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M aterial para uso exclusivo de aluno m atriculado em curso de Educação a Distância da Rede Senac EAD, da disciplina correspondente. Proibida a reprodução e o com partilham ento digital, sob as penas da Lei. © Editora Senac São Paulo. 55 Capítulo 4 Teto Ao estudar a história das superfícies, do ponto de vista dos planos de uma construção – piso, parede e teto –, pouca importância é dada ao teto, se comparado ao piso e às paredes. Mas sabe-se o quanto o teto, assim como o telhado, é importante na história arquitetônica da civiliza- ção humana. Um dos primeiros marcos arquitetônicos, que marcaram a história da arquitetura, foram as abóbadas. A primeira referência de uma abóboda data de 6.000 a.C., no período pré-histórico conhecido como Neolítico, mas tornou-se referência mesmo por meio da arquite- tura romana (Janson; Janson, 1996). 56 Materiais e processos A abóbada é uma estrutura semicircular que, suportada por grossas colunas e arcos entrelaçados, forma grandes vãos que resultam nas famosas cúpulas, uma estrutura clássica muito comum na arquitetura romana que, por sinal, a tornou memorável. As abóbadas eram muito comuns nos prédios públicos, nas catedrais e nos templos, pois permi- tia que amplos espaços fossem construídos sem a presença excessiva de colunas (Pereira, 2010). Além de uma estrutura invejável, do ponto de vista espacial, as abó- badas tornaram-se grandes referências em ornamentos para os inte- riores das edificações romanas, ou seja, eram decoradas com pinturas, apliques ou eram esculpidas, formando belíssimas referências de arte e de arquitetura, como no caso da famosa cúpula do Pantheon, loca- lizada na Piazza della Rotonda, no centro de Roma. O Pantheon é um templo romano construído no reinado do imperador Augusto, por volta de 125 d.C., um dos maiores exemplares da arquitetura romana. Além das abóbadas, existem os forros curvos construídos desde a Antiguidade clássica, como alternativa para revestir os tetos. Eles eram feitos em gesso ou madeira e recebiam pinturas e ornamentações com apliques, como filetes moldurados e arabescos; também eram escul- pidos em madeira ou gesso, formando cenas representativas da épo- ca – por exemplo, cenas religiosas, muito comuns no período medieval marcado pela orientação religiosa –, o período cristão. No Brasil, é mui- to comum vermos esses forros esculpidos e decorados na arquitetura barroca das cidades históricas que datam do período da urbanização da metrópole. Na contemporaneidade, na maioria dos casos, os tetos ganham pre- sença por meio do projeto luminotécnico, ou seja, os revestimentos são pensados de acordo com a iluminação, que pode ser sobreposta ou de embutir. Para isso são utilizados materiais como o gesso, a madeira ou até alternativos como bambu e revestimentos naturais, conforme vere- mos a seguir. 57Teto 1 Teto Quando se trata do teto, encontramos poucas referências relaciona- das aos estudos sobre a estrutura e o modelo de projetar. O teto pode não ser uma das partes mais percebidas pelo olhar humano, mas é, sem dúvida, fundamental para o projeto e extremamente importante no fechamento e acabamento de um ambiente. Conforme citado anteriormente, ele é responsável por receber a ilu- minação; pode ser de telha aparente, laje, alvenaria ou revestido em madeira, em gesso, em PVC; ter uma pintura decorativa ou mesmo apli- ques e acessórios. O mais importante é saber avaliar a necessidade do ambiente, seja estética, seja funcional. Se pensarmos no aspecto funcional, devemos avaliar as questões térmicas e acústicas do ambiente, afinal o teto ajuda na reverberação do som, na propagação do calor ou do frio, na iluminação natural ou artificial, na ventilação e no aspecto estrutural, ou seja, se o pé-direito é muito alto ou muito baixo, podendo interferir na funcionalidade do am- biente como um todo. Sem dúvidas, o aspecto estético pode interferir diretamente na com- posição do projeto final, não somente o revestimento que o teto rece- berá como também o estilo de iluminação proposto para o ambiente. Portanto, é fundamental conhecer os tipos de revestimentos para o teto e suas características, especificações e aplicações. É o que veremos a seguir. 1.1 Tipos de revestimento para teto: opções, especificações e aplicações Quando o assunto é teto, temos a tendência de pensar apenas nos tetos dos interiores, que podem ser feitos com forros suspensos ou re- vestimentos em madeira, mas esquecemos que os telhados também 58 Materiais e processos são tetos, porém são externos, e podem ser feitos em laje concretada, de alvenaria ou com as opções de telhas já apresentadas anteriormente. No caso dos telhados externos, a indústria oferece uma série de opções, que vão das clássicas telhas cerâmicas, que conferem uma atmosfera colonial ao projeto, passando pelas telhas de concreto, de fibrocimento, de metal, de ardósia, até as modernas termoacústicas que, por meio da tecnologia, vem proporcionando benefícios cada vez maiores para os projetos. Existem também as opções em vidro, policar- bonato e as ecológicas. São muitas as possibilidades, mas é importante conhecer suas vantagens e desvantagens. As telhas cerâmicas podem ser feitas em barro ou esmaltadas com cores e formas variadas, como formato romana, mediterrânea, portu- guesa, francesa e americana (figura 1). Elas são resistentes ao fogo, duráveis, demandam baixa manutenção, podem ser substituídas indivi- dualmente e possibilitam várias inclinações nos telhados, inclusive os mais íngremes como os modelos dos chalés. Figura 1– Modelos de telhas cerâmicas Romana Portuguesa Mediterrânea Francesa Americana 59Teto As telhas de concreto são encontradas em várias formas e cores, po- rém são pesadas; as de fibrocimento são leves e exigem menos pilares e vigas, porém demandam maior cuidado de fixação e absorvem muito o calor, aquecendo o ambiente; as de ardósia têm proteção natural con- tra fungos, são resistentes ao fogo, duráveis e exigem pouca manuten- ção, porém, devido a sua cor escura, imprimem uma personalidade ao projeto (figura 2). Figura 2 – Modelos de telhas Concreto Fibrocimento Ardósia As telhas termoacústicas (figura 3), ou telha sanduíche, como é popu- larmente conhecida, têm como vantagem a redução térmica e acústica dos ambientes, são mais leves e mais práticas para instalar, diminuindo o tempo de obra, além de serem fabricadas sob medida, personalizando o projeto, porém ainda é um produto caro no mercado nacional. Figura 3 – Modelo de telha termoacústica Detalhe em corte Isopor interno entre lâminas metálicas 60 Materiais e processos As telhas metálicas (figura 4) são versáteis, seu processo de instala- ção é rápido, com poucos insumos, além de ser um produto resistente, durável e reaproveitável. Figura 4 – Telhado feito com telhas metálicas Além dos telhados existem as coberturas, que podem ser em vidro ou em policarbonato translúcido ou alveolar (figura 5). Elas são ideais para áreas externas complementares e para ambientes que demandam luminosidade natural ou contato com o meio externo. Uma das des- vantagens dessas coberturas é o fator termoacústico, principalmente em se tratando de ruído; outra é a limpeza, pois elas demandam uma atenção maior. 61Teto Figura 5 – Placa de policarbonato modelo alveolar transúcida IMPORTANTE Para a cobertura em vidro é importante pensar em uma proteção solar, ou seja, contra raios ultravioletas. Esse tipo de vidro recebe uma cama- da protetora feita de óxidos metálicos, como o níquel ou o titânio. Além da proteção solar, esses vidros auxiliam no controle do calor e da lumi- nosidade, pois são reflexivos. Por fim, os modelos retrátil e abre e fecha, que são as coberturas que permitem abertura e fechamento manipuladas manualmente ou por sistemas de automação ou controle remoto que, uma vez aciona- das, abrem ou fecham, conforme a necessidade do cliente e do am- biente. Esse tipo de cobertura é funcional, muito versátil eformado por painéis de alumínio tratados, que controlam a temperatura e têm alta durabilidade. Agora que conhecemos um pouco das opções externas, analisare- mos as possibilidades internas, ou seja, os materiais de revestimentos 62 Materiais e processos para o teto. A primeira avaliação que fazemos antes de especificar qual- quer material de revestimento é analisar a situação do ambiente, uma avaliação técnica. Nesse caso, primeiramente pensamos no conforto termoacústico, ou seja, qual é a característica interna e externa do am- biente e quais as interferências externas o ambiente sofre. De acordo com Gurgel (2020, p. 85), “tetos muito altos e com pisos frios podem causar problemas acústicos”, assim como, tetos muito bai- xos podem tornar os ambientes muito quentes e abafados; portanto, é preciso corrigir estas questões estruturais e, para isso, o revestimen- to torna-se o grande trunfo do projeto. Não é somente o aspecto inter- no que orienta a análise, mas também as interferências externas. Por exemplo, em lugares muito frios, os ambientes internos necessitam de mais aconchego e, nesse caso, tetos muito altos não são indicados, daí a necessidade de inserir um forro suspenso para diminuir o pé-direito. Os forros suspensos podem corrigir não somente a altura do teto, como também ajudar na instalação das luminárias e no isolamento acústico dos ambientes. Geralmente, o mais indicado para esse tipo de correção é o forro de gesso, que pode ser de gesso em placas ou acartonado. O forro de placas foi muito utilizado e era feito, geralmente, com placas de gesso de 60 cm x 60 cm encaixadas no sistema macho e fêmea, fixadas na alvenaria ou direto na laje com arames e parafu- sos. Elas permitiam a aplicação de sancas com ou sem iluminação, que fossem feitas curvaturas e formas variadas, e até molduras conferindo ao projeto desde um estilo minimalista até um estilo clássico. Tinham como vantagem a resistência ao fogo, mas necessitavam ser emassa- das, lixadas e pintadas, o que demandava trabalho, tempo e fazia muita sujeira, além de ficarem com um alto peso final (Almeida et al., 2019). Portanto, atualmente, as placas vêm sendo substituídas pelo forro de gesso acartonado, que além de ser mais rápido de instalar é mais prático quanto à limpeza e mais leve como estrutura final. O gesso acar- tonado, conforme explica Almeida et al. (2019, p. 98), “é um sistema de 63Teto construção a seco, composto de estrutura reticulada e placas de gesso revestidas por papel acartonado, fixadas em um esqueleto metálico”. Essa fixação é feita por sistema de aparafusamento da placa acarto- nada direto no perfil metálico, o qual, geralmente, é de 60 cm x 120 cm podendo variar até 2,40 cm x 1,80 cm, conforme ilustra a figura 6. É uma instalação mais funcional e rápida, além de ser muito versátil, pois o mercado oferece tipos de placa que variam conforme a necessidade do projeto: • Placas standard (ST): placas padrão, utilizadas para paredes e forros que não terão contato com umidade; • Placas com resistência à umidade (RU) ou placas verdes: indi- cadas para locais onde haverá contato com água e umidade; • Placas com resistência ao fogo (RF) ou placas rosas: utilizadas em escadas, circulação ou áreas cuja proteção anti-incêndio é uma questão de prioridade (Almeida et al., 2019). Figura 6 – Gesso acartonado sendo aplicado como forro no teto 64 Materiais e processos PARA SABER MAIS De acordo com Almeida et al. (2019, p. 100), “é incorreto chamar o forro de gesso acartonado de drywall”, pois, apesar da composição e o ma- terial serem os mesmos, placas de gesso acartonado aplicadas sobre perfil metálico, o sistema drywall, são verticais e utilizadas em paredes. Já as placas de gesso acartonadas são aplicadas na horizontal em for- ros para o teto. Além do forro de gesso, temos o forro de policloreto de vinila (PVC), um material polímero, reciclável, que demanda baixa manutenção e muito funcional do ponto de vista do custo e da praticidade na insta- lação, pois é feito aos moldes do sistema de encaixe macho e fêmea. Pode ser utilizado tanto em interiores quanto em ambientes externos, pois pode ter contato com água e umidade. O mercado oferece um mix variado que vai do branco aos padrões amadeirados, com uma cartela de cores também flexível que inclui o grafite, o preto e algumas cores específicas, como o marrom metalizado. A tecnologia aprimorou o pro- duto, que hoje é encontrado em réguas finas para paginações padrão filetadas, médias padrão lambri (figura 7) e mais largas, que permite uma forração mais uniforme. Figura 7 – Forro de PVC aplicado em beiral de telhado 65Teto Além do forro de PVC, temos os forros revestidos de madeira, também muito utilizados para o isolamento termoacústico, pois a madeira aquece o ambiente e auxilia na preservação e na reverberação do som ambien- te. A madeira é um material que possui baixa condutividade térmica1, ou seja, não transmite bem o calor; uma ótima opção quando se trata de proteger os ambientes termicamente. Em países cuja temperatura oscila muito no inverno, a madeira é muito utilizada na ambientação residencial (figura 8) por trazer aconchego e deixar o ambiente mais intimista. Figura 8 – Ambiente decorado com forro de madeira PARA SABER MAIS A madeira tem baixa condutividade térmica, ou seja, o calor não deslo- ca facilmente pela sua superfície. Por ter uma temperatura elevada, ela demora para aquecer e absorver o calor, portanto é um ótimo isolante térmico. Do ponto de vista acústico, é um material que absorve as on- das sonoras, diminuindo o ruído, conferindo conforto acústico para o ambiente. Dessa maneira, é muito utilizada em projeto de anfiteatros, 1 É a medida da taxa de fluxo de calor por meio de materiais submetidos a um gradiente de temperatura, ou seja, é a capacidade de um material em conduzir o calor. O alto valor de condutividade térmica indica que o material é um bom condutor de calor. 66 Materiais e processos home theater, biblioteca e sala de cinema. Juntamente com outros ma- teriais isolantes, como lã de vidro, cortiça e espuma, fornece uma barrei- ra acústica muito eficiente (Moreschi, 2014). A madeira, por ser um produto natural, tem como vantagem sua tex- tura, que pode ser mais rústica e áspera ou mais lisa; sua cor, que va- ria dos tons naturais, como o eucalipto ou pinus, passando pelas cores mel, como os forros de cumaru, imbuia e o freijó até peças mais escu- ras, como a nogueira e o carvalho –; e seus desenhos, afinal, os veios da madeira são muito valorizados em projetos de interiores, como o pau ferro, muito utilizado pela indústria moveleira. O forro de madeira é flexível quanto à aplicabilidade, pois permite que sejam trabalhados estilos diferentes, que vai do rústico, com forração em réguas que variam de 7 cm a 10 cm de largura, até estilos mais mo- dernos, com a utilização dos filetes ou ripas que trabalham uma compo- sição mais leve e suave. A madeira permite vários desenhos e possibili- dades, além de ter boa resistência e durabilidade, o que a coloca como ótima opção em ambientes externo, conforme ilustra a figura 9. Figura 9 – Área externa com forro de madeira 67Teto No Brasil, as madeiras mais indicadas para forração são ipê, cumaru, perobinha, jatobá, pinus e cedrinho, que variam na textura, na cor e no valor, atendendo a vários tipos de orçamento e estilo de projeto. Essas madeiras são muito utilizadas, pois, devido a sua densidade, permitem uma secagem rápida por não reter umidade. Entre as opções apresen- tadas para forração, dependendo da madeira escolhida, pode ser uma das mais caras, porém uma das mais bonitas do ponto de vista estético, pois confere um estilo próprio ao ambiente. Além do forro de madeira, temos o forro metálico, muito utilizado em ambientes corporativos, comerciais e industriais. De acordo com Almeida et al. (2019, p. 98), “os forros metálicos possuem diferentes formatos e cores, por exemplo, de grelhaou colmeia, régua e bandeja, geralmente trabalhado de forma modular em um grid ou malha regular” (figura 10). Esses forros recebem iluminação de sobrepor ou de embutir e conferem um estilo mais versátil, pois podem ser instalados de várias formas com desenhos e aplicações. Além disso, o forro metálico é re- sistente, durável e de fácil manutenção e limpeza, porém não são muito funcionais quando o assunto é isolamento térmico. Figura 10 – Forro metálico de grelha para o hall de uma estação de metrô 68 Materiais e processos 1.2 Fornecedores Quando se trata de fornecedores dos materiais para tetos externos, ou seja, telhados ou revestimento dos tetos internos, a indústria brasi- leira nos oferece algumas possibilidades. Portanto, para conhecer um pouco desse mercado, vamos separar em fornecedores para telhados e fornecedores para tetos e forros internos. No caso dos telhados, quando se trata das telhas de cerâmica, ge- ralmente encontramos as opções em lojas de material de construção ou nas grandes lojas de bricolagem – segmento do faça você mesmo, venda de materiais e produtos para construção, jardinagem e design de interiores –, que geralmente variam conforme cada região. Elas tam- bém podem ser compradas diretamente das fábricas, inclusive das que trabalham com modelos de telha cerâmica feita de material sustentável, o politereftalato de etileno (PET). Figura 11 – Modelo de telha translúcida feita de PET As telhas de concreto, com seus modelos e cores mais básicas, po- dem ser encontradas nas lojas de bricolagem, assim como as de fibro- cimento. Já as cores especiais podem ser solicitadas diretamente ao fabricante. As telhas de metal são encontradas em lojas especializadas e na loja irlandesa Kingspan Isoeste, que também fabrica as telhas termoacús- ticas, concorrendo com marcas nacionais. Já as telhas de ardósia, 69Teto muito utilizadas na Europa, podem ser encomendadas diretamente nas pedreiras ou marmorarias que comercializam esse tipo de pedra. As telhas de policarbonato, tanto lisas quanto alveolares, e as cober- turas retráteis, modelos abre e fecha, geralmente são encontradas em lojas especializadas e as revestidas com vidro devem ser encomenda- das diretamente nas vidraçarias ou fábricas de vidro. Os forros de gesso geralmente são encontrados em fábricas de pla- cas de gesso acartonadas e, na maioria das vezes, compradas direta- mente de fornecedores locais que revendem essas placas. Os de madeira são comercializados diretamente nas madeireiras e os forros de PVC podem ser encontrados em lojas de material de cons- trução ou nas grandes lojas de bricolagem, entre muitas outras de cada região. NA PRÁTICA Quase todas as telhas e material para revestimentos de telhados, cober- turas e forros de tetos podem ser encontrados em lojas de bricolagem, a menos que sejam cores, desenhos, medidas ou modelos especiais. Quando for esse o caso, devemos procurar diretamente um fornecedor com o projeto detalhado. Considerações finais Nesse capítulo navegamos pelo universo dos tetos e seus revesti- mentos, tanto para ambiente interno quanto para as áreas externas, ou seja, os telhados e as coberturas. Conhecemos um pouco das opções e possibilidades e pudemos comprovar que, apesar de não existirem tantas opções quanto para pisos e paredes, eles podem e devem, ser 70 Materiais e processos projetados pensando na composição do projeto final, pois é possível dar personalidade a essa superfície que muitas vezes passa despercebida pelo olhar humano, mas que é muito importante para a composição final. Referências ALMEIDA, L. O. et al. Tendências em materiais e revestimentos de interiores. 1. ed. Porto Alegre: Sagah, 2019. GURGEL, M. Projetando espaços: guia de arquitetura de interiores para áreas residenciais. São Paulo: Editora Senac São Paulo, 2020. JANSON, H. W.; JANSON, A. F. Iniciação à história da arte. São Paulo: Martins Fontes, 1996. MORESCHI, J. C. Propriedades da madeira. Curitiba: Departamento de Engenharia e Tecnologia Florestal da Universidade Federal do Paraná (UFPR), 2014. PEREIRA, J. R. A. Introdução à história da arquitetura. São Paulo: Editora Bookman, 2010.