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PROCEDIMENTO
	NO:
	PR-PCP-000-TPMJ-006
	REV.
	0
	
	CLIENTE:
	HYDRO
	FOLHA
	6
	de
	20
	
	TÍTULO:
	EXECUÇÃO DE SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS
	-
	
	PROCEDIMENTO
	NO:
	PR-PCP-000-TPMJ-006
	
	CLIENTE:
	HYDRO
	FOLHA:
	1
	de
	13
	
	PROGRAMA:
	TERRITÓRIOS PELA PAZ
	TERPAZ II - MOJU
USIPAZ
USIPAZ
	
	PROJETO:
	USINA DA PAZ
	USIPAZ
	
	TÍTULO:
	EXECUÇÃO DE SERVIÇOS TOPOGRÁFICOS
	-
	 RAZÃO SOCIAL:
	PCP Barbosa Engenharia Ltda.
	RESPONSÁVEL TÉCNICO:
Leandro Alves Lopes
	 RUBRICA:
	CONTRATO NO:
	4600012418
	 CREA 946529-PA 
	
	ÍNDICE DE REVISÕES
	REV.
	DESCRIÇÃO E/OU FOLHAS ATINGIDAS
	
0
	
Emissão Inicial.
	CLIENTE
	Documento ATENDE:
	Documento ATENDE C/ COMENTÁRIOS:
	Documento NÃO ATENDE:
	
	Assinatura: 
	Carimbo:
	
	Data: _____ / _____ / _____.
	-
	REV. 0
	REV. A
	REV. B
	REV. C
	REV. D
	REV. E
	REV. F
	REV. G
	REV. H
	DATA
	12/06/2024
	
	
	
	
	
	
	
	
	EXECUÇÃO
	Jailson S.
	
	
	
	
	
	
	
	
	VERIFICAÇÃO
	Rodrigo L.
	
	
	
	
	
	
	
	
	APROVAÇÃO
	Leandro A. L.
	
	
	
	
	
	
	
	
	AS INFORMAÇÕES DESTE DOCUMENTO SÃO DE PROPRIEDADE DA PCP BARBOSA ENGENHARIA LTDA., SENDO PROIBIDA A UTILIZAÇÃO FORA DA SUA FINALIDADE.
Í N D I C E
	ITEM
	DESCRIÇÃO
	FOLHA
	1
	OBJETIVO 	
	03
	2
	DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 	
	03
	3
	TERMOS E DEFINIÇÕES	
	03
	4
	EQUIPAMENTOS/INSTRUMENTOS, FERRAMENTAS E MATERIAIS	
	04
	5
	MÃO DE OBRA	
	05
	6
	EPI’s	
	05
	7
	ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES	
	05
	7.1
	Setor de Produção	
	05
	7.2
	Controle de Qualidade	
	06
	8
	MÉTODO DE EXECUÇÃO.		
	06
	8.1
	Metodologia Executiva		
	06
	8.2
	Apoio Básico		
	06
	8.3
	Identificação das Interferências Existentes		
	10
	8.4
	Verificação das Condições do Terreno		
	11
	8.5
	Sinalização de Rampas		
	11
	8.6
	Implantação de Coordenadas 		
	11
	8.7
	Amarração dos Marcos de Coordenadas		
	11
	8.8
	Fechamento de Poligonal – Amarração		
	11
	8.9
	Levantamento Topográfico de Áreas	
	11
	8.10
	Dados para As Built			
	12
	8.11
	Acompanhamento das Fases				
	12
	9
	REGISTROS DE RESULTADOS	
	12
	10
	ANEXOS	
	12
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
	
1. OBJETIVO
Estabelecer a sistemática a ser seguida na execução de locação e marcação topográficas nos serviços de fundação, construção civil e eletromecânica do projeto Usina da Paz (USIPAZ) localizado no município de Moju - PA, pertencente ao programa Territórios Pela Paz (TERPAZ II - MOJU).
2. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA
· NBR-13133 – Execução de Levantamento Topográfico;
· Projeto: D1-PME-46001-OS002-TPPM-01-G-1001_01;
· Projeto: D1-PME-46001-OS002-TPPM-01-G-1002_01;
· Projeto: D1-PME-46001-OS002-TPPM-01-G-1004_01;
· Projeto: D1-PME-46001-OS002-TPPM-01-G-1012_01.
3. TERMOS E DEFINIÇÕES
· Azimute - ângulo horizontal medido no sentido horário, a partir do Norte até o alinhamento de referência.
· Cota - Distância vertical ou diferença de nível referido a uma superfície de nível de referência, abaixo ou acima do nível dos mares.
· Altitude – Distância vertical ou diferença de nível referida à superfície média dos marres.
· Benchmark - referência de nível profundo.
· Convergência meridiana - relação entre os azimutes verdadeiro (referido ao norte verdadeiro) e de quadrícula (referido ao norte de quadrícula).
· Datum - Ponto de referência primária, ao qual se relaciona a origem dos sistemas de coordenadas adotadas para determinado local, em relação ao geoide.
· Declinação magnética - ângulo variável formado entre o meridiano magnético e o meridiano geográfico ou astronômico da terra.
· Diretriz - Linha de centro de uma faixa a ser levantada.
· Georreferenciamento - atribuição de coordenadas geodésicas aos elementos definidores dos limites das propriedades e faixas de servidão.
· Norte magnético - local na direção Norte-Sul, cujo sentido aponta para o pólo magnético norte da Terra, ou seja, é o sentido para onde aponta a agulha de uma bússola isenta da influência de atrito e atrações locais.
· Norte de quadrícula - direção perpendicular ao equador nas plantas cartográficas.
· Norte verdadeiro - direção do polo geográfico norte da terra.
· Nivelamento - Operação que visa à obtenção de perfis, distâncias verticais ou diferença de nível entre pontos de uma geratriz, eixo, seção. Por ordem decrescente de precisão, o nivelamento pode ser: geométrico, trigonométrico, taqueométrico e barométrico.
· Poligonal de apoio - poligonal que tem por finalidade transportar coordenadas e altitudes das estações do apoio básico para os vértices de interesse da poligonal principal.
· Poligonal principal - poligonal que serve de apoio e controle planialtimétrico a todos os levantamentos a serem feitos na área ou faixa.
· Poligonal secundária - poligonal que tem origem e fim em vértices da poligonal principal.
· Restituição - etapa do levantamento topográfico que consiste em representar uma área ou faixa em planialtimetria, em escala uniforme, utilizando métodos fotogramétricos ou levantamento direto do campo.
· Referência de Nível Profunda (RNP) - ponto fixo irrecalcável utilizado para o controle de recalques.
· Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas (SIRGAS 2000) - é o “DATUM” do sistema de referência oficial.
· Topobatimetria - determinação do relevo do fundo de uma área fluvial, lacustre ou marítima.
· Global Navigation Satellite System (GNSS) - sistema capaz de localizar as coordenadas de um ponto a partir das informações de ondas eletromagnéticas, emitidas por uma rede de satélites.
· RBMC - Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo.
4. EQUIPAMENTOS/INSTRUMENTOS, FERRAMENTAS E MATERIAIS
· Estação Total com precisão linear de 3mm e precisão angular de ± 5”;
· Nível Óptico com precisão de ≤ 3mm / km;
· Mira com Graduação de 10 mm e resolução de 1mm;
· Guarda Sol;
· Escala de Aço com Precisão de 1 mm;
· Trenas 5,0 m e 30,0 m;
· Nível de Ferro;
· GPS Geodésico (L1+L2) com sistema RTK com precisão cinemática horizontal de 10 mm + 1 ppm e 20 mm + 1 ppm vertical (tempo real) em qualquer ponto;
· Software Topograph ou similar;
· Software CAD;
· Software Geodésico;
· Balizas;
· Prisma;
· Prumo Esférico;
· Rádio de Comunicação ou Telefones Móveis;
· Estacas de Madeira;
· Piquetes de Madeira;
· Materiais Diversos (Enxada, facão, marreta, martelo, serrote, pá, pregos, sarrafos, pontaletes, Tinta PVA, etc.).
NOTA: Os equipamentos/instrumentos, ferramentas e materiais podem ser alterados de acordo com a necessidade do serviço.
5. MÃO DE OBRA
· 01 Topógrafo;
· 01 Auxiliar de Topografia;
· 01 Ajudante, quando necessário.
6. EPI’s (EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL)
· Uniforme completo com camisa de manga longa;
· Capacete com Jugular;
· Óculos de Segurança;
· Bota de Segurança;
· Luva de Segurança (onde necessário);
· Protetor Auricular;
· Colete Refletivo;
· Touca sem Aba;
· Protetor Solar.
7. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES
7.1. Setor de Produção
a) O topógrafo exerce a liderança da equipe de topografia, composta por auxiliar de topografia e ajudantes.
b) É responsável por fazer cumprir a sistemática definido neste procedimento no empreendimento.
c) Definir o grupo de colaboradores que serão responsáveis pelo manuseio dos instrumentos/equipamentos aplicáveis a atividade.
d) Com o apoio da equipe, é responsável pela adequação deste procedimento respeitando os requisitos relativos ao meio ambiente, segurança e saúde ocupacional.
Cabe à gerência da obra, juntamente com a supervisão de construção e montagem, engenharia, qualidade, segurança e saúde, meio ambiente e responsabilidade social, a implantação e controle definidos neste procedimento e documentos complementares, atendendo aos requisitos de segurança e meio ambiente.
7.2. Controle de Qualidade
É de responsabilidade do Controle de Qualidade atestar e arquivar os registros de resultados emitidos pelo setor de produção.
8. MÉTODO DE EXECUÇÃO
8.1. Metodologia Executiva
O escopo dos serviços compreende basicamente todas as operações necessárias para a representação, no papel, dos elementos do terreno (cadastro das interferências), seu contorno, dimensões e posição relativa, tais como: a medição de ângulos e distâncias, a execução de cálculose desenhos necessários à sua representação gráfica. Todas as locações topográficas partirão de marcos, fornecidos pelo projeto.
8.2. Apoio Básico
a) Todas as coordenadas aqui descritas estão georreferenciadas ao Sistema Geodésico Brasileiro, a partir da estação ativa da RBMC de Belém - PA, de coordenadas E 782.362,747 e N 9.844131,659, e encontram-se representadas no Sistema UTM, referenciadas ao Meridiano Central -45 WGr/EGr, tendo como o Datum o Sirgas-2000. Todos os azimutes e distâncias, áreas e perímetros foram calculados no plano de projeção UTM.
b) Os serviços topográficos referentes à locação e nivelamento deverão ser executados pela PCP Barbosa, com dados dos marcos topográficos implantados na USIPAZ (Usina da Paz).
c) Todas as estações do apoio básico horizontal e vertical selecionados devem ser previamente verificadas “in loco” e descritas por monografias que contenham, no mínimo, as informações descritas no item 8.2.1.
d) As coordenadas e as altitudes devem ser transportadas até as áreas e faixas através de poligonais de apoio com precisão igual ou maior que a definida pelo projeto para a Poligonal Principal (PP).
e) Identificação dos Marcos.
f) Devem ser instalados, em pontos escolhidos pela HYDRO, no mínimo, dois marcos topográficos que permitam visadas recíprocas e atendam aos limites de tolerância estabelecidos nos itens 8.2.2 a 8.2.5. Nas faixas devem ser implantados marcos topográficos intermediários do tipo A em intervalos de 5 km.
g) Para os marcos topográficos dos tipos A, B e C devem ser identificados com placas de bronze ou aço inox contendo todas as informações indicadas no detalhe da Figura A.3.
h) Os Pontos de Inflexão (PI) horizontal e vertical, auxiliares de estação, de detalhe, devem ser materializados no terreno por piquetes de madeira serrada, medindo 3 cm x 3 cm de seção, com 25 cm de comprimento mínimo, terminado em ponta na extremidade a ser cravada no terreno. A critério da HYDRO essas medidas podem ser alteradas.
i) Junto a cada piquete e a cada estaca de estaqueamento progressivo, deve ser cravada uma estaca testemunha que deve ser pintada na cor branca. Em locais alagados, à estaca deve possuir no mínimo 1,5 m de altura.
8.2.1 Todos os marcos topográficos devem ser identificados por numeração em baixo relevo e registrados em monografias contendo, no mínimo, as seguintes informações:
a) Altitude e coordenadas nos sistemas UTM e geográfico;
b) Croquis de localização e descrição do acesso;
c) Data de implantação e executante.
8.2.2 Fechamento Linear
Fechamento linear - o erro relativo máximo admissível para o fechamento linear da Poligonal Principal (PP) das áreas deve ser de 1/20.000.
8.2.3 Fechamento Linear de Faixas
O erro relativo máximo admissível para o fechamento linear de poligonais das faixas deve ser de 1/30000.
8.2.4 Fechamento Altimétrico
O erro máximo admissível para o nivelamento geométrico de poligonais deve ser de 10 mm (10 milímetros vezes a raiz quadrada de L) sendo “L” o número de quilômetros da poligonal.
Nota: A critério da HYDRO as tolerâncias acima podem ser mais restritivas.
8.2.5 Fechamento Angular 
O erro máximo admissível para o fechamento angular de poligonais deve ser de 15” (15 segundos vezes a raiz quadrada de N) sendo “N” o número de vértices da poligonal.
8.2.6 Verificação do Erro de Fechamento 
O erro máximo admissível para o nivelamento geométrico de poligonais deve ser de 10 mm x (10 milímetros vezes a raiz quadrada de L) sendo “L” o número de quilômetros da poligonal.
O Sistema Geodésico de Referência utilizado foi o SIRGAS-2000, ajustamento ano de 2000 para a obtenção das coordenadas planimétricas. Como referencial altimétrico foram utilizadas todas as coordenadas aqui descritas a partir da estação ativa da RBMC de Belém - PA, de coordenadas E 782.362,747 e N 9.844131,659.
Para minimizar a possibilidade de erro inerente ao processo de transporte de pontos com estação total, nos trechos da obra serão implantados pontos auxiliares com RTK. Em cada trecho serão instalados, no mínimo, três (03) pontos auxiliares.
Poligonal secundária (PS), devidamente amarrada aos vértices do apoio básico ou da poligonal principal (PP), será implantada em número suficiente a obtenção de todos os detalhes necessários. Será usada para levantar os acidentes naturais e artificiais internos à área de interesse, no caso, a faixa de servidão. Iniciam e terminam em estacas da poligonal principal. Seu cálculo e ajuste só ocorrem após a realização das correções da principal. Suas estacas de partida e chegada já devem ter coordenadas conhecidas.
8.3. Identificação das Interferências Existentes
a) Fazer consulta aos proprietários, concessionárias de serviços e comunidades da existência de cabos telefônicos, cabos elétricos, adutoras e outros serviços enterrados.
b) Uma vez definidas estas interferências, as mesmas serão devidamente sinalizadas com estacas indicando claramente o tipo de interferência e a sua profundidade confirmada.
8.4. Verificação das Condições do Terreno
Verificar antes das roçadas, as condições do terreno, identificando as situações de riscos.
8.5. Sinalização de Rampas
Sinalizar devidamente as rampas com inclinação superior a 10˚.
8.6. Implantação de Coordenadas
a) A locação dos marcos existentes será feita com (GPS L1 L2 e RTK).
b) Serão implantados marcos intermediários para facilitar o fechamento das poligonais, e servir como ponto de apoio.
8.7. Amarração dos Marcos de Coordenadas
a) Todos os marcos de coordenadas serão amarrados fora da faixa de tráfego e terão ângulo e distância em relação à poligonal implantada, sendo relocados topograficamente, e reimplantados após o término da recomposição da faixa;
b) As amarrações dos marcos serão constituídas de piquetes e testemunhas de madeira, implantados e locados topograficamente através de estação total, devidamente identificados com suas coordenadas, (x, y e z), ângulo e distância dos marcos originais;
c) Todas as anotações estarão em arquivos eletrônicos devidamente arquivadas no setor de Projeto.
8.8. Fechamento de Poligonal – Amarração
a) A locação e a amarração serão feitas por um sistema descritivo de coordenadas topográficas com origem UTM nos vértices fornecidos e existentes ao longo da faixa;
b) O fechamento da poligonal será executado nos marcos existentes ao longo da faixa.
8.9. Levantamento Topográfico de Áreas
8.9.1. Locação
a) Deve ser implantada uma Poligonal Principal (PP) fechada, materializada por marcos topográficos tipo “B” (750 kg), “C” (200 kg) ou “RNP” - Referência de Nível Profunda;
b) Os marcos topográficos devem ser convenientemente distribuídos de modo a envolver a maior parte da área a levantar;
c) Com base na Poligonal Principal (PP) devem ser estabelecidos 2 eixos ou linhas-base, com ou sem eixos auxiliares, ortogonais um ao outro, em pontos que não sejam destruídos ou que possam ser reconstruídos:
· Os 2 eixos devem ser seccionados a cada 10 m, executando-se o nivelamento geométrico das seções nos 2 sentidos;
· O levantamento de detalhes de interesse deve ser executado por taqueometria ou estação total, a partir de irradiação de vértices preestabelecidos.
· De acordo com os requisitos normativos/contratuais, devem ser levantadas seções transversais.
d) Devem ser cadastradas e levantadas topograficamente todas as benfeitorias, postes, torres e outros detalhes considerados importantes, existentes em uma faixa de 15 m ao redor dos limites físicos da área, caso o projeto não defina maior largura.
8.9.2. Para áreas destinadas a instalações de até 50.000 m², deve ser adotado um levantamento simplificado conforme abaixo:
a) Obedecer ao disposto no item 8.9.1., alíneas a) e b);
b) Deve ser estabelecida uma malha arbitrária de eixos ortogonais, com pontos marcados a cada 20 m;
c) Os pontos marcados, detalhes e acidentes de interesse devem ser levantados por taqueometria ou estação total, a partir de irradiação de vértices preestabelecidos;
d) De acordo com os requisitos normativos/contratuais, devem ser levantadas seções transversais.
8.10. Dados para AsBuilt
Todos os dados levantados e cadastrados pelos serviços topográficos serão enviados para o setor de projeto responsável pela elaboração dos desenhos como construído (“as built”) da obra.
8.11. Acompanhamento das Fases
As equipes de topografia darão assistência necessária para todas as fases da obra em execução.
9. REGISTROS DE RESULTADOS
Todos os dados obtidos do campo serão cadastrados em caderneta eletrônica através de Estação Total durante a execução das atividades, sendo processado pelo Software Topograph ou similar, gerando os registros necessários para execução do Projeto Executivo.
Uma FVS (Folha de Verificação de Serviço) será preenchida pelo topógrafo, após execução das locações dos pontos, conforme anexo 1.
10. ANEXOS
Anexo 1 – FVS (Folha de Verificação de Serviços) – Topografia.
Anexo 1 – FVS (Folha de Verificação de Serviços) – Topografia
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