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Análise do Comportamento
Profa. Dra. Gisele de Lima Fernandes Ribeiro
Slide 1
SKINNER, B. F. As causas do comportamento. Em:
SKINNER, B. F. (1974/2006) Sobre o behaviorismo.
Tradução de Maria da Penha Villalobos. 10º ed. São
Paulo: Cultrix.
Profa. Dra. Gisele de Lima Fernandes Ribeiro
 Psicóloga (USJT)
 Pedagoga (UNICID)
 Mestre e Doutora em Psicologia Experimental: Análise do Comportamento 
(PUC/SP)
 Especialista em RH na Gestão de Negócios (USJT)
 Especialista em Educação em Ambientes Virtuais (Cruzeiro do Sul)
 Especialista em Terapia de Aceitação e Compromisso com ênfase em 
Narrativas Funcionais (UNIFATEC) - cursando
Por que escrever Sobre o Behaviorismo?
“... algumas das coisas comumente ditas sobre o
Behaviorismo ou a ciência do comportamento. Creio que
são todas falsas.”
(SKINNER, 1974/2006, p. 7)
Introdução
“... 1. O Behaviorismo ignora a consciência, os sentimentos
e os estados mentais.
3. Apresenta o comportamento simplesmente como um
conjunto de respostas e estímulos, descrevendo a pessoa
como (...) um robô, um fantoche ...
4. Não considera as intenções ou os propósitos.
8. É necessariamente superficial e não consegue lidar com
as profundezas da mente ou da personalidade.
16. Desumaniza o homem...
“... 1. O Behaviorismo ignora a consciência, os sentimentos
e os estados mentais.
3. Apresenta o comportamento simplesmente como um
conjunto de respostas e estímulos, descrevendo a pessoa
como (...) um robô, um fantoche ...
4. Não considera as intenções ou os propósitos.
8. É necessariamente superficial e não consegue lidar com
as profundezas da mente ou as personalidade.
16. Desumaniza o homem...
“... o primeiro behaviorista explícito (...) Watson, em 
1913, lançou uma espécie de manifesto (...) fez 
importantes observações (...), algumas alegações 
exageradas (...) ele próprio considerou-as exageradas, 
mas, desde então, tais alegações têm sido usadas para 
desacreditá-lo. Sua nova ciência nascera, por 
assim dizer, prematuramente.
Por que a confusão ainda persiste?
(SKINNER, 1974/2006, p. 8-9) 
(grifo acrescentado)
“Ele (Watson) dispunha de poucos fatos 
relativos ao comportamento – particularmente 
ao comportamento humano... por isso não é de 
surpreender que muitas de suas declarações 
pareçam simplificadas e ingênuas.”
Por que nascerá prematuramente?
(SKINNER, 1974/2006, p. 8-9)
“Deem-me uma dúzia de crianças saudáveis e bem formadas e meu 
mundo específico para criá-las, e eu me comprometo a escolher 
uma delas ao acaso e treiná-la para que chegue a ser qualquer tipo 
de especialista que escolher: médico, advogado, artista, comerciante, 
e inclusive mendigo ou ladrão, sem levar nem um pouco em conta 
seus talentos, capacidades, tendências, habilidades, vocação ou a 
raça de seus antepassados”. (WATSON, 1930, p. 104)
WATSON, J. B. Behaviorism. ed. rev. New York: Norton, 1930.
“Contudo, a crítica não mudou muito. Todas as 
incompreensões apontadas (...) são encontráveis em 
publicações correntes, escritas por filósofos, teólogos, 
cientistas sociais, historiadores, homens e mulheres de 
letras, psicólogos e muitos outros...”
Skinner, 1974/2006, p. 10
SKINNER, B. F. Sobre o behaviorismo. 
Tradução de Maria da Penha Villalobos. 10º 
ed. São Paulo: Cultrix, 1974/2006
CASA COMIGO? Direção: Anand Tucker, Produção: Gary Barber
entre outros. Irlanda e EUA. Universal Pictures, 2010
Por que as pessoas se
comportam de uma
certa maneira?
Sentimento, emoções, 
estados mentais
Causas populares do 
comportamento...
“Supomos que as outras 
pessoas se sentem como nós 
quando se portam como nós” 
(SKINNER, 1974/2006, p. 13).
Breve resgate da 
história da Psicologia
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Idade Antiga – 300 a 476 a.C.
Breve resgate da 
história da Psicologia
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Idade Média - 476 a 1453 d.C.
Breve resgate da 
história da Psicologia
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Idade Moderna - 1453 a 1789
Idade Média  a igreja 
explicava a ação, o 
comportar-se pelo homem 
pela posse de uma alma. 
Idade Moderna  início do 
século passado, os cientistas 
explicam o comportar-se pelo 
homem pela posse de uma 
mente (MATOS, 1993).
Ψ da alma 
transforma-se na Ψ
da mente
MATOS, M. A. Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical. II Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental,
Campinas, out/93. Versão revisada encontra-se publicada em: Bernard Rangé (org) Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, 
prática, aplicações e problemas. Campinas, Editorial PSY, 1995.
Breve resgate da história 
da Psicologia
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
Idade Moderna – a partir de 1789
“A psicologia que se desenvolvia no início do século XX 
era dualista: concebia o ser humano como composto 
de um corpo e uma mente ou consciência. (...) 
Seu objetivo de estudo era a consciência, 
que somente poderia ser atingida por uma instrospecção”
(RANGÉ, 1995, p. 13)
RANGÉ, B. Bases filosóficas, históricas e teóricas da 
psicoterapia comportamental e cognitiva. In: RANGÉ, B. 
(org.). Psicoterapia comportamental e cognitiva: de 
transtorno psiquiátricos. Campinas: E. Psy, 1995. p. 13-25.
Imagem de Gerd Altmann por Pixabay
“Seus ‘experimentos’ consistiam em relatos de auto-observações por 
estímulos apresentados a sujeitos treinados pelos experimentadores a fazê-
las dentro de certos critérios. Sob orientação deles, os sujeitos descreviam 
suas experiências conscientes e os experimentadores os ajudavam a definir 
por análise seus elementos básicos...” (RANGÉ, 1995, p. 13).
Imagem: Psicoeduca
Método Introspeccionista
“O termo mentalismo foi adotado por
B. F. Skinner para se referir a um
tipo de ‘explicação’ que na verdade
não explica nada...
Mentalismo
Suponha que você pergunte a um amigo por que ele comprou um
par de sapatos e a resposta seja ‘Comprei por que quis’, ou
‘Comprei por impulso’. Embora essas afirmações soem como
explicações, você na verdade não avançou nada em relação a sua
pergunta. Essas ‘não explicações’ são exemplos de mentalismo”
(BAUM, 1994/1999, p. 47).
BAUM, W. M. (1999). Compreender o behaviorismo: comportamento, cultura e evolução. Porto Alegre: Artmed (publicado originalmente 
em 1994).
Mentalismo
Tradução literal:
“Em uma frase, o mentalismo consiste em explicar o
comportamento atribuindo sua causa a fenômenos de uma
dimensão além daquela em que o comportamento ocorre”.
MOORE, J. (2013). Mentalism as radical behaviorist views it – Part 1. Journal of Mind and Behavior, 34 (2), 133-164)
“In a sentence, mentalism
consists in explaining behavior by
attributing its cause to
phenomena from a dimension
beyond the one in which behavior
takes” (MOORE, 2013, p. 136).
“No mentalismo, o acesso às ideias
ou imagens se faria somente através
da introspecção, (...) revelada
através de uma ação, gesto ou
palavra....” (MATOS, 1993, p. 1).
Mentalismo
“... modelo causal de ciência: (a) o indivíduo passivo recebe 
impressões do mundo; (b) estas impressões são impressas na sua 
mente constituindo sua consciência; (c) que é então a entidade 
agente responsável por, ou local onde ocorrem processos 
responsáveis por nossas ações” (MATOS, 1993, p. 1 – grifo acrescentado).
MATOS, M. A. Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical. II Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental, 
Campinas, out/93. Versão revisada encontra-se publicada em: Bernard Rangé (org) Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, 
prática, aplicações e problemas. Campinas, Editorial PSY, 1995.
“... O estruturalismo nos diz como as 
pessoas agem, mas esclarece muito 
pouco por que se comportam desta 
ou daquela forma. Não tem resposta 
para a pergunta com a qual 
começamos.”
(SKINNER, 1974/2006, p. 16)
SKINNER, B. F. Sobre o behaviorismo. Tradução
de Maria da Penha Villalobos. 10º ed. São Paulo:
Cultrix, 1974/2006
Quais são as causas do comportamento?Behaviorismo 
Metodológico
“Considera apenas aqueles fatos que 
podem ser objetivamente observados no 
comportamento de alguém em relação 
com a sua história ambiental prévia” 
(Skinner, 2006/1974, p. 16)
“O behaviorismo metodológico foi bem sucedido 
em relação a seus próprios objetivos. Descartou-se 
de muitos problemas suscitados pelo mentalismo, 
ficando livre para trabalhar em seus próprios projetos, 
sem digressões filosóficas.” (Skinner, 1974/2006, p. 
17 – grifo acrescentado)
Behaviorismo 
Metodológico
“O que ele [o behaviorista] colocou no lugar [da introspecção]? O 
Behaviorista pergunta: Por que não fazemos do que podemos 
observar o real campo da psicologia? Limitemo-nos às coisas que 
podemos observar e formulemos leis que dizem respeito apenas às 
coisas observadas. Agora, o que podemos observar? Podemos 
observar comportamento – o que o organismo faz ou fala”. 
(Watson, 1929, p. 19)
Watson, J. B. (1929). Behaviorism: The modern note in psychology. Em J. B. Watson, & W. McDougall, The battle of behaviorism: An
exposition and an exposure (pp. 7-40). New York: Norton.
“O problema da proposta do behaviorismo metodológico 
na psicologia é que ela deixa os seus proponentes em uma 
situação no mínimo embaraçosa: ao assumir que eventos 
mentais existem, mas não são passíveis de análise 
científica, o behaviorista metodológico deixa de fora 
aquilo que tradicionalmente foi considerado como o 
campo de estudo legítimo da psicologia – a 
“atividade mental”. Obviamente, essa postura 
impossibilitaria a maior reivindicação do behaviorismo 
watsoniano: de que o behaviorismo seria capaz de 
explicar toda a atividade humana”.
(STRAPASSON e CARRARA, 2008, p. 2 – grifo acrescentado)
STRAPASSON, B. A.; CARRARA, K. John B. Watson: Behaviorista Metodológico?
Interação em Psicologia, Curitiba, jan./jun. 2008, 12(1), p. 1-10. Disponível on-line 
em: https://revistas.ufpr.br/psicologia/article/download/9120/9206
Behaviorismo Metodológico
“... A maioria dos behavioristas metodológicos admitia a 
existência de fatos mentais, ao mesmo tempo que os excluía 
de consideração... Pretendiam eles realmente dizer que tais 
acontecimentos não importavam? (...) A concepção de que 
um mundo puramente físico poderia ser autossuficiente...”
... O argumento post hoc, ergo propter hoc (depois 
disto, logo causado por isso) seria 
inteiramente falso? Os sentimentos que 
experimentamos antes de agir não possuem 
nenhuma relação com nosso 
comportamento?
(SKINNER, 2006/1974 , p. 18).
CASA COMIGO? Direção: Anand Tucker, Produção: Gary Barber entre
outros. Irlanda e EUA. Universal Pictures, 2010
Behaviorismo 
Radical
“A afirmação de que os behavioristas negam a existência 
de sentimentos, sensações, ideias e outros traços da vida 
mental precisa ser bem esclarecida.” (SKINNER, 
1974/2006, p. 18).
Behaviorismo
Radical
Mas o behaviorismo radical adota uma linha diferente...
“Não nega a possibilidade de auto-observação ou do 
autoconhecimento ou de sua possível utilidade, mas 
questiona a natureza daquilo que é sentido ou observado 
e, portanto, conhecido.” (SKINNER, 1974/2006, p. 19).
“A introspecção não poderia ser aceita 
como uma prática científica e a 
psicologia de gente como Wilhelm 
Wundt e Edward B. Titchener era 
atacada por isso.” (SKINNER, 
1974/2006, p. 18)
Behaviorismo
Radical
Mas o behaviorismo radical adota uma linha diferente...
“Restaura a introspecção, mas não aquilo que os filósofos 
e psicólogos introspectivos acreditavam ‘esperar’, e suscita 
o problema de quanto de nosso corpo podemos 
realmente observar.” (SKINNER, 1974/2006, p. 19)
Behaviorismo
Radical
“O que é sentido ou 
introspectivamente observado não é 
nenhum mundo imaterial da 
consciência, da mente ou da vida 
mental, mas o próprio corpo do 
observador.” (SKINNER, 
1974/2006, p. 19)
A “mente” é o que o corpo faz, é o que a pessoa faz, em outras 
palavras, é comportamento. E é isso que os behavioristas vem 
dizendo ha mais de meio século.
“... ocorre que a experiência que alguém tem de uma 
situação é um evento privado. E Skinner assim a aceita. 
Para Skinner, os estudos de eventos internos inclui-se 
legitimamente dentro do campo de estudos da Psicologia, 
de uma ciência do comportamento”.
MATOS, M. A. Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical. II Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental, Campinas,
out/93. Versão revisada encontra-se publicada em: Bernard Rangé (org) Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas.
Campinas, Editorial PSY, 1995.
(MATOS, 1993, p. 5).
“...ele é radical em dois sentidos: por negar radicalmente
(i.e., negar absolutamente) a existência de algo que 
escapa ao mundo físico, que não tenha uma existência 
identificável no espaço e no tempo (mente, consciência, 
cognição); e por radicalmente aceitar (i.e., aceitar 
integralmente) todos os fenômenos comportamentais”. 
(MATOS, 1993, p. 5).
MATOS, M. A. Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical. II Encontro Brasileiro de
Psicoterapia e Medicina Comportamental, Campinas, out/93. Versão revisada encontra-se publicada em:
Bernard Rangé (org) Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas.
Campinas, Editorial PSY, 1995.
“O behaviorista metodológico não nega a existência da mente, 
mas nega-lhe status científico ao afirmar que não podemos 
estudá-la pela sua inacessibilidade. O behaviorista radical nega a 
existência da mente e assemelhados, mas aceita estudar eventos 
internos” (MATOS, 1993, p. 5).
Behaviorismo 
Radical
MATOS, M. A. Behaviorismo Metodológico e Behaviorismo Radical. II Encontro Brasileiro de Psicoterapia e Medicina Comportamental, Campinas,
out/93. Versão revisada encontra-se publicada em: Bernard Rangé (org) Psicoterapia comportamental e cognitiva: pesquisa, prática, aplicações e problemas.
Campinas, Editorial PSY, 1995.
“O behaviorista radical restabelece um
certo tipo de equilíbrio. Não insiste na
verdade por consenso e pode, por isso,
considerar os acontecimentos
ocorridos no mundo privado dentro
da pele. Não considera tais
acontecimentos inobserváveis e não
os descarta como subjetivos.
Simplesmente questiona a natureza
do objeto observado e a
fidedignidade das observações.”
(SKINNER, 2006/1974 , p. 19).
Imagem: Fredy Martinez Photograph por Pixabay
Evolução do 
Behaviorismo
Behaviorismo Metodológico
ou Behaviorismo Clássico
Foco no método
(comportamento observável)
Dualismo (corpo e mente)
Behaviorismo Radical
(do latim radix)
Foco no objeto de estudo.
Monismo (não há distinção 
entre mente e corpo)
John Broadus Watson
1878-1958)
Burrhus Frederic Skinner
(1904-1990)
“A mente é o que o corpo 
faz. É o que a pessoa faz” 
(Skinner, 1987, p. 784). 
“Uma solução muito mais simples será identificar a mente com a 
pessoa. O pensamento humano é o comportamento humano. A 
história do pensamento humano é aquilo que as pessoas disseram e 
fizeram” (Skinner, 1974, 103).
Um exemplo: 
Comportamento supersticioso
“o comportamento supersticioso 
pode ser explicado através de um 
reforçamento acidental.”
Skinner, B. F. (1948). “Superstition” in the pigeon. Journal of Experimental Psychology, 38, 168-172. Weisberg, P. & Kennedy, D. B. (1969) 
Maintenance of chidren’s behavior by accidental schedules of reinforcement. Journal of the Experimental Child Psychology, 8, 222-233.
Quais são as causas 
do comportamento?
(SKINNER, 1948).
Comportamento 
Supersticioso
A superstição do pombo, Canal Enagio Coelho
https://www.youtube.com/watch?v=vOmlO6r1Q7k
Comportamento Supersticioso, canal alissonfepi
https://www.youtube.com/watch?v=21IC0UJQ-ok
https://www.youtube.com/watch?v=vOmlO6r1Q7k
https://www.youtube.com/watch?v=21IC0UJQ-ok
“Os homens agem sobre o mundo, 
modificando-o, e, por sua vez, são 
modificados pelas consequências de sua ação”. 
(Skinner, 1957/1978, p. 15)SKINNER, B.F. O comportamento verbal. São Paulo: Cultrix, 1957/1978
Imagem de Persblik por Pixabay
Imagem de Public Domain Pictures por Pixabay
O fisiologista do futuro nos dirá que o que pode ser
conhecido sobre o que está acontecendo dentro de um organismo 
que se comporta. Sua explicação será um avanço importante sobre a 
análise do comportamento (...) Ele será capaz de mostrar como um 
organismo é modificado quando exposto a contingências de 
reforçamento (...) O que ele descobrir não pode invalidar as leis da 
Ciência do Comportamento, mas tornará o quadro
da ação humana quase completo.
(SKINNER, 1974/2006, p. 236-237)
“Um membro da espécie tem identidade no sentido de que é um 
membro e não outro. Ele começa como um organismo e se torna 
uma pessoa ou self quando ele adquire um repertório de 
comportamento.” (Skinner, 1974/2006, p. 247)
Imagem Tomasha73, em Pixabay

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