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NOME DO ALUNO INCLUSÃO DO ALUNO COM SÍNDROME DE DOWN COLATINA, ES , 2025. INCLUSÃO DO ALUNO COM SÍNDROME DE DOWN Trabalho de conclusão de curso apresentado à INSTITUIÇÃO DE ENSINO FACUMINAS , como requisito para obtenção do título de Especialista em AEE-ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO . NOME DA FACULDADE (Letra 12, maiúscula, negrito, centralizado) COLATINA, ES , 2025 RESUMO O sistema de ensino regular é um dos mais importantes no que se refere à inclusão e um dos mais providos de desafios os quais são vivenciados principalmente pelos educadores. Este se justifica mediante o fato de a inclusão do aluno com Síndrome de Down vir sendo em muito discutida em ocasiões como essa, pois muitas são as vantagens para o aluno e para o sistema educacional de se ter um aluno com tal necessidade em seu ambiente de aprendizagem. A problemática consistirá em A Síndrome de Down limita o aprendizado do aluno? A formação que os professores estão recebendo os preparam para enfrentar tal situação? Os objetivos giram em torno de entender como se dá o processo de inclusão; verificar se o processo de formação dos professores vem dando suporte necessário para que estes possam enfrentar tais situações; aprofundar os conhecimentos a respeito da Síndrome de Down; contemplar a importância do atendimento educacional especializado na rede regular de ensino. O conteúdo fica por encargo de temáticas como ética, solidariedade, inclusão e cultura. O processo de desenvolvimento se dará por meio de atividades que estarão explicitamente expressas em cronograma semanal dentro da estrutura acadêmica do mês de setembro. O processo de avaliação se dará por parte da equipe gestora mediante a observação de sua equipe docente nos momentos de discussão e de desenvolvimento das atividades. O referencial teórico ficará por conta de autores como Vygotsky (1997), Carneiro (2011), Carvalho (2004), Kassar (1999), Mantoan (1997), Voivodic (2004), Schwartzman (2003) e demais outros. Palavras-chave: Síndrome e Down. Inclusão escolar. Formação de professores. 2 ABSTRACT The regular education system is one of the most important when it comes to inclusion and one of the most challenging, which is mainly experienced by educators. This is justified by the fact that the inclusion of students with Down Syndrome has been widely discussed on occasions like this, since there are many advantages for the student and for the educational system of having a student with such a need in their learning environment. The problem will consist of: Does Down Syndrome limit the student's learning? Does the training that teachers are receiving prepare them to face such a situation? The objectives revolve around understanding how the inclusion process takes place; verifying whether the teacher training process is providing the necessary support so that they can face such situations; deepening knowledge about Down Syndrome; and considering the importance of specialized educational services in the regular education system.. The content will be in charge of themes such as ethics, solidarity, inclusion and culture. The development process will take place through activities that will be explicitly expressed in a weekly schedule within the academic structure of the month of September. The evaluation process will be carried out by the management team through the observation of its teaching team during the moments of discussion and development of the activities. The theoretical framework will be provided by authors such as Vygotsky (1997), Carneiro (2011), Carvalho (2004), Kassar (1999), Mantoan (1997), Voivodic (2004), Schwartzman (2003) and others. Keywords: Down syndrome. School inclusion. Teacher training. 20 Sumário 1. INTRODUÇÃO 05 2. BREVE HISTÓRICO SOBRE INCLUSÃO 08 · 2.1 INCLUSÃO E EDUCAÇÃO INCLUSIVA 10 3. A INCLUSÃO E O ALUNO COM DOWN 17 · 3.1 DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS COM SÍNDROME DE DOWN .23 · 3.2 DESENVOLVIMENTO COGNITIVO ……………….……………………..24 · 3.3 DESENVOLVIMENTO AFETIVO E SOCIAL……………………………..25 4. METODOLOGIA 27 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS 29 6. REFERÊNCIAS 31 1. INTRODUÇÃO Neste trabalho será discutido o tema inclusão de alunos com síndrome de Down (SD) em escolas regulares. O tema vem ocupando os debates educacionais e os movimentos sociais no Brasil nos últimos anos, visando as instituições como espaços inclusivos responsáveis e competentes diante da inclusão. Dentro dessa temática, faremos um breve histórico a respeito da inclusão e de assuntos referentes aos desafios encontrados no contexto escolar. Como o objetivo deste estudo é revisar a literatura que trata da inclusão de crianças com SD, a fim de identificar desafios e estratégias para refletir e subsidiar o professor no processo de uma inclusão efetiva no contexto escolar, desejamos provocar um olhar atento no mediador a fim de que seja um propositor instigante em busca da inclusão. Aqui, teremos um capítulo destinado à apresentação de estratégias aliadas à prática do cotidiano escolar para contribuir com o processo de inclusão e promover o respeito, assim como a valorização da diversidade humana. Na escola, todos, sem exceção, devem participar da vida acadêmica, em escolas ditas comuns e nas classes ditas regulares onde deve ser desenvolvido o trabalho pedagógico que sirva a todos, indiscriminadamente (Carvalho, 1998, p. 170). Diante da necessidade de ampliar o conhecimento da temática e dos desafios encontrados no cotidiano das escolas regulares na promoção de uma inclusão efetiva das crianças com síndrome de Down, faz-se necessário a busca por estratégias que colaborem com esse processo. Portanto, o autor deste estudo sentiu-se motivado a desenvolver esta pesquisa. O processo de inclusão vai além do ato de ter em sala de aula um aluno com Síndrome de Down, este requer da instituição que esta se adeque dentro das suas possibilidades às necessidades do indivíduo a ser incluído e com o intuito de sanar as necessidades de aprendizagem deste aluno. Seguindo a linha de pesquisa voltada para a gestão escolar o presente projeto se faz importante mediante o fato de que muitas são as dificuldades encontradas no ato de incluir e que é necessário que antes de tudo se propicie aos alunos em processo de formação para serem futuros professores, recebam quando ainda em processo de formação, noções a respeito da possibilidade de se depararem com tais adversidades e que por meio de perseverança e força de vontade é possível que o ambiente escolar seja acolhedor e que proporcione segurança tanto para o aluno com necessidades especiais, quando para seus familiares que estarão envolvidos neste processo de inclusão. Este se justifica mediante fato de a inclusão ser um assunto recorrente nos círculos de bate pedagógico, e, a inclusão do aluno com Síndrome de Down está sendo em muito discutida em ocasiões como essa, pois muitas são as vantagens para o aluno e para o sistema educacional de se ter um aluno com tal necessidade em seu ambiente de aprendizagem. A oportunização de fatores relevantes ao desenvolvimento das potencialidades de tais alunos é em muito satisfatória também para a instituição, pois esta se torna de fato um ambiente inclusivo. O contexto educacional que vivenciamos está envolto pelo desafio de contemplar uma educação pautada na diversidade da condição humana a qual deve promover a inclusão de maneira a aproximar-se do ideal educacional de uma educação igualitária por todos e para todos, garantindo que o ideal educacional seja alcançado mediante a realidade das condições dos atuais de nosso sistema educacional. Os objetivos que se pretende alcançar são entender o como se dá o processo de inclusão; verificar se o processo de formação dos professores vem dando suporte necessário para que estes possam enfrentar tais situações do cotidiano escolar; aprofundar os conhecimentos a respeito da Síndrome de Down; contemplar a importância do atendimento educacional especializado na rede regular de ensino. Os quais ficaram porencargo de conteúdos como ética, solidariedade, inclusão, cultura. Com os quais trabalharemos o processo de inclusão do aluno com Síndrome de Down na rede regular de ensino permitindo que este seja incluído de maneira a ser abraçado pela instituição de ensino. Bem como ainda serão abordadas temáticas a respeito do processo de formação do professor e da formação continuada. Ao longo dos anos, estudos referentes a pessoas com Síndrome de Down, buscam descobrir o que acontece com a criança que nasce com essa síndrome. Essa alteração ocorre por um erro nas células do cromossomo 21 onde o mesmo produz um cromossomo extra. Ainda nos dias atuais, não se sabe certo o que provoca essa divisão celular a mais. Desencadeando nessas pessoas características patológicas e físicas diferenciadas. A Síndrome de Down é marcada por muitas alterações, associadas que são observadas em muitos casos. As principais alterações orgânicas, que acompanham a síndrome são: cardiopatias, prega palmar única, baixa estatura, atresia duodenal, comprimento reduzido do fêmur e úmero, bexiga pequena e hiperecongenica, ventrioulomegalia cerebral, hidromofrose e dismorfismo da face e ombros (SCHWARTZMAN, 1999, p.43). A estatura mediana entre essas pessoas não evolui da mesma maneira que ocorre em uma pessoa sem a síndrome, isso é percebido por sua baixa estatura. Outra característica é a motora, pois possuem lentidão ao se locomover, definindo bem tal patologia. Na sociedade atual há uma preocupação em alocar essas pessoas e de potencializar meios de cuidados a saúde física, cognitiva e motora. Sobre esse pressuposto diante da velocidade dos acontecimentos e tantas desmistificações na sociedade e o aceleramento de informações é válido atentar de como medicina/escola estão contribuindo para promover o desenvolvimento dessas pessoas O objetivo da pesquisa é relatar como se dá aprendizagem e desenvolvimento das pessoas com Síndrome de Down, no ambiente social/escolar. Assim, também mostrar como as políticas públicas estão se envolvendo e primando por novos avanços que atenuem este assunto, pensando sequencialmente em compreender como a inclusão acontece frente ao “todo” (sociedade/escola). O referencial teórico ficará por conta de autores como Vygotsky (1997), Carneiro (2011), Carvalho (2004), Kassar (1999), Mantoan (1997), Voivodic (2004), Schwartzman (2003) e demais outros. 2. BREVE HISTÓRICO SOBRE INCLUSÃO As pessoas com necessidades especiais no decorrer da história foram vítimas de um processo de exclusão total, onde os mesmos eram considerados indignos da educação escolar. Na Idade Média as pessoas com necessidades especiais eram excluídas da sociedade visto como doentes e incapazes principalmente na área do saber. Por volta de 1496, as pessoas com alguma deficiência ou transtorno mental eram perseguidas e executadas. Nesta época entendiam que isso significava uma “presença do demônio dentro dessas pessoas”. Por mais de 200 anos pessoas com necessidades especiais foram queimadas em praça pública, enforcadas, afogadas ou condenadas às prisões nos porões dos castelos da época (FACION & MATTOS, 2009, p.6). Em seguida foram vítimas da segregação, Minetto (2010, p.46) nos diz que, esta revelou se no final do século XVIII, princípio do século XIX, As pessoas com necessidades educacionais especiais eram segregadas em espaços que tratavam a deficiência como se fosse uma doença, no entanto houve o surgimento de grandes instituições especializadas em pessoas com deficiência, e é a partir de então que poderíamos considerar ter surgido a educação especial. No século XX, surgi então o paradigma da integração, este vem para defender o direito da criança com deficiência a ser inserida na sociedade e principalmente na rede regular de ensino, porém a mesma com esforço próprio teria que adaptar-se ao ambiente, enquanto que as escolas e os sistemas mantinham-se inalterados, não tinham o compromisso em adaptar-se às necessidades destes alunos (MINETTO, 2010 p.46). Segundo Sá (2009, p.26) “A denominada Educação Inclusiva nasceu nos Estados Unidos, pelas mãos da Lei Pública 94.142, de 1975”. Estabelecendo assim programas e projetos voltados para efetivar a Educação Inclusiva. A partir desses resultados, nos anos 90 surgem novos movimentos que apontavam para o surgimento de um novo paradigma educacional, desta vez a “Inclusão”, no sentido da palavra que significa fazer parte de, não só estar na escola fisicamente, mas participar efetivamente das experiências pedagógicas, se integrarem e se socializar com os demais alunos e aprender segundo suas potencialidades e limitações. (STAINBACK, 1999 p. 40). Com a Política Nacional de Educação Inclusiva em defesa do direito de todos a uma educação de qualidade, tendo em vista que toda criança é educável inclusive as que apresentam uma deficiência mais profunda, todos os alunos têm direito a que lhes sejam oferecidas condições e possibilidades educacionais que favoreçam a socialização e inclusão social. A partir de 1970, começam a ocorrer mudanças no cenário educacional. Alunos com deficiência passam a frequentar classes comuns e inicia-se um momento de ampliação da atuação do Estado nessa área (Brasil, 2006). De acordo com a Lei 8.069, o Estatuto da Criança e do Adolescente (Brasil, 1990) determina em seu Art. 54, inciso III (em relação à educação), que “é dever do Estado assegurar à criança e ao adolescente: atendimento especializado às pessoas com deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino.” Aos poucos uma nova concepção filosófica passa a permear o sistema educacional, aceitando crianças com deficiência nas escolas regulares e possibilitando a sua adaptação, conforme as estruturas do sistema escolar. Como prevê a Constituição Federal (1988) no seu Art. 205, a educação é um direito de todos e garante o pleno desenvolvimento da pessoa, assim como o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho. Ainda o Art. 206, inciso I, estabelece a “igualdade de condições de acesso e permanência na escola”, como um dos princípios para o ensino. Dessa forma, se passou a criar políticas públicas a fim de se atender às necessidades específicas de cada criança no contexto escolar, promovendo uma educação de qualidade para todos e uma reestruturação do sistema educacional. Segundo Mills (apud Schwartzman, 1999, p. 233), a educação da criança é uma atividade complexa, pois exige adaptações de ordem curricular que requerem um cuidadoso acompanhamento de educadores e responsáveis. A Educação especial na perspectiva inclusiva é recente, tem seu marco a partir da década de 90 do século passado e é validada pela inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais em classes e escolas regulares, foi a partir da concepção de que o convívio em sociedade é um direito de todas as pessoas e a aprendizagem ocorre a partir da interação indivíduo. A transição de um modelo de educação especial para um de educação inclusiva representa um avanço significativo no reconhecimento dos direitos das pessoas com deficiência. Embora ambos os conceitos busquem atender às necessidades educacionais especiais, a educação inclusiva emerge como um ideal que promove a participação, a diversidade e o respeito, independentemente das características individuais de cada aluno. Essa mudança paradigmal é essencial para uma sociedade mais justa e equitativa. No decorrer da trajetória educacional e humana muitos e diversos são os processos em que o indivíduo se encontra e que necessita que este se adapte a tal necessidade ou que tenha as necessidades adaptadas a si. O processo inclusão ocorre mediante a necessidade de educar os alunos com necessidades especiais e este processo busca desenvolver as capacidades, habilidades e diferentes possibilidades para a conquista da autonomia por parte do aluno a ser incluído, de maneira que a instituição se adéqua sim as necessidades dos alunos, mas não os minimiza mediante a sua capacidade de romper com os paradigmas e se tornarem independentes. Ao longo da históriaos movimentos em prol da inclusão foram surgindo mediante a necessidade de se lutar pelos direitos humanos os quais tiveram seus princípios a partir da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948, a repercussão desta proposta permitiu que as pessoas com deficiência passassem a serem consideradas em seus direitos e deveres, e ao exercício de sua cidadania. Na década de 90 com a Conferência Mundial de Educação para Todos, realizada na Tailândia e com a Declaração de Salamanca, o avanço de pesquisas e a busca de alternativas para a inclusão teve um impulso significativo. Atualmente a Declaração de Salamanca é utilizada como suporte pedagógico, pois apresenta linhas de ação que visam a garantia de igualdade de oportunidades, contribuindo assim para a efetivação do processo inclusivo é o que afirma Guebert (2007). 2.1 INCLUSÃO E EDUCAÇÃO INCLUSIVA O processo de inclusão deve ser acompanhado por uma política educacional a qual ofereça subsídios para a fundamentação de uma educação inclusiva no sistema de ensino, levando-se em consideração a necessidade de implantação de mudanças espaciais e estruturais na instituição. As condições atuais de nosso sistema de ensino nem sempre é favorável ao ato de incluir, pois ainda é grande a distancia que há ente o ideal desejado e a realidade de que dispomos. No contexto de inclusão temos significados relevantes, pois incluir define-se em: estar incluído ou compreendido; fazer parte; inserir-se. (FERREIRA, 2008). E para oportunizar cada indivíduo deficiente e transformar a realidade da inclusão desse educando, o Parecer nº 17/2001 do Conselho Nacional de Educação afirma que: Em vez de focalizar a deficiência da pessoa, enfatiza o ensino e a escola, bem como as formas e condições de aprendizagem; em vez de procurar, no aluno, a origem de um problema, define-se pelo tipo de resposta educativa e de recursos e apoios que a escola deve proporcionar-lhe para que obtenha sucesso escolar; por fim, em vez de pressupor que o aluno deva ajustar-se a padrões de “normalidade” para aprender, aponta para a escola o desafio de ajustar-se para atender à diversidade de seus alunos (BRASIL, 2001). Nesse pressuposto de aceitação de cada indivíduo vê-se que a sociedade deve acolher cada um sem discriminação ou preconceito. Dando respaldo as garantias e aos direitos fundamentais humanos que preveem o mínimo de respeito a toda pessoa em dignidade, a Constituição Federal de 1988 art.3, inciso IV traz como um dos seus objetivos fundamentais promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Nesse sentido, colocar e fazer-se aceito cada indivíduo na sociedade é consequentemente deixá-los ter uma vida íntegra como um todo. A inclusão no contexto escolar vem ocorrendo cada vez mais frequentemente em nossas instituições de ensino, mesmo que com dificuldades (VOIVODIC, 2004). Incluir requer da instituição que esta reflita sobre suas reais possibilidades e que assim possa se preparar para as adequações necessárias ao processo de inclusão. Sabemos o quão desafiadora é tal tarefa e que esta, exigi mudanças em vários aspectos a fim de superar as barreiras para a educação inclusiva. Carvalho (2003, p.61) aponta que: Em síntese, há que examinar todas as variáveis do processo educativo escolar, envolvendo as pessoas da escola (educadores, gestores, alunos, apoio administrativo); o ambiente físico (em termos de acessibilidade), os recursos financeiros e materiais (origens, quantidades, periodicidade de recebimento, manutenção de equipamentos e instalações), os graus de participação da família e da comunidade (parcerias), a filosofia de educação adotada (se tradicional ou não), o projeto político pedagógico construído pela comunidade escolar (natureza do documento, autores, destinação), a prática pedagógica (se mais centrada no ensino ou na aprendizagem), os procedimentos de avaliação (formativa, somativa, formal, informal), dentre outros aspectos. Ao se propor essa integração é possível observar que o foco principal é a colocação de pessoas e/ou indivíduos que possam ter livre acesso como cidadã. Segundo Sassaki (1997) “a inclusão é a modificação da sociedade como pré-requisito para que pessoas com necessidades especiais possam buscar seu desenvolvimento e exercer a cidadania”. Em sua razão de ser, no entanto, aceitar e romper barreiras requer conhecimento. Nessa visão de que nenhuma pessoa está isenta do preconceito e da discriminação quando não se enquadra nos moldes pré-formados da sociedade. A inclusão social pode ser considerada um movimento que historicamente foi marcado por lutas sociais realizadas por grupos minoritários assim como por seus representantes, com o objetivo de conquistar a possibilidade de exercer seus direitos e ter acesso a todos os ambientes que são comuns para a vida em sociedade. (SILVA, 2012). Esse é o verdadeiro papel de incluir, não imputando ninguém de participar do curso da vida. No entanto, transformar a realidade dos educandos, no caso com Síndrome de Down requer uma aceitação plena de sociedade/ escola. Na inclusão escolar, por outro lado, acreditamos que o sistema educacional precisa ser reestruturado para atender as necessidades dos alunos e, consequentemente, proporcionar meios para que esses alunos alcancem progressos escolares e sucesso acadêmico. Com isso, o problema deixa de estar centrado no aluno e se desloca para o sistema educacional como um todo (SILVA, 2012). A escola sendo uma antagonista da aceitação das pessoas deficientes, agora torna-se uma precursora imediata da significância dessas pessoas. Nesse pensamento cabe à escola abrir-se para uma transformação inerente a sua função. Observando essa afirmação, é possível dizer que a cultura enraizada do preconceito ainda pode estar contida em algumas instituições de ensino o que embarreira a obtenção de resultados satisfatórios. O obstáculo principal para a inclusão subjaz às crenças e às atitudes, e não à ausência de prontidão das escolas e dos professores. Portanto é preciso realizar uma boa avaliação prévia de cada caso particular e montar um plano de estudo destinado àquele aluno. São as atitudes que precisam ser revistas (MITTLER, 2003, p.182). Para a ocorrência do sucesso escolar faz-se necessário o envolvimento adequado, isso implica na atuação do profissional que possa fazer uma intervenção abrangente e eficaz no desenvolvimento do discente promovendo, estimulando e potencializando esse aluno para um futuro pleno e coerente com suas necessidades. Conhecer a especificidade de cada um é o gerador para direcionamento da prática pedagógica, a verificação ou averiguação adequada remete em atenuar os problemas, logicamente progredir com o discente. O caminho entre o discurso inclusivo e a prática de inclusão é longo. Mas não impossível de ser transposto. A educação inclusiva é movida pela ideia do novo, prescreve valores que vem ao encontro dos direitos humanos, os quais podem equiparar-se mediante as oportunidades criadas pela instituição de ensino, as relações de acolhimento da diversidade humana, aceitação das diferenças individuais, os quais não são de maneira alugam metodologias fáceis de seguir e desenvolver, mas que permitem a construção de uma sociedade inclusiva que se traduza em um verdadeiro estado democrático (MARTINS, 2006). A prática inclusiva no contexto escolar recai sobre a sala de aula, e sua efetivação recai sobre os profissionais da educação os quais assumem o compromisso da sua efetivação. O professor é continuamente desafiado a responder às novas e crescentes expectativas projetadas sobre ele, muito mais depois da implantação do modelo de inclusão. A suposição que se faz é de que a peça principal para o processo da educação inclusiva seja o professor. Pois este é o que interage diretamente com o aluno em sala de aula. As legislações consideram os professores como sendo a variável primordial no processo de inclusão o qual segundo Correia (1999) “consiste na capacidade de respostadaqueles que a tem de pôr em prática”. Com base ainda em Correia temos que: São grandes as responsabilidades cometidas ao professor do ensino regular: esperasse que utilize estratégias e desenvolva atividades de ensino individualizado junto da criança com NEE, mantenha um programa eficaz para o resto do grupo e colabore na integração social da classe. Sem a formação necessária para responder às necessidades educativas destes alunos, não conhecendo muitas vezes a natureza dos seus problemas e as implicações que tem no seu processo educativo, os professores do ensino regular não lhes podem prestar o apoio adequado. Segundo Carvalho (2003, p.59): “[...] a predisposição dos professores frente à diversidade tem um papel decisivo na compreensão das diferenças individuais, em sua aceitação e respeito, criando, removendo ou intensificando os obstáculos já existentes”. Mas há de se levar em consideração que nem sempre estes profissionais estão preparados para tal desafio, pois ao se propor o desafio da inclusão do aluno com necessidades especiais, muitas vezes está se propondo que este se relacione à sua própria formação inicial que necessita de atualização frente às exigências das perspectivas sobre a educação inclusiva. Por maior que seja a experiência pedagógica no campo de atuação, esta não basta para compreender a diversidade e surge assim a necessidade de uma formação continuada e a defesa de uma postura criativa frente aos problemas. Partindo dos pressupostos epistemológicos e pedagógicos de autores com John Dewey, Lev Vigotsky, Jean Piaget, entre outros, Schön (2000). contrariado com a forma de ensinar advinda de uma construção científica e usada pelo docente como algo absoluto, propõe uma alternativa para a prática docente, defendendo um tipo de ensino que valorize o saber do aluno, auxiliando-o a fazer uma junção do seu conhecimento na ação com o conhecimento sistematizado na escola. Este tipo de ensino foi denominado por Facion (2005) como sendo uma reflexão na ação. Ao discutirmos o tema inclusão é recorrente o fato de voltarmos nossa atenção para a escola, devido à importância que esta deve receber e garantir para a permanência do aluno com necessidades educacionais especiais, entretanto, não podemos desconsiderar o próprio aluno com necessidades educacionais especiais é o que pondera Omote, Oliveira & Martins (2005). Santos & Graminha (2005) entendem que o sujeito constitui sob influência das expectativas parentais e que sendo assim é de fundamental importância que se faça uma discussão acerca disso. Carneiro (2001, p. 29) entende a educação inclusiva como sendo: Um conjunto de processos educacionais decorrente da execução de políticas articuladas impeditivas de qualquer forma de segregação e de isolamento. Essas políticas buscam alargar o acesso à escola regular, ampliar a participação e assegurar a permanência de TODOS OS ALUNOS nela, independentemente de suas particularidades. Sob o ponto de vista prático, a educação inclusiva garante a qualquer criança o acesso ao Ensino Fundamental, nível de escolaridade obrigatório a todo cidadão brasileiro. E partindo desse pressuposto, ao falarmos em inclusão escolar o primeiro pensamento que temos é a respeito de incluir alunos com deficiências físicas e mentais, os quais possuem desabilidades e necessitam de meios de adaptação e de métodos de linguagem que diferenciem do usualmente utilizado no cotidiano da instituição educacional. Mas a inclusão vai muito além das deficiências, esta precisa estender-se e transpor, também, as diferenças sociais, de raça, de credo, de gênero. Sendo assim, incluir significa dar oportunidade de o aluno progredir no seu processo de aprendizado e este independe da diversidade encontrada em sala de aula. As particularidades de cada indivíduo devem ser levas em consideração, quando do ato de inclusão, pois estas delimitarão quais as temáticas que terão de serem adotadas para o individuo a ser incluído passe por um processo tranquilo o qual o permitirá a aquisição eficaz de conhecimento. Brunswick (1994 In: Pacheco, 2007, p.14) afirma que: […] todas as crianças conseguem aprender; todas as crianças frequentam classes regulares adequadas à sua idade em suas escolas locais, recebem programas educativos adequados, recebem um currículo relevante às suas necessidades, participam de atividades co-curriculares e extracurriculares, beneficiam-se de da cooperação e da colaboração entre seus lares, sua escola e sua comunidade. Entendemos assim, por meio de Grigorenko e Tenemberg (2010), que a dificuldade de aprendizagem trata-se de um distúrbio em um ou mais dos processos psicológicos básicos envolvidos no entendimento ou no uso da linguagem, seja ela fala ou escrita, que pode se manifestar em uma aptidão imperfeita para ouvir, pensar, falar, ler, escrever, soletrar ou realizar cálculos matemáticos, para que estas dificuldades de aprendizagem sejam sanadas é preciso que ocorra uma educação inclusiva de caráter satisfatório. ‘ Pois nem sempre a inclusão é de pessoas com deficiência e independente de ser ou não a educação inclusiva deve ocorrer de maneira ambígua onde tanto o indivíduo a ser incluído quanto a instituição que desempenhará o papel de incluir, deverão ser beneficiadas. A educação inclusiva é determinada por Pacheco (2007) como as mais variadas tentativas de atender sobre a diversidade, e ainda complementa que há uma considerável variedade no modo como as pessoas definem esse fenômeno. Carneiro (2001, P.21) delibera a respeito da necessidade de se intensificas os esforços na integração de aluno com necessidades educacionais especiais “devendo todos os estabelecimentos de ensino estar em condições de ir ao encontro das necessidades dos alunos e estudantes deficientes”, pois grande é a necessidade e tamanha a importância de a escola ou instituição de ensino adequar- se ao educando com deficiência e não ao contrário. Quando “incluímos” somente recendendo um aluno com necessidades especiais em sala de aula estamos na verdade “integrando”, pois ao se incluir a instituição é quem se transforma em detrimento das necessidades do aluno e ao integrar realizamos o oposto da concepção de ideal. Toda escola deve aprimorar sua estrutura tanto física como pedagógica, haja vista, que para receber crianças, adolescentes ou jovens especiais precisa dotar-se de aparatos adequados e que equivalham ao seu ensino, independente do atendimento que fará. De acordo com Costa (2010) a inclusão exige transformações dos paradigmas e a absorção de novas perspectivas na educação. A exclusão ou segregação social não é algo que pode ser aceito atualmente na sociedade. Não cabe mais à escola rotular seus estudantes, classificá-los pela nota obtida. Sabe-se que os elementos qualitativos são essenciais para o desenvolvimento e principalmente para a educação especial. E os profissionais que atuam nessa área deverão adequar-se junto a essas mudanças. E, esse processo de mudanças com relação a inserção de pessoas deficientes abre caminho para uma educação alicerçada nos parâmetros legislativos, como determina as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica no artigo 2°: Os sistemas de ensino devem matricular todos os estudantes, cabendo às escolas organizarem-se para o atendimento aos educandos com necessidades educacionais especiais, assegurando as condições necessárias para uma educação de qualidade para todos (MEC, 2001). A educação não pode andar às escuras, visto que o atendimento educacional especializado deve primar por eliminar a exclusão e favorecer ao desenvolvimento em seu meio de atendimento. Nessa vertente de contribuir no desempenho e favorecimento do educando, a potencialidade do mesmo está ligada ao profissional que irá atendê-lo. Por isso, a Lei 9394/96, no Capítulo V, artigo 58, coloca que “portadores de necessidades educativas especiais devem ser atendidos preferencialmente na rede regular de ensino e, quando necessário, haverá serviços de apoio especializados para atender as peculiaridadesda clientela.”. Isso nos mostra o verdadeiro sentido de uma educação especial inclusiva, estruturada e focada em produzir eficiência nas pessoas com deficiência. O objetivo de matricular uma criança com necessidades educativas especiais em uma escola regular é fazer com que ela faça parte e se sinta parte desse ambiente e não seja vista como diferente. De acordo com Silva (2012), a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva estabelece diretrizes no que diz respeito ao atendimento educacional especializado. Dessa forma, ela estabelece como papel do atendimento educacional especializado: identificar, elaborar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para plena participação dos alunos, considerando suas necessidades específicas. As atividades desenvolvidas no atendimento educacional especializado diferenciam-se daquelas realizadas na sala de aula comum, não sendo substitutivas à escolarização. Esse atendimento complementa e/ou suplementa a formação dos alunos com vista à autonomia e independência nas escolas e fora dela. Levando em consideração todas essas peculiaridades, esta educação faz valer então o seu papel de inserir no mercado pessoas que são capazes e tenham uma vida comum frente a sociedade. 3 . A INCLUSÃO E O ALUNO COM DOWN Em seus aspectos cognitivos todos os que nascem com Síndrome de Down necessitam de amparo clínico, pedagógico e social. De acordo com Luria (1981, p. 25): uma cuidadosa análise neuropsicológica da síndrome e observações da “dupla dissociação” que aparece em lesões cerebrais locais pode oferecer uma contribuição importante à análise estrutural dos próprios processos psicológicos e podem identificar os fatores envolvidos em um grupo de processos mentais, mas não em outro. Isso coloca todos os profissionais que atendem o deficiente em um patamar de observações amplas que direcionam a melhor forma de sanar os problemas analisados. E, com o foco de ampliar o favorecimento de todos os deficientes segundo Silva (2012), o Ministério da Educação determinou, em 2008, por meio da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da educação inclusiva o atendimento educacional especializado deveria ser oferecido para os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação. Esse atendimento deve ser oferecido em salas de recurso multifuncionais nas quais devem ser disponibilizados recursos pedagógicos diferenciados e recursos que promovam a acessibilidade do aluno. O atendimento nas salas de recurso multifuncionais deve acontecer em horário diferente daquele que o aluno frequenta a escola regular. E fazendo jus a essa progressão entende-se, que família, escola e sociedade devem contribuir para o aprimoramento desse trabalho em todos os aspectos. Em vista de tais possibilidades Silva (2012), nos coloca que, é necessária a contratação de profissionais especializados, é preciso que os docentes sejam formados para responder da melhor maneira possível à diversidade em sala de aula, devem ser adquiridos materiais didáticos adaptados assim como equipamentos, os prédios escolares e os mobiliários devem ser adaptados enfim de condições para que os alunos com necessidades educacionais especiais possa efetivamente participar das atividades acadêmicas e possam alcançar progressos. Isso culmina na eficácia da aprendizagem respeitando os limites dos que são acometidos com esta síndrome. Devemos considerar que a criança com Síndrome de Down também aprende e constrói conhecimento, e que o papel do professor é ser o mediador de tais acontecimentos, pois todas as pessoas tem a capacidade de aprender, independente de terem ou não uma deficiência e o mesmo ocorre com os alunos com a Síndrome de Down. O processo de aprendizagem de um aluno com Síndrome de Down difere dos demais no ritmo e na forma de aprendizagem, pois deve-se levar em consideração que não se aprende apenas conteúdos e saberes acadêmicos, mas também socialização, hábitos e atitudes importantes para um desenvolvimento e uma vida saudável também fazem parte do aprendizado. Com base em tais afirmações Colli (et al. 1997, p.40) discorrem a cerca da importância de o professor investir nesses alunos, desejando que eles aprendam que : A escolarização destas crianças precisa estar lastreada no desejo do professor, pois este, ao apontar seu desejo para o aprendizado da criança, supõe nela um sujeito também desejante e, portanto, capaz de aprender. Desta disposição da subjetividade é que poderão surgir as curiosidades que abrirão acesso ao sujeito em aprendizagem. A criança com Síndrome de Down, em seu envolvimento nas atividades e interação com os colegas durante o tempo de aula, interagem de forma positiva, pois são em a maioria dos casos carinhosos, criativos e felizes e isso facilita o processo de interação com o outro. O desempenho dos alunos com Síndrome de Down na realização de atividades propostas em sala de aula depende do tipo de atividade que é apresentado, e desse modo também se tem o interesse de tais alunos. A aquisição de conhecimento da criança com Síndrome de Down se dá por meio das mesmas etapas evolutivas das demais crianças, o que varia é o tempo em que esta ocorre, pois devido a sua deficiência, demora um pouco mais para passar de uma etapa para outra. A alfabetização da criança com Síndrome de Down está diretamente ligada a sua deficiência intelectual e que diante disso o maior desafio está em adaptar o processo de aprendizagem tentando assim ultrapassar os limites impostos pela deficiência. Tais limites podem ser ultrapassados juntos por educando e educador, pois a realização do educador deve nortear-se pela conquista gradativa desse aluno ao colocar em prática o que já lhe foi agregado e ao adquirir novas associações de conhecimento. Incentivar as crianças a progredir é algo de extrema importância, e para tanto é necessário que o professor tenha em mente que partir de um princípio concreto é a maneira mais correta de se prover a aquisição de conhecimento. Ao relacionar conteúdos acadêmicos com as atividades do cotidiano da criança, repetir as atividades criando uma rotina e promover um ir e vir de modo que se promova um contato direto entre a família e a instituição são meios de suprir unilateralmente as necessidades no que se refere à aquisição de conhecimentos. Para que possamos promover a inclusão plena de uma aluno com Síndrome de Down é necessário que entendamos as características específicas desta criança e sendo assim, faz-se necessário que a equipe gestora da instituição promova estudos a cerca de tal assunto. A Síndrome de Down é um distúrbio genético que se caracteriza pela presença de um cromossomo adicional em todas as células do organismo do indivíduo levando-o a apresentar várias características físicas e mentais específicas. Schwartzman (2003) apresenta algumas das características fundamentais das crianças com Síndrome de Down que deve ser consideradas quando do processo de aprendizagem. Segundo Schwartzman o desenvolvimento motor das crianças com Síndrome de Down apresenta um atraso significativo o que vai interferindo no desenvolvimento de outros aspectos, pois é por meio da exploração do ambiente que a criança constrói seu conhecimento do mundo, desse modo seu comportamento exploratório pode apresentar comportamentos repetitivos e estereotipados sendo impulsivo e desorganizado o que dificulta que este adquira um conhecimento mais consciente do ambiente. O aspecto cognitivo e a deficiência mental têm sido considerados como uma característica que é mais constante na criança com Síndrome de Down o que compromete toda a área do desenvolvimento desta. Desde o nascimento estas crianças apresentam reações mais lentas do que as demais crianças e é possível que isso altere sua relação com o ambiente, pois o desenvolvimento cognitivo também é processado de forma diferente, sendo que a aquisição tardia de uma habilidade compromete a aquisição de outras que dependemdesta primeira. Outra área segundo Schwartzman (2003) em que a criança com Síndrome de Down demonstra grandes atrasos é na linguagem, as crianças com Síndrome de Down são capazes de entenderem as regras utilizadas na conversação entretanto, as habilidades para a comunicação são em muito variáveis entre elas. Outro ponto a se levar em consideração quando no desenvolvimento dos processos cognitivos é o déficit de atenção que se nota em crianças com Síndrome de Down o que pode comprometer em muito, sua compreensão e envolvimento nas tarefas que lhes são propostas e em sua maneira de explorar o meio. Voivodic (2004) discorre a respeito da importância de estímulos adequados para o desenvolvimento da criança com Síndrome de Down as quais também apresentam déficit em relação à memória, pois não acumulam informações na memória auditiva imediatamente ou de forma constante, de maneira que esta limitação afeta o processamento da linguagem. Segundo Voivodic (2004, p.45): “[...] déficit na memória a longo prazo, o que pode interferir na elaboração de conceitos, na generalização e no planejamento de situações”. Consonante a tais fatores apresentados por Voivodic (2004, p.46), se faz necessário “romper com o determinismo genético e considerar que o desenvolvimento da pessoa com Síndrome de Down resulta não só de fatores biológicos, mas também das importantes interações com o meio”. Isso nos permite a verificação de veracidade de que, embora a criança com Síndrome de Down apresente características que são expostas pela alteração genética, o seu desenvolvimento, o seu comportamento e a sua personalidade, são resultantes da interação da sua carga genética, com as importantes influências do meio e através da qualidade destas interações que o indivíduo vai se construindo ao longo da vida. O aluno com Síndrome de Down tem mais dificuldade de construir conhecimento como os demais e também de demonstrar a sua capacidade cognitiva, sendo assim as escolas que mantém um modelo educacional mais tradicionalista com um ensino mais conservador e que possuem uma gestão autoritária e centralizada são ambientes que alunos com esta síndrome terão ainda mais dificuldade em se desenvolverem e adquirirem conhecimento. É necessário que pensemos as possibilidades de desenvolvimento das pessoas com Síndrome de Down e que a partir dessas possamos efetivar o exercício pala construção de um mundo mais justo e uma sociedade melhor, mais justa a qual se constrói de melhor maneira sem a participação efetiva do preconceito, com a busca contínua de informação e conhecimentos que possam amenizar os processos de exclusão que se instalam em diferentes contextos sociais e assim promover uma inclusão verdadeira que abranja todos os processos de adequação para melhor atender a este aluno. Conhecer as singularidades é uma questão que deve ser levada para a sala de aula, onde a professora poderá explorar ao máximo os recursos que a instituição lhe oferece, pois o conhecimento das singularidades permite a diminuição do preconceito. O desenvolvimento de posturas e ações centradas na intervenção acarreta consequentemente, no estímulo e na crença de desenvolvimento. De acordo com Alves (2007, P.41): [...] na criança com Síndrome de Down a prontidão para a aprendizagem depende da complexa integração dos processos neurológicos e da harmoniosa evolução de funções específicas, como a linguagem, percepção, esquema corporal, orientação espaço-temporal e lateralidade. Um dos fatores que devem ser explicitados é o de que há uma necessidade crescente de se conscientizar os educadores a respeito da potencialidade dessas crianças, a qual é de extrema importância, pois o conhecimento desta possibilita que realizemos incrementos no processo educacional e no investimento em ações metodológicas que promovam a criatividade e, também, momentos que melhorem a qualidade de vida destas crianças, tanto no meio educacional quanto no ceio familiar. Dessa maneira, a escola constitui-se como um importante meio de construção da vida social, intelectual e afetiva as crianças com Síndrome de Down, pois esta dá continuidade ao desenvolvimento pleno da criança, e dessa maneira se faz necessário que haja uma política educacional eficaz a qual estabeleça uma metodologia consistente e adequada que prepare o professor para seu trabalho e sua efetivação. O processo de inclusão é alcançado por meio da efetivação de tais preceitos acima descritos, pois se as escolas não se organizarem de maneira a atender os alunos que necessitam de serem incluídos, esses passaram por um processo reverso onde ocorrerá uma exclusão a qual tenderá a provocar o distanciamento da escola com os alunos com Síndrome de Down. Ter em sala de aula um aluno com síndrome de Down, o qual requer da instituição que esta se adeque dentro das suas possibilidades às necessidades do individuo a ser incluído e com o intuito de sanar as necessidades de aprendizagem deste aluno. Seguindo a linha de pesquisa voltada para a gestão escolar o presente projeto se faz importante mediante o fato de que muitas são as dificuldades encontradas no ato de incluir e que é necessário que antes de tudo se propicie aos alunos em processo de formação para serem futuros professores, recebam quando ainda em processo de formação, noções a respeito da possibilidade de se depararem com tais adversidades e que por meio de perseverança e força de vontade é possível que o ambiente escolar seja acolhedor e que proporcione segurança tanto para o aluno com necessidades especiais, quando para seus familiares que estarão envolvidos neste processo de inclusão. 3.1- DESENVOLVIMENTO DAS PESSOAS COM SÍNDROME DE DOWN A educação do indivíduo com Síndrome de Down deve se dar de forma organizacional, esse processo de desenvolvimento e aprendizagem deve ter significância frente aos objetivos a serem atingidos. Saad (2003, p.127) propõe à escola a tarefa de aproximar a pessoa com deficiência do convívio com os parâmetros normais da sociedade: “A orientação em direção à normalidade e à eliminação de tudo o que agrava a deficiência e o atraso, constitui a tarefa da escola”. Nesse sentido cabe à escola posicionar-se com objetivos de planejar e direcionar essas crianças bem como de inserir as mesmas em todo contexto social. O contexto de socialização correlaciona-se juntamente com a família, independente de qualquer situação é no berço familiar que acontece os primeiros ensinamentos de inserção, a própria deve promover o desenvolvimento do indivíduo. Bastos (2002 s/p) enfatiza que: a pessoa com Síndrome de Down é capaz de compreender suas limitações e conviver com suas dificuldades, “73% deles tem autonomia para tomar iniciativas, não precisando que os pais digam a todo o momento o que deve ser feito.” Isso demonstra a necessidade/possibilidade desses indivíduos de participar e interferir com certa autonomia em um mundo onde “normal” e deficiente é semelhante em suas inúmeras diferenças.” É preciso salientar que o ponto de partida vincula-se na família para que a criança com Síndrome de Down tenha êxito em sua evolução e autonomia. Antes de tudo para que esse desenvolvimento não seja frustrado pelo caminho é necessário busca e conhecimento pela família de qual a melhor maneira de inferir a criança no meio social. É preciso orientar a família da pessoa com deficiência, sobre quais os recursos educacionais de boa qualidade que estão disponíveis em sua comunidade. Para realizar tal orientação, o profissional deve procurar conhecer melhor as opções de escola especial e escola comum de sua cidade e região, para que o encaminhamento seja feito com segurança e traga benefícios ao desenvolvimento global da criança (GONÇALVES, 2006, p.18). O desenvolvimento dos indivíduos com esta síndrome depende imediatamente da ocorrência do grau dessa patologia, em vista disso a escola que recebe esta criança precisa assisti-la da melhor maneira possível. Nessa perspectiva escola/família devem estar unidas no mesmo desejo de fazer valer o propósitode motivar e dar suporte a todo desenvolvimento da criança. Outros tipos de desenvolvimento serão abordados nos próximos tópicos. 3.2 DESENVOLVIMENTO COGNITIVO Para melhor adequar-se no relevante assunto de pessoas com deficiência e dar qualidade de vida a essas pessoas efetivas buscas de inclusão toma conta de vários grupos e associações que primam por engajar todos os indivíduos sem discriminação. Toda criança deve ter seus direitos assegurados, direito de ser criança e receber amparo legal. Em vista desse englobamento de atitudes e normatizando todas as falas vigentes, Silva (2012, p.52) nos diz: Tal contexto alicerçou uma espécie de base moral para a proposta de integração escolar, sob o argumento irrefutável de que todas as crianças com deficiências teriam o direito inalienável de participar de todos os programas e atividades cotidianas que eram acessíveis para as demais crianças. Nesse pensamento nota-se que a regularidade se tornou ampla sem fazer diferença de nenhum dos envolvidos. Não podendo negligenciar o que é fato; o desenvolvimento cognitivo precisa ser aguçado mesmo sendo um desafio. De acordo com Zacarias (2016) a cognição pode ser conceituada como um conjunto de habilidades do cérebro responsáveis pelo pensamento, pela memória, pela linguagem, criatividade e outros elementos que se referem ao desenvolvimento do ser humano. Possui uma sequência evolutiva gradativamente contínua. Vencer os desafios e aprimorar conhecimentos é tarefa da escola, ou o “todo” que envolve a criança com Síndrome de Down, mesmo que ainda seja um trabalho constante. Na verdade, trabalhar a cognição de qualquer pessoa requer habilidades representativas em cada especificidade que envolve o outro. Saad (2003) recomenda que não se deixe de lado o desenvolvimento do pensamento abstrato só porque a pessoa com Síndrome de Down apresenta dificuldade para essa modalidade, pois, caso contrário, estaremos contribuindo para sustentar a deficiência. Representações completas e visuais poderiam ser utilizadas como apoio e não como recurso absoluto, lembrando ainda que a escola tem como tarefa vencer o defeito e não acomodar-se a ele. Nesse pressuposto de desenvolver na criança com Síndrome de Down suas potencialidades é válido ressaltar que o cognitivo não deve ser isolado de outros aspectos. Assim, ocorrerá uma igualdade de aprendizagem que levará o deficiente ao convívio normativo na sociedade. 3.3 DESENVOLVIMENTO AFETIVO E SOCIAL Integrar e associar a vida afetiva e social das crianças com Síndrome de Down remete a desenvolver indivíduos capazes de constituir ou construir uma vida interativa. Segundo Balestra (2007) Piaget desenvolveu estudos que auxiliam muito no campo da afetividade principalmente na contribuição para que a família e a escola saibam como direcionar seus ensinamentos. Os estudos piagetianos focam que o processo cognitivo deve andar paralelo ao desempenho escolar tomando importância dentro do processo educacional. O êxito para o desenvolvimento escolar é conjuntivo ao aspecto afetivo, isso depende inerentemente da contribuição familiar e social. Na menção de atenuar os problemas e promover uma aprendizagem que equivalia ao progresso futuro, psicólogos, pedagogos, fisioterapeutas e outros profissionais buscam sanar esses problemas. O psicopedagogo é o responsável em avaliar os problemas, potencialidades ou fragilidades no desenvolvimento escolar do indivíduo com Síndrome de Down abrangendo o que é déficit cognitivo ou déficit afetivo. Ambos os níveis devem ser considerados na verificação estrutural do problema (BALESTRA, 2007). Esse diagnóstico sinaliza de que forma o profissional poderá atuar. Tendo conhecimento da causa o psicopedagogo consegue fornecer o que é relevante ao pedagogo, sendo o facilitador do processo de aprendizagem. Para Assis (2007), o que deve sempre estar em pauta é a questão essencial e fundamental dos inter-relacionamentos pessoais e sociais para a constituição do sujeito e para o desenvolvimento de sua personalidade, pois, como vimos, é o afetivo que dá energia e motivação para a vida, para o desenvolvimento e para a aprendizagem. Nessa relação de averiguar e intervir os sujeitos envolvidos ganham significados expressivos em seu desenvolvimento. Mesmo sofrendo com as dificuldades de inserção das pessoas com Síndrome de Down, os grupos e associações que lutam por uma sociedade igualitária, hoje tem amparo legal. Na Resolução 3.447 da ONU de 1975, pode-se observar que: Art. 3° As pessoas deficientes têm o direito inerente de respeito por sua dignidade humana. As pessoas deficientes, qualquer que seja a origem, natureza e gravidade de suas deficiências, têm os mesmos direitos fundamentais que seus concidadãos da mesma idade, o que implica, antes de tudo, o direito de desfrutar de uma vida decente, tão normal e plena quanto possível. Art. 6° As pessoas deficientes têm direito a tratamento médico, psicológico e funcional, incluindo-se aí aparelhos protéticos e ortóticos, à reabilitação médica e social, educação, treinamento vocacional e reabilitação, assistência, aconselhamento, serviços de colocação e outros serviços que lhes possibilitem o máximo desenvolvimento de sua capacidade e habilidades e que aceleram o processo de sua integração social. Art. 7° As pessoas deficientes têm direito à segurança econômica e social e a um nível de vida decente e, de acordo com suas capacidades, a obter e manter um emprego ou desenvolver atividades úteis, produtivas e remuneradas e a participar dos sindicatos. Art. 8° As pessoas deficientes têm direito de ter suas necessidades especiais levadas em consideração em todos os estágios de planejamento econômico e social. Art. 9° As pessoas deficientes têm direito de viver com suas famílias ou com pais adotivos e de participar de todas as atividades sociais, criativas e recreativas. Nenhuma pessoa deficiente será submetida, em sua residência, a tratamento diferencial, além daquele requerido por sua condição ou necessidade de recuperação. Se a permanência de uma pessoa deficiente em um estabelecimento especializado for indispensável, o ambiente e as condições de vida nesse lugar devem ser, tanto quanto possível, próximos da vida normal de pessoas de sua idade. Diante de todos os fatores congruentes a aceitação e a valorização do deficiente, a sociedade se conscientiza da importância da inclusão, ou a não exclusão. Deixar à margem qualquer grupo é segregá-lo de seus direitos e oportunidades, é não levar em consideração que todo ser humano é capaz e sociável ao seu meio, considerando suas especificidades. Silva (2012) ressalta que tanto na vida social, política e civil a abrangência deve se dar coerentemente para cada indivíduo inerente a sua necessidade ou especialidade, todos têm o direito à inserção social para os deficientes não é diferente. Todo apoio seja familiar, escolar e social faz com que o indivíduo se sinta pertencente à sociedade. Em todos os sentidos a consciência da sociedade e o bom senso de conviver sem discriminação é que devem prevalecer. 4. METODOLOGIA A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, pois, forneceu um amplo campo de estudo e consulta. Vários autores fundamentaram o tema direcionando para o alcance do objetivo previamente traçado. De acordo com Gil (2008), a pesquisa bibliográfica é elaborada através de materiais já existentes, selecionando-se os principais para compor o estudo. Pode ser constituída principalmente por livros e artigos científicos publicados. A pesquisa teve caráter qualitativo, pois, incumbiu-se de conhecer um fenômeno o qual se trata da Síndrome de Down e seu desenvolvimento nos indivíduos com essa patologia. Todos os assuntos ramificados por esse tema principal estiveram presentes na pesquisa na tentativa de esclarecer melhor sobre as peculiaridades da patologia. A opção pela pesquisa bibliográfica para esse estudo deu-se pelo fato da Síndrome de Down já ser um objeto de vasto estudo por vários pontos de vista, e com isso, aproveitar todos os materiais queenriquecem a delimitação do trabalho. 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Com as mudanças visivelmente acontecendo no mundo, é válido atentar para o aceleramento crucial da nossa sociedade no que diz respeito à inserção de pessoas com deficiências. No que concerne às nossas políticas públicas de ensino vê-se que decretos, normas e leis buscam delegar o que na verdade toda pessoa com deficiência já tem ao nascer: o direito. Isso implica no direito, a uma vida plena e mais possível de sua realidade. Certamente, quando se trabalha com alunos com deficiência, algumas considerações devem ser feitas. As limitações desses educandos podem precisar de adequação na elaboração das tarefas e realização das avaliações. Porém, o que não pode ocorrer é suprimir a qualidade de ensino para esse aluno devido à sua determinada necessidade especial. Hoje em praticamente todas as formações, o assunto educação especial encontra-se presente nas ementas dos cursos. O que se observa é talvez uma insuficiência de prática para essas teorias que são abordadas de uma maneira generalizada. Fica, portanto, uma reflexão para aprofundamento de estudo. Cabe assim, ao professor buscar conhecimentos teóricos que favoreçam ao conhecimento, desenvolvimento e crescimento do deficiente, sendo mediador no que diz respeito a normalidade em sociedade. Contribuindo para a inclusão dessas pessoas e oportunizando-as a uma vida estruturada e segura. Nesse sentido, os conhecimentos teóricos são de suma importância, para que ensino/aprendizagem ocorra de maneira relevante. As famílias que têm um deficiente com Down devem buscar maneiras de convívio num todo para que essas crianças se sintam incluídas. Profissionais e familiares precisam adquirir informações e caminhar juntos. De acordo com o estudo realizado torna-se possível inferir que há possibilidade de inserção das pessoas com Síndrome de Down que não lhes negue oportunidades e reconheça a diferença como diversidade e não desigualdade. No futuro, estudos mais aprofundados e pesquisas de campo poderão ser realizados para enriquecer este trabalho de maneira que se possam confrontar os acontecimentos da realidade com os estudos teóricos. Ao se incluir é necessário que a instituição possua uma proposta pedagógica mais diferenciada, com métodos de trabalho que permita aos professores trabalhar mais abertamente e de maneira mais instigante na busca pela real concepção de inclusão. Ao se trabalhar com a inclusão do aluno com Síndrome de Down, é importante ressaltar que é necessário que se proporcione a estas crianças um ambiente transformador o qual lhe proporcionará o desenvolvimento efetivo de suas habilidades na medida a estimulação do processo de aprendizagem ocorra. Não existe um modelo pronto a se seguir quando o assunto é inclusão, a maneira como se deve tratar uma pessoa com deficiência foi se modificando ao longo dos anos e com o passar da história. De maneira que tais modificações contribuíram para que houvesse uma mudança e que fosse deixado para traz conceitos segregatórios e excludentes os se fala da inclusão de alunos com necessidades especiais nas redes regulares de ensino. De maneira que, torna-se importante uma abordagem teórica a respeito do procedimento de aprendizagem de crianças com necessidades especiais mais especificamente com crianças com Síndrome de Down. O docente é parte integrante e determinante sobre o processo de aprendizagem da criança com Síndrome de Down, pois o docente fará parte de todo o caminho que será percorrido na busca pelo desenvolvimento e aprendizagem, os quais, sabemos agora serem possíveis, mas também entendemos que estes ocorrem em seu determinado tempo, de maneira singular, não devendo o educador apressar tal processo, mas sim garantir que esse ocorra ao seu tempo. 6. REFERÊNCIAS AMARAL, L. A. Conhecendo a deficiência: em companhia de Hércules. São Paulo: Robe, 1995. ASSIS, Árbila Luiza Armindo. Influências da psicanálise na educação: uma pratica psicopedagogia. 2 ed. Curitiba: IBPEX, 2007. BALESTRA, Maria Marta Mazaro. A psicopedagogia em Piaget: uma ponte para a educação da liberdade. Curitiba: IBEPEX, 2007. BASTOS, Ana Paula Beltrão. Processo de inclusão dos portadores de Síndrome de Down. Artigo. 2002. In: Planneta Educação. Disponível em: . Acesso em: 25 ABRIL2024. BRASIL. 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