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PROJETO INTEGRADOR II SENAC EAD

Projeto integrador sobre Planejar ações educativas em Saúde e Segurança do Trabalho: perfil da empresa PREVENT SÊNIOR (250 funcionários) e descrição dos setores Administração, Observação, Medicação/Enfermaria e Manutenção, com atividades e rotinas.

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SENAC EAD RIO GRANDE DO SUL
CLAUDINEI DA SILVA
PLANEJAR AÇÕES EDUCATIVAS EM SAUDE E SEGURANÇA DO TRABALHO
Projeto integrador II
SÃO BERNARDO DO CAMPO - SÃO PAULO
2024
	Passo 1 – Informações sobre a empresa escolhida
	Nome da empresa:
	PREVENT SÊNIOR 
	Área de atuação:
	SAÚDE
	Segmento de atuação:
	OPERADORA DE SAÚDE
	Número total de funcionários:
	250 
	
	Passo 2.1 – Informações sobre a empresa escolhida
	Nome do setor:
	Descrição das atividades realizadas em cada setor:
	Administração
	
 A administração hospitalar é o conjunto de práticas de gestão que visa o bom funcionamento de instituições de saúde, como hospitais, clínicas, ambulatórios e consultórios. 
Ela é também conhecida como gestão hospitalar. 
Atendimento ao beneficiário, recepção de documentos, controle de fluxo aos setores após avaliação medica, registro dos procedimentos realizados durante toda avaliação até a alta do paciente.
A administração hospitalar tem como objetivos:
· Integrar as diversas funções e serviços 
· Garantir a qualidade do atendimento 
· Maximizar a eficiência 
· Gerir os recursos financeiros, insumos e profissionais.
Para administrar um hospital, é necessário ter uma visão geral de como cada setor funciona e como eles se relacionam. O gestor hospitalar deve ser capaz de tomar decisões assertivas para aperfeiçoar ou modificar os processos. 
Algumas práticas de administração hospitalar incluem: Planejamento financeiro estratégico, Implementação de métricas de desempenho, Otimização de fluxos de trabalho e processos, Controle de itens para evitar prejuízos, Estratégias de liderança para orientar equipes. 
Basicamente, a gestão hospitalar é a área responsável por manter o hospital em pleno funcionamento. Esse setor cuida de todos os demais departamentos administrativos, garantindo que suas rotinas estejam em sincronia e que possuam todo o necessário para realizar atendimentos de qualidade.
	Observação
	
Listo a seguir algumas rotinas comuns dentro de uma observação hospitalar:
· Visitas médicas para avaliação diária da condição clínica do paciente, incluindo anamnese e exame físico
· Conferência dos sinais vitais
· Ministração de medicamentos por via oral ou parenteral
· Nutrição oral ou parenteral
· Mudanças no posicionamento de pessoas acamadas
· Atividades de higienização, como banhos e troca de fraldas
· Exercícios de fisioterapia ou preventivos
· Testes complementares, quando houver indicação médica
· Elaboração de relatórios de internação
· Atualização do prontuário do paciente sempre que necessário.
	Medicação ou Enfermaria
	
Como funciona medicação ou enfermaria:
A medicação ou enfermaria faz parte da linha de assistência ao doente, fornecendo cuidados básicos e de saúde para dar seguimento às terapias prescritas.
Além de permitir o monitoramento de pessoas em momentos delicados, como gestantes e indivíduos que aguardam pelo diagnóstico.
Essa trajetória tende a começar com uma consulta ou atendimento e pronto-socorro, avançando para a identificação, confirmação de doença e tratamento cirúrgico.
Ou outra abordagem que necessite ser conduzida por profissionais de saúde, como a administração de medicamentos por via endovenosa.
Geralmente, a enfermaria serve como etapa final da jornada do paciente dentro do hospital.
Já os pacientes internados na medicação ou enfermaria não precisam de aparelhos para monitorar os sinais vitais continuamente.
É por isso que os leitos da medicação ou enfermaria hospitalar possuem poucos dispositivos, podendo contar com suporte para a administração de medicamentos, por exemplo.
A equipe que trabalha na enfermaria também é menor quando comparada à UTI, pois os doentes não se encontram em estado grave.
	Manutenção
	
A manutenção hospitalar é um conjunto de atividades e estratégias que visam garantir o bom funcionamento dos equipamentos e da estrutura de um hospital: 
· Conservação da estrutura física, como paredes, portas e janelas 
· Manutenção de equipamentos hospitalares, como geradores de energia e equipamentos de refrigeração 
· Manutenção da rede de energia elétrica, fornecimento de água e climatização 
A manutenção hospitalar é importante porque: 
· Identifica problemas nos equipamentos e sistemas antes que eles falhem ou quebrem 
· Minimiza a possibilidade de acidentes e danos às pessoas e ao patrimônio 
· Evita a perda de qualidade do atendimento, o desconforto dos pacientes e o bloqueio de leitos 
A manutenção hospitalar é realizada por meio de um plano de manutenção que inclui: 
· Ações programadas e concebidas para garantir o bom funcionamento e a higienização dos equipamentos médicos e do ambiente do hospital 
· Um cronograma de ações que serve de referência operacional para o planejamento 
· A programação de paradas para prever a indisponibilidade de equipamentos 
A manutenção hospitalar pode ser preventiva ou corretiva: 
· A manutenção preventiva é um conjunto de medidas que visa garantir o bom funcionamento e a higienização dos equipamentos e do ambiente. 
· A manutenção corretiva é realizada após a ocorrência de uma falha ou mau funcionamento dos equipamentos 
· Podemos entender a manutenção hospitalar como um conjunto de atividades que servem para conservar e aproveitar o potencial da estrutura e equipamentos durante sua vida útil.
	Hotelaria e Higienização
	
Setor de hotelaria e higienização hospitalar coordena as instalações e cuidados prestados aos pacientes que permanecem internados em todo os setores do hospital.
Atenção à higienização e desinfecção
Assim como as escalas dos profissionais de saúde, as do time de hotelaria e higienização e devem estar em dia para evitar contaminações e prevenir complicações de saúde caso um doente seja infectado.
A higienização é importante não apenas para a segurança dos pacientes, mas também para os profissionais que circulam pela enfermaria e ficam expostos aos contaminantes.
Eles devem zelar pela desinfecção de equipamentos e insumos utilizados nos procedimentos médicos.
	Raio X
	
O raio X, também conhecido como radiografia, é um exame de imagem não invasivo que usa radiação para identificar alterações em ossos e órgãos. É uma ferramenta valiosa para o diagnóstico médico, pois permite visualizar o interior do corpo sem a necessidade de cortes na pele. 
O raio X funciona da seguinte forma:
· O aparelho emite um feixe de radiação ionizante que atravessa o corpo do paciente; 
· A radiação é absorvida de forma diferente por cada estrutura do corpo, sendo que os ossos absorvem mais e os tecidos moles menos; 
· Os raios X não absorvidos atingem um receptor, gerando uma imagem em tons de cinza, preto e branco; 
· A cor da imagem depende da densidade da estrutura, sendo que os ossos aparecem mais brancos e os tecidos moles mais escuros. 
O raio X é muito usado em emergências médicas, terapia intensiva e na investigação de diversas doenças, como fraturas, pneumonia, tumores, obstruções intestinais, entre outras. 
É importante remover joias, óculos ou qualquer objeto metálico antes da realização do exame
A Norma Regulamentadora 32 (NR 32) do Ministério do Trabalho é uma das normas que trata da segurança e saúde dos trabalhadores em serviços de saúde, incluindo a radiologia. A NR 32 estabelece exigências para as salas de raios X, como:
· As portas devem ter o símbolo internacional de radiação ionizante e a inscrição “Raios X, entrada restrita” ou “Raios X, entrada proibida a pessoas não autorizadas”
· Uma lâmpada vermelha acima da porta, pelo lado externo, que é acionada durante os exames
· As portas de acesso à sala de exames devem permanecer fechadas durante os procedimentos
· Cada sala pode conter apenas um equipamento de raios X 
Além da NR 32, outras normas que tratam de radiologia são:
· A RDC Nº 611 de 09:03:2022 – ANVISA, que regulamenta o controle das exposições médicas, ocupacionais e do público 
· A Norma CNEN NN 6.14, que dispõe sobre os requisitos de radioproteção e segurança radiológica para a obtenção de imagens humanas para fins de segurança pública 
· A NormaCNEN NN 6.10, que trata da segurança de fontes de radiação
· 
	Tomografia computadorizada
	
O QUE É E PARA QUE SERVE A TOMOGRAFIA? A tomografia é um procedimento de imagem de raio-x computadorizado, responsável por produzir imagens de excelente qualidade dos órgãos internos e diagnosticar diversas doenças potencialmente graves. Além de ser indolor, é um exame não invasivo, simples e rápido. 
A tomografia é um exame de imagem não invasivo, que pode ser utilizado como um exame de apoio para os médicos com o objetivo de analisar diferentes partes do corpo: ossos, fígado, cérebro, ovários, rins, pâncreas, pulmões, vias biliares e pleura. 
Com isso, é capaz de diagnosticar doenças, como: pneumonia, embolia pulmonar, aneurismas, tumores benignos e malignos, AVC, edemas cerebrais, fraturas, hemorragias e, até mesmo, pequenos nódulos. 
 TIPOS DE TOMOGRAFIA: Existem diversos tipos de tomografias que são solicitadas dependendo da exigência médica e da região do corpo que precisa ser avaliada. As principais são: 
TOMOGRAFIA DO TÓRAX: A tomografia do tórax é realizada quando há necessidade de analisar a caixa torácica a fim de diagnosticar doenças pulmonares.   
As principais doenças que podem ser identificadas com esse exame, são:   
· Pneumonia; 
· Embolia Pulmonar; 
· Asma; 
· Tuberculose; 
· Tumores benignos e malignos; 
· ANEURISMA; 
· Hipertensão Pulmonar; 
· Tumores mediastinais (região do mediastino). 
  Além disso, é considerada um exame de imagem para Covid-19, sendo indicada para avaliar o comprometimento pulmonar por ter alta sensibilidade e especificidade. 
TOMOGRAFIA COM CONTRASTE: A tomografia com contraste é feita para que as imagens do exame fiquem ainda mais claras e, para isso, utiliza-se um composto a base de iodo que é ingerido por via oral ou aplicado por via intravenosa. Deste modo, os tecidos absorvem esse contraste, facilitando na observação de problemas em regiões vascularizadas, identificando tumores, alterações no crânio, coluna, abdome e articulações.    
Como dito, o contraste é formulado a base de iodo, portanto, caso o paciente tenha sensibilidade ou alergia a substância ou mariscos do mar, é fundamental dizer ao médico e preencher o questionário entregue antes do exame de forma correta. 
	Passo 2.2 – Identificação de equipamentos e normativas utilizados para a realização das medições (NESTE PASSO SOMENTE AS AVALIAÇÕES QUANTITATIVAS)
	
Nome do setor:
	Fator de risco identificado: 
	Classificação do fator de risco:
	Equipamento utilizado para avaliação quantitativa:
	Norma ou método utilizado para avaliação quantitativa:
	
Administração
	Fatores biomecânicos
	Ergonômico
	RX, tomografia
	 NR17 
Métodos: 
RULA, REBA, NIOSH E OWAS
	
Observação
	Fatores biomecânicos
	  Ergonômico
	 RX, tomografia
	NR17 
Métodos: 
RULA, REBA, NIOSH E OWAS
	 
Medicação ou Enfermaria
	 Fatores biomecânicos
	    Ergonômico
	  RX, tomografia
	  NR17 
Métodos: 
RULA, REBA, NIOSH E OWAS
	
Manutenção
	 Calor e ruido intermitente
	Físico
	Decibelímetro e Termovisor 
	
  Audiometria e Termografia
	
Hotelaria e Higienização
	 Produtos químicos de limpeza em geral
	  Químico
	 Bombas gravimétricas, medidores passivos e instantâneos
	 NR15 anexo 12
	 
Raio X 
	 Exposição a radiação ionizante
	  Físico
	Contador Gêiser
	NR15 anexo 05
	
Tomografia
	 Exposição a radiação ionizante
	Físico
	 Contador Gêiser
	NR 15 anexo 05
	Passo 3 – Identificação das ações educativas aplicáveis a cada setor, levando em consideração todos os fatores de riscos (qualitativos e quantitativos)
	
Nome do setor: 
	Fator de risco identificado:
	Classificação do fator de risco:
	Ações educativas propostas:
	
Administração 
	 Exposição a vírus e bactérias
	 Biológico
	Formas de prevenção aos riscos biológicos.
Higienização e desinfecção frequente das mãos, roupas e ambientes;
· Uso de EPIs como luvas, toucas, máscaras e jalecos;
· Estabelecer rígidos padrões sobre o manuseio de objetos perfurocortantes;
· Descartar resíduos corretamente;
· Distanciamento
	
Observação
	
 Levantamento 
de peso
	  
Ergonômico 
	• DDS sobre os riscos ergonômico no corpo
Humano, alongamentos e ginastica laboral.
• NR-6 Treinamento sobre uso correto dos
EPIs
	Medicação ou Enfermaria
 
	 Manuseio de agulhas e seringas
	Físico 
	• NR-6 Treinamento sobre uso correto dos
EPIs
	
 Manutenção
	 Exposição a calor e ruido
	Físico 
	
• NR-6 Treinamento sobre uso correto dos
EPIs 
 
	
 
Hotelaria e Higienização
	 Exposição a produtos químicos
	 Químico
	 
• DDS sobre os riscos químicos no corpo
humano
• NR-6 Treinamento sobre uso correto dos
EPIs
 
	 
Raio X 
	 Exposição a radiação ionizante 
	Físico 
	
• NR-6 Treinamento sobre uso correto dos
EPIs 
 
 
	
 Tomografia
	 Exposição a radiação ionizante 
	 Físico
	
• NR-6 Treinamento sobre uso correto dos
EPIs 
 
 
	Passo 4.1 – Treinamento obrigatório segundo as normas regulamentadoras 
	Tema:
	NR 06 Uso correto de EPIs 
	Responsável técnico:
	Técnica em Segurança do Trabalho Claudinei da Silva
	Ministradores:
	Técnica em Segurança do Trabalho Claudinei da Silva
	Carga horária:
	08 horas
	Conteúdo:
	• Objetivos.
• Definições.
• Aspectos Legais
• Responsabilidades: empregador e empregado.
• Certificado de Aprovação – CA.
• Equipamento de Proteção Individual – EPI.
• Uso correto, guarda e conservação.
	Passo 4.2 – Campanha de conscientização referente à segurança do trabalho
	Tema:
	Prevenindo a saúde na Prevent Sênior  
	Responsável pela execução:
	Técnico em Segurança do Trabalho e RH
	Recursos que serão utilizados (apostilas, materiais, mesas, cadeiras):
	Apostilas, banner, projetor

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