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TÉCNICAS DE APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS Clebson dos Santos Avelino 1 APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR NA LARANJA OBJETIVO Capacitar os alunos na simulação da aplicação correta da técnica de injeção intramuscular (IM), garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A escolha do ângulo de aplicação O descarte adequado dos materiais biológicos. METODOLOGIA 1. Abra a embalagem da seringa de 5 ml utilizando o sistema de descolamento de celulose, evitando rasgar o papel da embalagem. 2. Segure a seringa pelo berço e retire a pétala, tocando apenas em uma das extremidades. Coloque-a na bancada com a face estéril (branca) para cima. Figura 1 – 2 APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR NA LARANJA OBJETIVO Capacitar os alunos na simulação da aplicação correta da técnica de injeção intramuscular (IM), garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A escolha do ângulo de aplicação O descarte adequado dos materiais biológicos. METODOLOGIA 3. Acople a agulha 25x7mm à seringa, tocando apenas na ponta do protetor da agulha e no cilindro da seringa. 4. Aspire água na seringa (cerca de 2 ml) para simular a medicação. 5. Posicione a laranja sobre a bancada, mantendo estabilidade. Figura 1 – 3 APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR NA LARANJA OBJETIVO Capacitar os alunos na simulação da aplicação correta da técnica de injeção intramuscular (IM), garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A escolha do ângulo de aplicação O descarte adequado dos materiais biológicos. METODOLOGIA 6. Realize a assepsia da casca com algodão embebido em álcool 70º, utilizando movimentos circulares e trocando a face do algodão a cada movimento. 7. Divida a laranja mentalmente em quatro quadrantes, simulando a região dorso glútea. Escolha o quadrante superior externo para a aplicação, garantindo segurança. Figura 1 – 4 APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR NA LARANJA OBJETIVO Capacitar os alunos na simulação da aplicação correta da técnica de injeção intramuscular (IM), garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A escolha do ângulo de aplicação O descarte adequado dos materiais biológicos. METODOLOGIA 8. Segure a seringa e introduza toda a agulha na laranja em um ângulo de 90°, com o bisel lateralizado. 9. Puxe levemente o êmbolo para simular se há refluxo de líquido (simulando o sangue). 10. Caso esteja correto, pressione lentamente o êmbolo, simulando a aplicação. Figura 1 – 5 APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR NA LARANJA OBJETIVO Capacitar os alunos na simulação da aplicação correta da técnica de injeção intramuscular (IM), garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A escolha do ângulo de aplicação O descarte adequado dos materiais biológicos. METODOLOGIA 11. Após a injeção simulada, pressione levemente com algodão no local e retire a seringa. 12. Descarte a seringa sem separar a agulha do corpo, em um recipiente rígido como garrafa pet com tampa, e posteriormente encaminhe para uma Unidade de Saúde mais próxima que faça o recolhimento de material perfurocortante. Já os demais materiais podem ser descartados no lixo comum. Figura 1 – 6 APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR NA LARANJA RESULTADOS E DISCUSSÃO 1 - Qual a importância de realizar a aspiração do êmbolo antes da aplicação do medicamento na via intramuscular? Resposta: evitar a administração intravenosa acidental, garantindo que o medicamento seja absorvido corretamente pelo músculo. 2 - Desenhe um esquema ilustrando os ângulos de aplicação (IM e IV) e os locais anatômicos correspondentes. APLICAÇÃO DE INJETÁVEIS PELA VIA INTRAMUSCULAR NA LARANJA CONCLUSÕES A prática da aplicação de injetáveis em laranjas é um método didático amplamente utilizado no treinamento de profissionais de saúde, especialmente estudantes de enfermagem. Ela permite que o aprendiz desenvolva habilidades importantes de forma segura, antes do contato com pacientes reais. Principais conclusões: Desenvolvimento da técnica: A prática em laranjas possibilita ao estudante treinar a introdução da agulha em ângulo adequado (90°), a firmeza das mãos e o controle do êmbolo, simulando a resistência do tecido muscular. Percepção da resistência: A casca e a polpa da laranja oferecem uma resistência semelhante à da pele e do músculo humano, permitindo que o aprendiz entenda a força necessária para a inserção correta da agulha. Treino da aspiração: A prática também inclui a aspiração do êmbolo para verificar se a agulha não penetrou inadvertidamente um vaso, embora, na laranja, essa etapa seja meramente simbólica, reforçando o aprendizado do procedimento correto. Desenvolvimento de segurança e confiança: Ao repetir o procedimento, o estudante adquire confiança, precisão e segurança para posteriormente realizar a aplicação em humanos. Limitações: Embora seja uma excelente ferramenta pedagógica, a laranja não reproduz aspectos importantes, como dor, ansiedade do paciente e variabilidade anatômica. Assim, é uma etapa preliminar que deve ser complementada com simulações mais realistas e, posteriormente, prática supervisionada em pacientes. Essa prática constitui um passo fundamental na formação ética, segura e competente dos profissionais que administram medicamentos injetáveis. TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA OBJETIVO Capacitar os alunos na aplicação correta da técnica de punção venosa periférica, garantindo que compreendam: A importância da assepsia e do preparo adequado do material; A identificação correta da veia e escolha do calibre da agulha O passo a passo da técnica até o descarte do material; Os cuidados necessários para evitar complicações, como hematomas. 9 TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA METODOLOGIA Escolha uma banana firme e reta para facilitar a punção. Com uma faca, faça um pequeno corte longitudinal na casca da banana, sem atingir a polpa. Prepare o suco em pó de cor forte (uva, morango), conforme orientação da embalagem, em um copo. Figura 2 – 10 METODOLOGIA 4. Abra a embalagem da seringa de 5 ml com o sistema de descolamento de celulose, evitando rasgar o papel. 5. Segure a seringa firmemente pelo berço e retire a pétala, tocando apenas em uma das extremidades. Coloque a seringa sobre a bancada com a face estéril (branca) para cima. 6. Acople a agulha 25x7 à seringa, segurando apenas na ponta do protetor da agulha e no cilindro. Figura 2 – TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA 11 METODOLOGIA 7. Aspire o suco com a seringa até uma quantidade de 2ml aproximadamente (essa etapa simularia a aspiração de um medicamento, caso fosse uma aplicação de medicamento injetável), dê leves batidinhas para tirar as bolhas de ar e corrija o volume desejado. 8. Corte o canudo ao meio, feche uma das extremidades com a fita adesiva. 9. Encha o canudo com o suco, injetando o líquido da seringa e feche a outra extremidade com a fita, vedando bem. Figura 2 – TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA 12 METODOLOGIA 10. Insira o canudo dentro desse corte na banana, paralelo à casca, sem pressioná-lo muito, para que permaneça visível e simule uma veia superficial. 11. Abra a outra embalagem da seringa de 5 ml com o sistema de descolamento de celulose, evitando rasgar o papel. 12. Segure a seringa firmemente pelo berço e retire a pétala, tocando apenas em uma das extremidades. Coloque a seringa sobre a bancada com a face estéril (branca) para cima. 13. Acople a agulha 25x7 à seringa, segurando apenas na ponta do protetor da agulha e no cilindro. 14. Posicione a banana sobre uma bancada, simulando o braço do paciente. 15. Escolha o local onde ocanudo está posicionado, simulando uma veia no antebraço. 16. Faça a assepsia do local com algodão embebido em álcool 70%, utilizando movimentos circulares de dentro para fora. Figura 2 – TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA 13 METODOLOGIA 17. Segure a seringa com firmeza e introduza a agulha com o bisel voltado para cima, em um ângulo de 15 a 30 graus, inserindo-a dentro do canudo. 18. Puxe levemente o êmbolo para simular se há retorno venoso. 19. Caso esteja correto, pressione lentamente o êmbolo, simulando a punção venosa periférica; 20. Retire a agulha da banana com um movimento firme e seguro e pressione o local da punção com algodão, simulando a contenção de sangramento. 21. Descarte a seringa sem separar a agulha do corpo, em um recipiente rígido como garrafa pet com tampa, e posteriormente encaminhe para uma Unidade de Saúde mais próxima que faça o recolhimento de material perfurocortante. Já os demais materiais podem ser descartados no lixo comum. . Figura 2 – TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA 14 RESULTADOS E DISCUSSÃO 1 - Qual a importância da observação do refluxo sanguíneo na punção intravenosa? Resposta: o refluxo confirma que a agulha está corretamente posicionada dentro da veia, garantindo que a administração ocorra no local adequado e evitando extravasamento do medicamento para os tecidos ao redor. 2 - Quais as vantagens e desvantagens da via intravenosa em relação a outras vias injetáveis? Resposta: Vantagens: permite absorção rápida e controle preciso da dosagem, é ideal para administração de medicamentos de emergência. Desvantagens: maior risco de infecções, requer habilidade técnica para a punção correta, pode causar hematomas e extravasamento se não for bem executada. Além disso, uma administração errada pode levar a reações adversas graves devido à rápida absorção do medicamento na circulação sanguínea. TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA CONCLUSÕES A realização da técnica de punção venosa periférica utilizando uma banana como modelo demonstrou ser um método eficiente para a prática e o desenvolvimento de habilidades motoras essenciais ao procedimento. A textura e a resistência da casca da banana proporcionam uma simulação aproximada da pele humana, permitindo ao aluno treinar a inserção do cateter com maior segurança e precisão. Além disso, a prática nesta simulação contribui para a familiarização com o material e os passos do procedimento, promovendo maior confiança e destreza para a aplicação em pacientes reais. Este treinamento evidencia a importância de métodos alternativos e de baixo custo para o aprendizado em enfermagem e áreas afins, fortalecendo a formação prática e a segurança do paciente. TÉCNICA DE PUNÇÃO VENOSA PERIFÉRICA NA BANANA image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.jpeg image8.jpeg image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.jpeg image15.png image16.png