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UNIVERSIDADE ANHANGUERA UNiderp Sistema de Ensino A DISTÂNCIA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA DANÚBIA FERREIRA BRAZ PROJETO DE ENSINO EM LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Cidade 2020 Cidade 2020 Cidade Grajaú 2024 DANÚBIA FERREIRA BRAZ PROJETO DE ENSINO EM LICENCIATURA EM PEDAGOGIA Projeto de Ensino apresentado à Universidade Anhanguera, como requisito parcial à conclusão do Curso de Licenciatura em Pedagogia. Docente supervisor: Prof. Nathalia Barbosa Limeira Grajaú 2024 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 1 TEMA 5 2 JUSTIFICATIVA 7 3 PARTICIPANTES 9 4 OBJETIVOS 10 5 PROBLEMATIZAÇÃO 11 6 REFERENCIAL TEÓRICO 12 7 METODOLOGIA 19 8 CRONOGRAMA 21 9 RECURSOS 22 10 AVALIAÇÃO 23 CONSIDERAÇÕES FINAIS 24 REFERÊNCIAS 25 INTRODUÇÃO O Projeto de Ensino tem como intuito reconhecer a relevância da utilização dos jogos e brincadeiras na educação infantil. O brincar é um direito estabelecido pela Constituição Federal de 1988 e pela Organização das Nações Unidas (ONU). Então, vale reforçar que desde 1959 foi decretado pela Declaração Universal dos Direitos da Criança, sendo firmada pelo Tratado dos Direitos da Criança em 1989. Todavia, em vista dessa ideia, brincar é um direito em que a sociedade deve abonar às crianças. Assim, a unidade escolar, que faz parte da comunidade, possui sua competência de comprometer-se pelo brincar para crianças da Educação Infantil. Os objetivos para elaboração desse projeto foram: perceber que os jogos e brincadeiras na educação infantil é uma tática pedagógica imprescindível para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças pequenas; analisar e designar o jogo e brincadeira; refletir e compreender a importância do jogo e brincadeira na modalidade da Educação Infantil; propor como o educador de Educação Infantil pode desenvolver atividades com o instrumento pedagógico de jogos e brincadeiras para materializar o seu desenvolvimento e aprendizagem; denominar os jogos e brincadeiras como artifício pedagógico necessário para as crianças da Educação Infantil. Para realização deste projeto será utilizada a pesquisa bibliográfica, tendo como aporte teórico os autores conceituados CAROLINE (2019), SANTOS (2000), HUNGARO (2019), ANTUNES (2003), SACRAMENTO (2019), entre outros que contribuíram com desenvolvimento desse projeto de ensino. As crianças são sujeitos que precisam desenvolver suas capacidades afetivas, linguísticas, cognitivas e perspectivas, com o propósito de assocializar com o contexto e com os indivíduos através da investigação e descoberta. Para isso, enfatiza que os jogos e brincadeiras como prismas fundamentais para estabilizar tais desenvolvimento e permitir o desenvolvimento integral para as crianças. Espera-se que este trabalho possa ser uma ferramenta proveitosa no sentido de proporcionar uma reflexão nos profissionais que atuam com a Educação Infantil. Dessa forma, constituem-se algumas propostas teóricas acerca do trabalho com as crianças. Este projeto de ensino é importante para a formação profissional dos docentes, tendo como objetivo principal reconhecer a relevância da utilização dos jogos e brincadeiras na educação infantil. 22 TEMA O presente projeto de ensino tem como tema “Jogos e brincadeiras na educação infantil” é muito defendido na literatura em busca de efetivar sua importância na etapa da Educação Infantil e na realidade da criança, uma vez que a atividade de brincar viabiliza que a criança desenvolva sua aprendizagem de modo exultante, no momento de conversar com si e com os outros sujeitos que estão à sua volta, relacionando a fantasia com sua realidade. Dado que, no processo educacional é analisado como oportunidade de desenvolver e inserir no planejamento pedagógico para que os estudantes aperfeiçoem seu aprendizado, manifestando suas competências, curiosidade, disciplina e interação. Em outras palavras, permite que a criança conceba seu mundo de uma autenticidade com acepções. A brincadeira é pertinente para aprendizagem, em vista disso, sugerimos que os educadores podem erigir seus próprios conhecimentos acerca do desempenho pedagógico com a ludicidade, tendo como sustentáculo observações, anotações, leituras e reflexões, durante os momentos de atividades com jogos. O educador precisa utilizar os impasses encontrados na prática para ser a base de sua edificação, uma vez que o docente está em constante aprendizagem, assim, o docente encontrará elucidação para os contratempos identificados no contexto escolar. Desse modo, trabalhar com jogos e brincadeiras, as crianças tornam-se ativas e preparadas para outorgar conceituação aos mecanismos que são inseridos pelo educador em sua prática educativa. Percebe-se que a criança modifica aquele pensar arcaico e começa a agir de forma diferente, averiguando, investigando e explorando tudo a sua volta com ideias distintas, desenvolvendo sua competência social, física e psicológica. Todavia, consta-se que na infância, a brincadeira é peculiar de sua fase, visto que, as crianças irão criar, produzir, entreter-se e conquistar os limites edificando seus conhecimentos. Essa ação oportuniza que a mesma reflita, associe, fantasie e socialize com as demais. Perante o exposto, é primordial que o educador que atua na Educação Infantil compreenda sua importância e pesquise novas práticas e maneiras para inserir em sua sistematização no âmbito escolar e em seu planejamento. Logo, o tema traz magnitude para a formação do professor, que visa atuar na modalidade da Educação Infantil de modo apropriado, assegurando o direito de brincar. Levando em consideração que, a infância é uma etapa de suma importância, em que a criança está em formação de sua personalidade, adquirindo cultura, aperfeiçoando suas concepções e preparando para formação de cidadão que está introduzido na sociedade. JUSTIFICATIVA Para justificar a escolha do tema e exorta o projeto, aborda-se a importância e fundamentos e indicam a importância de jogos e brincadeiras no âmbito escolar. Desse modo, argumenta-se que quando a criança brinca, a mesma retrata sua realidade e cultura que está introduzida. Caroline (2019, p. 16), indica que o sujeito passa a questionar as normas e entender os papeis sociais: “através do brincar, situações que ainda não conseguem expor através de palavras”. Em outras palavras, a criança se expressa através da brincadeira e o adulto ou educador identifica seus gostos, seus desejos, suas necessidades, entre outros. Assim sendo, o ato de brincar facilita a liberdade de si da criança e do mundo, examina sua imaginação por meio de sua interação. Entretanto, o jogo e brincadeira é de importância na prática do docente pois, são fundamentais para a aprendizagem das crianças. Os pecúlios pedagógicos têm como intuito abranger de modo positivo, um processo relevante daquilo que a criança está vivenciando, e o educador por sua vez deve associar essa realidade de modo prazeroso, sendo assumido e interativo. Nesta perspectiva, Sacramento (2019), acentua que é necessário discorrer acerca desse mecanismo pedagógico, para os docentes refletir sua função e desenvolver essa prática no contexto escolar, sendo ele uma ferramenta de conhecimento e de aprendizagem. Contudo, Caroline (2019), salienta que o docente deve atuar o desenvolvimento ao longo do trajeto da criança em seu ensino, e, realça-se também como a brincadeira natural ocasiona um resultado positivo, sendo um momento que o estudante se apresenta, explanando o que ocorre em sua vida naquele instante.Considerando que os jogos e as brincadeiras são de suma importância para a educação infantil, sendo o principal meio para que a criança deixara claro que o lúdico não deve ser compreendido como um mero passatempo nas escolas, desnecessário para a aprendizagem das crianças, mas sim como um recurso pedagógico (CAROLINE, 2019, p.18). A autora ressalta em sua pesquisa que é necessário entender que esse método é preciso para o desenvolvimento desde o nascimento da criança. Por este ângulo,a instituição escolar como extensão da morada para a criança, deve estar estabelecida para sugerir jogos e brincadeiras em suas práticas como sistema de ensino-aprendizagem. Nessa mesma linha de pensamento, Hungaro (2019), evidencia que as atividades de jogos e brincadeiras são um conjunto de sistema e de capacidades que tem como finalidade apresentar a realidade ao estudante, práticas significativas, integrais, ou melhor dizendo, com particularidades eventuais. Ou seja, atividades que possuem uma conexão à aprendizagem e a vivências dos estudantes. Desde os primeiros anos de vida a criança interage de maneira ampla com o ambiente ao qual está inserida. A partir do momento em que passa a fazer parte de seu dia a dia a ida a uma instituição de ensino, ela se submete a experiência de interação diferente das que vive com seus pais. Ao interagir com outros adultos e dividir o mesmo espaço e brinquedos com outras crianças, experimenta situações antes desconhecidas (HUNGARO, 2019, p.10). No entanto, infere-se que os jogos e brincadeiras devem ser abordados na esfera escolar, em busca de equilibrar o intuito de aprendizagem e indica diversão as crianças. Em outras palavras, compreende-se que o educador deve correlacionar os conteúdos programáticos que a criança deve assimilar com as brincadeiras, no sentido de viabilizar dinâmica na sala de aula e ocasionar o interesse dos estudantes para exercer os anseios que a proposta educacional ambiciona. Para esta finalidade, é preciso de aprestamento, formação e de docentes qualificados que utilize os dispositivos de modo correto, onde buscará novos saberes, para serem executados na sala de aula de modo participativo, divertido e de cunho desafiador para cooperar com o desenvolvimento da instrução da criança. Todavia, em conformidade com Sacramento (2019), os jogos e brincadeiras favorece o ensino de assuntos de modo significativo, sendo considerado um apetrecho pedagógico imprescindível para a alavancar e alacridade das crianças. Visto que, enfatiza-se que a brincadeira é fonte de distração que fazem parte do dia a dia dos sujeitos, simultaneamente que deve ser considerado como um artefato que provoca a aprendizagem. Levando em consideração a modalidade da Educação Infantil como estágio inicial da vida das crianças, é necessário buscar instigar na sala de aula sua diligencia e prática, através da brincadeira. Dessa forma, edifica sua aprendizagem e identidade. PARTICIPANTES Os participantes serão crianças do Maternal, com idade de 2 a 3 anos, onde serão disponibilizadas atividades de jogos e brincadeiras, que propicia o seu desenvolvimento pleno. Além dessas crianças, os docentes das outras turmas de educação infantil também serão participantes, visto que irão cooperar com seus conceitos e sugestões de jogos e brincadeiras, com o propósito de realizar as ações previstas no planejamento pedagógico. Isto posto, é importante a relação professor-aluno no processo educativo. Compreende-se que o educador é responsável em gerenciar e equilibrar essa relação para que a criança se sinta confiante e segura em meio de aprendizado interposto. OBJETIVOS Objetivo Geral: Perceber que os jogos e brincadeiras na educação infantil é uma tática pedagógica imprescindível para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças pequenas. Objetivos Específicos: · Analisar e designar o jogo e brincadeira; · Refletir e compreender a importância do jogo e brincadeira na modalidade da Educação Infantil; · Propor como o educador de Educação Infantil pode desenvolver atividades com os instrumentos pedagógicos “jogos e brincadeiras” para materializar o seu desenvolvimento e aprendizagem; · Denominar os jogos e brincadeiras como artifício pedagógico necessário para as crianças da Educação Infantil. PROBLEMATIZAÇÃO As pesquisam representam que os jogos e as brincadeiras não são usados acertadamente no ambiente escolar, pois, há escassez de recursos nas unidades escolares para que os educadores desenvolvam de modo sublime, materiais que incrementem em sua prática pedagógica e que podem viabilizar a dinâmica no espaço escolar para desenvolver diversos tipos de jogos e brincadeiras, na maioria das vezes o docente necessita buscar recursos adequados e se adequar como pode para promover atividades exitosas e lúdicas aos estudantes. É preciso que as crianças brinquem, pois, esta atividade faz parte de sua cultura de variadas maneiras, com caracterizações afins. Ao nascer, a criança já evidencia, contudo, tais práticas, passam despercebidas, regularmente, visto que, muitos docentes não levam a sério, nem identificam as atitudes das crianças. Ainda assim, a instituição escolar em parceria com a equipe pedagógica e educadores devem organizar o contexto escolar para que as crianças tenham liberdade para brincar, realçando a relevância dos jogos e brincadeiras para as crianças. Logo, é imprescindível que os educadores trabalhem com jogos e brincadeiras com aspiração, desenvolver no estudante o pensamento crítico e respeito mútuo, garantindo atividades de modo que a criança assimile os propósitos, desenvolvendo sua criatividade, criticidade, autonomia, interação, cooperação, raciocínio logico, e entre os cidadãos. REFERENCIAL TEÓRICO É através dos jogos, brinquedos e brincadeiras que as crianças concebem seus pensamentos. Há indícios de obstáculos ao se trabalhar com atividades lúdicas, em que o “brincar” é ignorado perenemente e os jogos e brinquedos só são viabilizados e escolhidos pelos docentes, após a concretização das atividades, como uma transcendência pelo seu desenvolvimento no dia a dia. Assim, Antunes (2003) salienta que:Os jogos infantis podem até excepcionalmente incluir uma ou outra competição, mas essencialmente visam estimular o crescimento e aprendizagens e seriam melhor definidos se afirmássemos que representam relação interpessoal entre dois ou mais sujeitos realizada dentro de determinadas regras. Esse conceito já deixa perceber a diferença entre usar um objeto como brinquedo ou como jogo (ANTUNES, 2003, p. 9). De acordo com Santos (2000, p. 11) “[…] o jogo com a brincadeira representa recursos auxiliares para promover o desenvolvimento físico, mental e socioemocional da criança.” Para ter um avanço importante, a criança aprende a correr, pular, saltar, vivendo novas práticas com o meio a sua volta. Diante disso, à brincadeira em concordância com o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil “[…] é uma imitação, transformada no plano das emoções e das ideias de uma realidade anteriormente vivenciada” (RCNEI, 1998, p.27). A criança, desde pequena, depara-se com o surgimento da linguagem e o saber sobre os jogos e brincadeiras, em que o faz de conta e a descrição de seu mundo, aprimoram sua cognição social, física e psicológica. São benefícios positivos a utilização de jogos e brincadeiras como ferramenta de aprendizagem, estes mecanismos que são relevantes, pois permite a mutualidade e sociabilização das crianças, proporcionando um ambiente atrativo, aconchegante e harmônico. [...] através dos jogos a se conhecer desde pequena, primeiramente sendo realizada pelo prazer, logo após surge a descoberta de sua linguagem na qual fica caracterizada o seu mundo do faz de conta, desenvolvendo assim, toda sua criatividade e interação social. A brincadeira também é essencial para que a criança possa descobrir sua própria identidade, quando a criança nasce ela já percebe através de um brinquedo aquela curiosidade em pegar, apertar, mexer, jogar, é o momento que começa a se identificar com seu objeto, interessar-se por ele, seja para morder, jogar no chão, se lambuzar, mas é naquele momento em que está havendo a interação (SCHERER, 2013, apud. CAROLINE, 2019, p. 18). Perante ao exposto, constata-se que jogo e brincadeira deve fazer parte da vida da criança, uma vez que o jogo é uma atividade imprescindível para o âmbito escolar, ele sendo competitivo ou não, é uma atividade que estimula a curiosidade das crianças e melhora os níveiscolaborando assim no seu desenvolvimento. Assim, conforme Caroline (2019), os jogos aprimoram a independência da criança, na opinião e senso crítico e no processo de aprendizagem, além de coopera para designar seus desfechos de seus próprios empecilhos. Em conformidade com a literatura, o jogo é visto como instrumento de empecilhos e disputa onde a criança suplanta a sua imaginação. No entanto, permite que ela descubra suas habilidades e competências e compreenda suas imperfeições, e infere-se que através de prática/treinamento aprimorará melhor até obter a vitória. Por isso, desenvolve suas bases. E, diante as destrezas das crianças entenderem com facilidade, o jogo como apetrecho instigador, beneficiam no aperfeiçoamento de seus conhecimentos. O ato de brincar é entendido como um forte aderente no desenvolvimento, dado que no momento em que a criança está brincando, ela está expondo sua realidade. Se a criança estiver passando por algum momento insociável, ela transparecerá através do brinquedo e do brincar. Isto posto, é imprescindível que o docente observe cada movimento da criança no decorrer da brincadeira, pois os delineies auxilia para a compreensão e o momento que criança está vivenciando. Além disso, as brincadeiras tradicionais são de suma importância, pois possuem tópicos positivos para o crescimento e desenvolvimento das crianças, tais como: brincadeiras de roda, amarelinha, teatro, pula corda, folclore, entre outras. O brincar é espontâneo e natural da criança, e por ser prazeroso desperta emoções e sensações de bem-estar, liberta das angustias e funciona como escape para emoções negativas ajudando a criança a lidar com esses sentimentos que fazem parte da vida cotidiana. Brincando a criança aprende a lidar com o mundo, seus sentimentos e forma sua personalidade (SACRAMENTO, 2019, p. 7). Perante a colocação da autora, depreende-se que é uma atividade que detalha as crianças e através desta elas podem aprimorar suas capacidades, competências e habilidades. Outro aspecto crucial para o desenvolvimento da criança é a utilização do brinquedo, uma vez que, quando ela possui esse apetrecho, viabiliza entremear sua imaginação, ela assocializa e permite um momento de distração e comunicação consigo mesma. Todavia, acerca da brincadeira, o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil (RCNE) explica que: A brincadeira favorece a autoestima das crianças, auxiliando-as a superar progressivamente suas aquisições de forma criativa. Brincar contribui assim, para a interiorização de determinados modelos de adulto, no âmbito de grupos sociais diversos. Essas significações atribuídas ao brincar transformam-no em um espaço singular de constituição infantil. (BRASIL, 1998, p. 27). Diante da citação supracitada, Hungaro (2019), focaliza que a interação das crianças enriquece no desenvolvimento de seus aspectos psicológicos. Contudo, para trabalhar o jogo e a brincadeira é preciso ter metodologias de desenvolvimento, utilizando o entretenimento como estratégia de desenvolvimento e aprendizagem. É indispensável que os educadores disponibilizem atividades para divertimento, para que os alunos tenham momentos de novos conhecimentos, através de jogos e brincadeiras. Todavia, o estudante aprende a obedecer, seguir as regras se instruir de modo afável para atuar na sociedade. A aptidão educacional não pode ser deixada de lado, visto que oportuniza recreação, incitando a curiosidade pelo ensino de modo extensa. No tocante da brincadeira, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) destaca a relevância das brincadeiras no ambiente escolar. Em conformidade a esse documento, são diversas vantagens, principalmente na vertente afetiva. A interação durante o brincar caracteriza o cotidiano da infância, trazendo consigo muitas aprendizagens e potenciais para o desenvolvimento integral das crianças. Ao observar as interações e a brincadeira entre as crianças e delas com os adultos, é possível identificar, por exemplo, a expressão dos afetos, a mediação das frustações, a resolução de conflitos e a regulação das emoções. (BRASIL, 2018). Dessa maneira, refere-se que os jogos e brincadeiras apontados para o ensino de Matemática, através da aprendizagem dos números, permitem aos educadores propor atividades com brincadeiras voltadas atividades lúdicas, gincanas com números, manuseio da tabuada, que ocasione a disposição e o envolvimento dos estudantes, bem como seu atrito e entretenimento. Para a literatura, são muitas vantagens que esse apetrecho coopera para a instrução e a aprendizagem da criança. Destaca-se a “utilização de jogos de tabuleiro envolvendo a matemática, ou até mesmo jogos envolvendo números isolados, com a finalidade de fazer com que os alunos, nos primeiros anos de vida, memorizem a forma e os nomes de cada número” (HUNGARO, 2019, p. 14). Ainda acerca das vantagens é importante salientar que os jogos são vastos, estes que percorrem desde o desenvolvimento sensório-motor até o raciocínio lógico. A autora sobressai que nos jogos simbólicos os estudantes desenvolvem a habilidade de tornar convicções instáveis. E, com a exposição de normas, os indivíduos obtenham perspicácia sobre as ações e atitudes, assim como buscar proporcionar um âmbito eufônico e enérgico com o grupo, seguindo os pontos principais para convívio e as discrepâncias. Entretanto, o jogo e o brincar são as atividades básicas na fase da infância, dado que, através dessa prática, a criança vai desenvolver sua emancipação e expressar um papel na brincadeira, deslindar normas e propiciando um local para se manifestar com mais rapidez. Estendendo-se ao espaço, é importante frisar que tem que ser um espaço organizado, em que o jogo e a brincadeira estimulem nas crianças a desenvolver sua entonação. Desse modo, sobre o contexto escolar: Considerando que cada professor possa saber aproveitar o momento, seja em um ambiente aberto ou em uma brinquedoteca, saber manusear a aula para que ela fique dinâmica, tentar buscar brincadeiras e jogos que darão certo com cada tipo de espaço, não impor regras para a criança, deixar que ela mesma explore o ambiente, que está sendo trabalhado para que então busque despertar a curiosidade, tentar colocar em prática experiências já vivenciadas por elas (CAROLINE, 2019, p. 24). Nessa perspectiva, vale destacar a função do professor diante do jogo e brincadeira. É preciso que ele converse com a criança, sem pressa, sem comodismo e sem prática habitual. Este que não viabiliza que as crianças interagem e brinquem. Todavia, é essencial a utilização de ferramentas básicas, com a austeridade de que é fundamental para o desenvolvimento de aprendizagem das crianças. Aliás, o educador é ponto básico para a aprendizagem da criança, sendo ele criador para que o desenvolvimento da criança aconteça de modo concreto. É necessário modificar o âmbito escolar como ampliação de seu lar, para oportunizar sua segurança, confiança, e desse modo, permitir que o desenvolvimento ocorra. Em conformidade com Referencial Curricular Nacional da Educação Infantil (RCNEI, 1998, p. 29), “É preciso que o professor tenha consciência que na brincadeira as crianças recriam e estabilizam aquilo que sabem sobre as mais diversas esferas do conhecimento, em uma atividade espontânea e imaginativa”. Assim, compete ao educador, introduzir o lúdico em seu planejamento e ajustá-lo no contexto escolar, seja dentro da sala de aula ou fora dela, bem como adequar sua aula, na qual os estudantes sintam interessados, animados e entusiasmados e que desenvolvam os conhecimentos essenciais. As aulas devem ser dinâmicas, exitosas e atrativas, e também propõe que as crianças produzam e edifiquem seus próprios brinquedos e jogos, estes que devem cooperar com a interação, socialização criatividade e cooperação. Essa ação oportuniza que a criança tenha a consciência de dividir, obtendo boas condutas, boas maneiras,subordinação e respeito nos momentos dos jogos e brincadeiras. Posto isto, é de suma importância compreender as diferenças dos discentes, na qual a partir desse contexto, o docente tente solucionar os desiquilíbrios existentes no ambiente escolar. Logo, é necessário conhecer os estudantes, visto que existem inúmeras qualidades, peculiaridades e talentos. Entendendo que existe criança mais reservadas, tímidas e sociáveis. Entretanto, a brincadeira livre é um momento oportuno para analisar as personalidades, bem como compreender a criança. No decorrer dos jogos analisa-se que existe o discente que sabe ganhar e o discente que não sabe perder. Dessa forma, compete ao educador observar cada ocorrência para entender o discente e verificar quais pontos que devem ser explanados para a transformação da prática de ensino. O professor precisa observar a forma como são vivenciados os jogos e brincadeiras na sala de aula, observar o que as crianças realmente necessitam na hora que estão brincando ou jogando, pois muitas vezes passa despercebido pelo professor algumas reações da criança quando está no seu momento lúdico, a falta de interesse. Algumas crianças passam por problemas em casa e é através das brincadeiras lúdicas que elas demonstram o que realmente estão sentindo (CAROLINE, 2019, p. 22). Diante do exposto acima, infere-se que o desenvolvimento dos jogos e brincadeiras devem ser levadas em conta como práticas pedagógicas que irão permitir as crianças a aprendizagem de modo considerável, brejeiros e aprazível. Todavia, é necessário que o educador saiba como usá-la. Contudo, para recomendar como o educador deve propiciar os jogos e brincadeiras, é preciso que busque metodologias que viabilizem um ensino livre, diligente e agradável, sem impor normas, introduzindo as crianças nos jogos e nas brincadeiras que progridam no sistema cognitivo, desenvolvendo o seu saber e aprendizagem. Além do docente é imprescindível que a unidade de ensino logre recursos que reconhecem os jogos e brincadeiras no plano de aula do educador. Contudo, é preciso conquistar subsídios relevantes para suprir a todas as crianças, propiciando um âmbito de ensino de qualidade. A escola ao estar valorizando o lúdico, adaptando jogos e brincadeiras no seu planejamento pedagógico, assim o educador consegue que o/a educando/a forme um bom conceito de mundo e da sociedade, pois com a utilização do lúdico trabalha-se afetividade, a socialização, a criatividade, a estimulá-las, os direitos e deveres de cada uma (MORAIS; ARAUJO, 2018, p. 26). Desta maneira, é necessário um conhecimento introdutório acerca da criança e atendê-la no que ela precisar. E, para tanto, o educador deve observar suas manifestações e exteriorizações de seus sentimentos, tais como, alegrias, sorrisos, tristezas, choros, entre outros. No entanto, Caroline (2019, p. 24) elucida que o docente deve ter um olhar específico: “Saber o que ela realmente precisa no momento em que está interagindo com o outro, elevar seus limites acima do que ela é capaz, por mais simples que seja um jogo, deixa-la fazer do jeito dela, do modo que saiba de como vencer”. No entanto, assume-se imprescindível a afetividade do educador, austeridade e benevolência para auxiliar nas aspirações das crianças. O uso das metodologias ativas na Educação Infantil, juntamente com os dispositivos tecnológicos permitem que as crianças tenham contato com sons, imagens e movimentos, mais perto possível da realidade. É claro que, a aprendizagem da criança só se torna importante, quando ela consegue identificar seu contexto, vivência mundo, seu mundo. Posto isto, as tecnologias digitais favorecem uma interação e um engendrar muito maior das crianças durante as aulas, dado que, é um bojo no qual elas se concernem, se cingem e comunicam. Infere-se que, os jogos e brincadeiras são atividades são fundamentais no contexto escolar, dado que viabilizará que o aluno desenvolva seus ângulos emocionais, físicos e psicológicos, através de atividades bem explanadas pelo educador. Dessa forma, é preciso que a unidade escolar viabilize um cenário adequado, harmonioso, agradável e atrativo, para que tais metodologias aconteçam de maneira positiva e significativa, com pecúlios próprios para os docentes inserir em seu planejamento pedagógico. Além disso, fica clara a necessidade da ponderação do educador perante sua práxis de ensino, através de jogos e brincadeiras, servindo como instrumento importante e imprescindível para oportunizar e estimular o desenvolvimento e aprendizagem do tema abordado. METODOLOGIA O desenvolvimento deste projeto de ensino ocorreu através de uma interpelação teórica sobre de Jogos e Brincadeiras na Educação Infantil, tendo como subsídio teórico especializado os autores conceituados ANTUNES (2003), SANTOS (2000), CAROLINE (2019), SACRAMENTO (2019), HUNGARO (2019), entre outros que cooperaram com o tema sugerido neste projeto. A metodologia utilizada foi introduzir jogos e brincadeiras com elementos recicláveis em que os estudantes irão comparticipar da produção. Politizando as crianças da relevância de usar aparatos recicláveis, expandindo as diversas possibilidades, assim como instigar e desenvolver sua criatividade procurando desenvolver os jogos e brincadeiras. Na primeira etapa, foi sugerida a elaboração de um painel de tampas com diversos tamanhos. Para a efetivação desta atividade, a turma foi fracionada em equipes. Cada equipe produziria o seu painel, dispersando-se as tampas para que as crianças usassem as mesmas nos locais indicados. A segunda atividade sugerida foi que o professor produzisse um tênis com cartolina e tinta guache e instruíssem as crianças sobre como deve-se amarrar o cadarço no tênis. Esta atividade será exprimida através de vídeo para as crianças compreendam como amarrar o cadarço no tênis. As crianças irão produzir o tênis, efetuando a pintura e o docente irá colar na cartolina guache e permear. A terceira atividade sugere um circuito motor. O educador demonstrará todo o trajeto do circuito para que os discentes entendam e, em seguida, cada crança irá fazer individualmente com auxílio do educador. Estas que irão pular corda, andar e ficar na linha determinada, observando e respeitando a vez do amiguinho. O discente irá alvitrar o partilhamento do bambolê. No entanto, a atividade irá acalorar a movimentação do corpo, como evidencia a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) “explorar formas de deslocamento no espaço (pular, saltar, dançar), combinando movimentos e seguindo orientações. ” (BRASIL, 2017, p. 45). A quarta atividade é a fabricação da massinha de modelar, na qual as crianças irão executar os comandos da receita da massinha de modelar caseira. O educador irá solicitar os ingredientes aos discentes, anotando em seus cadernos, solicitando que cada criança leve o que foi pedido. O preparo da massinha de modelar caseira será realizado juntamente com os alunos e depois cada criança irá usar a sua massinha de modelar, desenvolvendo sua imaginação e comunicando-se com o docente e com as demais crianças. Através dessa atividade serão focalizadas as cores, a imaginação e a criatividade. Em suma, será sugerida uma atividade de regras. Foi elegida a brincadeira “O mestre mandou”, onde os estudantes deverão seguir as normas estipuladas pela educadora, que irá solicitar a imitação de pessoas e animais entre outros. As crianças também serão postas na função de mestre, uma de cada vez, sendo estimuladas para que sejam proativos e criativos ao se colocar no poder de mestre. CRONOGRAMA JOGO OU BRINCADEIRA OBJETIVO Painel com tampas de diferentes tamanhos. Viabilizar a socialização entre as crianças; Praticar a coordenação motora fina e o raciocínio logico; Vincular e relacionar os objetos e Efetivar o encaixe das tampas nos locais indicados. Treino de amarração de cadarços. Praticar a socialização, maneiras progressivas de competências manuais, concentração, noção de tempo e espaço e coordenação motora fina.Circuito motor. Desenvolver os modos de deslocamento e espaço; Estimular o altruísmo; Amplificar a coordenação motora ampla e Praticar a lateralidade e o equilíbrio. Modelagem com massinha. Garantir contato com variadas texturas; Aguçar a imaginação; Avivar os aspectos cognitivos relacionados a edificação do número; Desenvolver a afabilidade e a confiança; Identificar os sentidos visão, olfato, tato. Mestre Mandou. Oportunizar a socialização e a interação; Permitir a construção da função simbólica, Exercer movimentos fundamentais como pular e saltar. RECURSOS As atividades propostas para apresentar os jogos e brincadeiras necessitam com recursos de baixo valor, com a exequibilidade de viabilizar aulas exitosas, dinâmicas e prazerosas, permitindo a aprendizagem apreciável. Serão produzidos jogos com aparatos recicláveis, admitindo que as crianças participem da elaboração desses jogos. Para a atividade do painel de tampas precisar-se-á de garrafas pet, papelão e tampas de diversos tamanhos. Para a atividade do treino de amarração de cadarços precisar-se-á de papel colorido, barbante e tênis confeccionado com cartolina guache Para o circuito motor precisar-se-á de pneus de diversos tamanhos, bola, fita crepe, cones, bambolês e corda. Para a atividade da modelagem com massinha precisar-se-á de farinha de trigo, óleo, corante alimentício e sal. AVALIAÇÃO A avaliação será feita de forma contínua, por meio de observação e análise de cada apresentação dos estudantes. Será produzido um relatório individual de cada criança, onde o educador irá expor os pontos positivos e negativos com o auxílio de uma ficha determinada pela equipe pedagógica na sistematização do planejamento. Posto isto, no epílogo das atividades sugeridas será exibida na reunião para discussão e austeridade para os posteriores planejamentos e dispositivos para introduzir o discente com dificuldades educacionais no contexto escolar. Todavia, focaliza-se a significância do acompanhamento do educador para analisar os aspectos (positivos e negativos) na frente das ações dos discentes. Através dos contratempos, o professor irá buscar subvenções para viabilizar o conhecimento, por meio da recreação. Além disso, irá julgar as qualidades do aluno, perante suas pretensões e conhecimento preambular. CONSIDERAÇÕES FINAIS Este projeto de ensino buscou investigar e colaborar com o trabalho do educador com a ludicidade na unidade de ensino, atentando para a forma que a ludicidade pode ser incorporada de forma premeditada e configurada em um cenário interdisciplinar, apoiando na edificação dos conhecimentos fundamentais a educação infantil. Diante da pesquisa efetuada, através do projeto de ensino em pauta, foi possível certificar que os jogos e as brincadeiras são relevantes no planejamento do professor no cenário escolar. Além da magnitude de abonar a criança o direito do brincar, fica visível que os jogos e brincadeiras são atividades que beneficiam no desenvolvimento da aprendizagem das crianças, de modo agradável, prazeroso e jocoso. Assim sendo, ela constrói conhecimentos, aprendem a interagir, manifestar-se e respeitar a equipe. No entanto, é imprescindível que na prática do brincar, a criança possua habilidade de selecionar o ambiente, escolher seus parceiros, atribuições e suas brincadeiras, entre outros. A criança necessita ter o ensejo de brincar livremente e o ensejo em que a brincadeira serve de conjuntura para a reflexão de alguma vivência precedentemente. É na brincadeira que as crianças acatam diferentes atribuições, experimentam diferentes práticas, constituem relações, desenvolvem diversas linguagens, interagem-se e produzem narrativas. Então, percebe-se sua necessidade, visto que os jogos e brincadeiras devem se fazer presentes no planejamento e no plano de aula do educador. As crianças externam seu interesse pelas atividades, este que deve ser aguçado no ambiente escolar, levando em conta que a educação infantil é a primeira etapa da educação básica, esta que é bastante relevante para os progressos diante de prerrogativas para obtenção de conhecimentos do estudante. Desse modo, esse utensílio passou a ser analisado como fundamental para o desenvolvimento das crianças, fazendo-se parte englobada no planejamento pedagógico do professor na modalidade da Educação Infantil. Perante o exposto, cabe ao educador engendrar o recinto, assegurando jogos e brincadeiras que auxiliem com as precisões dos discentes, que articule as regras com o seu dia a dia, de forma que os estudantes depreendam a razão da atividade. Dado que, com o emprego de brincadeiras e jogos, o discente irá praticar juntamente com sua capacidade de socializar, raciocinar, atingir maneiras pertinentes, austereza, domínio, altivez, afetividade, benevolência, amizade, entre outros condões que incrementam sua formação. REFERÊNCIAS AGÊNCIA DO SENADO. Notícia Especial Cidadania: Brincar é um direito garantido pela ONU e pela Constituição Brasileira. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/especial-cidadania/criancas-que-brincam-saomais-saudaveis-garantem-especialistas/brincar-e-um-direito-garantido-pela-onu-e-pelaconstituicao-brasileira#:~:text=Brincar%20%C3%A9%20essencial%2C%20um %20direito,preconizado%20pela%20ONU%20desde%201959.&text=A%20Constitui %C3%A7%C3%A3o%20Brasileira%20e%20o,(Lei%2013.257%2F2016). Acesso em 23/09/2024. ANTUNES, C. O jogo e a educação infantil: falar e dizer, olhar e ver, escutar e ouvir. Petrópolis, RJ: Vozes, 2003. BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017. 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