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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional Departamento de Fisioterapia Curso Graduação em Fisioterapia APOSTILA DE AULA PRÁTICA Disciplina: Eletrotermofototerapia – FIT029-DIG Material elaborado em 2023 por: Lígia de Loiola Cisneros, Professora Associada do Departamento de Fisioterapia - UFMG Nádia Arantes Betancourt Rosa, Bolsista do Programa de Monitoria da Graduação 2023 do Departamento de Fisioterapia - UFMG Matheus Millanez dos Reis, Estagiário de Docência 2023/1, Doutorando do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica - UFMG Natália Stephanie Dias Santos, Estagiária de Docência 2023/1, Mestranda do Curso de Pós Graduação em Estudos da Ocupação - UFMG 2023 2 A645 Apostila de aula prática da disciplina de eletrotermofototerapia / Ligia de Loiola Cisneiros... [et al.] – Belo Horizonte : EEFFTO, 2023 51 p.: il. Inclui bibliografia. 1. Eletroterapia. 2. Termoterapia. 3. Terapia por estimulação elétrica. I. Cisneiros, Ligia de Loiola. II. Título. CDU: 615.84 Ficha catalográfica elaborada pela bibliotecária Sheila Margareth Teixeira Adão, CRB 6: n° 2106, da Biblioteca da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional da UFMG. 3 Olá aluno (a), Esta apostila foi organizada por colegas do curso que fizeram monitoria e profissionais que realizaram estágio de docência na disciplina, sob minha supervisão. Procuramos sintetizar aqui conteúdos teóricos, básicos para lhe ajudar nas aulas práticas da disciplina Eletrotermofototerapia, obrigatória no nosso currículo. E também para uso nos estágios do curso, sob a orientação do respectivo professor. Este material NÃO SE DESTINA a estudo preparatório para as atividades avaliativas pois é um roteiro apenas. Para aprofundar seus conhecimentos, recorra a bibliografia indicada nas aulas e aqui na apostila. E, quando for para a assistência, recorra sempre às evidências científicas quando tiver dúvidas, pois a ciência é dinâmica e novas teorias e aplicações de nossos recursos vão surgindo com o tempo. Nunca deixe de se atualizar, em eventos e pela leitura de boas referências. Boas aulas, Lígia. 4 SUMÁRIO INSTRUÇÕES GERAIS PARA ELETROTERAPIA ............................................................ 6 1. Indicações ............................................................................................................... 7 2. Contraindicações ..................................................................................................... 7 3. Como evitar acidentes.............................................................................................. 7 4. Os acidentes mais comuns em decorrência da aplicação ........................................ 8 5. Cuidados antes de iniciar a terapia com correntes ................................................... 8 GUIA DE APLICAÇÃO – ELETROANALGESIA POR TENS ............................................. 9 1. Principais indicações ................................................................................................ 10 2. Contraindicações ..................................................................................................... 10 3. Procedimentos ........................................................................................................ 11 4. Parâmetros ............................................................................................................. 13 GUIA DE APLICAÇÃO - ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA PARA CONTRAÇÃO MUSCULAR ...................................................................................................................... 15 FES (ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL) ..............................................................16 1. Principais indicações ..............................................................................................16 2. Contraindicações ...................................................................................................16 3. Indicações e parâmetros da estimulação elétrica para contração muscular ...........17 4. Pontos Motores da estimulação elétrica .................................................................17 5. A aplicação ............................................................................................................23 GUIA DE APLICAÇÃO - CORRENTE RUSSA ................................................................ 25 CORRENTE RUSSA ........................................................................................................26 1. Principais indicações ..............................................................................................26 2. Contraindicações ...................................................................................................26 3. Parâmetros ............................................................................................................26 4. Aparelho .................................................................................................................27 5. Programando o Aparelho .......................................................................................27 GUIA DE AULA PRÁTICA - TERMOTERAPIA SUPERFICIAL ....................................... 30 1. Indicações para o uso terapêutico do calor ............................................................31 2. Indicações para o uso terapêutico do frio ...............................................................31 3. Indicações para o uso terapêutico do IV ......................................................................... 31 5 4. Contraindicações da termoterapia .........................................................................31 5. Conceitos ...............................................................................................................32 6. Materias .................................................................................................................32 7. Etapas ....................................................................................................................32 8. Parâmetros para o uso do IV................................................................................... 33 9. Métodos de transferência de calor ........................................................................ 33 GUIA DE APLICAÇÃO TERMOTERAPIA PROFUNDA ................................................... 37 ULTRASSOM ...................................................................................................................38 1. Indicações ............................................................................................................. 38 2. Contraindicações .................................................................................................. 38 3. Mecanismo de ação .............................................................................................. 38 4. Absorção, penetração e alastramento ................................................................... 38 5. Cavitação .............................................................................................................. 39 6. Movimentos do transdutor ..................................................................................... 39 7. Técnicas de aplicação ........................................................................................... 39 8. Modos ................................................................................................................... 40 9. Ciclo de trabalho ..................................................................................................40 10. Parâmetros .......................................................................................................... 41 11. Cuidados importantes ........................................................................................... 42 GUIA DE APLICAÇÃO - LASER ...................................................................................... 43 1. Indicações ............................................................................................................... 44 2. Contraindicações .................................................................................................... 45 3. Cuidados ................................................................................................................. 45 4. Como operar o laser ................................................................................................ 47 5. Técnicas de aplicação ............................................................................................50 6 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional Departamento de Fisioterapia Curso Graduação em Fisioterapia INSTRUÇÕES GERAIS PARA APLICAÇÃO DA ELETROTERAPIA Disciplina: Eletrotermofototerapia – FIT029-DIG Material elaborado em 2023 por: Lígia de Loiola Cisneros, Professora Associada do Departamento de Fisioterapia - UFMG Nádia Arantes Betancourt Rosa, Bolsista do Programa de Monitoria da Graduação 2023 do Departamento de Fisioterapia - UFMG 2023 7 1. Indicações: - Diagnóstico elétrico; - Ativar contração muscular (fortalecimento e reeducação muscular); - Eletroanalgesia (controle da dor); - Introdução (transcutânea) de medicamentos; - Cicatrização de feridas; - Drenagem de edemas. 2. Contraindicações: - Circuito elétrico fechado sobre a câmara cardíaca; - Usuários de marca-passo cardíaco de demanda; - Indivíduos com psoríase e dermatite; - Indivíduos com confusão mental ou epilepsia; - Pacientes em estado febril; - Aplicação sobre o globo ocular; - Aplicação sobre áreas com solução de continuidade; - Aplicação sobre vasos sanguíneos trombóticos ou embolíticos; - Aplicação sobre tecidos ou vasos vulneráveis a hemorragia; - Aplicação sobre a área abdominal de gestante; - Pacientes com déficit de sensibilidade cutânea; - Neoplasia; - Quando a contração muscular provoca danos articulares ou quando já houver fadiga; - Quando o paciente não aceita eletroterapia. 3. Como evitar acidentes: A sensação de choque é uma preocupação básica na eletroterapia. Mas ela só ocorre se houver descuido por parte do Fisioterapeuta. As correntes utilizadas em eletroterapia NÃO PROVOCAM CHOQUES, pois a saída do aparelho não permite uma corrente suficientemente elevada (mA). No entanto alguns erros na aplicação do recurso podem provocar no paciente uma sensação de choque, são elas: - Interrupção abrupta da corrente; - Falta de manutenção do aparelho, dos cabos e eletrodos; - Aplicação sobre áreas com solução de continuidade. 8 4. Os acidentes mais comuns em decorrência da aplicação são: - Queimaduras: mais comuns em correntes polarizadas, podem acontecer caso os eletrodos estejam com o tempo útil de utilização ultrapassado ou em más condições. Outra situação em que ocorrem queimaduras é quando o eletrodo de borracha é fixado na pele do paciente sem meio de transmissão (gel ou esponja/algodão embebido em água). - Sensações de choque por estimulação súbita: podem acontecer, no entanto está relacionada a erro do aplicador, na maioria das vezes. 5. Cuidados antes de iniciar a eletroterapia Antes de começar a aplicação certifique-se de que: - Não existe possibilidade de mau contato nos cabos da conexão aparelho-rede elétrica e aparelho-paciente; - A pele da região a ser tratada apresenta-se íntegra (sem alterações); - Os eletrodos estão bem fixados à pele do paciente e os cabos não cruzam o paciente; - O controle da intensidade está desligado ou em zero; - A programação do aparelho está de acordo com os parâmetros estabelecidos para o tratamento (item 5 deste roteiro); lembre-se que a intensidade deve ser aumentada somente após ligar o aparelho (e durante o tempo ON). Bibliografia de referência: - CISNEROS, L.L.; IVANEKO SALGADO, A.H.. Guia de eletroterapia: princípios biofísicos, conceitos e aplicações clínicas. Belo Horizonte: Coopmed, 2006. - LOWDEN, J.; WARD, A.; REED, A.; ROBERTSON, V. Eletroterapia Explicada - Princípios e prática. 4ª edição. São Paulo: Elsevier, 2009. - PRENTICE, W.E.; UNDERWOOD, F; QUILLEN, W.S. Modalidades terapêuticas para fisioterapeutas. 4ª edição. Porto Alegre : AMGH, 2014, 599. - CAMERON, M.H. Agentes Físicos na reabilitação - da pesquisa à prática. 3ª edição. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009. 9 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional Departamento de Fisioterapia Curso Graduação em Fisioterapia GUIA DE APLICAÇÃO – ELETROANALGESIA POR TENS Disciplina: Eletrotermofototerapia – FIT029-DIG Material elaborado por: Lígia de Loiola Cisneros, Professora Associada do Departamento de Fisioterapia – UFMG Patric Emerson Oliveira Gonçalves, Bolsista do Programa de Monitoria da Graduação 2016 do Departamento de Fisioterapia - UFMG Raquel Luiza Lopes Teixeira Estagiário de Docência 2022, Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica – UFMG Nádia Arantes Betancourt Rosa, Bolsista do Programa de Monitoria da Graduação 2023 do Departamento de Fisioterapia - UFMG 2023 10 1. Principais Indicações: Analgesia Relaxamento muscular Efeitos não analgésicos: Antiemético Aumento do fluxo sanguíneo - Náuseas e vômitos: efeitos adversos de analgésicos opióides - Náusea pós-operatória - Náusea matinal - Náusea devido à quimioterapia. - Redução da isquemia devido a cirurgia reconstrutiva - Redução dos sintomas associados com doença de Raynaud e neuropatia diabética* - Melhora da regeneração deferidas e úlceras. 2. Contraindicações especificas, além das gerais de eletroterapia: Dor não diagnosticada (em hipótese alguma, utilize sem conhecer a causa da dor) Não aplique TENS: Sobre o seio carotídeo Sobre pele danificada Sobre pele disestésica Internamente (boca) Riscos: Não mexer nos eletrodos enquanto estiver em uso, isso pode levar a uma sensação de choque ou sensações desagradáveis. 11 3. Procedimentos: 1. Realize a avaliação do paciente quanto as indicações e contraindicações; 2. Explique para o paciente no que consiste o tratamento e JAMAIS DIGA QUE VAI APLICAR “CHOQUINHOS”, pois isso deturpa o sentido do tratamento que realizamos; 3. Separe o material necessário: Gerador de corrente (equipamento); Eletrodos de silicone (Tamanho indicado); Cabos; Gel condutor; Faixa elástica ou outro meio para fixar os eletrodos (e.g. fitas adesivas); Álcool 70% ou água e sabão para limpar a pele. 4. Posicione o paciente de modo confortável a fim de não mudar de posição durante a aplicação; 5. Limpe a área a ser tratada (que ficará em contato com os eletrodos); 6. Você pode melhorar a condução da corrente aquecendo a área a ser tratada : 7. Pode aumentar a tolerância reduzindo a largura do pulso, aumentando os eletrodos (porque reduz a densidade) além de usarmétodos de reduzir a impedância; 8. Prepare os eletrodos; 9. Conecte os eletrodosaos cabos; 12 13. Determine os parâmetros de tratamento; 14. Certifique-se que a intensidade (amplitude) está em zero; 15. Conecte os cabos e ligue o aparelho; 16. Aumente a intensidade até o resultado esperado; 17. Terminando o tratamento volte a intensidade para o “zero”; 18. Retire os eletrodos, desligue o equipamento; 19. Limpe a área tratada e verifique as condições da pele; 20. Registre o tratamento; 21. Lave os eletrodos com água corrente e sabão neutro. 22. Aplique álcool a 70%. 10. Coloque o condutor (gel); 11. Fixe os eletrodos no local a ser estimulado posicionando-os de acordo com o que vimos na aula teórica Obs: é indicado não conectar ainda os cabos ao aparelho; 12. .Respeite a distância entre os eletrodos; 13 4. Parâmetros - Modo convencional: Curtas durações Altas frequências Amplitudes correspondentes à estimulação no nível sensorial, sem contração muscular. Duração de pulso (largura do pulso): 50 a 100 μs Frequência: 40 a 150 Hz Amplitude: confortável Intensidade: forte sensação de formigamento Tempo: 30 a 60 minutos - Modo acupuntura: Durações relativamente longas Baixas frequências Correntes amplitudes capazes de estimular os níveis sensoriais e motor (formigamento e contração muscular). Duração de pulso: 100 a 200 μs Frequência:músculo: Fig. 32: Estimulação para o músculo: Fig. 30: Estimulação para o músculo: Fig. 33: Estimulação para o músculo: 23 5. A aplicação Para iniciar a aplicação: Aumente a intensidade lentamente, caso contrário o paciente pode perceber esse aumento como um choque; Observe os efeitos e pergunte constantemente ao paciente sobre os estímulos com a intenção de verificar o esperado; Registre qualquer alteração nos parâmetros da corrente. Lembre-se: é fundamental ter todos os dados registrados no prontuário do paciente! 5.1 Após a aplicação Após completar o tempo de terapia e a fim de encerrar a aplicação: Diminua a intensidade lentamente até voltar ao zero. Alguns aparelhos mais modernos contam com dispositivos para reduzi-la progressivamente ao término do tempo de aplicação, ou até mesmo reduzem ao zero por si só indicando por meio de uma luz de LED que oaparelho não está mais passando corrente; Desfaça a conexão paciente-aparelho; Desligue o aparelho; Faça a higienização da área tratada; Verifique a pele do local submetido à terapia. Correntes polarizadas podem provocar uma leve hiperemia, talvez até um leve comichão (coceira); Peça ao paciente que observe e notifique sobre reações, tais como irritação local, surgimento de bolhas, sensação de queimação; Desfaça todas as conexões; Faça a higienização dos eletrodos de borracha na pia com o detergente disponível, deixe-os secar sobre a pia; Enrole os cabos de forma organizada, prenda-os com fita crepe eguarde- os nas caixas de onde foram retirados; Desconecte o aparelho da rede e Armazene-o em local seguro. 24 Bibliografia de referência: - CISNEROS, L.L.; IVANEKO SALGADO, A.H.. Guia de eletroterapia: princípios biofísicos, conceitos e aplicações clínicas. Belo Horizonte: Coopmed, 2006. - Álbum de fotos de IBRAMED [homepage na Internet]. Álbum: “Posicionamento em: para Eletroestimulação Muscular”. Disponível http://www.flickr.com/photos/51223547@N06/sets/72157625493852610 - LOWDEN, J.; WARD, A.; REED, A.; ROBERTSON, V. Eletroterapia Explicada - Princípios e prática. 4ª edição. São Paulo: Elsevier, 2009. http://www.flickr.com/photos/51223547%40N06/sets/72157625493852610 25 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional Departamento de Fisioterapia Curso Graduação em Fisioterapia GUIA DE APLICAÇÃO ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA PARA CONTRAÇÃO MUSCULAR - CORRENTE RUSSA Disciplina: Eletrotermofototerapia – FIT029 Material elaborado por: Lígia de Loiola Cisneros, Professora Associada do Departamento de Fisioterapia - UFMG Natália Stephanie Dias Santos, Estagiária de Docência 2023/1, Mestranda do Curso de Pós Graduação em Estudos da Ocupação - UFMG 2023 26 CORRENTE RUSSA 1. Principais indicações Fortalecimento muscular de pessoas hígidas Redução de edema 2. Contraindicações Gerais da eletroterapia e as específicas como de FES Atenção! Caso o paciente apresente qualquer reação anormal na pele causada pela estimulação elétrica modifique o meio condutor e verifique se não há resíduos no eletrodo e se este está dentro da validade indicada pelo fabricante. 3. Parâmetros Frequência portadora: 2500 Hz Modo: Sincrônico Ciclo de trabalho (Ciclo): 10%, 20%, 30%, 40% e 50% Frequência moduladora • Frequências baixas (até 20 Hz): fibras tônicas (tipo I/lentas) • Frequências altas ( a partir de 100 Hz): fibras fásicas (tipo II/rápidas) • Frequências médias (50Hz): ambos tipos de fibras Tempo de subida : 1 - 20 segundos dependendo do seu objetivo Tempo ON (tempo de contração)= 1 - 60 segundos Tempo de descida: 1 - 20 segundos dependendo do seu objetivo Tempo OFF (tempo de repouso) = 2x o tempo de contração Intensidade: Aumentar a intensidade até o atingir a resposta motora prescrita (a medida em que a intensidade aumenta, mais unidades motoras são recrutadas, aumentando a magnitude da contração). Posição dos eletrodos: No ventre muscular. 27 4. Aparelho 5. Programando o Aparelho Após a avaliação do seu paciente e correta prescrição da terapia utilizando corrente russa, posicione-o de maneira adequada e confortável. Abaixo, segue as etapas para programar o seu aparelho: 1. Ligue o equipamento para iniciar eletroestimulação. Através da tecla SET+ ou SET-, selecione a opção Corrente Russa. Por meio das teclas SELECT selecione os parâmetros necessários para o tratamento e as teclas SET permitem que você selecione os valores de cada parâmetro necessário de acordo com o objetivo terapêutico. 2. Seleção do modo: Síncrono 3. Ciclo de trabalho: 50% 28 4. Seleção da frequência do Bust (Hz): 50 Hz 5. Seleção do tempo de subida da rampa (Rise): 3 s 6. Seleção do tempo de contração muscular (On): 6 s 7. Seleção do tempo de descida da rampa (Decay): 3 s 8. Seleção do tempo de relaxamento muscular (Off): 12 s 9. Seleção do tempo de tratamento (Timer): 20 min 10. Após a seleção dos parâmetros pressione a tecla start para iniciar o tratamento. 29 Em seguida aparecerá no visor uma mensagem temporária indicando que a corrente está disponivel nos canais 1, 2, 3 e 4. 11. Ajuste da intensidade: O ajuste da intensidade varia de acordo com limiar sensorial, motor e objetivo terapêutico, e deverá ser aumentada gradativamente através da tecla UP e decrescida através da tecla Down. Após o término do tempo programado, o equipamento interrompe automaticamente a emissão da corrente e emite um sinal sonoro que deverá ser desligado através da tecla STOP. O equipamento já poderá ser desligado. Lembre-se dos cuidados com paciente e com o aparelho ao final do uso da Corrente Russa. Realize os passos descritos no item “APÓS APLICAÇÃO” do capítulo anterior “FES” (ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL) - pág. 22. Bibliografia de referência: • AGNE, Jones E. Eletrotermoterapia: teoria e pratica/ Jones E. Agnes – Santa Maria: Pallotti, 2004. • NELSON, Roger M et al. Eletroterapia Clínica. Editado por Roger M. Nelson, Karen W. Hayes, Dean P. Currier; (tradução da 3° ed. Original Carlos Castro; revisão cientifica Marcio Innocentini) – Barueri, SP:Manole, 2003. • Manual de instrução: NEURODYN. Fabricado por IBRAMED. Indústria Brasileira de Equipamentos Médicos EIRELI. ANVISA nº 10360310001. 6ª edição (Rev. 09/2014) 30 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Escola de Educação Física, Fisioterapia e TerapiaOcupacional Departamento de Fisioterapia Curso Graduação em Fisioterapia GUIA DE APLICAÇÃO - TERMOTERAPIA SUPERFICIAL Disciplina: Eletrotermofototerapia – FIT029 Material elaborado por: Lígia de Loiola Cisneros, Professora Associada do Departamento de Fisioterapia - UFMG Nádia Arantes Betancourt Rosa, Bolsista do Programa de Monitoria da Graduação 2023 do Departamento de Fisioterapia - UFMG 2023 31 1. Indicações pra o uso terapêutico do calor Alívio da dor; Redução do espasmo muscular; Aumento de amplitude de movimento (com mobilização); Cicatrização de tecidos atingidos pelo efeito térmico; Quebra do ciclo dor-tensão-dor. 2. Indicações pra o uso terapêutico do frio Controle da inflamação; Controle do edema; Alívio da dor; Redução do espasmo muscular. 3. Indicações pra o usoterapêutico do IV Promoção da cicatrização e reparo superficial; Melhora da flexibilidade dos tecidos e redução da rigidez articular; Tratamento de algumas afecções de pele. 4. Contraindicações da termoterapia Distúrbios de sensibilidade térmica; Dermatite aguda, micoses, infecções de pele na região a ser tratada; Condições de hipertermia (e.g. estado febril); Déficit cognitivo; Neoplasias (relativa: aplicações locais); Insuficiência arterial (aplicações locais); Processos hemorrágicos ativos (aplicações locais); Crioterapia: pessoas que se não se sintam bem com o resfriamento. 32 5. Conceitos 5.1 Hipotermoterapia: resfriamento 5.2 Hipertermoterapia: aquecimento 5.3 Termoterapia Superficial (até 3 cm): bolsa térmica, parafina e infravermelho (IV) Profunda (além de 3 cm): ultrassom 6. Materiais Lâmpada de infravermelho Gelo (cubos e em forma de copinho) Ebulidor Bolsa de água quente Bolsa de gel Toalhas Termômetro de mercúrio para laboratório Bacia 7. Etapas 7.1 Ferver a água, fazer a mistura para a bolsa, sendo: 3 medidas de água fervente para 1medida de água fria, a capacidade máxima segura é de 2/3 do volume total 33 7.2 Medir a temperatura, encher a bolsa de borracha e aplicar observando o lado com e semnervuras 7.3 Vídeo: “Como utilizar sua bolsa para água quente” https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=ZdGrlprrgQQ 7.4 Medir a temperatura do gelo na máquina, na bolsa e na imersão 7.5 Colocação da bolsa de gelo (demonstração) 7.6 Criomassagem (demonstração) 7.7 Infravermelho (aquecer previamente a lâmpada): posicionamento e aplicação com e sema toalha úmida. Medir a temperatura com a lâmpada próxima (menos de 60 cm) e afastada (mais de 60 cm) 8. Parâmetros para o uso do IV 8.1 Distância: 60cm a 70cm e Potência: 750w a 1000w 8.2 Distância: 45cm a 50 cm e Potência:a penetração do feixe ocorre, sobretudo, em um meio com mais água, além disso, o plasma sanguíneo e a gordura são meios que apresentam maior penetração do feixe em comparação com, por exemplo, nervos periféricos. 39 - Alastramento O alastramento é dependente de dois mecanismos, sendo eles a refração e a reflexão. 5. Cavitação São pequenas bolhas gasosas que se formam nos tecidos como consequência da vibração do ultrassom - Cavitação estável: efeito normal e desejável; - Cavitação instável: efeito não desejável; acontece quando a intensidade é muito elevada ou em casos que o feixe ultrassônico fica estacionário. 6. Movimentos do transdutor - Circular - Feixes transversos que se sobrepõe - Em 8 7. Técnicas de aplicação - Aplicação indireta (usada, muitas vezes, em superfícies irregulares) Subaquática: sem gel e sem encostar na pele, mantendo o transdutor cerca de 2 cm da região, devido a condução. Bolsa de água: com o uso de gel. - Aplicação direta Em superfícies em que o transdutor fica em contato total com a pele. - Fonoforese 40 Introdução de medicamentos através da pele com o uso das ondas do ultrassom. - Terapia combinada Uso do ultrassom combinado com corrente elétrica, por exemplo, aplicação simultânea de TENS e ultrassom. 8. Modos. - Pulsátil Apenas no tempo ligado (cilco ON) é gerada energia; Usado para processos inflamatórios e no reparo de tecidos. - Contínuo Energia gerada constantemente; Usado em casos de dor muscular e rigidez (importante associação com o calor). 9. Ciclo de trabalho - Duração do pulso e o período de repetição do pulso 5% de emissão US e 95% de pausa 10% de emissão US e 90% de pausa 20% de emissão US e 80% de pausa 50% de emissão US e 50% de pausa 41 10. Parâmetros - Frequência Quanto mais alta à frequência, mais superficial a profundidade de penetração. 1Mhz (cerca de 5 cm de profundidade); 3 Mhz (cerca de 1 a 2 cm de profundidade). - Tempo de aplicação Área da região (cm2) / ERA; Recomendação: não usar por mais de 15 minutos; Observação: a área do cristal é menor que a área geométrica do transdutor, sendo essa diferença de 10 a 20%. - Intensidade 42 11. Cuidados importantes - Não ficar com o ultrassom parado pois, assim, as ondas se chocam e gera lesão. O movimento do cabeçote deve ser constante para que a dose entregue ao tecido seja adequada; - Evitar perder contato com o cabeçote; - Ligar e desligar o aparelho apenas quando estiver em contato com a pele. Bibliografia de referência: • PRENTICE, William E.; UNDERWOOD, Frank; QUILLEN, William S.. Modalidades terapêuticas para fisioterapeutas. 4. ed. Porto Alegre : AMGH, 2014, 599 . • WATSON, T. Ultrasound Dose Calculations. School of Health & Social Work University of Hertfordshire. 2017. 43 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Escola de Educação Física, Fisioterapia e TerapiaOcupacional Departamento de Fisioterapia Curso Graduação em Fisioterapia GUIADE AULA PRÁTICA - LASER Disciplina: Eletrotermofototerapia – FIT029-DIG Material elaborado por: Matheus Millanez dos Reis, Estagiário de Docência 2023/1, Doutorando do Programa de Pós Graduação em Engenharia Elétrica - UFMG 2023 44 - Epicondilite - Tendinite - Reumatismo - Herpes labial e vaginal - Processos cicatriciais - Estimulação da produção de colágeno - Estímulo da microcirculação - Controle do clônus em paciente com lesão medular - Redução de edemas - Regeneração do tecido musculoesquelético - Aumento da circulação local - Alívio da dor muscular e articular - Relaxamento muscular - Alívio de espasmos musculares. - Alívio da dor e rigidez leves relacionadas com as artrites. 1. INDICAÇÕES - Artrites; - Artroses; - Paralisia facial; - Síndrome do túnel do carpo; 45 2. CONTRAINDICAÇÕES - Dores sem origem específica, onde o laser pode ocultar patologias progressivas - Contato direto com os olhos - Sobre áreas onde houve injeção de esteroides nas últimas 2 a 3 semanas. - Em áreas suspeitas ou que contenham tecido potencialmente canceroso - Em áreas de sangramento ativo - Sobre útero gravídico - Sobre a região da pele que reveste a tireoide - Sobre a região da pele que reveste o nervo vago - Tratamento sobre gânglios simpáticos - Sobre ou perto de centros de crescimento ósseo, como fontanelas e placas de crescimento. - Sobre marca-passos - Paciente com diátese hemorrágica 3. CUIDADOS Observe a potência do equipamento que irá utilizar. A operação de equipamentos Classe IV exige a utilização de equipamentos de segurança, tanto para o paciente quanto para o terapeuta. POTÊNCIA CLASSE DESCRIÇÃO DE RISCO USO DO ÓCULOS 500mW IV Arriscado, capaz de promover queimadura na pele É OBRIGATÓRIO Fonte: American National Standard Institute (ANSI Z136.1, 2022) Lembre-se que os óculos ideais dependerão do comprimento de onda em operação. Em caso de dúvidas de qual óculos escolher, entre em contato com o fabricante do aparelho de LASER, ou busque as informações no manual de instruções do equipamento. 46 A. Óculos protetor contra a luz e calor do LASER de 660nm. B. Óculos protetor contra a luz e calor do LASER de 830nm e de 904nm. Fonte: IBRAMED. Instruções de Uso. LASERPULSE Normalmente esses parâmetros são descritos em local visível, destacado e de fácil acesso. No modelo LASERpulse da IBRAMED, esses e outros parâmetros estão descritos no probe do LASER. 47 OPTICAL POWER OUTPUT (Po) - 30mW WAVELENGHT – 830 nm CLASS 3B LASER PRODUCT INTERNATIONAL STANTARD: IEC 825-1 (1993- 11) and NBRIEC 60601-1-2-22(1997-10) INVISIBLE LASER RADIATION AVOID EXPOSURE TO BEAM O número grande 830 representa o comprimento de onda do LASER. O triangulo amarelo, com bordas pretas, preenchido com o símbolo de luz emitida representa o sinal internacional de alerta de perigo de emissão de LASER. E no retângulo central são apresentados os parâmetros de engenharia e segurança do equipamento. Para melhor visualização, as informações foram transcritas abaixo. Assim, como neste exemplo é possível observar que a potência de emissão é de 30mW, logo, sua classificação de risco é Classe IIIb, então o uso dos óculos vai depender do nível de controle do ambiente de utilização do equipamento. Além disso também é possível confirmar que o comprimento de onda do equipamento são de 830 nm. 4. COMO OPERAR O LASER 4.1 Antes de usar O equipamento de LASER utilizado nesta aula prática será composto de dois dispositivos, o módulo e o probe, ou caneta. No módulo você será capaz de configurar os parâmetros de interesse para terapia, e o probe é onde efetivamente ocorre a emissão do LASER. 48 No modulo você verá um display de LED para visualizar os parâmetros, um painel com 5 teclas cinzas com 4 direcionais verdes e azuis e um tecla de confirmação, além de três pequenos indicadores. Os três indicadores são TEST, STAND BY e READY. O indicador TEST é utilizado para testar se o probe está ou não emitindo luz, basta posicionar a ponteira do probe sobre o sensor, durantea emissão da luz, que no display de LED aparecerá a mensagem PROBE OK. O indicador STAND BY, indica que o modulo ainda está aguardando as configurações do LASER, como dosimetria. Após a configuração e a confirmação da dosimetria, o indicador STAND BY irá se apagar e o indicador READY irá acender,indicando que o probe está pronto para ser usado. O display é dividido em 4 campos diferentes: E (J/cm²), 🕞min, MODE e TOPOS, conforme a figura abaixo. O campo E (J/cm²) representa a dosagem de LASER em Joules por centrímetro quadrado que será emitido pelo probe; 🕞min representa o tempo em minutos que o probe emitirá a radiação; MODE representa o modo de operação doLASER (contínuo ou pulsado); e TOPOS é o nível de sensibilidade do toposcópio (nível 1a 20). 49 As 5 teclas cinzas são compostos por: dois teclas azuis de configuração para aumentar o diminuir o parâmetro selecionado (SET+ e SET-); dois teclas verdes para selecionar o parâmetro a ser configurado (BACK e NEXT); e uma tecla de controle STAND BY/ READY que confirma se o probe está pronto ou não para ser utilizado. 4.2 Configurando o modulo Dosagem/Densidade de energia Antes de ligar o aparelho, escolha o probe que irá utilizar, caso ligue o aparelho antes de instalar o probe, você não terá permissão para realizar nenhum tipo de configuração. Após a instalação do probe, escolha a dosagem prescrita, para isso pressione as teclas BACK/NEXT até que campo E(J/cm²) fique intermitente, logo em seguida pressione as teclsa SET+/SET- para selecionar a dosagem escolhida. Algumas literaturas podem definir a dosagem como fluência ou densidade de energia. A dosagem indicada deve estar de acordo com a literatura, porém, para efeito de simples consulta, de forma geral indicamos o seguinte: Efeito Dosagem/densidade de energia (J/cm²) Analgesia 2 a 4 Anti-inflamatório 1 a 3 Regenerativo/Cicatrização 3 a 6 Circulação 1 a 3 Tempo O tempo de emissão da radiação é calculada automaticamente pelo aparelho, uma vez que a energia e potência possuem relação direta (equação 1), e a potência é um parâmetro fixo, é possível estimar o tempo em segundos a partir da equação abaixo. 𝑇[𝑠] = 𝐸[𝐽] 𝑃[W] (1) Modo e TOPOS Os parâmetros MODO e TOPOS não serão abordados neste roteiro. Admitiremos o MODO de operação CONT, para todo efeito deste roteiro. 50 4.3 Pronto para usar Após a configuração dos parâmetros, pressione a tecla STAND BY/READY (figura abaixo). Observe que o indicador STAND BY esteja desligado, e que o indicador READY esteja aceso. A partir de agora o probe está liberado para emitir a radição. Antes da aplicação exame e confirme o local onde o LASER será aplicado, deixe a área exposta, reduzindo possíveis dissipações da radiação; limpe a área com álcool; limpe a ponta do probe com pano macio e seco ou utilizando algodão levemente umedecido com álcool isopropílico. No momento da aplicação, garanta que a ponta do probe esteja posicionado sobre o local da aplicação, e que ele esteja perpendicular a área a ser tratada, para evitar que as propriedades geométricas do LASER dissipem a luz. Assim que o LASER estiver posicionado pressione a tecla “LASER START” para disparo LASER. No display será possível visualizar uma contagem regressiva do tempo de emissão,seguida por um sinal sonoro quando o tempo for zerado. Assim, quando ouvir o sinal sonoro, retire a ponta do LASER do local aplicado, posicione a ponta em um local adjacente a aplicação e dispare novamente o LASER. Faça isso até cobrir toda a área desejada. 5. TÉCNICAS DE APLICAÇÃO Existem 3 formas de aplicação do LASER: 1. Pontual com contato: o probe é posicionado sobre a pele, com contato, devendo permanecer imóvel durante a emissão do LASER; 51 2. Pontual sem contato: o probe é posicionado acima da pele, sem contato (com no máximo 2cm de altura), devendo permanecer imóvel durante a emissão do LASER; 3. Varredura: o probe ficará sem contato com a pele, e o terapeuta movimentará o probe sobre toda a área de interesse. Na forma de aplicação em varredura, a configuração do LASER, deverá ser diferente. O campo de densidade de energia deverá ficar em “FREE”, ou seja, a radiação será fixa, e o fisioterapeuta deverá configurar o tempo de radiação. Para isso, o terapeuta deverá conhecer a dose de interesse (J/cm²), a área de aplicação (cm²) e a potência do equipamento (em W). Com essas informações você será capaz de calcular o tempo que deverá ser configurado, em segundos, utilizando a equação 2 abaixo. 𝑇[𝑠] = 𝐷𝑜𝑠𝑒[𝐽/𝑐𝑚²] 𝑥 Á𝑟𝑒𝑎 [𝑐𝑚2] 𝑃[W] (2) Exemplo, paciente com distensão da junção miotendínea dos isquiossurais, cuja área de lesão foi delimitada em 12cm², a dose ideal para cicatrização escolhida foi de 6 J/cm² e o probe escolhido foi o de 830 nm, com potência de 30mW, ou 0,03W. Teremos o seguinte. 3 [𝐽/𝑐𝑚²] 𝑥 6 [𝑐𝑚2] 𝑇[𝑠] = 0,03[W] (ex) 𝑇[𝑠] = 18 [𝐽] 0,03[W] (ex) 𝑇[𝑠] = 600 [𝑠] (ex) 52 Assim, para o exemplo acima, se a forma de aplicação escolhida foi aplicação em varredura, será necessário configurar 600 segundos (10 minutos) no display. Após a liberação e o disparo, o fisioterapeuta deverá permanecer com uma distância de até 2cm da pele e uma velocidade de aprox. 10cm/s, similar à utilização do ultrassom. Lembre-se de cobrir toda a área de interesse. Esta forma de aplicação é indicada principalmente paralocais extensos e que o contato não é permitido, como nos casos de lesão de pele. Após a sessão de aplicação do LASER, lembre-se de higienizar a ponta do LASER com pano macio e seco, ou com algodão umedecido com álcool isopropílico. Pressione a tecla STAND BY/READY para desabilitar o probe para emissão de luz e evitar disparos acidentais. Bibliografia de referência: • American National Standards Institute. American National Standard for Safe Use of Lasers. ANSI Z136.1. Orlando: 2022. • IBRAMED. Instruções de uso LASERPULSE. 3. ed. Amparo, 2012. • FERREIRA, ALINE GOMES AFONSO. Aplicação do Laser de baixa intensidade no processo de cicatrização de ferida cirúrgica: padronização dos parâmetros dosimétricos. 2016. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2016.