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AULA 3. ESTRUTURAS DO TGI
Profa. Dra. Isabela Jorge dos Santos
Dentes: São responsáveis pela mastigação do alimento e variam em número, forma e função dependendo da espécie do animal. Reduzem o tamanho das partículas de alimento e aumentam a superfície de contato para ação química. 
Estão divididos em incisivo, canino, pré-molares e molares. Heterodontia - cada dente possui uma função. 
6 INCISIVOS
2 CANINOS
2 PRE MOLARES
5 MOLARES
Cães: + pre molares e molares
Hábito alimentar
HÁBITO ALIMENTAR >> DENTIÇÃO
Há dois tipos: 
- Braquiodonte: coroa clínica curta, colo evidente; esmalte cobre a coroa e o cemento a raiz - carnívoros. 
- Hipsodonte: coroa clínica alta, sem colo evidente, esmalte e cemento recobre toda a raiz ( devido ao hábito de mastigação 	dos herbívoros ocorre o desgaste do dente - mas ele continua a crescer) - herbívoros
Podendo ser decíduos ( temporários) e permanentes.
Hipsodonte
Composição dentária
1. Esmalte: material inorgânico mineralizado que se estende da coroa ao colo; calcificada e branco brilhante- porção externa é a subs mais rígida do corpo - insubstituível. 
2. Dentina: material inorgânico, calcificada e amarelada sendo a maior parte do dente. 
3. canal pulpar: tecido que nutre o dente - vasos e nervos, cell mesenquimais, odontoblastos. função de formar células, sensibilidade e nutrição. 
5.Cemento: reveste e protege a raiz do dente braquiodonte e coroa do hipsodonte, calcificada amarelo escuro;
Alvéolo dentário é a cavidade onde o dente se fixa
BOVINO
INCISIVOS SUPERIORES: NÃO TEM
BOVINOS, OVINOS, CAPRINOS
INCISIVOS SUPERIORES: NÃO TEM
ALMOFADA DENTAL
ALMOFADA DENTAL
HÁBITO ALIMENTAR >> DENTIÇÃO
6 INCISIVOS
2 CANINOS
2 PRE MOLARES
5 MOLARES
Músculos da mastigação
Fortes e potentes, varia entre espécie, ele ama mandíbula e fecham a boca, sendo 4 músculos Principais: 
Masseter
Temporal
Pterigóideo 
Músculo digástrico
Masseter ( bochecha ) musculatura, levanta a mandíbula, dividido em fibras superficiais, médias, profundas - nervo mandibular;
Temporal ( na tempora ) possibilita mastigação lateral - ruminantes
Pterigóideo ( parte debaixo do crânio ) nervo mandibular, levanta a mandíbula 
Músculo digástrico abaixo da mandíbula - possibilita a abertura da mandíbula.- nervo mandibular. 
Faringe
Dividida em duas cavidades através do palato mole: orofaringe, que é a porção responsável pela conexão com a parte oral, e a nasofaringe, porção vinculada à parte nasal.
NASO
ORO
Faringe
Orofaringe : extensão da cavidade bucal que a conecta com o esôfago;
Deglutição: cessa a respiração, o palato mole se eleva e fecha a abertura da nasofaringe e a língua posiciona-se contra o palato duro, fecha a glote e faz a deglutição para o esôfago.
A faringe é um tubo musculado coberto por uma mucosa. Este órgão está envolvido no transporte comum dos alimentos, dos líquidos, da saliva e do ar inspirado.
Faringe
O esôfago é um tubo muscular oco que liga a faringe ao estômago;
Tubo muscular modificado para movimentação do alimento para o estômago; MOVIMENTO PERISTÁLTICO
Presença de glândulas mucosas: muco para facilitar o transito
2. ESÔFAGO
ESFINCTER: estrutura muscular em forma de anel, que circunda uma abertura ou canal natural, controlando a sua abertura ou oclusão. Existem vários esfíncteres ao longo do TGI
Final do esôfago: Esfíncter cárdico. Também chamado de esfíncter esofágico inferior , pertence ao sistema digestório e situa-se na transição entre o esôfago e o estômago . À região de transição entre o esôfago e o estômago dá-se o nome de Cárdia
Formado com por:
Mucosa (M) – possui glândulas
Submucosa (S) – possui glândulas e é altamente vascularizada;
Camada muscular (Mu) é composta por duas camadas a circular interna e a longitudinal externa.
Camada serosa (Se) – apenas abaixo no diafragma.
2. ESÔFAGO
2. ESÔFAGO
Na porção final do esôfago, o músculo circular esofágico funciona como um esfíncter esofágico inferior, denominado esfíncter gastroesofágico. Quando uma onda peristáltica descendente pelo esôfago, há um relaxamento do esfíncter gastroesofágico, permitindo a fácil propulsão do alimento par o estômago.
Equídeos: esfíncter gastroesofágico muito desenvolvido;
Não permite regurgitação
Órgão digestório oco. Estoca, por algum tempo, o alimento ingerido. Secreta o suco gástrico. A presença de alimento no estômago induz a produção de suco gástrico
As contrações rítmicas do estômago são fracas e servem para misturar o alimento e as secreções gástricas;
3. ESTÔMAGO
3. ESTÔMAGO
Dilatação do tubo digestivo;
Presença de MUITAS glândulas;
Altamente vascularizado;
Ambiente ácido (Hcl);
pH 1,5 a 2,5
Reservatório;
Controla a velocidade de liberação;
Sítio ativo de digestão de proteínas (++++) e carboidratos (-);
http://emecolombia.foroactivo.com/t1481-historia-clinica-sistema-digestivo-maira-camelo-cod-102102011
Histologia do tecido gástrico
Mucosa pregeada
Camada muscular da mucosa
Plexo submucoso
Musculo circular
Musculo Longitudinal
Camada da serosa
Glândulas presença na região da Mucosa
MONOGÁSTRICOS: 1 ESTÔMAGO
POLIGÁSTRICO (RUMINANTE): 4 ESTÔMAGOS
3 PRE ESTÔMAGOS
RUMEN
RETÍCULO
OMASO
1 ESTÔMAGO VERDADEIRO
ABOMASO
RUMINANTE: NASCE COM 3 PRE ESTÔMAGOS AFUNCIONAIS;
EM RUMINANTES FILHOTES A DIGESTÃO É REALIZADA MARJORITARIAMENTE NO ABOMASO
ESTÔMAGO: GLANDULAR
RUMINANTES: SOMENTE O ABOMASO É GLANDULAR
Abomaso – estômago ‘verdadeiro’
GLANDULAR: POSSUI GLÂNDULAS QUE PRODUZEM SECREÇÕES DIGESTIVAS, SECREÇÕES DE PROTEÇÃO E HORMÔNIOS.
ESTÔMAGO VERDADEIRO
ABOMASO
REVESTIMENTOS DOS ESTÔMAGOS DOS RUMINANTES
RUMEN
PRESENÇA DE PAPILAS ABSORTIVAS
RETÍCULO
‘FAVOS DE MEL’
OMASO
‘PREGAS’
ABOMASO – ESTOMAGO VERDADEIRO
PRESENÇA DE GLANDULAS PRODUTORAS DE MUCO, HCl, PEPSINOGÊNIO.
*MESMO PADRÃO – ESTÔMAGO VERDADEIRO
MONOGÁSTRICOS: 1 ESTÔMAGO
AVES
ESTÔMAGO  PROVENTRÍCULO
PRESENÇA DO PAPO: RESERVATÓRIO E INICIO DA DIGESTÃO
PRESENÇA DA MOELA ‘ESTÔMAGO MUSCULAR’
PAPO
•O papo corresponde a uma dilatação da porção posterior do esôfago e serve para armazenar o alimento coletado, ocorrendo alguma fermentação e embebição dos alimentos com secreções, preparando-os para a digestão gástrica posterior.
•O papo também permite a regurgitação de alimentos previamente digeridos para os filhotes.
Estômago das aves
Moela ‘estômago muscular’
Função de trituração / maceração dos alimentos;
Função digestiva para proteínas e carboidratos;
Musculatura muito forte;
Mucosa espessa resistente ao HCl
Muito pequeno: representa 7 a 10% do TGI;
Baixa capacidade de armazenamento;
Região aglandular (saco cego);
Região glandular: Abaixo da túnica
muscular Margo Plicatus.
Estômago dos equídeos
Mucosa do estômago dos equídeos
Glândulas gástricas e secreções
Glândulas mucosas do colo: recobrem a superfície da mucosa gástrica
Glândulas gástricas (ou oxínticas): região da cardia, do fundo e do corpo.
	ácido clorídrico
	pepsinogênio
		
Glândulas pilóricas: Região do piloro
	gastrina
As células epiteliais superficiais secretam um líquido aquoso que contém Bicarbonato (HCO3) 
Glândulas gástricas e secreções
RUMINANTE: NASCE COM 3 PRE ESTÔMAGOS AFUNCIONAIS;
RUMINANTE FUNCIONAL APÓS 5 MESES;
EM RUMINANTES FILHOTES A DIGESTÃO É REALIZADA MARJORITARIAMENTE NO ABOMASO.
DESENVOLVIMENTO DOS PRE ESTOMAGOS E MICROBIOTA RUMINAL
RUMINANTE NASCE COM O RUMEN AFUNCIONAL;
SEM A PRESENÇA DE MOS.
LEITE DIGERIDO NO ABOMASO – GOTEIRA ESOFÂGICA.
RUMINANTE FUNCIONAL APÓS 4 MESES DE IDADE.
Ruminantes lactentes;
Pilares musculares que se organizam na parede dorsal do retículo, formando uma calha ate o abomaso.
Nervo glossofaringeano estimulado pelo movimento de sucção e por quimireceptores na faringe (ativado pelo leite)
GOTEIRA ESOFÂGICA
Fornecimento de leite – colostro para lactentes: posição anatômica do comportamento natural
Leitedeve ser digerido no abomaso!!!
DESENVOLVIMENTO DOS PRE ESTOMAGOS E MICROBIOTA RUMINAL
MUITO OBRIGADA PELA SUA ATENÇÃO! 
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