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Impresso por Adriana Marques, E-mail drimarques10@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 29/04/2025, 16:14:05 Assistencia ao Trabalho de Parto Fatores do parto - Duro: Bacia obstétrica rígida e imóvel (exceto → cóccix). Deve permitir que o feto acomode e movimente-se para desenvolver os mecanismos de parto. Hormônios relaxina e estrogênio tornam as articulações flexíveis e preparam a pelve para o trabalho de parto. • Planos de Lee: relação altura da apresentação fetal x espinhas ciáticas para efetuar o prognóstico e evolução do trabalho de parto. • Estreito superior possível dificuldade de encaixa. → Feto alto e móvel. De Lee: -4, -3, -2. • Estreito médio possível parada da progressão → do feto na altura das espinhas ciáticas. Feto insinuado. De Lee: -1, 0 e +1. • Estreito inferior possível prolongamento do → período expulsivo e dificuldade para defletir a cabeça no desprendimento. De Lee: +2 em diante. - Mole: colo do útero, vagina e períneo. • Colo do útero di latação, apagamento/ → consistência, posição. - Contrações uterinas: fatores manutenção da gravidez, → dilatação e apagamento do colo, descida e expulsão fetal, descolamento da placenta, hemostasia puerperal. • Frequência (quantidade de contrações em 10’) • Intensidade • Tônus • Duração de cada contração > 40s = efetiva. → Feto, bolsa, líquido amniótico, placenta, cordão umbilical. Atitude: • Fletida lambda; → • Defletida primeiro grau: bregma → segundo grau: glabela → terceiro grau: mento → Movimentos passivos descritos pelo feto em seu percurso pelo canal de parto, impulsionado pelas contrações uterinas. • Insinuação (plano 0 - estreito médio) • Descida • Rotação interna (costas para cima) • Desprendimento e deflexão • Rotação externa • Desprendimento do tronco Assistência ao trabalho de parto Diagnóstico → contrações uterinas regulares (2 ou 3/10’, durando 50-60 segundos); dilatação 3cm e colo ≥ apagado (primíparas) / 4cm colo semi-apagado. ≥ Reavaliar após 2h para constatar a presença de trabalho de parto verdadeiro. - Estabelecer a correta IG: DUM ou USG do 1º trim. - História obstétrica: passada e dados da atual p/ identificar risco obstétrico paridade, causa de → abortos, HAS, DM, cardiopatias. - EF: SSVV, EF geral, EF obstétrico (volume uterino, situação, posição, apresentação, insinuação e BCF - antes, durante e depois da contração), avaliar extremidades p/ edemas, varizes. - Laboratório: tipo sanguíneo, Coombs indireto se Rh -, VDRL, HIV (teste rápido). Sinal de proximidade do parto (falso trabalho de parto!) - Queda do ventre, adaptação da apresentação no estreito superior, percepção de metrossístoles intermitentes, amolecimento do colono útero + apagamento, contrações sem ritmo, eliminação do tampão mucoso, insinuação, e Bolsa (se romper: TP em ate 48h; se não: indução). trajeto: motor objeto mecanismo admissão pródromos Falso trabalho de parto:→ contrações dolorosas pré-parto, metrossístoles de ritmo irregular e descoorde-nadas, não produzem modificação no colo. Ívena B. Fiuza | Medicina Impresso por Adriana Marques, E-mail drimarques10@gmail.com para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 29/04/2025, 16:14:05 - Dilatação: inicia com as contrações dolorosas, que modificam o colo (apagamento e dilatação). Termina com dilatação total. Abre-se o diagrama cérvico- segmentário e se forma o canal de parto. - Latente: não tem boa intensidade/duração. Contrações até 2/10’- 40’’. Dilatação até 4cm. - Ativa: contrações 3/10’- 40”. Dilatação 4-10cm. Assistência no primeiro período → encorajar movimentar + posições confortáveis. Pedir ajuda do acompanhante p/ movimentar. Medidas p/ alívio da dor. Amniotomia precoce não deve ser feita de rotina! • Frequência das contrações uterinas de 1/1h. BCF 30/30’ - se alto risco 15/15’. Pulso de hora em hora. • Temperatura e PA de 4/4h. • Colo: posição, dilatação e apagamento. • Bolsa: íntegra ou rota (LA claro, grumos, meconial, quantidade). • Apresentação: cefálico (plano de DeLee, variação de posição), pélvico ou córmico. • Partograma: definir linhas de alerta e ação. - Expulsão: inicia com a dilatação completa (10cm) e termina com a saída do feto. É associação sincrônica entre metrossístoles, força contrátil do diafragma e parede abdominal. Contrações mais intensas e frequentes, intervalos menores, até atingirem 5/10’. Assistência no segundo período → desencorajar a posição supina, decúbito dorsal horizontal ou semi- supina.. Incentivar posições confortáveis. Apoiar puxos espontâneos. Uso restrito de episio, fórceps e vácuo. Posição Laborie-Duncan (decúbito dorsal com flexão máxima das coxas sobre o abdome e abdução dos joelhos): amplia o estreito inferior e favorece a liberação do feto. Desprendimento dos ombros: primeiro anterior (guiar para baixo) e posterior depois (guiar para cima.. - Revisão da vagina e colo pós dequitação. Episiorrafia ou rafia de laceração, se necessário. BCF a cada 5 min. - Dequitação/ Secundamento: descolamento, descida e expulsão da placenta para fora das vias vaginais. Descolamento retração do m. uterino após o parto → (contrações). Reduz a superfície interna do útero, pregueando-se na zona de inserção da placenta. 2 mecanismos: • Schultze: 80% dos casos. Descola do centro para as bordas, com coágulo retroplacentário. Placentas de inserção alta. Face fetal. • Duncan: 20%. Descola das extremidades para o centro - maior perda sanguínea. Placentas de inserção mais baixa. Face materna. Descida passa do corpo uterino ao segmento inferior, → que se distende. Percorre a cérvice e cai na vagina. Expulsão ou desprendimento → após a descida, iniciam-se os puxos. Artifício de Jacob Dublin: torção da placenta para que as membranas se disponham em fuso. Não se deve tracionar o cordão. • Fazer 10UI de ocitocina IM evitar hemorragia PP. → Greenberg → risco de hemorragia. 4 mecanismos: miotamponagem, trombotamponagem, indiferença miouterina, contração uterina fixa (globo de Pinard). 4 T’s: tônus, trauma, tecido, trombina. Globo de segurança de pinar, involução uterina. • Até 10º dia: útero abdominal, depois retorna p/ pelve. • Colo: flácido, bordas distensíveis, denteadas e irregulares. OE dilatado 2 a 3 cm. Em 03 dias está anatomicamente reconstituído. Após o 10º dia, OE está fechado. • Involução uterina e regeneração da ferida placentária vincula-se à produção e eliminação de exsudatos e transudatos, que se misturam com elementos celulares descamados e sangue Lóquios!. → • Lóquios sanguíneos: 3-4 dias (lóquia rubra) • Lóquios serossanguíneos: 6-7 dias (lóquia fusca) Todas as funções recebem influência da lactação. Útero continua a regredir, mas lentamente até a 6ª semana. → Corrimento loquial continua, passando de serossanguíneo para seroso (lóquia flava) e depois esbranquiçado (alba). Duração imprecisa, varia com a presença ou não da lactação. • Mulheres que não amamentam: menstruação retorna em 1,5 mês (com ovulação). • Amamentando: depende da duração do aleitamento. períodos clínicos pós-parto imediato pós-parto tardio/ puerpério pós-parto remoto/ puerpério Ívena B. Fiuza | Medicina