 3,9 41,0% 09/05/03 91,1 90,8 0,3% 09/05/03 55,0 50,0 -10,0% 09/05/03 0,15 OP RET 0,41 DISP 0,36 ABS 0,23 Σ = 1,00 3,8 * 0,41 + 0,1 * 0,36 + –140,0 * 0,23 = –0,31 FIGURA 8.7: DADOS E CÁLCULO IGD DA ÁREA OPERACIONAL CKD-MBA -0,4 -0,3 -0,2 -0,1 0 0,1 0,2 0,3 0,4 IGD 0 1 2 3 4 5 6 7 % p c Retrabalho 70 75 80 85 90 95 % h m Disponibilidade 0 20 40 60 80 100 120 140 hh Absenteísmo FIGURA 8.8: IGD E INDICADORES COMPONENTES FIGURA 8.9: MODELO DOS GAPS DE QUALIDADE DOS SERVIÇOS Necessidades pessoais Comunicação boca a boca Experiência passada Expectativas do cliente Entrega do serviço (inclui pré e pós atendimento) Percepção do cliente Comunicação externa aos clientes Especificação (design) do processo do serviço Percepção do gestor sobre as expectativas do cliente Gap 2 Gap 1 Gap 4 Gap 5 Gap 3 FONTE: PARASURAMAN ET AL. (1985) ÓTIMO BOM REGULAR RUIM 4 3 2 1 ÓTIMO BOM REGULAR RUIM PÉSSIMO 5 4 3 2 1 5 4 3 2 1 ÓTIMO PÉSSIMO 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 AVALIAÇÃO QUALITATIVA NOTA ISC 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 FIGURA 8.10: ESCALAS PARA AVALIAÇÃO PELO CLIENTE FIGURA 8.11: ASSOCIAÇÃO DE SÍMBOLOS A INTERVALOS DO ISC Evolução do Índice de Sentimento Econômico (ESI) — Europa com Ajuste Sazonal 109.0 105.0 101.0 97.0 93.0 89.0 85.0 de z/ 10 fe v/ 11 ab r/ 11 ju n/ 11 ag o/ 11 ou t/ 11 de z/ 11 fe v/ 12 ab r/ 12 ju n/ 12 ag o/ 12 ou t/ 12 de z/ 12 fe v/ 13 ju n/ 13 ag o/ 13 ou t/ 13 de z/ 13 fe v/ 14 ab r/ 14 ju n/ 14 ag o/ 14 ou t/ 14 de z/ 14 fe v/ 15 ab r/ 15 ju n/ 15 Fonte: Macrovisão União Europeia Zona do Euro FIGURA 8.12: EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE SENTIMENTO ECONÔMICO DA UE E ZE Índice de Confiança da Indústria — ICI Com Ajuste Sazonal O ti m is m o Pe ss im is m o 115.0 105.0 95.0 85.0 75.0 65.0 no v/ 0 5 ab r/ 0 6 se t/ 0 6 fe v/ 0 7 ju l/ 0 7 de z/ 0 7 m ai /0 8 ou t/ 0 8 m ar /0 9 ag o/ 0 9 ja n/ 10 ju n/ 10 no v/ 10 ab r/ 11 se t/ 11 fe v/ 12 ju l/ 12 de z/ 12 m ai /1 3 ou t/ 13 m ar /1 4 ag o/ 14 ja n/ 15 ju n/ 15 74.1 68.1 100 FONTE: MACROVISÃO FIGURA 8.13: EVOLUÇÃO DO ÍNDICE DE CONFIANÇA DA INDÚSTRIA (ICI) NO BRASIL FIGURA 9.1: PIRÂMIDE DE NECESSIDADES DE MASLOW Necessidades Fisiológicas Alimentação, respiração, sono, excreção Necessidades de Segurança Segurança do corpo, saúde, emprego, família, propriedade Necessidades de Relacionamento Amizade, amor, família, participação em grupos de relacionamento Necessidades de Estima Autoestima respeito dos outros, confiança Necessidades de Autorrealização Criatividade desafios moralidade Zona de conforto Atrair com um “bem”Coagir com um “mal” O que eu vou ganhar oportunidades recompensas O que eu vou perder ameaças punições Se você não fizer a empresa vai … Se você fizer a empresa vai … Resultados mais rápidos menos duradouros Resultados mais lentos mais duradouros movimento desejado pela empresa Repulsão Atração FIGURA 9.2: FORÇAS DO AMBIENTE ATUANDO SOBRE UM INDIVÍDUO PARA TIRÁ-LO DA ZONA DE CONFORTO Coerente com os Valores Vigentes Preservando os Recursos Naturais e do Ambiente Entradas Saídas � Materiais � Pessoas � Informações � Energia � Equipamentos � Outros � Pessoas � Informações � Equipamentos � Outros ProdutosTransformação Objetivos FIGURA A1.1: SISTEMA DE PRODUÇÃO: VISÃO RESTRITA Capital de Giro Capital Imobilizado Produtos: Bens e/ou Serviços Outras Saídas: Sub-produtos Rejeitos, etc. Materiais Mão de Obra Energia Serviços Máquinas Equipamentos Instalações ATIVIDADES DE APOIO À PRODUÇÃO CQ Manutenção PCP MAM Opera çõ es Dire tas R$ FIGURA A1.2: VISÃO ANALÍTICA DE UM SISTEMA DE PRODUÇÃO A dm . Produtividade SISTEMA DE PRODUÇÃO: VISÃO ANALÍTICA RAMO DA EMPRESA: ___Artefatos de Borracha___ MO MP EQ Atividades de Suporte Outras Saídas Bens e/ou Serviços Pesador Calandrista Pré-formatador Prensista Embalador Negro de fumo Neoprene Óleo plastificante EPDM Enxofre Balança Calandra Autoclave Prensa Tamborilador Tesoura Recebimento Pesagem Calandragem Pré-vulcanização Pré-formatação Prensagem Tamborilamento Acabamento Embalagem Expedição Anel de vedação Pó em suspensão Odor ruim Barulho Sucata de borracha PCP Controle da Qualidade Manutenção Suprimentos FIGURA A1.3: EXEMPLO DE VISÃO ANALÍTICA DE UM SISTEMA DE PRODUÇÃO DE ARTEFATOS DE BORRACHA SISTEMA EMPRESA GOVERNO CONCORRÊNCIA Mercados Consumidores Disposição Final Mercados Fornecedores PLANEJAMENTO CONTROLE OPERAÇÕES Atividades de Apoio à Produção AMBIENTE Influência / Fluxo monetário Fluxo Físico Fluxo de informações Outros segmentos da sociedade (por exemplo, Sindicatos, Instituições Financeiras, Acionistas, Comunidade). FIGURA A1.4: VISÃO AMPLIADA DE UM SISTEMA DE PRODUÇÃO CONTROLE � Utilização da Mão de Obra � Utilização dos Equipamentos � Produção � Manutenção� Estoques � Custos PLANEJAMENTO � Definição do bem/serviço (Linha de Produtos) � Definição do Processo e de Insumos � Seleção de Equipamentos � Projeto de Métodos � Padrões de Trabalho e de Remuneração � Determinação da Capacidade de Produção � Planejamento da Produção � Localização � “Layout” � Planejamento de Estoques � Planejamento de Manutenção FIGURA A1.5: EXEMPLOS DE ATIVIDADES DAS FUNÇÕES DE PLANEJAMENTO E DE CONTROLE Controle pela Empresa 0% 50% 100% Ambiente Mercados fornecedores Mercados consumidores Sindicatos Concorrência … Sistema Normas internas Procedimentos operacionais nº de funcionários contratados Alocação do capital … MO MP Eq Outras Saídas Bens e/ou Serviços1 2 3 4 5 6 hh nº func kg m3 nº peças de componentes hm capacidade de produção kg m3 nº peças de produto FIGURA A1.6: SISTEMA EMPRESA VS AMBIENTE DA EMPRESA FIGURA A1.7: UNIDADES DE ENTRADAS E SAÍDAS DE UM SISTEMA DE PRODUÇÃO Tipo Operação Básica MANUFATURA Alteração na forma/composição dos recursos SUPRIMENTO Alteração na posse dos recursos TRANSPORTE Alteração na localização dos recursos SERVIÇOS Alteração do estado dos recursos (tratamento de alguém ou de alguma coisa de alguém) FIGURA A1.8: CLASSIFICAÇÃO DE SISTEMAS PRODUTIVOS QUANTO À OPERAÇÃO BÁSICA Vai ao supermercado Consumo de mercadorias Coleta mercadorias no supermercado Paga mercadorias no caixa Leva mercadorias para casa Suprimento sem Transporte Transporte sem Suprimento Transporte sem Suprimento PA Perdas Sistema de Produção MO MP EQ Perdas Perdas Perdas FIGURA A1.9: CICLO DE COMPRA EM SUPERMERCADO: MOMENTOS DISTINTOS DE SUPRIMENTO E TRANSPORTE FIGURA A1.10: PERDAS EM UM SISTEMA DE PRODUÇÃO SISTEMA DE PRODUÇÃO: VISÃO ANALÍTICA RAMO DA EMPRESA: _________________________ MO MP EQ Atividades de Suporte Outras Saídas Bens e/ou Serviços FIGURA A1.11: FIGURA PARA APLICAÇÃO DE SISTEMA DE PRODUÇÃO Ate ndim en to ru im do ge re nte da c onta Déb ito não au to riz ad o Extr at o in co mpre en sív el Cré dito não disp oníve l Auto ss er viç o in sd isp oníve l Site in disp oníve l Sen ha n ão co nfer e Ta rif as m uito el ev ad as Ate ndim en to ru im nos c aix as Exc es so de f ila nas ag ên cia s Ate ndim en to ru im do ge re nte da c onta Déb ito não au to riz ad o Extr at o in co mpre en sív el Cré dito não disp oníve l Auto ss er viç o in sd isp oníve l Site in disp oníve l Sen ha n ão co nfer e Ta rif as m uito el ev ad as Ate ndim en to ru im nos c aix as Exc es so de f ila nas ag ên cia s 0 50 100 150 200 250 Nº de Reclamações 0,0% 5,0% 10,0% 15,0% 20,0% 25,0% 30,0% 35,0% 40,0% 45,0% 50,0% % de Reclamações FIGURA A3.1. DIAGRAMA DE PARETO EM VALORES ABSOLUTOS E VALORES PERCENTUAIS nn nnn nnn nnn nnn nnn nnnn nnnn nnnn nnnn nnnn nnnnn nnnnn nnnnnn nnnnnn nnnnnn nnnnnn itens % Valor 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 A B C 93 FIGURA A3.2: ASPECTO GERAL DA CURVA ABC FIGURA A3.3: CURVA ABC “ABERTA”, “PADRÃO” E “FECHADA” 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 10 0 % itens % Valor 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Curva ABC “fechada " Curva ABC “aberta " Curva ABC “padrão” A B C 80,6 92,0 Ate ndim en to ru im do ge re nte da c onta Déb ito não au to riz ad o Extr at o in co mpre en sív el Cré dito não disp oníve l Auto ss er viç o in disp oníve l Site in disp oníve l Sen ha n ão co nfer e Ta rif as m uito el ev ad as Ate ndim en to ru im nos c aix as Exc es so de f ila nas ag ên cia s 100,0% 90,0% 80,0% 70,0% 60,0% 50,0% 40,0% 30,0% 20,0% 10,0% 0,0% FIGURA A3.4: CURVA ABC DOS MOTIVOS DE RECLAMAÇÃO DOS CLIENTES 0 2 4 6 8 10 12 14 55 5960 6465 69 70 74 75 79 80 84 85 89 FIGURA A3.5: DOS TEMPOS DE ANÁLISE DE RELATÓRIOS DE PRESTAÇÃO DE CONTAS MENSAL (EM MINUTOS) 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 55 59 60 64 65 69 70 74 75 79 80 84 85 89 FIGURA A3.6: HISTOGRAMA DOS MOTIVOS DE RECLAMAÇÃO DE CLIENTES 0 200 400 600 800 1000 1200 1400 1600 1,2 1,3 1,4 1,5 1,6 1,7 1,8 1,9 2 2,1 2,2 2,3 2,4 2,5 2,6 2,7 2,8 2,9 3 3,1 3,2 3,3 3,4 0 50 100 150 200 250 1,2 1,3 1,4 1,5 1,6 1,7 1,8 1,9 2 2,1 2,2 2,3 2,4 2,5 2,6 2,7 2,8 2,9 3 3,1 3,2 3,3 3,4 (a) (b) FIGURA A3.7: HISTOGRAMAS COM BAIXA VARIABILIDADE (A) E ALTA VARIABILIDADE (B) FIGURA A3.8: ESTRATOS DE UMA POPULAÇÃO FIGURA A3.9: ESTRATOS FORMADOS COM OS DADOS COLETADOS DE 10 FUNCIONÁRIOS DE UMA EMPRESA Variável homogênea dentro do estrato Variável homogênea dentro do estrato Variável heterogênea entre estratos SEXO TURNO ESCOLARIDADE FUNÇÃO MASC FEM 1 2 1º GRAU 2º GRAU 3º GRAU OPERACIONAL SUPERVISOR ADMINISTRATIVO A C A B D A B A B C B D D C H C E D F G E F E F F G E H G H G H I J I I J I J J Causa terciária Causa terciária Causa secundária Causa secundária Efeito MétodoMão de obraMaterial MedidaMeio ambienteMáquina Causa secundária Baixa disponibilidade do equipamento Equipamento quebra muito Demora para consertar Faltam peças Peças fora do estoque em poder dos manutentores Pedem peças sem necessidade Peças demoram para retornar ao estoque Não tem segurança do defeito do equipamento Não tem informações adequadas do defeito Não tem experiência Não há cobrança para que retornem Projeto do equipamento é ruim Manutenção com peças ruins Fornecedor produz peças ruins Clientes estão longe da sede da empresa Fora do escopo da equipe de melhoria Depto. Comercial desmentiu esta informação RH desmentiu esta informação FIGURA A3.10: DIAGRAMA DE ISHIKAWA COM 6 M’S FIGURA A3.11: DIAGRAMA DE ISHIKAWA COM ANÁLISE FOCADA Problema a ser tratado Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa raiz Plano de Ação Por quê? Por quê? Por quê? Go to Gemba Priorização qualitativa Qual o critério de priorização? Go t o Gem ba Go to Gemba Problema a ser tratado Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa Causa raiz Plano de Ação Por quê? Por quê? Por quê? Priorização qualitativa Qual o critério de priorização? Efeito Causa PrimáriaCausa Primária Causa PrimáriaCausa Primária Causa Secundária Causa Secundária Causa Secundária Causa Secundária MO ME MAT Equipe Priorização qualitativa Efeito Causa Prim ária Causa Prim ária Causa Prim ária Causa Prim ária Cau sa Sec undári a Cau sa Sec undári a Cau sa Sec undári a Cau sa Sec undári aMO ME MAT EquipePrio riz açã o qualita tiv a Diagrama de Ishikawa Diagrama dos Porquês Efeito Efeito Go to Gemba Rotação FIGURA A3.12: RELAÇÃO ENTRE O DIAGRAMA DE ISHIKAWA E DIAGRAMA DOS PORQUÊS FIGURA A3.13: RELAÇÃO ENTRE O DIAGRAMA DE ISHIKAWA E DIAGRAMA DOS PORQUÊS Baixa disponibilidade do equipamento Equipamento quebra muito Demora para consertar Faltam peças no estoque Peças fora do estoque em poder dos manutentores Pedem peças sem necessidade Peças demoram para retornar ao estoque Não tem segurança do defeito do equipamento Não tem informações adequadas do defeito Não tem experiência Não há cobrança para que retornem Projeto do equipamento é ruim Manutenção com peças ruins Fornecedor produz peças ruins Justificar qual causa atacar primeiro Clientes estão longe da sede da empresa Fora do escopo da equipe de melhoria Depto. Comercial desmentiu esta informação RH desmentiu esta informação 1º Porquê 2º Porquê 3º Porquê 4º Porquê 5º Porquê 6º Porquê atd/func 1.000 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 2002 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 1314 15 Ano Meta FIGURA A3.14: DIAGRAMA DOS PORQUÊS CONSTRUÍDO A PARTIR DO DIAGRAMA DE ISHIKAWA DA FIGURA A3.11 FIGURA A3.15: SÉRIE TEMPORAL tempo Demanda Passado FuturoAtual Tendência Sazonalidade Ciclicidade Demanda real Demanda prevista Peso Kg 130 120 110 100 90 80 70 60 50 40 30 1,50 1,55 1,60 1,65 1,70 1,75 1,80 1,85 1,90 1,95 2,00 2,05 Altura (m) i i i i i i i i i i i i - - - - - - - - - - - FIGURA A3.16: TENDÊNCIA, SAZONALIDADE E CICLICIDADE EM UMA SÉRIE TEMPORAL DE DEMANDA FIGURA A3.17: CORRELAÇÃO ENTRE AS VARIÁVEIS PESO E ALTURA DE UMA PESSOA Lean Service & Lean Sigma Correlação positiva Investimento em P&D nº d e no vo s pr od ut os Investimento em Qualidade % R ef ug o Correlação negativa Correlação nula Investimento em MKT % R ef ug o CHECK LIST DE SETUP IMPRESSORA AKW 3000 N ITEM DE VERIFICAÇÃO SITUAÇÃO NORMAL DIA / / / / / / / / / / 1 4 parafusos de fixação rápida R588 Identificação na haste 2 Estampo offset TR 4555-4 Revisado pelo setor de gravação 3 Bombona 5L tinta TN 903 Identificação na tampa; revisado pelo setor de tintas 4 Bombona 5L tinta TN 7544 Identificação na tampa; revisado pelo setor de tintas 5 Bombona 5L tinta TN 356 Identificação na tampa; revisado pelo setor de tintas 6 Bombona 5L tinta TN 1005 Identificação na tampa; revisado pelo setor de tintas 7 Lata 2L tinner Tampa lacrada 8 Saco 500g estopa branca Saco lacrado 9 10 Verificado por: PROCEDIMENTO P340/4 REV. 05 15/05/2016 FIGURA A3.18: CORRELAÇÃO POSITIVA, NEGATIVA E NULA FIGURA A3.19: EXEMPLO DE CHECK LIST OU LISTA DE VERIFICAÇÃO LSC LC LIC Valores fora dos Limites de Controle Indica que o processo está instável Valores fora dos Limites de Controle Indica que o processo está instável FIGURA A3.20: EXEMPLO DE CARTA DE CONTROLEreprovados por falhas na qualidade Produtos danificados no armazenamento Saída PLANEJADA do processo produtivo Saída REAL do processo produtivo FIGURA 2.9. DESPERDÍCIOS DE PRODUTOS ACABADOS OCORRENDO EM DIVERSAS ATIVIDADES DO PROCESSO PRODUTIVO FIGURA 2.10. PERDAS DE PRODUTOS ACABADOS EM DIVERSAS ATIVIDADES EXERCIDAS PELA EMPRESA produto esperado produto realizado produto disponibilizado (ou esperado) produto realizado peças aprovadas peças produzidas peças programadas produto desperdiçado (peças) produto desperdiçado (peças) PRODUÇÃO Tempos e Métodos de Produção CONTROLE DA QUALIDADE Especificações da qualidade horas-homem disponíveis horas-homem pagas horas-homem trabalhadas horas-homem disponíveis In di ca do re s de U ti liz aç ão nº de peças aprovadas nº de peças produzidas nº de peças produzidas nº de peças programadas In di ca do re s de E fi cá ci a PROCESSO PRODUTIVO DA EMPRESA nº de peças produzidas horas-homem trabalhadas INDICADOR DE PRODUTIVIDADE Recurso MO (Entrada) horas-homem pagas horas-homem disponíveis horas-homem trabalhadas horas-homem produtivas Políticas de RH da Empresa Tempos e Métodos na Produção Não Conformidade Legislação Trabalhista DSR Feriados Férias Faltas abonadas Treinamento na empresa Falta de MP Falta de energia Falta de OS’s Set up Quebra de equipamentos Refugos Retrabalhado Entrada do processo produtivo R$ Produto peças (Saída) peças programadas peças produzidas peças aprovadas peças vendidas Controle de Qualidade Estoque de Produtos Acabados Departamento de Produção Produtos danificados durante o processo de fabricação Produto realizado pela Produção Produto disponibilizado pelo CQ Produto realizado pelo CQ Produto disponibilizado para EPA Produtos reprovados por falhas na qualidade Produtos danificados no armazenamento Saída PLANEJADA do processo produtivo Saída REAL do processo produtivo Refugos Retrabalhos FIGURA 2.11: ENTRADAS E SAÍDAS DO PROCESSO PRODUTIVO: VISÃO DA EMPRESA FIGURA 2.12: CONCEITO DE PRODUTIVIDADE E RESTRIÇÕES PARA MELHORIA Produtividade = ou Eficiência Produto Recurso Fazer cada vez mais PRODUTO com cada vez menos RECURSOS Mão de Obra Material Equipamento � � � � � � Sem comprometer a: QUALIDADE SEGURANÇA MEIO AMBIENTE Primeiro define-se o objetivo e depois elabora-se o indicador Produtividade � Produção Gestão dos Recursos EQMP MO FIGURA 2.13: A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DOS RECURSOS PARA A MELHORIA DA PRODUTIVIDADE FIGURA 2.14: OUTRAS SAÍDAS NÃO É CONSIDERADO PRODUÇÃO MO 1 MP 2 Eq 3 4 Bens e/ou Serviços 5 Outras Saídas 6 Qmo = Quantidade de Mão de obra (horas-homem, nº de funcionários) Qmp = Quantidade de Matéria-prima (kg, l, nº de componentes) Qeq = Quantidade de Equipamento (hora-máquina, nº de ciclos/min.) Pmo = Preço unitário de Mão de obra (custo-hora ou salário médio com encargos) Pmp = Preço unitário de MP (R$/kg, R$/pç) Peq = Preço unitário de EQ (R$/hm, preço da hora alugada de equipamento) Ppa = Preço unitário de venda de PA (R$/pç, US$/ton, etc) Qpa = Quantidade de PA (Produto Acabado produzido) – (nº de peças, kg, l, etc) Qmo . Pmo Qmp . Pmp Qep . Pep Fornecedor de MO(Pmo) Fornecedor de MP(Pmp) Fornecedor de EQ(Peq) Qmo Qmp Qeq Produção Qpa Mercado Consumidor (Ppa) Qpa . Ppa Recursos econômicos Recursos físicos Produto físico Produto econômico FIGURA 2.15: ENFOQUE DE UM SISTEMA DE PRODUÇÃO FÍSICO E ECONÔMICO FIGURA 2.16: DESEMPENHO FÍSICO E DESEMPENHO ECONÔMICO OBJETIVOS FINANCEIROS OBJETIVOS FÍSICOS GASTOS DESPESAS CUSTOS FÍSICOS FÍSICOS RECEITA LUCRO RECURSOS PRODUTOS FATURAMENTOMercado Fornecedor Mercado ConsumidorOperação R$R$ Desempenho Físico Desempenho Econômico Medição Qualitativa � Argumentos � Considerações � Exposição e Motivos Medição Quantitativa � Indicadores-Chave de Desempenho (KPI’s) FIGURA 3.1: MODOS DE MEDIR O DESEMPENHO FIGURA 3.2: SUPERVALORIZAÇÃO DAS MEDIÇÕES QUANTITATIVAS Foco: Medição Quantitativa “Se você não pode medi-lo, não pode controlá-lo.” Jerry Hudspeth “Quando uma pessoa pode medir aquilo sobre o que está falando e expressá-lo em números, sabe alguma coisa sobre a questão; mas quando não pode medi-lo, quando não pode expressá-lo com números, o que sabe é escasso e insatisfatório.” Willian Thompson �� Validade Mostrar o que deseja medir �� Correto e Preciso Fidelidade ao estado do fenômeno �� Completo Abranger as partes importantes �� Único e Mutuamente Exclusivo Não redundância �� Quantificável Expresso por números �� Compreensível Simples e inteligível �� Controlável Passíveis de ações corretivas �� Rastreável Levar ao foco do problema FIGURA 3.3: CARACTERÍSTICAS DOS INDICADORES DE DESEMPENHO FIGURA 3.4: DESAGREGAÇÃO OU DECOMPOSIÇÃO SOB FORMA DE REDE DE INDICADORES DE DESEMPENHO Rede de Indicadores de Desempenho AT LíquidaReceita AT CPV AT CMO AT CMP AT CEQ AT LLAIR – + + Presidente Diretor Industrial Diretor Administrativo Diretor Comercial Gerente Financeiro Gerente Região Sul Gerente Região Norte Gerente Produção Gerente Qualidade Gerente RH Supervisor Turno 1 Supervisor Turno 2 Supervisor CQ Supervisor Laboratório Supervisor Benefícios Supervisor FP Supervisor Ativo Fixo Supervisor Tesouraria Supervisor Distrito 1 Supervisor Distrito 2 Supervisor Distrito 25 Supervisor Distrito 28 Máximo: 9 indicadores Máximo: 7 indicadores Máximo: 5 indicadores FIGURA 3.5: NÚMERO MÁXIMO DE INDICADORES DE DESEMPENHO POR GESTOR DE ÁREA FIGURA 3.6: INDICADORES DE DESEMPENHO FORNECEM INFORMAÇÃO POR COMPARAÇÃO Indicadores x Informação A informação é fornecida por COMPARAÇÃO HISTÓRICO (temporal, cíclico, etc) AMPLITUDE (setor, país, região, etc.) PADRÃO (objetivo, esperado, etc.) O valor isolado de um KPI não fornece informações para análise de desempenho 0,0 0,5 1,0 1,5 2,0 2,5 Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Ton/hh FIGURA 3.7: COMPARAÇÃO DE UM INDICADOR DE DESEMPENHO EM RELAÇÃO AO HISTÓRICO FIGURA 3.8: O CONCEITO DE META In di ca do r tempo meta Objetivo é traduzido por deve atingir Problema Re so lu çã o es pe ra da Valor Atual gap (lacuna) tn Meta é um valor a ser atingido por um indicador que traduz o significado de um objetivo M Measurable Mensurável Possível de ser medido numericamente Informações possíveis de serem coletadas R Relevant Relevante Vale a pena colocar energia para alcançar Grande importância relativa a outros fatores T Time frame Temporal Prazo definido para ser alcançado Data de início e data de fim Usar termos claros e precisos Foco: o que inclui e o que excluiS Specific Específico A Possível de ser realizado em bases concretas Possível ≠ Ideal Achievable Alcançável FIGURA 3.9: METAS SMART FIGURA 3.10: ESTABELECIMENTO DE METAS PARA INDICADORES COM VALOR IDEAL = 100% t2t1 % entregas no prazo 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 t0 Valor Atual t2 = 85%Valor Ideal 3 5 × (100 – 85) = 94%Metat3 = 85 + 3 5 × (100 – 20) = 68%Metat1 = 20 + 3 5 × (100 – 55) = 82%Metat2 = 55 + Valor Atual t1 = 55% Valor Atual t0 = 20% Valor Ideal % refugo t1t0 t2 Valor Atual t1 = 5,7% Valor Atual t2 = 2,2% 10 9 8 7 6 5 4 3 2 1 00 Valor Atual t0 = 9,9% 3 5 × (0 – 9,9) = 4,0%Metat1 = 9,9 + 3 5 × (0 – 5,7) = 2,3%Metat2 = 5,7 + 3 5 × (0 – 2,2) = 0,9%Metat3 = 2,2 + FIGURA 3.11: ESTABELECIMENTO DE METAS PARA INDICADORES COM VALOR IDEAL = 0% FIGURA 3.12: MATRIZ DE DECISÃO MULTICRITÉRIO ALTERNATIVA 1 ALTERNATIVA 2 ALTERNATIVA 3 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO UNID. PESO "NOTA" "NOTA" "NOTA" Custo de operação mensal R$ x 1.000 0,133 4 2 1 Tempo de implantação semanas 0,333 7 6 9 Prejuízo para Meio Ambiente N/D 0,133 9 3 9 Aceitação dos usuários N/D 0,133 2 5 9 Impacto na rotina N/D 0,267 5 9 3 MÉDIA PONDERADA 5,661 5,731 6,325 “Nota” da avaliação da alternativaem cada critério Alternativa escolhida In di ca do r tempo Meta tm Real Meta fixa no período (a) In di ca do r tempo Meta Real Meta variável no período (b) t1 t2 t3 t... tm Sub-metas FIGURA 3.13: TIPOS DE METAS FIGURA 3.14: RELAÇÃO ENTRE EVENTOS, PERIODICIDADE E PRAZO DA META Evento 1 Evento 2 Evento 3 Evento 4 Evento 5 Evento 6 Evento 7 Evento 8 Evento 9 Evento 10 Evento 11 Evento 12 Evento 13 Evento 14 Evento ... Evento n Periodicidade de cálculo do indicador Periodicidade de cálculo do indicador Prazo para atingir a Meta ....... Ciclo Objetivo do Gestor Critérios Relevantes de Interpretação KPI’s Objetivo proposto pelo gestor da área (estratégico, tático ou operacional) Variáveis ou atributos mais importantes que mostram como o Objetivo do Gestor deve ser mantido Conjunto de métricas que traduzem e esclarecem os Critérios Relevantes de Interpretação Priorização Medição Poucos Vitais Muitos Triviais O O O O O O O O O O O O O O O O 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Princípio de Pareto: Poucos vitais, muitos triviais FIGURA 3.15: MÉTODO DOS CRITÉRIOS RELEVANTES DE INTERPRETAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DE KPI’S FIGURA 3.16. DIAGRAMA DE PARETO PARA PRIORIZAÇÃO DOS OBJETIVOS “N O TA ” CUSTO/MÊS IMPACTO NA ROTINA PREJUÍZO PARA MEIO AMBIENTE ACEITAÇÃO PELOS USUÁRIOS TE M P O D E IM PL A N TA Ç ÃO R$ X 1.000 N/D N/D N/D SEMANAS 9 0 Sem impacto Nulo Alta Imediato 8 0 - 2 Atrapalha muito pouco a rotina Baixo 1 - 2 7 2 - 5 2 - 3 6 5 - 8 Atrapalha pouco a rotina Média 3 - 4 5 8 - 10 Médio 4 - 6 4 10 - 12 Atrapalha significativa- mente a rotina 6 - 8 3 12 - 15 Alto 8 - 10 2 15 - 18 Atrapalha muito a rotina Baixa 10 - 15 1 18 - 20 15 0 20 Impraticável Proibido - “N O TA ” CUSTO/MÊS IMPACTO NA ROTINA PREJUÍZO PARA MEIO AMBIENTE ACEITAÇÃO PELOS USUÁRIOS TE M P O D E IM PL A N TA Ç ÃO R$ X 1.000 N/D N/D N/D SEMANAS 5 0 Sem impacto Nulo Alta Imediato 4 0 - 5 Atrapalha muito pouco a rotina Baixo - 1 - 5 3 5 - 10 Atrapalha pouco a rotina Médio Média 5 - 10 2 10 - 15 Atrapalha significativamente a rotina Alto - 10 - 15 1 15 - 20 Atrapalha muito a rotina Muito alto Baixa 15 0 20 Impraticável Proibido Rejeitado - ESCOLHER UMA ESCALA As Escalas podem assumir qualquer valor 1 a 3 0 a 4 1 a 4 1 a 10 1 a 100 FIGURA 3.17. EXEMPLO DE ESCALA LIKERT PARA AVALIAÇÃO DE CRITÉRIOS DE SELEÇÃO FIGURA 3.18: EXEMPLO DE ESCALA DE COMPARAÇÃO PAIRWISE “NOTA” CUSTO DA LÂMPADA PREJUÍZO PARA O MEIO AMBIENTE CONFORTO VISUAL FACILIDADE DE TROCA R$ N/D N/D N/D 9 84% a 96% mais barato extremamente menos prejudicial extremamente mais confortável extremamente mais fácil 8 72% a 84% mais barato 7 60% a 72% mais barato muito menos prejudicial muito mais confortável muito mais fácil 6 48% a 60% mais barato 5 36% a 48% mais barato menos prejudicial mais confortável mais fácil 4 24% a 36% mais barato 3 12% a 36% mais barato moderadamente menos prejudicial moderadamente mais confortável moderadamente mais fácil 2 0% a 12% mais barato 1 igual igual igualmente confortável igualmente fácil Máx = R$ 26,00 Min = R$ 4,00 1-Min/Máx = 85% Passo = 12% Uma das alternativas é extremamente melhor do que a outra As duas alternativas são iguais naquele critério de avaliação FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO (FCS) CRITÉRIOS RELEVANTES DE INTERPRETAÇÃO (CRI) Competências necessárias e essenciais para atingir o objetivo Características-chave que mostram o significado do objetivo Mede causas Mede efeitos É necessário para ... É demonstrado por ... OBJETIVO FCS CRI Melhorar a qualidade dos produtos fabricados Melhorar o treinamento do operador Reduzir retrabalho Produzir mais rapidamente Implantar troca rápida de ferramenta Reduzir tempo médio de produção Promover processo produtivo mais sustentável Implantar equipamentos com mais eficiência energética Reduzir o uso de energia produzida por geradores a diesel na produção Reduzir o custo de matérias-primas e componentes Desenvolver novos fornecedores Reduzir o custo unitário de MP+CO FIGURA 3.19: FATORES CRÍTICOS DE SUCESSO VS CRITÉRIOS RELEVANTES DE INTERPRETAÇÃO FIGURA 3.20: EXEMPLOS DE FCS E CRI ASSOCIADOS A UM OBJETIVO PROPOSTO USP faz lista dos seus improdutivos A Universidade de São Paulo começa a fazer o levantamento de sua produção docente. Nos anos de 1985 e 1986, cerca de ¼ de seus professores nada produziram. Esse é o resultado do levantamento preliminar feito pela reitoria. Ele contém incorreções, mas sua publicação é a possibilidade de iniciar o debate sobre a avaliação dos docentes nas universidades. Dos 4.398 docentes contratados em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP) e Regime de Turno Completo (RTC), 1.108 não publicaram um só trabalho nem em 1985, nem em 1986. Os contratos dos Professores são explícitos quanto à necessidade de produção científica. Em RTC, os docentes devem dedicar 24 horas semanais à Universidade, sendo oito horas para a docência e o restante para a pesquisa e a preparação de cursos. Em RDIDP, a carga horária passa para 40 horas semanais, sendo oito para docência, mas é exigida a dedicação exclusiva, ou seja, o professor só pode trabalhar para a Universidade. Os dados foram obtidos por meio de questionários enviados aos docentes pela reitoria. Eles deveriam informar sobre todos os trabalhos publicados nos anos 1985 e 1986. (Extraído do jornal Folha de São Paulo) FIGURA 3.21: FRAGMENTO DA REPORTAGEM ALERTANDO SOBRE A IMPRODUTIVIDADE NA USP Promover a USP como Instituição de Pesquisa 1. Publicações 2. Patentes 1. nº publicações / nº docentes 2. nº patentes / nº pesquisadores USP Objetivo do Gestor Critérios Relevantes de Interpretação KPI’s Priorização Medição FIGURA 3.22: MÉTODO CRI APLICADO À UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Objetivo do Gestor Critérios Relevantes de Interpretação KPI’s Priorização Medição Atingir a excelência em cursos de especialização com foco em Engenharia de Produção 1. Bons alunos 2. Bons professores 3. Boas disciplinas 1. % de aprovados na seleção de candidatos 2. Nota média na avaliação de professores 3. Nota média na avaliação de disciplinas FCAV FIGURA 3.23: PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE INDICADORES DE DESEMPENHO NA FCAV FIGURA 3.24: COMPARAÇÃO ENTRE INDICADORES DE DESEMPENHO Objetivo do Gestor Critérios Relevantes de Interpretação KPI’s Priorização Medição Promover a USP como Instituição de Pesquisa 1. Publicações 2. Patentes 1. nº publicações / nº docentes 2. nº patentes / nº pesquisadores USP FCAV Oferecer excelentes cursos de especialização em Engenharia de Produção 1. Bons professores 2. Boas disciplinas 1. Nota média na avaliação de professores 2. Nota média na avaliação de disciplinas OBJETIVO DO GESTOR CRITÉRIOS RELEVANTES DE INTERPRETAÇÃO INDICADORES DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META Promover a internacionalização da empresa Aumentar o faturamento com exportação % do faturamento com exportação de produtos 4,5% 10% Abrir filiais no exterior nº de filiais 0 3 FIGURA 3.25: PROCESSO DE ELABORAÇÃO DE KPI’S PARA INTERNACIONALIZAÇÃO DA EMPRESA Desempenho Parcial Desempenho Global ou Total Recursos Produtivos Produtos Unidade de Análise FIGURA 4.1: DESEMPENHO TOTAL OU GLOBAL E DESEMPENHO PARCIAL Indicadores de Resultado Indicadores de Meios D esagregação A gregação (r as tr ea m en to ) (a ná lis e de im pa ct os ) FIGURA 4.2: DEPENDÊNCIA ENTRE OS INDICADORES DE MEIO E INDICADORES DE RESULTADO FIGURA 4.3: RELAÇÃO CAUSAL ENTRE INDICADORES DE DESEMPENHO Faturamento Market Share Investimentos em MKT Investimentos em P&D Custo de Produção Lucro Efeito Causa Efeito Causa Efeito Causa Efeito Causa Investimentos em Automação ProjetosKaizen Efeito Causa Efeito Causa Efeito Causa FIGURA 4.4: REDE DE INDICADORES COM DECOMPOSIÇÃO ALGÉBRICA FIGURA 4.5: CORRELAÇÃO ENTRE VARIÁVEL DE CAUSA E VARIÁVEL DE EFEITO Investimento Total LucroPI = Teórica Capacidade Planejada Saída Planejada Saída Real Saída x Produtivas Horas Produzida Quantidade Trabalhadas Horas Produtivas Horas sDisponívei Horas Trabalhadas Horas Teóricas Horas sDisponívei Horas MO deCusto Teóricas Horas Variável Custo MO deCusto Total Custo Variável Custo Produtivas Horas Produzida Quantidade Trabalhadas Horas Produtivas Horas sDisponívei Horas Trabalhadas Horas Teóricas Horas sDisponívei Horas Fixo Custo Teóricas Horas Total Custo Fixo Custo Aproveitada MP Quantidade Produzida Quantidade MPConsumida Quantidade Aproveitada MP Quantidade MPAdquirida Quantidade Consumida MP Quantidade MP deCusto Adquirida MP Quantidade Variável Custo MP deCusto Total Custo Variável Custo ou Total Ativo Fixo Ativo Fixo Ativo Teórica Capacidade Teórica Capacidade Real Saída − Real Saída Total Custo Saída Real Receita Total Total Custo Real Saída x 1 nº Religações 1000 900 800 700 600 500 400 300 200 100 0 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 mm. chuva -0,4 -0,3 -0,2 -0,1 0 0,1 0,2 0,3 0,4 IGD Retrabalho 0,0 2,0 4,0 6,0 8,0 % p c Disponibilidade 70,0 75,0 80,0 85,0 90,0 95,0 % h m Absenteísmo 0,0 50,0 100,0 150,0 hh K 1 K 3K 2 FIGURA 4.6: DECOMPOSIÇÃO POR ESTRATIFICAÇÃO OU DECOMPOSIÇÃO DE ÍNDICE FIGURA 4.7: TIPOS DE DECOMPOSIÇÃO ALGÉBRICA Soma Subtração Multiplicação/divisão TotalAtivo TotalCusto TotalAtivo TotalReceita TotalAtivo Lucro −= Quantidade Produzida Custo Fixo ProduzidaQuantidade VariávelCusto ProduzidaQuantidade TotalCusto += Capacidade Produtiva Quantidade Programada Quantidade Programada Quantidade Produzida Capacidade Produtiva Quantidade Produzida x= Ativo Circulante Realizável em longo prazo Ativo Permanente ou Fixo Passivo Circulante Exigível em longo prazo Patrimônio Líquido Capital em Giro Total Capital Fixo Capital de Terceiros (Passivo) Capital em Giro Próprio Capital em Giro Total Ativo Total Estoque FIGURA 4.8: ESQUEMA SIMPLIFICADO DE UM BALANÇO PATRIMONIAL FIGURA 4.9: DEMONSTRATIVO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO — DRE 1. Receita de vendas bruta i. Venda de mercadorias e/ou serviços 2. (-) Deduções i. Abatimentos ii. Devolução de vendas iii. Descontos sobre vendas 3. (=) Receita de vendas (1-2) 4. (-) Custo de Mercadorias Vendidas (CMV) 5. (=) Lucro bruto (3-4) 6. (-) Despesas operacionais i. Vendas ii. Administrativas iii. Depreciação 7. (=) Resultado operacional (5-6) 8. (-) Despesas Financeiras i. Juros ii. Fianças, cauções 9. (=) Lucro Líquido antes do imposto de renda (7-8) 10. (-) Provisão para imposto de renda 11. (=) Lucro Líquido depois do imposto de renda (9-10) 12. (-) Dividendos preferenciais 13. (=) Lucro disponível aos acionistas ordinários (11-12) Retorno sobre Patrimônio Líquido (ROE) µ µ FONTE DE DADOS: DRE FONTE DE DADOS: BALANÇO PATRIMONIAL Retorno sobre Ativo Total (ROA) Alavancagem do PL Margem Líquida Giro do Ativo Total Patrimônio Líquido Ativo Total ÷ Lucro Líquido depois do IR Receita de Vendas ÷ Receita de Vendas CMV Despesas Operacionais Despesas de Juros Provisão Impostos – – – – Ativo Circulante Realizável em Longo Prazo Ativo Permanente + + Passivo Circulante + Exigível em Longo Prazo Receita de Vendas Ativo Total ÷ Patrimônio Líquido Passivo Total + FIGURA 4.10: SISTEMA DE ANÁLISE DUPONT FIGURA 4.11: DECOMPOSIÇÃO DO PCT COM ENFOQUE EM MO HORAS TEÓRICAS (pagas) (-) Consultas médicas ou afastamentos (-) Cursos, Treinamento (-) Férias, DSR (-) Faltas abonadas (=) HORAS DISPONÍVEIS (-) Tempo de Equipamento Parado (-) Falta de Insumos (materiais, energia, etc) (-) Falta de Vendas (-) Problemas de Planejamento (=) HORAS TRABALHADAS (-) Tempo gasto com produção sem Qualidade (=) HORAS PRODUTIVAS (ligadas à produção com qualidade) = Produtivas Horas Produzida Quantidade Trabalhadas Horas Produtivas Horas sDisponívei Horas Trabalhadas Horas Teóricas Horas sDisponívei Horas MO deCusto Teóricas Horas Variável Custo MO deCusto Total Custo Variável Custo PCT Horas pagas Horas disponíveis DSR, … Horas trabalhadas Paradas Horas produtivas Retrabalho HORAS TEÓRICAS (decididas) (- ) Manutenção (=) HORAS DISPONÍVEIS (-) Falta de Insumos (energia, informações, conexão, etc) (- ) Falta de Mão de Obra (-) Tempo de Preparação (-) Falta de Vendas (-) Problemas de Planejamento (=) HORAS TRABALHADAS (-) Tempo gasto com produção sem qualidade (=) HORAS PRODUTIVAS (ligadas à produção com qualidade) = Produtivas Horas Produzida Quantidade sTrabalhada Horas Produtivas Horas Disponíveis Horas Trabalhadas Horas Teóricas Horas Disponíveis Horas Fixo Custo Teóricas Horas Total Custo Fixo Custo PCT FIGURA 4.12: VISUALIZAÇÃO GRÁFICA DAS PERDAS DE HORAS-HOMEM NO MODELO MUSCAT-FLEURY FIGURA 4.13: DECOMPOSIÇÃO DO PCT COM ENFOQUE EM EQUIPAMENTOS (HORAS) Horas teóricas Horas disponíveis Manutenção Horas trabalhadas Paradas Horas produtivas Retrabalho FIGURA 4.14: VISUALIZAÇÃO GRÁFICA DAS PERDAS DE HORAS-MÁQUINA NO MODELO MUSCAT-FLEURY FIGURA 4.15: PERDA DE HORAS POR MANUTENÇÃO PREVENTIVA OU CORRETIVA 2:00 3:00 4:00 5:00 6:00 7:00 8:00 9:00 10:00 11:00 12:00 13:00 14:00 15:00 16:00 17:00 18:00 Horas Teóricas Manutenção Preventiva Perda por manutenção Horas Disponíveis CAPACIDADE TEÓRICA (decidida ou nominal) (- ) Manutenção (=) CAPACIDADE DISPONÍVEL (- ) Falta de Insumos (energia, informações, conexão, etc) (- ) Falta de Mão de obra (- ) Tempo de Preparação (- ) Falta de Vendas (- ) Problemas de Planejamento (=) CAPACIDADE UTILIZADA (- ) Tempo gasto com produção sem qualidade (=) QUANTIDADE PRODUZIDA (ligadas à produção com qualidade) = Utilizada Capacidade Produzida Quantidade Disponível Capacidade Utilizada Capacidade Teórica Capacidade Disponível Capacidade Fixo Custo Teórica Capacidade Total Custo Fixo Custo PCT FIGURA 4.16: DECOMPOSIÇÃO DO PCT COM ENFOQUE EM EQUIPAMENTOS (CAPACIDADE) FIGURA 4.17: VISUALIZAÇÃO GRÁFICA DAS PERDAS DE CAPACIDADE DE PRODUÇÃO NO MODELO MUSCAT-FLEURY Capacidade teórica ou nominalCapacidade teórica ou Capacidade disponível ManutençãoCapacidade dispo Capacidade utilizada Paradas Quant. produzida Retrabalho Capacidade produtiva = Quantidade produzida EstoqueMercado Forne - cedor (Pmp) Produção Projeto do Produto Perdas Qualidade Processo CMP Q mp Q con Q ap Q pa ∆Est = Aproveitada MP Quantidade Produzida Quantidade MPConsumida Quantidade Aproveitada MP Quantidade MPAdquirida Quantidade MPConsumida Quantidade MP deCusto MPAdquirida Quantidade Variável Custo MP deCusto Total Custo Variável Custo PCT Custo de aquisição de MP Quantidade adquirida de MP Custo unitário (preço) de aquisição de MP FIGURA 4.18: DECOMPOSIÇÃO DO PCT COM ENFOQUE EM MATERIAIS (MP) FIGURA 4.19: PERDAS DE PROCESSO Molde para injetora Material incorporado ao produto final Quantidade Aproveitada (Qap) Perdas de processo (rebarbas) Perdas de processo (sucata) Material incorporado ao produto final Quantidade Aproveitada (Qap) Qap ∆ Estoque de PA ≈ 0 Saída Real = Quantidade Produzida = Quantidade Vendida Capacidade Teórica = Quantidade Teórica Máxima de Produção Ativo Fixo Ativo Total Capacidade Teórica Ativo Fixo Saída Real Capacidade Teórica − Custo Total Saída Real Receita Total Saída Real PI = Lucro Ativo Total PI = FIGURA 4.20: DECOMPOSIÇÃO DE INDICADORES CONFORME MODELO DE GOLD FIGURA 4.21: DECOMPOSIÇÃO PELO MODELO DE GOLD INTEGRADO COM DECOMPOSIÇÃO PELO MODELO MUSCAT-FLEURY P = Ativo Total Lucro Saída Real Receita Total Saída Real Custo Total− Capacidade Teórica Saída Real Ativo Fixo Capacidade Teórica Ativo Total Ativo Fixo Total Custo Real Saída x 1 Produtivas Horas Produzida Quantidade Trabalhadas Horas Produtivas Horas sDisponívei Horas Trabalhadas Horas Teóricas Horas sDisponívei Horas MO deCusto Teóricas Horas Variável Custo MO deCusto Total Custo Variável Custo Produtivas Horas Produzida Quantidade Trabalhadas Horas Produtivas Horas sDisponívei Horas Trabalhadas Horas Teóricas Horas sDisponívei Horas Fixo Custo Teóricas Horas Total Custo Fixo Custo Aproveitada MP Quantidade Produzida Quantidade Consumida MP Quantidade MPaAproveitad Quantidade MPAdquirida Quantidade MPConsumida Quantidade MP deCusto MPAdquirida Quantidade Variável Custo MP deCusto Total Custo Variável Custo ou Tempo Calendário (TD) - (decidido) Tempo de Carga (TC) Tempo de Operação (TO) Tempo Efetivo de Operação (TEO) Tempo Efetivo de Produção (TEP) � Quebras � Setup � Pequenas paradas � Redução de velocidade � Defeitos � Start up � PCP � Manutenções Preventivas Paradas planejadas Perdas por paradas Perdas de velocidade Perdas por defeitos FIGURA 4.22: TEMPOS DE UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTOS E AS PERDAS RELACIONADAS FIGURA 4.23: FÓRMULAS DE CÁLCULO DE DIS, DOP, QUA E OEE E VALORES DE REFERÊNCIA Tempo Calendário (TD) - (decidido) Tempo de Carga (TC) Tempo de Carga - Tempo de Parada Tempo de Carga Ciclo Padrão µ Qtde Produzida Tempo de Operação Qtde Produzida Defeituosos Quantidade Produzida > 99% > 95% > 90% QUA DIS DOP DIS: Disponibilidade DOP: Desempenho Operacional QUA: Qualidade OEE = DIS x DOP x QUA OEE > 85% x x Documentar o processo atual de vendas x x Contratar consultoria de vendas x x x Pesquisar concorrentes: prazo de entrega x x Contratar consultoria ISO x x Selecionar consultoria para projeto CRM x Ações R eduzir as reclam ações de clientes R eduzir o tem po de entrega A um entar a lucratividade O bjetivos Pr oc es so s M el ho ra r pr oc es so d e ve nd as M el ho ra r si st em a d e pr og ra m aç ão d e en tr eg as O bt er c er ti fi ca çõ es I SO T S 16 9 49 Es co lh er e im pl an ta r so ft w ar e CR M R es po ns áv ei s Lu is F er na nd o A nd ra de Ju li a M ar ia M as ca re nh as A nt on io C in tr a N ov ae s Fe li pe C am ar go S il ve ir a Indicadores e metas x Aumentar 30% Retorno sobre Ativos x x x Alcançar 98% OTIF x x x x Reduzir 50% nas reclamações de clientes x x x x FIGURA 4.25: MATRIZ DE DESDOBRAMENTO DAS POLÍTICAS DO HOSHIN KANRI FIGURA 4.24: EQUIPES ENVOLVIDAS NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO HOSHIN KANRI Equipe gerencial Planos de Ação Recursos Equipes de trabalho Ações Alta administração Missão Visão Política Revisão Indicadores Objetivos Hoshin Kanri FONTE: BASEADO EM AKAO (1991) Aumentar a Rentabilidade para 10% Lucro Líquido Patrimônio Líquido = 8,5% 2016 Lucro Líquido Patrimônio Líquido = 10% 2017 Aumentar o Lucro Líquido em 5% Lucro Líquido = US$246mi 2016 Lucro Líquido = US$258,3mi 2017 Reduzir o Patrimônio Líquido em 11% Patrimônio Líquido = US$2.900mi 2016 Patrimônio Líquido = US$2.583mi 2017 Aumentar as Vendas Líquidas em 7,5% Receita Líquida = US$8.608mi 2016 Receita Líquida = US$9.254mi 2017 Aumentar o CPV em até 7% (CPV)2016 = US$6.912mi (CPV)2017 = US$7.395mi Aumentar as despesas até 10% Despesas Op. + Fin = US$1.450mi 2016 Despesas Op. + Fin = US$1.600mi 2017 Aumentar as Vendas Região Norte em 4% Vendas Reg. Norte = US$4.734mi 2016 Vendas Reg. Norte = US$4.904mi 2017 Aumentar as Vendas Região Sul em 11% Vendas Reg. Sul = US$2.927mi 2016 Vendas Reg. Sul = US$3.239mi 2017 Aumentar as Vendas Região Leste em 4% Vendas Reg. Leste = US$947mi 2016 Vendas Reg. Leste = US$1.110mi 2017 Aumentar o CPV RJ até 13% CPV RJ = US$4.734mi 2016 CPV RJ = US$2.736mi 2017 Aumentar o CPV SP até 4% CPV SP = US$4.493mi 2016 CPV RJ = US$4.659mi 2017 FIGURA 4.26: DESDOBRAMENTO DE INDICADORES E METAS ANUAIS Traduzir a Visão e a Estratégia das empresas num conjunto abrangente de medidas de desempenho que serve de basepara um sistema de medição e gestão estratégica. – A adoção do BSC possibilita: • Esclarecer e traduzir a visão e a estratégia • Comunicar e associar objetivos e medidas estratégicas • Elaborar, estabelecer metas e alinhar iniciativas estratégicas • Melhorar o feedback e o aprendizado estratégico Histórico: – Autores • Robert S. Kaplan • David P. Norton – Estudo patrocinado pela KPMG – “Measuring Performance in the Organization of the Future” O que o BSC não é: • Forma de enquadrar os indicadores que a empresa já possui • Ferramenta para definir as estratégias da organização • Processo estático • Sistema de controlar controles FIGURA 5.1: OBJETIVOS DO BALANCED SCORECARD APRENDIZADO E CRESCIMENTO FINANÇAS “Para sermos bem sucedidos financeiramente, como deveríamos ser vistos pelos nossos acionistas?” Ob je tiv os In di ca do re s M et as In ic ia tiv as CLIENTE “Para alcançarmos nossa visão, como deveríamos ser vistos pelos nossos clientes?” Ob je tiv os In di ca do re s M et as In ic ia tiv as PROCESSOS INTERNOS “Para satisfazermos nossos acionistas e clientes, em que processos devemos alcançar a excelência?” Ob je tiv os In di ca do re s M et as In ic ia tiv as “Para alcançarmos nossa visão, como sustentaremos nossa capacidade de mudar e melhorar?” Ob je tiv os In di ca do re s M et as In ic ia tiv as Visão e Estratégia FONTE: KAPLAN E NORTON (1997) FIGURA 5.2: AS PERSPECTIVAS DO BSC FINANCEIRA Lucro Faturamento Custo MERCADO • Expectativas do cliente • Quem é o cliente • Onde está o cliente OPERAÇÕES • Core Competence • Excelência INOVAÇÃO • TI • P&D • RH • Infraestrutura $ Resultado FIGURA 5.3: DINÂMICA DAS PERSPECTIVAS DO BSC FIGURA 5.4: RELACIONAMENTO ENTRE OS TERMOS DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Perspectiva Financeira Perspectiva Clientes Perspectiva Interna Perspectiva Aprendizado e Crescimento Missão Visão Objetivos Estratégicos Missão: Razão da existência da organização. Fins para atender à sociedade e ao mercado Visão: “Imagem” daquilo que a organização deseja ser ou se tornar Objetivos Estratégicos: Realizações operacionais necessárias para atingir a Visão FCS: Competências essenciais e necessárias aplicáveis aos Objetivos Estratégicos Indicadores de Desempenho: Conjunto de medidas como base para a gestão definida no BSC Planos de Ação: Conjunto de ações para alcançar as metasMetas e Planos de Ação Indicadores de Desempenho Fatores Críticos de Sucesso Citibank • “Oferecer qualquer serviço financeiro em qualquer país, onde for possível fazê-lo de forma legal e rentável”. McDonald’s • “Servir alimentos de qualidade com rapidez e simpatia, num ambiente limpo e agradável”. Localiza • “Oferecer soluções de transporte, através do aluguel de carros, buscando a excelência”. FIGURA 5.5: EXEMPLOS DE MISSÃO DE EMPRESAS 3M • "Ser reconhecida como uma empresa inovadora e a melhor fornecedora de produtos e serviços que atendam ou excedam às expectativas dos clientes". Itaú Unibanco • "Ser o banco líder em performance e perene, reconhecidamente sólido e ético, destacando-se por equipes motivadas, comprometidas com a satisfação dos clientes, com a comunidade e com a criação de diferenciais competitivos". Pepsi Co. • "Derrotar a Coca-Cola". Honda • "Esmagar, espremer e massacrar a Yamaha". FIGURA 5.6: EXEMPLOS DE VISÃO DE FUTURO PLANOS DE AÇÃO utilizar verbos com sentido de fim determinado � Implantar � Comprar � Vender � Terceirizar � Elaborar OBJETIVOS ESTRATÉGICOS utilizar verbos com sentido de continuidade � Desenvolver � Disseminar � Aprimorar � Estabilizar � Orientar � Aumentar � Reduzir � Crescer � Fortalecer � Garantir Estratégia 1 Objetivo Estratégico � Onde quero chegar � “Estático” Estratégia � Como vou alcançar o objetivo estratégico � “Dinâmico” • “Declaração explícita de intenções para alcançar um determinado objetivo no longo prazo” • “Conjunto logicamente ordenado de causas e efeitos entre objetivos” • “Plano mestre abrangente que estabelece como a corporação alcançará sua visão e seus objetivos” Objetivo Estratégico Estratégia 2 Estratégia 3 FIGURA 5.7: EXEMPLOS DE VERBOS UTILIZADOS NA REDAÇÃO DE OBJETIVOS E PLANOS DE AÇÃO FIGURA 5.8: CONCEITO DE ESTRATÉGIA E OBJETIVO ESTRATÉGICO 2. Definição dos Objetivos Estratégicos 4. Definição das Metas 3. Definição dos Indicadores de Desempenho 5. Definição dos Planos de Ação Gestão da Estratégia 1. Definição da Visão de Futuro Visão de Futuro Gerador de Interpretações da Visão Filtros de Critérios Relevantes de Interpretação Objetivos Estratégicos Geração de Objetivos Estratégicos FIGURA 5.9: ATIVIDADES DA GESTÃO ESTRATÉGICA NAS EMPRESAS FIGURA 5.10: DESDOBRAMENTO DE TERMOS DA VISÃO DE FUTURO EM OBJETIVOS ESTRATÉGICOS Objetivo Estratégico 4 Objetivo Estratégico 3 Objetivo Estratégico 1 Visão de Futuro Indicador 1.1 CEAI Meta Plano de Ação Indicador 2.1 CEAI Meta Plano de Ação Indicador 3.1 CEAI Meta Plano de Ação Indicador 4.1 CEAI Meta Plano de Ação Indicador 5.1 CEAI Meta Plano de Ação 90 Indicador 6.1 CEAI Meta Plano de Ação Objetivo Estratégico 2 FIGURA 5.11: RELACIONAMENTO ENTRE VISÃO, OBJETIVOS, INDICADORES, METAS E PLANOS DE AÇÃO FIGURA 5.12: ETAPAS DO PROJETO POLI 2015 BSC — BALANCED SCORECARD Passo 1 Definir orientação da estratégia CONCLUÍDO CONCLUÍDO CONCLUÍDO CONCLUÍDO A REALIZAR CONCLUÍDO Passo 3 Construir o mapa estratégico Passo 5 Selecionar iniciativas prioritárias Passo 2 Identificar os temas chaves que conduzem a estratégia Passo 4 Determinar indicadores e metas Passo 6 Definir o plano de implementação A Poli 2015 será referência nacional em ensino Ser reconhecida pelos alunos como a melhor escola de engenharia • Aluno deve sentir orgulho de ser politécnico • Atrair os melhores alunos do Brasil • Formar os melhores profissionais • Ser reconhecida pelos alunos como a melhor escola • Empresas competirem para contratar estagiários Reunião plenária do Grupo Planejador FIGURA 5.13: APLICAÇÃO DO DESDOBRAMENTO DA VISÃO EM OBJETIVOS ESTRATÉGICOS NO POLI 2015 Intensificar a prestação de serviços à comunidade Alinhar funcionários e docentes da POLI à estratégia Consolidar a gestão organizacional baseada em iniciativas e processos Aumentar a presença da POLI no meio da pesquisa Ser reconhecida pela sua rede de relacionamento e pela sociedade por sua contribuição Integrar os processos de pesquisa, ensino e extensão Integrar alunos a projetos, estágios e atividades extracurriculares Fomentar uma cultura de patentes e publicações 92 Perspectiva Processos Internos Perspectiva Aprendizado e Sustentação Competências Divulgação do conhecimento Cultura Perspectiva Sociedade Ser parceira de valor para os órgãos governamentais Ser reconhecida pelos alunos como a melhor escola de engenharia Infraestrutura ExtensãoPesquisa Financeiro Prospecções e sinergias Ensino Ser reconhecida pelas empresas líderes como um centro de referência em pesquisa e formação em Engenharia Contribuir para a valorização da engenharia, do engenheiro e do “Engenheirar” Dar à sociedade visibilida- de dos benefícios gerados pela POLI Compartilhar o conhecimento Realizar projetos de pesquisa sobre temas socialmente relevantes Realizar projetos de pesquisa e desenvolvimen- to em engenharia com foco em inovação Atrair e reter os melhores alunos do país Otimizar os resultados do processo de aprendizagem Promover educação continuada Promover pós-graduação Promover gestão educacional dinâmica e flexível Realizar projetos de extensão sobre temas socialmente relevantes Prospectar oportunidades em pesquisa, ensino e extensão Viabilizar e gerir os recursos necessários Manter atualizadaa infraestrutura e laboratórios Promover cooperação entre colaboradores Desenvolver competências em professores e funcionários Atrair e reter profissionais talentosos para a pesquisa extensão e ensino FIGURA 5.14: MAPA ESTRATÉGICO DO POLI 2015 VISÃO Será referência nacional em ensino Terá administração integrada Será referência nacional e internacional em pesquisa OBJETIVO ESTRATÉGICO Será reconhecida pelos alunos como a melhor escola de engenharia Todos os softwares acadêmicos integrados Ser reconhecida por sua rede de relacionamento e pela sociedade por sua contribuição INDICADOR Relação candidato/ vaga no vestibular nº de softwares acadêmicos que acessam o BD Oracle % de pesquisadores classificados como 1A na CAPES VALOR ATUAL 17:1 2 5% META 2015 70:1 15 20% FIGURA 5.15: DESDOBRAMENTO DO BSC: VISÃO, OBJETIVOS, INDICADORES E METAS Investir em Marketing Aumentar Market Share Objetivos Estratégicos Efeito Causa Efeito Temas Estratégicos Fidelizar Clientes AtuaisConquistar Novos Clientes Hipótese Fi na nc ei ra Cl ie nt es Aumentar Faturamento Satisfazer Clientes Desenvolver novos produtos Causa FIGURA 5.16: ELEMENTOS PARA CONSTRUÇÃO DE UM MAPA ESTRATÉGICO OE 1 OE 2 OE 3 OE 4 OE 1 OE 2 OE 3 OE 6OE 5OE 4 Evitar relações 1 para 1 (insuficiência de causas) Promover relações 1 para 2 ou + (relação causa-efeito adequada) FIGURA 5.17: RELAÇÃO ADEQUADA DE CAUSA E EFEITO EM UM MAPA ESTRATÉGICO Aprendizado e Crescimento Financeira Clientes Processos Internos Aumentar Faturamento Reduzir Custo Operacional Aumentar Market-Share Entregar mais rápido Melhorar TI na Logística Conhecer Clientes - CRM Automatizar processos de produção Consolidar Programa TPM Reter Clientes Desenvolver novos produtos Aumentar disponibilidade operacional Extraído da apostila BSC – Balanced Scorecard ver. 1 06/02 - FCAV Reter Clientes Excelência Operacional Usar prioritariamente capital próprio Aumentar Lucratividade Considerar Distribuidores como parceiros Tratamento diferenciado a grandes clientes Diminuir reclassificação 2ª escolha Aumentar Flexibilidade da Produção Fortalecer Engenharia do Produto Fortalecer Grupos Kaizen FIGURA 5.18: MAPA ESTRATÉGICO DE EMPRESA DO SETOR DE CIMENTOS Aprendizado e Crescimento Financeira Clientes Processos Internos Aumentar Faturamento Reduzir Custo Operacional Aumentar Market-Share Entregar mais rápido Melhorar TI na Logística Conhecer Clientes - CRM Automatizar processos de produção Consolidar Programa TPM Reter Clientes Desenvolver novos produtos Aumentar disponibilidade operacional Extraído da apostila BSC – Balanced Scorecard ver. 1 06/02 - FCAV Reter Clientes Excelência Operacional Usar prioritariamente capital próprio Aumentar Lucratividade Considerar Distribuidores como parceiros Tratamento diferenciado a grandes clientes Diminuir reclassificação 2ª escolha Aumentar Flexibilidade da Produção Fortalecer Engenharia do Produto Fortalecer Grupos Kaizen FIGURA 5.19: MAPA ESTRATÉGICO SEM RELAÇÃO DIRETA DE CAUSA E EFEITO NA PERSPECTIVA APRENDIZADO E CRESCIMENTO FIGURA 6.1: COMPARAÇÃO DE OBJETIVOS ENTRE BSC E GAP 4 Aprendizado e Crescimento Financeira Clientes Processos Internos Aumentar Faturamento Reduzir Custo Operacional Aumentar Market-Share Entregar mais rápido Melhorar TI na Logística Conhecer Clientes - CRM Automatizar processos de produção Consolidar Programa TPM Reter Clientes Desenvolver novos produtos Aumentar disponibilidade operacional Extraído da apostila BSC – Balanced Scorecard ver. 1 06/02 - FCAV Reter Clientes Excelência Operacional Usar prioritariamente capital próprio Aumentar Lucratividade Considerar Distribuidores como parceiros Tratamento diferenciado a grandes clientes Diminuir reclassificação 2ª escolha Aumentar Flexibilidade da Produção Fortalecer Engenharia do Produto Fortalecer Grupos Kaizen Balanced Scorecard � Adequado para objetivos estratégicos � Focado na empresa inteira � Considera clientes externos Gap 4 � Adequado para objetivos operacionais � Focado nas áreas operacionais � Considera clientes internos (e externos) Cliente Interno Expectativa dos Clientes Internos Indicador de desempenho Valor Atual Meta gap Montagem Entrega de lotes de peças no prazo nº lotes no prazo / nº lotes total 85% 90% 5% PCP Reduzir tamanho de lote nº peças / nº de lotes 420 350 17% Gestão da Qualidade Produzir peças com qualidade % peças com qualidade 92% 97% 5% Indicador de desempenho atendido gap Causas principais do gap Setor responsável pela Causa Indicador de desempenho da Causa do gap Valor Atual Meta gap nº lotes no prazo /nº lotes total 5% Falta de MP Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% " " Reprogramação urgente de OP PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% " " Lead Time longo Interno Lead Time médio por lote 520 380 27% nº peças / nº de lotes 17% Tempo de setup alto Interno Tempo médio de setup 120 90 25% % peças com qualidade 5% Falta de treinamento dos operadores RH horas treinamento realizadas / horas de treinamento orçadas 50% 90% 40% Indicador de desempenho da Causa do gap gap Plano de Ação Setor responsável pelo Plano de Ação Indicador de desempenho do Plano de Ação Valor Atual Meta gap Lead Time médio por lote 27% Implantar células de manufatura Interno nº células de manufatura implantadas 1 5 400% Tempo médio de setup 25% Implantar SMED Interno nº equipamentos SMED / n0 equipamentos planejados 10% 50% 40% Unidade Analisada: Estamparia Expectativa da Área Analisada Forencedor interno Indicador de desempenho Valor Atual Meta gap Não faltar MP nas OP’s progamadas Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% Não reprogramar OP’s urgentes PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% Treinar funcionários nos procedimentos de trabalho RH horas treinamento realizadas / horas de treinamento orçadas 50% 90% 40% Expectativas dos clientes internos Causas principais do gap Planos de Ação Internos (controláveis pela Área) Expectativas para fornecedores (não controláveis pela Área) Matriz 1 Matriz 2 Matriz 3 Matriz 4 Fornecedor Interno Estoque de MP Cliente Interno MontagemComponentes Queimadores Unidade de Análise Estamparia Fornecedor Interno PCP Cliente Interno PCP PMP Inf. de produção Fornecedor Interno GQ Cliente Interno GQEspecificações Inf. da qualidade ExpectativasExpectativas Resultados Resultados FIGURA 6.2: DEFINIÇÃO DA UNIDADE DE ANÁLISE, CLIENTES E FORNECEDORES INTERNOS FIGURA 6.3: ORGANOGRAMA DA EMPRESA MOSTRANDO A UNIDADE DE ANÁLISE, CLIENTES E FORNECEDORES INTERNOS Presidente Diretor Industrial Diretor Comercial Diretor Administrativo Gerente Produção Gerente PCP Supervisor Estoque MP Supervisor Montagem Supervisor Corte Supervisor Estoque PA Supervisor Estamparia Gerente Compras Gerente Financeiro Unidade de Análise Cliente Interno Fornecedor Interno Unidade de Análise Produção Fornecedor Interno Suprimentos Cliente Interno EPA ExpectativasExpectativas Resultados Resultados INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA PRINCIPAL DO GAP VALOR ATUAL META GAP nº lotes no prazo / nº lotes total 5% Falta de MP Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% = = Reprogramação urgente de OP PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% nº peças/ nº de lotes 20% Tempo de setup alto Estamparia (UA) Tempo médio de setup 120 90 33% % peças dentro das especificações 5% Corte fora de especificação Estamparia (UA) % peças cortadas fora de especificação 4% 1% 3% FIGURA 6.7: MATRIZ 2 DO MODELO GAP 4 CLIENTE INTERNO EXPECTATIVA DOS CLIENTES INTERNOS INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP PCP Entrega de lotes de peças no prazo nº lotes no prazo / nº lotes total 85% 90% 5% PCP Reduzir tamanho de lote nº peças / nº de lotes 420 350 20% Gestão da Qualidade Produzir peças com qualidade % peças dentro das especificações 92% 97% 5% INDICADOR DE DESEMPENHO ATENDIDO GAP CAUSAS PRINCIPAIS DO GAP SETOR RESPONSÁVEL PELA CAUSA INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA PRINCIPAL DO GAP VALOR ATUAL M ET A G A P nº lotes no prazo / nº lotes total 5% Falta de MP Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% = = Reprogramação urgente de OP PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% nº peças/ nº de lotes 20% Tempo de setup alto Estamparia (UA) Tempo médio de setup 120 90 33% % peças dentro das especificações 5% Corte fora de especificação Estamparia (UA) % peças cortadas fora de especificação 4% 1% 3% M AT R IZ 1 M AT R IZ 2 FIGURA 6.8: RELAÇÃO ENTRE A MATRIZ 1 E MATRIZ 2 INDICADOR DE DESEMPENHO ATENDIDO GAP CAUSAS PRINCIPAIS DO GAP SETOR RESPONSÁVEL PELA CAUSA INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA PRINCIPAL DO GAP VALOR ATUAL META GAP nº lotes no prazo / nº lotes total 5% Falta de MP Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% = = Reprogramação urgente de OP PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% nº peças/ nº de lotes 20% Tempo de setup alto Estamparia (UA) Tempo médio de setup 120 90 33% % peças dentro das especificações 5% Corte fora de especificação Estamparia (UA) % peças cortadas fora de especificação 4% 1% 3% Fornecedores internos são os responsáveis pela causa do gap (UA não tem autoridade para colocar um Plano de Ação) Unidade de Análise (UA) é a responsável pela causa do gap (UA tem autoridade para colocar um Plano de Ação) FIGURA 6.9: RESPONSABILIDADES DAS CAUSAS DO GAP INDICADOR DE DESEMPENHO ATENDIDO GAP CAUSAS PRINCIPAIS DO GAP SETOR RESPONSÁVEL PELA CAUSA INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA PRINCIPAL DO GAP VALOR ATUAL META GAP nº lotes no prazo / nº lotes total 5% Falta de MP Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% = = Reprogramação urgente de OP PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% nº peças/ nº de lotes 20% Tempo de setup alto Estamparia (UA) Tempo médio de setup 120 90 33% % peças dentro das especificações 5% Corte fora de especificação Estamparia (UA) % peças cortadas fora de especificação 4% 1% 3% nº peças / nº lotes mede a Expectativa do cliente interno Gap de 20% mostra que a Expectativa não está sendo atingida A causa principal do gap de 20% é o “tempo de setup alto” A causa principal “tempo de setup alto” é medida pelo indicador “tempo médio de setup” O Gap de 33% do indicador “tempo médio de setup” mostra que a causa “tempo de setup alto” está atuando no processo Eliminando o gap de 33% do “tempo médio de setup” espera-se que elimine o gap de 20% do indicador “nº peças / nº lotes” (ou seja, a UA atende à Expectativa do Cliente Interno”) INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA DO GAP GAP PLANO DE AÇÃO SETOR RESPONSÁVEL PELO PLANO DE AÇÃO INDICADOR DE DESEMPENHO DO PLANO DE AÇÃO VALOR ATUAL META GAP Tempo médio de setup 33% Implantar SMED nas prensas 200T Estamparia (UA) % Prensas 200T com SMED 10% 50% 40% % peças cortadas fora de especificação 3% Implantar gabaritos nas ferramentas de corte Estamparia (UA) nº de gabaritos nas ferramentas de corte 0 10 100% FIGURA 6.10: RELAÇÃO ENTRE OS GAPS DA MATRIZ 2 FIGURA 6.11: MATRIZ 3 DO MODELO GAP 4 INDICADOR DE DESEMPENHO ATENDIDO GAP CAUSAS PRINCIPAIS DO GAP SETOR RESPONSÁVEL PELA CAUSA INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA PRINCIPAL DO GAP VALOR ATUAL META GAP nº lotes no prazo / nº lotes total 5% Falta de MP Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% = = Reprogramação urgente de OP PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% nº peças/ nº de lotes 20% Tempo de setup alto Estamparia (UA) Tempo médio de setup 120 90 33% % peças dentro das especificações 5% Corte fora de especificação Estamparia (UA) % peças cortadas fora de especificação 4% 1% 3% M AT R IZ 2 INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA DO GAP GAP PLANO DE AÇÃO SETOR RESPONSÁVEL PELO PLANO DE AÇÃO INDICADOR DE DESEMPENHO DO PLANO DE AÇÃO VALOR ATUAL META GAP Tempo médio de setup 33% Implantar SMED nas prensas 200T Estamparia (UA) % Prensas 200T com SMED 10% 50% 40% % peças cortadas fora de especificação 3% Implantar gabaritos nas ferramentas de corte Estamparia (UA) nº de gabaritos nas ferramentas de corte 0 10 100% M AT R IZ 3 M AT R IZ 4 EXPECTATIVA DA ÁREA ANALISADA FORNECEDOR INTERNO INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP Não faltar MP nas OP ś programadas Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% Não reprogramar OP’s urgentes PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% INDICADOR DE DESEMPENHO ATENDIDO GAP CAUSAS PRINCIPAIS DO GAP SETOR RESPONSÁVEL PELA CAUSA INDICADOR DE DESEMPENHO DA CAUSA PRINCIPAL DO GAP VALOR ATUAL META GAP nº lotes no prazo / nº lotes total 5% Falta de MP Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% = = Reprogramação urgente de OP PCP % OP reprogramados com urgência 13% 5% 8% nº peças/ nº de lotes 20% Tempo de setup alto Estamparia (UA) Tempo médio de setup 120 90 33% % peças dentro das especificações 5% Corte fora de especificação Estamparia (UA) % peças cortadas fora de especificação 4% 1% 3% M AT R IZ 2 NEGAÇÃO DA CAUSA INDICADOR IGUAL GAP IGUAL FIGURA 6.12: RELAÇÃO ENTRE A MATRIZ 2 E MATRIZ 3 FIGURA 6.13: RELAÇÃO ENTRE MATRIZ 2 E MATRIZ 4 M ATR IZ 4 Quality Fogões Unidade de Análise: Estamparia EXPECTATIVA DA ÁREA ANALISADA FORNECEDOR INTERNO INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP Não faltar MP nas OP ś programadas Compras % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% Quality Fogões Unidade de Análise: Compras CLIENTE INTERNO EXPECTATIVA DOS CLIENTES INTERNOS INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP Estamparia Não faltar MP nas OP ś progamadas % lotes reprogramados por falta de peças 15% 5% 10% M ATR IZ 1 Custo alto de combustíveis Produtividade baixa das colheitadeiras Estoque alto de combustíveis Produtividade baixa das motobombas Consumo excessivo de veículos Preço alto de aquisição de diesel Máquina Método Mão de Obra Material Máquina Método Mão de Obra Material Funcionamento ruim Operação ruim Apontamento errado Equipamento qualidade ruim FIGURA 6.14: MATRIZ 4 DA UA SERÁ A MATRIZ 1 DO FORNECEDOR INTERNO FIGURA 6.15: DIAGRAMA DE ISHIKAWA PARA O EFEITO “CUSTO ALTO DE COMBUSTÍVEIS” FIGURA 6.16: RELAÇÃO ENTRE OS INDICADORES DE DESEMPENHO Cliente/ Gestor expeCtativas do Gestor indiCador de desempenho valor atual meta Gap Diretoria Reduzir Custo com combustíveis R$ combustíveis/ ton. colhida 10,2 9,5 6,9% indiCador de desempenho Gap Causas prinCipais Área responsÁvel indiCador de desempenho valor atual meta Gap R$ combustíveis/ ton. colhida 7,4% Produtividade baixa das colheitadeiras Operação litros diesel/ ton colhida 20,1 15,1 33,1% Produtividade baixa das motobombas Operação litros diesel/ ton vinhoto1,2 0,9 33,3% Consumo excessivo de veículos Operação litros combustível/ km 5,2 4,9 6,1% Estoque alto de combustíveis Operação MR$ estoque médio diesel 250 200 25,0% Preço alto de aquisição de diesel Suprimento R$/litro diesel 1,2 1,1 9,1% Baixa produtividade das colheitadeiras Máquina Funcionamento ruim Desregulado Manutenção ruim Equipamento qualidade ruim Fornecedor não qualificado Compra pelo menor preço Não tem man. preventiva Não tem procedimento de regulagem Mão de Obra Operação ruim Intencional Operador não treinado Não tem experiência Insatisfeito com o trabalho Operadores não sabem regular Não tem habilitação Comprador sem informação de consumo Comprador sem informação de manutenção Atitude inata não adequada para a função RH não exige man. corretiva mal feita Não tem procedimento de seleção de fornecedor Não aplica procedimento de seleção de fornecedor RH não exige Apontamento errado Intencional Não sabe apontar Não foi treinado Venda de combustível para terceiros Não tem proc. de apontamento Remuneração adicional Material Combustível qualidade ruim Compra pelo menor preço Comprador sem informação de consumo Fornecedor não qualificado Não tem procedimento de seleção de fornecedor Não aplica procedimento de seleção de fornecedor Não controla qualidade de recebimento Método Abastecimento errado Abastecedor não treinado RH não exige CQ não elaborou procedimento Supervisão não libera para treinamento Oportunidade de desvio Controle ruim Apontamento manual Não tem procedimento de abastecimento Terreno acidentado Colhe cana queimada Fornecedor desconhecia procedimento FIGURA 6.17: DIAGRAMA DE ISHIKAWA PARA “BAIXA PRODUTIVIDADE DAS COLHEITADEIRAS” INDICADOR DE DESEMPENHO GAP CAUSAS PRINCIPAIS ÁREA RESPONSÁVEL INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP R$ combustíveis/ ton. colhida 7,4% Produtividade baixa das colheitadeiras Operação litros diesel/ton colhida 20,1 15,1 33,1% Produtividade baixa das motobombas Operação litros diesel/ton vinhoto 1,2 0,9 33,3% Consumo excessivo de veículos Operação litros combustível/km 5,2 4,9 6,1% Estoque alto de combustíveis Operação MR$ estoque médio diesel 250 200 25,0% Preço alto de aquisição de diesel Suprimento R$/litro diesel 1,2 1,1 9,1% CAUSAS PRINCIPAIS GAP CAUSAS SECUNDÁRIAS ÁREA RESPONSÁVEL INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP Produtividade baixa das colheitadeiras 33,1% Consumo excessivo de colheitadeiras Operação litros diesel/ hora-máq. 150 140 7,1% Paradas excessivas das colheitadeiras Operação % horas colhed. em operação 50% 75% 33,3% Produtividade baixa das motobombas 33,3% Consumo excessivo de motobombas Operação litros diesel /hora-máq. 150 140 7,1% Perdas excessivas nas transferências Operação litro abastecidos / litros transferidos 95% 98% 3,1% Consumo excessivo de veículos 6,1% Manutenção ruim dos veículos Manutenção % manutenção programada 70% 95% 26,3% Estoque alto de combustíveis 25,0% Estoque alto de combustíveis em comboios Operação litros médio por comboio 3.000 2.500 20,0% FIGURA 6.18: RELAÇÃO ENTRE CAUSAS PRINCIPAIS E SECUNDÁRIAS CAUSAS SECUNDÁRIAS GAP PLANO DE AÇÃO ÁREA RESPONSÁVEL INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP Consumo excessivo de colheitadeiras 7,1% Instalação de tags nas colheitadeiras e comboios TI % tags instalados 50% 95% 47,4% Captação de dados via tag nas colheitadeiras Operação % dados via tag 95% 99% 4,0% Paradas excessivas das colheitadeiras 33,3% Cumprir manutenção programada Manutenção % manutenção programada 95% 99% 4,0% Consumo excessivo de motobombas 7,1% Instalação de tags nas motobombas TI % tags instalados 60% 85% 29,4% Perdas excessivas nas transferências 3,1% Captação de dados via tag nos comboios Operação % dados via tag 95% 99% 4,0% Manutenção ruim dos veículos 26,3% Cumprir manutenção programada Manutenção % manutenção programada 55% 95% 42,1% Estoque alto de combustíveis em comboios 20,0% Implantar procedimento de abastecimento Operação % operadores treinados 10% 85% 88,2% CAUSAS PRINCIPAIS GAP CAUSAS SECUNDÁRIAS ÁREA RESPONSÁVEL INDICADOR DE DESEMPENHO VALOR ATUAL META GAP Produtividade baixa das colheitadeiras 33,1% Consumo excessivo de colheitadeiras Operação litros diesel/hora-máq. 150 140 7,1% Paradas excessivas das colheitadeiras Operação % horas colhed. em operação 50% 75% 33,3% Produtividade baixa das motobombas 33,3% Consumo excessivo de motobombas Operação litros diesel/hora-máq. 150 140 7,1% Perdas excessivas nas transferências Operação litros abastecidos / litros transferidos 95% 98% 3,1% Consumo excessivo de veículos 6,1% Manutenção ruim dos veículos Manutenção % manutenção programada 70% 95% 26,3% Estoque alto de combustíveis 25,0% Estoque alto de combustíveis em comboios Operação litros (média por comboio) 3.000 2.500 20,0% FIGURA 6.19: RELAÇÃO ENTRE PLANOS DE AÇÃO E CAUSAS SECUNDÁRIAS UPP/hh 2,5 2 1,5 1 0,5 0 se t-1 6 out-1 6 nov-1 6 dez -16 jan-17 fev -17 mar-1 7 abr-1 7 mai-1 7 jun-17 jul-1 7 ago-17 se t-1 7 out-1 7 nov-1 7 dez -17 jan-18 fev-1 8 mar-1 8 FIGURA 7.1: EXEMPLO DE EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO INDICADOR UPP/HH TIPO DE SERVIÇO T. PADRÃO (MIN) ISE (UPS) Reclamação de conta incorreta 5:30 1,0 Emissão de 2ª via 2:40 0,5 Pedido de aumento de carga 10:00 1,8 Pedido de ligação nova residencial 6:00 1,1 Pedido de ligação nova condominial 12:00 2,2 Pedido de ligação nova industrial 15:00 2,7 Pedido de religação 3:30 0,6 2 + ≌ 2,666 = 2,67 40 60 5,5 2,67 10 x x = x 1,0 = 0,49 ≌ 0,5 2,67 5,5 “Regra de três” O mais frequente ISE = 1,0 FIGURA 7.2: EXEMPLO DE CÁLCULO DE ISE COM BASE NO TEMPO PADRÃO 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 jan/16 fev/16 mar/16 abr/16 mai/16 jun/16 jul/16 ago/16 set/16 out/16 nov/16 dez/16 UPS / HH Funcionário: L.F.P.A. Meta FIGURA 7.3: COMPARAÇÃO DA PRODUTIVIDADE POR HISTÓRICO DE UM ATENDENTE Cliente Cliente Case OK? 1º N ív el 2º N ív el 3º N ív el OK? OK? S S S N N N FIGURA 7.4: EXEMPLO DE CASE EM UM PROCESSO DE CALL CENTER ITENS DO PROCEDIMENTO CASO 1 CASO 2 CASO 3 CLIENTE Usuário da biblioteca de uma faculdade de Engenharia Setor de Roteirização de Cargas Transportadora terceirizada UNIDADE ANALISADA (FORNECEDOR) Biblioteca Central Setor de Pátio de Veículos Setor de Expedição de Cargas do CD EXPECTATIVA DO CLIENTE (CCR OU VOC) Receber o livro rapidamente Receber veículos em boas condições de manutenção Cumprir o agendamento de carga INTERPRETAÇÃO (CTQ OU CRI) rapidamente = até 24h após solicitado boas condições de manutenção = completar a viagem sem quebras Cumprir o agendamento = máximo 15 minutos de atraso além do horário agendado INDICADOR DE NÍVEL DE SERVIÇO (INS) nº livros recebidos em até 24h nº livros solicitados total arbeuq mes sadatelpmoc snegaiv nº nº viagens total osarta nim 51 éta sodibecer solucíev nº nº veículos recebidos total VALOR ATUAL 84,3% 91% 72,2% META 90,0% 98% 95,0% PERIODICIDADE Mensal Mensal Semanal VALOR ATUAL VALOR DESEJADO FIGURA 7.5: EXEMPLOS DE ELABORAÇÃO DE INDICADOR DE NÍVEL DE SERVIÇO (NS) FIGURA 8.1: EXEMPLO DE INDICADORES DE DESEMPENHO DE UMA ÁREA INDUSTRIAL Problema: Como avaliar o desempenho de vários indicadores com unidades diferentes? mar /0 2 mai /0 2 ju l/0 2 se t/0 2 nov /0 2 ja n/0 3 mar /0 3 mai /0 3 Retrabalho % pc 70,0 75,0 80,0 85,0 90,0 95,0 mar /0 2 mai /0 2 ju l/0 2 se t/0 2 nov /0 2 ja n/0 3 mar /0 3 mai /0 3 % hm Disponibilidade 0,0 50,0 100,0 150,0 mar /0 2 mai /0 2 ju l/0 2 se t/0 2 nov /0 2 ja n/0 3 mar /0 3 mai /0 3 hh Absenteísmo In di ca do r de d es em pe nh o tempo Valor real meta ti δi pi %δi = δi pi Ativo Fixo Quanto maior, melhor %δi = − (Meta)