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CabosProtecções.doc - 1 - EST2000/01 Instituto Politécnico de Setúbal Escola Superior de Tecnologia Materiais e Equipamentos Eléctricos Dimensionamento de cabos e protecções Ano Lectivo 2000/01 (Albano de Almeida). CabosProtecções.doc - 2 - EST2000/01 Aplicações, quadros e tabelas do livro: Sistemas De Protecção Eléctrica De: José Vagos Carreira Matias Ludgero Paula Nobre Leote CabosProtecções.doc - 3 - EST2000/01 Dimensionamento da canalização de alimentação de motores trifásicos 1. Dimensionamento da canalização 1.1. Determinação da secção de aquecimento sa 1.1.1. Cálculo da corrente de serviço ηϕ ⋅⋅⋅ = cos3 C U S U PI (sistema trifásico) ηϕ ⋅⋅ = cosU P I U S (sistema monofásico) 1.1.2. Consulta de tabelas de correntes máximas admissíveis (a T=20ºC) IS=ImáxT=20ºC Atender: • ao material da alma condutora • ao tipo de canalização (por ex.: cabo ou condutor em tubo) • ao tipo de instalação (por ex.: ao ar livre ou enterrado) • ao disposto no nº 2 do artº 186 do RSIUEE (nº de condutores a considerar) • a tensão nominal da instalação • a secção mínima (artº 426 RSIUEE) Nota: Tabelas 1, 2 e 3 anexas. 1.1.3. Correcção do valor da corrente indicado na tabela consultada • β -factor de correcção que atende à proximidade de outras instalações Nota: Tabelas 4,5 e 6 anexas • γ -factor de correcção que atende à temperatura ambiente habitual Nota: Tabela 7 anexa 1.1.4. Cálculo de IZ (intensidade máxima admissível na canalização nas condições impostas no enunciado) IZ=ImáxT=20ºC. β.γ CabosProtecções.doc - 4 - EST2000/01 1.1.5. Verificação sa escolhida serve se IZ≥IS 1.2. Determinação da secção de queda de tensão sq 1.2.1. Consulta de tabelas de características das almas condutoras Atender: - Ao tipo de alma condutora (cobre estanhado (isolamento de borracha) ou não estanhado, alumínio de secção circular ou sectorial, rígida ou flexível) - Ao tipo de cabo (monofásico (só uma alma condutora) ou vários condutores paralelos ou cableados) - À queda de tensão máxima ε (artº 426 RSIUEE) 1.2.2. Determinação da condição de queda de tensão 1002 ⋅ ⋅⋅ ⋅⋅≥ ηε ρ C U q U PS � ε - 3% (iluminação); 5% (outros) ou com 1000 Sr ⋅=ρ r, em Ω/Km ηε ⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅≥ 210 C U q U PSrS � (sistema trifásico) ηε ⋅⋅⋅ ⋅⋅⋅≥ 25 U PSrS U q � (sistema monofásico) Para o cálculo das quedas de tensão: Resistência de dois condutores Queda de tensão em linha (V) Queda de tensão em linha (%) Entre fase e neutro (%) Circuito entre fases (%) Circuito trifásico (%) 1000 2 �rRC = ϕ ϕ cos. 1000 2 cos Ir IRV C �= ==∆ [ ] [ ]%cos. 10 2 100.% ϕI U r U UV �= =∆=∆ [ ] [ ]%cos. 5 06,1% ϕI U rV �=∆ [ ] [ ]%cos. 5 06,1% ϕI U rV C �=∆ [ ] [ ]%cos. 10 06,1% ϕI U rV �=∆ CR -Resistência do condutor ( Ω ) � –Comprimento (m) r –Resistência do condutor ( Ω /Km) I –Corrente (A) U –Tensão simples CU -Tensão composta 1,06 – Factor de correcção médio do aumento de resistência com a temperatura CabosProtecções.doc - 5 - EST2000/01 1.2.3. Determinação da secção A maior de entre sa e sq A não verificação de sa ou sq inicialmente prevista obriga a que se prevejam secções superiores até se verificarem, simultaneamente, as condições de sa e sq 2. Protecção da canalização de alimentação de motores trifásicos 2.1. Protecção contra sobrecargas O aparelho de protecção contra sobrecargas do motor protege também contra sobrecargas a canalização se forem verificadas as condições impostas no artº 577 (RSIUEE): • Inf≤1,15IZ (nº 1, artº 577 RSIUEE) Sendo (Quadro I) Inf=1,5IN no caso de fusíveis de calibre IN≤10A Inf=1,4IN no caso de fusíveis de calibre 10A25A Ou (Quadro IV) Inf=1,1IN no caso de relés (disjuntores) sem regulação Inf=1,05IN no caso de relés (disjuntores) com regulação Se o aparelho de protecção contra sobrecargas for colocado na linha deverá ser Znf II 15,13 ≤ • IS≤IN≤IZ (nº 2, artº 577 do RSIUEE) 2.2. Protecção contra curto-circuitos O aparelho de protecção contra curto-circuitos do motor protege também contra curto-circuitos a canalização se for verificado o disposto no artº 580 do RSIUEE nomeadamente a condição imposta no seu nº 2. • Cálculo da resistência dos dois condutores entre os quais se prevê um corta-circuitos nas condições indicadas no artº 580 CabosProtecções.doc - 6 - EST2000/01 �⋅= 1000 rRC r – resistência do condutor em Ω/Km � - comprimento do condutor RC – resistência de cada condutor Para achar a resistência total dos dois condutores : RCT=RC1+RC2; se forem iguais: RCT=2RC • Correcção do valor da resistência dos dois condutores RCT com a variação da resistência com a temperatura RT=RCT(1+α∆T) em que ∆T=Ta-20ºC • Cálculo da corrente de curto-circuito mínima mT CC RR UI + = U – Tensão entre os dois condutores imediatamente antes da do curto- circuito. Rm – Resistência equivalente a montante do quadro onde tem início a canalização. • Cálculo do tempo máximo durante o qual a canalização pode ser submetida ao curto-circuito 2 =⇔= CCCC I SKt I SKt K – Constante cujo valor é indicado no artº 580 do RSIUEE S – Secção da alma condutora ICC – Corrente de curto-circuito mínima • Verificação na curva característica do aparelho de protecção para ICC, tcdo fusívele 591). 2 -O ponto de arranque do motor deve estar 'abaixo' da curva do fusível. 3- O fusível deve proteger o relé, isto é, o relé não pode atingir o seu ponto de destruição térmica. Quanto ao primeiro ponto, servirá qualquer fusível entre 5,5 A e 5,5x4=22 A. Quanto ao segundo ponto, por sobreposição no mesmo gráfico das curvas dos fusíveis e do ponto de arranque, verifica-se facilmente que serve qualquer fusível de calibre ≥6 A (na figura abaixo, está feita esta sobreposição). Atendendo a estes dois pontos, escolhíamos, obviamente, o fusível de menor calibre entre os calibres possíveis, portanto o de 6 A. No entanto resta-nos veri- ficar o terceiro ponto. Esta verificação pode ser feita por sobrepo- sição no mesmo gráfico da curva do fusível (pág. 33) e do relé térmico (pág. 36). Não havendo na página 40 nenhum relé de 5,5 A faz-se uma interpolação gráfica (aproximação) obtendo-se desta forma uma curva aproximada para este relé. Na Fig. mencionada faz-se também esta sobreposição, incluindo além do relé os fusíveis de 6 e 8 A. Pode verificar-se que qualquer destes 2 fusíveis protege o relé, ficando o ponto B (ponto de destruição térmica do relé) 'acima' de qualquer dos 2 fusíveis. Poderíamos por isso escolher qualquer um dos 2 fusíveis; no entanto a tabela 10 aconselha, como CabosProtecções.doc - 15 - EST2000/01 acompanhamento para o relé escolhido LR.D09 310, um fusível aM8 (calibre 8 A). Escolhemos portanto 3 fusíveis aM8, um por fase, e colocamo-los no início da canalização, a montante do relé. Acrescente-se que o facto de ser aconselhado o fusível aM8, em detrimento de outros, resulta de, na prática, este fusível permitir uma melhor selectividade com o relé correspondente. Evidentemente que, para a escolha do fusível, poderíamos ter ido directamente à tabela 10, a qual nos indicava, sem mais trabalho, o calibre do fusível. No entanto entendemos como conveniente exemplificar toda a sequência lógica até ao ponto de escolha do fusível. CONCLUSÃO Por análise da curva do fusível aM escolhido , IN=8 A, verifica-se que para a corrente de curto-circuito obtida, o fusível funde num tempo inferior a 0,01 s, portanto este fusível protege também a canalização contra curto- circuitos. Problema 3 - Arranque estrela triângulo (ΥΥΥΥ-∆∆∆∆) Considere um torno mecânico, trifásico, de 30 Cv, com um rendimento de 90%, cosϕ=0,8, alimentado por intermédio de um cabo VAV, à temperatura ambiente de 20° C. A tensão entre fases é 400 V. Dimensione as protecções do motor, contra sobrecargas e curto-circuitos, utilizando relés térmicos e fusíveis. Dados: Pu=30 Cv=30x736=22100W η=0,9 cosϕ=0,8 Uc=400 V cabo VAV θa=20 °C Resolução: a –Cálculo de Is WPP u abs 24600 9,0 22100 === η A U PI c abs s 44 8,04003 24600 cos3 = ⋅⋅ = ⋅⋅ = ϕ b –Cálculo do ponto de arranque Dado o valor da potência do motor, segundo o art.º 431, o arranque pode ser do tipo estrela-triângulo desde que com o acordo prévio do distribuidor. Neste caso, as normas VDE indicam-nos que as protecções devem ser escolhidas tendo em conta uma corrente de arranque Ia = 2xIs durante um CabosProtecções.doc - 16 - EST2000/01 tempo ta≤15s, fazendo-se deste modo o arranque em boas condições, sem actuação intempestiva das protecções. Temos assim: Ia = 2xIs= 2x44=88 A ta≤15s c -Escolha do fusível Consultando as curvas da página 38 e atendendo ao art.º 591, o fusível aM50 (IN=50A) é o indicado para proteger o motor. Coloca-se um fusível por fase no início da canalização. d –Escolha do relé térmico Ligação de enrolamentos em triângulo; b -Ligação de enrolamentos em estrela. As figuras a ao lado representam respectivamente as ligações em triângulo e em estrela dos enrolamentos de um motor. Quando os enrolamentos estão ligados em estrela a corrente absorvida à rede pelo motor é 1/3 da corrente absorvida à rede quando o motor tem os enrolamentos ligados em triângulo. Deste modo, se o motor em regime permanente (ligação em triângulo) absorve à rede uma corrente Is (44A), em estrela absorve uma corrente Is/3 (15,6 A). Dados os picos de corrente existentes no arranque dos motores, os quais poderão danificar os enrolamentos, faz-se, para potências >4kW o arranque em estrela (absorvendo 1/3 da corrente), passando automaticamente a triângulo ao fim de um tempo por nós regulado. A figura representa o circuito de potência de um motor trifásico com arranque automático estrela-triângulo. Quando são ligados os contactores KM1 e KM2 o motor arranca em estrela; passados alguns segundos KM1 abre e KM3 fecha, ficando o motor a funcionar em triângulo em regime permanente. Circuito de potência de um motor trifásico com arranque automático estrela-triângulo. Dada a localização do relé no circuito de potência, a corrente que o percorre quando os enrolamentos estão ligados em triângulo é 3sI (25 A) CabosProtecções.doc - 17 - EST2000/01 enquanto que se os enrolamentos estão em estrela a corrente que o percorre é Is/3 (14,7A). Por este motivo o relé tem de estar regulado para o maior destes valores (25 A) porque de outro modo o relé estava sempre a disparar (caso de estar regulado para 14,7A). Portanto o valor de regulação será: AIr 25 3 44 == Consultando a tabela 10, escolhemos o relé trifásico cuja referência é LR.D40 353, regulado para 25A. Note-se que esta tabela aconselha para o relé escolhido um fusível aM de 40A, no entanto essa escolha só é válida para arranques directos, caso em que Is=Ir, o que já não acontece no arranque estrela-triângulo. Problema 4 - Máquina estática Considere uma máquina de soldar alimentada a duas fases com a potência aparente de 8kVA (cosϕ=1). O cabo pelo qual é alimentada sai dum quadro parcial, encostado a outros 5 cabos, ao ar livre e tem um comprimento de 20 metros. A tensão entre fases é de 400V. A temperatura ambiente é de 35 °C. a) Escolha a secção dos condutores do cabo e o calibre dos fusíveis. Verifique se o art.º 425 do RSIUEE é respeitado. b) Verifique se o fusível escolhido para proteger a máquina também protege a canalização contra curto-circuitos. Considere que a resistência a montante do quadro é Rm=O,18 Ω e o cabo é do tipo BCV 2x6+T6 com um comprimento de 20 m. Dados: Sa=8kVA=8000 VA Uc=400V cosϕ=1 Rm=0,18. Ω cabo BCV 2x6 + T6 m20=� n.º de cabos – 6 (ar livre e encostados) θa=35 °C Resolução a) Escolha de secção e protecção da máquina. Cálculo da corrente de serviço Is A U SI c a s 20 400 8000 === CabosProtecções.doc - 18 - EST2000/01 Cálculo da secção Em função da corrente obtida vamos inicialmente, por consulta da tabela adequada, escolher uma secção que admita a corrente em regime permanente, Is. De seguida iremos ver se, para a secção escolhida, o art.º 425 é respeitado. Em caso negativo há que alterar a secção previamente escolhida. Assim, consultando a tabela 1 e atendendo às características do cabo BCV (consultar tabela 11 da página 36 -note-se que o condutor de terra não é considerado para o efeito), obtemos: para S = 6mm2 → Imáx=50 A Fazendo a correcção à variação de temperatura e ao nº de cabos encostados (ar livre) obtém-se: γ=0,82 e β=0,75. Portanto: Iz=Imáx.γ.β= 50x0,82x0,75=30,75A Note-se que se escolhêssemos a secção S=4 mm2, o valor obtido para Iz (24,5A) seria muito próximo do valor de Is o que não é muito aconselhável. Escolha do fusível Vamos escolher um fusível do tipo gl e socorrer-nos dos quadros I e II da página 25. Assim, atendendo ao art.º 577 do RSIUEE: 1,15xIz=1,15x30,75=35,36A Por consulta do quadro II e atendendo ao art.º 577. para Inf=35A, IN=25A Portanto escolhemos fusíveis gl de 25 A, colocando um por fase. Cálculo da queda de tensão (art.º 425) ϕcos 5 06,1% ⋅⋅⋅⋅=∆ s c Ir U U � Por consulta da tabela 8 e de atendendo às características do cabo BCV e condiçõesde instalação, obtemos: r=3,06 Ω/Km Is=20 IN=25 IZ=30,75 1,15IZ=35,36 Inf=35 CabosProtecções.doc - 19 - EST2000/01 Substituindo valores, vem: %65,01202006,3 4005 06,1% =⋅⋅⋅⋅ ⋅ =∆U Este valor é bastante inferior ao valor máximo imposto pelo RSIUEE, portanto a secção escolhida anteriormente é a adequada. b) Protecção da canalização contra curto-circuitos Cálculo da resistência do cabo, Rc Por consulta da tabela 8: para S=6 mm2 → r=3,06 Ω/km Donde vem: Ω=⋅⋅= 12,0 1000 22006,3cR (a 20 ºC) Correcção devido à variação de temperatura Rcq=Rcfx[1+αx∆θ]=0,12x[1+0,004 x(35-20)]=0,13 Ω Cálculo da resistência total, RT RT=Rm+Rcq=0,18+0,13=0,31 Ω Cálculo da corrente de c.c., Icc A R I T cc 1226 31,0 380380 === Cálculo de t, atendendo ao art.º 580 66,0 1226 6135 =⋅=⋅= ccI SKt donde t=0,44 s Conclusões Consultando a tabela de fusíveis gl, página 39 verificamos que o fusível de 25 A corta a corrente de 1226 A num tempo inferior a 0,01 s, portanto a canalização está bem protegida contra curto-circuitos. Problema 5 - Arranque directo Faça a protecção do motor do problema 1, usando agora um disjuntor magnetotérmico tripolar D30 tipo U. CabosProtecções.doc - 20 - EST2000/01 Dados: Pu=3 Cv=2208W Uc=400V η=0,78 cosϕ=0,74 Resolução: Corrente de serviço Is = 5,5A Ponto de arranque Ia=33A ta≤5 s Escolha do calibre do disjuntor Tendo em conta o art.º 591 do RSIUEE e por consulta do gráfico de curvas de disjuntores D 30 tipo U, página 41 escolhemos um magnetotérmico de IN=10 A, ficando assim o motor protegido contra sobrecargas e curto- circuitos. Por análise da curva verifica-se também que a partir de valores de corrente superiores a 90 A (≈15,5x1s) o disparo do disjuntor é quase instantâneo (t400A 4h CabosProtecções.doc - 26 - EST2000/01 Quadro IV Características dos disjuntores (artº 134 – comentários 3) Intensidade nominal (IN) Intensidade convencional de não funcionamento Intensidade convencional de funcionamento Disjuntores sem regulação 1,1 IN 1,3IN Disjuntores com regulação 1,05 IN 1,2 IN Nota – para os disjuntores com regulação, I é a corrente de regulação dos relés, variável, em geral, entre 0,65IN e IN. Quadro V Características dos disjuntores (artº 134 – comentários 3) Intensidade nominal (IN) (A) Intensidade convencional de não funcionamento (A) Intensidade convencional de funcionamento (A) 6 7 8 10 11 13 15 16,5 19,5 20 22 26 25 27,5 32,5 30 33 39 40 44 52 50 55 65 60 66 78 80 88 104 100 110 130 125 137 162 150 165 195 200 220 260 CabosProtecções.doc - 27 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 28 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 29 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 30 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 31 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 32 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 33 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 34 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 35 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 36 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 37 - EST2000/01 CabosProtecções.doc- 38 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 39 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 40 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 41 - EST2000/01 CabosProtecções.doc - 42 - EST2000/01 Protecção da canalização de alimentação de motores trifásicos Problema 1 -Protecção de uma canalização Por consulta da tabela 4 Por consulta da tabela 7 (=0,94 Protecção por fusível Inf(1,15xIZ ( Inf(69,2A Finalmente. vem Problema 2 -Arranque directo A corrente absorvida pelo motor é Verificação dos limites de quedas de tensão permitidos Escolha do fusível aM CONCLUSÃO Pu=30 Cv=30x736=22100W Problema 4 - Máquina estática Resolução Cálculo da secção Escolha do fusível Cálculo da resistência do cabo, Rc Correcção devido à variação de temperatura Cálculo de t, atendendo ao art.º 580 Conclusões Corrente de serviço Is = 5,5A Ponto de arranque Escolha do calibre do disjuntor Problemas para resolver Problema 1 Problema 4 Problema 5 Problema 6 Problema 7 Problema 8