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PAPO RETO
AUGUSTO CARVALHO
Vice-Presidente de 
Relações Institucionais
Vocês acompanharam a saga da ANABB e 
entidades parceiras (Abrapp, Anapar, Fenae, Previ, 
Funcef, Petrus, Funpresp, Ceres e outras), quando 
da discussão e votação da regulamentação 
da Reforma Tributária. Nossos informativos 
registraram os movimentos principais dessa 
peregrinação pelos gabinetes do Executivo e 
Legislativo, até que fosse sancionada sem veto a 
Lei Complementar 214/2025. Não foi pouca coisa 
não, e precisamos reverberar essa conquista à 
exaustão, pois afastamos um tributo a ameaçar 
drasticamente as aposentadorias de todos os 
trabalhadores participantes de fundos de pensão 
e planos de saúde do tipo Cassi. Essa perda foi 
estimada entre 4 e 12% dos proventos, enquanto 
o impacto sobre as despesas administrativas dos 
planos de saúde significaria rateio certo entre os 
associados. 
Mal celebramos essa vitória, atentos ao processo 
sucessório da Câmara e Senado, quando nova 
bomba de efeito retardado foi lançada contra o 
sistema de previdência complementar brasileiro. 
Um resultado deficitário apresentado pela Previ, 
em novembro, atiçou analistas apressados da 
mídia, da política, dos órgãos de controle e das 
milícias digitais, a cravarem a palavra maldita que 
evoca lembranças e sentimentos desalentadores: 
rombo. A confusão, quiçá premeditada, entre 
déficit acumulado e prejuízo realizado, agregou 
narrativas as mais variadas: a de quem cavalga 
a polarização política na sociedade e tenta obter 
dividendos com uma “derrapada” da direção 
da Previ; e a dos que operam na sombra, 
para desmoralizar o sistema de previdência 
complementar compartilhado, que tem dirigentes 
escolhidos pela empresa patrocinadora e eleitos 
pelos participantes. Essas narrativas querem que 
o mercado abocanhe o patrimônio bilionário 
de milhões de trabalhadores. Omitem que as 
flutuações do valor das ações não dependem 
de uma canetada dos dirigentes de qualquer 
fundo. Aliás, ninguém correu atrás de assinatura 
de parlamentar propondo CPI quando a mesma 
Previ deu déficit de valor semelhante no governo 
passado (de R$ 14,8 bilhões, em 2021). 
Águas revoltas, portanto, 
aguardam-nos. Com 
direito a CPI, auditoria 
do TCU, audiências 
públicas, etc. Nossa Previ 
vai sobreviver a tudo 
isso, como já superou 
tanta adversidade em 
seus 120 anos. E seguirá 
pagando religiosamente os 
benefícios a todos os seus 
participantes, conforme 
previsto e planejado em seus 
hígidos cálculos atuariais e 
controles de risco.
Rejane Zanello destaca
o papel social do BB
Ex-senador Álvaro Dias
defende justiça tributária
ANABB luta pela PREVI e pela
previdência complementar
Expediente
ANABB ON-LINE
ENDEREÇO
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507, Bl. A, Lj. 15
Asa Sul – Brasília (DF) 
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7h às 19h
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COMUNICAÇÃO
Melina Carrinho
REDAÇÃO
Elder Ferreira
Luciano Gallas 
 
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Maria Taboza
EDITORAÇÃO
Agência Mk7
Jonathan Nascimento
Patrício Souza
 
BANCO DE IMAGENS
Adobe Stock
Freepik
DIRETORIA EXECUTIVA
 
VALMIR CAMILO 
Presidente
GRAÇA MACHADO
Vice-presidente Administrativa e Financeira
LISSANE HOLANDA
Vice-presidente de Comunicação
MARCEL BARROS
Vice-presidente de Relações Funcionais
AUGUSTO CARVALHO
Vice-presidente de Relações Institucionais
CONSELHO DELIBERATIVO
�
William Bento – Presidente
Cláudio Zucco - Secretário
Ana Lúcia Landin
Anaya Carvalho
Antilhon Saraiva
Carlos Flesch 
Carlos Soares (Carlinhos)
Cecília Garcez
Cláudio Pacheco
Deli Soares
Francisco Alves (Xixico)
Genildo Reis
Humberto Fernandes
Isa Musa
Luiz Satoru
Mércia Pimentel
Milton Murakami
Nilton Brunelli
Rejane Zanello
Sybelle Chagas
Waldenor Mariot
CONSELHO FISCAL
Edson Branco - Presidente
Flávia Casarin - Secretária
José Wilson (titular)
Edson Xavier (suplente)
Hamilton Biscalquini (suplente)
Tatiana Mattos (suplente)
DIRETORES REGIONAIS
�
AC-01: Júlia Maria Matias
AL-02: Nilson Vieira (Nilsão)
AP-03: Socorro Paiva
AM-04: Terezinha Silva
BA-05: Carlos Cabral (Bispo)
BA-06: Íris Carvalho
BA-07: Amilton Vasconcelos
BA-08: Maruse Dantas
CE-09: Mazé Faheina
CE-10: Meire Penaforte
DF-11: Klebert Cirino
DF-12: Nelson Vieira (Batata)
DF-13: Francisco Mariquito
DF-14: Elpídio Taube
DF-15: Alberto Okada
ES-16: Sebastião Ceschim (in memoriam)
GO-17: Diusa Almeida
GO-18: Fabiana Souza
MA-19: Camilo Rocha Filho
MT-20: Daniel Fialkoski
MS-21: Valdineir Ciro
MG-22: Fernando Miranda
MG-23: Rizele Norberto
MG-24: Matheus Fraiha
MG-25: Maurício Ferreira
MG-26: Aníbal Borges
MG-27: Rose Durães
PA-28: Fábio Gian
PB-29: Marconi Campelo
PR-30: Aníbal Rumiato
PR-31: Antônio Maciel
PR-32: Sérgio Areco
PR-33: Carlos Kravicz
PE-34: Rose da Mota
PE-35: Margareth Ferrer
PI-36: Francisco Matos
RJ-37: Antônio Roberto
RJ-38: Maurício Gomes
RJ-39: Elisa Maniaudet
RJ-40: Rubens Fonseca (Rubão)
RJ-41: Alexis Japiassu
RJ-42: Eduardo Guimarães
RN-43: Hermínio Sobrinho
RS-44: Celson Matte
RS-45: Maximiliano Amaro
RS-46: Edmundo Brandão
RS-47: Angélica Oliveira
RS-48: Ademar Thomas
RS-49: Hermes Saldanha
RO-50: Rosane Santanna
RR-51: Rodrigo Esteves
SC-52: Maria Helena Feitosa
SC-53: Moacir Fogolari
SC-54: Martinho Worm
SP-55: Rubens Costa
SP-56: Daisy Saccomandi
SP-57: Waldenor Borges
SP-58: Lourdes Zamprogna
SP-59: Adilson Manduri
SP-60: Honório Almirão
SP-61: José Roberto (Keijo)
SP-62: Luiz Gonzaga
SP-63: Luiz Paschoalotto
SP-64: Juvenal Antunes
SE-65: Wallas Morais
TO-66: Ben Hur Jales
3ANABB On-line | 2025
Bacharel em Administração e MBA em 
Governança, Risco e Compliance, Rejane 
Zanello assume seu primeiro mandato 
no Conselho Deliberativo da ANABB. Na 
Associação, pretende dar prosseguimento 
ao trabalho desenvolvido anteriormente 
junto ao Conselho Deliberativo da CASSI 
e à Diretoria da APABB.
“Como conselheira da ANABB, tenho 
um compromisso especial com os 
funcionários da ativa, que enfrentam 
desafios diários e precisam de uma 
representação forte e atuante, sem 
esquecer e valorizar aqueles que 
construíram a história da nossa 
Associação”, aponta.
A valorização da carreira, melhores 
condições de trabalho, oportunidades 
de ascensão profissional e políticas que 
garantam reconhecimento e valorização 
dos funcionários da ativa do Banco do 
Brasil estão entre os assuntos sobre os 
quais a conselheira pretende atuar nas 
entidades em que exerce representação.
“A ANABB contribui fazendo parcerias e 
convênios para a capacitação profissional, 
e também voltados à saúde mental, 
física e ao bem-estar dos funcionários, 
especialmente diante da alta pressão 
no ambiente bancário. Vamos envidar 
esforços para que esses benefícios sejam 
continuamente ampliados”, relata.
De acordo com a conselheira, a defesa 
do papel social do BB como banco 
público contribui para a segurança e 
estabilidade dos funcionários, a proteção 
dos direitos trabalhistas e previdenciários 
e o fortalecimento da CASSI e da PREVI.
“Garantir que as decisões sobre essas 
instituições sejam sempre voltadas para 
os interesses dos funcionários será o foco 
da nossa gestão. Estaremos com a ANABB 
cada vez mais próxima dos funcionários 
da ativa, ouvindo suas demandas e 
defendendo seus direitos, para juntos 
construirmos uma associação mais forte 
e representativa”, conclui Rejane Zanello.
Fala 
Conselheira
Rejane Zanello
4 ANABB On-line | 2025
O ANABB On-Line entrevista nesta edição 
o ex-senador Álvaro Dias, autor do Proje-
to de Lei (PL) nº 581/2019, que concede 
à participação dos trabalhadores nos lu-
cros e resultados das empresas (PLR) o 
mesmo tratamento fiscal concedido aos 
dividendos de acionistas destas mesmas 
empresas, ou seja, a isenção de incidên-
cia do Imposto de Renda. A busca por 
justiça tributária é uma luta travada pela 
ANABB, de forma a corrigir distorções e 
preservar o patrimônio dos trabalhado-
res. Participam desta entrevista o presi-
dente da Associação, Valmir Camilo, e o 
vice-presidente deRelações Institucio-
nais, Augusto Carvalho. Veja os principais 
trechos a seguir.
Como surgiu a ideia de apresentar o pro-
jeto e quais foram as principais dificulda-
des enfrentadas?
A ideia surgiu em 2018, quando eu estava 
em campanha para presidente da Repúbli-
ca e discutia o assunto com trabalhadores, 
entidades representativas e empresários. E 
eu não encontrei, nem mesmo na área em-
presarial, qualquer obstáculo à proposição, 
que trata de corrigir uma injustiça. Qual a 
razão do trabalhador pagar o Imposto de 
Renda sobre o resultado do lucro da em-
presa e o sócio e acionista ser isento? En-
tão, em 2019, apresentei o projeto, e a Co-
missão de Assuntos Econômicos debateu. 
O senador Irajá foi o relator, conversei mui-
to com ele a respeito. Houve uma restrição 
da parte da Receita, uma tentativa de evitar 
a aprovação do projeto, mas nós consegui-
mos aprová-lo na Comissão. E, quando há 
uma objeção do governo, sempre há um 
pedido de que o projeto vá ao Plenário.
Houve este requerimento, o projeto foi para 
o Plenário e apresentou-se lá uma emen-
da. Nós rejeitamos a emenda e aprovamos 
o projeto como estava proposto. Chegou 
à Câmara, se não me falha a memória, no 
dia 15 de dezembro de 2022. Portanto, esse 
projeto já está na Câmara há mais de dois 
anos. Os empresários são favoráveis, os 
trabalhadores são favoráveis e o presiden-
te Lula, aqui no Paraná, em São José dos 
Pinhais, na fábrica da Renault, afirmou que 
há muito tempo isso está na cabeça dele. 
Se o presidente da República é favorável, 
não vai permitir que a Receita Federal colo-
Personalidade 
Destaque
Álvaro Dias
CLIQUE AQUI 
para ver a entrevista 
completa ou leia o 
QR CODE ao lado
5ANABB On-line | 2025
o da simplificação tributária e, finalmente, 
estimular a produtividade. É claro que um 
trabalhador que se sente valorizado, que 
se sente premiado com a sua participação 
nos lucros da empresa, vai se dedicar muito 
mais e, com isso, nós teremos produtividade 
maior. Enfim, são argumentos inquestioná-
veis, que justificam a aprovação do projeto.
A Fazenda alega que a renúncia fiscal com 
a isenção tributária do PLR seria de R$ 10 
bilhões. Esse tipo de argumento influenciou 
a tramitação do projeto?
Havia objeções em relação ao projeto, exa-
tamente com o receio do governo perder a 
receita. Agora, o próprio presidente da Re-
pública diz: “não esperem que eu prejudi-
que trabalhador, esperem que eu proteja os 
direitos dos trabalhadores”. É a palavra do 
presidente da República.
Eu imagino que o Congresso não pode fi-
car à margem desta aspiração de natureza 
econômica, como nós já dissemos, e social. 
É óbvio que, se há perda de receita num pri-
meiro momento, a médio e longo prazos 
ele ganhará. Porque haverá uma injeção de 
recursos na economia e, obviamente, isso 
possibilitará um incremento que vai esti-
mular o crescimento econômico. Ganha o 
trabalhador, que vai receber um salário mais 
justo, vai ver a eliminação de uma injustiça. 
Ganha o empresário, porque terá um traba-
lhador mais estimulado e mais produtivo. E 
ganha também o governo em receita, por-
que a produção será maior.
Eu vivi no Congresso muitos anos e um dos 
problemas é que os setores menos favore-
cidos são sempre colocados no 2º plano. As 
coisas andam rapidamente no Congresso 
quando há a força do lobby. E, se o projeto 
contraria os interesses desses grupos econô-
micos poderosos, ele não anda. O Congresso 
Nacional funciona muito mais sob pressão 
dos poderosos do que em razão de interes-
ses sociais relevantes. Então é fundamental 
que todos que possam pressionar o seu par-
lamentar no Congresso Nacional, o façam. A 
pressão popular é que aprova projetos.
que qualquer obstáculo à aprovação desse 
projeto.
O portal da Câmara dos Deputados fez 
uma enquete e o resultado foi que 98% 
das pessoas que participaram concordam 
totalmente. Foram 2.936 pessoas que se 
manifestaram favoravelmente ao projeto, e 
apenas 22 pessoas que não aprovam o pro-
jeto.
Na Câmara, o projeto já foi aprovado na 
Comissão do Trabalho e está agora na 
Comissão de Finanças e Tributação. A rela-
tora já foi designada, é a deputada Laura 
Carneiro.
Eu tenho absoluta convicção que a depu-
tada Laura Carneiro, que eu conheço bem, 
oferecerá um parecer favorável. Vamos con-
versar com ela para que agilize esse parecer. 
E depois, me parece, ainda vai à Comissão 
de Justiça, para finalmente ir ao Plenário. A 
verdade é que há, de certa forma, uma con-
vergência favorável à aprovação do projeto. 
Imagino também que um contato com o 
novo presidente da Câmara dos Deputados, 
para priorizar a matéria, deva ser útil e neces-
sário, inclusive.
Esse projeto tem argumentos favoráveis 
que são inquestionáveis. O estímulo à eco-
nomia, por exemplo: aumenta o poder de 
compra do trabalhador e há uma injeção de 
dinheiro, contribuindo para o desenvolvi-
mento econômico, a redução das desigual-
dades salariais. Temos argumentos sociais 
fundamentais também: o reconhecimento 
do valor do trabalhador e a sua contribuição 
para que a empresa seja bem-sucedida. Até 
por isso os empresários não são contrários 
ao projeto, porque há um estímulo ao traba-
lhador. Ele é fundamental para o sucesso da 
empresa e tem de ser reconhecido como tal.
É uma questão também de justiça social. O 
Congresso acaba de aprovar uma Reforma 
Tributária. Não há por que admitir uma in-
justiça, evitando a isonomia fiscal, a igualda-
de de tratamento entre o trabalhador, o só-
cio e o acionista da empresa. Esse é um dos 
objetivos do projeto. Há ainda conformidade 
constitucional, argumentos práticos como 
6 ANABB On-line | 2025
ENERGIA SUSTENTÁVEL
O presidente do Instituto Viva Cidadania 
(IVC) e conselheiro deliberativo da ANABB, 
Nilton Brunelli; a diretora de Projetos 
do IVC e vice-presidente Administrativa 
e Financeira da Associação, Graça 
Machado, e o diretor regional Juvenal 
Antunes visitaram a Universidade de 
Campinas (Unicamp), em São Paulo, para 
conhecer projetos de energia sustentável 
mantidos pela universidade. ANABB e 
IVC apoiarão a instalação de painéis 
solares no município de São Gabriel da 
Cachoeira, no Amazonas, para melhoria 
da qualidade de vida e redução da 
vulnerabilidade social em comunidades 
indígenas de 23 etnias diferentes.
BB ACOMPANHA 
RESULTADOS DA PREVI
A presidenta do Banco do Brasil, Tarciana 
Medeiros, disse em entrevista coletiva que 
acompanha mensalmente os resultados 
da Previ e que eventuais déficits nos planos 
são conjunturais. "O dinheiro da Previ é pago 
por cada um dos funcionários do Banco do 
Brasil. É importante a gente falar disso: de 
forma muito transparente, eu sei qual é meu 
saldo na Previ e qual é meu valor previsto 
de aposentadoria. É um plano de reserva 
para que os funcionários tenham condição 
de se aposentar. O dinheiro da Previ é dos 
funcionários do Banco do Brasil", destacou 
na entrevista.
BANCO DO BRASIL COM LUCRO RECORDE
O Banco do Brasil registrou lucro líquido ajustado de R$ 37,9 bilhões em 2024, uma cifra recorde 
na história da instituição. O valor representa crescimento de 6,6% na comparação com 2023. 
No resultado do 4º tri/2024, o BB teve lucro de R$ 9,6 bilhões, crescimento de 1,5% em relação 
ao mesmo período do ano anterior. No ano, o lucro foi influenciado pelo desempenho positivo 
da margem financeira bruta e das receitas com prestação de serviços, além do controle das 
despesas administrativas. 
A PREVI É DOS 
ASSOCIADOS
A Diretoria Executiva da ANABB publicou o artigo 
A PREVI É DOS ASSOCIADOS, repudiando os 
movimentos orquestrados por certos agentes 
contra o maior fundo de pensão do país, 
patrimônio dos funcionários do Banco do Brasil. 
"É uma farsa que existe rombo na PREVI. Assim 
como é uma farsa que estes agentes políticos 
estejam realmente ao nosso lado – nunca 
estiveram", diz um trecho do texto. Leia a íntegra 
CLICANDO AQUI
PAROU NO RADAR
DIÁLOGOS COM 
PARLAMENTARES
 
A ANABB seguiu realizando audiências com 
parlamentares no mês de fevereiro para 
destacar a solidezdo Sistema de Previdência 
Complementar no Brasil e demonstrar que a 
PREVI tem uma governança robusta e segura. 
Estiveram junto com a Associação a ABRAPP, 
Anapar, Funcef e Fenae. Nas agendas, a ANABB 
alertou para os riscos oferecidos por fatores 
políticos sazonais que causam instabilidade 
ao sistema e insegurança jurídica.
7ANABB On-line | 2025
REVISÃO DA 
VIDA TODA
Os ministros Alexandre de 
Moraes, Flávio Dino, Cristiano 
Zanin e Nunes Marques, do 
Supremo Tribunal Federal (STF), 
apresentaram votos em plenário 
virtual defendendo que as 
pessoas que receberam recursos 
até o dia 5 de abril de 2024, em 
ações judiciais relacionadas à 
tese da Revisão da Vida Toda, 
da aposentadoria pelo INSS, 
não precisarão devolver os 
valores. A data corresponde à da 
publicação da ata do julgamento 
que derrubou a tese. O STF 
segue analisando embargos 
declaratórios à decisão. Um 
destaque do ministro Dias 
Toffoli levou o julgamento destes 
recursos para o plenário físico.
APOSENTADOS DA CAIXA TÊM VITÓRIA 
Aposentados e pensionistas da Caixa Econômica Federal conquistaram uma vitória 
importante: a redução da taxa de equacionamento no plano REG/Replan Saldado da 
Funcef. Isso significa que as contribuições extraordinárias terão seu impacto reduzido 
em até 43%, o que traz alívio financeiro para mais de 50 mil beneficiários. A medida já 
foi aprovada pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e 
é resultado de um longo processo de negociações entre as entidades representativas, 
como a FENACEF e as Associações de Aposentados e Pensionistas da Caixa, a própria 
instituição financeira e o governo, além da mobilização direta dos beneficiários.
COOPERFORTE
No último dia 17 de fevereiro, o Banco Central aprovou o nome de Asclepius Ramatiz 
Lopes Soares (Pepe) para substituir Edson Machado Monteiro, economista, ex-vice-
presidente do Banco do Brasil, ex-presidente do Grupo Paranapanema, ex-diretor da 
Previ, na Presidência da COOPERFORTE. Sem nenhuma explicação, o Conselho de 
Administração controlado por José Valdir Ribeiro dos Reis, desde 1997, comandou 
a saída de Edinho Machado, às vésperas de um novo processo eleitoral. Renúncia 
com jeito de “renunciado”. Poucos sabem, mas a Bancorbrás já foi uma cooperativa 
dos funcionários do BB e hoje tem dono. Vamos acompanhar.
VOTAÇÃO PARA CAREF
A votação do 2º turno das eleições para 
Conselheiro de Administração Representante dos 
Funcionários do Banco do Brasil (Caref) ocorrerá 
de 6 a 12 de março. Concorrem as candidatas 
SELMA CRISTINA ALVES SIQUEIRA, que obteve 
5.733 votos no 1º turno (20,2% dos válidos), e 
SUZANA ALVES DE MELO, que alcançou 1.139 votos 
(4,0% dos válidos). Podem votar os funcionários 
da ativa, pelo SISBB.
GOLPES NO CARNAVAL
Para não cair em golpes, nunca entregue o cartão 
diretamente ao vendedor, porque golpistas podem 
memorizar a senha e trocar o cartão durante 
a transação. Também não aceite pagar uma 
compra se o visor da máquina de cobrança estiver 
quebrado ou apagado, impedindo a visualização 
do valor. Recomenda-se ainda desativar a função 
de aproximação dos cartões físicos, para evitar os 
débitos sem consentimento.
8 ANABB On-line | 2025
Não deixe seu 
futuro para depois.
Conheça a 
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comece a construir 
a aposentadoria 
hoje mesmo.
Você e sua família 
merecem. 
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