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CONCEITO DE CONHECIMENTO Desde a antiguidade, buscam-se definições para conhecimento. Sócrates (470-399 a.C.), na apologia ao pensador escrita por Platão, pergunta, o que pode ser conhecido e, se é possível um conhecimento absoluto. O filósofo conclui que não é possível conhecer alguma coisa sem reconhecer a própria ignorância. Para Platão (428-347 a.C.) o conhecimento nada mais é do que a crença verdadeira e justificada. Desta forma o homem deveria buscar ascender do mundo sensível ao inteligível para ter um real conhecimento dos seres CONCEITO DE CONHECIMENTO Para o filósofo Aristóteles o conhecimento deveria ter uma justificativa lógica e argumentos que o sustentasse. O seu argumento era que nenhum efeito poderia existir sem que estivesse ligado a alguma causa.. CONCEITO DE CONHECIMENTO Segundo John Locke demonstra experimentalmente que no conhecimento não existe nada de inato e tudo é aprendido com a experiência. Locke recorre a uma metáfora que se tornou célebre: a mente humana é ao nascer um papel em branco sobre o qual a prática do mundo externo e a reflexão individual imprimirão aqueles sinais denominados conhecimento. CONCEITO DE CONHECIMENTO O filósofo alemão Immanue Kant responde à questão de como é possível o conhecimento. O conhecimento é possível porque o homem possui faculdades que o tornam possível. Fontes de conhecimento no sujeito: A sensibilidade, por meio da qual os objetos são dados na intuição. O entendimento, por meio do qual os objetos são pensados nos conceitos. CONHECIMENTO SER HUMANO X ANIMAL Entre todos os animais, nós, os seres humanos, somos os únicos capazes de criar e transformar o conhecimento; somos os únicos capazes de aplicar o que aprendemos, por diversos meios, numa situação de mudança do conhecimento; somos os únicos capazes de criar um sistema de símbolos, como a linguagem, e com ele registrar nossas próprias experiências e passar para outros seres humanos. Essa característica é o que nos permite dizer que somos diferentes dos gatos, dos cães, dos macacos e dos leões. CONHECIMENTO EMPÍRICO SUPERFICIAL SENSITIVO ASSISTEMÁTICO ACRÍTICO Aquele conhecimento que praticamos no dia-a-dia CONHECIMENTO FILOSÓFICO VALORATIVO NÃO VERIFICÁVEL RACIONAL SISTEMÁTICO INEVITÁVEL E EXATO CONHECIMENTO TEOLOGICO PREOCUPA-SE COM VERDADES QUE SÓ A FÉ PODE EXPLICAR CONHECIMENTO CIENTÍFICO REAL,FACTUAL CONTINGENTE SISTEMÁTICO VERIFICÁVEL FÁLIVEL CONHECIMENTO E VERDADE O PODER TRANSFORMADOR DO CONHECIMENTO Ler é fundamental para obter informações Leitura contínua Ler é um ótimo meio de lazer Conhecimento produz algo novo Entender que essas transformações são oportunidades de evolução O PODER TRANSFORMADOR DO CONHECIMENTO Reflexão sobre o mundo Formação de indivíduos CONHECIMENTO SOCIAL Poder da escola na sociedade Função da escola Informação obtida pela sociedade Conhecimento cultural O papel da escola na construção do conhecimento O objetivo da escola é ser um espaço de desenvolvimento e aprendizagem como papel fundamental a construção do conhecimento. O professor pode contribuir na construção do conhecimento, instigando a reflexão crítica nos alunos. O educador torna-se, então, um facilitador da aquisição do conhecimento crítico. Cabe a escola, instigar a postura indagativa do aluno, não se constituindo somente como um mero repassador de informações. TEORIA E PRÁTICA DO CONHECIMENTO Quando se fala em teoria do conhecimento, se escreve sobre seu significado e definições feitas ao longo do tempo por pesquisadores, estudiosos, filósofos entre outros. A prática está voltada ao desenvolvimento deste conhecimento, da forma como será repassado ao educando essas informações. TEORIA E PRÁTICA DO CONHECIMENTO Teoria e prática estão relacionadas com ação e reflexão, subjetividade e objetividade. E como é possível relacionar a teoria e prática de forma que o conhecimento possa ser absorvido de forma clara e objetiva? Segundo a professora adjunta da Universidade Federal Fluminense – RJ Tania Maria Marinho Sampaio a relação entre teoria e prática do conhecimento pode ser observada em dois contextos. O primeiro é o contexto teórico onde se processa o diálogo entre os educadores e os educandos enquanto sujeitos do conhecimento, e o outro, o contexto concreto, diz respeito à realidade social, na qual os fatos sociais se dão e se encontram os alfabetizados. O método de Paulo Freire na inter-relação entre a teoria e prática do conhecimento. A originalidade freireana, quanto ao processo de alfabetização, está na perspectiva crítica que enfatiza a transformação das relações entre os dominantes e os dominados, dentro dos limites de contextos históricos e existenciais, que não são valorizados pela cultura dominante. É o que faz Freire. Seu método recupera estes contextos e os problematiza, com o objetivo de torná-los criticamente compreendidos pelos educandos, acarretando dessa forma a politização da mesma noção de cultura. O método com que Paulo Freire trabalha gira ao redor da dimensão da cultura, na forma de permitir aos educandos melhor compreensão do que está sendo estudado em que possam relacionar seu entendimento com a experiência humana. É importante ressaltar que o educador tem papel importante no desenvolvimento e prática do conhecimento, porque é através dele que as informações serão mais bem compreendidas pelo educando. O profissional da educação deverá analisar como os alunos desenvolvem a absorção dessas informações e, a partir disso, encontrar um método que auxilie a compreensão do conteúdo de forma clara e objetiva. CONCLUSÃO Foi possível entender o papel da escola no desenvolvimento do conhecimento dentro de sala de aula, relacionando – o com fatos que ocorrem na sociedade, e o papel do educador quando profissional responsável pela aplicação do conhecimento aos educandos. Neste sentido, conclui-se que o conhecimento está presente em toda forma de aprender, conhecer e vivenciar as coisas e situações do dia-a-dia. O conhecimento não tem fim, ele é infinito, pois nenhum indivíduo vai ser capaz de absorver toda a forma de conhecimento. O indivíduo vai se especializar em determinada área e seguir seu estudo baseado nos objetivos específicos de seu interesse.