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22/11/2019
1
CULTURA DA MANGUEIRA
Origem e classificação da mangueira
▪ Família: Anacardiaceae
▪ Gênero: Mangifera - 50 espécies
▪ Espécie: Mangifera indica
▪ Os frutos se dividem em dois grupos:
✓ Indiano – frutos monoembrionicos, fortemente aromaticos, de 
coloração atraente.
✓ Indochinês – frutos poliembrionicos, com caroço longo e achatado, 
pouco aromaticos, geralmente amarelados
✓ A mangueira é originária da Índia (variedades 
monoembriônicas) e das Filipinas (variedades 
poliembriônicas). 
✓ Sua difusão foi da Índia à África e daí para o 
continente americano.
✓ No Brasil, foi introduzida pelos portugueses 
no século XVI.
Origem e classificação da mangueira
✓ Até a década de 1960 - predominava o cultivo de mangueiras poliembriônicas, 
denominadas pelos consumidores como mangas de “chupar”;
✓ Na década de 1960 - incentivos fiscais governamentais para instalação de áreas de 
reflorestamento - plantio de 500 ha de manga ‘Haden’ no Estado de São Paulo;
✓ Em 1978 - a primeira exportação brasileira de manga dos cultivares ‘Haden’, 
‘Tommy Atkins’ e ‘Palmer’, consideradas pelos consumidores como mangas de 
“comer” - mangueiras monoembriônicas; 
✓ Década de 1980 - início dos plantios de mangueiras no semi-árido nordestino
✓ Década de 1990 - o Brasil bateu sucessivos recordes de exportação da fruta.
Evolução da manga no Brasil
Produção mundial
Fonte: FAO, 2018
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Produção brasileira
Aspecto da planta: árvore
✓ Planta perene de porte médio a alto – 10 a 30 metros.
✓ Copa de forma arredondada ou globosa, podendo ser compacta ou aberta
Inflorescência
✓ Inflorescência: é uma panícula originária da gema 
terminal, de forma piramidal, com flores 
hermafroditas perfeitas e flores estaminadas 
(masculinas).
✓ Flores hermafroditas possuem 4 a 6 estames, sendo 
apenas 1 fértil
✓ 400 a 3.000 panículas por planta / 100 a 400 flores 
por panículas
✓ Flores masculinas na base da panícula – 70 a 85%
✓ Flores hermafroditas no ápice – 15 a 30%
Indução floral natural
✓ Estresse hídrico ou estresse térmico (18°C dia e 10°C noite).
✓ Florescimento só ocorre em ramos com no mínimo 4 meses de idade –
ramos imaturas apresentam grande quantidade de inibidores florais.
✓O florescimento se dá de jun-out, podendo se estender por até 5 meses, 
em função do clima, uso de irrigação, uso de reguladores de crescimento, 
podas e produção anterior.
❖São Paulo - estresse hídrico – julho, agosto, setembro
❖Vale do São Francisco/Bahia - uso de fitorregulador o ano todo
Indução floral natural Florescimento
✓ As inflorescências saem das vegetações novas, sendo importante a produção 
regular de ramos novos para que ocorra frutificação.
✓ Abertura flores se dá 21 dias após desenvolvimento e o período de duração 
é de 18 a 23 dias
✓ As flores se abrem durante a noite e a abertura das anteras para soltura do 
pólen só ocorre após às 12:00hs (dicogamia protogínica: inviabiliza a 
autofecundação).
✓ Período de maior polinização vai das 13:00hs às 16hs.
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Florescimento
✓ Baixo vingamento de frutos : baixa % de
flores hermafroditas, disposição e morfologia
das estruturas da flor que dificultam a
polinização, dicogamia protogínica, baixa
viabilidade dos grãos de pólen (pesados e
agregados) e a polinização não muito
eficiente realizada por moscas (Diptera -
51,6%) e mariposas (Lepidoptera - 33%).
Frutos
Frutos
✓ Fruto tipo drupa
✓ Peso variando entre 50 g a 2,0 Kg
✓ Mesocarpo amarelo, carnoso, com ou sem fibras
Drupa
Frutificação
✓A maior ocorrência é de um fruto por panícula, em média, mas existem 
variedades, que mantém até a colheita de 2 a 5 frutos por panícula.
✓Ocorre uma queda natural de frutinhos, sendo que 40-50% caem nos 
primeiros 15 dias pós fixação; 60 a 90% caem nos primeiros 30 dias; 94 a 
99%, aos 60 dias. Restando no final apenas 0,67 a 0,70% que chegarão ao 
estádio de maturação.
✓ Tendência natural de alternância de produção.
✓Desenvolvimento do fruto, da floração à colheita = 120 a 150 dias.
Frutificação Cronologia do desenvolvimento
✓ A mangueira pode apresentar diferentes estádios de crescimento na mesma planta:
Fev./Abr.: vegetação – produção dos ramos que irão florescer
Maio/Jun.: indução floral - formação da brotação florífera, induzida por algum estresse
Jul./Ago.: floração – 18 a 28 dias (flores se abrem 21 dias após a emissão da panícula)
Set./Out.: frutificação (fruto demanda 100 a 150 dias para completar o crescimento
completo)
Nov./Jan.: colheita
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Semente
✓ Sementes variam em forma e tamanho
Semente
✓Podem ser monoembriônicas ou poliembriônicas
Semente
Recomendando-se o uso de variedades POLIEMBRIÔNICAS como 
PORTA-ENXERTOS
Condições climáticas - temperatura
✓ Faixa ideal: 21 a 26 ºC
✓ Acima de 32ºC e associada à baixa umidade relativa e ventos intensos 
prejudicam o florescimento e a frutificação
✓ Abaixo de 2ºC e ocorrência de geadas impedem a abertura das flores e o 
desenvolvimento do tubo polínico; provoca queimaduras nas brotações novas 
e panículas e pode até provocar a morte de plantas jovens.
❖ TEMPERATURAS ELEVADAS DURANTE TODO O CICLO
Condições climáticas – umidade e luminosidade
✓ Ideal entre 500 a 2.500 mm por ano.
✓ Ocorrência de período mais seco (menor de 60 mm) na época de florescimento
determina altas produções, diminui infecção de fungos e favorece a floração,
polinização e fixação dos frutos
✓ É muito exigente em luminosidade, maioria das panículas estão na periferia da
copa, o que favorece a insolação e é importante para a abertura das flores,
fixação dos frutos.
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Variedades comerciais de manga
Grupo Indochinês ou Filipino
✓ Sementes poliembriônicas
✓ Com caroços longos e achatados
✓ Pouco aromáticos
✓ Frutos alongados e esverdeados
✓ Tolerantes a antracnoseGrupo Indiano
✓ Sementes monoembriônicas
✓ Fortemente aromáticos
✓ Frutos arredondados e coloridos
✓ Suscetíveis a antracnose
Cultivares 
comerciais 
de manga
https://www.mango.org/mango-varieties-availability/
Palmer
Cultivares comerciais de manga
Cultivar Ciclo Fibras Brix Alternância Porte Pós -colheita Semente
Tommy 
Atkins
Médio
(novembro)
Finas 15 Produção regular Alto Boa 
conservação
Pequena 
(monoembriônica)
Haden Precoce
(outubro)
+ fibrosa 21 Produção irregular Alto Boa Pequena 
(monoembriônica)
Palmer Tardia
(janeiro)
Sem fibras 21 Produção regular Baixo e 
copa 
aberta
Boa Pequena 
(monoembriônica)
Keitt Tardia
(janeiro)
Sem fibras 21 Produção regular Médio e 
copa 
aberta
Boa Pequena 
(monoembriônica)
Kent Tardia
(janeiro)
Sem fibras 20 Produção regular Médio e 
copa 
aberta
Vulnerável ao 
transporte
Pequena 
(monoembriônica)
Rosa Tardia
(janeiro)
Fibrosos 15 - - - Poliembriônica
Cultivares comerciais de manga
Cultivares porta – enxerto 
Poliembriônica
▪ Espada
▪ Coquinho
▪ Rosinha
▪ Coração - de - boi
▪ Carlota
Propagação e produção de mudas
❖ Semente: obtenção de porta-enxerto 
❖ Enxertia: formação da muda
✓ Garfagem tipo fenda cheia é o mais utilizado
✓ Borbulhia pouco usada
JUSTIFICATIVA 
Propagação e produção de mudas
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Propagação e produção de mudas
Produção de mudas
Poda
Poda de formação:
✓ O objetivo das podas de formação é orientar o crescimento dos ramos, quanto ao 
número, distribuição e tamanho convenientes. 
✓ Significa formar uma planta com uma arquitetura caracterizada por uma copa com 
a parte interna aberta e um número adequado de ramos laterais produtivos.
✓ Para acelerar a maturação dos ramos das mangueiras, é necessário produzir uma 
estrutura bem ramificada
Poda
http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Agencia22/AG01/arvore/AG01_47_24112005115222.html
Poda Poda
A partir da quarta poda, o corte deverá ser feito acima do nó, em tecido lignificado, com 
tratamento dos ramos podados com fungicida, selecionando-se de três ramos voltados para a 
parte externa da copa. Essa fase é atingida pela planta entre 2,5e 3 anos de idade.
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Poda
Poda de produção:
✓ Realizadas durante a fase produtiva da planta.
✓ Atividades de limpeza.
✓ Levantamento de copa.
✓ Abertura central, equilíbrio, correção da arquitetura. 
✓ Poda lateral e de topo.
Poda
Consiste na eliminação dos ramos 
que estiverem até 70 cm de altura 
do solo.
Controlar o crescimento
Propiciar o arejamento no interior da copa
Remoção das brotações centrais
Manter o espaçamento adequado 
entre as fileiras de plantas- tratos
Culturais e colheita.
Manter a altura da planta num 
limite
adequado à condução do pomar.
http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/Agencia22/AG01/arvore/AG01_48_24112005115222.html
Indução artificial do florescimento
Objetivos: concentração da colheita na entressafra, escalonamento da produção e escape 
das condições climáticas que propiciam a incidência de doenças.
ESTÍMULO DA BROTAÇÃO FLORAL
1) Estresse hídrico (30-70 dias) + Nitrato de potássio (2-4%)
2) Paclobutrazol - PBZ (1,0 g i.a./m de diâmetro de copa): inibe a síntese das giberelinas
Aplicação via solo – em torno da copa ou na base do caule.
Cerca de 70-90 dias após aplicação aplicar Nitrato de potássio (2-4%) - aplicação foliar.
3) Paclobutrazol - PBZ + Redução gradual da irrigação.
Tratos culturais
Limpeza das panículas: eliminar restos florais para evitar infecção por antracnose.
Retirada das folhas: aumentar a incidência de sol nos frutos, melhora a coloração.
Aplicação de cal nos frutos: proteção dos frutos contra queima pelo sol. Aplicar 
hidróxido de cálcio (cal) a 5% (1 kg/20 L) 30 dias antes da colheita.
Oídio – Oidiummangiferae
▪ As fases críticas para ocorrência de epidemias são: emissão de folhas
novas, florescimento e início de frutificação.
Sintomas:
✓ Na inflorescência: as partes infectadas ficam recobertas por um crescimento 
pulverulento branco-acinzentado e ocorre abortamento de flores 
✓ As ramificações das inflorescências e os frutos jovens também ficam 
recobertos com as estruturas do fungo.
✓ O pedúnculo de frutos torna-se mais fino e quebradiço, o que resulta em 
queda de frutos.
✓ Folhas infectadas, além de ficarem recobertas pelo crescimento branco-
acinzentado, tornam-se deformadas e com aspecto de queima.
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Oídio – Oidiummangiferae Oídio – Oidiummangiferae
Controle:
✓ Variedades resistentes: Keitt eTommy Atkins;
✓ Monitoramento durante a fase de desenvolvimento das inflorescências;
✓ Pulverizações quinzenais (enxofre, cobre, triazol e estrobilurinas ) antes da 
abertura das flores até início da frutificação;
Seca da mangueira – Ceratocystis fimbriata
▪ Doença muito grave que incide sobre a mangueira. Pode levar a morte da planta.
Sintomas:
✓ Seca, iniciada a partir de ramos mais finos do dossel, que progride lentamente em 
direção ao tronco da mangueira causando o anelamento e a morte da planta.
✓ Amarelecimento de folhas, murcha e seca dos galhos afetados onde as folhas secas e 
de coloração palha ficam presas, contrastando com galhos sadios no dossel da 
mangueira.
✓ O fungo penetra na planta através de galerias abertas pela broca Hypocryphalus
mangiferae
Seca da mangueira – Ceratocystis fimbriata
Figura 5. Seca do ramo causada por 
Ceratocystis fimbriata (a);
Morte da planta (b); 
Escurecimento do tronco da 
mangueira devido à colonização por C. 
fimbriata (c, d, e); 
Presença de pequenos orifícios, 
próximos às lesões, feitos por 
coleobrocas (e).
Fotos: Batista, D. C.. (a, e); Alfenas, A. C. (b, c e d).
Controle:
✓ Mudas sadias;
✓ Inspeções periódicas do pomar para eliminação das plantas doentes;
✓ Eliminação de ramos doentes - cortes a 40 cm de distância da região de contraste entre 
tecido sadio e doente;
✓ Materiais infectados ou plantas mortas devem ser imprescindivelmente queimados sem 
nenhuma restrição;
✓ Proteger as regiões podadas com pasta cúprica;
✓ Ferramentas utilizadas durante a operação de remoção de ramos e partes de plantas 
afetadas devem ser desinfectadas (solução de hipoclorito de sódio 2%);
✓ Controlar o vetor (broca);
✓ Variedades resistentes: Coquinho, Espada, Keitt, Kent, Tommy Atkins.
Seca da mangueira – Ceratocystis fimbriata Antracnose – Colletotrichum gloeosporioide
▪ É considerada uma das doenças mais frequentes e responsáveis pelas maiores 
perdas econômicas em áreas produtoras de manga no mundo.
▪ Incide em todos os pomares brasileiros, adensados e com alta umidade, como 
locais ou épocas onde há frequência de chuvas.
▪ Os períodos críticos de maior suscetibilidade da mangueira às infecções por C. 
gloeosporioides são: fase de florescimento, frutificação e emissão de folhas 
novas.
▪ + suscetíveis: Haden, Kent, e Palmer
▪ - suscetíveis: Tommy Atkins
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Antracnose – Colletotrichumgloeosporioide
Sintomas:
✓ Folhas: lesões deprimidas e irregulares, de coloração marrom.
✓ Brotações e/ou ramos novos: manchas necróticas e escuras, que podem evoluir
para um secamento descendente, da ponta para a base, causando desfolha do
ramo;
✓ Inflorescência: pontuações escuras que se tornam alongadas e profundas
provocando a morte de flores e queda de frutos jovens;
✓ Frutos: o patógeno pode permanecer quiescente e os sintomas surgirem durante
o amadurecimento em pós-colheita.
Antracnose – Colletotrichumgloeosporioide
Figura 01: Antracnose (Colletotrichum
gloeosporioides (Penz.) incidente em manga 
A. Sintomas nas folhas, 
B. Sintomas nos frutos, 
C. Sinais do fungo em microscópio 
estereoscópico das folhas 
D. Sinais do fungo em microscópio 
estereoscópico do fruto
Antracnose – Colletotrichumgloeosporioide
Antracnose – Colletotrichum gloeosporioide
Controle:
✓ Aplicações de fungicidas (cúpricos, mancozebe, tiofanato metílico e tebuconazole);
✓ Eliminar ramos doentes;
✓ Indução floral fora de períodos chuvosos;
✓ Realizar podas que propiciem boas condições de arejamento;
✓ Eliminar restos de cultura contaminados e frutos doentes da planta;
✓ Tratamento químico pós-colheita com procloraz ou o hidrotérmico com
temperatura de 52 °C durante 5 minutos.
Mal formação floral e vegetativa - Fusarium subglutinans
▪ A malformação ou embonecamento é um sérios problemas fitossanitários da 
mangueira em diversas regiões produtoras em todo o mundo, podendo ocasionar 
perdas na produção de até 80%.
Sintomas:
✓ Redução no comprimento do eixo principal e surgimento de ramificações 
secundárias na panícula, gerando um aspecto de cacho que lembra uma boneca;
✓ As inflorescências malformadas não produzem frutos;
✓ Superbrotamento dos ramos vegetativos;
✓ Ramos infectados apresentam internódios curtos, folhas rudimentares e gemas
intumescidas que não chegam a brotar.
Mal formação floral e vegetativa - Fusarium subglutinans
Sintomas de malformação vegetativa e 
floral da mangueira. Foto: Daniela Lopes.
Flor sem a doença.
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Mal formação floral e vegetativa - Fusarium subglutinans
Controle:
✓ Vistoria periódica do pomar e viveiros para eliminar material vegetal 
sintomático;
✓ Não usar material de propagação doente na formação de mudas;
✓ Podar e destruir ramos e panículas infectados;
✓ Utilização de variedades resistentes: ‘Rosa´
Mosca-das-frutas - Anastrepha spp. /Ceratitis capitata
▪ Principal praga da mangueira, problemas com exportação.
Sintomas:
✓ Apodrecimento dos frutos nos locais de ovoposição e apodrecimento 
da polpa.
Controle: 
✓ Isca tóxica com melaço (7%) + triclorfon (120 g) ou fention (75 g para 
100 L da mistura). 
✓ Variedade menos suscetiveis: Haden, Coquinho, Espada.
Mosca-das-frutas - Anastrepha spp. /Ceratitis capitata Broca-da-mangueira – Hypocryphalusmangiferae
▪ Vetor da Seca da mangueira – Ceratocystis
fimbriata
▪ Besouro que mede 1 mm, de coloração 
marrom
Sintomas:
✓ Inicia o ataque pelos ramos mais finos no topo 
da copa
Controle: 
✓ Eliminação de ramos novos secos
Distúrbios fisiológico - Colapso interno
▪ Amadurecimento prematuro e desigual da polpa
Sintomas: 
✓ Decorrentedo desequilíbrio nutricional entre Ca e N.
✓ Nariz mole, semente gelatinosa, tecido esponjoso e cavidade na extremidade do 
pedúnculo.
✓ Desintegração do sistema vascular na região de ligação entre o pedúnculo e o 
endocarpo, na fase pré-colheita.
✓ Pode ser corrigido com aplicações foliares de nitrato de cálcio ou via solo com 
carbonato de cálcio.
✓ Maior incidência em cultivares monoembriônicas (Tommy Atkins, Keitt e Kent) e 
menor incidência em variedades poliembriônicas e fibrosas (Espada e Coquinho).
Distúrbios fisiológico - Colapso interno
▪ Amadurecimento prematuro e desigual da polpa
Sintomas: 
✓ Decorrente do desequilíbrio nutricional entre Ca e N.
✓ Semente gelatinosa, tecido esponjoso e cavidade na extremidade do pedúnculo.
✓ Desintegração do sistema vascular na região de ligação entre o pedúnculo e o 
endocarpo, na fase pré-colheita.
✓ Maior incidência em cultivares monoembriônicas (Tommy Atkins, Keitt e Kent) e 
menor incidência em variedades poliembriônicas e fibrosas (Espada e Coquinho).
Controle:
✓ Pode ser corrigido com aplicações foliares de nitrato de cálcio ou via solo com 
carbonato de cálcio.
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Distúrbios fisiológico - Colapso interno Distúrbios fisiológico - Queima por látex
▪ O corte do pedúnculo para a colheita libera o látex que escorre sobre a superfície da 
casca causando queimaduras.
▪ Estas queimaduras podem ocorrer também quando uma fruta entra em contato direto 
com outra na qual houve escorrimento do látex.
▪ Realização do corte do pedúnculo a uma altura de 5 cm aproximadamente e o pedúnculo 
é reduzido apenas quando forem submetidas às operações pós-colheita no galpão de 
embalagem. 
Distúrbios fisiológico - Queima por látex Colheita
Cor da casca - torna-se verde-clara brilhante
Tamanho/Formato do fruto - em algumas variedades, aparece um bico e o ápice 
se torna mais cheio e arredondado.
Formação do ombro - com o início da maturação, ocorre uma elevação da altura 
do ombro, que antes se apresentava alinhado com o ponto de inserção do 
pedúnculo.
Formação de uma depressão em torno do pedúnculo
Teor de sólidos solúveis - mercados distantes 6-8 ºBrix e mercados regionais 
10ºBrix
Número de dias após a floração - 120 a 150 dias
Colheita
Colheita
▪ A colheita é manual ou semi-mecanizada:
✓ Instrumento de corte ou tesoura de poda na parte alta da planta: 
com vara de colheita com cesto.
✓O corte do pedúnculo deve ser feito com pelo menos 3-5 cm, para 
evitar vazamento de látex
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Colheita Pós-colheita
✓ Lavagem: frutos colhidos são lavados em água contendo hipoclorito de sódio ou cálcio, 
na concentração de 100 ppm de cloro
✓ Eliminação de pedúnculo: imersão dos frutos em água contendo 0,4% de hidróxido de 
cálcio - neutraliza o látex
✓ Seleção: frutos sem valor comercial
✓ Tratamento hidrotérmico: 
• Doenças fúngicas: 52ºC por 5 min 
• Mosca das frutas: 46,1ºC por 75 min (frutos com peso inferior a 425 g) ou 46,1ºC por 90 
min (frutos com peso acima de 425 g)
✓Aplicação de cera: cera de carnaúba
✓ Embalagens: frutos acomodados em caixas de papelão
✓Armazenamento: em câmara fria (10 a 13ºC)
Pós-colheita
Pós-colheita
https://www.youtube.com/watch?v=1tZ9IqKhqLg
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https://www.youtube.com/watch?v=1tZ9IqKhqLg

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