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Articulação Se um tendão rompe é possível ver pois vai ter um deslocamento da articulação Luxação ou Subluxação é o deslocamento da articulação Articulação úmero-radio-ulnar vista médio lateral Vista crânio-caudal Primeira vista crânio caudal – carpo- incidência lateral vista latero medial Segunda dorso palmar – articulação do carpo Metacarpo com incidência dorso palmar Em uma tem um animal jovem, por ser jovens suas epífises não estão unidas e da a impressão de esta tudo “quebrado” pois os ossos da pelve estão tudo separado Articulação fêmur tíbio patelar Vista lateral Incidência crânio caudal Ossos do tarso Vista lateral Dorso-plantar Articulações anormalidades LUXAÇÃO É o deslocamento total de um osso De fácil diagnostico Subluxação ou deslocamento parciais são mais difíceis de serem avaliadas Ambas podem ser congênitas ou adquiridas RUPITURA DE LIGAMENTO Cruzado cranial: deslocamento cranial da tíbia em relação ao fêmur. Se for p cruzamento caudal vai ter deslocamento caudal da tíbia. Colateral: alargamento do espaço articular no local afetado Não é possível ver totalmente, mas como o osso vai se deslocar vai ser possível ver na radiografia OBS: ela vai perguntar que articulação é que vista é essas. Tudo isso colocando uma imagem de radiografia. Quais os ossos envolvidos Articulação escapulo-umeral Luxação da articulação escapulo-umeral Imagem a direta é medial a vista – e aqui é visto para que lado ela deslocou que foi lateral.- vista caudo-cranial Imagem na esquerda vai ter uma sobreposição dos tecidos, a região ta mais radiopaca por causa da sobreposição que ficou mais denso Articulação úmero-radio-ulnar Na primeira imagem não está tendo articulação teve um deslocamento da articulação úmero-raio-ulnar e a ulna está quebrada, por ela ter quebrado não tem articulação e acabou deslocando o osso. – Vista médio lateral Na segunda imagem é a articulação normal Luxação da articulação úmero-rádio-ulnar sem fratura associada A segunda imagem média lateral e a primeira imagem crânio-caudal. Na imagem médio lateral ta tendo uma sobreposição Articulação radiocárpica Luxação da articulação radiocárpica. Vista dorso palmar. Articulação coxofemoral: Luxação da articulação coxofemoral direta. Vista ventro-dorsal. A imagem do lado vista lateral o fêmur foi para lá perto da coluna Articulação fêmur-tíbio-patelar: Subluxação na articulação fêmur-tíbio-patelar, os ossos estão se articulando parcialmente, esta deslocada por causa do rompimento do ligamento cruzado cranial Articulação tibiotársica luxação da articulação tibiotársica DOENÇAS ARTICULARES Osteoartrose: alteração degenerativa não-inflamatória Fissuras, estreitamento do espaço articular, mineralização da articulação Artrite infeciosa: pouca evidência radiológica em casos recentes – distensão da capsula articular ela vai esta aumentada tendo maior radiopacidade. Artrite não infecciosa: reumatismo-perda do padrão trabécula e erosão de cartilagem e osso subcondral (corpos) Lúpus eritematosos sistêmico- várias articulações processo inflamatório Poliartrite felina- baixa opacidade óssea neoformação óssea periosteal, erosão de cartilagem e osso subcondral, anquilose (falsa articulação) Articulações carpais: Osteoartrose, esclerose óssea e obliteração dos espaços ósseos Articulação fêmur-tíbio-patelar: alteração degenerativa, calcificação intra-articular. Corpo danificado por projetil em alta velocidade Fraturas múltiplas dos metacarpos Displasia coxofemoral Formação anormal a articulação coxofemoral Radiografia Único método disponível para demonstrar de modo conclusivo a presença de alterações Causas Hereditário (raças grandes) Fatores externos- severidade da doença Raças predispostas: exames radiográficos a parti de 1 ano e a cada ano Posicionamento: animal sob sedação, em decúbito dorsal. Membros pélvicos tracionados caudalmente e paralelos entre si Posição “pata de rã” Radiografia-características: asas do ílio tem que ta assimétricas, formares obturadores com tamanhos iguais e contornos simétricos, margens acetabulares dorsais devem ser visíveis através das cabeças femorais. Acetábulo profundo, cabeça femoral redonda e uniforme, cabeça do fêmur se ajusta confortavelmente no interior do acetábulo e pele menos metade da cabeça deve estar em seu interior, colo femoral é liso e fino. O grau tem que ser igual a 105 não pode ser menor que isso. Quando esse grau vai diminuindo significa Subluxação. Radiografia-alterações Ângulo de norberg- o quanto a cabeça do fêmur está encaixada no acetábulo. Faz um ponto no centro da cabeça do fêmur e tangencia a linha para a borda do acetábulo angulação deve ser igual a 105 maior que 97. O posicionamento do animal é dorsal Acetábulo raso Cabeça do fêmur se ajusta insuficientemente no acetábulo Contorno da cabeça do fêmur se desvia do contorno do acetábulo ao longo da margem acetabular cranial e caudal Subluxação ou luxação da cabeça femoral pode estar presente Osteoartrose: desgaste irregular da cabeça do fêmur. Nova produção óssea ao redor do acetábulo e sobre a cabeça e colo femorais. Linha de opacidade aumentada aparece sobre o colo femoral ao longo da linha de fixação da cápsula articular. CLASSIFICAÇÃO DCF SEGUNDO A ABRV Esses são os parâmetros usados para escolha de um animal para reprodução. Até a classe C pode ser usado. HD-/GRAU A Cabeça femoral e acetábulo congruentes Bordas crânio-lateral pontiaguda e ligeiramente arredondada Espaço articular estreito e regular Ângulo de norberg= 105º HD+/+/GRAU B Cabeça femoral e acetábulo ligeiramente incongruentes Ângulo de norberg 105º HD+/GRAU C Cabeça femoral e acetábulo incongruentes Ângulos de norberg 100º ou ligeiramente achatado da borda acetabular. HD++/GRAU D Evidente incongruência entre a cabeça femoral e o acetábulo Sinais de Subluxação Ângulo de norberg 95º Achatamento da borda HD+++/GRAU E Sinais de luxação ou Subluxação Ângulo de norberg