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Questões resolvidas

O dever de assegurar prioritariamente o direito absoluto de crianças e adolescentes direciona-se: Exclusivamente à família, à sociedade civil e a asilos. À família, à sociedade civil e ao poder público. Exclusivamente à família, à igreja e a entes privados. Exclusivamente ao poder público, à família e à igreja.

Com o objetivo de garantir o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade, o Estado brasileiro tem o dever de garantir as necessidades das crianças e dos adolescentes, velando pelo seu direito à vida, à saúde, à educação, à convivência, ao lazer, à liberdade, à profissionalização, entre outros.
Nesse sentido, é correto afirmar que o ECA:
Aperfeiçoou a doutrina da situação irregular, esposada pelo Código de Menores, estendendo a aplicação das medidas socioeducativas destinadas à reabilitação física, moral e psíquica de crianças e adolescentes infratores.
Reafirmou, na origem dos direitos fundamentais, por meio de qual foram estabelecidas as Diretrizes das Nações Unidas para a Prevenção da Delinquência Juvenil e o critério cronológico da psicologia evolutiva para diferenciar crianças, adolescentes e jovens adultos.
Absteve-se da doutrina de situação irregular que caracterizou o antigo Código de Menores, haja vista este ser voltado apenas aos menores em situação irregular, isto é, àqueles que se encontram em conflito com a lei ou que se encontram privados de assistência, por qualquer motivo. O ECA, ao contrário, segue a doutrina da proteção integral, que se baseia no princípio do melhor interesse da criança.
Reconhece que as crianças e os adolescentes são sujeitos especiais, titulares de direitos absolutos e merecedores de atenção jurídica preferencial, posto que a Constituição Federal, ao consagrar o princípio da proteção integral, impõe ao juiz que desconsidere a finalidade social, o bem comum e os direitos individuais e coletivos.

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Questões resolvidas

O dever de assegurar prioritariamente o direito absoluto de crianças e adolescentes direciona-se: Exclusivamente à família, à sociedade civil e a asilos. À família, à sociedade civil e ao poder público. Exclusivamente à família, à igreja e a entes privados. Exclusivamente ao poder público, à família e à igreja.

Com o objetivo de garantir o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e dignidade, o Estado brasileiro tem o dever de garantir as necessidades das crianças e dos adolescentes, velando pelo seu direito à vida, à saúde, à educação, à convivência, ao lazer, à liberdade, à profissionalização, entre outros.
Nesse sentido, é correto afirmar que o ECA:
Aperfeiçoou a doutrina da situação irregular, esposada pelo Código de Menores, estendendo a aplicação das medidas socioeducativas destinadas à reabilitação física, moral e psíquica de crianças e adolescentes infratores.
Reafirmou, na origem dos direitos fundamentais, por meio de qual foram estabelecidas as Diretrizes das Nações Unidas para a Prevenção da Delinquência Juvenil e o critério cronológico da psicologia evolutiva para diferenciar crianças, adolescentes e jovens adultos.
Absteve-se da doutrina de situação irregular que caracterizou o antigo Código de Menores, haja vista este ser voltado apenas aos menores em situação irregular, isto é, àqueles que se encontram em conflito com a lei ou que se encontram privados de assistência, por qualquer motivo. O ECA, ao contrário, segue a doutrina da proteção integral, que se baseia no princípio do melhor interesse da criança.
Reconhece que as crianças e os adolescentes são sujeitos especiais, titulares de direitos absolutos e merecedores de atenção jurídica preferencial, posto que a Constituição Federal, ao consagrar o princípio da proteção integral, impõe ao juiz que desconsidere a finalidade social, o bem comum e os direitos individuais e coletivos.

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AVALIAÇÃO – RESOLUÇÃO DE
CONFLITOS PARA A INFÂNCIA E
JUVENTUDE
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O dever de assegurar prioritariamente o direito absoluto de crianças e adolescentes direciona-se:
Exclusivamente à família, à sociedade civil e a asilos.
À família, à sociedade civil e ao poder público.
Exclusivamente à família, à igreja e a entes privados.
Exclusivamente ao poder público, à família e à igreja.
O Estatuto da Criança e do Adolescente aplica-se, apenas, a pessoas:
Até 18 anos e, nos casos expressos em lei, até 21 anos.
Até 16 anos e, nos casos expressos em lei, até 18 anos.
Entre 12 e 18 anos.
Entre 12 e 16 anos.
Com o objetivo de garantir o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de
liberdade e dignidade, o Estado brasileiro tem o dever de garantir as necessidades das crianças e dos
adolescentes, velando pelo seu direito à vida, à saúde, à educação, à convivência, ao lazer, à liberdade, à
profissionalização, entre outros.
Nesse sentido, é correto afirmar que o ECA:
 
 
Aperfeiçoou a doutrina da situação irregular, esposada pelo Código de Menores, estendendo a
aplicação das medidas socioeducativas destinadas à reabilitação física, moral e psíquica de crianças e
adolescentes infratores.
Baseou se no princípio da indisponibilidade dos direitos fundamentais por meio do qual foram
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Baseou-se no princípio da indisponibilidade dos direitos fundamentais, por meio do qual foram
estabelecidas as Diretrizes das Nações Unidas para a Prevenção da Delinquência Juvenil e o critério
cronológico da psicologia evolutiva para diferenciar crianças, adolescentes e jovens adultos.
Afastou-se da doutrina de situação irregular que caracterizou o antigo Código de Menores, haja vista
este ser voltado apenas aos menores em situação irregular, isto é, àqueles que se encontram em conflito
com a lei ou que se encontram privados de assistência, por qualquer motivo. O ECA, ao contrário, segue
a doutrina a doutrina da proteção integral, que se baseia no princípio do melhor interesse da criança.
Reconhece que as crianças e os adolescentes são sujeitos especiais, titulares de direitos absolutos e
merecedores de atenção jurídica preferencial, posto que a Constituição Federal, ao consagrar o princípio
da proteção integral, impõe ao juiz que desconsidere a finalidade social, o bem comum e os direitos
individuais e coletivos.
Assinale a alternativa incorreta com relação à garantia dos direitos da infância e da adolescência no
Brasil:
O sistema de garantias de direitos contempla a proteção integral de menores abandonados e
vitimizados, mas não inclui os adolescentes em conflito com a lei.
Os programas destinados a adolescentes autores de atos infracionais devem ser desenvolvidos no
bojo de políticas de direitos.
Para garantir os direitos de crianças e adolescentes, o Congresso Nacional ratificou tanto a legislação
nacional (Constituição Federal e ECA) como a Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da
Criança.
A política de garantia dos direitos da criança e do adolescente está definida como prioridade absoluta
na Constituição Federal.
A história da legislação e políticas públicas para a infância e a adolescência no Brasil originou-se pela
erradicação da doutrina da situação irregular que deu lugar à doutrina da proteção integral. Acerca da
caracterização de cada um desses paradigmas, assinale a alternativa correta:
A doutrina da situação irregular preocupa-se com os direitos humanos da população infanto-juvenil
em sua integridade.
Pela doutrina da situação irregular, a legislação deve dirigir-se ao conjunto da população infanto-
juvenil, que abrange todas as crianças e adolescentes, sem nenhuma exceção.
A doutrina da proteção integral não se dirige ao conjunto da população infanto-juvenil, mas apenas
aos menores em situação irregular.
A doutrina da proteção integral não se limita à proteção e à vigilância, buscando defender todos os
direitos de todas as crianças.
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