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PROCESSOS CONSTRUTIVOS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO PROF. Marine Mattos IMPERMEABILIZAÇÃO 2 3 CONCEITOS IMPORTANTES – NBR 9575 / 2010 4 • SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO: → Conjunto de produtos e serviços destinados a conferir estanqueidade a partes de uma construção. → Geralmente e composta por um conjunto de camadas com funções específicas. CONCEITOS IMPORTANTES – NBR 9575 / 2010 5 • IMPERMEABILIZAÇÃO: → Conjunto de operações ou técnicas construtivas (serviços) que objetivam proteger as construções contra as ações deletérias de fluidos, vapores e umidade. CONCEITOS IMPORTANTES – NBR 9575 / 2010 6 • ESTANQUEIDADE: → Propriedade de um elemento (ou conjunto de componentes) de impedir a penetração ou passagem de fluidos através de si. → A sua determinação esta associada a uma pressão limite de utilização (as que se relaciona com as condições de exposição do elemento). 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 CAMADAS DA IMPERMEABILIZAÇÃO 27 • ENTENDIDAS POR: → BASE. → REGULARIZAÇÃO. → BERÇO. → IMPERMEABILIZAÇÃO. → CAMADA DE AMORTECIMENTO. → PROTEÇÃO MECÂNICA. CAMADAS DA IMPERMEABILIZAÇÃO 28 O QUE É UMA IMPERMEABILIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E PARA QUE ELA SERVE? 29 • A impermeabilização na construção civil trata-se de um procedimento adotado com o objetivo de vedar, de colmatar ou de selar os materiais porosos e suas possíveis falhas, que são causadas por defeitos técnicos ou por momentos estruturais durante a execução. • A aplicação do procedimento é feita com diferentes composições, a fim de evitar a ação das intempéries a partir de infiltrações em qualquer parte da obra — lajes, paredes, coberturas, aberturas, muros, entre outros. • Quando o responsável pela construção não valoriza essa etapa, ele coloca toda a estrutura e vários outros elementos totalmente à mercê de patologias, como bolor, oxidação, manchas e deterioração de peças. O QUE É UMA IMPERMEABILIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E PARA QUE ELA SERVE? 30 • Vale destacar que um projeto de construção civil contempla vários projetos, como acabamento, hidráulica e elétrica, e precisa contemplar igualmente um projeto de impermeabilização. O profissional que tem a função de planejar a impermeabilização da obra precisa desenvolvê-la em conformidade total com as normas da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas). • No dia 17 de outubro de 2010, a nova norma ABNT NBR 9575:2010 entrou em vigor. Ela estabelece as recomendações e as exigências relativas à seleção e ao projeto de impermeabilização. Então, vale lembrar que essa norma determina os requisitos mínimos de proteção da obra contra a passagem de fluidos, assim como os requisitos de segurança, salubridade e conforto do usuário, a fim de garantir a estanqueidade das partes construtivas. IMPERMEABILIZAÇÕES 31 • É uma fase dos processos construtivos de uma edificação que torna a construção protegida, evitando comprometimento e preservando sua vida útil. • Por isso é importante conhecer os tipos, a melhor forma de aplica-las e qual o melhor material a ser especificado em uma obra. HISTÓRICO 32 • Processo antigo seja no segmento comercial ou residencial. • Versículos do antigo testamento informam que a torre de babel e a arca de Noé foram impermeabilizados com asfalto. • O petróleo e derivados como o asfalto e o betume são conhecidos pelo homem a pelo menos seis mil anos. • Construções que foram impermeabilizadas na história: →Jardins suspensos da babilônia. →Pirâmides do Egito. →Caravelas de Pedro Álvares Cabral. PRINCIPAIS NORMAS 33 • As principais normas técnicas referentes à impermeabilização são: • ABNT 9574/2008: Execução de impermeabilização Procedimento. • ABNT 9575/2010: Impermeabilização – Seleção e Projeto. • ABNT 9686/2006: Solução asfáltica empregada como material de imprimação na impermeabilização. • ABNT 9952/2014: Manta asfáltica com armadura para impermeabilização – Requisitos e Métodos de Ensaio. • ABNT 11905/2015: Sistema de impermeabilização composto por cimento impermeabilizante e polímeros. • ABNT 13321/2008: Membrana acrílica com armadura para impermeabilização – Especificação. • ABNT 13532/1995: Elaboração de projetos de edificações – Arquitetura. • ABNT 13724/2008: Membrana asfáltica para impermeabilização com estruturante, aplicada à quente. • ABNT 6118/2014 – Projeto de Estrutura de Concreto. QUAIS SÃO AS ÁREAS QUE PODEM/DEVEM SER IMPERMEABILIZADAS? 34 • fundações e baldrames; • terraços, lajes e todas as áreas descobertas; • telhados e as coberturas planas; • pisos molháveis, como os da cozinha, banheiro e áreas de serviço; • caixas d’água, reservatórios de água e piscinas; • paredes que recebem chuva de vento e paredes onde a água escorre; • calhas de escoamento de águas pluviais; • soleiras de portas que abrem para fora; • peitorais e esquadrias de janelas, entre outras. COMO FUNCIONA O IMPERMEABILIZANTE? 35 • O impermeabilizante tem papel de proteger a superfície dos efeitos nocivos que a água traz, quando em contato com os substratos. Assim, podemos dizer que o impermeabilizante funciona como uma camada protetora que impede a passagem de água, evitando, assim, o surgimento de manifestações patológicas. • Sabemos que a água possui uma capacidade enorme de percolação e infiltração em qualquer situação e na construção civil não é diferente. A água pode infiltrar de maneira descendente, como é o caso da gravidade ou ascendente, por capilaridade. • Existem inúmeros tipos de impermeabilizantes e, para escolher o certo para o que você precisa, é necessário levar em consideração todas as especificidades do local onde será aplicado. COMO FUNCIONA O PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO? 36 • De modo geral, antes de qualquer aplicação do impermeabilizante, é necessário que seja realizada a limpeza da superfície, eliminando todas as impurezas e sujidades. • Depois de preparar a superfície e seguindo as orientações do fabricante para preparação do produto, ele é aplicado e deve-se respeitar os tempos de cura e secagem para as próximas demãos. Após a aplicação, recomenda-se proceder um teste de estanqueidade, mantendo uma lâmina de água no local por, no mínimo, 72 horas e observar se há algum vazamento. 1) PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO 37 • Um projeto de impermeabilização nada mais é que uma avaliação de todas as interferências construtivas como tipo de edificação, movimentações estruturais, finalidades de cada área e segurança dos trabalhadores. A partir dessa análise, é possível obter maior eficiência no processo uma vez que a escolha dos materiais e dos sistemas serão escolhidos de acordo com as características da construção. • Quando falamos sobre o próprio processo de impermeabilização, temos as normas técnicas que direcionam a execução do procedimento. As principais normas que tratam sobre o projeto de impermeabilização são: NBR 9575 – Impermeabilização: Seleção e Projeto e a NBR 9574 – Execução de impermeabilização, que compõem um manual descritivo, com detalhes de especificações dos materiais e serviços a serem realizados. Isto é, elas servem para estabelecer critérios e determinações que devem ser seguidas para que a execução seja realizada da melhor forma possível, evitando problemas. 2) ESCOLHA DE MATERIAIS 38 • A escolha de materiais é uma etapa de todo o processo de impermeabilização essencial. • Depois de escolher os produtos que serão utilizados na execução da impermeabilização, você precisa selecionar os materiais que serão necessários para a aplicação. Esses materiais podem variar conforme o tipo do produto, podendo ser rolos de pinturas, trinchas, pincéis, maçarico, enfim, vai depender de como será feita a impermeabilização. 3) EXECUÇÃO 39 • 3.1) PREPARAÇÃO DA SUPERFÍCIE: A limpeza deve ser feita para retirar quaisquer sujidades da superfície a fim de deixá-la pronta para receber o produto. • a base a ser impermeabilizada deve estarlimpa, livre de pó, graxa, óleo, eflorescência, materiais soltos ou quaisquer produtos ou incrustações que venham prejudicar a aderência do produto. • Segundo a norma, a lavagem pode ser executada de acordo com os seguintes procedimentos: • para a remoção de sujeiras, pó e materiais soltos: escovar e lavar a superfície ou aplicar jato d'água sob pressão; quando necessário, deve ser empregada espátula, escova de cerdas de aço ou jato de areia; • para remoção de óleo desmoldante, graxa e outros contaminantes gordurosos, pode-se efetuar a limpeza com soluções alcalinas ou ácidas; • para remover eflorescências: pode-se escovar a seco a superfície com escova de cerdas de aço e proceder a limpeza com solução de ácido muriático. Caso a manifestação atinja grandes áreas, pode-se empregar jateamento de areia; • para remover bolor e fungos: pode-se escovar a superfície com escova de cerdas duras com solução de fosfato trissódico ou com solução de hipoclorito de sódio e enxaguar com água limpa em abundância. 3) EXECUÇÃO 40 • A regularização da superfície consiste em deixar a superfície adequada para o recebimento do sistema de impermeabilização, detectando pontos falhos de concretagem, grauteamento de tubos elementos transpassantes à superfície e, aplicando, assim, argamassa específica para a uniformização de todo o substrato. Importante ressaltar que deve-se manter uma declividade na superfície de, no mínimo 1%, para que a água não acumule e consiga ser escoada. • Feita a preparação da superfície e estando ela limpa e regularizada, é hora da aplicação do produto. Vamos entender como se dá esta etapa. 3) EXECUÇÃO 41 • 3.2) APLICAÇÃO DO PRODUTO: A aplicação do produto varia muito conforme o tipo do produto e ela é definida pelo fabricante. • Como um produto difere muito um do outro, não cabe aqui relacionarmos todas as formas de aplicação, pois faremos isso mais adiante. 3) EXECUÇÃO 42 3.3) TESTE DE ESTANQUEIDADE: Depois de aplicado o produto impermeabilizante, é necessário esperar o tempo de cura especificado pelo fabricante e só depois deve-se realizar o teste de estanqueidade para comprovar a eficiência da impermeabilização. • Assim, de acordo com a NBR 9574, após a execução da impermeabilização, recomenda-se ser efetuado ensaio de estanqueidade com água limpa, com duração mínima de 72 horas para verificação de falhas na execução do tipo de impermeabilização utilizado. Se, após esse período, não houver sinais de infiltração, pode-se entender que o sistema de impermeabilização foi eficiente. • Depois, faz-se a aplicação do produto, levando em conta as orientações do fabricante e após o tempo de cura, deve-se comprovar a eficiência do sistema através do teste de estanqueidade. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 43 →Aderência. →Flexibilidade. →Método de execução. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 44 → Eles podem ser classificados quanto a aderência, flexibilidade e execução. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 45 → ADERÊNCIA: • De acordo com a NBR 9575 / 2010 classifica em aderentes, não aderentes e parcialmente aderentes. →aderentes: São totalmente ligados à estrutura de concreto armado constituído por materiais de seu próprio corpo. Exemplo: chapisco na argamassa impermeável. →não aderentes: são definidos como um conjunto de materiais ou produtos aplicáveis nas partes construtivas, totalmente não aderidos ao substrato. →parcialmente aderentes: São definidos como o conjunto de materiais ou produtos aplicáveis nas partes construtivas, parcialmente aderidos ao substrato. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 46 → FLEXIBILIDADE: • De acordo com a NBR 9575 / 2010 classifica em rígido, semi-flexível e flexível. →sistemas rígidos: Ocorrem pela inclusão de aditivos químicos (hidrófugos) e correta granulometria dos agregados que irão compor a pasta, atuando na diminuição da porosidade dos substratos. Baixa capacidade de sofrer deformações. São utilizados em estruturas que não estão sujeitos a movimentação, vibrações forte exposição solar e variações térmicas. Aplica-se em: reservatórios, piscinas, caixas d´água enterradas e fundações. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 47 →sistemas rígidos: A impermeabilização rígida é realizada através de aplicação de aditivos químicos nas argamassas ou sob a forma de membranas acrílicas rígidas. Como o impermeabilizante rígido não funciona em conjunto com os elementos estruturais, não é indicado para estruturas submetidas a grandes movimentações ou expostas ao estresse mecânico, causado por vibrações intensas ou impactos constantes. Portanto, é fundamental avaliar o quanto a estrutura está exposta a variações de temperatura ou sujeita às fissuras. Seu uso é indicado para áreas como vigas baldrame, rodapé de parede, contrapiso. 48 49 50 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 51 → FLEXIBILIDADE: • De acordo com a NBR 9575 / 2010 classifica em rígido, semi-flexível e flexível. →sistemas semi-flexíveis: Apresenta maior resistência mecânica. Usada na proteção das armaduras do concreto e estruturas de concreto que tenham contato com produtos químicos. Mais cara. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 52 →sistemas semi-flexíveis: É que um sistema que apresenta características intermediárias entre o rígido e o flexível, porém com algumas limitações, como baixa resistência mecânica e pouca resistência à dilatação térmica. O sistema semi-flexível é constituído por um material bicomponente (argamassa polimérica), composto por um pó mais um líquido, que ao serem misturados, forma-se uma argamassa de fácil aplicação. Por ser uma nova classificação de impermeabilização, deve-se analisar com mais cuidado cada situação e entender se seu uso é apropriado. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 53 → FLEXIBILIDADE: • De acordo com a NBR 9575 / 2010 classifica em rígido, semi-flexível e flexível. →sistemas flexíveis: conjunto de materiais ou produtos que podem ser aplicados em substratos que estão sujeitos a fissuras e ao trabalho térmico. Utilizamos para esse sistema as MANTAS E MEMBRANAS. Aplica-se em: áreas sujeitas as deformações. CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 54 →sistemas flexíveis: Utiliza impermeabilizantes com propriedades mais elásticas (materiais constituídos de polímero e elastômero, formando membranas ou mantas pré-fabricadas), assim, podem se conformar com a estrutura durante a movimentação e evitar o surgimento de trincas e fissuras. Portanto, a impermeabilização flexível é indicada para locais sujeitos à variação de temperatura, (como varandas, lajes, terraços, coberturas), sendo seu uso mais comum em piscinas. 55 56 57 58 CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO 59 → MÉTODO DE EXECUÇÃO: • De acordo com a NBR 9575 / 2010 classifica em IN LOCO E PRÉ- FABRICADOS. 60 PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS. 61 → Os materiais mais utilizados na impermeabilização são: Argamassas. Asfálticos. PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS. 62 → Grupo das argamassas: No grupo das argamassas encontram-se os sistemas de impermeabilização em que a camada impermeável é fruto do emprego de argamassas de cimento e areia preparadas com aditivos hidrofugantes ou resinas (poliméricas, acrílicas e epóxi) com a função de torná- las impermeáveis. PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS. 63 → Grupo asfáltico: Encontram-se os sistemas de impermeabilização à base de asfalto na camada impermeável que podem ser moldadas in loco (membranas quente ou a frio) ou pré-fabricadas (mantas). QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? 64 → Os principais sistemas de impermeabilização são: • Membrana de Poliuretano: sua aplicação é simples, pois não necessita de fonte de calor além de apresentar alta resistência mecânica, térmica e química. Assim, sua indicação é para impermeabilização de lajes; • Membrana Acrílica: pode ser aplicada direto na construçãoa frio e em forma de emulsão. É indicado para quaisquer revestimentos de pressões hidrostáticas positivas. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? 65 → Os principais sistemas de impermeabilização são: • Emulsão Asfáltica: sistema que pode ser aplicado como pintura e oferece algumas vantagens como elevada aderência, alto poder de cobertura e secagem rápida. • Manta Asfáltica: é material pré fabricado feito sob medida. A aplicação é feita com calor para melhor aderência às superfícies. Suas vantagens é praticidade, facilidade de aplicação e elasticidade. Era o método de impermeabilização mais utilizado, porém com o surgimento de novos produtos que não necessitam de calor, vem perdendo liderança. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? 66 • Argamassa Polimérica: é constituída de cimento, agregados minerais e aditivos poliméricos acrílicos e, por ser bicomponente, mistura-se com a emulsão e, assim, pode ser feita a aplicação do produto. É indicado para impermeabilizações hidrostáticas de pressão positiva e negativa. Sua aplicação é feita a frio com o uso de rolos e telas de poliéster. QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? 67 • Hidrofugantes: é um sistema muito versátil, que pode ser aplicado em diversos tipos de superfícies e, ao gerar uma tensão superficial da estrutura, quando em contato com a água, promove seu escoamento rapidamente. Eles diferem da maioria dos outros produtos impermeabilizantes por conta da sua capacidade de evitar a entrada de água nas estruturas além de impedir sua adesão, deixando a superfície completamente seca. Sua grande vantagem é o baixo custo e seu uso é indicado para concretos aparentes, tijolos aparentes e fachadas prediais com texturas ou revestimentos cerâmicos. PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS 68 FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOS UTILIZADOS. 69 Assim como outros serviços na construção, na impermeabilização é importante zelar pela vida do operário. Equipamentos; -botas, -luvas, -capacete, -óculos de segurança, -máscara de proteção, -uniformes. PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO 70 FASE 1: PREPARO DA SUPERFÍCIE E REGULARIZAÇÃO. • O preparo da superfície consiste em uma limpeza geral e detecção de pontos falhos de concretagem. • Preparação da superfície com argamassa específica. • Deve-se molhar a área com água antes da regularização. PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO 71 FASE 1: PREPARO DA SUPERFÍCIE E REGULARIZAÇÃO. • Consiste na regularização da superfície para receber o sistema de impermeabilização. • É necessário a camada impermeável uma declividade de no mínimo 1% quando necessário. PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO 72 FASE 2: IMPERMEABILIZAÇÃO. • A etapa de impermeabilização tem a função de barrar a passagem de fluidos. • De acordo com o tipo de projeto, deve-se escolher o melhor sistema e os melhores materiais. PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO 73 FASE 2: IMPERMEABILIZAÇÃO. • Caso o sistema especificado utilize mantas pré-fabricadas há a necessidade de um elemento de ligação entre o substrato e a manta, podendo ser usado uma camada asfáltica. PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO 74 FASE 2: IMPERMEABILIZAÇÃO. • Pode-se aplicar no processo de impermeabilização inúmeros tipos de sistemas. ONDE APLICAR IMPERMEABILIZANTE? 75 Vamos elencar os principais tipos de superfícies que recebem impermeabilizante: • Baldrame: por ser a fundação de uma construção e possuir a função de proteger toda a estrutura contra os efeitos da umidade, é um dos principais pontos que deve receber um sistema impermeabilizante eficiente. Uma simples falha de impermeabilização nas vigas baldrame pode gerar problemas gravíssimos em toda a estrutura e na maioria das vezes não passíveis de serem solucionados. • Rodapé de parede: a umidade em rodapé ocorre por conta de infiltração da água por capilaridade vinda do solo, aparecendo manchas, bolhas na pintura, mofo e apodrecimento dos rodapés de madeira ONDE APLICAR IMPERMEABILIZANTE? 76 • Contrapiso: as infiltrações nos contrapisos se dão por pressão negativa, através da capilaridade da água e podem causar manchas e desplacamento dos pisos, por exemplo. • Fachada: a impermeabilização de fachadas além de garantir a estética da construção impecável, age no sentido de proteger a estrutura contra o surgimento de manifestações patológicas, que podem aparecer tanto na parte externa como interna do imóvel. • Laje: as lajes são áreas que ficam completamente expostas às intempéries, como as chuvas. Assim, devem ser impermeabilizadas para que a água não se infiltre na superfície, evitando goteiras e problemas na área interna do imóvel. ONDE APLICAR IMPERMEABILIZANTE? 77 • Banheiros: os banheiros ficam em contato constante com água e, por isso, deve-se dar atenção especial para essas áreas, pois a probabilidade de ocorrer algum tipo de dano é bem mais alta. Portanto, a impermeabilização em banheiros é fundamental. • Caixa d’água: assim como os banheiros, as caixas d'águas são áreas molhadas e, por estarem em contato direto e constante com a água, devem ser impermeabilizadas. • Piscina: as piscinas entram na mesma situação das caixas d’água e devem ser impermeabilizadas para que sejam evitados problemas maiores. • Muro de arrimo: os muros de arrimo desempenham papel fundamental para garantir a estabilidade de um maciço ou encosta e, portanto, devem ser impermeabilizados para que suas estruturas sejam preservadas para que possam evitar deslizamentos e desmoronamentos. 78 REFERÊNCIA. 79 FREIRE, Mônica Athayde. MÉTODOS EXECUTIVOS DE IMPERMEABILIZAÇÃO DE UM EMPREENDIMENTO COMERCIAL DE GRANDE PORTE. Trabalho de conclusão de curso. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2007. Slide 1: PROCESSOS CONSTRUTIVOS CURSO DE ARQUITETURA E URBANISMO PROF. Marine Mattos Slide 2: IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 3 Slide 4: CONCEITOS IMPORTANTES – NBR 9575 / 2010 Slide 5: CONCEITOS IMPORTANTES – NBR 9575 / 2010 Slide 6: CONCEITOS IMPORTANTES – NBR 9575 / 2010 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15 Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22 Slide 23 Slide 24 Slide 25 Slide 26 Slide 27: CAMADAS DA IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 28: CAMADAS DA IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 29: O QUE É UMA IMPERMEABILIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E PARA QUE ELA SERVE? Slide 30: O QUE É UMA IMPERMEABILIZAÇÃO NA CONSTRUÇÃO CIVIL E PARA QUE ELA SERVE? Slide 31: IMPERMEABILIZAÇÕES Slide 32: HISTÓRICO Slide 33: PRINCIPAIS NORMAS Slide 34: QUAIS SÃO AS ÁREAS QUE PODEM/DEVEM SER IMPERMEABILIZADAS? Slide 35: COMO FUNCIONA O IMPERMEABILIZANTE? Slide 36: COMO FUNCIONA O PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO? Slide 37: 1) PROJETO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 38: 2) ESCOLHA DE MATERIAIS Slide 39: 3) EXECUÇÃO Slide 40: 3) EXECUÇÃO Slide 41: 3) EXECUÇÃO Slide 42: 3) EXECUÇÃO Slide 43: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 44: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 45: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 46: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 47: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 48 Slide 49 Slide 50 Slide 51: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 52: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 53: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 54: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 55 Slide 56 Slide 57 Slide 58 Slide 59: CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 60 Slide 61: PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS. Slide 62: PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS. Slide 63: PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS. Slide 64: QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? Slide 65: QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? Slide 66: QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? Slide 67: QUAIS SÃO OS PRINCIPAIS SISTEMAS DE IMPERMEABILIZAÇÃO? Slide 68: PRINCIPAIS MATERIAIS UTILIZADOS Slide 69: FERRAMENTAS E EQUIPAMENTOSUTILIZADOS. Slide 70: PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 71: PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 72: PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 73: PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 74: PROCESSO DE IMPERMEABILIZAÇÃO Slide 75: ONDE APLICAR IMPERMEABILIZANTE? Slide 76: ONDE APLICAR IMPERMEABILIZANTE? Slide 77: ONDE APLICAR IMPERMEABILIZANTE? Slide 78 Slide 79: REFERÊNCIA.