Prévia do material em texto
Débora Rangel Arruda Enfermeira-FACENE Msa.Ciências da Saúde UNA-SUS Esp. Gestão nas Regiões de Saúde SIRIO LIBANÊS Esp. Saúde Pública-FIP Esp. Saúde da Família-FIP Esp. Saúde Coletiva-FIP População Indígena no Brasil “Identidade e pertencimento étnico não são conceitos estáticos, mas processos dinâmicos de construção individual e social. Dessa forma, não cabe ao Estado reconhecer quem é ou não indígena, mas garantir que sejam respeitados os processos individuais e sociais de construção e formação de identidades étnicas.” • Convenção 169 da OIT sobre Povos Indígenas e Tribais, promulgada integralmente no Brasil pelo Decreto nº 5.051/2004, • Estatuto do Índio (Lei 6.001/73) • Critérios utilizados consistem: a) auto-declaração e consciência de sua identidade indígena; b) reconhecimento dessa identidade por parte do grupo de origem Fonte: http://www.funai.gov.br/index.php/todos-ouvidoria/23-perguntas-frequentes/97-pergunta-3 Caracterização Geral •896,9 mil indígenas –36,2% em área urbana –63,8% na área rural •305 Etnias –Cosmologia –Modo de Vida –Compreensão de Saúde e Doença •274 Línguas • Faixa Etária • 36,2% - 0 a 14 anos • 58,2% - 15 a 64 anos • Analfabetismo • 33,4% • 30,4% - homens • 36,5% - mulheres • 38,4% - não tem certidão de nascimento • Remuneração - Sudeste • 25,9% - até 1 salário mínimo • 34,7% - sem remuneração • Saneamento Básico – Sul/Sudeste • 60,9% - algum tipo de esgotamento • Fossa Rudimentar CURIOSIDADES!!! • Diversos povos Indígenas acreditam que o que forma a criança durante a gestação é o material que o homem coloca dentro da mulher (“esperma”). Assim uma mulher quando grávida precisa ter relações sexuais todos os dias para garantir que seu filho não tenha nenhuma má-formação. Quando o marido precisa se ausentar da aldeia para caçar ou viajar ele designa alguém para cumprir seu papel e fazer sexo diariamente com sua esposa. • As doenças sexualmente transmissíveis vêm crescendo dentre estas populações. •Marcos Legais •E •Política de Saúde para Povos Indígenas • Constituição Federal – Art. 231. São reconhecidos aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições, e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam... • Lei Arouca - Lei Nº 9.836, de 23/09/1999 – Cria o Subsistema de Atenção à Saúde Indígena – Art. 19-F. Dever-se-á obrigatoriamente levar em consideração a realidade local e as especificidades da cultura dos povos indígenas e o modelo a ser adotado para a atenção à saúde indígena, que se deve pautar por uma abordagem diferenciada e global, contemplando os aspectos de assistência à saúde, saneamento básico, nutrição, habitação, meio ambiente, demarcação de terras, educação sanitária e integração institucional. • Portaria 254, de 31/01/2002 – Art. 1º Aprovar a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas, cuja íntegra consta do anexo desta Portaria e dela é parte integrante. – Diretrizes • Distrito Sanitário Especial Indígena – Conceito – Organização • Preparação de recursos humanos para atuação em contexto intercultural • Monitoramento das ações de saúde • Articulação dos Sistemas Tradicionais Indígenas de Saúde • Promoção ao uso adequado e racional de medicamentos • Promoção de ações específicas em situações especiais • Promoção da ética nas pesquisas e nas ações de atenção à saúde envolvendo comunidades indígenas • Promoção de ambientes saudáveis e proteção à saúde indígena • Controle social • Decreto nº 7508, de 28/06/2011 – Regulamenta a Lei nº 8080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre a organização do Sistema Único de Saúde – SUS, o planejamento da saúde, a assistência à saúde e a articulação interfederativa, e dá outras providências. – Art. 11. O acesso universal e igualitário às ações e aos serviços de saúde será ordenado pela atenção primária e deve ser fundado na avaliação da gravidade do risco individual e coletivo e no critério cronológico, observadas as especificidades previstas para pessoas com proteção especial, conforme legislação vigente. • Parágrafo único. A população indígena contará com regramento diferenciados de acesso, compatíveis com suas especificidades e com a necessidade de assistência integral à sua saúde, de acordo com disposições do Ministério da Saúde. Atenção à Saúde • Atenção Básica – Responsabilidade da SESAI/MS • Equipe Multiprofissional de Saúde Indígena (EMSI) – Relação direta com Municípios • Unidade Básica de Saúde/Programa de Saúde da Família • Atenção Média/Alta Complexidade e Diagnósticos – Responsabilidade do Município/Estado • Especialidades – Ambulatórios • Hospitais de Referência Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas Garantir aos povos indígenas o acesso à atenção integral à saúde, de acordo com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, contemplando a diversidade social, cultural, geográfica, histórica e política, de modo a favorecer a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde de maior magnitude e transcendência entre os brasileiros, reconhecendo a eficácia de sua medicina e o direito desses povos à sua cultura.” (FUNASA, 2002, p. 13). • Preparação de Recursos Humanos para Atuar em Contexto Intercultural • Agente Indígena de Saúde • Atualização/aperfeiçoamento/especialização para gestores, profissionais de saúde e assessores técnicos (indígenas e não-indígenas) Articulação dos Sistemas Tradicionais Indígenas de Saúde • O reconhecimento da diversidade social e cultural dos povos indígenas, a consideração e o respeito dos seus sistemas tradicionais de saúde são imprescindíveis para a execução de ações e projetos de saúde e para a elaboração de propostas de prevenção/promoção e educação para a saúde adequadas ao contexto local. • O princípio que permeia todas as diretrizes é o respeito às concepções, valores e práticas relativos ao processo saúde-doença próprios a cada sociedade indígena e a seus diversos especialistas. • A articulação com esses saberes e práticas deve ser estimulada para a obtenção da melhoria do estado de saúde dos povos indígenas. Atenção Diferenciada • Estudos epidemiológicos e antropológicos - insucesso de políticas públicas de programação em saúde por não considerarem a “construção de sentido”, essas representações sociais sobre o processo de adoecimento entre os povos tradicionais (RODRIGUES et al, 2015) • Articulação entre os serviços de saúde e as práticas de autoatenção realizadas por uma comunidade particular (MENÉNDEZ, 2003) • “A construção de um modelo de atenção diferenciada para os povos indígenas requer que os profissionais de saúde desenvolvam uma postura reflexiva e antropológica nas suas intervenções em saúde. Essa postura é necessária para que eles se mantenham abertos para ouvir e aprender através do que o outro está comunicando sobre sua experiência de doença e para que possam relativizar seu conhecimento numa tentativa de construir uma atenção diferenciada que respeite os conhecimentos e práticas de saúde do grupo indígena. Então, nesse sentido de processo de doença, como processo sociocultural, é um processo que em parte é social, envolvendo interação e negociação do grupo, e por outro lado envolve as subjetividades.” (LANGDON, 2009). O Profissional e a Saúde Indígena • A competência clínica e a competência cultural são essenciais para oferecer o “diferencial” da escuta e compreensão do indígena e do seu universo. • O desenvolvimento desta competência cultural resulta da disposição dos profissionais de saúde para despirem-se de seus valores para entender a cultura indígena, relativizar seu conhecimento biomédico, desconstruirpráticas etnocêntricas, demonstrar respeito à cultura indígena e interesse pela história do povo que irá atender. RODRIGUES (et al, 2015) • “Conhecer o diferente passa por uma reflexão sobre a nossa prática, confirma a necessidade de se dispor a ouvir, se dispor ao diálogo. Esta é uma das habilidades mais importantes que os profissionais de saúde que atuam em saúde indígena devem exercitar e construir. Quando nos dispomos a ouvir, não só ouvir, mas escutar, e exercer nosso papel de interlocutores, estamos trabalhando com a perspectiva de repensar nossa própria cultura, relativizar nossos próprios paradigmas. Muitas vezes nem percebemos o quanto estamos mergulhados em nossas referências científicas, muitas vezes nos parecem óbvias algumas atitudes diante de determinados problemas mas, na realidade, não são absolutamente óbvios para os atores envolvidos.” (MENDONÇA, 2010) SESAI • A Secretaria de Saúde Indígena (SESAI) é responsável por coordenar e executar a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e todo o processo de gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS) no Sistema Único de Saúde (SUS). • A Secretaria de Saúde Indígena conta com mais de 22 mil profissionais de saúde, sendo que destes, 52% são indígenas, e promove a atenção primária à saúde e ações de saneamento, de maneira participativa e diferenciada, respeitando as especificidades epidemiológicas e socioculturais destes povos. • Criada em 2010, a Secretaria de Saúde Indígena (SESAI) do Ministério da Saúde atende mais de 762 mil indígenas aldeados em todo o Brasil. https://www.gov.br/saude/pt-br https://www.gov.br/saude/pt-br Departamento de Atenção Primária à Saúde Indígena • O Departamento de Atenção Primária à Saúde Indígena (DAPSI) é responsável pela condução das atividades de atenção integral à saúde dos povos indígenas, por meio da atenção básica, da educação em saúde e da articulação interfederativa, ou seja, articulação com os demais gestores do SUS para provimento das ações complementares e especializadas. • A atenção integral à saúde indígena é composta por um conjunto de ações para a implementação da Atenção Primária à Saúde nos territórios indígenas. Estas ações visam promover a proteção, a promoção e a recuperação da saúde desses povos de maneira participativa e diferenciada, respeitando-se as especificidades epidemiológicas e socioculturais dos povos indígenas e articulando saberes no âmbito da atenção. • Além disso, contempla também as ações de articulação com os serviços de média e alta complexidade de modo a atender integralmente as necessidades de saúde dos povos indígenas, assim como o apoio para o acesso desses povos à referida rede de serviços". Vigilância em Saúde • A Vigilância em Saúde (VS) nos DSEI é um processo contínuo e sistemático de coleta, análise e interpretação de dados sobre a situação em saúde das populações indígenas. Deste processo, resultam informações que são usadas para planejamento e implementação de ações em saúde, por parte dos gestores e equipes técnicas responsáveis. Neste contexto, a Vigilância Epidemiológica procura levantar informações para adoção de medidas de prevenção e controle de doenças e agravos relacionados a possíveis eventos de saúde. • A principal fonte de dados/informações é o Sistema de Informação de Atenção à Saúde Indígena (SIASI). São, também, de interesse, dados/informações produzidos extra setorialmente, cabendo, aos gestores do sistema de saúde, a articulação com os diversos órgãos que os produzem, de modo a complementar e estabelecer um fluxo regular de informação, em cada nível de gestão do SUS e posterior inserção de dados no SIASI local. • A SESAI realiza ações que incluem a vigilância epidemiológica para a prevenção e o controle da reintrodução ou aumento de doenças transmissíveis, como sarampo, malária, tuberculose, infecções sexualmente transmissíveis, hanseníase, geohelmintíase, oncocercose, esquistossomose, leishmaniose, acidentes por animais peçonhentos, entre outros agravos da lista nacional de doenças de notificação compulsória do Ministério da Saúde e de importância epidemiológica para os territórios indígenas. • Para incorporar o uso da informação na adoção de medidas de prevenção dos óbitos evitáveis são implementadas as ações de vigilância do óbito (identificar, investigar, analisar e monitorar os óbitos), em conformidade com as normativas do Ministério da Saúde. • Ainda para apoiar a estruturação da VS nos DSEI, teve início em 2021 a implantação de 34 Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS) que atuam na identificação, monitoramento e resposta a possíveis emergências em saúde pública; contando com a presença de um epidemiologista de campo. Educação Permanente e Educação em Saúde • O processo de aprendizagem no trabalho preconizado pelo MS, por meio da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde - PNEPS - instituída por meio da Portaria GM/ MS nº 198/2004, visa a qualificação e aperfeiçoamento do processo de trabalho em vários níveis, orientando-se para a melhoria do acesso, qualidade e humanização na prestação de serviços e para o fortalecimento dos processos de gestão político-institucional. • Considerando essa perspectiva, a SESAI integra os diferentes serviços de saúde e cria espaços coletivos para a reflexão e a avaliação das ações e técnicas do campo da saúde indígena, com análises do cotidiano do trabalho e da formação em saúde. • A Educação Permanente dos profissionais em saúde que atuam nos territórios indígenas é uma das diretrizes da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI) Portaria nº 254/2002, que visa garantir aos povos indígenas o acesso à atenção integral à saúde, de acordo com os princípios e diretrizes do SUS, contemplando a diversidade social, cultural, geográfica, histórica e política de modo a favorecer a superação dos fatores que tornam essa população mais vulnerável aos agravos à saúde de maior magnitude e transcendência entre os brasileiros, reconhecendo a eficácia de suas medicinas e o direito desses povos à sua cultura. • No âmbito da atenção à saúde indígena, a Educação Permanente tem dois enfoques: a aprendizagem significativa dos processos e práticas diárias, visando o aperfeiçoamento das ações realizadas, e o desenvolvimento de pessoas para atuação em contexto intercultural. Isto significa que a Educação Permanente na saúde indígena objetiva operacionalizar atividades educativas de caráter contínuo, voltada para a prática educativa que se orienta pelo cotidiano das atividades, partindo da reflexão crítica sobre os problemas referentes à qualidade da assistência, assegurando a participação multiprofissional e interdisciplinar, favorecendo a construção de novos conhecimentos e intercâmbio de vivências. • Com intuito de agregar a educação mediada por tecnologias e ampliar as abordagens voltadas para o processo de capacitação da Saúde Indígena, a SESAI disponibiliza aos seus colaboradores cursos permeados por Educação a Distância (EaD). Os temas encontrados são diversos, entre estes: “Saúde Indígena: Interculturalidade em Rede”, “Conhecendo a Realidade da Saúde Indígena no Brasil”, e o projeto “Pensando e Fazendo o Trabalho em Saúde Indígena: Módulos de Educação Permanente”, com acesso on-line a módulos temáticos sequenciais, complementados por oficinas presenciais periódicas nos 34 DSEI. Todos os cursos estão disponíveis em plataforma digital para o público em geral, de forma gratuita na área de Programas e Cursos no site. https://saudeindigena.saude.gov.br/ • Ressalta-se ainda, o Programa de Qualificação de Agentes Indígenas de Saúde e Agentes Indígenas de Saneamento (AIS e AISAN), que são os principais interlocutores da atenção primária nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas. O Programa aborda sobre diversastemáticas, destacando-se: histórico e estrutura da SESAI, atenção básica em saúde, o consumo do álcool em populações indígenas, boas práticas de imunização, saúde mental, saúde da criança, doenças crônicas não transmissíveis, saúde bucal, assim como formações acerca de planejamento, monitoramento e avaliação da situação de saúde. • Com relação a abrangência nas temáticas, os cursos com abordagem intercultural estimulam a reflexão sobre conceitos que ajudam a entender a dinâmica deste cenário, e, em diálogo com o campo da saúde, apresentam contribuições para a compreensão e para a contextualização da realidade e situação dos povos indígenas no Brasil. Como exemplo de ação permanente, a SESAI, em parceria com instituições acadêmicas, atua na formação dos profissionais do Programa Mais Médicos (programa que atua em regiões onde há escassez ou ausência desses profissionais) oferecendo uma especialização de 440 horas em Saúde Indígena. • Sendo assim, a Educação Permanente é uma estratégia inerente ao processo de trabalho em saúde, buscando a formação de um profissional capaz de analisar criticamente a situação de saúde e saneamento, fortalecendo o trabalho em equipe, promovendo iniciativas que contribuem para a transformação das práticas profissionais, prestando uma assistência humanizada e de qualidade. Falar de Atenção Diferenciada: • Equidade • Integralidade • Respeito ao usuário e sua participação ativa na construção da saúde e processos de tratamento • Não é privilégio • Não é apenas garantir acesso • Não é passar na frente da fila • Temos o direito de ser iguais, sempre que a diferença nos inferioriza. Temos o direito de ser diferentes, sempre que a igualdade nos descaracteriza”. (BOAVENTURA SOUZA SANTOS, 1996). REFERÊNCIAS UTILIZADAS: • BOAVENTURA, B. S. Por uma concepção multicultural de direitos humanos. São Paulo, Lua Nova, n. 30, p. 105-124, 1997. • BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas. Brasília: [s.n.], 2002 • LANGDON, J. E. Uma avaliação crítica da atenção diferenciada e a colaboração entre antropologia e profissionais de saúde. In: LANGDON, E. J.; GARNELO, L. (Org.). Saúde dos povos indígenas: reflexões sobre antropologia participativa. Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria/Associação Brasileira de Antropologia, 2004, p. 33-52. • LANGDON, J. E. A Construção sociocultural da doença e seu desafio para a prática médica. In: BARUZZI, R. G.; JUNQUEIRA, C. (Org.). Parque Indígena do Xingu: saúde, cultura e história. São Paulo: Terra Virgem, 2005, p. 115-34 • MENDONÇA, S. Saúde Indígena: distâncias que aproximam. Cadernos Humaniza SUS. Brasília, v. 2, Atenção Básica; série B. Textos Básicos de Saúde, 2010 • MENÉNDEZ, E. L. Modelos de atención de los padecimentos: de exclusiones teóricas y articulaciones práticas. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 8, n.1, p.185-207, 2003. • PONTES, A.L.M.; REGO, S.; GARNELO, L. O modelo de atenção diferenciada nos Distritos Sanitários Especiais Indígenas: reflexões a partir do Alto Rio Negro/AM. Brasil. Ciência & Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 20, n.10, p.3199-3210, 2003. • RODRIGUES, D; MENDONÇA, S.; OLIVEIRA, L; RODER, F; COELHO, C. A Atenção Diferenciada em Saúde Indígena: considerações iniciais. Curso de Especialização em Saúde Indígena na Modalidade à Distância [S.I.], UNIFESP; UNASUS, 2015. • Sites Consultados: • SESAI - http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/secretaria-sesai • FUNAI - http://www.funai.gov.br/ • IBGE – POVOS INDÍGENAS - http://indigenas.ibge.gov.br/ • Imagens: Google Imagens e acervo pessoal Slide 1 Slide 2: População Indígena no Brasil Slide 3: Caracterização Geral Slide 4 Slide 5 Slide 6: CURIOSIDADES!!! Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12: Atenção à Saúde Slide 13 Slide 14 Slide 15: Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas Slide 16 Slide 17: Articulação dos Sistemas Tradicionais Indígenas de Saúde Slide 18: Atenção Diferenciada Slide 19 Slide 20 Slide 21: O Profissional e a Saúde Indígena Slide 22 Slide 23: SESAI Slide 24: Departamento de Atenção Primária à Saúde Indígena Slide 25 Slide 26: Vigilância em Saúde Slide 27 Slide 28 Slide 29: Educação Permanente e Educação em Saúde Slide 30 Slide 31 Slide 32 Slide 33 Slide 34 Slide 35 Slide 36: Falar de Atenção Diferenciada: Slide 37 Slide 38 Slide 39: REFERÊNCIAS UTILIZADAS: