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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB 
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA 
DISCIPLINA – ENGENHARIA E MEIO AMBIENTE 
PROFESSOR - NÉLIA LIMA MACHADO 
NOTAS DE AULA 
UNIDADE III – ESTUDO DE IMPACTO AMBIENTAL, LEGISLAÇÃO E AVALIAÇÃO 
AMBIENTAL 
 
1. EIA - CONCEITOS BÁSICOS 
 
Impacto ambiental – qualquer alteração significativa no meio (físico, biótico ou antrópico) 
provocada por uma ação humana. 
 
Estudo de Impacto Ambiental (EIA) – constitui-se de um estudo que tem por objetivo a 
identificação e avaliação das conseqüências de uma atividade humana sobre os meios físico, biótico e 
antrópico, no sentido de propor medidas mitigadores para os impactos negativos, promovendo o 
aumento de seus benefícios. Avalia as prováveis mudanças sócio-econômicas e biofísicas do 
ambiente. 
 
Classificação dos impactos ambientais: 
 
Quanto ao tipo: positivo ou negativo. 
Quanto ao modo: direto ou indireto. 
Quanto à magnitude: pequena, média ou grande intensidade. 
Quanto à duração: temporário, permanente ou cíclico. 
Quanto ao alcance: local, regional, nacional ou global. 
Quanto ao efeito: imediato, de médio ou de longo prazo. 
Quanto à reversibilidade: reversível ou irreversível. 
 
Projetos de desenvolvimento que podem requerer avaliação de impacto ambiental 
 
Uso e transformação do solo Urbano; industrial; agrícola; aeroporto; transporte; linhas de transmissão; 
estruturas costeiras. 
Extração de recursos Perfuração; mineração; uso de explosivos; retirada de madeira; caça e pesca 
comercial. 
Renovação de recursos Reflorestamento; manejo da fauna; fertilização; reciclagem de resíduos; 
controle de alimentos. 
Processos industriais Fábricas de ferro e aço; indústrias petroquímicas; fundições; fábricas de polpa 
e papel. 
Energia Lagos artificiais; barragens; exploração, refinaria e transmissão de óleo; 
queima do carvão; usina nuclear. 
Tratamento e disposição de 
resíduos 
Descarga no oceano; aterros; contaminantes ambientais e substâncias tóxicas; 
armazenamento subterrâneo; emissões biológicas. 
Processos agrícolas Exploração agrícola; fazendas; indústria ele laticínios; pastagens; irrigação. 
Transporte Estrada de ferro; aeronaves; automóveis; caminhões; navios; oleodutos. 
Recreação Áreas de caça; parques; locais de diversão. 
 
 
 
Componentes de um Estudo de Impacto Ambiental 
Etapas: entendimento da ação proposta; entendimento do meio ambiente afetado; previsão dos 
possíveis impactos; apresentação dos resultados. 
 
Componentes do estudo: diagnóstico ambiental da área de influência; análise dos impactos 
ambientais; definição de medidas mitigadoras; programa de acompanhamento e monitoramento. 
Roteiro: 
Informações gerais; 
Caracterização do empreendimento; 
Áreas de influência; 
Diagnóstico ambiental; 
Análise dos impactos ambientais; 
Proposição de medidas mitigadoras; 
Programa de acompanhamento e monitoramento dos impactos. 
 
Diagnóstico ambiental 
Qualidade ambiental: interações dos fatores ambientais físicos, biológicos e sócio-econômicos, com 
identificação de suas tendências evolutivas. 
Fatores ambientais: 
Meio físico: clima e condições meteorológicas, qualidade do ar, níveis de ruído, aspectos geológicos 
e geomorfológicos, tipos de solo, recursos hídricos. 
Meio biológico: ecossistemas terrestres, ecossistemas aquáticos, ecossistemas de transição. 
Meio antrópico: dinâmica populacional, uso e ocupação do solo, nível de vida, estrutura produtiva e 
de serviços, organização social. 
 
Relatório de Impacto Ambiental (RIMA) 
Elementos 
Objetivos e justificativa do projeto, relação e compatibilidade com políticas, planos e programas 
governamentais; 
Descrição do projeto com alternativas tecnológicas e locacionais, com especificação da área de 
influência, matérias-primas e mão de obra, fontes de energia, técnicas operacionais, prováveis 
efluentes, geração de empregos diretos e indiretos; 
Síntese dos resultados do diagnóstico ambiental; 
Descrição dos prováveis impactos, considerando o projeto, suas alternativas e seus horizontes; 
Caracterização da qualidade ambiental futura da área de influência; 
Descrição do efeito esperado das medidas mitigadoras dos impactos ambientais negativos; 
Programa de e acompanhamento e monitoramento dos impactos; 
 Recomendações quanto à alternativa mais favorável. 
Fonte: adaptado de Mota, 2000 apud Henry and Heinke, 1989. 
Métodos de Avaliação de Impactos 
Métodos “ad hoc” – grupos de especialistas para definição prévia dos principais impactos ; 
Listagens de controle: simples, descritivas, escalares, escalares ponderadas – checklists com relação 
dos impactos mais relevantes; 
Matrizes de interação – associação de ações do empreendimento à área de influência; 
Redes de interação (diagramas de sistema) – sequência de impactos a partir de determinada ação; 
Superposição de cartas – superposição de mapas ambientais; 
Modelos de simulação – aplicação de modelos matemáticos. 
 
2 LEGISLAÇÃO AMBIENTAL 
 
Referenciais históricos 
Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente – Conferência de Estocolmo, 1972. 
Declaração do ONU no Meio Ambiente Humano; 
PNUMA: Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente. 
Relatório: Os Limites do Crescimento. 
Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento e Meio Ambiente – Rio 92, 1992 . 
Agenda 21 
A Declaração de Princípios sobre o Uso das Florestas, 
A Convenção sobre a Diversidade Biológica 
A Convenção sobre Mudanças Climáticas (Convenção do Clima). 
Convenção sobre Desertificação 
A Declaração do Rio 
Outros referenciais 
19ª Sessão Especial da Assembléia Geral das Nações Unidas – Rio +5, Nova York, 1997; 
Protocolo de Quioto, Japão, 1997; 
Congresso da ONU, Estocolmo, 2001; 
Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente e Desenvolvimento Sustentável – Rio+10, 
Joannesburgo, 2002. 
Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas – Conferência de Copenhagen, 
Copenhagen, 2009. 
Aspectos institucionais brasileiros 
Criação da SEMA – Secretaria Especial de Meio Ambiente, 1973. 
Criação do CEEIBH, 1978. 
Estabelecimento da Política Nacional do Meio Ambiente, através da Lei nº 6.938, de 31/08/1981. 
Criação do Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, 1985; 
Criação do IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, 
através da Lei nº 7.735, de 22/02/1989. 
 
Aspectos Legais 
Política Nacional de Meio Ambiente 
A Política Nacional do Meio Ambiente tem por objetivo a preservação, melhoria e recuperação da 
qualidade ambiental propícia à vida, visando assegurar, no País, condições ao desenvolvimento 
sócio-econômico, aos interesses da segurança nacional e à proteção da dignidade da vida humana 
(artigo 2º). 
SISNAMA - Sistema Nacional de Meio Ambiente, conforme definido pela Lei n° 6.938, de 31 de 
agosto de 1981. 
SISNAMA – Órgãos componentes 
Órgão superior: o Conselho de Governo, com a função de assessorar o Presidente da República na 
formulação da política nacional e nas diretrizes governamentais para o meio ambiente e os recursos 
ambientais; 
Órgão Consultivo e Deliberativo: o Conselho Nacional do Meio Ambiente - CONAMA, com a 
finalidade de assessorar, estudar e propor ao Conselho de Governo, diretrizes de políticas 
governamentais para o meio ambiente e os recursos naturais e deliberar, no âmbito de sua 
competência, sobre normas e padrões compatíveis com o meio ambiente ecologicamente equilibrado 
e essencial à sadia qualidade de vida; 
Órgão Central: o Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de planejar, coordenar, 
supervisionar e controlar, como órgão federal, a política nacional e as diretrizes governamentais 
fixadas para o meio ambiente; 
Órgão Executor: o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, com 
a finalidade de executar e fazer executar, como órgão federal, a política e diretrizes governamentais 
fixadas para o meioambiente; 
Órgãos Setoriais: os órgãos ou entidades integrantes da Administração Pública Federal Direta ou 
Indireta, bem como as Fundações instituídas pelo Poder Público, cujas atividades estejam associadas 
às de proteção da qualidade ambiental ou àquelas de disciplinamento do uso de recursos ambientais 
(Ministérios); 
Órgãos Seccionais: os órgãos ou entidades estaduais responsáveis pela execução de programas, 
projetos e pelo controle e fiscalização das atividades capazes de provocar degradação ambiental 
(IMA); 
Órgãos Locais: os órgãos ou entidades municipais, responsáveis pelo controle e fiscalização dessas 
atividades, nas suas respectivas jurisdições. 
Diplomas Legais 
 Constituição Federal, 1988. 
 Política de Meio Ambiente 
 Lei nº6.938, 31/08/1981; Lei nº 7.735, 22/07/1989 
 Gerenciamento Costeiro - Lei nº 7661, 16/05/1988 
 Licenciamento Ambiental - MP nº 2.198-5, Resoluções CONAMA 
 Estudo Prévio de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental - Resoluções CONAMA 
nº 01 – 23/01/1986 e nº 09 – 03/12/1987 
 Crimes e Infrações administrativas ambientais - Lei nº 9.605, 02/1998; Decreto nº 3.179, 
21/09/1999. 
 Política urbana - Decreto-lei nº 58, 10/12/1937; Lei complementar nº 14, 08/06/1973; Lei nº 
6.766, 19/12/1979, Lei nº 10.257, 10/07/2001. MP nº 2.220, 04/09/2001. 
 Fauna - Lei nº 5.197, 03/01/1967; Decreto-lei nº 221, 28/02/1967; Lei nº 6.638, 08/05/1979; Lei 
nº 7.173, 14/12/1983; Lei nº 7.643, 18/12/1987; Lei nº 7.679, 23/11/1988; Decreto nº 97.633, 
10/04/1989. 
 Flora - Lei nº 4.771, 15/09/1965; Lei nº 6.902, 27/04/1981; Lei nº 7.754, 14/04/1989; Decreto e 
Resoluções CONAMA 
 Unidades de Conservação - Lei nº 6.513, 20/12/1977; Lei nº 9.985, 18/07/2000; Decreto-lei nº 
4.340, 22/08/2002, Resoluções CONAMA 
 Recursos Hídricos - Decreto nº 24.643, 10/07/1934; Decreto-lei nº 852, 11/11/1938; Lei nº 
9.433, 08/01/1997; Lei nº 9.966, 28/04/2000; Lei nº 9.984, 17/07/2000; outros decretos e 
Resoluções CONAMA. 
 Resíduos Sólidos - Resoluções CONAMA 
 Agrotóxicos - Lei nº 7.802, 11/07/1989; Decreto nº 4.074, 04/02/2002 
 Transporte de cargas perigosas - Lei nº 5.917, 10/09/1973; Lei nº 10.233, 05/06/2001; Decreto nº 
96.044, 18/05/1988; Resolução CONAMA. 
 Educação ambiental - Lei nº 9.795, 28/12/1983; Decreto nº 35.760, 28/12/1994. 
 Mineração - Decreto-lei nº 227, 28/02/1967; Lei nº 6.567, 24/09/1978; decreto-lei1.865, 
26/02/1981; Lei nº 7.677, 21/10/1988; Lei nº 7.805, 18/07/1989; Decretos. 
 Poluição atmosférica - Decreto-lei nº 1.413, 14/08/1975; Lei nº 8.723, 28/10/1993; Resoluções 
CONAMA. 
 Poluição Sonora - Resoluções CONAMA 
 Defesa do meio ambiente em juízo - Lei nº 4.717, 29/06/1965; Lei nº 7.347, 24/07/1985. 
 Patrimônio genético, biodiversidade e OGM - Lei nº 8.974, 05/01/1995; decretos; MPs e 
Resolução CONAMA 
 Patrimônio cultural - Decreto-lei nº 25, 30/11/1937; Lei nº 3.924, 26/07/1961; Lei nº 6.292, 
15/12/1975; Decreto nº 3.551, 04/08/2000. 
 Zoneamento - Lei nº 6.803, 02/07/1980; Lei complementar nº 11.740, 13/01/2002. 
 
 
3 LICENCIAMENTO AMBIENTAL 
Avaliação de Impacto Ambiental – AIA 
 Instrumento de política ambiental, formado por um conjunto de procedimentos capazes de assegurar, 
desde o início do processo, que se faça um exame sistemático dos impactos ambientais de um projeto e de 
suas alternativas, de maneira que os resultados sejam apresentados de forma adequada ao público e aos 
responsáveis pela tomada de decisão. 
Licenciamento - Definição 
 Procedimento administrativo pelo qual os órgãos ambientais, em sua área de competência, autorizam 
a localização, instalação, ampliação e a operação de empreendimentos e atividades utilizadores de 
recursos ambientais, consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou aquelas que, sob qualquer 
forma, possam causar degradação ambiental (Resolução CONAMA nº 237/97), tendo como objetivo 
disciplinar, previamente, tais atividades. 
Tipos de Licenças (Decreto nº 88.351/83; Decreto nº 11.235/2008) 
• Licença de Localização (LL) 
• Licença de Implantação (LI) 
• Licença de Operação (LO) 
• Licença de Alteração (LA) 
• Licença Simplificada (LS) 
• Licença de Operação da Alteração (LOA) 
• Licença Conjunta (LC) 
• Autorização ambiental (AA) 
• Licença de localização (LL) - concedida na fase preliminar do planejamento do 
empreendimento ou atividade aprovando sua localização e concepção, atestando a viabilidade 
ambiental e estabelecendo os requisitos básicos e condicionantes a serem atendidos nas próximas 
fases de sua implementação. 
• Licença de Implantação (LI) - autoriza a instalação do empreendimento ou atividade de acordo 
com as especificações constantes dos planos, programas e projetos aprovados, incluindo as 
medidas de controle ambiental e demais condicionantes, da qual constituem motivo 
determinante. 
• Licença de Operação (LO) - autoriza, após as verificações necessárias, o início da atividade 
licenciada e o funcionamento de seus equipamentos de controle de poluição, de acordo com o 
previsto nas licenças prévia e de instalação. 
• Licença de Alteração (LA) - concedida para ampliação ou modificação de empreendimento, 
atividade ou processo regularmente existentes. 
• Licença Simplificada (LS) – concedida para empreendimentos classificados como de micro e 
pequeno porte, excetuando-se aqueles considerados como de potencial risco à saúde humana. 
• Licença de Operação da Alteração (LOA) – autoriza a operação do empreendimento ou 
atividade que obteve a LA. 
• Licença Conjunta (LC) – autoriza a localização, implantação ou operação de empreendimentos 
similares, vizinhos ou integrantes de pólos industriais, agrícolas, ou turísticos, dentre outros. 
• Autorização Ambiental (AA) – concedida para realização ou operação de empreendimentos, 
atividades, pesquisas e serviços de caráter temporário. 
Empreendimentos passíveis de Licenciamento ambiental (segundo a Resolução CONAMA nº 237/97) 
• Extração e tratamento de minerais 
• Indústria de produtos minerais não metálicos 
• Indústria metalúrgica 
• Indústria mecânica 
• Indústria de material elétrico, eletrônico e comunicação 
• Indústria de material de transporte 
• Indústria de madeira 
• Indústria de papel e celulose 
• Indústria de borracha 
• Indústria de couro e peles 
• Indústria químicaIndústria de produtos de matéria plástica 
• Indústria têxtil, de vestuário, calçados e artefatos de tecido 
• Indústria de produtos alimentares e bebidas 
• Indústria de fumo 
• Indústrias diversas 
• Obras civis 
• Serviços de utilidade 
• Transporte, terminais e depósito 
• Turismo 
• Atividades diversas 
• Atividades agropecuária 
• Uso de recursos naturais 
Principais instrumentos para o licenciamento 
• Constituição Federal – Artigos 225 e 20; 
• Resolução CONAMA nº 237/97; 
• Lei 4771/65 - Código Florestal; 
• Lei 6938/81 - Política Nacional de Meio Ambiente; 
• Lei 9605/98 – Lei de Crimes Ambientais; 
• Lei 8617/93 - Dispõe sobre o Mar Territorial Brasileiro; 
• Lei 9985/2000 - Sistema Nacional de Unidades de Conservação; 
• Lei 7661/88 – Institui o Plano Nacional de Gerenciamento Costeiro; 
• Lei 9760/46 - Dispõe sobre bens da União; 
• Lei 9433/97- Institui a Política Nacional Recursos Hídricos e cria a SNGRH; 
• Lei 9795/99 - Institui a Política Nacional de Educação Ambiental; 
• Decreto 4895/2003 – Uso de água de domínio da União para aquicultura; 
• Decreto 4983/2004 - Estabelece pontos adequados das linhas de base; 
• Decreto 5300/2004 (Regulamenta a Lei 7661/88) - Dispõe sobre regras de 
 uso e ocupação da Zona Costeira; 
• Decreto 750/93 e R.C. 303/2002 - Trata dos manguezais e Mata Atlântica; 
• Resolução CONAMA 001/86; 
• Resolução CONAMA 312/02. 
 
 
4 GESTÃO AMBIENTAL EMPRESARIAL 
 
Introdução: sustentabilidade corporativa, empresas socialmente responsáveis. Punições (legislação, 
órgãos fiscalizadores x prêmios – produtividade,imagem, stakeholders). 
 
Gestão ambiental empresarial – inclusão das questões ambientais nas decisões estratégicas e 
operacionais da empresa, nas áreas funcionais e de negócios. 
 
Histórico – Até meados do século XX: estratégia passiva, tecnologias “fim de tubo”, corretiva, custos. 
Década de 80: redução de custos, reciclagem, reutilização e redução da geração, visão sistêmica, proativa. 
Atual: busca por Tecnologias Limpas, P + L ou Produção Verde, ACV . 
 
Gestão Ambiental – abrange todos os setores na organização necessários ao planejamento, execução, 
revisão e desenvolvimento da política ambiental da organização. 
 
ISO 14000 – Grupo de normas que estabelecem ferramentas e um padrão de SGA, cujo objetivo é 
contribuir para a melhoria da qualidade ambiental, integrando o setor produtivo na otimização dos 
recursos naturais. 
Sistemas de Gestão Ambiental – ISO 14001 e ISO 14004 
Auditoria Ambiental – Série ISO 14010 e 19011 
Rotulagem Ambiental – Série ISO 14020 
Avaliação de Desempenho Ambiental – Série ISO 14030 
Avaliação de Ciclo de Vida – Série ISO 14040 
Termos e Definições – Série ISO 14050 
Projeto para o Ambiente – ISO TR 14062 
Comunicação Ambiental – Série ISO14063 
Exemplos 
ISO 14001:2004 – instruções para uso 
ISO 14004:2004 – princípios, sistemas e técnicas para implementação 
ISO 14006:2011 – incorporação de ecodesign 
ISO 14015:2001 – avaliação ambiental de locais e organizações 
 
Idéia Central da SGA - As organizações devem estar em condições de controlar os efeitos ambientais 
de suas próprias atividades e reduzir sistematicamente os impactos ambientais causados. 
 
 
Princípios Fundamentais da Norma 
 1. Auto-responsabilidade 
 2. Responsabilidade da direção 
 3. Melhoria Contínua. 
 
Metodologia PDCA 
 
 
Planejar – Plan 
Implementar – Do 
Verificar – Check 
Analisar criticamente – Act 
 
Estrutura básica da ISO 14001 
Política Ambiental 
Planejamento 
Implementação e Operação 
Verificação e Ação Corretiva 
Avaliação pela Alta Administração 
Melhoria contínua

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