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ANHANGUERA – POLO RIO CLARO Rio Claro /SP 2025 MURYLO HENRIQUE SENNE - 3329039104 ENGENHARIA DE SOFTWARE PORTFÓLIO – RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA: NOME DA DISCIPLINA: REDES E SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Sumário INTRODUÇÃO.......................................................................................................... DESENVOLVIMENTO............................................................................................... CONCLUSÃO........................................................................................................... 3 1 INTRODUÇÃO O roteiro de atividade prática tem como objetivo proporcionar ao aluno a vivência prática dos conhecimentos aplicados na profissão, por meio da utilização de conteúdos teóricos e da compreensão das normas vigentes. Dessa forma, busca-se um ensino que realmente contribua para a formação dos alunos na área de tecnologia. O desafio proposto nesta atividade consiste no desenvolvimento de um projeto de rede de computadores para a empresa Super Tech, utilizando o software simulador Cisco Packet Tracer. A partir dessa prática, será possível compreender diversos aspectos fundamentais para o exercício profissional, capacitando o aluno a se adaptar às demandas organizacionais, sempre com foco no aprendizado contínuo e na formação de um cidadão crítico e atuante. Este relatório tem como finalidade reunir os principais conceitos e práticas relacionados aos sistemas de redes, contribuindo de forma significativa para o aprendizado dos alunos. Além disso, o desenvolvimento deste trabalho está diretamente relacionado às disciplinas estudadas no semestre, favorecendo um melhor entendimento dos conteúdos e um desempenho mais eficaz nas atividades propostas. 4 2 Desenvolvimento 2.1 MÉTODOS A situação geradora de aprendizagem propõe a montagem de uma rede de computadores baseada no seguinte cenário: 4 departamentos: Engenharia, Compras, TI e Infraestrutura. Cada departamento possui um total de 24 hosts, distribuídos da seguinte forma: 20 computadores, 2 servidores, 2 impressoras. O desenvolvimento deste projeto tem como objetivo simular, por meio do software Cisco Packet Tracer, a criação de uma rede estruturada, que atenda às necessidades de comunicação, compartilhamento de recursos e organização dos setores da empresa Super Tech. Figura1. Estrutura de cada Departamento 5 Figura 2. Visão Geral da Topologia da Rede Cada computador foi conectado ao switch com cabos straight-through, e a ligação entre os switches foi feita com cabos cross-over. A distribuição nos switches seguiu este padrão: Portas 1 a 12: 10 computadores, 1 servidor e 1 impressora. Portas 13 a 24: 10 computadores, 1 servidor e 1 impressora. As VLANs foram configuradas assim: VLAN 1: Portas 1 a 12 VLAN 2: Portas 13 a 24 6 A Figura 3 ilustra o procedimento para atribuir uma porta do switch a uma VLAN específica. A configuração dos endereços IP da rede foi planejada com base no seguinte escopo: Rede: 192.168.0.0 Primeiro IP válido: 192.168.0.1 Último IP válido: 192.168.0.254 Broadcast: 192.168.0.255 Máscara de rede: 255.255.255.0 (/24) 7 Conforme as orientações do roteiro, os departamentos Engenharia e TI Interno deverão utilizar endereços IP estáticos. Portanto, será necessário realizar a atribuição manual de IP para cada host desses setores. A distribuição dos endereços será a seguinte: Engenharia: de 192.168.0.1 a 192.168.0.24 TI Interno: de 192.168.0.25 a 192.168.0.48 Nos departamentos de Compras e Infraestrutura, os endereços IP serão atribuídos de forma dinâmica, por meio da ativação do serviço DHCP na rede. O pool de endereços DHCP começará a partir da sequência dos IPs estáticos já utilizados, garantindo assim a organização e o não conflito entre endereços. 8 2.2 RESULTADOS Após a finalização da configuração, foi realizado o teste de comunicação entre os dispositivos da rede. Para isso, utilizou-se o comando “Add Simple PDU”, que permite simular o envio de pacotes de dados entre as VLANs. Conforme ilustrado na Figura 6, o tráfego de dados foi bem-sucedido. A confirmação é indicada pelo símbolo de check (✓) exibido sobre o pacote, sinalizando que a comunicação ocorreu corretamente. 9 10 3. CONCLUSÃO O desenvolvimento deste projeto proporcionou uma experiência prática extremamente relevante para a formação dos alunos na área de redes de computadores. Através da realização das atividades propostas no roteiro, foi possível compreender, de forma aplicada, como planejar, projetar e configurar uma rede de pequeno porte, utilizando conceitos fundamentais de endereçamento IP, VLANs, cabeamento estruturado e serviços de rede, como o DHCP. Além disso, o uso do simulador Cisco Packet Tracer se mostrou uma ferramenta de grande valor educacional e profissional. Por meio dele, foi possível testar todas as etapas do projeto, identificar possíveis erros, corrigi-los e validar a comunicação entre os dispositivos da rede. Essa possibilidade de simular cenários reais antes da implementação física permite não só o aperfeiçoamento das habilidades técnicas, mas também contribui para a economia de tempo e recursos em ambientes corporativos. Outro aspecto importante deste trabalho foi a compreensão da importância da segmentação de redes utilizando VLANs, que melhora o desempenho, a organização e a segurança da rede. Da mesma forma, a configuração de IPs estáticos e dinâmicos demonstrou na prática como é feita a administração eficiente dos endereços em uma rede corporativa. Portanto, este projeto não apenas atendeu aos objetivos propostos, como também reforçou a importância do conhecimento prático aliado à teoria, preparando o aluno para desafios reais no mercado de trabalho na área de infraestrutura de redes e tecnologia da informação. 4. Referencias KUROSE, James F.; ROSS, Keith W. Redes de Computadores e a Internet: Uma abordagem top-down. 7. ed. São Paulo: Pearson, 2018. OLIVEIRA, Newton C. de. Redes de Computadores – Dos Princípios à Prática. 2. ed. São Paulo: Érica, 2017. CISCO. Documentação Oficial Cisco Packet Tracer. Disponível em: https://www.netacad.com/courses/packet-tracer. Acesso em: maio 2025. 1 INTRODUÇÃO 2 Desenvolvimento 3. CONCLUSÃO 4. Referencias