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REVISÃO, TAREFA • O Sistema Único de Saúde (SUS); a APS - Saúde no Brasil: uma síntese do SUS (1988CF, 1990 L.O.S., 1991 PACS, 1993 PSF, 2011 PNAB) 1) ELABORAR UM PLANO DE TRABALHO NA ATENÇÃO BÁSICA → 05/06/25 (40 PONTOS) 2) GRUPOS DE 05 (2) E 04 (1) PESSOAS : APRESENTAR POWER POINT (20-40´) + TRABALHO IMPRESSO (máx. 20 laudas) EDUCAÇÃO FÍSICA (EF) NA ATENÇÃO PRIMÁRIA EM SAÚDE (APS) PLANO DE TRABALHO NA ATENÇÃO BÁSICA abel_treinador profabelfreitag@gmail.comDoutor em Educação Física MBA em Gestão Empresarial Mestre em Ciências da Saúde Especialista em Gestão de Saúde Bacharel em Educação Física Prof. Dr. Abel Felipe Freitag História, terminologia e princípios do treinamento desportivo da Musculação I II III IV A APS Inserção da Educação Física (EF) como prática de saúde A EF no cuidado integral da população na APS A atuação interprofissional no contexto da APS Conceitos e princípios da Atenção Primária à Saúde (APS) Atividade física na promoção da saúde O Sistema Único de Saúde (SUS) EF como prática de saúde CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A atuação das equipes de APS na UBS A atuação do profissional de EF na APS A atuação e intervenção do profissional de EF na APS Conhecimento e competências do profissional de EF na APS Vivenciar a realidade de atuação das equipes de APS no contexto da UBS Vivenciar a realidade de atuação das equipes de APS no contexto da UBS Vivenciar a realidade de atuação das equipes de APS no contexto da UBS Vivenciar a realidade de atuação das equipes de APS no contexto da UBS EMAB, 2023 Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Projeto Singular Terapêutico Pactuação do apoio • PST: estratégia das equipes de referência (ESF) e de apoio NASF → promoção de saúde + outros serviços e políticas no território (diagnóstico inicial das condições de saúde da comunidade) • Objetivo: ser uma estratégia do NASF e das equipes vinculadas para a produção de saúde em determinado território • Preceito: atendimento ampliado do processo saúde-doença, a participação social e a intersetorialidade das ações → promoção da saúde + autonomia dos sujeitos e das comunidades envolvidas Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 • Fortalecimento da integralidade, ações vinculadas à: clínica, vigilância em saúde e promoção da saúde • Catalisador de ações locais → redução de vulnerabilidades, instaurando processos de cooperação entre os envolvidos e estabelecendo redes de cogestão e corresponsabilidade no território • A partir daí vem a inserção do NASF na AB→ o PLANO DE AÇÃO é implantado Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 Periodicamente, o grupo responsável pela gestão do PST (profissionais da ESF e do NASF + representantes dos usuários + parceiros de outros setores), deve se reunir para realizar a avaliação e a reflexão sobre os resultados, corrigindo eventuais distorções, mantendo ações ou modificando o curso do PST, cuja principal finalidade é a produção de saúde integral à comunidade, que se refletirá no perfil de morbimortalidade. Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 Ferramenta tecnológica no trabalho do NASF Ações assistenciais diretas + técnico pedagógicas + elaboração de materiais de apoio + discussão de casos + atendimentos conjuntos... Ao realizar matriciamento, a equipe do NASF utiliza as informações da equipe da ESF, buscando sua qualificação para a oferta de apoio às equipes vinculadas. Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 Utilização da Matriz → assegurar a integração entre as distintas profissões no trabalho em saúde • Encontros episódicos: a) Reuniões b) Programas c) Projetos * Não há alteração no “desenho” tradicional dos Dptos • A proposta de organização dos serviços por meio das equipes de referência e de apoio matricial é extensiva aos diversos serviços e níveis de assistência, ou seja, é extensiva aos hospitais, aos centros de referência, aos prontos-atendimentos e à Atenção Básica. Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio CAMPOS e DOMITTI, 2007 A equipe de referência deve ser constituída por um conjunto de trabalhadores de distintas áreas, considerados essenciais. • Deve analisar o indivíduo como um “todo” • Responsável pela condução dos casos: a) Individual OU coletivo b) Clínico OU sanitário • Acionamento da rede complementar quando necessário • É um modo de organização do trabalho em saúde que busca concentrar em um trabalho interdisciplinar e; NÃO fragmentado em especialidades e profissões da saúde Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 CAMPOS, 1999 • Na ABS, a proposta do AM ganhou visibilidade com a criação do NASF • Objetivo do AM: garantir retaguarda especializada assistencial e suporte técnico-pedagógico às equipes de referência → campo de atuação e qualificar as ações → > da sua capacidade resolutiva • Dimensão assistencial: ação clínica direta com os usuários + ação técnico-pedagógica; ações de cunho educativo com e para a equipe (população adscrita às equipes e as próprias equipes) a) Equipes de Saúde da Família b) Ou; AB vinculadas ao NASF * Coordenação com cuidado * Estabelecimento de finalidades comuns entre as diferentes intervenções dos profissionais envolvidos (garantia da interdependência entre elas) • Então, o AM deve ser acionado de acordo com as necessidades de cada indivíduo, família ou grupo Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 NA PRÁTICA 1) Equipe que trabalha com um grande número de idosos DCNT 2) Necessita de maior suporte de um EF para uma AF periodizada 3) Apoio à equipe inserida em um contexto de vulnerabilidade social com violação do direito humano à prática de AF; esse mesmo EF precisaria oferecer conhecimentos diferentes para serem utilizados por essa equipe • Priorização de ações compartilhadas e interdisciplinares, com troca de saberes, corresponsabilização e responsabilidades mútuas mediante utilização de tecnologias. Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 Síntese das ideias vinculadas ao AM, apoio das temáticas do NASF e respectivos focos de atuação junto à ESF A concepção do NASF como núcleo de especialistas inserido na AB, em vez da compreensão dele como equipe de apoio para a qualificação da AB, pode reduzir o potencial de transformação das práticas em saúde e de concretização de mudanças na realidade sanitária local a partir do suporte matricial. Necessidade de criar o PTS (Projeto Terapêutico Singular) Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 PTS • Levantamento das hipóteses de problemas; definição de metas sobre os problemas • Prazo que serão negociados com os envolvidos; na AB pode ser qualquer membro • Divisão de responsabilidades • Reavaliação: momento destinado para avaliar a evolução e fazer as alterações necessárias do Projeto Inicial O contato entre os trabalhadores das equipes de referência: combinação de encontros periódicos e regulares; Pode acontecer também diante de situações não previstas nas quais a comunicação deve ocorrer de modo direto, como, por exemplo, por meio de telefone e correio eletrônico(CAMPOS; DOMITTI, 2007). ProjetoSingular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio BRASIL, 2008 Orienta os profissionais a compartilhar diagnósticos e terapêuticas Profissionais, serviços e setores da sociedade Indivíduo, família ou comunidade envolvida Colaboração na equipe e entre equipes → condutas automatizadas de forma crítica Perspectiva humanizadora; humano é visto em sua complexidade e NÃO como simples fragmentos Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio BRASIL, 2008 Estratégias sugeridas para a formação de vínculos na Atenção Básica Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio BRASIL, 2008 Estratégias sugeridas para a formação de vínculos na Atenção Básica Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio TRAD e ROCHA, 2011 É um conjunto de propostas de condutas terapêuticas articuladas para um indivíduo.. Coordenação do cuidado: equipe de referência → integração NASF + equipes vinculadas • 1º DIAGNÓSTICO: avaliação e problematização de aspectos orgânicos, psicológicos e sociais • 2º DEFINIÇÃO DE METAS: propostas à curto, médio e longo prazo (“negociadas” com o paciente) • 3º DIVISÃO DE RESPONSABILIDADE: as tarefas de cada envolvido devem ser bem definidas • 4º REAVALIAÇÃO: momento para discussão da evolução e acordo de correções, se necessário Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 Aplicando... + Informações sobre o usuário, sua vida e sua família: queixa principal + outras necessidades Discussão dos determinantes para o agravo em saúde: história e vivência social do usuário Quais profissionais e serviços podem atuar no caso Verificar se há necessidade de articulação com outros serviços de saúde (NOVAS AÇÕES) Agendamento de novas reuniões sobre a discussão do caso, se necessário for Projeto Singular Terapêutico Projeto de saúde no território Apoio matricialPlano de ação Clínica ampliada Pactuação do apoio EMAB, 2023 É uma ferramenta de cogestão que deve manter-se em constante construção. Ela é coordenada pela gestão de saúde e delimitada em duas atividades: • Avaliação conjunta da situação: análise + discussão + negociação → OS + participação social a) Definição dos profissionais a serem incluídos na equipe NASF (implementação e revisão) b) Identificar necessidades de saúde do território (as equipes referência precisam de apoio?) • Pactuação do desenvolvimento do processo de trabalho e das metas: visa alcançar os objetivos a) Problemas prioritários a serem abordados b) Critérios de encaminhamento ou compartilhamento dos casos c) Critérios de avaliação do trabalho da equipe e dos profissionais d) Formas de explicitação e) Gerenciamento resolutivo de conflitos Projeto Singular Terapêutico CONSIDERAÇÕES FINAIS • Conceitos relacionados: ESF e sua integração com o NASF • Concepção ampliada de saúde, que orienta os princípios finalísticos, doutrinários e organizacionais do SUS. • Questões específicas da atuação na Atenção básica e as estratégias e ferramentas para potencializar seu grau de resolução. • Integralidade da atenção + atuação interdisciplinar + intersetorialidade + gestão compartilhada + gestão do cuidado e dos serviços de saúde + clínica ampliada + relevância da participação social na efetiva atuação profissional O eMulti, por meio da Portaria GM/MS nº 635, de 22 de maio de 2023, retoma o conceito do NASF com novas modalidades de equipes, maior incentivo financeiro e a possibilidade de incluir farmacêuticos especialistas em Farmácia Clínica, entre outros. O NASF existe atualmente? BRASIL. Ministério da Saúde. Clínica ampliada, equipe de referência e Projeto Terapêutico Singular. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2008. CAMPOS, G.W.S.; DOMITTI, A.C. Apoio Matricial e equipe de referência: uma metodologia para gestão do trabalho interdisciplinar em saúde. Cad. Saúde Pública, 23(2), 2007. TRAD LAB, ROCHA AARM. Condições e processo de trabalho no cotidiano do Programa Saúde da Família: coerência com princípios da humanização em saúde. Ciência & Saúde Coletiva, 16(3), 2011 REFERÊNCIAS Obrigado! Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23