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MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES
INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM 
ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)
ANEXO B
MÓDULO DE TIRO ENGENHOS DE LANÇAMENTO
Edição 
2017
B-1
EB70-IR-01.002
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - ANEXO B MÓDULO DE TIRO ENGENHOS DE LANÇAMENTO
B-2
ANEXO B
Neste Anexo estarão reunidas os Módulos de Tiro (MT) referentes aos Engenhos de Lan-
çamento:
Apêndice B1 - Instruções de Tiro com Granadas de Mão;
Apêndice B2 - Instruções de Tiro com Granadas de Mão Explosiva menos letal; e
Apêndice B3 - Instruções de Tiro com Granadas de Bocal.
EB70-IR-01.002
B1-1
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES
IINSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM 
ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)
APÊNDICE B1
INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
Edição
2017
B1-2
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
I. PRESCRIÇÕES GERAIS
1. GENERALIDADES
As granadas de mão são engenhos de lançamento, de emprego complementar ao armamento 
individual. Isto implica em que:
- todos os combatentes devem estar habilitados a empregá-los na defesa de instalações.
- os fuzileiros, integrantes dos Grupos de Combate, bem como os esclarecedores e explora-
dores dos Grupos de Reconhecimento e dos Grupos de Exploradores, adicionalmente, devem estar 
em condições de empregá-las em ações defensivas, ofensivas e nas patrulhas.
Quanto à sua natureza, é importante conhecer que o engenho efetivamente de guerra, de 
emprego tanto ofensivo quanto defensivo, é a granada denominada “DEFENSIVA”, isto é, a granada 
de fragmentação. A granada denominada “OFENSIVA” é um engenho empregado predominante-
mente na instrução (treinamento de lançamento e exercícios de campanha) e, eventualmente, em 
operações do “tipo polícia”, para dissuadir e dispersar manifestantes nos distúrbios de rua.
2. MÓDULOS DE TIRO
a. IPT
1) A IPT para o lançamento de granadas de mão segue metodologia idêntica a do fuzil (C 
23-1) em que se aplicam, particularmente, o processo monitor-instruendo e a instrução por oficinas.
a) Manejo da granada:
- espoletamento;
- empunhadura da granada; e
- retirada do grampo de segurança. 
b) Posições de lançamento:
Fig 1 - Posições de Lançamento
(1) De pé (2) Preparar para lançar
(3) Lançar
B1-3
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
 
Fig 2 - Lançamento na posição de pé
Fig 3 - Lançamento na posição ajoelhado
(3) Lançar (4) Completando o movimento
(2) Preparar para lançar(1) Ajoelhar
Lançamento na posição de pé Fim do lançamento
B1-4
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
Fig 4 - Lançamento na Posição Deitado
Fig 5 - Lançamento na Posição Deitado (continuação)
(3) Preparar para lançar
(4) Lançar
(5) Posição inicial
(1) Deitar
(2) Preparar para lançar
B1-5
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
Fig 6 - Lançamento na posição deitado (avançado)
Fig 7- Lançamento na posição abaixado
Fig 8- Lançamento na posição abrigado
B1-6
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
Fig 9 - Posição de lançamento na cratera. 
(É necessário um balanceio para trás)
Fig 10 - Instante de lançamento da granada. 
(Ao largar a granada, o lançador recua imediatamente)
c) Técnica de lançamento:
- lançamento em alcance e precisão; e
- lançamento na pista múltipla. 
d) Procedimento no Estande:
- medidas e regras de segurança;
- proteção ao fazer o lançamento em campo aberto; e
- procedimento em caso de granada falhada e de incidente de lançamento.
b. TIP
 - Visa aplicar as técnicas e procedimentos para o lançamento das granadas de mão. 
c. TIB
 - Os exercícios do TIB são, basicamente, de iniciação e deverão desenvolver a capacidade 
de fazer o lançamento de granadas com destreza e segurança.
B1-7
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
d. TIA 
 - Visa deixar o combatente em condições de empregar a granada de mão na defesa de 
instalações.
e. TCB
 - Este módulo complementa a instrução dos fuzileiros, executando exercícios de lança-
mento em situação de combate.
3. MUNIÇÃO
Os Módulos de Tiro indicam a munição a ser empregada em cada Exercício de Tiro.
Não há disponibilidade de granada de guerra para a instrução de todos os instruendos. 
Na realização dos exercícios em que for indicado o seu emprego, deverão ser selecionados os 
homens que, por função, mais provavelmente farão o uso do engenho em campanha. Estes farão 
os exercícios indicados com granadas de guerra (ofensiva ou defensiva). Os demais realizarão os 
exercícios com granadas lastradas. 
Igualmente, a falta de granadas ou de áreas próprias para seu lançamento não deverão impedir 
a realização da instrução, pois todos os exercícios poderão ser executados com granadas lastradas.
4. REFERÊNCIA
- C 23-1 - TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS
B1-8
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)
OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO
IPT
Aplicar as técnicas e pro-
cedimentos para lança-
mento de granada de mão.
Instrução Preparató-
ria para o Tiro (IPT).
- Realizar a IPT.
- Realizar o TIP.
- O instruendo deverá demonstrar 
o desempenho exigido no Teste 
de Instrução Preparatória (TIP).
TIB
Lançar granadas de mão, 
realizando os lançamentos 
de instrução básico.
As condições dos Exc 
Tir Módulo de Tiro de 
Tiro de Instrução Bá-
sico (TIB).
- O instruendo deverá obter os 
índices de suficiência em todos 
os Exc Tir previstos no Módulo 
de Tiro do TIB, ficando em con-
dições de lançar granadas com 
destreza e segurança.
TIA
Lançar granadas de mão, 
realizando os lançamentos 
de instrução avançados.
As condições dos Exc 
Tir do Módulo de Tiro 
do Tiro de Instrução 
Avançado (TIA).
- O instruendo deverá obter os 
índices de suficiência em todos 
os Exc Tir previstos no Módulo 
de Tiro do TIA, ficando em con-
dições de lançar granadas com 
destreza e segurança.
TCB Lançar granadas de mão 
em situações de combate.
As condições dos Exc 
Tir do Módulo de Tiro 
de combate Básico 
(TCB).
- O instruendo deverá obter os 
índices de suficiência em todos 
os Exc Tir previstos no Módulo 
TCB, ficando em condições de 
em pregar as granadas de mão 
em situações de combate.
OBSERVAÇÃO: o Tiro de Combate Avançado (TCA) não se aplica às Granadas de mão, enge-
nho exclusivamente de emprego individual.
Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução
B1-9
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
III. PESSOAL QUE ATIRA
MÓDULOS DE TIRO
TIP TIB TIA TCB TCA
PESSOAL QUE ATIRA
OFICIAIS
Tenentes Inf, Cav, Art, Eng, Com, MB e 
Int. (2) -- -- X -- --
Tenentes Cmt Pel Fzo, Pel C Mec e Pel 
E cmb (2) -- -- X X --
Demais - - - - - -
SUBTENENTES 
E SARGENTOS
2º Sargentos Inf, Cav, Art, Eng, Com, MB
e Int (2) - - X - -
3º Sargentos Cmt GC ,G e Tu Rec,G Exp e 
GE Cmb (2) - - X X -
Demais - - - - - -
CABOS E
SOLDADOS
ENGAJADOS
Cabos e
Soldados
Das OM Op de Inf, Cav Art,Eng, 
Com, MB e Int (2) - - X - -
Cabos e
Soldados
Fuz GC, G e Tu Rec, G Expl e 
G E Cmb (2) - - X X -
Demais - - - - - -
CABOS E
SOLDADOS
RECRUTAS
Cabos e
Soldados
Das OM Op de Inf, Cav, Art, 
Eng, Com, MB e Int (1) - - - - -
Cabos e
Soldados
Fuz GC, G e Tu Rec, G Exp GE 
Cmb (2) - - - - -
Demais - - - - - -
TIROS DE
GUERRA Atiradores Todos X X - - -
(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.
(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.
Tab 2 - Pessoal que Atira
B1-10
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICEde combate tamanho 1 x 1, deslocando-se à velocidade de 
10 Km/h.
(e) Silhueta frontal de um carro de combate, tamanho 1 x 1(no caso de Tiro real deverá ter 
parabalas à retaguarda para garantir o arrebentamento da granada.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. Exc Tir 301 
- O Exc Tir tem início com o atirador ocupando uma posição abrigado (escavada ou cons-
truída com sacos de areia).
- A 300 m surge uma silhueta de CC, estática. O atirador executa um disparo.
- O CC inicia um deslocamento transversal à posição de tiro, de cerca de 30 metros e a 
10 Km/h, o atirador executa o tiro.
b. Exc Tir 302
- O atirador, conduzindo uma arma subcalibre AT-4, carregada e travada, inicia, a comando 
do Oficial de Tiro, um deslocamento a passo normal. Quando atingir a distância de cerca de 280 m 
da posição de alvos, surge outro CC (silhueta lateral) desfilando à velocidade de 10 Km/h. O atirador 
faz alto, assume a posição deitado (D) e realiza um disparo, tudo no tempo máximo de 30 segundos.
c. Exc Tir 303 
- O atirador, após recarregar e travar a arma, a comando do Oficial de Tiro, reinicia o movi- 
mento. Quando atingir a distância de cerca de 260 m da posição de alvos, surge outro CC (silhueta 
lateral) desfilando transversalmente à velocidade de 10 Km/h. O atirador faz alto, assume a posição 
de joelhos (J) e realiza um disparo, tudo no tempo máximo de 30 segundos.
d. Exc Tir 304
- O atirador, após recarregar e travar a arma, a comando do Oficial de Tiro, reinicia o movimen-
to. Quando atingir a distância de cerca de 240 m da posição de alvos, surge outro CC (silhueta lateral) 
desfilando transversalmente à velocidade de 10 Km/h. O atirador faz alto, assume a posição sentado (S) 
e realiza um disparo, tudo no tempo máximo de 30 segundos. Este Exc Tir será realizado com munição 
real, quando autorizado pela respectiva RM.
C1-15
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4)
e. Exc Tir 305
- O atirador, após recarregar e travar a arma, a comando do Oficial de Tiro reinicia o movi- 
mento. Quando atingir a distância de cerca de 220 m da posição de alvos surge outro CC (silhueta 
frontal) aproximando-se à velocidade de 10 Km/h. O atirador faz alto, assume a posição sentado 
(S) e realiza um disparo, tudo no tempo máximo de 30 segundos.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
Para registro e avaliação do atirador.
QUADRO 3 - Exc Tir 301+302+303+304+305
Classificação
Nº de impactos nas silhuetas
5 E
4 MB
3 B
2 R
Tab 7 - Classificação dos Resultados noTCB
EB70-IR-01.002
C2-1
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES
INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM 
ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)
APÊNDICE C2
INSTRUÇÕES DE TIRO COM CANHÃO SEM RECUO 84 mm
(Carl Gustaf)
Edição 
2017
C2-2
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM CANHÃO SEM RECUO 84 mm 
 I – PRESCRIÇÕES GERAIS
1. GENERALIDADES
- Esta Instrução de Tiro (IT) refere-se ao Canhão Sem Recuo 84 mm “Carl Gustaf” (CSR 84 
mm). O CSR CARL-GUSTAF M3 84 mm (doravante denominado M3, o canhão ou a arma) é do 
tipo carregado pela culatra e disparado por percussão lateral. O tubo consiste de uma alma de 
aço, recoberta por laminado de resina epoxi e fibra de carbono. A arma é sem recuo, já que parte 
dos gases propelentes escapam pela retaguarda através do venturi, equalizando a força de recuo.
- Em que pese o caráter individual da Instrução de Tiro com o CSR 84 mm, merece particular 
realce, para a perfeita formação do atirador e demais integrantes da guarnição, o conhecimento de 
que se trata de uma arma coletiva, ressaltando o seu emprego como arma de apoio.
- Assim, além do preparo técnico que garante a execução do tiro com rapidez e precisão, é 
importante que o atirador e demais integrantes da guarnição conheçam o emprego tático do CSR, 
como arma de apoio imediato, de múltipla capacidade e apto para atingir blindados, viaturas leves 
e mecanizadas, fortificações, tropa desabrigada e, ainda, realizar o tiro fumígeno e iluminativo.
2. MÓDULOS DE TIRO
a. IPT
1) A IPT visa a preparação do atirador do CSR 84 mm para o tiro real, em que se aplicam 
o processo monitor-instruendo e o rodízio de oficinas, conforme abaixo:
a) Pontaria com a arma
(1) Tomada das linhas de Mira e de Visada (fazer a “fotografia”):
- com a luneta (mira telescópica); e
- com a mira simples (alça e maça).
(2) Decalagem e acompanhamento de alvos em movimento:
- exercícios de pontaria com precessões.
b) Manejo da arma
- operações essenciais para a execução do tiro; e
- acionamento do gatilho (realização de tiro “em seco”).
c) Verificação da constância da pontaria
- “triângulo de pontaria”, arma apoiada no bipé e em sacos de areia.
d) Posições de tiro
- assentamento da arma nas posições de pé, sentado, de joelhos, deitado e abrigado;
- postura do atirador e do auxiliar do atirador; e
- segurança em relação à área de sopro ou de perigo.
 
C2-3
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM O CANHÃO SEM RECUO 84 mm
Fig 1 - Posições de Tiro
e) Manutenção da arma
- antes e após o tiro; e
- regulagem:
- visada pela alma (luneta telescópica, mira simples e adaptador do subcalibre).
f) Procedimentos no estande
- normas de conduta;
- medidas de segurança;
- cuidados com as munições;
- área de sopro (área de perigo); e
- medidas em caso de pane da arma ou falha de munição.
2) As técnicas e os procedimentos a serem desenvolvidos na IPT estão descritos no manual 
específico do CSR 84 mm - Carl Gustaf. 
b. TIP
- Consiste na execução do “triângulo de pontaria” feito na posição deitado (D), com o atirador 
apoiado em sacos de areia e, também, realizar a visada pela alma.
c. TIB
- Os exercícios do TIB são, basicamente, de iniciação e deverão desenvolver a capacidade 
de fazer o tiro com destreza e segurança.
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o atirador 
do CSR inicie o módulo seguinte: Tiro de Instrução Avançado (TIA).
d. TIA
- Os Exc Tir visam a deixar os atiradores designados no quadro PESSOAL QUE ATIRA em 
condições de empregar o CSR na defesa de instalações.
- A obtenção do padrão-mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o atirador 
de CSR inicie o módulo seguinte: Tiro de Combate Básico (TCB).
De pé
Deitado Sentado
Ajoelhado
C2-4
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM CANHÃO SEM RECUO 84 mm 
e. TCB
- Este Módulo complementa a instrução dos atiradores designados, preparando-os para 
empregar o CSR 84 mm em apoio aos fuzileiros no combate.
- É o tiro com a participação de toda a guarnição e aplicação dos procedimentos de combate:
- mecanismo para a entrada em posição;
- mecanismo para a mudança de posição; e
- mecanismo para a execução dos fogos.
Se convier à programação de instrução da OM, o TCB poderá ser executado no Pe-
ríodo de Adestramento Básico.
3. MUNIÇÃO
a. Os exercícios de tiro com o CSR 84 mm são realizados com o adaptador de subcalibre 553 B. 
Fig 2 - Adaptador de subcalibre 553 B
b. O tiro com granada real (explosiva, fumígena, iluminativa, etc) só será realizado no trei-
namento, quando for autorizado pela respectiva Região Militar (RM).
c. Munição Iluminativa: disparar somente na posição de pé.
4. REFERÊNCIA
- IP 23-81 – CANHÃO SEM RECUO 84 mm (CSR 84 mm) - Carl Gustaf, 1ª Edição, 1998.
C2-5
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM O CANHÃO SEM RECUO 84 mm
II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)
OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO
IPT
Aplicar as técni-
cas e procedimen-
tos de execução da 
pontaria e do tiro 
com o CSR
84 mm.
-Realizar a Instrução 
Pre- paratória para o 
Tiro (IPT).
-Realizar o TIP.
O instruendo deverá demonstrar 
o desempenho exigido no TIP.
TIB
Atirar com o CSR 
84 mm realizando 
os Tiros de Instru-
ção Bá- sico (TIB).
As condições dos 
Exc Tir do Módulo de 
Tiro do TIB.
O instruendo deverá obter os ín-dices de suficiência em todos os 
Exc Tir previstos no Módulo de 
Tiro do TIB, ficando em condi-
ções de atirar com o CSR com 
destre-za e segurança.
TIA
Atirar com o 
CSR 84 mm re-
alizando os Ti-
ros de Instrução 
Avançado (TIA).
As condições dos Exc 
Tir do Módulo de Tiro 
do TIA
O instruendo deverá:
- atirar com precisão e presteza;
e
- obter os índices de suficiência 
em todos os Exc Tir previstos no 
Módulo de Tiro do TIA, ficando 
em condições de empregar o 
CSR com segurança na defesa 
de instalações.
TCB
Empregar o CSR 
84 mm em situa-
ções de combate.
As condições dos Exc 
Tir
do Módulo de Tiro do 
TCB.
O instruendo deverá obter índi-
ces de suficiência em todos os 
Exc Tir previstos no Módulo de 
Tiro do TCB, ficando em con-
dições de empregar o CSR em 
situações de combate.
OBSERVAÇÃO: o Tiro de Combate Avançado (TCA) não se aplica ao CSR 84 mm.
Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução (OII)
C2-6
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM CANHÃO SEM RECUO 84 mm 
III. PESSOAL QUE ATIRA
MÓDULOS DE TIRO
TIB TIA TCB TCA
PESSOAL QUE ATIRA
OFICIAIS
Tenentes Cmt Pel Apoio - - - -
Demais Todos - - - -
SUBTENENTES E 
SARGENTOS
(2)
Subtenentes
e 1º Sgt Todos - - - -
2º Sargentos Adj de Pel Apoio - - - -
3º Sargentos Cmt de Sec CSR - X - -
Demais
2º e 3º Sgt Todos - - - -
CABOS E
SOLDADOS
ENGAJADOS
(2)
Cabo Ch Peça /Atirador - X X -
Soldado Auxiliar do Atirador - X X -
Soldado Municiador - X - -
CABOS E 
SOLDADOS 
RECRUTAS
(1)
Cabo Ch Peça /Atirador X X X -
Soldado Auxiliar do Atirador X X X -
Soldado Municiador X X - -
TIROS DE
GUERRA Atiradores Todos - - - -
(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.
(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.
Tab 2 - Pessoal que Atira
C2-7
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM O CANHÃO SEM RECUO 84 mm
IV
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1. OBSERVAÇÕES
(a) Para efeito do cálculo da munição necessária, foram computados mais 2 Cart 7,62 Tr S 
Cal por componente das Peças Can SR para realização da regulagem do subcalibre.
(b) Tempo estimado para os componentes da Seção CSR, dependerá do número de sub- 
calibres existentes.
(c) Esta sessão destina-se à regulagem do Subcalibre (553 B), não há necessidade de fazer 
a regulagem para cada atirador, basta realizar uma regulagem inicial para cada grupo de instruendos 
que for realizar o TIB.
(d) Posições de tiro, conforme do manual específico do canhão. Todos os Exc Tir devem ser 
realizados em duplas, atirador e auxiliar do atirador, para permitir o procedimento de carregamento 
da arma:
Fig 3 - Posições de Tiro no TIB
(e) Alvo retangular medindo 2 x 2 m com uma cruz no seu centro, de 0,15 m de largura, 
dividindo o retângulo em 4 partes.
(f) Silhueta lateral de carro de combate, medindo 2 x 3 m.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão – Exc Tir 101 
- Tiro para regulagem do Subcalibre.
- Realizar séries de 4 disparos, seguidas de observação dos alvos e da regulagem do 
subcalibre.
- O atirador deve estar bem apoiado em sacos de areia ou serragem.
- Não há necessidade de realizar esta regulagem com todos os atiradores, basta realizá-la 
no início do Módulo.
De pé
Sentado
Ajoelhado
Deitado
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b. 2ª Sessão – Exc Tir 102 a 104
- Familiarizar-se com o tiro do CSR 84 mm.
- Esta sessão deve ser realizada imediatamente após a regulagem da arma.
- Tiro em alvo fixo.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
a. Para registro e avaliação do atirador.
b. Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não 
o qualificar na função de atirador de CSR 84 mm. 
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1. OBSERVAÇÕES
(a) Para efeito do cálculo da munição necessária, foram computados mais 2 Cart 7,62 Tr S 
Cal por componente da Seção Can SR que realizam este Módulo (atiradores e auxiliares do atirador), 
para realização da verificação da regulagem da luneta de pontaria e do subcalibre.
(b) Tempo estimado para os componentes da Seção CSR, dependerá do número de sub-calibres existentes.
(c) Este Exc Tir destina-se à verificação da regulagem da luneta de pontaria e do subcalibre, 
não há necessidade de repeti-la para cada atirador, basta realizá-la uma vez, no início da execução 
deste Módulo.
(d) Posições de tiro, conforme do manual específico do canhão. Todos os Exc Tir devem ser 
realizados em dupla, atirador e auxiliar do atirador, para permitir o procedimento de carregamento 
da arma:
A – abrigado
DA – deitado, apoiado
D – deitado 
J – de joelhos
S – sentado 
PD – de pé a deitado
PJ – de pé a de joelhos
PS – de pé a sentado
P – de pé
(e) Alvo retangular medindo 2 x 2 m com uma cruz no seu centro, de 0,15 m de largura, 
dividindo o retângulo em 4 partes.
(f) Três silhuetas laterais de carro de combate, medindo 2 x 3 m. 
(g) Silhueta frontal de carro de combate, medindo 2 x 2 m.
(h) Três silhuetas A3 em linha, separadas de 5 m.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão 
Exc Tir 201
- Realizar grupamentos de quatro disparos para verificar a regulação da luneta de pontaria 
ou do subcalibre.
- Não é necessário executar esta regulagem para cada atirador, basta realizá-la no início 
deste Módulo.
Exc Tir 202 a 204
- Atirar com rapidez e precisão em alvos fixos.
- Este Exc Tir deve ser realizado imediatamente após a verificação da regulagem.
- Para cada disparo o atirador deve comandar o carregamento para o auxiliar do atirador.
- A contagem do tempo de 30 segundos só deverá começar após o pronto do auxiliar do 
atirador.
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b. 2ª Sessão – Exc Tir 205 a 207
- Atirar com rapidez e precisão em alvo móvel.
- O atirador, na posição de pé, empunha um CSR 84 mm em posição de transporte e ob-
serva o seu setor. Surge um CC aproximando-se da posição a 10 Km/h, a dupla atirador e auxiliar 
do atirador assume a posição indicada, efetua o carregamento e abre fogo, realizando 1 disparo.
- A contagem do tempo de 30 segundos começará a partir do comando de carregar, dado 
pelo atirador.
- Toda a sequência deverá ser repetida para o segundo disparo, a partir da posição de pé.
c. 3ª Sessão – Exc Tir 208
- Este Exc Tir destina-se ao treinamento do procedimento de pontaria e de tiro com a 
granada Alto Explosiva (AE), do tipo 441B, programada para arrebentamento aéreo, contra pessoal 
desabrigado.
- A determinação da obtenção do padrão mínimo deve ser feita pelo Oficial de Tiro, pos-
tado junto de cada guarnição (fora da área de sopro ou área de perigo), mediante a observação da 
passagem do projétil traçante sobre o grupo de silhuetas A3 dispostas no terreno.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
Para registro e avaliação do atirador.
QUADRO 1
Classificação
Nº de impactos nas silhuetas
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3 e 4 B
2 R
Tab 5 - Classificação do Resultado no TIA
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 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM CANHÃO SEM RECUO 84 mm 
1. OBSERVAÇÕES
(a) Para efeito do cálculo da munição necessária, foram computados mais 2 Cart 7,62 Tr S 
Cal por componente da Seção Can SR que realiza este Módulo (atiradores e auxiliares do atirador), 
para realização da verificação da regulagem da luneta de pontaria e do subcalibre.
(b) Tempo estimado para os atiradores de cada Sec CSR, dependerá do número de subca-
libres existentes.
(c) Este Exc Tir destina-se à verificação da regulagem da luneta de pontaria e do subcalibre, 
não há necessidade de repeti-la para cada atirador, basta realizá-la uma vez, no início da execução 
deste Módulo.
(d) Posições de tiro, conforme do manual específico do canhão.
DA – deitado, apoiado
D – deitado 
S – sentado 
Mvt PD – em movimento, de pé a deitado
Mvt PJ – em movimento, de pé a de joelhos
Mvt PS – em movimento, de pé a sentado
(e) Todos os Exc Tir estão previstos para serem realizados com a munição 7,62 mm Traçante 
para o Subcalibre. A munição real só será utilizada no treinamento quando for determinado às OM, 
pelo Comando Enquadrante.
(f) Alvo retangular medindo 2 x 2 m com uma cruz no seu centro, de 0,15 m de largura, 
dividindo o retângulo em 4 partes.
(g) Silhueta lateral de carro de combate, medindo 2 x 3 m, deslocando-se à velocidade de 
10 Km/h.
(h) Silhueta frontal de carro de combate, medindo 2 x 2 m, aproximando-se à velocidade 
de 10 Km/h.
(i) Três silhuetas A3 em linha, separadas de 5 m.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a.Exc Tir 301 
- Realizar grupamentos de quatro disparos para verificar a regulação da luneta de pontaria 
ou do subcalibre.
- Não é necessário executar esta regulagem para cada atirador, basta fazer a verificação 
no início deste Módulo.
b. Exc Tir 302
- A comando do Oficial de Tiro a Peça CSR 84 mm inicia o deslocamento, utilizando uma 
das formações previstas para o combate. O auxiliar do atirador conduz o subcalibre em seu estojo, 
a munição 7,62 mm e as cápsulas de disparo. Após um curto deslocamento, surge um CC (silhueta 
lateral) desfilando da direita para a esquerda, à velocidade de 10 Km/h.
- A peça faz alto, assume a posição deitado (D), o atirador comanda o carregamento e 
após o pronto do auxiliar do atirador, realiza um disparo, tudo no tempo máximo de 30 segundos.
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 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM O CANHÃO SEM RECUO 84 mm
c. Exc Tir 303 
- A comando do Oficial de Tiro a Peça CSR 84 mm reinicia o deslocamento. Após um curto 
movimento, surge um CC (silhueta lateral) desfilando da esquerda para a direita à velocidade de 
10 Km/h.
- A peça faz alto, assume a posição deitado (D), o atirador comanda o carregamento e, 
após o pronto do auxiliar do atirador realiza um disparo, tudo no tempo máximo de 30 segundos.
d. Exc Tir 304
- A comando do Oficial de Tiro a Peça CSR 84mm reinicia o deslocamento. Após um curto 
movimento, surge outro CC (silhueta lateral) desfilando da direita para a esquerda, à velocidadede 10 Km/h. 
- A peça faz alto (Atirador e Municiador), assume a posição de joelhos (J), o atirador co-
manda o carregamento e, após o pronto do auxiliar do atirador realiza um disparo, tudo no tempo 
máximo de 30 segundos.
e. Exc Tir 305
- A comando do Oficial de Tiro a Peça CSR 84mm reinicia o deslocamento. Após um curto 
movimento, surge um CC (silhueta frontal) aproximando-se, à velocidade de 10 Km/h. 
- A peça faz alto (Atirador e Municiador), assume a posição sentado (S), o atirador comanda 
o carregamento e após o pronto do auxiliar do atirador, realiza um disparo. Tudo no tempo máximo 
de 30 segundos.
f. Exc Tir 306
- A guarnição da Peça CSR 84 mm permanece na posição sentado. À distância de 400 
m surge um CC (silhueta lateral ou carcaça de CC). O atirador comanda o carregamento e, após o 
pronto do auxiliar do atirador, realiza um disparo, tudo no tempo máximo de 20 segundos.
- Quando for determinada a utilização de uma granada AE AC real, deve ser realizado 
primeiro o tiro com o subcalibre, para maior rendimento do exercício.
g. Exc Tir 307
- Este Exc Tir destina-se ao treinamento do procedimento de pontaria e de tiro com a gra-
nada Fumígena (Fum), do tipo 469 B, empregada para cegar um PO, guarnição de arma coletiva 
ou para sinalizar uma posição para força amiga.
- A determinação da obtenção do padrão mínimo deve ser feita pelo Oficial de Tiro, postado 
junto de cada guarnição (fora da área de sopro ou área de perigo), mediante a observação do projetil 
traçante sobre o grupo de silhuetas A3 dispostas no terreno. 
- Quando for determinada a utilização de uma granada Fumígena real, deve ser realizado 
primeiro o tiro com o subcalibre, para maior rendimento do exercício.
h. Exc Tir 308
- Este Exc Tir destina-se ao treinamento do procedimento de pontaria e de tiro com a 
granada Alto Explosiva (AE), do tipo 441, programada para arrebentamento aéreo, contra pessoal 
desabrigado.
- A determinação da obtenção do padrão mínimo deve ser feita pelo Oficial de Tiro, pos-
tado junto de cada guarnição (fora da área de sopro ou área de perigo), mediante a observação da 
passagem do projétil traçante sobre o grupo de silhuetas A3 dispostas no terreno. 
- Quando for determinada a utilização de uma granada AE real, deve ser realizado 
primeiro o tiro com o subcalibre, para maior rendimento do exercício.
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 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM CANHÃO SEM RECUO 84 mm 
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
a. Para registro e avaliação do atirador.
QUADRO 2 - Exc Tir 302+303+304+305
Classificação
Nº de impactos nas silhuetas
4 E
3 MB
2 B
Tab 7 - Classificação do Resultado no TCB
b. Exc Tir 306 a 308
- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto para 
qualificá-lo na função de atirador do CSR 84 mm. 
	01 - CAPA - somente capa - TESTANDO
	02 - Caderno III - completo
	01 - ANEXO B - ENGENHOS DE LANÇAMENTO em 15agosto2017
	02 - APENDICE B1 - GRANADAS DE MÃO em 15Ago2017
	03 - APENDICE B2 - GRANADAS DE MAO MENOS LETAL em 17AGO2017
	04 - APENDICE B3 - GRANADAS DE BOCAL em 09AGO2017
	05 - ANEXO C - ARMAMENTO ANTICARRO em 08Ago2017
	06 - APENDICE C1 - LANÇA-ROJÃO 84mm em 15agosto2017
	07 - APENDICE C2 - CANHÃO SEM RECUO 84mm em 15AGO2017
	Página em brancoB1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
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1. OBSERVAÇÕES
(a) Pista Múltipla.
(b) Granadas de Instrução (manejo). São reutilizadas após cada lançamento do Exc Tir. 
Sugere-se que seja numerado e/ou pintado de cor diferente, cada conjunto de granadas que 
serve a cada executante (ou posição de lançamento).
(c) Convenções de acordo com o C 23-1:
 P - de pé.
 J - de joelhos.
 A - abrigado; abrigo de sacos de areia.
 D - deitado.
(d) Alvo:
 Cratera com 1,5m de raio e 0,6m de profundidade, da Pista Múltipla para Granada de 
Mão (de manejo).
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
Durante os primeiros lançamentos deve-se levar em conta, como pontos importantes, a 
técnica, a precisão e o alcance, sem a preocupação com a segurança. Contudo, antes de terminar 
esse módulo, deve-se iniciar a simulação do lançamento de granadas de guerra.
a. Exc Tir 001, 002 e 003
Com a Pista adaptada para as distâncias de 15, 20 e 25 metros, cada executante 
realizará cinco lançamentos em cada posição, dos quais três deverão ser precisos para essas 
três distâncias. 
b. Ex Tir 004
Realizado somente à distância de 15 metros.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
a. Para registro e avaliação do executante.
b. Não há classificação conceitual, e sim APTO (A) ou INAPTO (I). A classificação “I” é 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o APTO.
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1. OBSERVAÇÕES
(a) Granadas de Instrução (manejo). São reutilizadas após cada Exc Tir (ver letra ‘‘b.’’ das 
observações do TIP).
(b) Convenções de acordo com o C 23-1:
 P - de pé.
 J - de joelhos.
 D - deitado.
 A - abrigado; abrigo de sacos de areia.
(c) Pista Múltipla. Ver esquema anexo.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
Durante os lançamentos deve-se levar em conta, como pontos importantes, a técnica, a 
precisão e a segurança. Devem ser simulados, a cada lançamento, os procedimentos para a utili-
zação das granadas de guerra.
Utilizar os setores ALFA e BRAVO da Pista Múltipla para Granada de Mão (de manejo), 
anexa a estas IT, preferencialmente, que permitam fazer o lançamento simultâneo de um efetivo 
valor pelotão.
Utilizar a cratera central como alvo (os sacos de areia das posições abrigadas não estarão 
colocados). Executantes em duplas (processo monitor-instruendo, do C 23-1) postam-se nas po-
sições assinaladas, inicialmente na linha dos 15 metros, e, depois, nas linhas dos 20 e 25 metros.
a. 1ª Sessão - Exc Tir 101, 102 e 103
- Aplicar as técnicas para o lançamento com destreza.
- Pista de cratera - linha dos 15 metros.
b. 2ª Sessão - Exc Tir 104, 105 e 106
- Executar o lançamento com segurança e destreza.
- Pista de cratera - linha dos 20 metros.
c. 3ª Sessão - Exc Tir 107, 108 e 109
- Lançar granadas de mão com precisão e segurança.
- pista de cratera - linha dos 25 metros.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
a. Para registro e avaliação do executante.
b. Não há classificação conceitual, e sim APTO (A) ou INAPTO (I). A classificação “I” é 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o APTO.
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
1. OBSERVAÇÕES
(a) Granadas de Instrução (manejo). São reutilizadas após cada Exc Tir (ver letra ‘‘b.’’ das 
observações do TIP).
(b) Convenções de acordo com o C 23-1:
 A - abrigado; abrigo de sacos de areia. 
 P - de pé.
 J - de joelhos.
(c) Tocas da Pista Múltipla.
(d) Janelas da Pista Múltipla.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
- Durante os lançamentos deve-se levar em conta, como pontos importantes, a técnica, a 
precisão e a segurança. Devem ser simulados, a cada lançamento, os procedimentos para a utili-
zação das granadas de guerra.
- Utilizar a cratera central,com os sacos de areia que simulam as 4 posições abrigadas, 
como posição para os lançamentos, ora sobre a pista de tocas, ora sobre a pista de janelas. Essas 
quatro posições permitem a utilização simultânea de quatro duplas.
a. 1ª Sessão - Exc Tir 201
- Lançar granadas de mão com precisão e segurança.
- Pista de tocas da Pista Múltipla.
- O executante disporá de 5 granadas para obter um impacto em cada uma das três tocas.
b. 2ª Sessão - Exc Tir 202, 203 e 204
- Lançar granada com precisão contra aberturas verticais.
- Pista de alvos verticais da Pista Múltipla.
- O executante disporá de 5 granadas, por Exc Tir, para obter um acerto em cada uma 
das três janelas.
c. Preparação Completa
- Uma das cinco granadas do Exc Tir 204 será granada Ofs/Def.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
a. Para registro e avaliação do executante.
b. Não há classificação conceitual, e sim APTO (A) ou INAPTO (I). A classificação “I” é tran-
sitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o APTO.
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
1. OBSERVAÇÕES
(a) Granadas de Instrução (manejo). São reutilizadas após cada Exc Tir - Lançamento.
(b) A quantidade total é em função do tipo de OM sendo estipulado por SU ou Fração. No 
caso da PREPARAÇÃO COMPLETA, todos os militares farão lançamento com as granadas de 
guerra (Ofs e Def).
(c) Granadas de Guerra - como não há munição para todo o efetivo, selecionar, de cada 
fração/SU, os militares que têm mais probabilidade de empregá-la em ação para executar esses 
dois exercícios. Os demais realizam lançamento de Granadas de Instrução (manejo). Poderá haver 
a substituição da Gr Ofs pela Gr Def, ou pela Gr Ofs-Def e vice-versa, para atender a necessidade 
de consumo da DMA, ou do estoque existente.
(d) Em progressão (ver descrição do Exc Tir).
(e) Círculo, cratera e toca dispostos em profundidade (ver descrição do Exc Tir).
(f) Ver descrição do Exc Tir.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão - Exc Tir 301 e 302
- Lançar granadas de mão em alcance e com precisão.
- Pista de Granadas de Guerra, com as seguintes proporções: círculos a 15m, crateras 
a 17m e tocas a 20 metros.
1) Exc Tir 301
- Será executado por todos os militares previstos no Quadro “PESSOAL QUE ATIRA”.
2) Exc Tir 302
- Ver observação (c).
b. 2ª Sessão - Exc Tir 303 e 304
- Lançar granadas de mão em progressão de combate.
1) Exc Tir 303
- Será executado por todos os militares pre vistos no Quadro “PESSOAL QUE ATIRA”.
2) Exc Tir 304
- Ver observação (c)
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
- Para registro e avaliação do executante.
QUADRO : Exc Tr 301 + 303
Nº de acertos nos lançamentos Classificação
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5 ou 6 B
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Tab 7 - Classificação do Resultado
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
PISTA MÚLTIPLA PARA GRANADA DE MÃO
(DE MANEJO)
Fig 11 - Pista Múltipla para Granada de Mão
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
DESCRIÇÃO SUMÁRIA DA PISTA MÚLTIPLA
1. FINALIDADE
- Em um pequeno espaço reunir as denominadas: pista principal, pista de tocas e pista 
de alvos verticais.
2. DESCRIÇÃO
- Uma cratera central que ora é alvo, ora é posição de lançamento.
- Três círculos concêntricos divididos em 4 setores de 90º. Havendo restrição de espaço, 
pode ser construída somente metade da pista (setores ALFA e BRAVO), ficando reduzido a 50% 
o rendimento para as pistas de tocas e de alvos verticais.
- Para o TIB o lançamento é feito da periferia para o centro.
- Para o TIA, utiliza-se a cratera central como posição de lançamento de uma “posição 
abrigada”, realizando as pistas de tocas e de alvos verticais.
3. DETALHES
a. Raios
- da cratera - 1,50 m
- da linha dos 15 - 15 m
- da linha dos 20 - 20 m
- da linha dos 25 - 25 m
b. Profundidade da cratera: 60 cm
c. Espaço na linha dos 25 m para cada dupla:
- 3,93 m; nas linhas dos 20 e 15 m basta traçar o raio a partir de cada ponto dos 25m 
que se obterá o espaço para cada dupla.
d. Sinalizações e Instalações
1 Bandeirolas que delimitam os setores.
2 Estacas ou marca de cal delimitando o espaço para cada dupla.
3 Sacos de areia para a pista de tocas e pista de janelas.
4 Locais das tocas (3 por setor) - as tocas nos limites de cada setor são comuns 
aos dois setores. A identificação das granadas (cor ou nº) permite identificar quem efetuou o 
lançamento.
5 Pista de alvos verticais - 1º alvo
6 Pista de alvos verticias - 2º alvo
7 Pista de alvos verticiais - 3º alvo
Fig 12 - Dimensões dos Alvos
1,80 m
1,25 m
1,25 m
3,60 m
4,50 m
B1-20
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
8 Outras pistas que podem ser utilizadas
Fig 12 - Pista de Tocas
Fig 13 - Pista de Alvos Verticais
Fig 14 - Pista de exercícios diversos
EB70-IR-01.002
B2-1
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES
INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM 
ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)
APÊNDICE B2
INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
Edição
2017
B2-2
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
 I – PRESCRIÇÕES GERAIS
1. GENERALIDADES
a. As granadas de mão explosivas menos letais são engenhos de lançamento, de emprego 
específico para as Operações de Garantia da Lei e da Ordem e na defesa das instalações, po- 
dendo ser empregadas em Defesa Externa ou Missões de Paz, quando utilizadas em Controles de 
Distúrbios ou em Entradas Táticas. Elas são distribuídas às Unidades e Subunidades de Polícia do 
Exército, de Infantaria de Guardas e outras OM vocacionadas para GLO. Poderá vir a ser de uso 
de qualquer OM do Exército que seja dotada com este engenho.
b. Todos os combatentes devem estar habilitados a empregá-las, porém devido ao seu 
elevado custo, poderão ser designados militares dentro das frações para dotá-las.
c. As granadas de mão menos letais explosivas, apesar desta nomenclatura, tem força 
suficiente para provocar lesões no operador, se forem manuseadas incorretamente,exigindo, 
portanto, rigoroso controle na instrução de manuseio e lançamento do artefato. Elas são 
classificadas em granadas explosivas e granadas de emissão química. As explosivas podem ser 
utilizadas em ambiente externo OUTDOOR ou em ambiente fechado INDOOR. A diferença entre 
elas, é que as OUTDOOR possuem tempo de retardo da explosão de 2,5 segundos e uma carga 
explosiva grande; já a INDOOR possui tempo de retardo da explosão de 1,5 segundos e uma 
carga explosiva menor. As granadas de emissão não possuem carga explosiva, portanto não 
comprometem a integridade física do seu instruendo. Quanto ao efeito, as granadas de emissão 
podem ser fumígenas de cobertura ou inquietantes (CS ou OC).
d. O uso da força por agentes de segurança pública deverá obedecer aos princípios da 
legalidade, necessidade, proporcionalidade, moderação e conveniência.
2. MÓDULOS DE TIRO
a. IPT
1) A IPT para lançamento de granadas de mão menos letais segue a metodologia idêntica 
a do fuzil (C 23-1) em que se aplicam, particularmente, o processo monitor-instruendo e a instrução 
por oficinas:
a) Manejo da granada
- Empunhadura da granada; e
- Torção e retirada do grampo de segurança. 
b) Posições de lançamento:
- O lançamento das granadas de mão não letais, depende da situação tática a ser 
empregada, podendo ser feito nas seguintes posições:
B2-3
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
Fig 1 - Posição de Pé
Fig 2 - posição de joelhos.
- Caso a situação exija as posições podem ser executadas com o lançador numa posição abrigada
c) Técnicas de lançamento:
- Lançamento rasteiro e parabólico.
d) Identificação das partes da granada:
- O instrutor deverá mostrar as diversas partes da granada explosiva, por meio de 
Meios Áudio Visuais como desenhos, ilustrações, componentes físicos. 
e) Identificação das munições
- O instruendo deverá identificar os seguintes tipos de granadas: granadas de 
emissão lacrimogênea, granada fumígena, granada explosiva INDOOR de efeito moral, granada 
explosiva OUTDOOR de luz e som (lacrimogênea e efeito moral). Ao final da IPT, o instrutor deverá 
fazer uma demonstração utilizando todas estas granadas, para que todo o grupamento possa 
verificar o efeito de cada granada.
B2-4
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
f) Procedimentos para o tiro
- Normas de conduta (medidas e regras de segurança).
- Proteção em caso de granada falhada e de incidente de lançamento.
b. TIP
- O TIP consiste na correta identificação das partes da granada, na execução correta do 
manejo, na correta identificação das granadas apontadas na IPT, bem como a correta tomada de 
posição e lançamento da granada.
c. TIB
- Os exercícios do TIB são de tiros de iniciação e destinam-se a familiarizar o mili- tar com 
o desempenho do artefato e a permitir o seu manuseio com segurança, além de habilitar o militar à 
utilização das granadas de mão menos letais na segurança orgânica.
d. TIA
- Este módulo completa a formação do militar designado, dentro das frações, para ser 
dotado com as granadas de mão menos letais nas OM de Polícia do Exército, de Guardas, da, 11ª 
Bda Inf L e demais OM do Exército que utilizem este artefato não letal em Operações de Garantia 
da Lei e da Ordem.
- Os exercícios do TIA buscam desenvolver a precisão e a destreza na utilização das 
granadas não letais.
- O módulo do TCB não se aplica ao uso deste artefato.
3. EXTRAÇÃO DO PINO DE SEGURANÇA
 
1 - Segurar a granada com o 
capacete da granada próximo 
ao dedo indicador.
2 - colocar a tecla do capacete 
no centro da palma da mão.
Tab 1 - Extração do Pino de Segurança
B2-5
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
3 - Empunhar o pino da grana-
da e girar no sentido horário 
para liberar a alça do pino.
4 - Após o estalo da liberação 
da alça do pino, girar o pino no 
sentido anti-horário, até o pino 
sair de sua posição inicial.
5 - Puxar o pino da granada na 
direção do corpo.
Obs: não puxar o pino da gra-
nada para cima, pois poderá 
inutlizar a EOT.
6 - Lançar a granada.
Tab 1 - Extração do Pino de Segurança (continuação)
4. REFERÊNCIAS
a. C 23-1 - TIRO DAS ARMAS PORTÁTEIS
b. C 19-15 - OPERAÇÕES DE CONTROLE DE DISTÚRBIOS
B2-6
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)
OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO
IPT
- Aplicar as técnicas e 
procedimentos do manejo, 
identificação das partes e tipos 
e lançamento das granadas de 
mão menos letais.
- Realizar a Instru-
ção Preparatória 
para o Tiro (IPT).
- Realizar o TIP.
- O instruendo deverá de-
monstrar o desempenho exi-
gido no Teste da Instrução 
Preparatória (TIP).
TIB
- Lançar granadas de mão 
menos letais realizando os lan-
çamentos de instrução básico.
- As condições dos 
Exc Tir do Módulo 
do Tiro de Instrução 
Básico (TIB).
- O instruendo deverá ob-
ter os índices de suficiência 
previstos no Módulo do TIB, 
ficando em condições de lan-
çar as granadas de mão não 
letais com segurança, estan-
do habilitado a utilizá-las na 
segurança orgânica.
TIA
- Lançar granadas de mão não 
letais realizando os lançamen-
tos de instrução avançados.
- As condições dos 
Exc Tir do Módulo 
do Tiro de Instrução 
Avançado.
- O instruendo deverá obter 
os índices de suficiência em 
todos os Exc Tir previstos no 
Módulo do TIA, ficando em 
condições de empregar as 
granadas na defesa pessoal 
e em Operações de GLO.
Tab 2 - Objetivos Individuais de Instrução (OII) 
B2-7
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
III. PESSOAL QUE ATIRA
MÓDULOS DE TIRO
TIB TIA TCB
PESSOAL QUE ATIRA
OFICIAIS (2)
Tenentes
De Subunidade de PE, de GD, da 11ª 
Bda Inf L e de outras OM dotadas de 
Módulo de Controle de Distúrbios ou in-
tegrantes de FPac
X X -
Demais Todos X - -
SUBTENENTES
E SARGENTOS
(2)
Subtenentes De todas as Armas, Quadros e Serviços - - -
Sargentos
De Subunidade de PE, de GD, da 11ª 
Bda Inf L e de outras OM dotadas de 
Módulo de Controle de Distúrbios ou in-
tegrantes de FPac
X X -
Demais X - -
CABOS E
SOLDADOS
ENGAJADOS (1)
Cb e Sd
De Subunidade de PE, de GD, da 11ª 
Bda Inf L e de outras OM dotadas de 
Módulo de Controle de Distúrbios ou in-
tegrantes de FPac
X X -
Demais X - -
CABOS E 
SOLDADOS 
RECRUTAS
Cb e Sd Todos - - -
TIROS DE
GUERRA Atiradores Todos - - -
(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.
(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.
Tab 3 - Pessoal que Atira
B2-8
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
1. OBSERVAÇÕES
a. Granadas de instrução (manejo). Granada de treinamento (lastro) descarregada 
OUTDOOR e INDOOR. Serão reutilizadas após cada Exc Tir. Sugere-se que seja numerado 
cada conjunto de granadas que serve a cada executante (ou posição de lançamento).
b. Posições de lançamento:
P - de Pé;
J - Joelho;
PA - de Pé Abrigado e;
JA - Joelho Abrigado
c. Os 4 alvos modelos A2 deverão formar uma linha simulando uma Turba, conforme 
quadro 2.
O lançamento das granadas deverá atingir o semicírculo, conforme esquema do 
quadro 2. 
Fig 3 - Esquema do dispositivo dos Alvos no TIP
Quadro 1
R= 2 m
20 m
Quadro 2
d. O alvo deverá estar representado no solo por meio de uma circunferência de 1 m de 
raio, conforme Quadro 3. O militar deverá estar abrigado, lançar a granada rasteira a qual deverá 
atingir o alvo a cinco metros de distância da posição de lançamento, conforme Quadro 3. O an-
teparo deverá servir para obstruir a visão do lançador.
Fig 4 - Esquema de Lançamento no TIP
Quadro 3
Alvo
R = 1 m
PA
JA
5 m
Distância entre os Alvos = 0,5 m
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão – Exercícios 001 e 002
- Familiarizar-se com o desempenho das granadas menos letais explosivas de treinamento 
(lastro) modelo OUTDOOR.
b. 2ª Sessão – Exercícios 003 e 004
- Familiarizar-se com o desempenho das granadas menos letais explosivas de treinamento 
(lastro) modelo INDOOR.
- Em ambas as sessões devem-se levar em conta a técnica, a precisão e o alcance. 
Antes da realização dos exercícios, o instruendo deverá ser checado quanto aos conhecimentos 
constantes nos ítens “c”, “d” e “e” da IPT.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto.
B2-11
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
1. OBSERVAÇÕES
a. Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, Inf Gd ou Cia 11ª Bda Inf L.
b. Posições de lançamento:
P - de Pé;
J - Joelho;
PA - de Pé Abrigado; e
JA - Joelho Abrigado.
c. As granadas reutilizáveis permitem ser utilizadas várias vezes, sendo necessário ape-
nas trocar o seu acionador após cada uso. O acionador mais comum para as granadas menos 
letais explosivas é o EOT que pode ser de dois modelos:
- OUTDOOR, possui um tempo de retardo para a explosão de 2,5 segundos.
- INDOOR, possui um tempo de retardo para a explosão de 1,5 segundos.
d. Os 4 alvos modelos A2 deverão formar uma linha simulando uma Turba, conforme 
quadro 1.
e. O lançamento das granadas deverá atingir o semicírculo, conforme esquema do qua-
dro 2.
Fig 5 - Esquema do dispositivo dos Alvos no TIB
f. O alvo deverá estar representado no solo através de uma circunferência de um metro 
de raio, conforme Quadro 3.
g. O militar deverá estar abrigado, lançar a granada rasteira a qual deverá atingir o alvo 
a cinco metros de distância da posição de lançamento, conforme Quadro 3. O anteparo deverá 
servir para obstruir a visão do lançador e fornecer uma proteção mínima contra estilhaços das 
granadas.
Fig 6 - Esquema de Lançamento no TIB
Quadro 1
Quadro 2
20 m
R = 2 m
Distância entre os Alvos = 0,5 m
Alvo
R = 1 m
PA
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5 m
Quadro 3
B2-13
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão – Exercícios 101 e 102
- Familiarizar-se com o desempenho das granadas menos letais explosivas modelo 
OUTDOOR.
b. 2ª Sessão – Exercícios 103 e 104
- Familiarizar-se com o desempenho das granadas menos letais explosivas modelo 
INDOOR.
 
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou 
não o qualificar na função de lançador de granadas de mão não letais. A partir da realização do 
TIB, o militar queatingiu os padrões mínimos está apto a utilizar as granadas de mão menos letais 
na segurança orgânica. 
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 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
1. OBSERVAÇÕES
a. Tempo estimado para os atiradores de uma Cia PE, Inf Gd ou Cia 11ª Bda Inf L.
b. Posições de tiro:
P- de Pé; 
J – Joelho;
PA- Pé Abrigado; e
JA- Joelho Abrigado 
c. As granadas reutilizáveis permitem ser utilizadas várias vezes, sendo necessário apenas 
trocar o seu acionador após cada uso. O acionador mais comum para as granadas menos letais 
explosivas é o EOT (Espoleta Ogival de Tempo) que pode ser de dois modelos:
- OUTDOOR, possui um tempo de retardo para a explosão de 2,5 segundos.
- INDOOR, possui um tempo de retardo para a explosão de 1,5 segundos.
d. Os 4 alvos modelos A2 deverão formar uma linha simulando uma Turba, conforme quadro 
1.
e. O lançamento das granadas deverá explodir dentro do retângulo de 5 metros de largura, 
com o mesmo comprimento da linha dos alvos (Área de Impacto), e distanciar, no mínimo, 5 metros 
dos alvos que representam uma turba, conforme quadro 1 e quadro 2. A finalidade deste exercício 
é treinar a perícia do lançador de granadas, para que ele execute seus lançamentos dentro da 
distância de segurança da tropa (>10 m) e dentro da distância de segurança da turba contra 
estilhaços das granadas (>5 m).
Fig 7 - Esquema do dispositivo dos alvos no TIA
f. O alvo deverá estar representado no solo por meio de uma circunferência de um metro de 
raio, conforme Quadro 3.
g. O militar deverá estar abrigado e lançar a granada rasteira, a qual deverá atingir o alvo 
a cinco metros de distância da posição de lançamento, conforme Quadro 3. O anteparo deverá 
servir para obstruir a visão do lançador e fornecer uma proteção mínima contra estilhaços das 
granadas.
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 IR-TAEx 2017 - APÊNDICE B2 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE MÃO 
 EXPLOSIVAS MENOS LETAIS
Fig 8 - Esquema de Lançamento no TIA
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão – Exercícios 201 e 202
- Desenvolver a destreza no emprego das granadas não letais explosivas modelo 
OUTDOOR.
b. 2ª Sessão – Exercícios 203 e 204
- Familiarizar-se com o desempenho das granadas não letais explosivas modelo 
INDOOR.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
 - Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou 
não o qualificar na função de lançador de granadas explosivas menos letais. 
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Quadro 3
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MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES
INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM 
ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)
APÊNDICE B3
INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE BOCAL
Edição
2017
B3-2
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IR-TAEx 2017 APÊNDICE B3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE BOCAL
 I. PRESCRIÇÕES GERAIS
- O presente Apêndice encontra-se em fase de estudo e avaliação. As instruções seguirão o 
estabelecido no Manual de Campanha C 23-1.
- A munição a ser consumida é a da distribuída pela RM as OM apoiadas.
1. AVALIAÇÃO DO ALCANCE
- O atirador deve ser bem treinado para exercutar, com rapidez, estimativas ultilizadas tendo 
em vista a precisão do tiro. Em vitude da arma, normalmente ser empregada com rapidez e a distân-
cias reduzidas, o atirador deve saber estimar o alcance a olho nú ou por observação do próprio tiro.
- Habitualmente faz-se a estimativa do alcance a olho nú. O atirador deve ser treinado a 
estimar, com precisão e a fixar permanentemente em sua memória, duas distâncias, 35m e 70m. O 
alcance para alvos em outras distâncias, é estimado em relação com estas unidades de medidas.
- Após ter sido atirada uma granada, o subsequente deverá ser ajustado pela observação 
dos impactos sucessivos.
2. EXÉRCÍCIOS 
- Os exemplos abaixo de exercícios, podem ser seguidos como guias para o treinamento 
de estimativa de alcances. As distâncias devem ser pequenas, não excedendo de 115 m. Estes 
exercícios são especialmente apropriados para treinamento em conjunto.
a. Objetivo.
- Familiarizar o Soldado com as unidades de medidas, representadas pelas distâncias de 
35 m e 70 m.
b. Proceso.
- Escolhe-se um ponto central adequado. Distâncias variáveis até 115 m são medidas 
previamente para vários pontos. Determina-se que cada Soldado faça a estimativa de distância 
dos vários a proporção que vão sendo apontados pelo instrutor, e registra-se as estimativas em 
uma folha de papel. Pelo menos 50 por cento das estimativas devem ser feitas da posição deitada.
- Após terem todos os Soldados estimado as distâncias indicadas, será então verificada 
pelo instrutor, a folha de cada homem e em seguida, anuciadas as distâncias verdadeiras.
3. POSIÇÕES DE TIRO COM GRANADA DE BOCAL
a. Generalidades
- A Granada de fuzil anticarro, pode ser atirada de qualquer das posições empregadas para 
o tiro normal de fuzil, exceto nas posições agachada e assentada.
- Ao atirar com a arma ao ombro, deve-se ter o cuidado de firmar bem a coronha contra 
o cavado.
- Não se deve atirar com a arma apoiada ao ombro na posição deitada, nem em outra po-
sição que não permita ao corpo movimentar-se com o recúo do fuzil. Para atirar na posição deitada, 
a coronha será apoiada no solo.
- Em virtude da altura da visada, não se pode juntar a face a coronha. Consequentemente 
deve ser mantida a cabeça afastada do fuzil. Isto também evita machucar a face com orecuo do fuzil.
- Ao atirar de qualquer posição, a mão esquerda empunha a arma alguns centimetros para 
trás (18 ou 12 cm.) do anilho da braçadeira a fim de evitar ferir os dedos. Nos tiros de trajetória tensa 
com grandada de fuzil, não se usa bandoleira.
B3-3
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IR-TAEx 2017 APÊNDICE B3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE BOCAL
b. De pé. (Fig 1)
- O corpo deve formar com a direção do alvo um ângulo de 60º ou 70º, com os pés afas-
tados de 0,5 m. Inclinado para frente, manterá o equilíbrio com a perna direita distendida e o joelho 
esquerdo levemente flexionado.
Fig 1 - Posição de pé.
c. Ajoelhado (Fig 2)
- O atirador assenta o joelho direito no solo, oitavado à direita e o joelho esquerdo flexionado 
com a perna vertical. A mão esquerda empunha a arma por baixo sem apoiar-se no joelho esquerdo; 
a mão direita empunha o fuzil pelo delgado, com o polegar no gatilho e o cotolevo a altura do ombro. 
O corpo equilibrado não se apoiará no calcanhar direito.
Fig 2 - Posição ajoelhado
d. Deitado, coronha apoiada ao solo (Fig 3 e 4)
- No tiro em combate, na posição deitada, qualquer apoio rápido que o atirado achar, como 
por exemplo, roda de viatura, tôco, ondulação no terreno etc; deve ser ultilizado. O braço direito 
avança por cima da coronha, mantendo-a em posição de fogo.
B3-4
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Fig 3 - Posição deitada, apoio de fortuna (tronco).
Fig 4 - Posição deitada, apoio de furtuna . (Trilha de viatura).
e. Toca - Fig 5 (1) e (2).
- No tiro em combate, o Soldado deve atirar de uma toca, tipo padrão quando a natureza 
do alvo o permitir, usar a massa cobridora da toca para apoio da coronha.
Fig 5 - Atirando de pé, de uma tóca tipo padrão
(1) Posição de pé
(2) Utilização da massa cobridora da toca para 
apoio da coronha
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IR-TAEx 2017 APÊNDICE B3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE BOCAL
4. TIRO CURVO 
- As posições abaixo descritas são adequadas para o tiro com ângulo de elevação.
a. Tiro contra pessoal (ângulo alto) (Fig 6)
- Com a soleira da arma apoiada no terreno, deve-se levantar o cano do fuzil o suficiente, 
para alinhar a granada no bocal com o alvo. A bandoleira presa no terreno, colocar o pé sobre a 
marca correspondente ao ângulo desejado, e então levantar a arma até distender a bandoleira. 
Na posição de fogo, o pé deve estar exatramente abaixo do granpo de alongamento ( no caso da 
carabina, a posição deve ser abaixo da porção dianteira).
Figura 6 - Tiro contra pessoal (ângulo alto)
b. Ajoelhado (Fig 7)
- O atirador faz “direita volver”, ajoelha sobre o joelho direito e coloca a coronha do fuzil 
no solo, a frente do joelho direito. O antibraço esquerdo é colocado sobre a bandoleira no ponto 
marcado que determina o ângulo de elevação desejado. O corpo descança sobre o calcanhar direito. 
A cabeça alinha-se verticalmente e acima do fuzil.
Fig 7 - Posição ajoelhado
(1) Processo para 
determinar a direção
(2) Ângulo de segu-
rança de elevação
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IR-TAEx 2017 APÊNDICE B3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE BOCAL
c. Sentado Modificada (Fig 8)
- O atirador reclina-se, apoiado no cotovelo direito, com os pés em direção ao alvo. A 
coronha da arma é colocada em uma depressão ligeira do terreno para garantir a estabilidade. A 
mão direita empolga o cavado do fuzil, em posição de acionar o gatilho. A perna direita fica bem 
reta sobre o terreno, e a esquerda é cruzada sobre ela de modo a que o pé esquerdo fique sobre 
a bandoleira na marca determinada para o ângulo de elevação desejado. A cabeça alinha-se ver-
ticalmente por sobre o fuzil.
Figura 8 - Posição sentado modificada 
d. De pé. (Fig 9)
- A posição de pé é utilizada nos casos de emergência quando há dificuldade de visão do 
alvo em face de obstáculos encontrados no terreno, como por exemplo: massega, arbustos, etc. A 
posição assumida é semelhante a que foi descrita na fig 46, posição de pé, com ângulo de elevação 
de 45º pelo risco que há de que a pressão exercida para baixo, pelo recuo da arma possa quebrar 
a clavícula do atirador.
Figura 9 - Posição de tiro de pé
B3-7
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IR-TAEx 2017 APÊNDICE B3 INSTRUÇÕES DE TIRO COM GRANADAS DE BOCAL
II. GRANADA DE BOCAL
MODULO DESCRIÇÃO Nr TIROS TIPO DE MUNIÇÃO
IPT Instrução preparatória para o tiro. - Granada inerte e simulador.
TIB
Aplicar as técnicas e procedimentos 
de execução da pontaria e do tiro 
com granada de bocal.
a. Tiro Direto
b. Posição de Pé
c. Posição Ajoelhado
d. Posição Deitado
e. Tiro Indireto
5 Granada inerte e simulador.
TIA Atirar com a granada de bocal 10
Granada:
- Antipessoal (RJC) M2
- Anticarro (RJC) M3
- Anticarro (RJC) M24A1
- Iluminativa (RJC) M51
- Simuladora (RJC) M68
OBSERVAÇÃO: as granadas de bocal Antipessoal (RJC) M2 e Anticarro (RJC) M3, utilizam o 
cartucho especial de lançamento. Não poderá ser utilizada a munição M1 7,62 mm nessas gra-
nadas, pois poderá ocorrer um acidente grave.
Tab 1 - Módulos de Tiros das Granadas de Bocal
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C-1
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES
INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM 
ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)
ANEXO C
MÓDULO DE TIRO ANTICARRO E ANTIPESSOAL
Edição 
2017
C-2
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IR-TAEx - 2017 - Anexo C MÓDULO DE TIRO ANTICARRO E ANTIPESSOAL
ANEXO C
Neste Anexo estarão reunidas as Instruções de Tiro (IT) referentes ao Armamento Anticarro e 
Antipessoal:
ApêndiceC1 - Instrução de Tiro com Lança-rojão 84mm (AT-4); e
Apêndice C2 - Instrução de Tiro com Canhão Sem Recuo 84 mm.
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C1-1
MINISTÉRIO DA DEFESA
EXÉRCITO BRASILEIRO
COMANDO DE OPERAÇÕES TERRESTRES
INSTRUÇÕES REGULADORAS DE TIRO COM 
ARMAMENTO DO EXÉRCITO (IRTAEX)
APÊNDICE C1
INSTRUÇÕES DE TIRO COM O LANÇA-ROJÃO 84mm (AT-4)
Edição 
2017
C1-2
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4) 
 I. PRESCRIÇÕES GERAIS
1. GENERALIDADES
O Lança-Rojão 84 mm AT-4 (L Roj 84 mm AT4) foi projetado como arma anticarro de emprego 
coletivo, para ser empregado prioritariamente na defesa contra viaturas blindadas e mecanizadas. 
Porém, devido a sua precisão e eficiência (explosão, penetração, sopro, calor e estilhaçamento) 
poderá ser também empregado, ofensivamente, contra os seguintes alvos: posições de armas e 
de pessoal; viaturas em geral; edificações; postos e instalações; embarcações; e outros objetivos 
compensadores e adequado com o armamento.
O L Roj 84 mm AT4 não possui guarnição específica, mas homens designados por QO para, 
cumulativamente com as suas funções, empregarem a arma.
O Subcalibre AT-4 (SCal AT-4) é um simulador, cuja munição Cart 9 mm Scal AT-4, com 
projetil traçante, tem a trajetória e a velocidade similares a granada real do L Roj AT-4.
2. MÓDULOS DE TIRO
a. IPT
1) A IPT visa a preparação do atirador do L Roj 84 mm para o tiro real, em que se aplicam 
o processo monitor-instruendo e o rodízio de oficinas, conforme abaixo:
a) Pontaria com a arma
(1) Tomada das linhas de Mira e de Visada (fazer a “fotografia”); e
(2) decalagem e acompanhamento de alvos em movimento.
b) Manejo da arma
 - operações essenciais para a execução do tiro; e
 - acionamento do gatilho (realização de tiro “em seco”).
c) Verificação da constância da pontaria
 - Triângulo de pontaria, arma apoiada em suporte adaptado, alça de mira na 
posição normal.
d) Posições de tiro
 - Assentamento da arma nas posições de pé, sentado, de joelhos, deitado e 
abrigado; 
- postura do atirador e do auxiliar do atirador; e
- segurança em relação à área de sopro ou de perigo.
e) Procedimentos no estande
 - normas de conduta;
 - medidas de segurança;
 - cuidados com as munições;
 - área de sopro (área de perigo); e
 - medidas em caso de pane da arma ou falha de munição.
2) As técnicas e procedimentos a serem desenvolvidos na IPT estão descritos no manual 
específico do Lança-Rojão 84 mm (AT-4).
b. TIB – Tiro da Instrução Básico
- Os exercícios do TIB são basicamente, de iniciação e deverão desenvolver a capacidade 
de fazer o tiro com destreza e segurança.
- A obtenção do padrão mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o atirador 
de L Roj inicie o módulo seguinte: Tiro de Instrução Avançado (TIA).
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 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4)
c. TIA
- Os Exc Tir visam a deixar os atiradores designados em condições de empregar o L Roj 
84 mm (AT-4) na defesa de instalações.
- A obtenção do padrão mínimo em cada Exc Tir é CONDIÇÃO BÁSICA para que o atirador 
de L Roj inicie o módulo seguinte: Tiro de Combate Básico (TCB).
d. TCB
- Este Módulo complementa a instrução dos atiradores designados, preparando-os para 
empregar o L Roj 84 mm (AT-4) em apoio aos fuzileiros no combate.
3. MUNIÇÃO
a. Os exercícios de tiro com o L Roj 84 mm (AT-4) são realizados com o subcalibre. 
b. O tiro com munição real (explosiva) só será realizado para treinamento, quando for auto-
rizado pela respectiva Região Militar (RM).
c. Tipos de L Roj 84 mm (AT-4):
Fig 1 - Arma Leve Anticarro 84 mm AT4 HEAT e TPT
Fig 2 - Arma Leve Anticarro 84 mm AT4 CS HP e TP
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 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4) 
Fig 3 - Arma Leve Anticarro AT4 CS B
4. REFERÊNCIA
- IP 23-34 – LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4), 1ª Edição, 1998.
- Manuais de Operação das Armas (Fabricante)
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 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4)
II. OBJETIVOS INDIVIDUAIS DE INSTRUÇÃO (OII)
OII TAREFA CONDIÇÃO PADRÃO MÍNIMO
IPT
Aplicar as técnicas e 
procedimentos de exe- 
cução da pontaria e do 
tiro com o L Roj 84 mm 
(AT-4).
- Realizar a IPT.
- Realizar o TIP. O instruendo deverá demonstrar o 
desempenho exigido no TIP.
TIB
Atirar com o L Roj 84 
mm (AT-4) realizando 
os TIB.
As condições dos 
Exc Tir do Módulo 
de Tiro do TIB.
O instruendo deverá obter os índi- 
ces de suficiência em todos os Exc 
Tir previstos no Módulo de Tiro do 
TIB, ficando em condições de atirar 
com o lança-rojão com destreza e 
segurança.
TIA
Atirar com o L Roj 84 
mm (AT-4) realizando 
os TIA.
As condições dos 
Exc Tir do Módulo 
de Tiro do TIA.
O instruendo deverá:
- atirar com precisão e presteza;
- obter os índices de suficiência em 
todos os Exc Tir previstos no Módu- 
lo de Tiro do TIA, ficando em condi-
ções de empregar o L Roj 84 m m 
(AT-4) com segurança na defesa de 
instalações.
TCB
Empregar o L Roj 84 
mm (AT-4) em situa- 
ções de combate.
As condições dos 
Exc Tir do Módulo 
de Tiro do TCB.
O instruendo deverá obter índices 
de suficiência em todos os Exc Tir 
previstos no Módulo de Tiro do TCB, 
ficando em condições de empregar 
o L Roj 84 mm (AT-4) em situações 
de combate.
OBSERVAÇÃO: o TCA não se aplica ao Lança-Rojão 84 mm (AT-4).
Tab 1 - Objetivos Individuais de Instrução
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 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4) 
III. PESSOAL QUE ATIRA
MÓDULOS DE TIRO
TIB TIA TCB TCA
PESSOAL QUE ATIRA
OFICIAIS
Tenentes Cmt Pel Fzo, de Pel C Mec e 
de Pel Exploradores X - - -
Demais Todos - - - -
SUBTENENTES 
E SARGENTOS
(2)
Subtenentes e
1º Sgt Todos - - - -
2º Sargentos Adj de Pel Fzo, de Pel C Mec e 
de Pel Exploradores X - - -
3º Sargentos Cmt de GC e de Grupo de Ex-
ploradores X - - -
Demais
2º e 3º Sgt Todos - - - -
CABO S E
SOLDADOS
ENGAJADOS
(2)
Cabo
Cmt Esqd/GC e Cmt Patrulha 
/ Cmt de Grupo de Explorado-
res
- X - -
Soldado
Sd 1º e 4º Escl/Esq/GC e Ati-
rador designado/Grupo de Ex-
ploradores
- X X -
CABOS E 
SOLDADOS 
RECRUTAS
(1)
Cabo Cmt Esqd/GC de Grupo de Ex-
ploradores X X X -
Soldado
Sd 1º e 4º Escl/Esq/GC e Ati-
rador designado/Grupo de Ex-
ploradores
X X X -
TIROS DE
GUERRA Atiradores Todos - - - -
(1) Exercícios de Desenvolvimento de Padrões.
(2) Exercícios de Manutenção de Padrões.
Tab 2 - Pessoal que Atira
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1. OBSERVAÇÕES
(a) Para efeito do cálculo da munição necessária, foi computado mais um Cart 9 mm Tr S Cal 
por componente de Pel Fuz/Pel E Cmb que realiza este Módulo, para a verificação da regulagem 
da arma AT-4 subcalibre.
(b) Tempo estimado para os atiradores designados em cada pelotão, dependerá do número 
de armas subcalibre existentes.
(c) Esta sessão destina-se à regulagem da arma AT-4 Subcalibre, não há necessidade de 
fazer a regulagem para cada atirador, basta realizar uma regulagem inicial para cada grupo de 
instruendos que for realizar o TIB.
(d) Posições de tiro
Fig 3 - Posições de Tiro
(e) Alvo retangular medindo 2 x 2 m com uma cruz no seu centro, de 0,15 m de largura, 
dividindo o retângulo em 4 partes.
(f) Silhueta de Carro de Combate, inscrita num retângulo de 2 x 3 m.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão – Exc Tir 101 
- Tiro para regulagem da arma AT-4 Subcalibre.
- Realizar séries de 3 a 4 disparos, seguidas de observação dos alvos e da regulagem 
da arma.
Sentado
De pé
Deitado
Ajoelhado
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- O atirador deve estar bem apoiado em sacos de areia ou serragem.
- Não há necessidade de realizar esta regulagem com todos os atiradores designados, 
basta realizá-la no início do Módulo.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 102 a 104
- Familiarizar-se com o tiro do lança-rojão 84mm (AT-4).
- Esta sessão deve ser realizada imediatamente após a regulagem da arma.
- Tiro ao alvo.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
- Não há classificação conceitual, e sim Apto (A) ou Inapto (I). A classificação “I” é apenas 
transitória, pois é dever da Direção de Instrução fazer com que o instruendo obtenha o Apto, ou não 
o qualificar na função de atirador de L Roj 84 mm (AT-4). 
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1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores designados de cada pelotão, dependerá do número 
de armas subcalibre existentes.
(b) Posições de tiro
Fig 4 - Posições de Tiro
(c) Se houver disponibilidade, um tiro deve ser com a munição inerte (AT-4 Training).
(d) Silhueta lateral de um carro de combate, medindo 2m x 3 m.
(e) Silhueta frontal de um carro de combate, medindo 2m x 3 m.
2. DESCRIÇÃO DOS EXERCÍCIOS
a. 1ª Sessão – Exc Tir 201 a 203
- Aplicar a técnica de tiro em alvos móveis.
- O atirador, na posição de pé, com uma arma AT-4 subcalibre carregada, observa o seu 
setor. Surge um CC em deslocamento transversal à posição, a 10 Km/h, o atirador assume a posição 
indicada e abre fogo, realizando 2 disparos.
b. 2ª Sessão – Exc Tir 204 a 206
- Atirar com destreza e precisão.
- O atirador, na posição de pé, com uma arma AT-4 subcalibre carregada, observa o seu 
setor. Surge um CC aproximando-se da posição a 10 Km/h, o atirador assume a posição indicada 
e abre fogo, realizando 1 disparo.
De pé
Ajoelhado
Deitado
Sentado
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c. 3ª Sessão – Exc Tir 207 e 208
- Atirar com destreza e precisão.
- Posição em um abrigo escavado ou construído com sacos de areia.
- Atirar contra a silhueta de carro de combate em deslocamento frontal à posição de tiro, 
aproximando-se a 10 Km/h.
3. CLASSIFICAÇÃO DOS RESULTADOS
Para registro e avaliação do atirador.
QUADRO 1
Classificação
QUADRO 2 - Exc Tir 204+205+ 
206+207+208 Classificação
Nº de impactos nas silhuetas Nº de impactos nas silhuetas
6 E 5 E
5 MB 4 MB
3 a 4 B 3 e 2 B
2 R 1 R
Tab 5 - Classificação dos Resultados no TIA
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C1-14
EB70-IR-01.002
 IR-TAEx 2017-APÊNDICE C1 INSTRUÇÕES DE TIRO COM LANÇA-ROJÃO 84 mm (AT-4) 
1. OBSERVAÇÕES
(a) Tempo estimado para os atiradores designados de cada Pel Fuz. Este tempo dependerá 
do número de armas subcalibre existentes.
(b) Posições de tiro
A – abrigado
S – sentado 
Mvt PD – em movimento, de pé a deitado
Mvt PJ – em movimento, de pé a de joelhos
Mvt PS – em movimento, de pé a sentado
(c) Se houver disponibilidade, um tiro deve ser com a munição inerte (AT-4 Training). A munição 
real só será utilizada no treinamento quando for determinado às OM, pelo Comando Enquadrante, 
com o propósito de renovar a DO, ou de realizar uma Preparação Específica.
(d) Silhueta lateral de um carro

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