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MICRO Gram - > Rosa Gram +-> Roxo Patogenicidade-> Capacidade de um microorganismo de causar doença Virulência-> Grau de patogenicidade dentro de um grupo ou espécie de organismo Fatores de Virulência dos microrganismos: Categorias de doenças infecciosas: Parede Celular de Bactérias Gram Positiva: Adesinas-> Estruturas de superfície responsáveis pela aderência da célula bacteriano á superfície das mucosas. Ex: Fimbria, componentes da cápsula • Agressinas-> Substâncias que permitem evitar o mecanismo de defesa do hospedeiro. Ex: Cápsula, substâncias viscosas extracelulares, carboidratos de superfície • Exotoxinas-> Toxinas biológicas mais potentes que se conhece. EX: Clostridium Botulinum • Formação de biofilme->Inicia com a adesão inicial das células bacterianas às superfícies e aos equipamentos, resultando na formação de uma camada adesiva • Infecção nosocominal->O paciente que é internado tem o risco de adquirir uma infecção no hospital • 90% de peptideoglicano(fator de virulencia S.Aureus) da parede celular são mais grossos. Tem mais proteção porque o peptidoglucano é mais grosso • Ácido teicoico (ajuda na aderência)• + rigidez• Parede Celular de Bactérias Gram Negativas: Sequência da coloração de Gram: Cristal de violeta->as cél absorvem a solução->lugol(iodo)-> células ficam azul escuras- -> álcool(descolorante)-> cél gram + ficam azul escura-> fucsina ou safranina (corante)- > colore as gram + em roxo e gram - em rosa-> examinar no microscópio Pouco peptideoglicano• Não possui ácido teicoico• Família Micrococcaceae (cocos Gram positivos) Prova de catalase Diferenciar Streptococcus (familia streptococcaceae)catalase negativa de Staphylococcus (familia estafilococos/micrococcaceae) catalase positiva Staphylococcus SPP(micrococcaceae) GRAM + -Geralmente encontrada em mucosas e pele do homem Planococcus, Micrococcus(ñ vamos estudar), Stomatococcus e Staphylococcus• Catalase + positivo-> Staphylococcus aureus. A enzima catalase converte o Peróxido de Hidrogênio em Oxigênio e Água. A liberação do Oxigênio é observada através da formação de bolhas • Catalase - negativo-> Streptococcus spp.• Catalase positiva• -Formam parte da flora normal (S.epidermes que forma parte da microbiota mas pode causar infecção sendo oportunista -O Staphylo tem em sua parede enzimas (catalasa, coagulasa), exotoxinas e endotoxinas Existem 3 espécies principais com importância médica: Diag-> O isolamento pode ser feito pelos meios Ágar sangue e Manitol salgado Provas de identificação-> catalse, coagulase, fermentação de manitol e sensibilidade á novobiocina Coagulase+->Staphylococcus aureus Coagulase- -> Staphylococcus coagulase negativa ->teste de suscetibilidade á novobiocina→ Cocos• Imóveis (se deixam ir pela corrente sanguínea ou sistema linfático), não tem flagelos• Não formam esporos• anaeróbicos facultativos (crescem em ambientes ricos em O2 e também sem O2) crescem em ambiente microaerófilas (com pouquíssimo O2) • São fermentadores de açúcar sem produzir gás• resiste ao meio ambiente hostil (altas temperaturas, detergentes, etc..)• meio manitol ágar salgado. Eles gostam de sal (cloreto de sódio)• Crescem bem em meios com 7,5% NaCl• Staphylococcus aureus-> Estafilococos coagulase positiva• Staphylococcus epidermidis-> Estafilococos coagulase negativa novabiocina sensível • Staphylococcus saprophyticus-> Estafilococos coagulase negativa novabiocina resistente • Resistente-> Staphylococcus saprophyticus(Estafilococos coagulase negativa novabiocina resistente) • 1)coleta 2) 3) Fermentação do Manitol Sensível-> Staphylococcus epidermidis(Estafilococos coagulase negativa novabiocina sensível) • Resultado positivo: Pra S.Aureus pq fermenta manitol. Mudança de cor do meio de rosa para amarelo • Resultado negativo: mantém a cor rosa• coagulase positiva amarela->S.aureus Staphylococcus Aureus -Microbiota residente de peles e narinas, sem causar nenhum problema em condições normais. Entretanto, quando a pele é lesionada ou a imunidade cai, por exemplo, essa bactéria pode desencadear algumas doenças. Manifestação clinica - todas as infecções staphylo começa na pele com um foliculo piloso que tem absceso (pus) que se complica formando uma resposta inflamatoria intensa. Pode ser bacteremia (generalizada) ou localizada (endocarditis, osteomelitis, etc...). Tambem pode formar uma intoxicação alimentaria por toxinas (náusea, diarreia e não tem febre) se tem febre tem bactéria (trata com antibiotico) e se nao tem febre so tem toxina (tratamento paliativo). A produção da enfermidad pode ser por foliculo ou por corpo extranho (tipo cateter, pedaço de madeira, etc... pouca quantidade ja é suficiente pra causar a enfermidad). Pessoas com deficiencia na quimiotaxis ou congenita estão mais vuneráveis a staphylo. Sindrome da Pele Escaldada: Começa na boca (mais comum em ninos), enfermedad esfoliativa por meio da exotoxina esfoliativa, se estende por todo o corpo em dois dias, forma vesiculas e ampollas cutaneas, exudado seroso que não ha microrganismo nem linfocito e nao ha necrose. É comum em recém nascidos porque eles se expõem aos staphylococcus aureus da vagina. Em recem nascidos a taxa de mortalidade é pequena, nao tem complicação nem morte (se morreu é por uma co infecção, se infectou por outra coisa e morreu), em adultos aparece em inmunodeprimidos ou com problemas nos rins, taxa de mortalidade de 60% Intoxicação alimentaria: Aparece depois de ingerir alimento contaminado com toxinas. Nasorafinge A intoxicação acontece por causa da toxina porque ela é termoestabil, o tratamento da intoxicação alimentaria é paliativo e nao especifico para staphylococcus, quando há um brote (surto) se diagnostica a intoxicação salimentária (o surto acontece quando por exemplo 60 alunos da sala tem vomito e diarreia depois de almoçarem no refeitório da faculdade, se analisa por meio dos alimentos e não pelas pessoas). Entre os alimentos mais associados estão: leite, presunto, porco, queijos, carne de sol, frango, sonho, sorvete. Síndrome de Shock Tóxico: Infecções de pele 1° doença que staphylococus produz-> impétigo (aparece mais nos ninos, na cara do que nas extremidades) tem pus e é superficial, tudo começa com um eritema (mácula) que vira uma tumefação (papula) que passa a pustula (pus) com borde eritematoso e depois vira uma costa (casquinha). Tem muitas vesiculas com pus por todo o rosto, é uma infecção localizada TSST-l• Canal vaginal ou em uma ferida, seguido da liberação da toxina para a corrente sanguínea • Febre, hipotensão e uma erupção eritematosa macular difusa• Descamação da pele• 2° -> foliculitis , tem pus, base elevada e vermelha, se nao cuidar pode virar forunculo 3° -> forunculo, extensão da foliculitis e bloqueia as glandulas sebaceas (a bacteria com o pus tampa a glandula) que causa tumefação, dor, ai vai crescer muitas staphylos porque o meio é favoravel, se tiver varios forunculos algum momento podem se encontrar podem se juntar e formar um carbúnculo que causa uma descamação, e pode chegar ao sistema circulatorio gerando uma infecção generalizada, pode tambem formar necrose. Os forunculos se controlam com drenagem Neumonia: Se deve a aspiração bucal (aparecem em sujeitos jovens que fumam ou em anciãos que fumam, pacientes com gripe. Típica- dificuldade pra respirar, dor, catarro / atípica- tosse seca, calafrio, febre). Osteomelite: Artrites Septica: São infecções nas articulaçoes, geralmente nas articulações grandes, os pacientes que recebem injeções articulares que podem ter essa inflamação, os pacientes tem muita dor, eritema e pus. Normalmente se são más é porque se complicou. Diagnostico Laboral: O diagnostico se faz com hisopado de superficie, pus, sangue, aspirado traqueal. Tem grande quantidade de microrganismo no pus e pouco no sangue porque no sangue ela fica circulando. No nariz e vagina é dificil diferenciar o staphylo de strepto dai precisa das provas de catalasa. Não faz tinção de gram nos alimentos (so quando há um brote) Cultivo -agar sangre de carneiro, cultiva fácil. É patogeno quando se produz coagulasa, fermenta manitol, tem capacidade hemolitica, e prova da catalasa ESTAFILOCOCOS COAGULASE-NEGATIVA Ela pode surgir por meio da corrente sanguínea, por lesões ósseas ou se infiltrando em tecidos ao redor do esqueleto humano. • A inflamação da medula óssea pode fazer pressão contra a parede rígida do osso e comprimir os vasos sanguíneos contidos nela, interrompendo o fornecimento de sangue ao osso, causando a morte dele. • Geralmente infecções nosocomiais• Staphylococcus Epidermidis Staphylococcus Saprophyticus Família Streptococcaceae (streptococcus) (cocos +) catalase negativa->Streptococus A classificação desses microrganismos são de acordo com: Morfologia das colônias e reação hemolítica em ágar-sangue: Facilidade em formar biofilmes.• Microbiota da pele, axilas, nariz, perianal• Formam parte da microbiota mas pode causar infecção sendo oportunista, infecções em feridas, abscessos(cateter), infecções sistêmicas, infecções urinárias, endocardite, etc. • Infecções do trato urinário (principalmente em mulheres jovens, sexualmente ativas)• Tropismo pelo tecido uroepitelial (afinidade pelo tec uroepitelial, rins, bexiga, ureteres, uretra) • Segunda causa de cistite (infecção e/ou inflamação da bexiga)• Pode ser encontrado como colonizador assintomático• Prostatite em idosos, uretrite não gonocócica.• Prova de catalase-> Diferenciação das familias strepto e microco(estafilo)• Crescimento em meio que não contenha sangue• Alfa(sensível a optoquina)-> presença de halo esverdeado ao redor das colônias semeadas (lise parcial dos eritrócitos). Strep viridans ou pneumoniae BETA(sensível a bacitracina)->É evidenciada pela presença de halo transparente ao redor das colônias. Strep.pyogenes(grupo A). S.agalactiae(grupo B). Staphy aureus. Gama->hemólise é caracterizada pela ausência de halo. Enterococus faecalis (GRUPO D) ou outros enterococus. Staphylo epidermidis Testes: Bile esculina: Identificar e diferenciar Enterococus e Strepto(grupo d) Positiva->Enterococos Negativa->Strepto Streptococcus SPP -Cocos gram positivos, puntiformes -Pares ou cadeias -Capsulados -Não esporulados -imóveis -Geralmente encontrado na microbiota normal de humanos e animais -São colonizados transitórios da pele e residentes de mucosas Streptococcus pyogenes (GRUPO A) betamolitico Mais comuns: Faringite->febre reumática(doença autoimune,sequela pós infecção da faringite). Fasciite necrozante(bac carnívora), Glomerulonefrite aguda(inflamação aguda dos glomérulos renais) Streptococcus agalactiae (GRUPO B) betamolitico São Beta-hemoliticos• É causa mais comum de faringite (orofaringe)• Habitat: garganta e pele• Pode causar doenças graves e fatais (bactéria carnívora)• Sensivel a bacitracina• Cresce bem em meios enriquecidos com sangue• Pus• saliva, cutanea• Colonias um pouco maiores que a S.pyogenes• Doença Neonatal de Início Precoce ( ✔ bacteremia, pneumonia ou meningite. (sequelas) Doença em adultos (mulheres pós-parto, indivíduos imunocomprometidos, diabéticos, câncer, alcoolismo)-> Streptococcus pneumoniae(principal agente causador) Família Enterococaceae (cocos gram +) Teste de catalase-> Catalase negativa->strepto. positiva->entero(estafilo) Teste de Bile esculina: Positivo-> enterococos. Negativo->strepto Catalase - ->Gama hemólise->Bile esculina positiva->Enterococcus Algumas cepas são não-hemolíticas ou alfa-hemolíticas• Resistência à bacitracina• Colonizam o trato gastrointestinal e trato genital• Colonizam o trato genital de gestantes, dos bebes que estão amamentando de mães colonizadas tornam-se colonizados. Está presente na flora vaginal ou no ânus em 10 a 30% das gestantes de forma assintomática. • A infecção materna geralmente é assintomática.• Produz enfermedade neonatal como de pele e outras• Nascimento prematuro• Alfa hemolise sensivel pra optoquina• Habitante da garganta e nasofaringe• Tem na microbiota-> Doença ocorre quando o microrganismo se dissemina para outros sítios (pulmões, seios paranasais, ouvido, meninges) • pode causar meningite• Principal gênero enterococos= cocos entéricos• 4 causa em infecções nosocomiais• Colonizam o trato gastrointestinal e genital fem, mas pode ser patógeno• Previamente classificados como estreptococos do grupo D(faecalis)• São encontrados no solo, fezes, alimentos, água, e no ambiente em geral• catalase negativos. Positivo pra bile esculina• Resistência aos antimicrobianos->Enterococcus spp resistente a vancomicina (VRE) • crescem no meio de cultura ágar bile-esculina e na presença de 6,5% de NaCl. PYR positivo • Hidrolizam esculina. PYR positivo• Hemocultura A bacteremia pode ocorrer pelos seguintes mecanismos: Diferença de Bacteremia e Septicemia É o exame realizado com o objetivo de isolar e identificar microorganismos viáveis na corrente sanguínea • A presença de microrganismos viáveis no sangue (bacteremia/fungemia) pode representar o agravamento de um processo infeccioso, o que torna a hemocultura um exame crítico e de grande importância • Proceder a coleta no início do pico febril e antes da próxima dose de antibióticos• Entrada direta na corrente sanguínea através de agulhas ou outros dispositivos (cateteres, marcapassos, etc.) • Drenagem de microrganismos do foco infeccioso para os vasos linfáticos, chegando à circulação sanguínea. • pode ocorrer de dar hemocultura positiva, devido ao S. coagulase negativa, por meio de uma contaminação ao invés de uma bacteremia verdadeira(diferenciar contaminação de infecção) • Bacteremia: Estão presentes bactérias no fluxo sanguíneo.• Família Enterobacteriaceae(GRAM -)-> Nova taxonomia Ordem Enterobacterales -Reservatório animal exp: Salmonella x ovo -Portador humano exp: manipulador de alimento x Salmonella -Disseminação endógena ex: Infecção urinária por Escherichia coli Morfologia e estrutura: Escherichia Coli Sindromes clinicas: Sepse (Septicemia): Conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. Conhecida como infecção generalizada. A infecção ñ esta por todo organismo, pode estar localizada em apenas um órgao, como por exp o pulmão, mas provoca em td organismo uma resposta inflamatória, numa tentativa de combater o agente da infecção, essa resposta pode comprometer vários órgãos do paciente e consequentemente a morte • oxidase negativa, fermentadores da glicose, crescem bem no meio de Mc Conkey, bacilos gram - • Bacilos Gram - rosa (BGN)• Todos os pertencentes a esse grande grupo são capazes de fermentar o carboidrato (glicose) prova • Encontrados no solo, água, vegetação e na microbiota intestinal de animais e humanos • Representam 80% ou mais de todos os gram - de importância clínica• São responsáveis por cerca de 70% das infecções urinarias e 50%septicemias• As infecções podem se originar de:• não esporulados• móveis flagelos• crescem em vários meios de cultura (seletivos e n seletivos)• fermentam a glicose• Fermentadores• oxidase negativo• microbiota• Adesinas, facilitam aderência as cél do TGI e urinário evitando sua eliminação• Lps: polissacarideo externo no antígeno somático O, polissacarideo central (antigeno comum) e lipidio A (endotoxina) • Salmonella sp Shigella Klebsiella Fermentadores• oxidase negativo• Lps: polissacarideo externo no antígeno somático O, polissacarídeo central (antígeno comum) e lipídio A (endotoxina) • pode sobreviver no macrófago e se espalhar a partir do intestino para outros sítios do corpo • causam doenças em humanos e animais• fezes de galinha contaminam a superfície do ovo ou a bac pentra través de rachaduras. Pode ocorrer infecção do ovario da galinha, resultando em contaminação da gemas • oxidase negativo• Exotoxina Shiga• S.dysentariae(colite hemorragica)• transmissão oral-fecal• dores abdominais, diarreia, febre, fezes com sangue e tenesmo• neutrofilos, eritrocitos e muco são encontrados nas fezes• Klebsiella pneumoniae: Proteus -Infecções urinarias comalterações do ph e risco aumentado de calculos renal -bacteremia, pneumonis, infec localizadas, infecções nosocomial(infecção que adquire no hospital) Identificação de Enterobactérias: cultura: -Fermentam a lactose -Seletivo para gram - e diferencial para fermentadores de lactose Fermentadores: Não fermentam a lactose ou são lentas na fermentação: TGI e trato respiratório• oportunista• infecções de feridas, meningite(lactantes), septicemias, infec do trato urinario• pneumonia comunitaria• TGI• crescimento swarming em meios sólidos• urease• cálculos renais• alteração do ph• pili: estimula fagocitose• A obtenção da amostra deve ser na fase aguda da doença• devem ser utilizados recipientes estéreis apropriados para a coleta da amostra e devem ser enviadas ao laboratório no prazo máximo de duas horas, onde serão semeadas em meio de cultura • ágar sangue (meio enriquecido) e um meio seletivo/diferencial - >MacConkey(fezes): É usado para o isolamento e identificação de bactérias entéricas gram-negativas • Em sítios corporais estéreis são altamente significativo• Rotineiramente cultivados a partir de fezes• meios seletivos MacConkey• MacConkey(só cresce gram -,inibe o cresc de gram +):• Escherichia, Klebsiella, Enterobacter, Citrobacter e Serratia• Salmonella, Shigella• fase pré-analítica> começa na solicitação do exame pelo médico->Preparação do paciente, Coleta da amostra, transporte de amostra e identificação. e termina após a centrifugação e análise da qualidade da amostra fase analítica-> realização do exame microscópico, processamento de amostras (cultura), interpretação dos resultados fase pós-analítica->cálculo dos resultados. Casos clinicos assistir https://www.youtube.com/watch?v=ZLVQolEKN8g 1-Que enzima diferencia a familia? catalase 2-Por que as bactérias Gram-negativas apresentam coloração diferente das Gram-positivas? A diferença de coloração entre as bactérias Gram-negativas e Gram-positivas se deve principalmente à estrutura da parede celular de cada tipo de bactéria. 2-Na técnica de Gram, qual solução é o agente diferenciador e qual é considerada mordente? Agente diferenciador: O agente diferenciador é o álcool ou acetona. Após a aplicação do cristal violeta e do iodo (o mordente), o álcool é usado para diferenciar as bactérias com base na espessura da parede celular. Nas bactérias Gram-negativas, o álcool causa a desidratação da membrana externa e a perda do corante cristal violeta, resultando em uma coloração final rosada ou vermelha. Nas bactérias Gram-positivas, o álcool causa a desidratação da parede celular espessa, o que retém o cristal violeta, resultando em uma coloração roxa. Mordente: O mordente utilizado é o iodo. O iodo forma um complexo com o cristal violeta, que é mais facilmente fixado nas células bacterianas. Esse complexo é mais difícil de ser removido das paredes celulares das bactérias Gram-positivas devido à espessura da camada de peptidoglicano. 3-Explique por que o Ágar Manitol é seletivo e diferencial. O Ágar Manitol Salgado é seletivo porque contém alta concentração de sal (7,5%), que inibe o crescimento de muitas bactérias, permitindo apenas o crescimento dos Staphylococcus como Staphylococcus aureus, Staphylococcus epidermidis, etc.) conseguem crescer nesse meio, enquanto outras bactérias são inibidas pelo sal. 4-Por que o Ágar Manitol fica amarelo após o crescimento dos S. aureus? Staphylococcus aureus fermenta o manitol, produzindo ácido e diminuindo o pH, o que faz o meio ficar amarelo. Já outras espécies, como S. epidermidis, não fermentam manitol e o meio permanece vermelho. Bactérias Gram-positivas têm uma parede celular espessa composta principalmente por uma camada densa de peptidoglicano. Quando o cristal violeta é aplicado e o iodo forma o complexo com ele, a parede espessa mantém o corante, e as células ficam roxas após o tratamento com álcool. • Bactérias Gram-negativas, por outro lado, possuem uma parede celular muito mais fina de peptidoglicano e, além disso, têm uma membrana externa lipídica. O álcool ou acetona desidrata a membrana externa e facilita a liberação do corante cristal violeta. Como a camada de peptidoglicano é fina e a membrana externa é removida, as células Gram-negativas perdem o corante inicial e, ao serem coradas com safranina, adquirem uma coloração rosada ou vermelha. • 5-Enterobacteriace Todos os pertencentes a esse grande grupo são capazes de fermentar o carboidrato (glicose) prova 13/02/2025 1 Micologia, virologia e microbiologia clínica Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes 2025 O que vamos estudar em Micologia, Virologia e microbiologia clínica? ★ Bacteriologia Clínica: Grupos de bactérias de interesse médico: Cocos Gram Positivos (Família Micrococcaceae e Streptococcaceae); ★ Bacteriologia Clínica: Enterobactérias; Bacilos Gram Negativos não fermentadores de glicose; Outros agentes de infecções bacterianas. ★ Micologia médica: Introdução à micologia; Micoses Superficiais, cutâneas, subcutâneas e profundas ★ Virologia Clínica – noções básicas Bibliografia da disciplina MIMS, P. et al. Microbiologia médica. São Paulo: Manole. Bibliografia da disciplina TORTORA, G.J., FUNKE, B.R. & CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed 13/02/2025 2 Bibliografia da disciplina KONEMAN, E.W., ALLEN, S.D., JANDA, W.M., SCHRECKENBERGER, P.C., WINN, W.C. Diagnóstico Microbiológico. Texto e Atlas Colorido. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Bibliografia da disciplina LACAZ, C. S. PORTO E.; MARTINS, J.E.C. Micologia médica. São Paulo: Sarvier. Bibliografia da disciplina *SIDRIM, J.J.C. Micologia médica à luz de autores contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan Introdução a Microbiologia Clínica Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes 13/02/2025 3 Microbiologia ● Definição: Estudo de organismos microscópicos ● Do Grego: ■ Mikros = pequeno ■ Bios = vida ■ Logos = ciência ● Originado a 4 bilhões de anos ● Observado há 300 anos ● Reconhecido há 100 anos ● Ubíquos ● Presença no corpo humano Microrganismos ou micro-organismos ● organismo microscópico que pode existir em sua forma unicelular ou em uma colônia de células ● Unicelular, multicelular ou acelular ● Crescimento celular rápido ● Vive em populações ou comunidades ● Podem estar em suspensão ou anexada em um biofilme ● A interação com microrganismos pode ser prejudicial ou benéfica Classificação dos Seres Vivos → 1969 - Wittaker Classificação dos Seres Vivos → 1979 - Woese - similaridades e diferenças do DNA ribossômico Classificação: ● Reino (Domínio) Arquibacterias (bactérias metanogênicas, termófilas, acidófilas, halófilas); ● Reino Eubacteria (Domínio) (demais bactérias e cianobactérias) ● Eucarioto (Domínio) (plantas animais, fungos, protozoários e algas) 13/02/2025 4 Micro-organismos FUNGOS BACTÉRIAS VÍRUS PROTISTAS * vírus, viroídes e príons ARQUEA Seres microscópicos 🡪 necessidade de aparelhos para a visualização . ✔Óptico ✔Eletrônico MICROSCÓPIO 13/02/2025 5 Patogenicidade Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes ✔Capacidade de um microrganismo de causar doença ✔Capacidade do agente invasor em causar doença com suas manifestações clínicas entre os hospedeiros suscetíveis ✔Patogênicos Interações de hospedeiros e microrganismos ● Comensalismo ● Saprófita ● Simbiose Virulência e Hospedeiro ● Parasitismo ● MICROBIOTA COLONIZADORA Pele, cabelos, Vias respiratórias superiores e gastrointestinais ⮚ Patógenos, potencial patógeno, agente oportunista ✔Infecciosidade → capacidade de iniciar uma infecção ✔Infecção → é necessária para a produção de uma doença 13/02/2025 6 Tríade das Doenças Infecciosas Requisitos para Patogenicidade Patogenicidade dos Microrganismos Fatores inerentes ao microrganismo Fatores de virulência Fatores inerentes ao Hospedeiro Resistência e Susceptibilidade RELAÇÃO PARASITA - HOSPEDEIRO ✔ Primeiro passo de uma infecção 🡪 contato microrganismoX hospedeiro ✔ Microrganismos primários ✔ Microrganismos secundários 13/02/2025 7 Etapas para instalação de uma doença infecciosa: 1. Infecção da superfície mucosa 1. Multiplicação 1. Resistência aos mecanismos de defesa do hospedeiro 1. Danos aos tecidos do hospedeiro Virulência Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes Grau de patogenicidade dentro de um grupo ou espécie de organismos * Não é atribuível a um só fator, mas depende de vários parâmetros relacionados ao microrganismo, ao hospedeiro e à interação produzida entre ambos Fatores de Virulência dos microrganismos Adesinas Estruturas de superfície responsáveis pela aderência da célula bacteriano à superfície das mucosas Ex: fimbrias, componentes da cápsula. 13/02/2025 8 Agressinas Substâncias que permitem evitar o mecanismo de defesa do hospedeiro Ex: cápsula, substâncias viscosas extracelulares, carboidratos de superfície. Exotoxinas Toxinas biológicas mais potentes que se conhece Mais comum BGP Natureza protéica e termolábeis Ex: Clostridium botulinum Endotoxinas Lipopolissacarídeos BGN Estáveis ao calor Toxicidade relativamente baixa Outros fatores • Fatores de colonização •Cápsula •Enzimas (colagenase, proteases) •Produtos de metabolismo •Antígenos •Fatores de quimiotaxia 13/02/2025 9 Formação de biofilme • Associação de microrganismo e de seus produtos extracelulares que se encontram aderidos a superfícies vivas ou inertes. • Representam sistemas biológicos organizados onde os microrganismos estabelecem comunidades funcionais estruturadas e coordenadas. Planctônicas 13/02/2025 10 Sésseis Categorias de doenças infecciosas Transmissão Doença comunicável Fonte externa, animada ou inanimada Doença contagiosa Paciente a paciente Doença infecciosa Agente externo que se replica ou multiplica Infecção iatrogênica Produzida por intervenções médicas Infecção nosocomial Adquirida em uma instituição de saúde Infecção oportunista Pacientes com defesas comprometidas por agente de baixa virulência Infecção subclínica Produz resposta imunológica, sem sintomas clínicos 13/02/2025 11 Bacteriologia Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes Bactérias ● Unicelulares ● Procariontes ● 0,2 a 1,5 μm ● Membrana plasmática ● Parede celular (peptideoglicanos → Exc. micoplasmas) ● Ribossomos Bactérias ● DNA circular ● Nucleóide ● Plasmídeo ● Fímbrias, cápsula e flagelos Bactérias ● Autótrofos ou heterótrofos ● Ar, água, solo 13/02/2025 12 A forma da bactéria é uma característica genética e geralmente as bactérias são monomórficas MORFOLOGIA E ESTRUTURAS BACTERIANAS Algumas estruturas são essenciais, já outras são encontrados apenas em algumas espécies 13/02/2025 13 PAREDE CELULAR Responsável pela manutenção da forma da bactéria Composição Química: •Peptideoglicano ✔Açúcares e aminoácidos ✔Estrutura que confere rigidez à parede celular •Ácido teicoico •Proteínas Parede Celular de Bactérias Gram Positiva Composição: •90% de peptideoglicano •Ácido teicoico Parede Celular de Bactérias Gram Negativas Composição: • Poucas camadas de peptideoglicano (5-10%) • NÃO possui ácido teicoico 13/02/2025 14 ▪ Esfregaço fixado pelo calor ▪Corante de contraste 🡪 Fucsina Reprodução Bacteriana • Assexuada: bipartição ▪ Não tem troca de material genético • Sexuada: I-conjugação II-transformação ▪ Troca de material genético Fases do crescimento bacteriano Quatro fases: a) Fase Lag (adaptação) 🡪 quase não ocorre divisão celular, mas aumento em massa b) Fase logarítmica 🡪 ocorre divisão celular numa velocidade máxima e constante c) Fase estacionária 🡪 velocidade de multiplicação diminui gradualmente, até que se anule ( balanço de novas bactérias com o número daquelas que estão morrendo) d) Fase de declínio 🡪 microrganismos diminuem até que todos morram 13/02/2025 15 27/02/2025 1 Micologia, virologia e microbiologia clínica COCOS GRAM POSITIVOS FAMÍLIA MICROCOCCACEAE A família Micrococcaceae inclui quatro gêneros: Planococcus, Micrococcus, Stomatococcus e Staphylococcus Figura 1 Planococcus sp. Figura 3 Stomatococcussp. Figura 2 Micrococcus sp. Figura 3 Staphylococcus sp. COCOS GRAM POSITIVOS - FAMÍLIA MICROCOCCACEAE Prova de catalase Diferenciação das famílias Micrococcaceae da Streptococcaceae Peróxido de hidrogênio água e oxigênio Crescimento em meio que não contenha sangue Eritrócitos catalase fraca +- 27/02/2025 2 spp. 40 espécies 17 isoladas de amostras biológicas do homem Geralmente encontrada em mucosas e pele do homem Figura 6 - Material clínico: CGP isolados, em pares, tétrades, cadeias curtas Figura 7 - -de- SPP. Imóveis Não formam esporos Catalase positiva (importante identificação) Anaeróbios facultativos Temperatura de crescimento: 18 40°C Temperatura ótima: 35 37°C Crescem bem em meios com 7,5% NaCl (Pesquisa de portador de M.R.S.A. meio manitol ágar salgado) Microbiota antimicrobianos (M.R.S.A. ou O.R.S.A.) Características SPP. Três espécies principais com importância médica Staphylococcus aureus Estafilococos coagulase positiva Staphylococcus epidermidis Estafilococos coagulase negativa novabiocina sensível Staphylococcus saprophyticus Estafilococos coagulase negativa novabiocina resistente Figura 8 teste coagulase + - Figura 9 teste novabiocina SPP. Fatores de virulência 27/02/2025 3 Fatores predisponentes Lesões de pele (picadas, queimaduras, ferimentos) Infecções viróticas (Sarampo, faringite, herpes, rubéola) Imunocomprometido Pacientes instrumentalizados Antibioticoterapia de amplo espectro Diabetes Alcoolismo Síndromes clínicas Síndrome da pele escaldada Síndrome do choque tóxico Intoxicação alimentar Infecções cutâneas Impetigo Foliculite Furúnculo Carbúnculo Bacteremia e endocardite Pneumonia Osteomielite e artrite séptica Microbiota residente de peles e mucosas Descamação do epitélio Não apresentam microrganismos ou leucócitos Sem cicatrizes Infecções secundárias Imunocomprometidos Doenças renais Figura 11 Síndrome da pele escaldada Carnes processadas (presunto e carne de porco salgada), bolos recheados com creme, saladas de batata e sorvetes Nasofaringe Aquecimento Vômitos intensos, dores abdominais, diarreia Sintomas menos de 24 h Figura 12 Intoxicação alimentar TSST-l Canal vaginal ou em uma ferida, seguido da liberação da toxina para a corrente sanguínea Atmosfera aeróbica e pH neutro Febre, hipotensão e uma erupção eritematosa macular difusa Descamação da pele Figura 13 Síndrome do choque tóxico 27/02/2025 4 1313 Figura 14 Foliculite Infecções de pele Figura 15 Furúnculo Figura 16 Carbúnculo Ossos longos dos membros e da coluna vertebral são os mais frequentemente acometidos. A inflamação da medula óssea pode fazer pressão contra a parede rígida do osso e comprimir os vasos sanguíneos contidos nela, interrompendo o fornecimento de sangue ao osso, causando a morte dele. Pode cronificar Figura 17 Osteomielite ESTAFILOCOCOS COAGULASE-NEGATIVA Antigamente eram considerados apenas contaminantes. Geralmente infecções nosocomiais Pacientes imunocomprometidos Procedimentos invasivos, dispositivos (cateteres, próteses, válvulas, derivações de hemodiálise, etc) Bacteremia, endocardite, osteomielite Facilidade em formar biofilmes. Dificuldade em estabelecer diferenciação entre colonização, contaminação e infecção Microbiota da pele, axilas, nariz, perianal Causa infecções em feridas, abscessos, infecções sistêmicas, infecções urinárias, endocardite, etc. 27/02/2025 5 Infecções do trato urinário (principalmente em mulheres jovens, sexualmente ativas) Tropismo pelo tecido uroepitelial 2ªcausa de cistite Pode ser encontrado como colonizador assintomático Prostatite em idosos, uretrite não gonocócica. SPP. IDENTIFICAÇÃO LABORATORIAL + - + - S. saprophyticus S. epidermidis S. aureus +- SPP. IDENTIFICAÇÃO LABORATORIALIDENTIFICAÇÃO LABORATORIAL AUTOMATIZADA 06/03/2025 1 Micologia, virologia e microbiologia clínica Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes 2025 Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes COCOS GRAM POSITIVOS FAMÍLIA STREPTOCOCCACEAE 3 A família Streptococcaceae possui como principal gênero: Streptococcus COCOS GRAM POSITIVOS - FAMÍLIA MICROCOCCACEAE Prova de catalase ✔Diferenciação das famílias Micrococcaceae da Streptococcaceae ✔Peróxido de hidrogênio 🡪 água e oxigênio ✔Crescimento em meio que não contenha sangue ✔Eritrócitos 🡪 catalase fraca +- 06/03/2025 2 Streptococcus sp. A classificação desses microrganismos são de acordo com: 1) Morfologia das colônias e reação hemolítica em ágar-sangue. Figura 3 - α-hemólise Figura 4 - β-hemólise Figura 5 - γ-hemólise 2) A classificação de Lancefield (sorologia) 🡪 leva em conta o tipo de polissacarídeo presente na parede celular do microrganismo, chamado de carboidrato C. 06/03/2025 3 3) Reações bioquímicas ✔ Os testes bioquímicos consistem em reações de fermentação de açucares e testes quanto à presença de enzimas e de sensibilidade ou resistência a determinados agentes químicos. Streptococcus SPP. 10 ✔ Cocos gram-positivos, puntiformes ✔ Pares ou cadeias ✔ Capsulados ✔ Não esporulados ✔ Imóveis ✔ Geralmente encontrados na microbiota normal de humanos e animais; ✔ São colonizadores transitórios da pele e residentes de mucosas Streptococcus pyogenes (GRUPO A) 11 ✔ São Beta-hemolíticos ✔ É a causa mais comum de faringite (Orofaringe) ✔ Pode causar doenças graves e fatais(“bactéria carnívora”) ✔ Cresce bem em meios enriquecidos com sangue ✔ Pyon 🡪 pus (Grego) Streptococcus pyogenes (GRUPO A) 12 ✔ Doenças estreptocócicas supurativas ✔ Faringite ✔ Escarlatina ✔ Piodermite ✔ Erisipela ✔ Celulite ✔ Fasciite necrotizante ✔ Síndrome do choque tóxico estreptocócico ✔ Pneumonia ✔ Bacteremia ✔ Doenças estreptocócicas não supurativa ✔ Febre reumática ✔ Glomerulonefrite aguda 06/03/2025 4 Streptococcus pyogenes (GRUPO A) 13 ✔ Mais comum em crianças entre 5 e 15 anos ✔ Infecção é de pessoa a pessoa por gotículas respiratórias (aglomerações aumentam o risco – creches, escolas) ✔ Em geral, desenvolve-se 2 a 4 dias após a exposição ao patógeno Faringite Streptococcus pyogenes (GRUPO A) 14 ✔ Tecido subcutâneo profundo🡪 caracterizada por uma destruição extensiva do músculo e do tecido adiposo ✔ Disseminação para fáscia ✔ Bactéria carnívora 🡪 continuidade na pele (traumatismo, cirurgia, queimadura....) ✔ Lesão da pele ✔ Celulite 🡪 Bolha 🡪 gangrena 🡪 sintomas sistêmicos🡪 toxicidade 🡪falência de múltiplos órgãos 🡪 morte (50%) Fascite necrosante Streptococcus pyogenes (GRUPO A)15 Glomerulonefrite Aguda ✔ Inflamação aguda dos glomérulos renais ✔ Edema, hipertensão, hematúria e proteinúria ✔ Sequela pós–infecciosa pós impetigo, faringite ou amidalite ✔ Frequência depende do sorotipo M: cepas nefritogênicas ✔ ASO Febre Reumática ✔ Doença autoimune (sequela pós- infecciosa da faringite) ✔ Ocorre 2-3 semana após início da faringite ✔ É devida aos Ags comuns entre os Ags cardíacos e das articulações e o Ag estreptocócico (proteína M) ✔ Febre, exantema, endocadirte e artrite ✔ Pode ser evitada se o paciente for tratado nos primeiros 10 dias após o início da faringite 10/03/2025 1 Micologia, virologia e microbiologia clínica Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes 2025 Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes COCOS GRAM POSITIVOS FAMÍLIA STREPTOCOCCACEAE Streptococcus agalactiae (GRUPO B) 3 ✔ CGP em cadeias curtas ou longas ✔ Crescem bem em meios enriquecidos ✔ Colônias um pouco maiores que as de S. pyogenes, circundadas por pequena zona de Beta-hemólise ✔ Algumas cepas são não-hemolíticas ou alfa-hemolíticas ✔ Resistência à bacitracina ✔ Colonizam TGI e TGU ✔ Coloniza o trato genital de gestantes (10 a 30%) 🡪 60% dos lactentes de mães colonizadas tornam-se colonizados ✔ Fatores de risco: ✔ Imunidade materna ✔ Nascimento prematuro ✔ Ruptura de membrana prolongada Streptococcus agalactiae (GRUPO B)4 Patogenia e Imunidade ✔ Anticorpos produzidos são protetores: ✔ Contra antígenos capsulares ✔ Explica a predileção por neonatos ✔ Produzem várias enzimas que ainda tem papel desconhecido na patogenia 10/03/2025 2 5 Doença Neonatal de Início Precoce (✔ Hospitalizados por longos períodos ✔ Sob terapia antimicrobiana Fluxograma de identificação de Estreptococos e Enterococos 10/03/2025 5 20/03/2025 1 Micologia, virologia e microbiologia clínica Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes 2025 Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes hemocultura HEMOCULTURA 3 ✔ Definida como a coleta de sangue venoso ou arterial simultânea em frascos contendo meio de cultura. ✔ O sangue é normalmente estéril. ✔ A presença de microrganismos viáveis no sangue (bacteremia/fungemia) pode representar o agravamento de um processo infeccioso, o que torna a hemocultura um exame crítico e de grande importância ✔ A bacteremia pode ocorrer pelos seguintes mecanismos: ✔ Drenagem de microrganismos a partir de um foco primário de infecção através dos vasos linfáticos, alcançando a circulação sanguínea. ✔ Entrada direta na corrente sanguínea através de agulhas ou outros dispositivos (cateteres, marcapassos, etc.) 20/03/2025 2 Bacteremia X Septicemia ✔ Bacteremia: Estão presentes bactérias no fluxo sanguíneo. ✔ Sepse (Septicemia): conjunto de manifestações graves em todo o organismo produzidas por uma infecção. A sepse era conhecida antigamente como septicemia ou infecção no sangue. Hoje é mais conhecida como infecção generalizada. ✔ A infecção não está por todo o organismo 🡪 a infecção pode estar localizada em apenas um órgão, como por exemplo, o pulmão, mas provoca em todo o organismo uma resposta inflamatória numa tentativa de combater o agente da infecção. Essa resposta pode vir a comprometer o funcionamento de vários órgãos do paciente. 6 Bacteremia X Septicemia HEMOCULTURA7 Bacteremia/ Fungemia ✔ Primárias: não apresentam um foco de infecção identificável ou são devidas a endocardites ou a presença de acessos vasculares. ✔ Secundárias: decorrentes de um foco primário de infecção conhecido (foco urinário, pulmonar, ginecológico, abdominal, etc) 8 Bacteremias ✔ As bacteremias, na maior parte das vezes são causadas por um único microrganismo 🡪 raramente é polimicrobiana ✔ Entre os microrganismos mais frequentes destacam-se: ✔ os Gram positivos: Staphylococcus aureus, Staphylococcus coagulase negativa (Staphylococcus epidermidis), Enterococcus sp e Streptococcus sp. ✔ os Gram negativos: Escherichia coli, Klebsiella pneumoniae e Enterobacter sp. 20/03/2025 3 9 Bacteremias ✔ Nos últimos anos notou-se um aumento significativo de hemoculturas positivas devido ao Staphylococcus coagulase negativa, o que dificulta a interpretação dos resultados microbiológicos, pois parte destes podem representar contaminação em vez de uma bacteremia verdadeira. HEMOCULTURA ✔ Material clínico: ✔ Punções venosas ou arteriais de sangue ✔ Número de amostras: ✔ Duas a quatro amostras (diferentes sítios) num intervalo de 15 a 30 minutos entre cada uma ✔ Aumenta a sensibilidade (>95%)a sensibilidade (>95%) ✔ Diferenciar contaminação de infecção HEMOCULTURA HEMOCULTURA ✔ Evitar anticoagulantes ✔ Não coletar através de cateteres ✔ Punções arteriais não aumento a recuperação do agente etiológico ✔ Proceder a coleta no início do pico febril e antes da próxima dose de antibióticos 20/03/2025 4 HEMOCULTURA ✔ Interpretação: ✔ Vários estudos são realizados para diferenciar patógenos verdadeiros de contaminantes mas não existe um método padrão. ✔ Os cuidados com a antissepsia na coleta e o monitoramento do índice de contaminação são importantes aliados para minimizar o isolamento de contaminantes da pele. Outra possibilidade é avaliar o número de frascos positivos entre as amostras coletadas. E, por último, ainda é fundamental a análise do microrganismo isolado. ✔ Resultado: ✔ Após 24 horas de incubação, emitir um laudo parcial. ✔ Deve ser realizado repique do frasco original a cada 48 horas até completar 7 dias, para liberação do resultado final. 26/03/2025 1 Micologia, virologia e microbiologia clínica Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes 2025 Professora: Dra. Maria Graciela I. F. Nunes Família Enterobacteriaceae 26/03/2025 2 26/03/2025 3 26/03/2025 4 26/03/2025 5 26/03/2025 6 26/03/2025 7 26/03/2025 8 13/02/2025 1 microbiologia clínica Profª Drª Maria Graciela I. F. Nunes gracielaiecher@prof.unipar.br Em qual momento começa o diagnóstico microbiológico Fases do diagnóstico clínico •Fase pré-analítica (60-70%) ❑Coleta ❑Transporte •Fase analítica (20-30%) •Fase pós-analítica (10%) ❑Processos de validação e liberação de laudos GARANTIA DE QUALIDADE CONFIRMAÇÃO FINAL DO MICRORGANISMO Fase Pré-analítica •Começa na Coleta do material •Paciente: Urina/ fezes e escarro •Ambiente laboratorial •primeiro passo para obter um diagnóstico preciso e confiável ❑Amostra mal coletada ??? 13/02/2025 2 Fase Pré-analítica - Coleta Para a coleta de amostras devem ser considerados os seguintes aspectos: 1º O material dever ser do local da infecção Ex. Triagem de estreptococos Swabs: fossas peritonsilares e parede faríngea posterior Fase Pré-analítica - Coleta Para a coleta de amostras devem ser considerados os seguintes aspectos: 1º O material dever ser do local da infecção 2º Devem ser estabelecidas ocasiões ótimas para a coleta de amostras para obter o isolamento do microrganismo envolvido Fase Pré-analítica - Coleta 3º Quantidade obtida deve ser suficiente da amostra para se realizarem os testes necessários Diretrizes para determinar volumes Secreções purulentas – pequenos volumes *formas crônicas e brandas Ex. 0,5 mL – escarro ou lavado brônquico – pode não ser suficiente -Tubo contendo salina fisiológica: não nutritivo -Tubo contendo extrato de levedura glicose (PYG): nutritivo Fase Pré-analítica - Coleta 4º Devem ser usados vários dispositivos apropriados para a coleta, recipientes de amostras e meios de cultura para garantir o isolamento do microrganismo Técnicas assépticas Recipientes esterilizados Recipientes apropriados – paciente Precauções 13/02/2025 3 Fase Pré-analítica - Coleta 5º Sempre que possível obter culturas antes da administração de antimicrobianos 6º Na maioria dos casos, além das culturas devem ser preparados esfregaços Fase Pré-analítica - Coleta 7º O frasco de cultura deve ser apropriamente rotulado Rótulo legível Nome do paciente Número de identificação do paciente Fonte da amostra Médico Data/hora do exame Medicações Transporte das amostras •Manter a amostra o mais próximo do estado original •CLSI •Biossegurança •Evitar: •Condições ambientais adversas •Exposição ao calor e frio extremos •Mudanças bruscas na pressão •Ressecamento •Armazenamento: refrigeração Transporte das amostras •Escarro Recipientes de propileno ou polietileno •Amostras líquidas 2 h •Urina Ácido bórico Refrigeradas até 24 h 13/02/2025 4 Meios de transporte • Preservar viabilidade dos microrganismos • Soluções tampões com carboidratos, peptonas e outros nutrientes • Fatores de crescimento excluídos • Tioglicolato de sódio • Borato de sódio • Sacarose-fosfato-glutamato (herpesvírus) • Consistência semi-sólida ❑Oxigenação ❑Vazamento Conservação da Amostra • Meio de transporte Amies • Amostras clínicas com suspeitas de conter bactérias anaeróbias. • Carvão vegetal • Absorve toxinas produzidas por alguns tipos de microrganismos como Pseudomonas aeruginosa, Neisseria spp., Streptococcus spp. e outras. Meio de transporte •Sobrevivência das bactérias ⮚tipo a ser analisado ⮚duração do transporte ⮚temperatura de armazenamento ⮚biomassa da bactéria na amostra ⮚formulação do meio de cultura utilizado para o transporte. Fase pré-analítica •Recebimento de amostras e observações preliminares •Área •Câmara de segurança biológica •Processamento: -Inclusão banco de dados; -Exame visual e a determinação dos critérios de aceitação; -Observação macroscópica de exames a fresco ou esfregaços coradospara estabelecer suspeita diagnóstica 13/02/2025 5 Fase pré-analítica •Critérios para rejeição de amostras Estabelecido Verificação de solicitações e rótulos Problemas: Registrado; Coletado novamente; Ou corrigir os problemas; Rejeitado. Tipos de amostras ou pedidos de culturas que devem ser rejeitados •Qualquer amostra em formalina ou uma grande amostra com exposição menos de 1h; •Coleta de escarro de 24 h; •Único swab para diversos fins; •Recipiente impróprio ou vazamento; •Placas de cultura com crescimento excessivo ou secas; •Amostras contaminadas; Fase Analítica •Exame microscópico • Enfatizar o motivo 1º número e a % de segmentados neutrófilos que estão presentes indicam a intensidade e o tipo de resposta inflamatória Qualidade da amostra 2º Observação de bactérias, elementos miceliais, formas de levedura, estruturas parasitárias ou inclusões virais pode dar informação suficiente para se chegar a um suposto diagnóstico 3º Suposta evidência de espécies de bactérias anaeróbicas Fase Analítica •Exame microscópico •Microscopia de contraste de fase •Microscopia de campo escuro •Colorações de Wright-Giemsa •Laranja de acridina 13/02/2025 6 Fase Analítica • Coloração direta • Visualização • Demonstrar detalhes finos das estruturas internas ⮚Azul de metileno (CSF) ⮚Coloração de Gram (cristal violeta e safranina) ⮚Coloração de Ácido-Resistente ⮚Coloração fluorescente (isotiocianato de fluoresceína e isetionato de tetrametilrodamina) ⮚Coloração com fluorocromo para micobactérias (auramina-rodamina) ⮚Laranja de acridina ⮚Calcoflúor Branco - Fungos ⮚Colorações com Impregnação pela Prata - espiroquetas ⮚Coloração de Wright-Giemsa ⮚Ácido periódico de Schiff - Fungos Fase Analítica •Processamento das Amostras - Culturas 1º Selecionar o meio de cultura primário apropriado para a amostra 2º Determinar a temperatura (35ºC) e atmosfera (>70% UR, CO2) ou anaeróbicas de incubação para o isolamento de todos os microrganismos de potencial significado 3º Determinar quais microrganismos isolados do meio primário necessitam de uma melhor caracterização 4º Determinar se são necessários testes de sensibilidade antimicrobiana Fase Analítica •Processamento das Amostras - Culturas • Selecionar o meio de cultura primário apropriado para a amostra ❑Sólido: Placas de ágar ❑Líquido: Caldo de cultura (hemocultura, peritonite, infecção peritoneal e artrite séptica) ❑Semi-sólido Fase Analítica •Processamento das Amostras - Culturas • Meios de culturas: A composição de um meio satisfatório dependerá da espécie que se está tentando identificar e cultivar, porque as necessidades nutricionais variam muito entre os microrganismos, sendo ainda que a função do meio depende da sua composição. • Não-seletivos: livres de inibidores e permitem o crescimento da maioria dos microrganismos. • Ex. ágar sangue • Hemólise 13/02/2025 7 Fase Analítica •Processamento das Amostras - Culturas • Seletivos:permite o crescimento de certos tipos de microrganismos e inibe o crescimento de outros microrganismos. • Contém inibidores, geralmente antibióticos, que tornam inviável o crescimento de certos microrganismos, sem inibir o crescimento do microrganismo alvo. • Ex. Ágar MacConkey inibe o crescimento de bactérias gram-positivas, selecionando assim as bactérias gram-negativas. Fase Analítica •Processamento das Amostras - Culturas • Diferenciais:Utilizados para diferenciar microrganismos ou grupos de microrganismos em um meio. A presença de determinados corantes ou de produtos químicos nos meios produzirão certas alterações características ou padrões de crescimento que são utilizados para a identificação ou a diferenciação de microrganismos. • Ex: Ágar MacConkey Fase Analítica •Processamento das Amostras - Culturas • Técnicas para transferência e para culturas de amostras • Seleção inadequada ou incorreta do meio de cultura ???? • Inoculação primária • Alça, agulha de platina ou níquel cromo, swab ou outro ⮚Calibrada 0,001 (x1000) mL • Bactérias • Fungos • CFU Estriamento para inoculação de amostras em placas de cultura para obter colônias isoladas •Esgotamento em estrias ou estrias múltiplas: transferir uma alçada da cultura para meio sólido em placa e estriar com a alça bacteriológica sobre o meio. • 3 estrias • 4 estrias 13/02/2025 8 Fase Analítica •Interpretação dos resultados • Habilidade • Parâmetros relevantes ⮚Características e número de cada tipo de colônia ⮚Pureza ⮚Coloração de Gram ⮚Morfologia ⮚Mudanças do meio *Contaminação – pele, espirro! 13/02/2025 9 Procedimentos Bioquímicos Diretos •Teste de catalase •Teste de solubilidade de bile •Teste de coagulase em lâmina •Teste de citocromo oxidase •Teste de Indol •Teste de MUG Teste de sensibilidade a agentes antimicrobianos •Orientar a escolha da terapia antimicrobiana mais adequada, o TSA representa uma importante ferramenta no monitoramento da evolução da resistência bacteriana e age também como um método auxiliar na implantação de medidas de controle que evitem a disseminação de bactérias multirresistentes. 13/02/2025 10 Fase pós-analítica •Relatos resultados •Interações com epidemiologistas •Análise dos resultados •Manutenção de amostras e registros Controle de Qualidade •Microbiologia •Bactérias validadas (ATCC, FIOCRUZ, IAL) •Fase pré-analítica: meios de cultura , corantes e processos. Microbiologia automatizada • Screening de Urina, Líquidos Biológicos • Teste de Suscetibilidade aos Antimicrobianos • Equipamento para Identificação de Bactérias em segundos • Caixa de Transporte com rastreabilidade • Monitoram as fases de crescimento da bactéria desde a inoculação em caldos de cultura específicos • Fornecendo curva de crescimento em tempo real • Contagem quantitativa de bactérias com resultados em UFC/mL • Todas as amostras são incubadas a 37°C e somente bactérias vivas são detectadas, enquanto interferentes de substâncias não replicantes, como eritrócitos, leucócitos, células mortas e sais presentes na amostra, são eliminados durante a leitura do zero inicial. Slide 1: Micologia, virologia e microbiologia clínica Slide 2: O que vamos estudar em Micologia, Virologia e microbiologia clínica? Slide 3: Bibliografia da disciplina Slide 4: Bibliografia da disciplina Slide 5: Bibliografia da disciplina Slide 6: Bibliografia da disciplina Slide 7: Bibliografia da disciplina Slide 8: Introdução a Microbiologia Clínica Slide 9: Microbiologia Slide 10: Microrganismos ou micro-organismos Slide 11: Classificação dos Seres Vivos Slide 12: Classificação dos Seres Vivos Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17: Patogenicidade Slide 18 Slide 19: Interações de hospedeiros e microrganismos Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26: Virulência Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33: Formação de biofilme Slide 34 Slide 35 Slide 36 Slide 37 Slide 38 Slide 39 Slide 40: Categorias de doenças infecciosas Slide 41: Bacteriologia Slide 42: Bactérias Slide 43: Bactérias Slide 44: Bactérias Slide 45 Slide 46 Slide 47 Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51 Slide 52 Slide 53 Slide 54: Reprodução Bacteriana Slide 55: Fases do crescimento bacteriano Slide 56 Slide 57 Slide 1: Micologia, virologia e microbiologia clínica Slide 2: Slide 3 Slide 4 Slide 5: Streptococcus sp. Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 1: Micologia, virologia e microbiologia clínica Slide 2: Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10: Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16: Fluxograma de identificação de Estreptococos e Enterococos Slide 17 Slide 1: Micologia, virologia e microbiologia clínica Slide 2: Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide14 Slide 1: Micologia, virologia e microbiologia clínica Slide 2: Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27 Slide 28 Slide 29 Slide 30 Slide 31 Slide 1: microbiologia clínica Slide 2 Slide 3: Fases do diagnóstico clínico Slide 4: Fase Pré-analítica Slide 5: Fase Pré-analítica - Coleta Slide 6: Fase Pré-analítica - Coleta Slide 7: Fase Pré-analítica - Coleta Slide 8: Fase Pré-analítica - Coleta Slide 9: Fase Pré-analítica - Coleta Slide 10: Fase Pré-analítica - Coleta Slide 11: Transporte das amostras Slide 12: Transporte das amostras Slide 13: Meios de transporte Slide 14: Conservação da Amostra Slide 15: Meio de transporte Slide 16: Fase pré-analítica Slide 17: Fase pré-analítica Slide 18: Tipos de amostras ou pedidos de culturas que devem ser rejeitados Slide 19: Fase Analítica Slide 20: Fase Analítica Slide 21: Fase Analítica Slide 22: Fase Analítica Slide 23: Fase Analítica Slide 24: Fase Analítica Slide 25: Fase Analítica Slide 26: Fase Analítica Slide 27: Fase Analítica Slide 28: Estriamento para inoculação de amostras em placas de cultura para obter colônias isoladas Slide 29: Fase Analítica Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35: Procedimentos Bioquímicos Diretos Slide 36: Teste de sensibilidade a agentes antimicrobianos Slide 37: Fase pós-analítica Slide 38: Controle de Qualidade Slide 39: Microbiologia automatizada