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FACULDADE IBRA DE BRASÍLIA - FABRAS 
TAUANE ROCHA FIORAVANTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA COM O TRANSTORNO DO 
ESPECTRO AUTISTA NA ESCOLA REGULAR 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
MARÍLIA – SP 
2025 
FACULDADE IBRA DE BRASÍLIA - FABRAS 
TAUANE ROCHA FIORAVANTE 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA COM O TRANSTORNO DO ESPECTRO 
AUTISTA NA ESCOLA REGULAR 
 
 
 
Trabalho de conclusão de curso apresentado como 
requisito parcial à obtenção do título no curso de 
especialização Lato Sensu em TEA - Transtorno do 
Espectro Autista na Educação Especial e Inclusiva. 
 
 
 
 
 
 
 
MARÍLIA – SP 
2025 
A ALFABETIZAÇÃO DA CRIANÇA COM O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA 
ESCOLA REGULAR 
 
Tauane Rocha Fioravante 
 
 
Declaro que sou autora deste Trabalho de Conclusão de Curso. Declaro também que o mesmo 
foi por mim elaborado e integralmente redigido, não tendo sido copiado ou extraído, seja parcial ou 
integralmente, de forma ilícita de nenhuma fonte além daquelas públicas consultadas e corretamente 
referenciadas ao longo do trabalho ou daqueles cujos dados resultaram de investigações empíricas por 
mim realizadas para fins de produção deste trabalho. 
Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, 
e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos 
autorais. 
 
RESUMO - Este estudo examina os elementos essenciais para a alfabetização de crianças com 
transtorno do espectro autista em turmas regulares do ensino fundamental. O propósito central foi 
investigar o desenvolvimento do processo de alfabetização de crianças autistas no ambiente da sala 
de aula comum. A metodologia adotada envolveu uma abordagem qualitativa, com revisão bibliográfica 
e pesquisa de campo, utilizando também instrumentos característicos do estudo de caso. O local 
selecionado para a pesquisa foi uma escola municipal situada em Eusébio, no estado do Ceará. Para 
a coleta de dados, realizou-se uma entrevista semiestruturada com duas docentes do 1º ano, turmas A 
e B, da referida escola. As análises e os resultados obtidos indicaram que a alfabetização de crianças 
autistas demanda amplo conhecimento para gerenciar diferentes contextos, além de exigir grande 
empenho e dedicação dos educadores na criação de estratégias pedagógicas que favoreçam a 
compreensão do processo de alfabetização por parte desses alunos. 
PALAVRAS-CHAVE: Alfabetização. Transtorno do Espectro Autista. Estratégias Pedagógicas. 
Inclusão Educacional. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
INTRODUÇÃO 
 
A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no ensino regular 
enfrenta desafios, pois muitas escolas carecem de estrutura, recursos e formação docente 
adequada para promover o aprendizado, especialmente na alfabetização. Este estudo 
investiga o processo de alfabetização de crianças com TEA em salas de aula comuns, tema 
inspirado por experiências em disciplinas de Pesquisa e Práticas Pedagógicas, durante visita 
a uma escola municipal em Fortaleza, onde se observou a dificuldade dos professores em 
adaptar atividades para esses alunos. A pesquisa, motivada pelo interesse em educação 
inclusiva, busca contribuir para a formação de pedagogos, identificando estratégias que 
facilitem a alfabetização de crianças com TEA. 
A questão norteadora é: quais estratégias os professores utilizam para apoiar a 
alfabetização de crianças com autismo? O objetivo é compreender esse processo no ensino 
regular, destacando as práticas docentes empregadas. O pedagogo, além de aplicar 
metodologias, media o aprendizado, desempenhando papel crucial na construção do 
conhecimento dessas crianças. 
A colaboração entre família e escola é essencial para o sucesso da alfabetização. 
Algumas famílias, por desconhecimento ou descrença na capacidade de aprendizado de seus 
filhos com TEA, optam por não os levar à escola, o que prejudica seu desenvolvimento. O 
comprometimento do professor é fundamental, pois progressos visíveis no aprendizado 
podem incentivar a participação escolar, fortalecendo a inclusão. 
 
FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
2.1 Transtorno do Espectro Autista: Conceitos e Características 
 
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é caracterizado, segundo o Manual 
Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5, 2014), por dificuldades persistentes 
na comunicação e interação social em diversos contextos, incluindo problemas na 
reciprocidade social, comportamentos não verbais e na capacidade de iniciar ou manter 
relacionamentos. Essas características podem impactar o desenvolvimento da fala, 
linguagem e aprendizado, além de se manifestarem por falta de contato visual, dificuldade em 
compreender dinâmicas sociais e desinteresse por diálogos. 
 
Ziraldo (2013) destaca sinais indicativos de TEA, como evitação de contato visual, 
desenvolvimento atípico da linguagem, ausência de resposta ao ser chamado, movimentos 
repetitivos, isolamento social, reações intensas a estímulos sensoriais e apego a rotinas 
rígidas. A inclusão social é essencial para evitar o isolamento progressivo, começando no 
ambiente familiar, estendendo-se à escola e à sociedade, sem espaço para preconceitos. 
 
Cunha (2019) observa que os sintomas do TEA podem surgir nos primeiros meses 
de vida, tornando-se mais evidentes por volta dos três anos. Gaiato (2019) reforça que a 
variabilidade dos sintomas dificulta generalizações, exigindo avaliação conjunta de família, 
escola e especialistas para identificar o nível de gravidade. O DSM-5 (2014) classifica o TEA 
em três níveis: 
Nível 1: Leve, com dificuldades sociais que requerem apoio mínimo. 
Nível 2: Moderado, com déficits mais graves na comunicação e interação, necessitando de 
suporte substancial. 
Nível 3: Severo, com limitações significativas na comunicação e socialização, demandando 
apoio intensivo. 
 
Pesquisas sugerem possíveis fatores associados ao TEA, como idade avançada dos 
pais, infecções maternas na gravidez, diabetes gestacional e outros (Gaiato, 2018). Contudo, 
não existem exames laboratoriais ou de imagem que confirmem o diagnóstico (Vale; Monteiro; 
Lira, 2018), reforçando a importância de avaliações clínicas. 
 
O diagnóstico precoce e o acompanhamento por profissionais especializados são 
fundamentais para o desenvolvimento da criança com TEA, que necessita de um ambiente 
inclusivo e de intervenções adequadas para promover sua aprendizagem e socialização. 
 
2.2 Alfabetização e Letramento: Conceitos e Práticas 
 
A alfabetização e o letramento são temas amplamente discutidos por pesquisadores 
interessados no processo de ensino-aprendizagem. Alfabetização refere-se à aquisição da 
leitura e escrita por meio do domínio do sistema alfabético, enquanto o letramento envolve 
competências mais avançadas, como interpretação e produção de textos (Duarte; Kummer, 
2020). As crianças chegam à escola com conhecimentos prévios do seu meio, e cabe aos 
educadores aprofundarem-se no processo de alfabetização para promover resultados 
significativos. 
Ferreiro (2017) destaca que a alfabetização inicial depende do método utilizado, da 
prontidão da criança e da interação entre professor e aluno. O sucesso desse processo exige 
envolvimento mútuo. Além disso, o uso de tecnologias no ambiente escolar tem auxiliado os 
professores, que precisam se atualizar para acompanhar as mudanças no comportamento 
infantil e as demandas de um mundo digital. 
A qualidade da alfabetização requer técnicas adequadas, engajamento de escola, 
família e professores, e estratégias centradas no aluno, como leitura de livros atrativos, 
criação de ambientes acolhedores e vínculo afetivo com o estudante. É fundamental respeitar 
o ritmo e as particularidades de cada criança. 
A inclusão de alunos com Transtorno doEspectro Autista (TEA) na escola regular 
apresenta desafios adicionais, especialmente pela falta de formação docente para lidar com 
os comportamentos e necessidades específicas desses alunos. Crianças com TEA enfrentam 
dificuldades na comunicação e concentração, essenciais para a alfabetização. Assim, o 
professor precisa adotar estratégias criativas e diferenciadas, com paciência e conhecimento, 
para facilitar o aprendizado, reconhecendo que cada criança com TEA apresenta 
características únicas e progressos que podem diferir dos demais. 
 
2.2.1 Desafios no Processo de Alfabetização da Criança com TEA 
 
Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) têm direito à educação em 
escolas regulares, conforme a Lei nº 12.764/12, que prevê acompanhamento especializado 
em casos de necessidade comprovada (BRASIL, 2012). Contudo, muitas escolas não 
dispõem desse suporte, representando um obstáculo significativo. Outro desafio é a 
insegurança de alguns professores, que, por falta de formação e experiência, hesitam em 
interagir com alunos autistas (Brites & Brites, 2019). A educação inclusiva exige que os 
educadores busquem conhecimentos sobre o desenvolvimento dessas crianças, sendo a 
formação acadêmica um caminho essencial. 
A inclusão efetiva também depende da participação familiar. Conhecer o contexto 
familiar permite traçar planos educacionais que atendam às necessidades da criança, 
promovendo avanços com o apoio dos pais. A presença da família fortalece laços emocionais 
e favorece o desenvolvimento, sendo um pilar para o sucesso escolar (Cunha, 2019). O 
diagnóstico precoce, como destaca Gaiato (2018), é crucial, pois intervenções iniciais 
aumentam as chances de autonomia no futuro. 
As dificuldades na alfabetização de crianças com TEA incluem limitações na 
linguagem, coordenação motora fina e resistência a atividades como escrever. Essas 
barreiras exigem paciência, persistência e métodos adaptados por parte dos professores, que 
são fundamentais para os progressos alcançados. 
 
2.3 Estratégias para Alfabetização da Criança com TEA 
 
A alfabetização de crianças com TEA requer uma avaliação psicopedagógica inicial 
para identificar aspectos cognitivos, afetivos, psicomotores e de socialização que influenciam 
a aprendizagem. Observar a capacidade de concentração e o desenvolvimento linguístico é 
essencial (Gaiato, 2018). Dependendo do grau de autismo, a criança pode necessitar de um 
profissional de apoio para realizar atividades pedagógicas, oferecendo suporte mínimo ou 
intensivo conforme a necessidade. 
Os professores devem elaborar atividades específicas, adaptadas ao nível de 
gravidade do TEA, utilizando materiais de interesse da criança para manter sua atenção e 
simplificando tarefas para destacar objetivos centrais (Gaiato, 2018). Estratégias como 
retomada de conteúdos, uso de reforços positivos (adesivos, carimbos) e respeito ao ritmo 
individual são cruciais. Mesmo que os resultados não sejam imediatos, o trabalho contínuo 
desenvolve interação, comunicação e cognição, com o afeto sendo um elemento chave na 
superação de desafios (Cunha, 2019). 
Alfabetizar crianças com TEA é desafiador, mas viável com dedicação e 
metodologias variadas. Esse processo não apenas marca uma etapa importante, mas 
também prepara os alunos para futuras fases educacionais, exigindo dos professores atenção 
às particularidades de cada criança. 
 
3 METODOLOGIA 
 
3.1 Tipo de Pesquisa 
 
Esta pesquisa combina uma abordagem bibliográfica, qualitativa, exploratória, de 
campo e estudo de caso. A pesquisa bibliográfica baseou-se em livros, artigos, cartilhas e 
sites sobre Transtorno do Espectro Autista (TEA), alfabetização, letramento e educação 
inclusiva, fundamentada em autores como Gaiato (2018), Cunha (2019) e Ferreiro (2017). 
Segundo Gil (2002), a pesquisa bibliográfica organiza ideias, define problemas, seleciona 
fontes e analisa dados para a redação final. 
A abordagem qualitativa, conforme Creswell e Creswell (2021), explora significados 
atribuídos a fenômenos sociais. A natureza exploratória visa familiarizar-se com o tema e 
construir hipóteses (Corrêa, 2008). O estudo de caso, conforme Yin (2015), permite analisar 
fenômenos complexos em contextos reais, focando um caso específico. A pesquisa de campo 
envolveu coleta de dados por meio de observação direta e entrevistas, aprofundando-se na 
realidade estudada (Gil, 2008). 
 
3.2 Local e Participantes 
 
A pesquisa foi realizada em uma escola Estadual no bairro Palmital, Marília/SP, que 
atende da Educação Infantil ao Ensino Fundamental II. Fundada em 1992, a escola possui 
878 alunos, incluindo 9 diagnosticados com TEA, do Infantil V ao 5º ano. A escolha do local 
justifica-se pela presença de alunos autistas no 1º ano, em fase de alfabetização, observada 
durante visitas exploratórias. 
Os participantes foram as professoras regentes das turmas do 1º ano A e B, 
selecionadas por trabalharem diretamente com crianças autistas na alfabetização. 
 
3.3 Coleta e Análise de Dados 
 
A coleta de dados foi realizada por meio de entrevistas semiestruturadas, técnica que 
permite interação direta com os sujeitos para compreender suas perspectivas (Severino, 
2007). As entrevistas, compostas por cinco perguntas, buscaram identificar as estratégias 
usadas pelas professoras para facilitar a alfabetização de crianças com TEA no ensino 
regular, aproximando-se da realidade vivenciada. 
 
3.4 Aspectos Éticos 
 
As participantes foram informadas sobre os objetivos da pesquisa e assinaram o 
Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), garantindo o sigilo dos dados. Elas 
tiveram liberdade para recusar respostas ou interromper a entrevista, sem constrangimento. 
As entrevistas ocorreram em local reservado, sem riscos à privacidade. O estudo visa 
contribuir para a valorização do papel do professor na alfabetização de crianças autistas, 
promovendo benefícios educacionais. 
 
4 RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 
As entrevistas foram conduzidas com as professoras do 1º ano A (04/02/2025, 14h) 
e do 1º ano B (13/02/2025, 10h) de uma escola municipal em Marília/SP. A professora A, 
formada em Pedagogia com pós-graduação em Educação Infantil, atua há 10 meses como 
regente do 1º ano A. A professora B, também graduada em Pedagogia, com pós-graduação 
em Educação Infantil e Ensino Fundamental e estudante de Psicologia, é regente do 1º ano 
B desde 2020. Para preservar suas identidades, são referidas como “professora A” e 
“professora B”. 
Pergunta 1: Sobre a presença de alunos com TEA e o planejamento de aulas, a 
professora A afirmou que adapta atividades para o aluno com TEA, integrando o lúdico para 
incluir todos, conforme a BNCC. A professora B destacou a importância do contexto social, 
utilizando atividades lúdicas curtas para estimular o pensamento lógico. Ambas adaptam o 
planejamento, reconhecendo a necessidade de estratégias específicas para crianças com 
TEA, como sugere Gaiato (2018), que enfatiza conhecer a interação ideal para cada aluno. 
Pergunta 2: Sobre desafios em sala e apoio da família/escola, a professora A 
apontou a interação social como principal dificuldade, com apoio limitado da família, mas 
suporte da escola via psicopedagogia. A professora B identificou o comportamento como 
desafio, destacando a importância do vínculo familiar. A parceria entre família e escola, 
conforme Cunha (2019), é crucial para o sucesso do processo inclusivo. 
Pergunta 3: Sobre desafios na alfabetização e formação, a professora A mencionou 
dificuldades na comunicação e interação social, buscando capacitação por conta própria, já 
que sua formação não abordou inclusão. A professora B destacou questões motoras e 
cognitivas, valorizando a formação para atuar com autonomia. Gaiato (2018) reforça que 
compreender as particularidades de cada criança é essencial para superar esses desafios. 
Pergunta 4: Sobre estratégias pedagógicas,a professora A utiliza tarefas lúdicas e 
o Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola, enquanto a professora B foca em conhecer o 
aluno, usando atividades curtas e leitura visual, observando avanços na interação. Brites e 
Brites (2019) destacam a importância de estratégias individualizadas, respeitando as 
características únicas de cada criança com TEA. 
Pergunta 5: Sobre recursos didáticos e suporte escolar, a professora A adapta livros 
didáticos com jogos e massinha, recebendo apoio da escola. A professora B usa livros 
temáticos e conta com suporte da escola, psicólogos e família. Cunha (2019) recomenda 
materiais simples e focados para evitar distrações, adaptados aos interesses da criança. 
As respostas revelam que a alfabetização de crianças com TEA exige planejamento 
adaptado, estratégias lúdicas, recursos específicos e apoio escolar/familiar, com os 
professores buscando superar lacunas na formação para atender às necessidades desses 
alunos. 
 
5 CONCLUSÃO 
 
Esta pesquisa revelou, por meio das falas das professoras entrevistadas, que a 
educação inclusiva para crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um desafio que 
exige do educador constante busca por formação e conhecimentos. Esses esforços permitem 
a criação de estratégias adaptadas que favoreçam a aprendizagem do aluno autista. O apoio 
da escola e da família é essencial, fortalecendo o trabalho do professor para garantir uma 
educação de qualidade que atenda às necessidades dessas crianças. 
Alfabetizar qualquer criança envolve desafios, pois cada uma aprende de forma 
única. No caso de crianças com TEA no ensino regular, a dedicação do professor, aliada ao 
envolvimento da comunidade escolar, família e outros profissionais, é ainda mais crucial para 
desenvolver soluções que promovam o progresso do aluno. 
Os objetivos da pesquisa foram alcançados, evidenciando a importância do 
conhecimento e do empenho docente na inclusão. A parceria entre professor, escola e família 
destacou-se como fator determinante para identificar e implementar estratégias de ensino que 
favoreçam a inclusão de alunos autistas em turmas regulares. 
 
REFERÊNCIAS 
 
BRASIL. Lei nº 12.764, de 27 de dezembro de 2012. Institui a Política Nacional de Proteção 
dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista e altera o § 3º do art. 98 da Lei 
nº 8.112, de 11 de dezembro de 1990. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 28 dez. 2012. 
Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm. 
Acesso em: 30 abr. 2025. 
BRITES, Luciana; BRITES, Clay. Crianças com autismo: guia prático para pais e 
educadores. São Paulo: Wak, 2019. 
CORRÊA, Maria de Fátima. Metodologia científica: teoria e prática. São Paulo: Atlas, 2008. 
CRESWELL, John W.; CRESWELL, J. David. Pesquisa qualitativa: planejamento, 
métodos e análise. 5. ed. Porto Alegre: Penso, 2021. 
CUNHA, Eugênio. Autismo na escola: estratégias para o trabalho pedagógico. Rio de 
Janeiro: Wak, 2019. 
DSM-5. Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais. 5. ed. Porto Alegre: 
Artmed, 2014. 
DUARTE, Ana; KUMMER, Luciana. Alfabetização e letramento: práticas pedagógicas. 
Belo Horizonte: Autêntica, 2020. 
FERREIRO, Emilia. Alfabetização em processo. 6. ed. São Paulo: Cortez, 2017. 
GAIATO, Mayra. Autismo: o que é, como identificar e tratar. São Paulo: Conquista, 2018. 
GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002. 
GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2008. 
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. 23. ed. São Paulo: 
Cortez, 2007. 
VALE, Ana; MONTEIRO, Carla; LIRA, Mariana. Autismo: diagnóstico e tratamento. São 
Paulo: Manole, 2018. 
YIN, Robert K. Estudo de caso: planejamento e métodos. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 
2015. 
ZIRALDO. O menino autista. São Paulo: Melhoramentos, 2013.

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