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Enfermagem no Pré-operatório Docente: Enfª Espª Allana Batista Especialista em saúde da mulher, pós-grad. em Enfermagem em Prevenção e Controle Hospitalar e Gestão de Qualidade e Segurança do Paciente. O que veremos nessa aula? 01 03 02 04 Resgate histórico do Centro Cirúrgico Ética no Centro Cirúrgico Centro Cirúrgico Períodos perioperatórios 05 06 08 07 Riscos Cirúrgicos Segurança do Paciente Classificação e terminologias cirúrgicas Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico Resgate Histórico do Centro Cirúrgico (CC) 01 Antiguidade – Cirurgias primitivas e sem técnicas adequadas. Idade média – Limites impostos pela igreja e falta de conhecimento anatômico. Renascimento – Andreas Versalius e anatomia. 1543 – Surgimento dos primeiros hospitais. Século 19 – Descoberta da anestesia em 1846. 1867 – Joseph Lister e a assepsia. Século 20 – Descoberta dos antibióticos e exames de imagem em 1940. Século 21 – Evolução do CC. Evolução das práticas em saúde e CC Andreas Versalius Livro “De humani corporis fabrica” Ética no Centro Cirúrgico 02 Beneficência e não maleficência Profissionais de saúde devem sempre agir no melhor interesse do paciente, garantindo que os benefícios da cirurgia superem os riscos. Procedimentos desnecessários ou que ofereçam mais riscos do que benefícios devem ser evitados. Confidencialidade Os profissionais devem proteger a privacidade do paciente, garantindo que informações pessoais e médicas sejam mantidas em sigilo e compartilhadas apenas com a equipe envolvida no cuidado do paciente. Justiça Exige que os recursos médicos sejam distribuídos de maneira justa e equitativa. No contexto de um centro cirúrgico, isso significa que todos os pacientes devem ter acesso igualitário aos cuidados cirúrgicos necessários, independentemente de sua condição socioeconômica, raça, gênero ou outras características pessoais. Obtenção do consentimento por parte do paciente Os pacientes devem ser informados de maneira clara e compreensível sobre o procedimento, incluindo os riscos, benefícios, alternativas e possíveis complicações. Este processo deve ser realizado de forma transparente e respeitosa, garantindo que o paciente tenha tempo para fazer perguntas e tomar uma decisão informada. Princípios éticos no CC Ética colaborativa Todos os membros da equipe cirúrgica devem respeitar as competências e contribuições uns dos outros, trabalhar de forma cooperativa e resolver conflitos de maneira ética e profissional. Gerenciamento de conflitos Conflitos de interesse podem surgir quando interesses pessoais ou financeiros interferem na objetividade e no julgamento profissional. É essencial que os profissionais de saúde no centro cirúrgico identifiquem e gerenciem esses conflitos de maneira transparente, sempre priorizando o bem-estar do paciente. Princípios éticos no CC Centro Cirúrgico (CC) 03 Finalidade É fornecer um ambiente controlado e seguro para a realização de procedimentos cirúrgicos. Este ambiente deve ser estéril para prevenir infecções e equipado com tecnologia avançada para monitorar e apoiar a saúde do paciente durante a cirurgia. Importância Centro Cirúrgico (CC) Garantir a segurança do paciente durante procedimentos invasivos. Um ambiente cirúrgico controlado, com medidas rigorosas de esterilização e técnicas de assepsia, reduz significativamente o risco de infecções, complicações e mortalidade. Áreas do Centro Cirúrgico Sala de operação É o local onde são realizados procedimentos cirúrgicos. É um ambiente altamente controlado e especializado, onde os profissionais da saúde trabalham em equipe para tratar doenças, corrigir problemas ou melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Alguns equipamentos que compõem uma sala de operação são: Mesa cirúrgica, mesas para instrumentação cirúrgica e mesas auxiliares, foco cirúrgico, aparelhos de monitorização, aspirador, bisturi elétrico, carrinho de anestesia, negatoscópio, canalização de ar e gases. Áreas do Centro Cirúrgico Sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) É o local onde o paciente é atendido após um procedimento cirúrgico ou diagnóstico. O objetivo é garantir a segurança e o bem-estar do paciente, além de prevenir complicações. A equipe da SRPA é composta por anestesiologistas e enfermeiros especializados. O paciente é monitorizado com oximetria de pulso, pressão arterial e monitorização cardíaca. A alta do paciente ocorre quando os efeitos da anestesia forem mínimos e não houver complicações. Áreas do Centro Cirúrgico Sala de esterilização / Centro de Material e Esterilização (CME) O CME presta assistência à todos os setores, disponibilizando materiais utilizados em variados procedimentos realizados pela instituição. Todo processo é monitorado por um controle seguro, que conta com indicadores que fiscalizam produtos e equipamentos para o preparo e esterilização de artigo médico hospitalar. Os produtos ofertados pelo setor são estéreis ou desinfectados, conforme sua especificidade, garantindo a qualidade e contribuindo para a prevenção e controle da infecção hospitalar. Áreas do Centro Cirúrgico Áreas de Suporte do CC São aquelas que garantem a segurança e a eficiência dos procedimentos cirúrgicos Expurgo: Área para receber, limpar, desinfetar e armazenar os materiais usados no centro cirúrgico Vestiário: Área de controle de acesso para os profissionais e visitantes autorizados Sala de recepção: Área para receber visitantes e acompanhantes Sanitários: Área com banheiros para a recepção e espera Área administrativa: Área para a gestão do centro cirúrgico Sala de distribuição de hemocomponente: Área para a distribuição de hemocomponentes; Depósito de material de limpeza: Área para armazenar material de limpeza; Rouparia: Área para armazenar roupas; Copa: Área de apoio; Sala de guarda de equipamentos: Área para guardar equipamentos Áreas do Centro Cirúrgico Áreas de Suporte do CC – Expurgo A sala de expurgo diminui os índices de contaminação, pois acumula todos os materiais e substâncias contaminadas em um único ambiente. Períodos perioperatórios 04 Visita pré-operatória de enfermagem A visita pré-operatória de enfermagem é uma etapa essencial no processo de cuidados perioperatórios. Este encontro não só facilita a interação entre o enfermeiro do centro cirúrgico (CC) e o paciente, mas também é fundamental para a coleta de informações, avaliação e planejamento de cuidados individualizados. Informações do prontuário - Histórico Médico: Doenças crônicas, cirurgias anteriores, alergias, reações a medicamentos, histórico familiar de doenças. - Exames Laboratoriais e de Imagem: Resultados recentes de exames de sangue, urina, raios-X, tomografias, etc. - Medicações em Uso: Lista de medicamentos prescritos e de uso contínuo. - Anotações Clínicas: Registros de consultas médicas, avaliações anteriores e qualquer intercorrência recente. - Planos de Tratamento: Detalhes do procedimento cirúrgico planejado, incluindo data, tipo de cirurgia e equipe cirúrgica envolvida.Visita pré-operatória de enfermagem A visita pré-operatória de enfermagem é uma etapa essencial no processo de cuidados perioperatórios. Este encontro não só facilita a interação entre o enfermeiro do centro cirúrgico (CC) e o paciente, mas também é fundamental para a coleta de informações, avaliação e planejamento de cuidados individualizados. Entrevista com o paciente - História Pessoal: Detalhes sobre a condição de saúde atual, sintomas, hábitos de vida (tabagismo, consumo de álcool, dieta, atividade física). - Experiências Anteriores: Cirurgias passadas, experiências com anestesia, reações a medicamentos. - Estado Emocional: Nível de ansiedade, medos, expectativas em relação à cirurgia. - Entendimento do Procedimento: Compreensão sobre o procedimento cirúrgico, riscos, benefícios e cuidados necessários no pós-operatório. Visita pré-operatória de enfermagem A visita pré-operatória de enfermagem é uma etapa essencial no processo de cuidados perioperatórios. Este encontro não só facilita a interação entre o enfermeiro do centro cirúrgico (CC) e o paciente, mas também é fundamental para a coleta de informações, avaliação e planejamento de cuidados individualizados. Entrevista com a família - Histórico Familiar: Doenças genéticas ou hereditárias, histórico de problemas de saúde na família. - Suporte Social: Rede de apoio disponível para o paciente durante a recuperação, condições de moradia. - Observações e Preocupações: Percepções sobre o estado de saúde do paciente, preocupações específicas em relação à cirurgia e à recuperação. Transporte e recepção para o CC Verificar estabilidade do paciente Verificar equipamentos necessários Acompanhar e monitorar sinais vitais Manter comunicação com a equipe Manter o paciente confortável No CC: Reconfirmar a identidade do paciente Assegurar toda a documentação Preparar paciente para procedimento Reavaliar paciente Manter registro detalhados do processo Períodos operatórios Pré-operatório Pós-operatório Transoperatório Períodos operatórios Pré-operatório O período pré-operatório é o tempo que antecede a cirurgia e é crucial para preparar o paciente para o procedimento. Pré-operatório imediato Pré-operatório tardio Períodos operatórios Pré-operatório tardio Começa no momento da indicação da cirurgia e termina 24h antes do seu início. Avaliação clínica Planejamento Logístico Preparação física Consentimento Períodos operatórios Pré-operatório imediato O pré-operatório imediato é o período de 24 horas que antecede a cirurgia e que prepara o paciente para o procedimento. Jejum Avaliação final Preparação física Orientações Documentação Medicações Períodos operatórios Transoperatório O período transoperatório começa quando o paciente é recebido no centro cirúrgico e dura até o momento em que é encaminhado para a Sala de Recuperação Pós-Anestésica (SRPA). Recepção e Identificação Realização da cirurgia Posicionamento Encerramento Monitorização contínua Indução anestésica Transferência Contagem de materiais Períodos operatórios Posições cirúrgicas Períodos operatórios Pós-operatório O período pós-operatório é o tempo que se segue à cirurgia e é crucial para a recuperação do paciente. Pós operatório tardio Pós operatório imediato Pós-operatório mediato Períodos operatórios Pós-operatório imediato É a fase que se inicia no final da cirurgia e até as primeiras 24 horas após. Admissão na SRPA Avaliação de complicações Controle da dor Mobilização precoce Reintrodução da dieta Monitorização Períodos operatórios Pós-operatório mediato É a fase que se inicia após as 24 horas de cirurgia e vai até a alta hospitalar do paciente. Continuação da monitorização Educação do paciente Reabilitação Cuidados com a ferida Períodos operatórios Pós-operatório tardio É a fase que se inicia com a alta hospitalar e vai até a alta médica. Acompanhamento ambulatorial Reabilitação contínua Educação permanente Avaliação da recuperação Riscos Cirúrgicos 05 Manter práticas rigorosas de higiene e controle de infecção, como lavagem das mãos e esterilização de equipamentos, administração de antibióticos profiláticos, e observar sinais de infecção. É preciso garantir o controle adequado da hemostasia durante a cirurgia. Bem como monitorar sinais de sangramento, como aumento de drenagem, e ajustar a terapia conforme necessário. Podem variar desde efeitos leves, como náuseas, até reações graves, como anafilaxia. Infecções na ferida operatória Reações adversas à anestesia Complicações de sangramento Riscos cirúrgicos Trombose Venosa Profunda Sendo indicado o uso de anticoagulantes e/ou dispositivos de compressão para prevenir a formação de coágulos e incentivado a mobilização e o movimento das pernas após a cirurgia. Segurança do Paciente no CC 06 Protocolos Segurança do Paciente Identificação e Verificação Antes da cirurgia realize a verificação dupla da identidade do paciente, do procedimento a ser realizado e do local da cirurgia. O time-out é conduzido pela equipe de enfermagem, que atua como barreira adicional para evitar falhas. Time Out (OMS) É uma pausa realizada antes do início de uma cirurgia, com o objetivo de evitar erros na operação. Realizado na sala de cirurgia, antes da incisão na pele. Durante a pausa, a equipe confirma que todos os itens de segurança estão em ordem. Protocolos Segurança do Paciente Controle de Infecção Utilização correta dos EPI’s Lavagem das mãos Desinfecção e esterilização Protocolos Segurança do Paciente Monitoramento e avaliação Monitoramento contínuo dos sinais vitais Verificação de equipamentos Segurança da anestesia Protocolos Segurança do Paciente Prevenção de lesões Posicionamento adequado do paciente Hemostasia Mobilização e anticoagulação Protocolos Segurança do Paciente Comunicação e coordenação Comunicação clara com a equipe Reuniões de pré-procedimento Garanta uma comunicação clara e eficaz entre todos os membros da equipe cirúrgica, incluindo cirurgiões, anestesistas e enfermeiros. Realize reuniões de equipe para discutir o plano cirúrgico e quaisquer considerações especiais antes do início do procedimento. Protocolos Segurança do Paciente Segurança no manuseio de medicamentos Verificação Reação a medicamentos Verifique cuidadosamente a administração de medicamentos, incluindo doses e horários. Observe o paciente para qualquer reação adversa a medicamentos e tenha um plano de ação para lidar com eventos adversos. Rotulagem Certifique-se de que todos os medicamentos estejam corretamente rotulados e armazenados. Protocolos Segurança do Paciente Procedimentos de Emergência Protocolos de emergência Equipamentos de emergência ao alcance Tenha protocolos claros para lidar com emergências, como paradas cardíacas ou reações adversas graves. Mantenha equipamentos de emergência, como desfibriladores e kits de ressuscitação, acessíveis e prontos para uso. Planos de Contingência Protocolos Segurança do PacienteEducação e Treinamento Treinamentos Simulações Realize treinamentos regulares para a equipe sobre práticas de segurança, controle de infecção e procedimentos de emergência. Conduza simulações de emergência para garantir que a equipe esteja preparada para lidar com situações críticas. Capacitação da equipe Protocolos Segurança do Paciente Documentação e revisão Documentação Análise de incidentes Mantenha registros detalhados de todos os aspectos do procedimento, incluindo monitoramento de sinais vitais, administração de medicamentos e qualquer incidente ou complicação. Realize análises de incidentes e revisões pós-procedimento para identificar áreas de melhoria e implementar mudanças para melhorar a segurança do paciente. Registro detalhado e revisão pós-procedimento Classificações e Terminologias Cirúrgicas 07 Classificação das cirurgias POR TIPO DE PROCEDIMENTO Curativas Diagnósticas Paliativas Classificação das cirurgias POR TIPO DE PROCEDIMENTO Reconstrutivas Estéticas Preventivas Classificação das cirurgias POR COMPLEXIDADE Simples Complexas Classificação das cirurgias POR URGÊNCIA Emergência Eletivas Classificação das cirurgias ABORDAGEM TÉCNICA Abertas Fechadas Terminologias Cirúrgicas TEMPOS CIRÚRGICOS Hemostasia Terminologias Cirúrgicas TIPOS DE ANESTESIA Nome Conceito Ressecção Remoção de uma parte de um órgão ou tecido Anastomose Conexão cirúrgica entre duas estruturas, como partes do intestino. Biopsia Remoção de uma amostra de tecido para análise patológica. Laparoscopia Procedimento minimamente invasivo usando uma câmera e instrumentos através de pequenas incisões. Endoscopia Técnica de visualização interna usando um endoscópio, que pode ser inserido através de cavidades naturais ou pequenas incisões. Bypass Criação de uma nova rota para o fluxo sanguíneo ou fluido, como em um bypass cardíaco. Cateterismo Inserção de um cateter para diagnóstico ou tratamento, como em angioplastia. Terminologias cirúrgicas Prevenção de Infecção de Sítio Cirúrgico 08 Infecção Hospitalar Adquirida Durante uma cirurgia, a prevenção de Infecções de Sítio Cirúrgico (ISC) é uma prioridade crucial. Os microrganismos responsáveis por essas infecções podem vir de diversas fontes, sendo que a maioria é endógena, ou seja, provenientes do próprio paciente. Fontes endógenas Pele A pele é um habitat para diversos microrganismos, incluindo Staphylococcus aureus, Streptococcus, e Corynebacterium. Cavidades Naturais As mucosas nas cavidades naturais, como boca, nariz, faringe e trato gastrointestinal, são colonizadas por microrganismos que podem contaminar o sítio cirúrgico. Exemplos incluem Staphylococcus, Streptococcus, Enterobacteriaceae e Bacteroides. Durante uma cirurgia, a prevenção de Infecções de Sítio Cirúrgico (ISC) é uma prioridade crucial. Os microrganismos responsáveis por essas infecções podem vir de diversas fontes, sendo que a maioria é endógena, ou seja, provenientes do próprio paciente. Mecanismos de contaminação Desvio de Bactérias Microrganismos presentes em áreas distantes do sítio cirúrgico podem ser deslocados e introduzidos na área operatória durante a manipulação. Introdução de Fluidos Fluidos corporais, como sangue e secreções, podem conter microrganismos que, se não forem adequadamente controlados, podem contaminar o local da cirurgia. Infecção Hospitalar Adquirida Durante uma cirurgia, a prevenção de Infecções de Sítio Cirúrgico (ISC) é uma prioridade crucial. Os microrganismos responsáveis por essas infecções podem vir de diversas fontes, sendo que a maioria é endógena, ou seja, provenientes do próprio paciente. Infecções ativas no paciente Infecções Preexistentes Pacientes com infecções ativas, como infecções de pele, sinusites ou infecções urinárias, podem ter patógenos que se espalham para o sítio operatório durante o procedimento. Portadores de Patógenos Pacientes que são portadores de microrganismos patogênicos (como MRSA ou VRE) têm um risco aumentado de transmissão desses patógenos para o local da cirurgia. Infecção Hospitalar Adquirida Durante uma cirurgia, a prevenção de Infecções de Sítio Cirúrgico (ISC) é uma prioridade crucial. Os microrganismos responsáveis por essas infecções podem vir de diversas fontes, sendo que a maioria é endógena, ou seja, provenientes do próprio paciente. Mecanismos de contaminação Disseminação Hematogênica Patógenos podem ser transportados através do sangue para o local operatório, especialmente se houver uma infecção bacteriana sistêmica. Contaminação Direta Durante a cirurgia, se houver contato com áreas infectadas ou drenagem de abscessos, microrganismos podem ser introduzidos no sítio cirúrgico. Infecção Hospitalar Adquirida Medidas de Controle de Infecção Hospitalar MEDIDA ESTRATÉGIA CONCEITO Preparação da pele Antissepsia pré-operatória Realize a desinfecção adequada da pele do paciente antes da cirurgia, utilizando soluções antissépticas como clorexidina ou iodopovidona. Profilaxia Antibiótica Administração de Antibióticos Administre antibióticos profiláticos antes da cirurgia, geralmente dentro de 60 minutos antes do início do procedimento. Técnica Asséptica Manutenção da Técnica Asséptica Garanta que todos os membros da equipe cirúrgica sigam rigorosamente as práticas assépticas, incluindo o uso de luvas estéreis, aventais, máscaras e proteção ocular. Controle de Temperatura Corporal Manutenção da Temperatura Corporal Mantenha a normotermia durante a cirurgia, utilizando aquecedores e cobertores térmicos para evitar a hipotermia. Medidas de Controle de Infecção Hospitalar MEDIDA ESTRATÉGIA CONCEITO Controle de Fluidos Corporais Gestão de Fluidos Utilize técnicas adequadas para a gestão e controle de fluidos corporais e secreções, incluindo a aspiração e a troca de campos cirúrgicos contaminados. Limpeza e Desinfecção do Ambiente Cirúrgico Manutenção da Higiene do Ambiente Realize a limpeza e desinfecção rigorosas das superfícies e equipamentos no ambiente cirúrgico. Monitoramento Pós-Operatório Vigilância e Cuidados com Feridas Monitore e cuide adequadamente das feridas pós-operatórias para identificar e tratar infecções precocemente. Educação e Treinamento da Equipe Capacitação Contínua Realize treinamentos regulares para a equipe sobre práticas de controle de infecção e novas diretrizes. Programa “Cirurgias Seguras Salvam Vidas” O programa “Cirurgias Seguras Salvam Vidas” é uma iniciativa global lançada em 2008 pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em colaboração com a Universidade de Harvard. Ele foi criado para melhorar a segurança e a qualidade das cirurgias em todo o mundo. Checklist de Cirurgia Segura Verificação pós-operatória Verificação durante a cirurgia Verificação pré-operatória Aspectos psicossociais vivenciados pelo paciente com problemas cirúrgicos O medo do desconhecido, preocupações com o resultado da cirurgia e o medo de complicações são comuns. A adaptação à nova condição de saúde pode ser desafiadora, especialmente se houver mudanças permanentes na qualidade de vida. A capacidade de realizar atividades diárias pode ser comprometida, afetando a independência e a qualidade de vida. Dúvidas? allanabatista.enf@gmail.com Obrigada! 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