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Questões resolvidas

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O Ensino Fundamental, com nove anos de duração, é a etapa mais longa da Educação Básica, atendendo
estudantes entre 6 e 14 anos.
Há, portanto, crianças e adolescentes que, ao longo desse período, passam por uma série de mudanças
relacionadas a aspectos físicos, cognitivos, afetivos, sociais, emocionais, entre outros.
Como já indicado nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos (Resolução
CNE/CEB nº 7/2010)28, essas mudanças impõem desafios à elaboração de currículos para essa etapa de escolarização, de
modo a superar as rupturas que ocorrem na passagem não somente entre as etapas da Educação Básica, mas também
entre as duas fases do Ensino Fundamental:
ANOS INCIAIS ANOS FINAIS
✓ANOS INICIAIS: Se organiza em torno dos interesses manifestos pelas crianças; a progressão do conhecimento ocorre pela
consolidação das aprendizagens anteriores e pela ampliação das práticas de linguagem. Nos anos iniciais se faz necessária a
articulação com as experiências vivenciadas na Educação Infantil.
A BNCC do Ensino Fundamental – Anos Iniciais, ao valorizar as situações lúdicas de aprendizagem, aponta para a
necessária articulação com as experiências vivenciadas na Educação Infantil. Tal articulação precisa prever tanto a
progressiva sistematização dessas experiências quanto o desenvolvimento, pelos alunos, de novas formas de relação com o
mundo, novas possibilidades de ler e formular hipóteses sobre os fenômenos, de testá-las, de refutá-las, de elaborar
conclusões, em uma atitude ativa na construção de conhecimentos.
✓ ANOS FINAIS: Os estudantes se deparam com desafios de maior complexidade; é importante fortalecer a autonomia dos
estudantes.
Ao longo do Ensino Fundamental – Anos Finais, os estudantes se deparam com desafios de maior complexidade,
sobretudo devido à necessidade de se apropriarem das diferentes lógicas de organização dos conhecimentos relacionados às
áreas. Tendo em vista essa maior especialização, é importante, nos vários componentes curriculares, retomar e ressignificar
as aprendizagens do Ensino Fundamental – Anos Iniciais no contexto das diferentes áreas, visando ao aprofundamento e à
ampliação de repertórios dos estudantes.
✓Na BNCC, o Ensino Fundamental está organizado em CINCO ÁREAS DO CONHECIMENTO.
Essas áreas, como bem aponta o Parecer CNE/CEB nº
conhecimentos e saberes
11/201024, “favorecem a comunicação entre os
dos diferentes componentes
curriculares” (BRASIL, 2010).
Elas se intersectam na formação dos alunos, embora
se preservem as especificidades e os saberes próprios
construídos e sistematizados nos diversos componentes.
LINGUAGENS
MATEMÁTICA
CIÊNCIAS DA 
NATUREZA
CIÊNCIAS 
HUMANAS
ENSINO
RELIGIOSO
Nas áreas que abrigam mais de um componente curricular (Linguagens e Ciências Humanas), também são
definidas competências específicas do componente (Língua Portuguesa, Arte, Educação Física, Língua Inglesa, Geografia e
História) a ser desenvolvidas pelos alunos ao longo dessa etapa de escolarização.
As competências específicas possibilitam a articulação horizontal entre as áreas, perpassando todos os
componentes curriculares, e também a articulação vertical, ou seja, a progressão entre o Ensino Fundamental – Anos
Iniciais e o Ensino Fundamental – Anos Finais e a continuidade das experiências dos alunos, considerando suas
especificidades.
Para garantir o desenvolvimento das competências específicas, cada componente curricular apresenta um
conjunto de habilidades.
Essas habilidades estão relacionadas a diferentes objetos de conhecimento – aqui entendidos como conteúdos, 
conceitos e processos –, que, por sua vez, são organizados em unidades temáticas.
Respeitando as muitas possibilidades de organização do conhecimento escolar, as unidades temáticas definem um
arranjo dos objetos de conhecimento ao longo do Ensino Fundamental adequado às especificidades dos diferentes
componentes curriculares.
Cada unidade temática contempla uma gama maior ou menor de objetos de conhecimento, assim como cada
objeto de conhecimento se relaciona a um número variável de habilidades.
Os modificadores devem ser entendidos como a explicitação da situação ou condição em que a habilidade deve
ser desenvolvida, considerando a faixa etária dos alunos.
Ainda assim, as habilidades não descrevem ações ou condutas esperadas do professor, nem induzem à opção
por abordagens ou metodologias.
Essas escolhas estão no âmbito dos currículos e dos projetos pedagógicos, que, como já mencionado, devem ser
adequados à realidade de cada sistema ou rede de ensino e a cada instituição escolar, considerando o contexto e as
características dos seus alunos.
Vale destacar que o uso de numeração sequencial para identificar as habilidades
de cada ano ou bloco de anos não representa uma ordem ou hierarquia esperada das
aprendizagens.
A progressão das aprendizagens, que se explicita na comparação entre os quadros relativos a cada ano (ou
bloco de anos), pode tanto estar relacionada aos processos cognitivos em jogo – sendo expressa por verbos que indicam
processos cada vez mais ativos ou exigentes – quanto aos objetos de conhecimento – que podem apresentar crescente
sofisticação ou complexidade –, ou, ainda, aos modificadores – que, por exemplo, podem fazer referência a contextos
mais familiares aos alunos e, aos poucos, expandir-se para contextos mais amplos.
Na BNCC, a área de Linguagens é composta pelos seguintes componentes curriculares:
Língua Portuguesa,
Arte,
Educação Física e,
no Ensino Fundamental – Anos Finais, Língua Inglesa.
A FINALIDADE é possibilitar aos estudantes participar de práticas de linguagem diversificadas, que lhes
permitam ampliar suas capacidades expressivas em manifestações artísticas, corporais e linguísticas, como também seus
conhecimentos sobre essas linguagens, em continuidade às experiências vividas na Educação Infantil.
As linguagens, antes articuladas, passam a ter status próprios de objetos de conhecimento escolar. O
importante, assim, é que os estudantes se apropriem das especificidades de cada linguagem, sem perder a visão do todo
no qual elas estão inseridas.
Mais do que isso, é relevante que compreendam que as linguagens são dinâmicas, e que todos participam desse
processo de constante transformação.
NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS INICIAIS, os componentes curriculares tematizam diversas práticas,
considerando especialmente aquelas relativas às culturas infantis tradicionais e contemporâneas.
Nesse conjunto de práticas, nos dois primeiros anos desse segmento, o processo de alfabetização deve ser o foco
da ação pedagógica.
Afinal, aprender a ler e escrever oferece aos estudantes algo novo e surpreendente: amplia suas possibilidades de
construir conhecimentos nos diferentes componentes, por sua inserção na cultura letrada, e de participar com maior
autonomia e protagonismo na vida social.
NO ENSINO FUNDAMENTAL – ANOS FINAIS, as aprendizagens, nos componentes curriculares dessa área, ampliam 
as práticas de linguagem conquistadas no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, incluindo a aprendizagem de Língua Inglesa. 
Nesse segmento, a diversificação dos contextos permite o aprofundamento de práticas de linguagem artísticas,
corporais e linguísticas que se constituem e constituem a vida social
COMPETÊNCIAS ESPECÍFICAS DE LINGUAGENS PARA O
ENSINO FUNDAMENTAL:
1.Compreender as linguagens como construção humana, histórica, social e cultural, de natureza dinâmica, reconhecendo-
as e valorizando-as como formas de significação da realidade e expressão de subjetividades e identidades sociais e
culturais.
2.Conhecer e explorar diversas práticas de linguagem (artísticas, corporais e linguísticas) em diferentes campos da atividade
humana para continuar aprendendo, ampliar suas possibilidades de participação na vida social e colaborar para a
construção de uma sociedade mais justa, democrática e inclusiva.
3.Utilizar diferentes linguagens – verbal (oral ou visual-motora, como Libras, e escrita), corporal, visual, sonora e digital–, para
se expressar e partilhar informações, experiências, ideias e sentimentos em diferentes contextos e produzir sentidos que
levem ao diálogo, à resolução de conflitos e à cooperação.
4.Utilizar diferentes linguagens para defender pontos de vista que respeitem o outro e promovam os direitos humanos, a
consciência socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional e global, atuando criticamente frente a
questões do mundo contemporâneo.
5.Desenvolver o senso estético para reconhecer, fruir e respeitar as diversas manifestações artísticas e culturais, das locais às
mundiais, inclusive aquelas pertencentes ao patrimônio cultural da humanidade, bem como participar de práticas
diversificadas, individuais e coletivas, da produção artístico-cultural, com respeito à diversidade de saberes, identidades e
culturas.
6.Compreender e utilizar tecnologias digitais de informação e comunicação de forma crítica, significativa, reflexiva e ética nas
diversas práticas sociais (incluindo as escolares), para se comunicar por meio das diferentes linguagens e mídias, produzir
conhecimentos, resolver problemas e desenvolver projetos autorais e coletivos.
A ÁREA DA MATEMÁTICA:
A Matemática não se restringe apenas à quantificação de fenômenos determinísticos – contagem, medição de
objetos, grandezas – e das técnicas de cálculo com os números e com as grandezas, pois também estuda a incerteza
proveniente de fenômenos de caráter aleatório.
A Matemática cria sistemas abstratos, que organizam e inter-relacionam fenômenos do espaço, do movimento, das
formas e dos números, associados ou não a fenômenos do mundo físico.
Esses sistemas contêm ideias e objetos que são fundamentais para a compreensão de fenômenos, a construção de
representações significativas e argumentações consistentes nos mais variados contextos.
No Ensino Fundamental, essa área, por meio da articulação de seus diversos campos – ARITMÉTICA, ÁLGEBRA,
GEOMETRIA, ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE –, precisa garantir que os alunos relacionem observações empíricas do mundo
real a representações (tabelas, figuras e esquemas) e associem essas representações a uma atividade matemática (conceitos
e propriedades), fazendo induções e conjecturas.
O Ensino Fundamental deve ter compromisso com o desenvolvimento do letramento matemático, definido como
as competências e habilidades de raciocinar, representar, comunicar e argumentar matematicamente, de modo a favorecer o
estabelecimento de conjecturas, a formulação e a resolução de problemas em uma variedade de contextos, utilizando
conceitos, procedimentos, fatos e ferramentas matemáticas.
1.Reconhecer que a Matemática é uma ciência humana, fruto das necessidades e preocupações de diferentes culturas, em
diferentes momentos históricos, e é uma ciência viva, que contribui para solucionar problemas científicos e tecnológicos e
para alicerçar descobertas e construções, inclusive com impactos no mundo do trabalho.
2.Desenvolver o raciocínio lógico, o espírito de investigação e a capacidade de produzir argumentos convincentes, recorrendo
aos conhecimentos matemáticos para compreender e atuar no mundo.
3.Compreender as relações entre conceitos e procedimentos dos diferentes campos da Matemática (Aritmética, Álgebra,
Geometria, Estatística e Probabilidade) e de outras áreas do conhecimento, sentindo segurança quanto à própria capacidade
de construir e aplicar conhecimentos matemáticos, desenvolvendo a autoestima e a perseverança na busca de soluções.
4.Fazer observações sistemáticas de aspectos quantitativos e qualitativos presentes nas práticas sociais e culturais, de modo a
investigar, organizar, representar e comunicar informações relevantes, para interpretá-las e avaliá-las crítica e eticamente,
produzindo argumentos convincentes.
5. Utilizar processos e ferramentas matemáticas, inclusive tecnologias digitais disponíveis, para modelar e resolver
problemas cotidianos, sociais e de outras áreas de conhecimento, validando estratégias e resultados.
6.Enfrentar situações-problema em múltiplos contextos, incluindo-se situações imaginadas, não diretamente relacionadas
com o aspecto prático-utilitário, expressar suas respostas e sintetizar conclusões, utilizando diferentes registros e linguagens
(gráficos, tabelas, esquemas, além de texto escrito na língua materna e outras linguagens para descrever algoritmos, como
fluxogramas, e dados).
7.Desenvolver e/ou discutir projetos que abordem, sobretudo, questões de urgência social, com base em princípios éticos,
democráticos, sustentáveis e solidários, valorizando a diversidade de opiniões de indivíduos e de grupos sociais, sem
preconceitos de qualquer natureza.
8.Interagir com seus pares de forma cooperativa, trabalhando coletivamente no planejamento e desenvolvimento de
pesquisas para responder a questionamentos e na busca de soluções para problemas, de modo a identificar aspectos
consensuais ou não na discussão de uma determinada questão, respeitando o modo de pensar dos colegas e aprendendo
com eles.
Ao longo do Ensino Fundamental, a área de Ciências da Natureza tem um compromisso com o desenvolvimento do
letramento científico, que envolve a capacidade de compreender e interpretar o mundo (natural, social e tecnológico), mas
também de transformá-lo com base nos aportes teóricos e processuais das ciências.
A área de Ciências da Natureza, por meio de um olhar articulado de diversos campos do saber, precisa assegurar
aos alunos do Ensino Fundamental o acesso à diversidade de conhecimentos científicos produzidos ao longo da história,
bem como a aproximação gradativa aos principais processos, práticas e procedimentos da investigação científica.
Espera-se, desse modo, possibilitar que esses alunos tenham um novo olhar sobre o mundo que os cerca, como
também façam escolhas e intervenções conscientes e pautadas nos princípios da sustentabilidade e do bem comum.
Para orientar a elaboração dos currículos de Ciências, as aprendizagens essenciais a ser asseguradas neste
componente curricular foram organizadas em três unidades temáticas que se repetem ao longo de todo o Ensino
Fundamental.
Vida e 
evolução
Terra e 
Universo
Matéria 
e 
energia
1.Compreender as Ciências da Natureza como empreendimento humano, e o conhecimento científico como provisório,
cultural e histórico.
2.Compreender conceitos fundamentais e estruturas explicativas das Ciências da Natureza, bem como dominar processos,
práticas e procedimentos da investigação científica, de modo a sentir segurança no debate de questões científicas,
tecnológicas, socioambientais e do mundo do trabalho, continuar aprendendo e colaborar para a construção de uma
sociedade justa, democrática e inclusiva.
3.Analisar, compreender e explicar características, fenômenos e processos relativos ao mundo natural, social e tecnológico
(incluindo o digital), como também as relações que se estabelecem entre eles, exercitando a curiosidade para fazer
perguntas, buscar respostas e criar soluções (inclusive tecnológicas) com base nos conhecimentos das Ciências da Natureza.
4.Avaliar aplicações e implicações políticas, socioambientais e culturais da ciência e de suas tecnologias para propor
alternativas aos desafios do mundo contemporâneo, incluindo aqueles relativos ao mundo do trabalho.
5.Construir argumentos com base em dados, evidências e informações confiáveis e negociar e defender ideias e pontos de
vista que promovam a consciência socioambiental e o respeito a si próprio e ao outro, acolhendo e valorizando a diversidade
de indivíduos e de grupos sociais, sem preconceitos de qualquer natureza.
6.Utilizar diferentes linguagens e tecnologias digitais de informação e comunicação para se comunicar, acessar e disseminar
informações, produzir conhecimentos e resolver problemas das Ciências da Natureza de forma crítica, significativa, reflexiva
e ética.
7. Conhecer, apreciar e cuidar de si, do seu corpo e bem-estar, compreendendo-se na diversidade humana, fazendo-se
respeitar e respeitando o outro, recorrendo aosconhecimentos das Ciências da Natureza e às suas tecnologias.
8.Agir pessoal e coletivamente com respeito, autonomia, responsabilidade, flexibilidade, resiliência e determinação,
recorrendo aos conhecimentos das Ciências da Natureza para tomar decisões frente a questões científico-tecnológicas e
socioambientais e a respeito da saúde individual e coletiva, com base em princípios éticos, democráticos, sustentáveis e
solidários.
A área de Ciências Humanas contribui para que os alunos desenvolvam a cognição in situ, ou seja, sem prescindir
da contextualização marcada pelas noções de tempo e espaço, conceitos fundamentais da área.
Cognição e contexto são, assim, categorias elaboradas conjuntamente, em meio a circunstâncias históricas
específicas, nas quais a diversidade humana deve ganhar especial destaque, com vistas ao acolhimento da diferença.
O raciocínio espaço-temporal baseia-se na ideia de que o ser humano produz o espaço em que vive,
apropriando-se dele em determinada circunstância histórica. A capacidade de identificação dessa circunstância impõe-se
como condição para que o ser humano compreenda, interprete e avalie os significados das ações realizadas no passado ou
no presente, o que o torna responsável tanto pelo saber produzido quanto pelo controle dos fenômenos naturais e
históricos dos quais é agente
Tempo
MovimentoEspaço
Categorias básicas
na área de Ciências Humanas:
As Ciências Humanas devem, assim, estimular uma formação ética, elemento fundamental para a formação das
novas gerações, auxiliando os alunos a construir um sentido de responsabilidade para valorizar:
✓ os direitos humanos;
✓ o respeito ao ambiente e à própria coletividade;
✓ o fortalecimento de valores sociais, tais como a solidariedade,
✓ a participação e o protagonismo voltados para o bem comum; e, sobretudo,
✓ a preocupação com as desigualdades sociais.
Cabe, ainda, às Ciências Humanas cultivar a formação de alunos intelectualmente autônomos, com capacidade
de articular categorias de pensamento histórico e geográfico em face de seu próprio tempo, percebendo as experiências
humanas e refletindo sobre elas, com base na diversidade de pontos de vista.
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, é importante valorizar e problematizar as vivências e experiências
individuais e familiares trazidas pelos alunos, por meio do lúdico, de trocas, da escuta e de falas sensíveis, nos diversos
ambientes educativos (bibliotecas, pátio, praças, parques, museus, arquivos, entre outros).
O Ensino Fundamental – Anos Finais tem o compromisso de dar continuidade à compreensão dessas noções,
aprofundando os questionamentos sobre as pessoas, os grupos humanos, as culturas e os modos de organizar a sociedade;
as relações de produção e de poder; e a transformação de si mesmos e do mundo
1. Compreender a si e ao outro como identidades diferentes, de forma a exercitar o respeito à diferença em uma
sociedade plural e promover os direitos humanos.
2.Analisar o mundo social, cultural e digital e o meio técnico-científico-informacional com base nos conhecimentos das 
Ciências Humanas, considerando suas variações de significado no tempo e no espaço, para intervir em situações do 
cotidiano e se posicionar diante de problemas do mundo contemporâneo.
3.Identificar, comparar e explicar a intervenção do ser humano na natureza e na sociedade, exercitando a curiosidade e
propondo ideias e ações que contribuam para a transformação espacial, social e cultural, de modo a
participar efetivamente das dinâmicas da vida social.
4.Interpretar e expressar sentimentos, crenças e dúvidas com relação a si mesmo, aos outros e às diferentes culturas, com
base nos instrumentos de investigação das Ciências Humanas, promovendo o acolhimento e a valorização da diversidade de
indivíduos e de grupos sociais, seus saberes, identidades, culturas e potencialidades, sem preconceitos de qualquer
natureza
5.Comparar eventos ocorridos simultaneamente no mesmo espaço e em espaços variados, e eventos ocorridos em tempos
diferentes no mesmo espaço e em espaços variados.
6.Construir argumentos, com base nos conhecimentos das Ciências Humanas, para negociar e defender ideias e opiniões
que respeitem e promovam os direitos humanos e a consciência socioambiental, exercitando a responsabilidade e o
protagonismo voltados para o bem comum e a construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva.
7.Utilizar as linguagens cartográfica, gráfica e iconográfica e diferentes gêneros textuais e tecnologias digitais de informaçãoe
comunicação no desenvolvimento do raciocínio espaço-temporal relacionado a localização, distância, direção, duração,
simultaneidade, sucessão, ritmo e conexão
Considerando os marcos normativos e, em conformidade com as competências gerais estabelecidas no âmbito da
BNCC, o Ensino Religioso deve atender os seguintes OBJETIVOS:
a) Proporcionar a aprendizagem dos conhecimentos religiosos, culturais e estéticos, a partir das manifestações religiosas
percebidas na realidade dos educandos;
b)Propiciar conhecimentos sobre o direito à liberdade de consciência e de crença, no constante propósito de promoção dos 
direitos humanos;
c) Desenvolver competências e habilidades que contribuam para o diálogo entre perspectivas religiosas e seculares de vida,
exercitando o respeito à liberdade de concepções e o pluralismo de ideias, de acordo com a Constituição Federal;
d)Contribuir para que os educandos construam seus sentidos pessoais de vida a partir de valores, princípios éticos e da 
cidadania.
O conhecimento religioso, objeto da área de Ensino Religioso, é produzido no âmbito das diferentes áreas do
conhecimento científico das Ciências Humanas e Sociais, notadamente da(s) Ciência(s) da(s) Religião(ões).
Essas Ciências investigam a manifestação dos fenômenos religiosos em diferentes culturas e sociedades enquanto 
um dos bens simbólicos resultantes da busca humana por respostas aos enigmas do mundo, da vida e da morte.
Cabe ao Ensino Religioso tratar os conhecimentos religiosos a partir de pressupostos éticos e científicos, sem
privilégio de nenhuma crença ou convicção.
No Ensino Fundamental, o Ensino Religioso adota a pesquisa e o diálogo como princípios mediadores e
articuladores dos processos de observação, identificação, análise, apropriação e ressignificação de saberes, visando o
desenvolvimento de competências específicas. Dessa maneira, busca problematizar representações sociais preconceituosas
sobre o outro, com o intuito de combater a intolerância, a discriminação e a exclusão.
O Ensino Religioso busca construir, por meio do estudo dos conhecimentos religiosos e das filosofias de vida,
atitudes de reconhecimento e respeito às alteridades. Trata-se de um espaço de aprendizagens, experiências pedagógicas,
intercâmbios e diálogos permanentes, que visam o acolhimento das identidades culturais, religiosas ou não, na
perspectiva da interculturalidade, direitos humanos e cultura da paz.
Tais finalidades se articulam aos elementos da formação integral dos estudantes, na medida em que fomentam a
aprendizagem da convivência democrática e cidadã, princípio básico à vida em sociedade.
1.Conhecer os aspectos estruturantes das diferentes tradições/movimentos religiosos e filosofias de vida, a partir de 
pressupostos científicos, filosóficos, estéticos e éticos.
2. Compreender, valorizar e respeitar as manifestações religiosas e filosofias de vida, suas experiências e saberes, em
diferentes tempos, espaços e territórios.
3. Reconhecer e cuidar de si, do outro, da coletividade e da natureza, enquanto expressão de valor da vida.
4. Conviver com a diversidade de crenças, pensamentos, convicções, modos de ser e viver.
5.Analisar as relações entre as tradições religiosas e os campos da cultura, da política, da economia, da saúde, da ciência, da 
tecnologia e do meio ambiente.
6.Debater, problematizar e posicionar-se frente aos discursos e práticas de intolerância, discriminação e violência de cunho 
religioso, de modo a assegurar os direitos humanosno constante exercício da cidadania e da cultura de paz
O Ensino Médio é a etapa final da Educação Básica, direito público subjetivo de todo cidadão brasileiro. Todavia,
a realidade educacional do País tem mostrado que essa etapa representa um gargalo na garantia do direito à educação.
Para além da necessidade de universalizar o atendimento, tem-se mostrado crucial garantir a permanência e as
aprendizagens dos estudantes, respondendo às suas demandas e aspirações presentes e futuras.
✓Adota a noção ampliada e plural de juventude das DCNEM/2011, que significa entender as culturas juvenis em sua 
singularidade;
✓A escola deve estar comprometida com a educação integral dos estudantes de com a construção do seu projeto de vida;
✓Garantir a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental é essencial nessa 
etapa;
✓Centrada no desenvolvimento de competências e orientada pelo princípio da educação integral.
Na BNCC, o Ensino Médio está organizado em QUATRO ÁREAS DO CONHECIMENTO, conforme determina a LDB.
A organização por áreas, como bem aponta o Parecer CNE/CP nº 11/200925, “não exclui necessariamente as
disciplinas, com suas especificidades e saberes próprios historicamente construídos, mas, sim, implica o fortalecimento das
relações entre elas e a sua contextualização para apreensão e intervenção na realidade, requerendo trabalho conjugado e
cooperativo dos seus professores no planejamento e na execução dos planos de ensino” (BRASIL, 2009; ênfases adicionadas).
A BNCC do Ensino Médio se organiza em continuidade ao proposto para a Educação Infantil e o Ensino
Fundamental, centrada no desenvolvimento de competências e orientada pelo princípio da educação integral. Portanto,
as competências gerais da Educação Básica orientam igualmente as aprendizagens dessa etapa, como ilustrado no esquema
a seguir, sejam as aprendizagens essenciais definidas nesta BNCC, sejam aquelas relativas aos diferentes itinerários
formativos – cujo detalhamento é prerrogativa dos diferentes sistemas, redes e escolas, conforme previsto na Lei nº
13.415/2017.
Garantir a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental é essencial
nessa etapa final da Educação Básica. Além de possibilitar o prosseguimento dos estudos a todos aqueles que assim o
desejarem, o Ensino Médio deve atender às necessidades de formação geral indispensáveis ao exercício da cidadania e
construir “aprendizagens sintonizadas com as necessidades, as possibilidades e os interesses dos estudantes e, também, com
os desafios da sociedade contemporânea”, como definido na Introdução desta BNCC
HABILIDADE
S
Para assegurar o desenvolvimento das competências específicas de área, a cada uma delas é relacionado um
conjunto de habilidades, que representa as aprendizagens essenciais a ser garantidas no âmbito da BNCC a todos os
estudantes do Ensino Médio.
Elas são descritas de acordo com a mesma estrutura adotada no Ensino Fundamental.
➢ CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS:
(Biologia, Física e Química),
➢ CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS:
História, Geografia, Sociologia e Filosofia)
➢ MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS:
(Matemática) seguem uma mesma estrutura: definição de competências específicas de área e habilidades que lhes 
correspondem.
➢ LINGUAGENS E SUAS TECNOLOGIAS:
(Arte, Educação Física, Língua Inglesa e Língua Portuguesa), além da apresentação das competências específicas e suas
habilidades, são definidas habilidades para Língua Portuguesa.
Segundo esse critério, o código EM13LGG103, por exemplo, refere-se à terceira habilidade proposta na área de 
Linguagens e suas Tecnologias relacionada à competência específica 1, que pode ser desenvolvida em qualquer série do 
Ensino Médio, conforme definições curriculares.
Campo da 
vida 
pessoal
Campo das 
práticas de 
estudo e 
pesquisa
Campo 
jornalístico 
midiático
Campo de 
atuação na 
vida 
pública
Campo 
artístico
A Base Nacional Comum Curricular da área de Linguagens e suas Tecnologias busca consolidar e ampliar as
aprendizagens previstas na BNCC do Ensino Fundamental nos componentes:
✓ Língua Portuguesa,
✓ Arte,
✓ Educação Física e
✓ Língua Inglesa – observada a garantia dos direitos linguísticos aos diferentes povos e grupos sociais brasileiros.
Para tanto, prevê que os estudantes desenvolvam competências e habilidades que lhes possibilitem mobilizar e
articular conhecimentos desses componentes simultaneamente a dimensões socioemocionais, em situações de
aprendizagem que lhes sejam significativas e relevantes para sua formação integral.
A BNCC da área de Linguagens e suas Tecnologias no Ensino Médio prioriza cinco campos de atuação social:
1.Compreender o funcionamento das diferentes linguagens e práticas culturais (artísticas, corporais e verbais) e mobilizar
esses conhecimentos na recepção e produção de discursos nos diferentes campos de atuação social e nas diversas mídias,
para ampliar as formas de participação social, o entendimento e as possibilidades de explicação e interpretação crítica da
realidade e para continuar aprendendo.
2.Compreender os processos identitários, conflitos e relações de poder que permeiam as práticas sociais de linguagem,
respeitando as diversidades e a pluralidade de ideias e posições, e atuar socialmente com base em princípios e valores
assentados na democracia, na igualdade e nos Direitos Humanos, exercitando o autoconhecimento, a empatia, o diálogo,
a resolução de conflitos e a cooperação, e combatendo preconceitos de qualquer natureza.
3.Utilizar diferentes linguagens (artísticas, corporais e verbais) para exercer, com autonomia e colaboração, protagonismo e
autoria na vida pessoal e coletiva, de forma crítica, criativa, ética e solidária, defendendo pontos de vista que respeitem o
outro e promovam os Direitos Humanos, a consciência socioambiental e o consumo responsável, em âmbito local, regional e
global.
4.Compreender as línguas como fenômeno (geo)político, histórico, cultural, social, variável, heterogêneo e sensível aos
contextos de uso, reconhecendo suas variedades e vivenciando-as como formas de expressões identitárias, pessoais e
coletivas, bem como agindo no enfrentamento de preconceitos de qualquer natureza.
5.Compreender os processos de produção e negociação de sentidos nas práticas corporais, reconhecendo-as e vivenciando-
as como formas de expressão de valores e identidades, em uma perspectiva democrática e de respeito à diversidade.
6.Apreciar esteticamente as mais diversas produções artísticas e culturais, considerando suas características locais, regionais
e globais, e mobilizar seus conhecimentos sobre as linguagens artísticas para dar significado e (re)construir produções
autorais individuais e coletivas, exercendo protagonismo de maneira crítica e criativa, com respeito à diversidade
de saberes, identidades e culturas.
7.Mobilizar práticas de linguagem no universo digital, considerando as dimensões técnicas, críticas, criativas, éticas e
estéticas, para expandir as formas de produzir sentidos, de engajar-se em práticas autorais e coletivas, e de aprender a
aprender nos campos da ciência, cultura, trabalho, informação e vida pessoal e coletiva
A ÁREA DE MATEMÁTICA E SUAS TECNOLOGIAS
A BNCC da área de Matemática e suas Tecnologias propõe a consolidação, a ampliação e o aprofundamento das 
aprendizagens essenciais desenvolvidas no Ensino Fundamental.
Para que esses propósitos se concretizem nessa área, os estudantes devem desenvolver habilidades relativas aos 
processos:
▪ de investigação,
▪ de construção de modelos e
▪ de resolução de problemas.
Para tanto, eles devem mobilizar seu modo próprio de raciocinar, representar, comunicar, argumentar e, com
base em discussões e validações conjuntas, aprender conceitos e desenvolver representações e procedimentos cada vez
mais sofisticados.
Considerando esses pressupostos, e em articulação com as competências gerais da Educação Básica e com as da
área de Matemática do Ensino Fundamental,no Ensino Médio, a área de Matemática e suas Tecnologias deve garantir aos
estudantes o desenvolvimento de competências específicas. Relacionadas a cada uma delas, são indicadas, posteriormente,
habilidades a ser alcançadas nessa etapa.
1. Utilizar estratégias, conceitos e procedimentos matemáticos para interpretar situações em diversos contextos, sejam
atividades cotidianas, sejam fatos das Ciências da Natureza e Humanas, das questões socioeconômicas ou tecnológicas,
divulgados por diferentes meios, de modo a contribuir para uma formação geral.
2.Propor ou participar de ações para investigar desafios do mundo contemporâneo e tomar decisões éticas e socialmente
responsáveis, com base na análise de problemas sociais, como os voltados a situações de saúde, sustentabilidade, das
implicações da tecnologia no mundo do trabalho, entre outros, mobilizando e articulando conceitos, procedimentos
e linguagens próprios da Matemática.
3.Utilizar estratégias, conceitos, definições e procedimentos matemáticos para interpretar, construir modelos e resolver
problemas em diversos contextos, analisando a plausibilidade dos resultados e a adequação das soluções propostas, de modo
a construir argumentação consistente.
4.Compreender e utilizar, com flexibilidade e precisão, diferentes registros de representação matemáticos (algébrico,
geométrico, estatístico, computacional etc.), na busca de solução e comunicação de resultados de problemas.
5.Investigar e estabelecer conjecturas a respeito de diferentes conceitos e propriedades matemáticas, empregando estratégias
e recursos, como observação de padrões, experimentações e diferentes tecnologias, identificando a necessidade, ou não, de
uma demonstração cada vez mais formal na validação das referidas conjecturas
A ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E 
SUAS TECNOLOGIAS
Na área de Ciências da Natureza, os conhecimentos conceituais são sistematizados em:
➢ leis,
➢ teorias e
➢ modelos.
A elaboração, a interpretação e a aplicação de modelos explicativos para fenômenos naturais e sistemas
tecnológicos são aspectos fundamentais do fazer científico, bem como a identificação de regularidades, invariantes e
transformações.
Portanto, no Ensino Médio, o desenvolvimento do pensamento científico envolve aprendizagens específicas, com
vistas a sua aplicação em contextos diversos.
Na definição das competências específicas e habilidades da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias foram
privilegiados conhecimentos conceituais considerando a continuidade à proposta do Ensino Fundamental, sua relevância no
ensino de Física, Química e Biologia e sua adequação ao Ensino Médio.
Dessa forma, a BNCC da área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias propõe um aprofundamento nas
temáticas Matéria e Energia, Vida e Evolução e Terra e Universo.
1.Analisar fenômenos naturais e processos tecnológicos, com base nas interações e relações entre matéria e energia, para
propor ações individuais e coletivas que aperfeiçoem processos produtivos, minimizem impactos socioambientais e
melhorem as condições de vida em âmbito local, regional e global.
2.Analisar e utilizar interpretações sobre a dinâmica da Vida, da Terra e do Cosmos para elaborar argumentos, realizar
previsões sobre o funcionamento e a evolução dos seres vivos e do Universo, e fundamentar e defender decisões éticas e
responsáveis.
3.Investigar situações-problema e avaliar aplicações do conhecimento científico e tecnológico e suas implicações no mundo,
utilizando procedimentos e linguagens próprios das Ciências da Natureza, para propor soluções que considerem demandas
locais, regionais e/ou globais, e comunicar suas descobertas e conclusões a públicos variados, em diversos contextos
e por meio de diferentes mídias e tecnologias digitais de informação e comunicação (TDIC).
A ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E
SOCIAIS APLICADAS
A BNCC da área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas – integrada por:
• Filosofia,
• Geografia,
• História e
• Sociologia
Propõe a ampliação e o aprofundamento das aprendizagens essenciais desenvolvidas no Ensino Fundamental,
sempre orientada para uma formação ética.
Tal compromisso educativo tem como base as ideias de justiça, solidariedade, autonomia, liberdade de
pensamento e de escolha, ou seja, a compreensão e o reconhecimento das diferenças, o respeito aos direitos humanos e à
interculturalidade, e o combate aos preconceitos de qualquer natureza.
No Ensino Médio, a BNCC da área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas propõe que os estudantes
desenvolvam a capacidade de estabelecer diálogos – entre indivíduos, grupos sociais e cidadãos de diversas
nacionalidades, saberes e culturas distintas –, elemento essencial para a aceitação da alteridade e a adoção de uma
conduta ética em sociedade.
A BNCC da área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas está organizada de modo a tematizar e problematizar algumas
categorias da área, fundamentais à formação dos estudantes:
Tempo e 
Espaço
Territórios 
e 
Fronteiras
Indivíduo Natureza Sociedade
Cultura e 
Ética
Política e 
Trabalho
Cada uma delas pode ser desdobrada em outras ou ainda analisada à luz das especificidades de cada região brasileira, de seu 
território, da sua história e da sua cultura.
A BNCC da área de Ciências Humanas prevê que, no Ensino Médio, sejam enfatizadas as aprendizagens dos
estudantes relativas ao desafio de dialogar com o Outro e com as novas tecnologias. Considerando que as novas tecnologias
exercem influência, às vezes negativa, outras vezes positiva, no conjunto das relações sociais, é necessário assegurar aos
estudantes a análise e o uso consciente e crítico dessas tecnologias, observando seus objetivos circunstanciais e suas
finalidades a médio e longo prazos, explorando suas potencialidades e evidenciando seus limites na configuração do mundo
contemporâneo.
1. Analisar processos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais nos âmbitos local, regional, nacional e mundial em
diferentes tempos, a partir da pluralidade de procedimentos epistemológicos, científicos e tecnológicos, de modo a
compreender e posicionar-se criticamente em relação a eles, considerando diferentes pontos de vista e tomando decisões
baseadas em argumentos e fontes de natureza científica.
2.Analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, mediante a compreensão das relações de
poder que determinam as territorialidades e o papel geopolítico dos Estados-nações.
3.Analisar e avaliar criticamente as relações de diferentes grupos, povos e sociedades com a natureza (produção, distribuição
e consumo) e seus impactos econômicos e socioambientais, com vistas à proposição de alternativas que respeitem e
promovam a consciência, a ética socioambiental e o consumo responsável em âmbito local, regional, nacional e global.
4.Analisar as relações de produção, capital e trabalho em diferentes territórios, contextos e culturas, discutindo o papel
dessas relações na construção, consolidação e transformação das sociedades.
5. Identificar e combater as diversas formas de injustiça, preconceito e violência, adotando princípios éticos, democráticos,
inclusivos e solidários, e respeitando os Direitos Humanos.
6.Participar do debate público de forma crítica, respeitando diferentes posições e fazendo escolhas alinhadas ao exercício da
cidadania e ao seu projeto de vida, com liberdade, autonomia, consciência crítica e responsabilidade.
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	Slide 9: Vale destacar que o uso de numeração sequencial para identificar as habilidades de cada ano ou bloco de anos não representa uma ordem ou hierarquia esperada das aprendizagens.
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	Slide 14: A ÁREA DA MATEMÁTICA:
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	Slide 32: HABILIDADES
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	Slide 37: A ÁREA DE MATEMÁTICAE SUAS TECNOLOGIAS
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	Slide 40: A ÁREA DE CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS
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	Slide 42: A ÁREA DE CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS APLICADAS
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