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Introdução à farmacologia
O que é um fármaco?
Toda substância química de estrutura 
conhecida capaz de modificar funções 
biológicas com finalidade terapêutica.
O que é um medicamento?
Produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, 
com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de 
diagnóstico. Geralmente associados com adjuvantes 
farmacotécnicos.
O que é uma droga?
Qualquer substância de origem natural ou sintética que 
cause alguma alteração no funcionamento do organismo 
por ações químicas, com ou sem intenção benéfica.
Fármaco vs Droga
Fármaco
Droga
O que é um 
remédio?
• Qualquer substância ou recurso que é 
utilizado para se ter a cura ou alívio
• Todo medicamento é um remédio, 
mas nem todo remédio é um 
medicamento.
O que é a posologia?
• É o estudo das doses
• Número de vezes e quantidade de medicamentos 
a ser utilizada a cada dia;
• A posologia vai depender do: 
• Medicamento
• Doença
• Paciente
Efeito benéfico X Efeito adverso
• Efeito desejável;
• Efeito colateral ou indesejável;
• Importância da farmacologia.
• Efeito placebo
• Ação que não decorre da atividade 
farmacológica
Meta terapêutica:
Conseguir um efeito benéfico 
desejado com efeitos adversos 
mínimos
Farmacoterapia: É o tratamento dos pacientes com 
medicamentos
Farmacodinâmica e 
Farmacocinética
Conceitos básicos
Farmacodinâmica e Farmacocinética
Farmacodinâmica Farmacocinética
Variabilidade na eficácia 
ou toxicidade
Cinética das
drogas
Bioquímicos
&
Fisiológicos
Mecanismo de Ação
Eficácia
Segurança
Absorção
Distribuição
Metabolismo
Eliminação
Medicamento
Farmacocinética e Farmacodinâmica
12
Conceitos básicos
Farmacocinética e Farmacodinâmica
Farmacodinâmica
Farmacodinâmica • Está relacionada com o mecanismo de ação e os 
efeitos provocados pela droga
IFA e receptor
A grande maioria dos receptores de 
fármacos são proteinas
• Receptor;
• Enzimas;
• Transportadores;
• Canais iônicos
Farmacodinâmica
17
Como uma fármaco interage com o receptor
“Quanto mais restrita a distribuição celular do receptor-alvo de determinado 
fármaco, maior a probabilidade de o fármaco ser seletivo”.
Farmacodinâmica
18
Receptores 
farmacológicos
19
A ocupação de um receptor por uma molécula de um fármaco 
pode ou não resultar na ativação do receptor
Sítio de ligação
Farmacocinética
Farmacocinética
• Corresponde desde o período de 
administração até a eliminação do 
fármaco pelo organismo - ADME
Conceitos básicos - ADME
Farmacocinética
G
O
LA
N
, 2
00
8.
ABSORÇÃO DISTRIBUIÇÃO
23
METABOLISMOEXCREÇÃO
Conceitos básicos
Farmacocinética
➢ Absorção
25
- Passagem do fármaco do local de administração para a corrente sanguínea
- Sofre interferências de:
1. Fatores ligados ao medicamento
2. Fatores ligados ao organismo
Tamanho da 
molécula
Vias de 
administração
Concentração do 
fármaco
Lipossolubilidade e 
grau de ionização
Vascularização 
local
Superfície de 
absorção
Permeabilidade 
capilar
Enfermidades
ALGUNS FATORES INTERFEREM NA ABSORÇÃO E NA BIODISPONIBILIDADE
Conceitos básicos
Farmacocinética
➢ Biodisponibilidade = porcentagem na qual uma dose do fármaco chega a 
circulação sistêmica e no seu local de ação na sua forma intacta.
É a fração de droga 
inalterada que chega 
à circulação sistêmica 
após administração
É medida em 
comparação com a 
injeção endovenosa
É medida em 
porcentagem
26
Biodisponibilidade
Dosagem
terapêutica e 
frequência
Dosagem 
terapêutica e 
frequência
Conceitos básicos
Farmacocinética
➢ Fatores que afetam a Biodisponibilidade
Vias de administração
Absorção e solubilidade
Efeitos de primeira passagem
Instabilidade química
30
Vias de 
administração
Absorção de Fármacos no TGI 
• Fármacos ADM por via oral, em sua maioria, ocorre pouca absorção até chegar ao intestino delgado
• Fatores que interferem:
• pH – ionização;
• pKa;
• Área da membrana absorvente;
• Secreções gastrointestinais – ajudam na dissolução, porém podem também destruir 
fármacos;
• Fluxo sanguíneo local;
• Tempo de esvaziamento gástrico;
• Microbiota;
• Interações medicamentosas
Via oral
• 75% dos fármacos são absorvidos em 1 a 3 horas
• Mais barata e segura;
• Mais cômoda;
Vantagens
• Indivíduo cooperativo;
• Acidez do estômago pode degradar fármacos;
• Metabolismo de primeira passagem: fígado
Desvantagens
Via parenteral
• Intravenosa, intramuscular e subcutânea
• Via Intravesona (IV) – diretamente na circulação sanguínea
• Fenômeno de absorção é evitado
• Metabolismo de primeira passagem é evitado (inicialmente)
• Via Intramuscular (IM) – atravessa a epiderme e derme – massa muscular
• Fármacos que são solúveis em soluções a base de óleos são frequentemente adm 
por IM
• Via subcutânea (SC) – epiderme e derme
• ADM de uma fármaco no tecido adiposo pouco vascularizado resulta em início de 
ação mais lento
Via parenteral
Vias de 
administração e 
biodisponibildiade
Conceitos básicos
Farmacocinética
37
Ex.: Aspirina – 40% metabolização hepática 
 Nitroglicerina – 90% metabolização hepática – inviabiliza via oral 
Ativação dos pró-fármacos em fármacos
Conceitos básicos
DISTRIBUIÇÃO
➢ Distribuição
- Passagem do fármaco da corrente sanguínea 
para outros sítios de ação no organismo
- A extensão da distribuição depende de:
1. Lipossolubilidade relativa do fármaco;
2. Fluxo sanguíneo de cada tecido;
3. Permeabilidade capilar;
4. Reservatório tecidual do fármaco; 
• Grau de ligação do fármaco a proteínas
 plasmáticas;
Farmacocinética
Conceitos básicos
Farmacocinética
➢ Ligação de fármacos a proteínas plasmáticas
Importância das proteínas plasmáticas na farmacocinética
DISTRIBUIÇÃO
41
Baixo nível de ligação às proteínas:
- Paracetamol
- Aciclovir
- Ranitidina
- Nicotina
Alto nível de ligação às proteínas:
- Amiodarona
- Fluoxetina
- Naproxeno
- Varfarina
Quanto maior a fração livre mais rápida 
será difusão e alta taxa de eliminação
Necessitam de concentração plasmática 
mais alta para assegurar a concentração 
adequada do fármaco livre
Ligação de fármacos a 
proteínas plasmáticas
• Dentro dos compartimentos orgânicos as moléculas 
estarão na forma ligada ou livre
• Apenas a fração livre é capaz de se movimentar
Ligação a proteínas plasmáticas
Conceitos básicos
Alterações na natureza da atividade farmacológica, 
duração da atividade e/ou toxicidade.
Objetivo: 
 Transformar os fármacos em metabólitos mais polares e hidrossolúveis para facilitar a 
sua excreção do organismo
É O CONJUNTO DE REAÇÕES BIOQUÍMICAS QUE AS DROGAS SOFREM NO 
ORGANISMO
Sistemas enzimáticos no 
hepatócitos:
• Mitocôndrias
• Membrana do REL;
• Membrana do RER;
Metabolismo dos fármacos
Farmacocinética
Conceitos básicos
METABOLISMO
-OH, -SH e -NH2
45
Oxidação
Hidroxilação
Hidrólise
Fase 1 Fase 2Fase 2
Aspirina Ácido Salicílico Glicuronideo
Conjugação
Fármaco Derivado Conjugado
Farmacocinética
Reações de fase 1
• Reações que envolve enzimas associadas a membranas, que são expressas no 
retículo endoplasmático (RE);
• Oxidases e grande parte são da Superfamília das hemoproteínas monooxigenases da 
classe do citocromo P450 (CYP);
• Reações:
• Oxidação
• Redução
• Hidrólise
Reações 
de fase 1
Responsáveis por 95% do metabolismo oxidativo dos 
fármacos
Indução e 
inibição da 
P450
A indução da P450 pode ter múltiplas 
consequências:
1. Pode aumentar o metabolismo do fármaco co-
administrado
2. Pode produzir metabólitos reativos dos 
fármacos
Farmacogenética enzimática
• Varfarina – CYP2C9 – resistência hereditária, tisco dobrado de 
hemorragia e requerem menor dose do anticoagulante.
• Omeprazol – deficiência de CYP2C19 – muitos pacientes com 
deficiência neste sistema enzimático serão metabolizadores 
lentos.
• Isoniazida – reação de conjugação – N-acetiltransferase, que 
inativa o isoniazida. Fenótipo “acetilador lento” (45% dos 
indivíduos brancose negros EUA) e “acetilador rápido” (90% 
dos asiáticos)
Conceitos básicos
EXCREÇÃO
É o processo pelo qual o fármaco é retirado do organismo 
quimicamente inalterado ou na forma de metabólitos
Local
Renal
Biliar
Pulmonar
Suor
Saliva
Leite 
materno
50
Excreção renal:
1. Filtração glomerular
2. Reabsorção passiva
3. Secreção tubular ativa
Farmacocinética
Interações 
medicamentosas
Interação medicamentosa
“Interações medicamentosas ocorrem quando os efeitos de um fármaco são 
alterados pela presença de outro fármaco, alimento, fitoterápico ou algum 
agente químico ambiental.”
Principal problema: Causa mais comum de efeitos adversos.
A automedicação é praticada por 76,45 dos brasileiro, 32% tem o habito de 
aumentar as doses prescritas por médicos.
Tipos de initeração
Intarações medicamentosas
In vitro
In vivo
Farmacocinéticas
Absorção, nível 
metabólico, distribuição 
e nível de excreção
Farmacodinâmica
Sinergismo entre as 
drogas
Antagonismo entre as 
drogas
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
55
Introdução à Farmacoterapia
1. Interações físicas e químicas
1. Compostos ácidos podem ser anulados por compostos básicos
2. Interações resultantes de ligações protéicas
1. Competição do fármaco com sitio de ligação
3. Interações ao nível de receptores
1. Interações de agonistas com antagonistas
4. Interações devido à absorção gastrointestinal
1. Antiácidos podem alterar o pH
5. Alterações devido aumento do metabolismo
1. Aumento de enzimas hepáticas
6. Interações por redução do metabolismo
1. inibição do metabolismo de um fármaco por outro fármaco ou seus metabólitos
7. Interações devidas à alteração da excreção renal
1. pH urinário tem influência na reabsorção das drogas nos túbulos renais e, portanto, na velocidade da excreção 
renal, além de em certas situações ocorrer competição pelo transporte tubular rena
8. Interações resultantes da alteração do pH ou das concentrações dos eletrólitos 
1. os diuréticos influenciam as concentrações de eletrólitos e o pH dos líquidos corporais
Mecanismo de initerações 
medicamentosas
• Interações físico-química
• Permanganato de K / Atropina – Reação de óxido redução
• Ácido ascórbico / Sulfato ferroso – Mantém o ferro reduzido
• Tatraciclinas / Ca2+ - precipitação, quelação
• Alcaloides / Carvão vegetal - Adsorção
Mecanismo de interação 
medicamentosa
• Interações farmacocinéticas
• São aquelas em que os fármacos alteram a 
velocidade ou extensão de absorção, 
distribuição, biotransformação ou excreção 
dos fármacos.
Mecanismo de 
interação 
medicamentosa
• Absorção
• Interações físico-químicas no trato gastrointestinal;
• Motilidade gastrointestinal;
• Alteração na função da mucosa;
• Flora bacteriana;
• Antiácidos.
Mecanismo de interação 
medicamentosa
• Ligação a proteínas plasmáticas
• Droga + proteína
1. Compostos que atuam sobre a CYP450
• Compostos que inibem ou que competem pela atividade de enzimas do CYP450, podem 
diminuir a excreção de xenobióticos. 
• Compostos que elevam a atividade ou expressão da CYP, podem elevar a degradação 
dos fármacos.
60
Aumenta a biosdiponibilidade
Diminui a velocidade de excreção
Diminui a velocidade do metabolismo do substrato
Diminui a atividade da enzima
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
Mecanismos farmacocinéticos
Reduz a biosdiponibilidade
Elevam a velocidade de excreção
Elevam a velocidade do metabolismo do substrato
Aumentam a função enzimática
Mecanismo de interação medicamentosa
Inibidor enzimático Medicamento Efeito
Alopurinol Varfarina/ teofilina Risco de sangramento
Cimetidina Propanolol
Morfina
Risco de bradicardia
Risco de bradicardia e 
apinéia
IMAO Antidepressivos tricíclicos Taquicardia
Convulsões
Hiperpirexia
Interações 
Droga-
doenças
Descongestionante nasal + Hipertensão – Aumento da PA
AINS + paciente asmático – obstrução de vias aéreas
Minoxidil + Insuficiência cardíaca – retenção de líquido
Nicotina + hipertensão – aumento da frequência
Beta bloqueadores + insuficiência cardíaca – bradicardia
Metformina + insuficiência cardíaca – aumento dos níveis de lactato
Introdução à Farmacoterapia
65
INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS
T ½ vida
Mecanismos farmacocinéticos
Fármacos que inibem a secreção tubular
Gravidade
Leve: não requer alteração 
da terapia .
Exemplo: Paracetamol 
pode reduzir os efeitos da 
furosemida.
Moderada: Pode causar 
deteriorização no estado 
clínico.
Exemplo: isoniazida + 
rifampicina aumenta risco 
de hepatite.
Grave: Pode causar dano 
permanente ou morte.
Exemplo: Terfenadina 
(anti-histamínico) + 
Cetoconazol = arritmia 
cardíaca.
Interações 
drogas 
alimentos
Bifosfonatos + drogas – reduz a efetividade das drogas
Benzodiazepínicos + toranja – inativam enzimas do metabolismo da 
droga
Aspirina, colecoxibe, naproxeno + leite – efeito danoso ao estomago
Acetominofeno + álcool – hepatotoxicidade
IMAO + alimentos ricos em tirosina – potencialização dos sintomas
Tetraciclinas + Ca2+ - redução da absorção
Varfarina + vitamina K – reduz o efeito da droga
Interação droga e alimentos
• Corticoides
• Reduzem a absorção de:
• Vitaminas A, C, B6, B9
• Minerais como o Cálcio, Potássio, Fósforo e Magnésio
• Aumentam a excreção
• Vitamina C, B1, B6
• Minerais como o Zinco e Potássio
• Sintomas: dores musculares, baixa imunidade, perda óssea e cansaço
Interação droga e alimentos
• Protetores gástricos (omeprazol, ranitidina, cimetidina)
• Diminuem a absorção de vitamina B12
• Reduzem a digestão de proteínas
• Desnutrição, diminuição da imunidade, doenças da pele e ossos
REFERÊNCIAS 
MEDICINA 
12 ANOSBrunton, L.L. Goodman & Gilman: As Bases Farmacológicas da Terapêutica. 12ª ed. Rio de Janeiro: 
McGraw-Hill, 2012.
Princípios de Farmacologia - A Base Fisiopatológica da Farmacoterapia - David E. Golan - 2ª Edição.pdf
Farmacologia. Rang, H.P; Dale, M.M. Editora Elsevier, 8aedição, 2016. Farmacologia Clínica.
CLARK. Farmacologia Ilustrada. 5c2aa-ed.pdf
	Slide 1: Introdução à farmacologia
	Slide 2: O que é um fármaco?
	Slide 3: O que é um medicamento?
	Slide 4: O que é uma droga?
	Slide 5: Fármaco vs Droga
	Slide 6: O que é um remédio?
	Slide 7: O que é a posologia?
	Slide 8: Efeito benéfico X Efeito adverso
	Slide 9
	Slide 10: Farmacodinâmica e Farmacocinética
	Slide 11
	Slide 12: Farmacocinética e Farmacodinâmica
	Slide 13
	Slide 14: Farmacodinâmica
	Slide 15: Farmacodinâmica
	Slide 16: IFA e receptor
	Slide 17: Farmacodinâmica
	Slide 18: Farmacodinâmica
	Slide 19: Receptores farmacológicos
	Slide 20
	Slide 21: Farmacocinética
	Slide 22: Farmacocinética
	Slide 23
	Slide 24
	Slide 25
	Slide 26
	Slide 27: Biodisponibilidade
	Slide 28: Dosagem terapêutica e frequência
	Slide 29: Dosagem terapêutica e frequência
	Slide 30
	Slide 31: Vias de administração
	Slide 32: Absorção de Fármacos no TGI 
	Slide 33: Via oral
	Slide 34: Via parenteral
	Slide 35: Via parenteral
	Slide 36: Vias de administração e biodisponibildiade
	Slide 37
	Slide 39: Ativação dos pró-fármacos em fármacos
	Slide 40
	Slide 41: Importância das proteínas plasmáticas na farmacocinética
	Slide 42: Ligação de fármacos a proteínas plasmáticas
	Slide 43: Ligação a proteínas plasmáticas
	Slide 44
	Slide 45
	Slide 46: Reações de fase 1
	Slide 47: Reações de fase 1
	Slide 48: Indução e inibição da P450
	Slide 49: Farmacogenética enzimática
	Slide 50
	Slide 51: Interações medicamentosas
	Slide 52: Interação medicamentosa
	Slide 53: Tipos de initeração
	Slide 54: Intarações medicamentosas
	Slide 55
	Slide 56: Mecanismo de initerações medicamentosas
	Slide 57: Mecanismo de interação medicamentosa
	Slide 58: Mecanismo de interação medicamentosa
	Slide 59: Mecanismo de interação medicamentosa
	Slide 60
	Slide 61: Mecanismo de interação medicamentosa
	Slide 62
	Slide 63
	Slide 64: Interações Droga-doenças
	Slide 65
	Slide 66: Gravidade
	Slide 67
	Slide 68: Interações drogas alimentos
	Slide 69: Interação droga e alimentos
	Slide 70: Interação droga e alimentos
	Slide 71

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