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ADMINISTRAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS
Prof.ª Dr.ª Alessandra Conceição L. F. Camacho
Mestrandas: Cíntia Raquel e Raquel Queiroz
Administração 
de 
Medicamentos
Objetivos
 Destacar a importância dos conhecimentos ético-legais 
e técnico-científicos ao se administrar medicamentos.
 Descrever os fatores que interferem na terapêutica 
medicamentosa
 Enumerar os princípios gerais que proporcionam 
segurança na administração de medicamentos.
 Descrever as vias de absorção de medicamentos e suas 
técnicas.
 Descrever o preparo e administração de medicamentos 
pelas vias oral, ID, SC e IM.
Questões Relevantes
O planejamento dessas ações engloba:
 o conhecimento das ciências básicas e das técnicas de administração 
de medicamentos pelas diferentes vias; 
 a orientação e supervisão do pessoal técnico e auxiliar; 
 a interpretação do plano terapêutico que está estabelecido; 
 o preparo do cliente; 
 a observação dos efeitos terapêuticos adversos e as ações 
iatrogênicas das drogas; 
 o controle de medicamentos; 
 materiais e equipamentos para pronta utilização; 
- além do acondicionamento das drogas e soluções.
Questões Legais que Norteiam a Prática 
Profissional da Enfermagem na Administração de 
Medicamentos
 Resolução 311 de 2007 – Código de Ética dos Profissionais de 
Enfermagem;
PROIBIÇÕES:
Art. 30 - Administrar medicamentos sem conhecer a ação da droga e 
sem certificar-se da possibilidade dos riscos.
Art. 32 - Executar prescrições de qualquer natureza, que comprometam 
a segurança da pessoa.
 RESOLUÇÃO COFEN-225/2000
 Art. 1º- É vedado ao Profissional de 
Enfermagem cumprir ou executar prescrições 
medicamentosas/terapêuticas, através de rádio, 
telefonia ou meios eletrônicos);
 Art. 2º - Não se aplica ao artigo anterior as situações 
de urgência, na qual, efetivamente, haja iminente e 
grave risco de vida do cliente.
Questões Legais que Norteiam a Prática 
Profissional da Enfermagem na Administração de 
Medicamentos
 RESOLUÇÃO COFEN-281/2003
 Art. 1º - É vedado a qualquer Profissional de Enfermagem 
(executar a repetição de prescrição de medicamentos, por mais 
de 24 horas), salvo quando a mesma é validada nos termos legais;
 Art. 2º - Quando completar-se 24 horas da prescrição efetivada 
(adotar as providências para denunciar a situação ao 
responsável técnico da Instituição ou plantonista);.
Questões Legais que Norteiam a Prática 
Profissional da Enfermagem na Administração de 
Medicamentos
Princípios Gerais de Administração de 
Medicamentos 
Segurança química da droga
 Conhecimento da droga;
 Cálculo da quantidade necessária de medicamento prescrito, a partir da 
droga disponível no setor;
 Verificar carimbo e assinatura médica. CUIDADO com letras ilegíveis;
 Administrar sempre a medicação que se prepara, a menos que seja 
utilizado o sistema de distribuição unitário;
 Conversar com o cliente. Informar sobre o medicamento e o efeito
esperado; 
 Evitar distrações durante o preparo; (três leituras dos 11 certos)
 Realizar técnica asséptica – LAVAR AS MÃOS ANTES E APÓS CADA 
PROCEDIMENTO!!!!
 Registrar a medicação administrada e as intercorrências.
Segurança no Preparo da 
Medicação
 Evitar distrações utilizando as “três leituras certas da 
medicação”: 
1) ao pegar o frasco ou ampola confira o rótulo pela 
primeira vez; 
2) ao aspirar a medicação confira o rótulo pela segunda 
vez; 
3) ao desprezar o frasco leia o rótulo pela terceira vez.
11 Certos
1. paciente certo, 
2. medicação certa, 
3. dose certa, 
4. via de administração certa, 
5. horário certo, 
6. diluição certa, 
7. tempo certo, 
8. validade certa, 
9. abordagem/orientação certa, 
10. direito de recusa certo e 
11. registro certo (seis últimos são NOVOS) 
FONTE: Nota técnica de enfermagem n.º1 Atenção Básica, 2013;
Fatores que Interferem na Terapêutica 
Medicamentosa
 Peso / altura
 Idade
 Sexo
 Condições patológicas
 Posologia
 Interações medicamentosas
 Tolerância à droga
 Contexto em que vive o cliente e o seu modo próprio 
de ser.
 Outros
Orientações Relevantes
 Explicar a ação, os efeitos colaterais e a 
posologia de cada medicamento;
 Escrever o esquema medicamentoso;
 Incentivar o uso de recipientes padrões;
 Desprezar medicamentos antigos e em desuso;
 Rever periodicamente o esquema de medicação;
 Desencorajar a automedicação sem antes 
consultar um profissional da saúde;
 Incentivar a ingesta satisfatória de água com 
comprimido, para deglutição do medicamento;
ERROS NA ADMINISTRAÇÃO DE 
MEDICAMENTOS (IATROGENIAS)
Erros de medicação podem ocorrer quando:
 O membro da equipe está cansado ou 
estressado;
 O membro da equipe de enfermagem está
sobrecarregado ou é distraído por outros 
pacientes, colegas de trabalho ou ocorrências 
da unidade;
 A prescrição médica não é lida na íntegra ; 
 A caligrafia do médico, na folha de prescrição 
é ilegível ou é difícil de se ler.
ATENÇÃO!!!!!!
VIAS DE ADMINISTRAÇÃO
 VIA DE ABSORÇÃO TÓPICA
(ouvido, nariz, olho, pele) 
 VIA DE ABSORÇÃO ENTERAL
(via sublingual, via oral e via retal) 
 VIA DE ABSORÇÃO PARENTERAL
Intradérmica; Intravenosa; Subcutânea;
e Intramuscular.

VIA DE ABSORÇÃO TÓPICA
 A administração de um medicamento por via 
tópica com a finalidade de uma ação local 
sobre o tecido ou órgão afetado, de modo 
que os princípios ativos passem em 
quantidade diminuída para a circulação 
sanguínea, evitando-se os efeitos sistêmicos.
VIA DE ABSORÇÃO ENTERAL
 VIA ORAL
VANTAGENS DESVANTAGENS
- Segura, econômica e 
conveniente.
- Contra indicada em: clientes 
inconscientes; com náuseas e 
vômitos; incapazes de engolir;
- Sua concentração sanguínea 
depende de fatores de 
biotransformação, taxa de 
esvaziamento gástrico, pH do 
tubo gastrintestinal, 
concentrações enzimáticas, local 
e processos envolvidos nas fases 
de metabolização e excreção.
ADMINISTRAÇÃO SUBLINGUAL
 Você deverá posicionar o paciente e colocar 
o medicamento sob a língua do mesmo e 
pedir para que ele o mantenha lá até que 
tenha sido totalmente absorvido. 
VIA DE ABSORÇÃO ENTERAL
 Via Sublingual
VANTAGENS DESVANTAGENS
- A droga é absorvida rapidamente 
(sendo muito útil quando se espera 
uma resposta rápida da medicação, 
como no caso das drogas anti-
hipertensivas e anti-anginosas);
- O medicamento não entra em 
contato com o suco gástrico;
- O medicamento não é metabolizado 
pelo fígado.
- A absorção por essa via é, em geral, 
incompleta e errática.
VIA DE ABSORÇÃO ENTERAL
 Via Retal
OBS: A administração de drogas por via retal, por supositórios, tem como objetivo deixar o 
fármaco livre do metabolismo de primeira passagem, no fígado, pois a droga entra em 
vasos que a levam direto à veia cava inferior. Entretanto, muitas vezes, o supositório 
penetra um pouco mais, situando-se em uma região drenada por veias que drenam ao 
fígado e, dessa forma, não evitam o efeito de primeira passagem.
VIA DE ABSORÇÃO ENTERAL
 Posição para procedimento por Via Retal 
VIA DE ABSORÇÃO PARENTERAL
Administração por Injeção
• São considerados estéreis: o êmbolo, o bico da seringa
e a parte interna do corpo da seringa. Portanto, não 
devem ser tocados. 
• Realize a seleção da agulha e da seringa a partir do 
cliente, do medicamento a ser administrado e verifique 
a integridade das embalagens do medicamento e do 
material.
Administração por Injeção
Os componentes básicos da agulha são: o canhão, a haste e o bisel. O 
canhão é a porção mais larga da agulha que se fixa na seringa, a haste 
é a porção maior e mais fina e o bisel é a abertura final na parte distal 
da agulha.
AGULHAS
http://www.ebah.com.br/content/ABAAABBPcAK/aula-administracao-medicamentos
VIA DE ABSORÇÃO PARENTERAL
VANTAGENS DESVANTAGENS
- Dosagem mais precisa;
- Uso em pacientes 
comatosos;
- Dificulta a automedicação; 
- Controlar a velocidade de 
administração;
- Grandes volumes;
- Dispendiosa;
- Pessoal treinado;
- Processo Irreversível;
- Maior probabilidade de 
reações adversas;VIA DE ABSORÇÃO PARENTERAL
 Para que uma substância possa ser injetada na 
veia, devem possuir algumas características 
específicas, como:
 não ser hemolítica;
 não coagular as albuminas;
 não produzir embolia ou trombose;
Em relação às condições do paciente, podemos citar:
 a dificuldade de se selecionar veias adequadas à
punção;
 a presença de tecidos com muitos hematomas ou 
mesmo feridos;
 a intensa dor sentida pelo paciente à aplicação, devida 
a sua doença ou outro motivo.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO INTRADÉRMICA
É a introdução de medicamentos pela 
técnica de injeção na derme.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO INTRADÉRMICA
Resulta em pouca absorção sistêmica, produz efeito 
principalmente local.
Via indicada para testes de hipersensibilidade como 
(PPD – tuberculose); auto-vacina, vacina BCG e 
para administrar doses terapêuticas ou preventivas 
de soros e vacinas.
POSIÇÃO: O cliente deve estar sentado com o 
antebraço descoberto, apoiado sobre uma superfície 
plana. É aplicada em qualquer idade.
VIA INTRADÉRMICA
LOCAL DE APLICAÇÃO: Preferencialmente na face ventral 
do antebraço, por ser de fácil acesso, em geral pobre em pêlos, 
de pouca pigmentação e de superfície pouco vascularizada 
suportando um volume de até 0,5 ml. 
OBS: Certificar de não injetar o medicamento profundamente: 
utilizar agulha de pequeno calibre e injetar a agulha com um 
pequeno ângulo de inclinação com a pele do cliente (15º).
VIA DE ADMINISTRAÇÃO ENDOVENOSA
A concentração desejada de um fármaco no sangue é
obtida com uma precisão e rapidez que não são 
possíveis com outros procedimentos;
- Infusão Contínua: é a 
administração EV realizada em tempo 
superior a 60 minutos, 
ininterruptamente (por exemplo, de 6 
em 6 horas);
- Infusão Intermitente: é a 
administração EV realizada em tempo 
superior a 60 minutos, não continua 
(por exemplo, em 4h, uma vez ao dia).
- Bolus: é a administração EV realizada em tempo menor ou igual há 1min;
- Infusão Rápida: é a administração EV realizada entre 1 e 30 minutos;
- Infusão Lenta: é a administração EV realizada entre 30 e 60 minutos;
SCALP E JELCO
JELCO:
Recomendado para terapias intravenosas 
periféricas.
• Indicado para infusões de média 
duração.
• Agulha siliconizada, com bisel 
trifacetado.
• Cânula em fluoroetilenopropileno, para 
maior conforto do paciente e minimização 
da ocorrência de flebites.
• Visualização do refluxo sanguíneo.
• Calibres: 14G, 16G, 18G, 20G, 22G e 
24G. 
SCALP:
Recomendado para terapias 
intravenosas periféricas.
• Indicado para infusões de 
média duração
• Visualização do refluxo 
sanguíneo.
• Calibres: 19, 21, 23, 25, 27.
VIA DE ADMINISTRAÇÃO SUBCUTÂNEA OU 
HIPODÉRMICA
A solução é introduzida na tela 
subcutânea (camada de gordura), 
também chamada de tecido 
subcutâneo (hipoderme). 
VIA DE ADMINISTRAÇÃO SUBCUTÂNEA OU 
HIPODÉRMICA
A absorção do medicamento por esta via é mais lenta e 
gradual, pois é realizada através dos capilares. 
Esta via é indicada principalmente na administração de 
vacinas, anticoagulantes e hipoglicemiantes. 
Agulhas de calibre 10 x 5mm; 13 x 3,8; 13 x 4,5mm devem ser 
aplicadas a um ângulo de 90 ° do tecido subcutâneo. 
Agulhas de calibre 25 x 7mm ou 25 x 8mm
Devem ser introduzidas a um ângulo de 45°,
bem como em clientes muito magros ou
caquéticos, e num volume de até 1,5ml.
LOCAIS DE ADMINISTRAÇÃO 
SUBCUTÂNEA
 BRAÇOS: região lateral 
externa e posterior;
 COXAS: face lateral externa 
e frontal;
 REGIÃO ABDOMINAL: exceto 
a área de 5 cm ao redor da 
cicatriz umbilical;
 REGIÃO ESCAPULAR: supra e 
infra-escapular;
 REGIÃO GLÚTEA
VIA INTRAMUSCULAR
VIA INTRAMUSCULAR
• O local de uma injeção intramuscular deve ser 
escolhido cuidadosamente, levando em 
consideração o estado físico geral do paciente e a 
proposta da injeção. 
• São contra-indicadas em: pacientes com mecanismo 
de coagulação prejudicados, com doença vascular 
periférica oclusiva, edema e choque, em locais 
inflamados, edemaciado ou irritado ou ainda em locais 
com manchas de nascença, tecido cicatrizado ou 
outras lesões.
Região Deltóide
 É localizado traçando uma linha 
imaginária através da axila e 
outra ao nível da borda inferior 
do acrômio, entre três e sete 
centímetros do acrômio. (Coren, 
2010)
 O cliente deve estar sentado ou 
deitado para evitar quedas, bem 
como o braço escolhido deve 
estar paralelo ao corpo ou fletido 
sobre o abdômen (Giovani, 
2002). Deltóide até 3 ml.
Dorso Glútea
Área pode ser delimitada 
palpando-se a espinha ilíaca 
póstero-superior com uma das 
mãos e o grande trocanter com 
a outra. Uma linha imaginária é
traçada entre estes dois 
marcos, ficando esta acima, 
mas paralela do nervo ciático. 
A injeção pode ser aplicada 
com segurança, lateralmente a 
esta linha cerca de 5 a 7 cm 
abaixo da crista ilíaca num 
ângulo de 90º.
Dorso glútea até 5 ml
 A nádega também pode 
ser dividida em quadrantes 
(usando a crista ilíaca e a 
prega glútea média como 
limite superior e inferior 
respectivamente), elegendo 
sempre para a aplicação 
medicamentosa, o terço 
médio do quadrante superior 
externo (direito ou esquerdo).
Dorso Glútea
Ventro-glútea
Glúteos: Ventro-glútea ou Hochestetter
Atinge os músculos glúteo médio e mínimo. 
(PREFERENCIAL para aplicação em adultos – não há
grandes vasos nem nervos na área, seu tecido adiposo é
menos espesso que nas nádegas). Pode ser conveniente 
para CRIANÇAS e adultos magros.
Ventro-glútea e até 5 ml
Vasto Lateral da Coxa
 O cliente deverá
estar sentado ou 
deitado (com os 
joelhos ligeiramente 
fletidos). A aplicação 
se fará no terço 
médio lateral 
devendo a agulha 
estar em ângulo de 
90o, comportando 
até 4 ml de solução.
Vasto Lateral da Coxa até 4 ml.
Vasto Lateral da Coxa 
Dividir a região em três 
partes, utilize o terço médio 
do vasto lateral. 
Faça prega muscular para fazer a 
punção obedecendo um ângulo 
de 45º para lactentes e crianças 
jovens, posicionando a agulha 
inclinada em direção podálica. 
Para adultos, usar ângulo de 90°. 
Injeção em Z 
O método em Z é usado para aplicar drogas irritantes 
para a pele e para os tecidos como o subcutâneo. Deve-
se deslocar a pele lateralmente puxando-a para fora do 
local da injeção; a seguir, mantendo a pele esticada, 
inserir a agulha na musculatura, verificar o retorno 
venoso e caso negativo, administrar a medicação 
lentamente na região dorso-glútea (Cassiani refere ser 
possível também na ventro-glútea). 
Material para Administração de Medicamentos
MATERIAL PARA QUÊ?
Cuba rim Manter o material em um ambiente asséptico e levar 
todo este material até o cliente, sem risco de queda e 
esquecimento.
Medicamento 
(frasco/ampola)
OBS: Verificar a posologia da embalagem e o quanto 
foi prescrito. Se for medicamento liofilizado (em pó), 
diluir com água para injeção. 
Agulha de aspiração 
(40x12mm)
Usada para aspirar o medicamento.
Agulha de aplicação Usada para aplicar o medicamento no cliente.
Seringa OBS: Observar o quanto será preciso aspirar de 
medicamento e escolher a seringa que contenha o 
volume suficiente para tal. 
Bola de algodão com 
álcool 
Para fazer a antisepsia da pele.
Bola de algodão seca Para pressionar sobre o local da aplicação, evitando 
sangramentos e exposição do meio interno com o 
externo.
Material para Administração de 
Medicamentos
http://www.fatebtb.com.br/afaculdade/ainstituicao/laboratorios/enfermagem/index.php
ATENATENÇÇÃOÃO
Referências
 AME. Dicionário de Administração de Medicamentos na Enfermagem: 
2009/2010. Rio de Janeiro: EPUB, 2009.
 FAKIH, F. T. Manual de Diluição e Administração de Medicamentos 
Injetáveis. Rio de Janeiro: Reichamann & Affonso Ed., 2000.
 GEOVANI, A. M. M. Enfermagem: Cálculo e Administração de 
Medicamentos. 4ª edição. São Paulo: Legnar Informática & Editora, 1999. 
 GOLDENZWAIG, N. R. S. C. Administração de Medicamentos na 
Enfermagem: 2009 com a inclusão de vacinas. Rio de Janeiro: 
Guanabara Koogan, 2009.
 POTTER, P. A, PERRY, A G. Fundamentosde Enfermagem: Conceitos 
Processo e Prática. 4a. ed.Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.
 RANG, H.P. et all. Farmacologia. 5a. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
 ZANINI & OGA. Farmacologia Aplicada. São Paulo: Atheneu, 1994.
 Malcolm E, Yisi L. The nine rights of medication administration: an 
overview. Br J Nurs. 2010;19(5):300-5. 
OBRIGADA!!!!

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